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Sandy parte 12: transas em casa de Swing

Continuo as histórias de Sandy. Esta será a história mais longa da série, pois tem várias transas vividas por Sandy em sequencia durante este período.

Ainda com 37 anos, 1,65 metros, morena atraente, com corpo proporcional e seios turbinados, liberada e fogosa, Sandy sempre estava em busca de novas aventuras.

Cesar, marido de Sandy, durante uma relação sexual, sugeriu a ela para irem a uma casa de swing. Sandy já tinha tido diversas aventuras sexuais, inclusive sexo grupal incluindo dupla penetração, mais de uma vez. O que ela nunca tinha feito até então, era ir a uma casa de Swing. Ela já tinha ouvido falar, por uma amiga no salão de beleza, que dizia ter ido lá com o marido e curtido muito.

A preocupação de Sandy era se Cesar estava realmente preparado para vê-la transando com outro homem. Eles já haviam feito muita coisa junto, mas nunca transado com outras pessoas em conjunto. Ela achava que aquilo poderia ser um pouco arriscado para seu casamento, mas por outro lado, mais uma vez algo muito excitante. Aos poucos, Sandy foi se convencendo e acabou topando.

Na primeira vez que saíram, ao chegarem na casa de Swing, o atendente, um cara forte e bonito, ofereceu-se para mostrar toda a casa, por serem iniciantes. Sandy ficou impressionada com a variedade de ambientes, cada um estrategicamente preparado para diferentes finalidades sexuais.

Ainda era cedo e não haviam muitos casais, sendo que todos estavam muito comportados. Até então, não tinha diferença com relação a nenhuma casa noturna, a não ser a questão de ter apenas casais e as mulheres estarem todas, sem exceção, vestidas de forma muito sensual, como se fosse uma competição para ver quem estava mais sexy.

Sandy estava com um tubinho preto agarrado e bem decotado, que deixava ver boa parte de seus seios turbinados, que não tinham nenhum sutiã para proteger ou atrapalhar. O tubinho terminava logo no começo das coxas e dependendo da forma de sentar, deixava antever uma calcinha vermelha rendada e minúscula. Sandy estava bem bronzeada, o que realçava o quanto ela era gostosa.

Logo Sandy e Cesar já estavam tomando algumas cervejas e Sandy se sentindo cada vez mais solta. Mais um pouco, quando a casa já estava mais cheia, por volta da 1:00 hora da manhã, Cesar convidou a Sandy para darem uma volta e verem como estavam os diferentes ambientes naquele momento.

De cara eles decidiram ir para uma área que o atendente havia explicado ser o labirinto, um conjunto de corredores com sofás em algumas paredes, local apertado, onde os casais curtiriam ficar se tocando e alguns indo mais além.

O labirinto era muito escuro e meio apertado, com isto, a toda hora Cesar e Sandy se “esbarravam” com outros casais. Via de regra, os homens acabavam passando a mão na bocetinha de Sandy, por cima da calcinha e dando uma esfregadinha rápida, o que ia deixando-a excitada.

Em uma das passagens do labirinto, eles viram um casal transando, com todo mundo assistindo, o que deixou Sandy ainda mais excitada. Depois de mais algum tempo circulando por ali, resolveram ir para outro ambiente.

No outro ambiente, haviam salas com janelas bem escuras e que internamente tinham muito pouca iluminação. Não dava para ver o que se passava lá dentro, só que tinham diversos buracos, por onde havia espaço suficiente para que as pessoas pudessem colocar seus braços por inteiro. Pelo que o recepcionista havia explicado antes, os casais que estavam do lado de dentro da sala poderiam tocar ou serem tocados pelos que estavam do lado de fora.

Próximos a estas salas, Sandy e Cesar resolvem se beijar de forma demorada e carinhosa. Enquanto se beijam, Sandy sente uma mão que começa a tocar um de seus seios, sob seu vestido. Ela sentia as duas mãos de Cesar apertando com força sua bundinha sob o vestido, enquanto continuam se beijando, logo Sandy sabia que deve ser algum outro homem ou mulher que está tocando-a nos seios.

Pelo tamanho e aspereza daquela mão, Sandy pode perceber que se trata de um homem. É um desconhecido que está dentro da sala escura e se aproveita da proximidade do casal para passar a mão nos seios de Sandy. Cesar também havia percebido e consentido, logo Sandy não via problema em continuar com aquela brincadeira.

Pouco depois, o mesmo homem tira o braço daquele buraco e por um buraco um pouco mais abaixo, começa a puxar carinhosamente a mão de Sandy. Ela encosta sua mão em um cacete, que aquela altura está completamente duro. O desconhecido faz com que a mão de Sandy agasalhe por completo o pau dele e gentilmente faz com que ela comece a masturba-lo. Sandy comenta para Cesar, falando baixinho:

- Nossa, o pau dele está muito duro!!!

