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A história de nós três - Parte 01

Autor: My Way
Categoria: Homossexual
Data: 08/01/2012 04:20:02
Última revisão: 12/01/2013 09:00:00
Nota 9.60
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Então gente... este conto não acho que não servem para aqueles curtem algo sexual. É um romance, uma história de amor e aprendizado com pitadas de romance gay. É bom relaxarmos e curtimos uma leitura leve . Então Aproveitem! Obrigado!

*Se vocês curtiram por favor comentem e votem no meu conto e ajudem a divulgar também para amigos e colegas. Agradeço vocês e boa leitura.

“A vida é uma estrada que leva a muitos caminhos, alguns deles podem ser tortuosos, outros levam ao caminho certo. O importante é fechar os olhos e deixar que ela nós guie... não importa o que aconteça, para que juntos possamos encontrar a verdadeira felicidade.”

Capitulo 1 - O Começo

Chamo-me Pedro Augusto Soares, tenho 22 anos, curso a faculdade de publicidade, gosto das coisas simples da vida ficar na companhia dos meus amigos e familiares, sou o filho do meio de três irmãos. Meu irmão mais velho se chama Paulo Eduardo Soares, 25 anos, e a minha irmã caçula Patrícia Luana Soares, 18 anos. Como você pode perceber meus pais gostam de nomes compostos. Contarei agora a nossa historia que é marcada por superação, amor e principalmente amizade.

Meus pais se casaram cedo e tiveram meu irmão nos primeiros meses de casamento, depois vim eu e por último a Patrícia. A nossa infância foi maravilhosa, na verdade se eu for analisar creio que foi a melhor época da minha vida. Não havia problema tudo era basicamente brincadeira e mais brincadeira. Lembro que quando éramos pequenos as pessoas nos chamavam de os ‘três mosqueteiros’.

Paulo logico era o líder do bando sempre autoritário e mandão a Patrícia já era o espirito livre fazia o que queria, na hora que queria. Sempre rolava confusão de irmão entre eles e eu era obrigado a separar e apaziguar as coisas. Lembro de uma vez em que fomos à praia, quanto tinhas uns 10 anos e nos desentendemos com uns moleques que nos não conhecíamos, agora não lembro o motivo, mas no fundo eu tinha orgulho de ter o Paulo como irmão sempre nos protegia e sabia como agir.

- Eu seus vocês são loucos? – disse um garoto grande e gordo tirando o pirulito das mãos da Patrícia.

- Cara, não queremos confusão é melhor ficar na tua. – retrucou calmamente Paulo olhando para mim.

Aquele olhar significava duas coisas: Segura ele que eu arrebento ou pega a Patrícia e sai correndo. Eu realmente decidi pela segunda opção peguei a minha irmã e sai arrastando ela pela praia, quando ela força e me segura.

- Não eu quero o meu pirulito. – disse ela correndo para cima do gordo sem um pingo de medo.

- Patrícia espera! – gritei.

A confusão estava armada na praia. Imagine a cena, minha irmãzinha segurando no pescoço de um garoto que tinha o triplo do tamanho dela e o meu irmão sendo massacrado pelos amigos dele. Infelizmente nessa situação eu não tive opção, corri feito um louco para ajudar o Paulo, realmente não sei como conseguimos, mas depois que chamamos a atenção de um grupo de guardas os meninos fugiram.

Nossos pais estavam na casa de verão não muito distante quando a campainha tocou.

- Boa tarde. – disse, meu pai sem entender nada.

- Senhor esses são seus filhos? – perguntou o guarda.

- Sim acho que são eles sim, tirando os hematomas e sangue são meus filhos sim, seu guarda. – confirmou.

Minha mãe entrou na sala e fez o que toda mãe faria naquela situação. Correu em nossa direção e praticamente nos tirou das mãos do guarda.

- Meu Deus... O que aconteceu com os meus filhos? – Gritou. – Meus bebês todos cheios de sangue. Vêm cá filhinha, olha só esse cabelo.

- Seus filhos arrumaram confusão com uns trombadinhas. Eles deram sorte que eu cheguei na hora. – explicou o guarda.

- Pode deixar seu guarda, vou ter uma conversa com meu filho mais velho. Essa situação não vai mais se repetir. – disse meu pai com um olhar severo.

Meu pai levou meu irmão para o quarto e minha mãe nos levou ao banheiro para lavar nossas feridas de guerra. Eu lembro que ela passou um remédio, mas eu fiquei preocupado mesmo foi com o Paulo, ele não foi o único que brigou. Eu merecia a culpa mais que ele, já que tentei fugir. Minha mãe nos levou para o quarto e nos deixou assistindo televisão eu e Patrícia ficamos em absoluto silêncio e esperamos por quase uma hora nosso irmão voltar.

Quando ele entrou no quarto era visível que ele estava chorando, o olho vermelho denunciava. Patrícia gentilmente pegou na mão do nosso irmão e o deitou na cama e o abraçou, ele não segurou as lágrimas e começou a chorar. Eu sentei perto dele e notei as costas vermelhas e tentei ser forte e confortar meu irmão. Ele levantou enxugou as lágrimas e disse:

- Nunca eu deixaria ninguém fazer mal a vocês. Nem que pra isso eu tenha que levar uma surra todos os dias. – confessou nos abraçando.

- Eu sei. – concordei. – Vamos fazer um pacto hoje, não importa como, sempre defenderemos uns aos outros. Somos irmãos de sangue e nada pode mudar isso. – olhei para os dois.

O tempo foi passando e nós fomos crescendo, mas nunca esquecemos aquele dia. Sempre dávamos cobertura uns aos outros como verdadeiros cúmplices. Não vou dizer que não brigávamos, pois, estaria mentindo, coisas de irmãos mesmo.

