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PAPAI E TITIO - MEU TIO MORANDO EM CASA

Um conto erótico de And
Categoria: Homossexual
Data: 25/04/2012 23:34:00
Nota 10.00

Sempre que saía da escola, passava pela estradinha pra ver se encontrava com o Rubsmar, não o encontrando somente umas duas ou três vezes. Sempre levava pra ele um maço de Marlboro, que pegava do meu pai, escondido, e isso bastava pra eu engolir aquela jebona imensa e tomar todo o leitinho que dela eu conseguia tirar. Nessas vezes, a pedido do próprio Rubens, eu não tomava o seu mijo na boca, apenas segurando seu pau pra mijar. Mas sempre dava um jeitinho de tomar as últimas gotinhas, o que o fazia dizer que eu era mesmo um veadinho depravado, que ainda mataria o meu pai de desgosto e que se ele, o meu pai, soubesse, me daria uma surra pior do que a que ele tinha me dado. “Ele nem imaginava (ainda) quem tinha me feito gostar de cintada e mijão. E eu me divertia com isso. Passados alguns dias, já era noite, eu estava em meu quarto quando ouvi o barulho do caminhão do meu pai, que encostava perto da calçada. Para minha sorte, como estava fazendo frio durante aqueles dias, eu usava sempre um conjunto de moleton, então papai não percebeu os vergões que as cintadas do guarda haviam deixado pelo meu corpo. Desci e fui esperar papai na sala, com a TV ligada. Ele entrou e me cumprimentou com um abraço apertado, dizendo:

Poxa Bruninho, que saudade! O pai passa tanto tempo fora que nem tá tedo tempo de ver o meu mulequinho crecer!

Eu também sinto muito a sua falta papai – eu, embora dissesse a verdade, estava achando aquela situação um pouco embaraçosa, pois já fazia algum tempo, desde que voltamos daquela viagem com o meu tio Adônis, que papai não demonstrava tão abertamente o seu afeto por mim.

Mas me conta filhão – disse ele se afastando de mim e indo até o sofá, para tirar a bota – O que você fez hoje?

Pensei: “Ah, papai! O senhor nem imagina!

Nada demais papai, fui pra escola e nada diferente aconteceu por lá, depois vim pra casa, fiz o meu dever, dormi um pouco a tarde e tomei o meu banho pra te esperar. No mais, está tudo bem.

Que bom filho. Agora vou subir e tomar um banho. Pega o telefone e pede uma pizza pra gente, que eu to morrendo de fome – ele falou e fez uma careta, passando a mão pela barriga.

Opa, que bom, pizza, é pra já papai... falei rindo pra ele.

Esse é meu muleque, é magro de ruin mesmo, se eu deixasse, você comeria pizza todos os dias, não é pirralho?

Ah, papai, você sabe que eu adoro pizza, nem vale tirar sarro disso!

Tá bom filhão – falou ele rindo e subindo as escadas – mas pede pra vir rapidinho que além de faminto, eu quero dormir logo, pois amanhã tenho que sair mais cedo.

Tá certo, dorminhoco.

Peguei o telefone e fiz o pedido.passados uns dez minutos, o telefone tocou e eu atendi. Quase desmaiei quando ouvi a voz do outro lado:

Alô, é o sobrinho predileto do tio?

Tio Adônis! Caramba, você sumiu!

E você, muleque? Deve tá detonando com as bucetinhas por aí, não é seu safado!? - Pensei: “Tô ficando maluco, ou ele se esqueceu do que ele e meu pai fizeram comigo naquela viagem deliciosa”. Resolvi deixar isso pra lá e continuei falando com o titio.

Pôxa tio, a escola tá muito puxada, eu eu tenho que estudar pra caramba, nem dá tempo de pensar em me distrair um pouco!

Ah, mas na sua idade, eu e seu pai já fodíamos umas tchequinhas, e a gente também estudava pra caralho.

