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PAPAI E TITIO - VÔ GUSTAVO E WAGNER, MEU IRMÃO MAIS VELHO

Autor: And
Categoria: Homossexual
Data: 27/04/2012 01:01:05
Última revisão: 27/04/2012 01:03:05
Nota 8.33
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Terminei o banho e, como estava frio, coloquei um agasalho de moletom e desci. A casa estava às escuras. Acendi a luz da sala e fui até a cozinha. Eles haviam saído e nem me chamaram. Quando acendi a liz da cozinha, tinha um bilhete do papai dizendo que fora com meu tio à rodoviária, mas que logo estariam de volta.

Que estranho – eu falei – o que eles foram fazer na rodoviária?

Fiz um lanche rápido e fui pra sala ver televisão. Ouuvi o barulho do carro do meu tio e uma vozes que eu não conhecia. Pensei que fossem ele e o papai conversando com algum vizinho, então me levantei e fui até a janela da sala. Quando olhei pela janela, não acreditei. Abri a porta e saí correndo como um louco, gritando:

Vovô Gustavo!

Bruninho, meu neto! Tá um rapagão! - falou o vovô abrindo os braços pra mim. Eu pulei pros braços do meu avô (por parte de mãe), que me apertou forte, e nem notei que um pouco mais atrás, parado perto do tio Adônis e do papai, estava um homem, aparentando seus 30 anos, alto, 1,90m, branco, os olhos castanhos amendoados, os cabelos escuros, penteados como o do tio Adônis, pernas e braços peludos. Usava um terno preto, uma camisa social azul, com a gravata num tom de azul mais escuro, calça social preta, os sapatos e os cintos também pretos, brilhavam lustrosos, formando a visão perfeita de um homem de negócios. Vovô também estava muito bem vestido, camisa de manga longa clara, uma calça social bege, o cinto marrom combinando com o sapatos também brilhavam muito. Enfim, no auge dos 60 anos, ainda mantinha a forma, uma leve barriguuinha de chop, os braços e pernas continuavam fortes, o peitoral firme, e cheio de pelos pelo corpo, os cabelos grisalhos bem penteados para o lado,, enfim, vovô era um coroa saudável e, como ele mesmo dizia, com tudo em cima. Entramos e eu ajudei a levar as coisas deles pro meu quarto. Papai pediu umas pizzas e nos sentamos na sala pra conversar. Eu, vovô e tio adônis, sentamos no sofá maior, enquanto meu pai e o rapaz, sentaram no menos. Meu pai, então, perguntou pro meu avô:

Posso, seu Gustavo?

Meu avô apenas acenou afirmativamente para o papai, que falou em seguida:

Bruno, você se lembra daquela conversa que tivemos sobre uma namorada que eu tive antes de conhecer a sua mãe?

Lembro, sim, pai! Mas eu... de repente me faltaram as palavras e eu voltei minha atenção pro rapa, que naquele momento me olhava com um meio sorriso nos lábios. - Papai, eu não acredito que...

Isso mesmo, Bruninho, esse é o seu irmão Wagner, meu filho com a Sofia.

Eu me levantei e meu irmão também. Ele veio até onde eu estava e me deu um abraço forte, e eu pude sentir, além da emoção, o que é natural numa situação como essa, o perfume de homem que vinha dele, notando, tanbém os pelos que saltavam pelo colarinho da camisa, já que ele havia tirado a gravata. Papai veio se juntar a nós naquele abraço e eu fiquei no meio dos dois. Olhei pelo cantoi dos olhos pro tio Adônis, e vi um sorrisinho safado estampado no seu rosto. Meu avô percebeu e me olhou também. Levantou de onde estava e disse:

Vamos cambada de veados chorões, vamos tomar uma geladinha pra botar o papo em dia!