Depois de mais algum tempo, o homem fala para o casal entrar e se juntar a ele e sua esposa. Sem sequer saber como seria este casal, Cesar sugere a Sandy que entrem na sala para curtirem mais a situação.

Logo depois de entrarem na sala, o homem se aproxima de Sandy por trás dela e encosta seu pinto duro e para fora das calças, na bundinha de Sandy, ainda sobre o vestido. Ao mesmo tempo, ele começa a baixar a alça do vestido de Sandy e agarra os seios dela, com vontade, massageando os biquinhos.

Enquanto isto, a esposa do cara, que estava de frente para Sandy, começa a mamar nos seios dela.

Cesar está encoxando a esposa do desconhecido e passando as mãos pelos seios dela, enquanto ele continua se divertindo com Sandy e agora, começa a passar as mãos dele pela bocetinha de Sandy, primeiro sobre a calcinha e depois, colocando seus dedos por dentro da calcinha e invadindo, com um dos dedos, a bocetinha de Sandy, aquela altura, completamente molhadinha.

Com a outra mão, o desconhecido continua massageando um dos seios de Sandy, enquanto a sua esposa chupa o outro seio e ele vai arfando próximo ao ouvido de Sandy e mordiscando-a na orelha e no pescoço.

O desconhecido estava pegando Sandy do jeito que ela gostava, tocando-a de todas as formas e ainda a elogiando, dizendo que ela era muito gostosa.

De repente, o desconhecido tira uma das mãos do seio de Sandy e com sofreguidão, tira uma camisinha da calça que está arriada e abre a embalagem com os dentes.

Ele veste rápido a camisinha e logo sobe um pouquinho o vestido de Sandy, afastando a calcinha e iniciando uma penetração. A bocetinha de Sandy está muito molhadinha e ela percebe que o pau dele é de tamanho mediano, mas grosso e ele começa a estocar com mais força, gemendo no ouvido de Sandy. Enquanto isto, a esposa dele continua mamando nos seios de Sandy e ela também a elogia, dizendo que os seios dela eram muito gostosos.

O cara estocou na bocetinha de Sandy só por mais uns poucos minutos e logo já estava gozando. Sandy podia sentir a porra preenchendo a camisinha. Ele havia gozado muito rápido e saiu de trás de Sandy, ficando de frente para ela. Logo, Cesar já se posicionava por trás de Sandy e a penetrava, enquanto o cara dava umas chupadas nos seios de Sandy.

Sandy e Cesar ficaram mais um tempinho transando, daí entrou mais um casal no quarto, mas eles preferiram se recompor e sair, para curtirem outros ambientes e situações.

Foram para um ambiente em que havia salas similares a que estavam antes, só que mais iluminadas, onde os casais que ficavam do lado de fora podiam assistir a tudo que se passava no quarto. Um deles estava vazio e logo Cesar empurrava a Sandy para dentro deste quarto. Lá eles deram continuação a sua transa, com Cesar pegando Sandy de quatro, agora os dois completamente nus e sabendo que haviam outros casais do lado de fora, assistindo a tudo.

Aquela situação excitava muito a Sandy, pois ela nunca havia transado com um público tão grande e de completos desconhecidos assistindo a tudo. Mais um pouco e Cesar já empurrava o corpo de Sandy, ainda de quatro, na direção dos vidros, onde ficavam os buracos para que as pessoas pudessem passar a mão.

Sandy logo sentiu uma mão de um homem, que começou a massagear os seios dela. O homem suplica baixinho para que Sandy e Cesar deixem que ele entre na sala, junto com sua esposa. Cesar e Sandy consentiram e logo que o casal entrou, ele se sentou num banco. O desconhecido era chupado pela esposa enquanto ficava de frente para Sandy, que continuava sendo penetrada de quatro por Cesar.

Em seguida, Cesar começa a levar o corpo de Sandy, ainda engatado nela que está de quatro, em direção ao pau do cara. Sandy entende o recado e passa a compartilhar aquela pica com a esposa do desconhecido, chupando na cabecinha e depois engolindo aquela rola até a metade. Ao mesmo tempo, Sandy deixava escorrer um pouco de saliva, melecando aquela pica que ela lambia e chupava com vontade, enquanto era fodida por seu marido.

Aquela situação excitava demais a Sandy, que estava cada vez mais molhadinha, pois ela sabia que além de estar transando com seu marido e um completo desconhecido ao mesmo tempo, ainda haviam vários casais que deviam estar muito excitados assistindo a tudo do lado de fora.

