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Eu queria ser violentada e fui..............

Autor: Dani
Categoria: Sadomasoquismo
Data: 26/12/2011 09:42:03
Última revisão: 26/12/2011 17:16:40
Nota 10.00

Era sexta feira. Verão chegando dia quente e noites abafadas. A semana tinha se arrastado e eu estava faminta por sexo e força. Naquela noite, em especial minha vontade era de ser penetrada violentamente. Meu corpo pedia por isto. E eu conhecia a pessoa certa para me fazer sentir estas emoções e sensações.

17 horas. Liguei para o Dono e disse que precisava muito que ele me comesse o final de semana inteiro. Era uma necessidade, um caso de emergência e se por acaso ele não pudesse vir, no estado que eu estava iria dar para o primeiro cara que encontrasse.

Do outro lado da linha, houve uma pausa que durou uns poucos segundos, mas pareceram uma eternidade até que Dono respondeu:

- Está bem...., eu dou um jeito.

Fiquei contente, mas ao mesmo tempo preocupada, pois o tom de voz não me pareceu tão legal assim. Sei que estava sendo egoísta e tinha dado uma forçada de barra, mas eu estava “precisando” ser usada, oras.

Ao me deparar com Dono, abri um sorriso cheio de tesão. Daqueles de quem está se oferecendo mesmo. Dono estava com aparência séria, pouco receptivo e parecia não estar para brincadeiras. Entrou fechou a porta com os pés e já foi me agarrando pelos cabelos, levantou meu queixo olhando muito profundamente em meus olhos e ali, sem mesmo me dar um beijo antes ou falar qualquer coisa, me deu um tapa violento no rosto,. Meus olhos marejaram...

Só depois ele disse, para eu nunca mais repetir que iria dar para o primeiro cara que encontrasse, enquanto eu estivesse com ele. Dono tinha ficado com ciúmes, gostei. Nem me importei com a dor do tapa em meu rosto.

Como estava vestindo uma camisa masculina de mangas compridas, ele pegou no meio e puxou fazendo os botões voarem para tudo o que foi lado. Depois segurou meus seios apertando os bicos que já estavam rijos e me beijava a boca, o pescoço, e respirava forte. Ele foi beijando cada pedaço, de meu corpo. Colocava meus peitinhos quase todo dentro daquela boca, eu já molhada de tesão peguei a mão dele e coloquei na minha bucetinha ele levou um susto de como estava molhada e meu grelinho duro e começou chupando seus dedos sentindo meu sabor.

Comecei a beijá-lo com sofreguidão, e ele dizia:

- Isso minha cachorra, você beija com tesão de puta, é assim que eu gosto.

Ele levantou minha saia, colocou minha calcinha de lado e me lambia como um cachorrinho; enfiou dois dedos em minha xoxota e apertava meu clitóris entre os lábios, às vezes chupava meu clitóris, dava uns tapinhas de leve no grelo e lambia.

Eu estava explodindo! Foi quando ele arrancou minha calcinha, abriu as calças, segurou-me no colo com uma das minhas pernas em volta de sua cintura, encostou-me na parede e, num movimento rápido, encaixou sua rola grossa e gostosa em minha buceta, enfiou o dedo médio em meu rabo e fazia movimentos sincronizados de entre e sai com a rola e o dedo.

Aquela seria a nossa primeira foda do final de semana. Em pé.

Passado nosso primeiro instante. Dono me levou para a cama. E começou a massagear minha pombinha com os dedos. A sensação estava deliciosa, de repente ele tirou as mãos, se abaixou e passou a chupar me deixando toda arrepiada. Os bicos de meus seios ficaram pontudos indicando que eu estava ficando com tesão,muito tesão. A principio tentei abafar os gemidos que fatalmente eu iria dar,, mas o fato dele estar me tocando, ainda mais com a boca, num local que estava carente de sexo, fez com que cada toque me levasse a lua. Pronto, eu tinha que meter. Se antes era uma necessidade, agora era questão de vida ou morte, eu precisava dar e dar muito.

Dono sentou-se na cama e sem que eu pudesse esboçar qualquer reação me abraçou e passou e chupar meu corpo como um animal, me apertava forte e dava mordidas em meu ombro, seios, ele era muito forte mas não estava me machucando, pelo contrário eu estava adorando ser subjugada daquela forma, num movimento rápido ele me virou de bruços e passou a dar mordidas leves em minha nuca, costa e nádegas, nas nádegas ele mordeu com mais força arrancando lágrimas de prazer de mim, lambeu meu cuzinho e se enfiou por entre minhas pernas em busca de minha xaninha carente da sua rola preta.

Minha mão foi deslizando na direção certa... desabotoei lentamente a calça dele e fui descendo o zíper suavemente... sentindo o tamanho do orgão que ali estava à minha espera. Com a calça dele levemente aberta comecei a beijar o seu pescoço, descendo para o peito, que chupei bem gostoso, para em seguida descer minha língua pela barriga dele sentindo que ele não estava mais agüentando de tesão.