Opa! Falou a palavra mágica! - disse o meu tio Adônis. Papai e Wagner também se animaram com a ideia e meu pau mandou-me ir a cozinha apanhar a cerveja e colocar num balde com bastante gelo. Saí da sala e os deixei conversando animados. O clima era de alegria total, mas eu não consegui parar de pensar no que senti quando meu irmão me abraçou. Tive uma ereção, que logo sumiu com a entrada do tio Adônis na cozinha.

Ô muleque, vim ajudar você com a cerveja. Vai levando os copos pra sala – e se aproximando mais de mim, falou mais baixo para que os outros não escutassem:

Veadinho do tio. Vai mamar no pau do vovô e ainda por cima no do irmão mais velho, hein safadinho!

Para tio, eles podem ouvir.

Meu tio se limitou a rir baixinho e me deu um tapa deleve na bunda, falando:

Vai logo, muleque do tio, leva a cerveja dos seus machos pra sala e depois, sobe lá em cima e pega um pacote de cigarro no armário, que a noite está apenas começando!

Fui e fiz o que o titio mandou. Quando desci novamente pra sala, a conversa seguia normalmente. Papai me mandou abrir o pacote de cigarro e tirar um maço. Obedeci e dei o maço de cigarro pro papai. Wagner pois a mão por direita por dentro do terno e tirando um maço de cigarro quase vazio, reclamou:

Caralho, esqueci de comprar na rodoviária!

Sem problema, Wagner, pode fumar do meu. Tenho ainda alguns pacotes guardados lá em cima.

Não, não, seu Ivan... eu vi que tem um bar aqui perto e vou lá comprar.

Ora rapaz, isso é que não, eu não adimito. Se é pra ir, então o Bruninho vai pra você! Ele está aqui pra isso!

É Wagner, deixa que eu mesmo vou. - falei prontamente.

Pôxa, irmãozinho, não precisa se incomodar, não. Eu mesmo vou lá e ainda trago uns doces pra você!

Hahaha... não precisa. Deixa que eu mesmo vou. E não se incomoda com doces não, que eu nem gosto muito. Nisso vovô falou:

Wagner, vá junto com seu irmão, assim vocês começam a se conhecer melhor.

Por mim tudo certo, seu Gustavo. Pode ser Bruno?

Claro Wagner, vamos indo!

Saímos pra rua e já estávamos a uma certa distância de casa quando eu, todo prestativo, disse a ele que à uma ordem sua, eu iria rapidinho e compraria o cigarro pra ele, e que não precisaria me dar nenhum doce por isso. Ele deu um sorrisinho meio safado, mas ficou por isso mesmo, até que, ao chegar na rua do bar, vi que o mesmo estava fechado.

Poxa Wagner, o bar já tá fechado. Acho que vamos ter que ir até o supermercado, mas lá só vende de pacote fechado. Só que é um pouco longe.

Sem problema, Bruninho, a gente pega um taxi. - Fomos até o ponto de taxi e ele me contou porque tinha vindo pra Cubatão. Meu irmão é engenheiro químico da Petrobrás, e a empresa o tinha transferido para a usina aqui da cidade.

Obaaa! Vocês vão ficar uma semana aqui com a gente?

Eu acabei de vender a casa em que morava, lá na capital, e to pensando em me mudar aqui pra baixo, por causa do trabalho. Então, tenho essa semana pra resolver isso.

Que legal, Wagner! Tomara que dê tudo certo. Eu não quero que você vá embora, quero que fique morando aqui perto da gente. Eu gostei muito de saber que tenho um irmão mais velho.

Eu também, maninho. Sempre fui muito sózinho. Minha mãe morreu quando eu era muito novinho. Eu nem me lembro direito dela. Fui criado pelos meus avós, mas era muito chato, porque não tinha com quem brincar. Depois, comecei a trabalhar muito cedo e estudei muito. Quase não tinha tempo pra namorar e frequentar festas.