Em um certo momento, Sandy deixa de chupar ao desconhecido e fica de pé, se vira de frente para Cesar, beijando-o demoradamente na boca. Ela queria que Cesar por tabela, sentisse o gosto da rola do desconhecido que ela chupava.

Sem que esperasse por isto, Sandy sente uma rola se encostando por trás dela, com duas mãos ágeis que afastam as polpas de sua bunda e esta pica, sem cerimônia, começa a penetrar a bocetinha de Sandy. Ela não se faz de rogada e logo empurra sua bundinha em direção aquele macho desconhecido, enquanto murmura para seu marido:

- Amor, ele começou a foder minha bocetinha!

Cesar continua beijando-a e ela percebe que ele sorri, aprovando. Logo o desconhecido se senta puxando junto o corpo de Sandy e ela começa a fazer um vai-e-vem, de costas para o desconhecido, que está com o cacete cada vez mais duro dentro dela. Eles ficam nesta posição por mais algum tempo, enquanto Cesar e a esposa do desconhecido assistem a tudo.

Depois de mais algum tempo, o desconhecido, ainda engatado com Sandy, a coloca de quatro com os joelhos sobre o sofá onde ele estava sentado antes e continua a penetração em vai-e-vem na bocetinha de Sandy, agora com cada vez mais força, velocidade e vontade, arfando alto e suando. A esposa do desconhecido o estimula a continuar e dizendo para ele meter naquela vadia, que devia estar gostando da pica dele.

Mais um tempo e o cara gozou, com Sandy novamente sentindo a camisinha se encher de porra dentro dela. Parecia que os machos daquele lugar sempre estavam necessitados e gozavam rápido ao pegaram uma desconhecida gostosa como ela.

O cara logo se recompôs e deu um beijo de rosto em Sandy, roçando de leve a boca dele na dela. Pegou sua esposa e saíram da sala. Cesar e Sandy recomeçaram de onde haviam parado, com ele enfiando na bocetinha de Sandy, até que Cesar, não se contendo mais, acabou gozando também.

Sandy e Cesar se recompuseram e foram para o salão principal, onde estava rolando um show com alguns caras, só de tanguinha, dançando e excitando as mulheres, que assistiam a tudo lambendo os beiços. Sandy olhava com muito interesse para um deles, enquanto Cesar, a encoxava e massageava os seios dela sob o vestido.

O show acabou rapidamente e o cara que Sandy havia secado logo vinha passando pelo lado do mini-palco onde se apresentava. Ao ficar de frente para Sandy, como ele certamente havia percebido o interesse dela pela forma que ela o secava, ele logo se atracou com Sandy e começou a beijá-la na boca, enquanto o marido de Sandy continuava a encoxando.

Cesar se afastou um pouco para deixar o casal mais a vontade. Sandy beijava aquele boca com sofreguidão. Logo ele tirou a boca dos lábios de Sandy e se dirigiu aos seios dela, que começou a sugar com vontade. Enquanto isto, ele pegava uma das mãos de Sandy e fazia com que ela apertasse o pau dele, aquela altura completamente duro, sobre a sunga. Ele levantou sua cabeça e logo pedia, sussurrando ao ouvido de Sandy, que ela fizesse um boquete para ele. Sandy disse que seria melhor que ele se sentasse, para que ficassem mais a vontade.

Logo Sandy puxava o striper para um sofá mais afastado do mini-palco, próximo de onde Cesar estava observando a tudo, para que ele pudesse continuar assistindo. Sandy coloca o striper sentado no sofá e de quatro sobre o sofá, começa a mordiscar a orelha dele e dizer que ia chupá-lo bem gostoso. Juntando as palavras à ação, Sandy começa mordiscando os peitos do cara e descendo, passando sua língua por todo o corpo do striper, até chegar a sunga dele.

Sandy começa a mordiscar o cacete do striper, ainda escondido sob a sunga. O cacete dele é tão grande que a cabeça do pau e quase metade daquele cacete acabam se soltando e logo Sandy já segura com uma das mãos e começa a lamber e chupar, com toda a maestria de anos de prática.

O striper estava indo ao delírio e Sandy se maravilhando com aquele cacete enorme e grosso, devia ter uns 20 cm por 5 cm, maior que o cacete de Cesar, mas não o maior que Sandy já havia encarado até então. Sandy ficou um bom tempo chupando aquele cacete e de canto de olho, ela observava a Cesar e percebeu que ele estava se masturbando enquanto a via chupando aquela rola.

Sandy caprichou o máximo que pode naquela chupada, tentou até uma garganta profunda, mas não conseguiu enfiar aquele pau até o fim em sua boca. Passado mais um tempo em que Sandy chupava aquele cacete em vai-e-vem enquanto o masturbava e o striper já despejava sua porra na boca de Sandy, que engoliu tudo, se engasgando um pouco no início.