Com os dentes fui tirando a calça dele e beijando as suas coxas, subindo... beijando toda a sua perna... e dando mordidinhas de leve na parte interna das coxas... com as mãos sentindo a sua bunda durinha e gostosa.

Comecei a fazer-lhe uma deliciosa massagem nas costas e no seu peito, para livrá-lo de qualquer tensão que ainda pudesse estar presente. Dei-lhe deliciosas mordidinhas em sua nuca, ombros e fui descendo pelos braços dele, até o bumbum. Quando ele não estava mais agüentando de tanto tesão deixei que ele se virasse e me agarrasse.

Ele chegou bem próximo de mim e comecei a beijá-lo de novo em suas coxas molhadas, enquanto com as mãos ia conhecendo aquele membro. Subi minha língua até chegar nas bolas, e passei a pontinha em cada uma delas... Ele me olhou e sem dizer nada, eu sabia o quanto prazer isso lhe causava. Como resposta, deslizei minha língua até chegar em seu cacete... mas sem chupá-lo, continuei com a ponta da língua, subindo de cima a baixo...

Tirei a cueca dele com as minhas duas mãos, atirei para longe, e deitei-me de costas sobre a cama e ordenei: - venha, possua-meAbri minhas pernas e ofereci minha grutinha ensopada para ele. Ele me beijou, me segurou e me penetrou devagarzinho, iniciando um movimento circular que envolvia toda minha xoxota num ritmo maravilhoso. A base do pênis dele tocava exatamente em meu clitóris durante os movimentos e logo eu gozei de novo, cravando meus dentes no pescoço dele.

Fui às nuvens quase ele enterrou tudo e ficou fazendo movimentos dentro de mim, bem no fundo de minha grutinha. Enfiou o pau em mim de uma vez só, eu já estava tão molhada que não houve nenhuma dificuldade para a penetração, ele me chamava de putinha safada, gostosa, dizia que ia me dar uma surra de caralho...,

Aquilo era tudo que eu precisava....um pau, um cacete, um caralho, uma pica, uma surra delas daquelas bem dadasnossa e como precisava daquilo tudo

Quando notou que o gozo estava se aproximando de novo, ele se inclinou um pouco, segurou um dos meus seios com a mão esquerda e trouxe seu corpo ainda mais para dentro do meu

Dono me dava estocadas rápidas, me levando a loucura, minha bunda rebolava junto ao seu corpo, nossos corpos se mexiam sincronizados como se estivéssemos ouvindo uma mesma música, Dono enfiava seus pau cada vez mas rapidamente.

A esta altura já tinha atingindo o orgasmo umas duas vezes, urrava de prazer mordiscando meus lábios, meu corpo vibrava de tesão, Dono pressentindo, ora diminuía, ora aumentava seu ritmo, eu rebolava naquele pau maravilhoso.

Ai começou a tirar, tirou um pouco e enfiou novamente, e seguiu assim com estocadas curtas, uma sensação maravilhosa começou a tomar conta do meu corpo. Eu tentava me mexer, sabia fazer isto muito bem, mas agora não conseguia, parecia que aquilo me transpassara e me prendera na cama, logo ele já tira até quase sair e enterrava novamente eu achava que iria desmaiar. O prazer indescritível, minha buceta doendo não era por causa daquele pau que a castigava como um bate estacas, doía era de tesão mesmo. Em dado momento, comecei a gritar como uma verdadeira puta.

- Me fode com esse pauzão, fode, mete tudo, me rasga, soca sem dó, não tenha pena, eu quero, eu preciso, eu necessitoEnfia negro, enfia na sua vagabunda, enfia; eu dizia, completamente alucinada, com a saraivada de pica que estava levando.

Dono me atendia, o pau entrava e saia agora numa louca velocidade, me sentia totalmente cheia, nunca sentira aquela sensação antes, ele tambem gemia e fudia,

Ele me metia com voracidade, eu me balançava todinha, aproveitando todos os movimentos possíveis. Em dado momento, ele parou de me penetrar e começou a roçar seu pau em minha buceta, eu rebolava querendo engoliar aquela rola preta com minha buceta, ele apenas sorria e se esquivava, judiando de mim.

Pedia para ser fodida, que ele me possuísse, ele novamente falou, “vou te fazer mulher, minha vagabunda”, aquelas palavras aumentavam o meu tesão, aos poucos seu mastro começou a entrar dentro de mim, senti o calor dele percorrendo cada pedaço do meu corpo, eu tremia de prazer, os movimentos eram cadenciados, seu pau me preenchia inteirinha, aquele cheiro de sexo se fazendo cada vez mais forte, ele agarrando as minhas nádegas, urrando de prazer, sem enterrando nas minhas carnes.Eu já sem noção de quantos orgasmos tinha tido, pude sentir seu pau virar uma pedra dentro de mim, ele o tirou de dentro de mim, e punhetou para cobrir meu corpo de porra, eu esfregava minhas mão naquela porra quente, me deixando toda meladinha. Diante daquilo, senti minha visão ficar turva, meu corpo todo se arrepiar e um verdadeiro vulcão se formar dentro de mim, a torrente de larva recebendo grande pressão se encaminhou rapidamente em direção a minha vagina onde explodiria. Eu gemia de prazer, quando estourei em outro orgasmo alucinante,