Ah, mais você é boinitão, Wagner, deve ter um monte de mulher doidinha pra ficar com você – falei, olhando fissurado pro meu irmão. Ele percebeu e eu corei. Pedi desculpas, no que ele falou, passando as mãos nos meus cabelos e bagunçando eles:

Ê muleque, que é isso? Tá me cantando? (risos)

Qual é Wagner, tá me estranhando? - falei rindo também.

Chegamos no ponto de taxi, entramos no carro e eu dei o endereço pro motorista. No percurso não falamos quase nada. Apenas amenidades. Chegamos ao supermercado, compramos o cigarro do meu irmão e ele ainda quis pegar umas cervejas e um wisky pro papai. Tomamos o taxi e fomos pra casa. Quando entramos, papai, vovô e o tio Adonis ainda conversavam na sala. Estavam meio altos, mas não bêbados. Meuirmão falou:

É melhor vocês pararem um pouco, senão eu não alcanço vocês!Fomos colocar a cerveja na geladeira e meu irmão levou a garrafa de wisky pro papai.

Porra, Wagner, como você adivinhou filho? Já sei, foi o Bruninho que falou que esse é o meu preferido.

Na verdade, seu Ivan, é o meu preferido também. Usei isso como referência. - Todos na sala riram e eu falei:

Poxa, Wagner, podia ao menos ter falado que fui eu que escolhi o wisky, assim o papai me abraçaria também.

Ah, olha só, o muleque já tá com ciúme do pai e do irmão dele – disse o tio Adonis, num tom sacana. - Mas vem cá, muleuqe do tio, se teu pai não te abraça, eu abraço! - E me deu um abraço forte, me levantando do chão.

Todos riram da minha situação e eu fiquei com vergonha. Apesar de ser assanhadinho e já ter aprontado muita sacanagem com papai e tito, eu continuava sendo um garoto tímido. Perdia o controle algumas vezes, confesso, como quando “cantei” o meu mano, mas isso não era sempre. Papai me mandou servir o wisky pra eles e eu obedeci prontamente. Vovô, que até então só me observava, falou:

O meu neto tá muito carente. Mas nessa semana vai ser tão mimado por nós quatro que vai acabar até ficando meio fresquinho. - Eu corei, mas não disse nada. Os outros três me olharam e riram da minha cara.

O cheiro de álcool e cigarro inebriavam o ambiente, e me excitavam demais. Tio Adonis pediupara que eu fosse à cozinha e pegasse mais cerveja. Eu me levantei pra ir, mas ao dar o segundo passo, tropecei num chinelo e quase fui ao chão, sendo, a tempo, amparado pelo meu irmão. Ele me segurou e me fez sentar no seu colo. Nisso, o meu avô Veio mais perto de nós e começou passou sua mão nas minhas coxas. Eu fiz menção de sair dali, mas fui impedido pelo meu irmão:

Nada disso Bruninho, quietinho!

Não Wagner, eu não quero – O que não era verdade. Eu tava adorando ficar sentado no colo do meu mano, sentindo o seu pau duro me cutucando o cú. Papai então falou:

Seu Gustavo, o muleque só tá acostumado com dedada. Vai com calma.

Meu avô soltou um gemido quando ouviu o que o meu pai disse. Eles baixaram a minha calça e meu irmão, vendo as vergas na minha bunda, falou:

É maninho, vejo que você já se assanhou pra cima de alguém quenão deve ter gostado muito.

Tio Adônis, que até então, só observava, sentado ao lado do papai, começou a contar pro meu irmão e pro vovô tudo o que ele e meu pai faziam comigo, desde o começo. Falou o porque de eu ter apanhado no final do ano passado, as surras que levei na viagem que fizemos, a sacanagem que eu tinha feito com o guarda ferroviário, falando inclusive, que eu tinha dito pro guarda que gostava de apanhar de homem. Meu irmão, então, ergueu as minhas pernas e começou a bater forte na minha bunda, dizendo que me daria uma surra por ter feito tudo aquilo e por ter me assanhado pra ele quando fomos ao mercado. Papai se levantou e veio até nós, dizendo:

Filho, você tá foda mesmo, hein, seu irmão mal chegou e você já deu em cima dele!? Caralho!