Eu sei tio – aquilo já tava me deixando envergonhado, porém ouvir o meu tio falar do que ele e meu pai faziam com as garotas, quando eram mais jovens, foi me excitando, mas procureime controlar.Nisso, meu pai, que já tinha terminado o seu banho, vinha descendo as escadas todo gostoso, ainda meio molhado com um daqueles shorts vermelhos que ele tinha, que parecia feito de plástico, e sem camisa (parecia nem se importar com o frio). Ouvindo a voz do meu tio pelo e vendo meu pai daquele jeito, eu comecei a sentir meu pauzinho crescer dentro da calça. Meu tio continuou falando comigo até que perguntou pelo meu pai e eu disse:

Ele tá aqui, tio. Vou passar pra ele.

Beleza mulequinho do tio – o meu tio falou e eu notei a safadeza que estava estampada naquela frase. Meu pai pegou o fone das minha mão e começou a conversar com meu tio.

Fala mano, porra cara, você some que dá até medo!... sério cara... que caralho! Mas e aí, fala, o que você pretende fazer?... Sei...

Fui até a cozinha beber água e continuei prestando atenção no que meu pai conversava com o meu tio. Algo sério deve ter acontecido – pensei – mas o que será?

Ouvi o entregador chamando no portão e fui buscar a pizza. Não consegui mais ouvir a conversa. Quando voltei pra dentro, papai me disse que o tio Adônis estava vindo morar com a gente, que teve uns problemas com a ex-mulher e teve que vender a casa pra pagar o processo. Eu não entendia bem essas coisas naquela época, mas a notícia me alegrou tanto que não pude deixar de soltar um “ôbaaaaa”, causando um certo espanto no meu pai.

Que é isso, Bruninho? Seu tio no maior apuro e você fica feliz?

Ah! papai, não é isso. É que eu gosto tanto do tio Adônis que fiquei feliz por ele vir morar aqui com a gente.

Ah, muleque, eu sei bem porque é que você ficou feliz assim – falou papai, num tom de malícia.

Eu corei e perguntei, me fingindo de bobo, pois tinha receio da reação de papai se soubesse que estava verto quanto ao que eu sentia.

Como assim pai?

Nada, muleque, deixa pra lá. E falou, mudando de assunto:

Bom, vamos comer que o papai tá faminto.

Opa! O maior pedaço é meu! E saí correndo pra cozinhaNo dia seguinte, papai levantou mais cedo do que de costume e saiu, antes mesmo de eu acordar. Não ouvi nem mesmo o barulho do caminhão, pois tinha o sono pesado por ter que acordar cedo pra ir à escola. Levantei no horário normal e qual não foi a minha surpresa, quando abri a porta para sair e avistei meu tio Adônis chegando de carro, um gol preto 87. Saí correndo, largando a muchila no chão e fui ao encontro daquele safado do meu tio. Quando ele saiu do carro, me abraçou com força, encostando aquele corpão peludo em mim, me dixando todo assanhadinho. Ele usava um shorts de nailon azul e uma camisa polo vermelha, o que o deixava ainda mais tesudo.

poxa tio, que saudade de você cara!

Eu também muleque, mais se tudo der certo, dessa vez eu vim pra ficar.

Que legal tio Adônis. Acho que nem vou pra escola hoje, afinal, não vou deixar você sozinho logo quando você chega, né!

Que isso Bruninho, não precisa faltar não, só me ajuda a levar essas coisas lá pra dentro, que depois eu te levo pra escola.

Peguei algumas sacolas no porta-malas enquanto meu tio pegava as mochilas e uma mala dentro do carro, e as levamos para o meu quarto. Descemos em seguida e meu tio disse que ia dar uma mijada e que depois me levaria pro colégio. Ele foi ao banheiro e eu, não aguentando, assim que ele entrou, fui espiar e vi que ele não tinha fechado a porta, apenas encostado. Olhei pra dentro e pude contemplar a mijada forte que aquele homem dava, deixando que caísse nas beiradas do vaso, já que ele apenas ergueu um pouco uma perna do shorts e tirou o cacete, não segurando ele enquanto mijava. Fiquei louco e não percebi que ele havia terminado e notou minha sombra no chão. Meu tio falou:

Tá com saudade do pinto do tio, veadinho?