Depois disso, Dono mostrou que realmente sabia satisfazer uma mulher. Mesmo estando toda melada do meu e do gozo dele, me lambeu todo corpo, depois passou a língua no meu clitóris, eu vibrava de prazer.Caiu de boca na minha xaninha, nossa como ele chupava bem, que língua tinha aquele homem, lambia o grelinho, a bocetinha e meu rabinho. Parecia que ele queria botar tudo dentro da sua boca.

Eu já não me agüentava, segurava a cabeça dele de encontro a minha pélvis pra ele não parar de me chupar.

- Chupa, meu macho, chupa, meu tesão! Me dá teu prazer com esta língua gostosa. .

Dono parou o que estava fazendo e começou a fazer em outro lugar. Agora elegeu meus seios para continuar a brincar.

Dono começou a sugar meus seios com força, me levando a várias outras ondas de prazer. O puto era mesmo um especialista na arte da sacanagem.

- Morde meus seios bicudos, morde, Meu puto safado, tarado..morde.

Aí ele sussurrou em meu ouvido que queria comer meu "cuzinho", eu tenho uma bunda bem grande e gostosa e queria muito que ele me comesse, me fudesse, eu queria ser sua putinha, seu brinquedo...

Dono novamente de pau duro me colocou em uma de suas posições favoritas: de quatro para ele. Me aprumei ficando apoiada nos cotovelos. Passou o pau bem na entradinha da boceta, e depois começou a meter devagar e rebolando em cuzinho. Adoro quando ele enfia rebolando. Dono tirava o pau e metia tudo era uma loucura, me fudeu assim por um bom tempo. . Assim que ele me penetrou, senti todo o vigor de meu macho, seu pau latejava

Depois de vários minutos brincando assim, senti que ia ter um orgasmo múltiplos. Aos gritos disse:

- Aiii ... Aiii ... mais ... Aiii ...eu vou ... Aiii ... gozar ... aaaiiiiiiiiAo terminar a frase, ele tirou o pau de dentro de mim, o que me fez implorar

- Não faz isso ... me fode ... fode ... fode ...

- Quer gozar ? quer, cachorra? ... Então abre mais essa bundinha. Naturalmente, fiz o que ele ordenou e empinei bem a bunda, do jeito que ele gosta.

Dono voltou a socar o pistolão na minha bunda. Ao sentir a penetração, dei alguns gemidos de dor e em resposta, Dono voltou a meter com mais força em minha bundinha. Aquela sensação misturado dor e prazer me fez pressentir o clímax outra vez

Então, aos berros, lhe disse:

- Aiii ... fode amor ... fode vida ... Aiii, tudo teu, fode, soca ... esfola esse cuzinho da sua puta, esfola ... Aiii ..judia do meu cuzinho ... AAAiiiii ...

Ao que ele respondia,

- Toma caralho sua putanão é isto que você quer? Então tomaEle enfiava devagar, sentindo as paredes de meu reto, depois entrava me rasgando todinha aos poucos, até entrar tudo... parava, esperava eu me acostumar, e começava a socar com força, me fudendo bem gostoso! Eu gemia como uma puta!

- Goza sua safada! sua vagabunda! Sua égua! Tá no cio, tá?", ele me provocava.

Nisso, senti todo aquele fogo saindo de dentro e entrando dentro de mim. Até então eu nunca imaginara que um homem poderia gozar tanto e tão intensamente.

Senti meu corpo todo leve, em que pese ter sobre ele, o corpanzil de meu Dono.

Naturalmente, caímos desfalecidos e com a respiração ofegante na cama trocando carícias, beijos.

Foram dois dias de muita foda, fui a putinha loira do negrão durante todo o final de semana. Dono me comeu de todas as formas, foram tantas trepadas que me deixaram com a xoxota assada e o cuzinho doendo por um bom tempo.

"Aos leitores, sempre que lerem algum conto aqui, dêem uma nota, este é o maior incentivo para que os escritores continuem a fazê-lo. Se a nota for ruim, ele vai procurar melhorar no próximo conto, se a nota for boa ele vai se sentir responsável por escrever um conto melhor ainda. NUNCA DEIXE UM CONTO SEM NOTA. Contribua para que tenhamos sempre bons contos aqui

Grata

Comentários

11/04/2012 00:11:29
E isso ai Dani o estupro consentido com o Dono alem de ser prazeiroso nao tem o risco de um estupro normal pois esta sendo feito com uma pessoa conhecida.
26/12/2011 15:21:24
Que delicia de surra de pau, muito excitante, um delicioso conto, escrito de uma forma envolvente.

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