Eu não fiz isso papai, eu juro!

Mas é muit veadinho mesmo, hein Bruno – falou meu irmão – então quer dizer que eu to mentindo? E batia mais na minha bunda. Num certo momento, meu avô fala:

Todo mundo cuspindo no rabo do veado! E assim fizeram. Meu irmão me tirou do seu colo e me colocou no sofá, mantendo as minhas pernas para o alto. Começaram a me melar o rabo e meu avô forçou a entrada de quatro dedos, não encontrando dificuldade, pois mais cedo eu avia sofrido nas maos do meu pai e do meu tio. Comecei a gemer e meu irmão falava:

Geme, Bruninho, geme bastante que depois vai ter que aguentar isso aqui ó! E abriu só o ziper da calça, colocando pra fora o maior pinto que já tinha visto até agora. Uma vara de 23,5cm, grossa e cheia de veias. A cabeça, em forma de cogumelo, brilhava de tanta baba que saía daquele caralho. Era menor, mas não menos gostoso do que os paus do meu pai e do tio Adônis. Papai tinha 25 cm, também grosso, e o tio Adônis, também, porém mais fina que a do papai. Vovô, que socava quase a mão inteira no meu rabo melado de cuspe, parou e abriu a braguilha, colocando um mastro um pouco maior que o do meu pai, medi depois e tinha 26 cm, um verdadeiro jegue. Quem já viu um cacete desses, deve imaginar o que eu senti quando vi. Caí de boca no pau do meu irmão, enquanto papai lambia o meu rabo. De repente, ele se levanta e atola, sem dó, seu cacete no meu boga, me fazendo soltar um grito estridente. Meu irmão tapou minha boca com o seu pinto, e vovô e tio Adônis lambiam meus mamilos. Papai colocou até o talo no meu rabinho, e parou. Disse pra eu relaxar que a dor passaria logo. Realmente, depois de um tempo, a dor diminuiu, mas não completamente, e papai começou a socar a vara com tudo no meu rabo, me arregaçando por completo, dizendo que, por ser meu pai, tinha o direito de me arrombar primeiro. Passei a gostar daquilo e agora gemia só de prazer.

Geme, veadinho do pai... ahhhhhh..... ô cuzinho apertado, caralhooooo.... ahhhhhh

hummmmm.... papai, soca mais, mete tudo no meu cuzinhoooo... aiiiiiiiii.... huummmmmmm

Geme na vara do teu pai, Bruno! - Era uma ordem dada pelo meu Tio Adonis, e eu obedeci prontamente.

Ahhhhhhhh muleque tesudo, você nasceu pra tomar no cú – ouvi meu irmão falar, enquanto eu mamava na sua jeba. Isso durou uns 15 minutos, e meu pai anunciou o gozo:

Ahhhh..... to gozandoooooooo porraaaaaa... issssssssssss..... ahhhhhhhhhhhPapai gozou tanto que parecia que mijava dentro do meu rabo. Quando finalmente tirou o seu pau pra fora do meu cú, eu, que ainda mamava na pica do meu mano, não tive nem tempo de me refazer, e játinha o tio Adônis todinho dentro de mim. Ele bombava como um brutamentes, e eu gemia tendo agora a pica do vovô na boca, quase me engasgando quando ele começou a foder minha boca que ele dizia ser quente como uma bucetinha apertada. Meu tio, que fodia ferozmente meu rabinho, que até uns dias atrás era virgem, falou de modo machista, me dando uns tapas na bunda:

Quer a porra do titio também, Bruninho?

Quero titio... ahhhhh... enche meu cú com sua porra que eu adoro, enche... ahhhhhh...aiiiiii

então toma, veadinho do tio... ahhhhhhhhhhh... caralhoaaahhhhhhhh...... huuuummmmmmm.