Levei um susto, mas não me fiz de rogado e falei;

Nossa tio, você nem sabe o quanto!

Ele veio saindo, e me puxando pelo braço, me levou pra sala. Me fez sentar no sofá e ficando em pé na minha frente, falou, sem colocar o pau pra dentro do shorts.

Então mata a tua saudade, vai, veadinho safado do tio.[

Ahhhhh.... tio Adônis – falei dando uma lambida na cabeça, que agora estava vermelhona e ainda molhada do mijo do meu tio, fazendo-o soltar um gemido de tesão – não consigo esquecer a safadeza que você e o papai aprontaram comigo naquela viagem.

Ahhh... isssssoooooooooooo..... huuuummmmmmmm.... você gostou de ser nossa mulherzinha, Bruninho? Gosta de chupar o pau do seu pai e do seu tio, gosta? Huuummmmmmm..... chupa, então, veadinho, chupa a trozoba do titio, chupa. Isssssss.... ô boquinha deliciosa do tio....

Ahhhh tioooo... huummmmdesde que a gente chegou daquela viagem o papai mudou um pouco comigo e nunca mais deixou eu chupar a jeba dele.

Ah! Mas isso agora vai mudar. O Ivan é doido de não aproveitar a putinha que tem em casa... huummmmm... putinha deliciosa... Vai puta, chupa, chupa que eu to quase gozando, chupa... iiisssssssssssss... ahhhhhhh...

Eu continuei chupando a pica do meu tio, que não se deu nem ao trabalho de tirar o shorts e a camisa que vestia, o que me deixou ainda mais tesudo. Eu chupava e tentava engolir a trozoba dele, e de repente ouvi:

Bonito, hein, os dois aí nessa putaria e nem me chamaram.

Era meu pai, que já veio tirando a pica pra fora da calça do seu agasalho. Chegou perto e cumprimentou o meu tio, que continuava com a jeba pra toda babada da minha saliva fora do shorts, com um forte aperto de mão e falou

O meu veadinho te recebeu bem, mano?

Ô Ivan, melhor que as boas vindas do nosso putinho, só se ele tivesse um irmão gêmeo – falou meu tio e os dois riram. Em seguida meu pai falou, sinicamente.

Já que você tá atrasado, filho, vai ficar sendo nossa empregadinha hoje. E pode começar fazendo a gente jorrar porra na sua boca.

Ai papai... como eu quis isso... é claro que eu faço o que vocês quiserem.

O que a gente quiser não, muleque, o que a gente mandar! - falou meu tio. - É ou não é Ivan?

Falou tá falado, Adonis, é isso aí. A gente manda e o veadinho obedece.

Isso me fez soltar um gemidinho de tesão. Meu pai, ouvindo o meu gemido, falou pro meu tio:

E não é que isso mexe com o muleque. Ele gosta de obedecer. É um veado mesmo. Não é atoa que pulou quenem um veadinho quando eu falei que você viria morar com a gente, Adonis.

E você ainda duvida disso? Vai veado, abre bem a boca que você vai chupar os dois paus de uma vez só.

Ai tio, eu não sei se vou aguentar, mas eu quero.

Comecei a chupá- los de uma vez, com alguma dificuldade, e papai, vendo que eu não conseguia, me levantou com força e tirou minhas calças, fazendo-me deitar no sofá. Levantou as minhas pernas e, enquanto meu tio mandava ver na minha boca, papai começou a meter a língua no meu cuzinho, dando tapas fortes na minha bunda.

Ai papai, que delícia sua língua ea sua barba roçando no meu cú.