O momento mais difícil para a vida de qualquer pessoa deve ser o ensino médio, eu lembro que eu sofria muito por ser diferente. Enquanto o meu irmão e nossos amiguinhos se reuniam para jogar futebol ou vídeo game, eu vivia afastado. Quando completei 16 anos fomos convidados para uma festa na casa de um amigo do Paulo, ele pegou o carro e fomos para o local do evento.

Quando chegamos lá estava à turminha do futebol e uns amigos da escola, não preciso nem dizer que o meu irmão era o cara mais popular do nosso colégio. Até mesmo depois de formado, já que ele havia começado a faculdade de engenharia eletrônica, eu e a Patrícia falamos que a área dele não era essa, mas ele sempre teve a cabeça dura. Todo mundo se divertia naquela maldita festa menos eu. Decidi ir para uma parte afastada e fiquei apreciando a noite.

- A festa fica para outro lado.

- Oi Marcio, tudo bom? – perguntei.

- Sim, estou ótimo. Reparei que você estava se distanciando da turma.

- Reparou... pensei que eu havia sido mais sutil... droga, não foi dessa vez. – brinquei.

- Você tem alguma coisa de diferente Pedro? – perguntou Marcio se aproximando de mim.

- Mesmo? Eu não acho, sou normal. Apenas um garoto... normal. – falei tropeçando nas palavras.

- Posso te falar uma coisa?

- Claro... pode...perguntar.

- Você é gay?

- Claro que não, não, não, nada gay. – respondi saindo de lá.

Não conseguia respirar. Que pergunta foi aquela? Comecei a procurar meu irmão, queria sair o mais rápido possível daquela casa. Subi e não o encontrei, quando desci as escadas encontrei Marcio conversando com outro rapaz. Fui até a cozinha e encontrei meu irmão conversando sobre futebol.

- Paulo, eu quero ir embora.

- Pedro aconteceu alguma coisa? – perguntou se aproximando de mim.

- Não, apenas quero ir embora para casa. Vamos.

- Tá bom. – disse ele sem entender.

No caminho de volta pra casa fiquei em silêncio. Meu irmão tentou algumas táticas idiotas para me fazer falar, mas eu não estava conseguindo entender. Eu pedi para ele encostar o carro e abaixei minha cabeça e comecei a chorar. Ele derrepente parou com as brincadeiras me abraçou e perguntou o que havia de errado.

- Paulo... eu...

- Pedro você está me deixando assustado, mano o que aconteceu? – perguntou.

Eu sabia qual era a resposta, sabia disso há muito tempo, só precisava desabafar com alguém. Eu sempre nutri sentimentos por homens, essa vontade ficou maior quando fiz 15 anos. Imaginava a reação dos meus pais sobre a minha opção, pensava nos meus irmãos. Tinha que manter a pose de bom filho, de bom irmão, mas essa angustia acabava comigo. Em dois momentos da minha vida pensei em suicídio, não segui essa opção por covardia, não seria a primeira vez. Paulo a cada minuto ficava angustiado, nervoso ele perguntou.

- Foi algo que eu fiz? Cara, pelo Amor de Deus fala alguma coisa...

- Eu, sou... eu sou gay.

- Mas...

- Eu precisava contar isso para alguém, eu não conseguia carregar isso sozinho, eu não sei o que fazer preciso da tua ajuda.

- Pedro... eu não... a quanto tempo você...

- Desde sempre. As pessoas estão percebendo, tenho medo que os nossos pais saibam e me expulsem de casa. O que eu faço?

"Meu Deus? E agora? Será que o meu irmão vai esquecer a promessa que fizemos e vai contar tudo para os nosso país? Eu seirei expulso de casa? Estou realmente desesperado e não sei o que fazer."

*Se vocês curtiram o meu conto, por favor comentem e votem no meu conto e ajudem a divulgar também para amigos e colegas. Agradeço vocês e boa leitura.

Se tiver dúvidas ou comentários podem enviar para o email:

[email protected]

Comentários

30/08/2015 14:15:35
Adoreiii
17/02/2013 19:58:26
Adorei. Mto bom
12/04/2012 17:11:04
Estou muito curioso indo direto para o número dois e nota 10
08/02/2012 10:36:00
Muito bom
23/01/2012 16:51:03
mt bom!
16/01/2012 11:42:01
Ótimo!
12/01/2012 16:23:52
FANTÁSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSTICO
09/01/2012 09:39:14
Adorei o seu conto simplesmente maravilhoso estou indo ler o numero 2 nota 10
08/01/2012 18:46:22
Ai kra mto legal teu conto adorei XD
08/01/2012 17:13:54
Gente obrigado pelos comentários. Eu realmente fico feliz. Em breve a Parte 2
08/01/2012 10:49:39
Se você também curte uma boa sacanagem entre machos de verdade, não perca tempo. Clique no meu nome e leia meus contos. Não deixe de comentar. Para o pessoal de Campinas que se interessar, meu e-mail está no final. Curto uma boa pegação com outro macho de verdade. Até mais.
08/01/2012 09:25:13
cara muito bom. continua.
08/01/2012 08:16:27
Muito bom mesmo, mesmo sem cunho sexual, e pra falar a verdade o sexo é so parte sabe, eu prefiro e acho que muita gente prefere uma leitura assim, de experiencias reais... Voce escreve muito bem, quero ver logo a continuaçao. Parabens!!
08/01/2012 05:04:34
Um belo conto e original.
08/01/2012 04:49:05
mt bom, continua logo
08/01/2012 04:25:45
Começou bacana... apensar de não ter sexo achei muito interessante. Continua assim My Way. Estou esperando a segunda parte.

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