Tio Adonis tirou sua rola do meu rabo e papai falou:

Mano, senta aqui. Pega uma gelada aí pra gente assistir o massacre do cú do nosso muleque!

Meu irmão, que havia sentado perto de mim, me fez levantar e sentar no seu pau, de frente pra ele. Não foi muito difícil, mas pela grossura e o tamanho dele, senti uma dorzinha no início, porém relaxei e fanhava linguadas nos bicos enquanto subia e descia naquela rola. Papai e titio se levantaram e se posicionaram, cada um de um lado, e batiam tanto na minha bunda que comecei a chorar, mas estava adorando.

Aiiiiii.... papai..... uuuuiiiiiiii..... huuuummmm tio Adonis...... aahhhhhhhhh – papai começou a falar comigo do mesmo jeito que falou quando eu tava sendo surrado pelo meu tio, à tarde.

Gosta, filhão?.... Hum? Fala pro papai que gosta, fala!

Adoro papai, ai como eu gosto de apanhar na bunda.... ahhhhhhhh. Bate mais papai... Bate tio Adonis..... huuummmmmm

Bato Bruninho, claro! - falou o meu tio, e continuou batendo, quando de repente paparam eu ouvi o vovô falar:

Ergue a bundinha dele, Wagner!

É pra já, seu Gustavo!

O que você vai fazer, vovô? - mas já nem precisava responder. Eu senti a cabeçona do seu pinto na portinha do meu cú, e olha que a trozoba do Wagner ainda tava toda atolado lá dentro. Papai tampou minha boca com a mão, e eu apenas olhei pra ele, que, como o tio Adonis tinha feito a tarde, falou, olhando pra mim:

Se fudeu, veadinho otário. Vai tomar dois no cú pra aprender como dar conta de um macho, seu porra... - Eu chorava, mas aquilo me deixou mais excitado ainda, então senti a trolha do vovô entrando no meu rabo e soltei um grito, que teria sido ouvido pela rua inteira, se não fosse o papai tapar a minha boca com a mão.

Ô rabinho gostoso, vou querer todo dia! Disse o meu avô, que suava e cuspia nas minhas costas, socando com força e fazendo-me gemer e gritar como um louco.

E vai ter, seu gustavo – disse papai - sempre que o senhor quiser, eu garanto!

Huuummmmmmmmm... ahhhhhhhhhh... cuzinho gostoso desse veadinho domeu irmãozinho.... ahhhhhhh...huuummmmmmm... toma rola nesse rabo muleque assanhado.... tomaaaaaa! Gemia meu irmão que cuspia na minha cara, melando a mão do meu pai, que, quando viu que eu não estava mais gritando, tirou-a da minha boca e fez-me lamber a saliva domeu irmão. Tio Adonis mandou eu abrir a boca, e, ora ele, ora meu pai, cuspiam e me me xingavam de tudo quanto era nome, até que o Wagner e o vovô encheram, mais uma vez, a minha bunda de porra.

Ahhhhhhh... oooohhhhhhhh..... Bruninho, maninho gostoso do caralhooooooo....

Ahhhhhhhh..... huuuuummmmmmmmm..... delícia do vô!

Aiiiiiii, meu rabo parece que tá enorme, vocês acabaram com ele – falei, me levantando de cima do colo do meu mano, mal conseguindo parar em pé. - Aiiiii... como dói.... huummmm... mas eu adorei....

Gostou filhão safado do pai?