Tá gostoando, tá veadinho do pai? Então toma! Ahhhhhhhh

Ahhhhhhh papai.... issssssss... ai meu cú tá coçando tanto, é tão gostoso isso.... huuummmmmm.... ahhhhhhhhhhhhhh

Vai Ivan, mete a língua no babo desse porco... Isssooooooo Bruninho, toma a língua do teu pai no cuzinho – falava meu tio, incentivando meu pai e me levando a loucura.

Meu tio fodia com força a minha boca e emalguns minutos, anunciou:

to gozando, porraaaaaa.... ahhhhhhh....

Titio gozou muito forte, e eu, que estava me tornando um veadinho experiente em engolir porra de macho, não deixei escapar uma única gota. Era porra na boca e linguada no cú. Depois que gozou, meu tio tirou o pau da minha boca, já a meia bomba, e guardou no shorts. Eu disse:

Nossa tio, você tá um tesão com esse shorts, eu adoro quando você e o papai usam eles.

Então, filhão, o papai vai fazer igual o titio – falou meu pai, tirando a calça, deixando aparecer o shorts vermelho que havia vestido no dia anterior, quando saiu do banho.

Nossa pai, quando vi você ontém, descendo a escada com esse shorts, quase não consegui jantar e tive que bater uma no meu quartopra conseguir dormir.

Ah, é, veadinho do pai? Então, mata sua vontade. Vem aqui dar um trato na trozoba do papai, vem!

Sim papai, faço o que você quiser.

Bruninho, continua com as pernas levantadas e abre bem a bundinha pro tio, vai.

Isso Bruninho, obedece o tio Adônis – falou meu pai, num tom autoritário.

Levantei minhas pernas e meu tio começou a lamber o meu cú enquanto meu pai fodia minha boca como um animal, me fazendo engasgar. Eu gemia como um veadinho na língua do meu tio, que deixou meu cuzinho bem molhado pra começar a dedar. Enfiou um dedo e me fez gemer, pois eu nunca sequer tinha enfiado nem os dedos no cu. Meu pai falava:

Para de gemer e abre a porra desse cú pro seu tio, muleque.

Meu tio já estava com três dedos enfiados no meu boga, e papai fodia minha boca num rítimo mais lento, porém firme. Titio tirava os dedos, cuspia no meu cú e voltava a enfiar de uma vez, me fazendo delirar com aquilo. Então começou um vai e vem com os dedos no meu rabo, e papai, vendo aquilo, anciou o gozo e encheu minha boca com a sua porra quente.

Ahhhhhh veadinho do caralho... seu porraaaaaaa.... engole o leitinho do papai... lá vai... ahhhhhhhh.... ohhhhhhhhh... delícia do pai.... ahhhhhhh

Goza Ivan, enche a boca do seu muleque com o leite que fez ele.... issssoooooo... - falava meu tio, ainda dedando o meu cú sem dó

Em seguida, me colocaram no sofá, no meio deles, e dessa vez foi meu pai que meteu, não três, mas quatro dedos no meu cú, enquanto meu tio estapeava minha bunda. Começaram a lamber os meus mamilos e a falar sacanagens:

Toma linguadinha na tetinha, veadinho – falava meu tio.

É, toma linguadinha do papai e do titio e goza mulherzinha do pai. Porra Adônis, meu único filho é uma mulherzinha obediente.

É mano, e bota obediente nisso, o muleque não quer nem saber de buceta, ele gosta mesmo é de vara. E vai tomar vara no rabo.

Eu já tava mesmo estranhando esse porra não falar em mulher. Se é de vara que ele gosta, então, a partir de hoje, vai ter duas todos os dias.

Ai papai...lambe mais, soca rápido, vai... ai tio Adonis, bate mais na minha bunda. Ai vou gozar... aiiiiiii.....

Papai tirou os dedos do meu cú e, enquanto tio Adônis batia na minha nádega esquerda, ele batia na direita, e os dois me lambiam me xingando e falando daquela forma machista que só os verdadeiros machos, domadores de veadinhos putos, sabem falar.

Goza, vagabundinha do papai goza e apanha pra aprender a obedecer,isso, assimmm... huummmm.. putinha do papai – falava meu pai.

Toma lambinha na tetinha, muleque safado, aí vai, diziz meu tio, antes de dar uma lambida no meu mamilo – uma lambida – e lambia – e agora uns tapas – e batia.

Papai fazia o mesmo, porém, me chamando de nomes bem cabeludos. Eu já não me aguentava mais, então falei.

Aaaiiiiii... vou gozar.... aiiiiii papai..... ai ti Adônis..... huuummmmm..... ahhhhhhhhh

Goza, muleque, isso, goza, hummmmmm – falava meu pai, que novamente atolou os quatro dedos na binha bunda de uma só vez, bem no memento em que eu comecei a gozar.

Eu estava todo molhado por causa dos chupões e lambidas que eles me davam, mas mesmo assim, papai falou:

Abre a boca Bruno!

Sim papai, abro sim!

E cuspiu várias vezes na minha boca e na minha cara, falando que fazia aquilo para me mostrar quem mandava naquela casa.

Seu pai manda na casa, mas nós dois mandamos em você muleque. - disse Tio Adônis.

Certo tio Adônis, eu faço tudo o que vocês mandarem.

Faz porque senão já sabe, né Bruno, apanha e leva dedada – lembrou-me papai.

Ahhh, pai! Mas mesmo sendo um bom garoto e obedecendo vocês, eu quero sempre as rolas do senhor e do meu tio.

Hahahah... e vai ter sempre, veadinho, ô muleque pra gostar de ser sacaneado por macho... Tio Adônis falou pro meu pai.

Você gosta mesmo, filhão?

Sim papai, é disso que eu gosto. De ser sarrado por homem mandão.

Nisso, Tio Adônis me perguntou:

Mas você só fez isso com a gente, não é Bruninho?

Dessa vez foi a minha vez de rir. Eu ria e saí correndo pro meu quarto. Eles correram atrás de mim e meu pai já foi falando:

Veadinho do caralho. Pode ir falando tudo. Você andou com algum malandro? Fala porra, senão te encho de porrada.

Porra Ivan, eu não falei que o muleque gosta de rola. Fala ae Bruno. Conta tudo direitinho...

Continua.....

Comentários

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27/07/2018 23:28:16
delicia de conto
02/01/2015 08:11:56
Eu amo seus contos, posta mais, é muito excitante.
25/09/2014 18:21:47
procuro 6 homens mega super dotados pra realizar a minha fantazia, quero ser estrupada violentamente e fotografada que todos os homens goze e mijen na minha cara, sexo selgagem cheio de tesao,,, eu morena 28 anos 65 kl 1.69 alt peitao, bumbum farto e muito fogosa... whats ou skype e e-mail,, ;;;; rose travesti
25/09/2014 18:21:35
seus contos sao fabulosos
13/03/2014 11:45:52
Nuss!
08/10/2013 20:02:50
Que isso eu lendo o conto e meu pau doendo de tanto tesão..
05/10/2013 01:08:06
Nossa está cada vez melhor, continue k
26/04/2012 13:25:20
Seu conto dá um tesão louco, um dos poucos nesse segmento, nota 10
26/04/2012 01:26:55
meu anda logo.... conte ai o restante.. nem que for na invenção.. kkk
26/04/2012 00:40:51
kkkkkkkkkkkkkkkkk adoreiiiii esse final foi demais, bom demais
26/04/2012 00:13:06
FANTÁSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSTICO
26/04/2012 00:07:30
obriga do pelo seu comentário caro Vitor Hugo. Continue acompanhando meus contos. Valew
25/04/2012 23:50:37
Mto bom

Listas em que este conto está presente

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Contos que ainda não li por falta de tempo, mas que ainda pretendo conferir.




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