E como papai! Nossa, vocês foram demais! Fiz menção de me sentar, mas fui impedido pelo Wagner. Olhei pra ele, sem entender, mas já fui novamente amordaçado pelo papai, enquanto to vovô e o tio Adonis me amarravam as pernas. Meu irmão me virou e falou:

Antes de gozar, pirralho, você vai aprender que não se deixa uma visita, ainda mais o irmão mais velho, ter que se dar ao trabalho de sair pra comprar o que quer que seja! - Vi quando meu pai entregou o cinto de couro pro Wagner e olhando novamente pra mim, falou:

Tá se fudendo, hein, otário! Tá gostando, tá? Hum? - Apenas fiz que sim com a cabeça e meu irmão surrou com a cinta mais uma vez a minha bundinha, que já tava toda marcada pelos tapas e cintadas que levei do meu pai e do meu tio. Depois de uns 10 minutos, ele parou, tirou o shorts da minha boca e mandou que eu gozasse logo. Fiquei no meio dos quatro e, enquanto levava lambidas, chupoes e tapas na bunda, gozei como um louco. No final, fui arrastado pro banheiro, e me mandaram segurar o meu cuzinho bem aberto. Apontaram seus cacetes pro meu braquinho e mijaram forte nele, me fazendo, mais uma vez, entender que, naquela família, eles mandavam e eu tinha que obedecer quietinho!

Continua.

Comentários

29/05/2017 20:15:44
Nossa por favor!deste quando guei e sinal de humilhação e ainda tudo tem um limite ser surrado por todos e demais. Estão mais parecendo que o menino e um instrumento so por ter tirado nota ruim,já que assim então mata ele logo. E ainda continua essa humilhação, por favor da uma revira volta nesse conto para ficar mais interessante. E quem gosta de mijo e vaso sanitário so falta eles defecar no coitado.
03/06/2016 02:18:38
Tesaooooo mt bom
02/01/2015 08:12:50
Eu amo seus contos, posta mais, é muito excitante.
25/09/2014 18:08:25
procuro 6 homens mega super dotados pra realizar a minha fantazia, quero ser estrupada violentamente e fotografada que todos os homens goze e mijen na minha cara, sexo selgagem cheio de tesao,,, eu morena 28 anos 65 kl 1.69 alt peitao, bumbum farto e muito fogosa... whats ou skype e e-mail,, [email protected] ;;;; rose travesti
25/09/2014 18:08:14
parabens, seus contos estao maravilhoso...
08/12/2013 09:11:20
Nosssa pai,tio,irmão,vô,cade os primo.Muito bom em..
05/10/2013 01:32:58
vai dar pra família toda, diversifica isso.
08/02/2013 04:34:26
O roteiro é ótimo, apesar de haver tantas brigas e tanta ignorância do garoto... Não aceite como uma ofensa, mais como uma critica. O Thiago deveria mudar um pouco em relação com o pai e passar a usar as artes maciais que aprendeu apenas quando realmente fosse preciso. :) Ah, desculpa corrigir, mais contos são histórias pequenas que deixam um suspense no ar para que quem está lendo fique curioso, histórias sem continuações. O que você está contando passa a ser uma história, talvez melhor, como se fosse um livro que não pode ser publicado e você o publica na internet. Venho lendo desde a primeira história a que você postou, parabéns! :)
31/05/2012 01:27:09
delicia
18/05/2012 08:44:37
escreve mais pro gordoputo40!!!
18/05/2012 04:23:08
Escreve mais
02/05/2012 20:40:06
vc quase me convenceu ...
01/05/2012 19:14:31
perfeito o conto!
30/04/2012 20:38:08
Claro que como conto, podemos escrever o que quizer, mas é muita maluquice,
28/04/2012 09:06:41
Concordo com "barrilete2012"
28/04/2012 02:44:12
credo, cara tu sofre demais
27/04/2012 13:25:05
fake
27/04/2012 06:28:10
Essa história de família não convence muito a nós leitores. Mas, tendo em conta que se trata de uma suruba adrede planejada, com requintes de uma aparente crueldade, ainda passa. Já vi gente gostar de dar o rabinho, mas, desse jeito, não...não mesmo!
27/04/2012 01:57:23
Achei meio #tosco sinceramente acho que seria melhor se fosse com tios primos amigos do pai, agora pai avo irmão não da não, os contos são muito bons continue tente mudar os personagems #ficadica... Nota 6
27/04/2012 01:54:11
Achei meio
27/04/2012 01:53:14
delicioso

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