Ao olhar para Cesar, Sandy percebeu que ele havia gozado novamente, o que a deixou satisfeita.

Cesar e Sandy mais uma vez se recompuseram e foram para casa, onde fizeram mais uma gostosa e demorada foda, gozando muito.

Depois daquela madrugada de prazer e luxuria, Sandy se sentia mais a vontade para repetir a dose e pelo jeito, Cesar havia gostado muito também, pois ele já insistia para que fossem novamente àquela casa de swing. Desta vez, Cesar dizia para Sandy que ele queria ir em uma noite em que estivesse liberada a entrada de homens solteiros, pois da primeira vez que foram, só podiam entrar casais.

Sandy topou e chegando aquela noite, ela se produziu toda novamente e para facilitar ainda mais o que estava por vir, decidiu ir sem calcinha.

Chegando na casa de swing, desta vez um pouco mais tarde, eles perceberam que estava muito mais movimentando e haviam muito mais homens sozinhos, por ser uma noite permitida para solteiros. Sandy e Cesar logo foram para um dos quartos mais iluminados e começaram a transar. Mais uma vez, Cesar foi empurrando Sandy de quatro, engatado nela, para que ela ficasse próxima ao buraco dos vidros.

Uma mão sôfrega logo apareceu e começou a beliscar os seios de Sandy, que gostava daquilo. De novo, Sandy sentia o prazer de fazer sexo com várias pessoas assistindo e uma delas interagindo com ela. Logo o desconhecido pediu a Sandy e Cesar para entrar e participar da brincadeira. Cesar consentiu.

O cara entrou e tirou sua roupa, ficando de frente para Sandy, que aquela altura estava de quatro sobre o sofá, com Cesar a penetrando. Ele se aproximou de Sandy, ainda se masturbando e logo enfiou o pau na boca de Sandy, que começou a chupá-lo. Ficaram assim por algum tempo, só que desta vez, por algum motivo, Cesar não se conteve e acabou despejando sua porra sobre a bunda de Sandy.

A transa não parou por aí, logo Sandy se posicionou de pernas abertas e o desconhecido a penetrava na bocetinha, em posição de frango assado. O cara também tinha um pau mediano, como vários que Sandy já havia experimentado, mas ele tinha bastante resistência, ficou transando com ela em várias posições, até gozar gostoso e urrando, sob palmas de quem assistia a tudo do lado de fora da sala.

Cesar e Sandy se recompuseram e foram para outro ambiente. Lá haviam mais alguns homens sozinhos, como era de se esperar. Logo Sandy estava se atracando e beijando outro cara, um moreno não muito alto, mas forte, que passava a mão pelo corpo dela. Sandy se afastou um pouco dele para provoca-lo e nisto, um loiro que estava na sala, aproveitou para encoxá-la. Logo o moreno agarrou Sandy novamente, afastando-a do loiro e tomando o lugar dele, passou a encoxá-la e passar os dedos pela bocetinha de Sandy, desprotegida pela ausência da calcinha e mais uma vez, úmida e pronta para aquele prazer.

Com os dois ainda de pé, o moreno vestiu rapidamente uma camisinha e começou a penetrá-la. Enquanto isto, Cesar estava de frente para Sandy, beijando-a e passando a mão pela bocetinha dela, sentindo a rola que a invadia. O moreno arfava no cangote de Sandy e balbuciava palavras cheio de tesão, enquanto Sandy dizia a Cesar, também gemendo:

- Amor, ele está dizendo que eu sou muito gostosaaaa...

Mais um tempo sendo fodida naquela posição e Sandy olha para trás, percebendo que o loiro estava pouco atrás deles, se masturbando e aguardando a vez dele para fodê-la, ao que Sandy comenta com Cesar:

- Ai amor, estão fazendo fila para me comer!

Cesar demonstrava muito prazer com tudo aquilo e o fato de se sentir tão desejada por aqueles desconhecidos, também excitava muito a Sandy.

Logo o moreno acabou gozando e Sandy sentindo a camisinha se encher de porra dentro dela. O loiro não perdeu tempo e em seguida já estava enfiando seu pau duro e devidamente protegido por uma camisinha, naquela bocetinha encharcada. O loiro já estava se masturbando há muito tempo e menos de 5 minutos depois de meter em Sandy, ele também gozava.

Sandy e Cesar se recompuseram mais uma vez e foram para outro ambiente. Desta vez, era uma sala aberta e grande, onde uma mulher sentada e nua, aparentemente muito bêbada, se revezava chupando três caras em pé.

A imagem excitava a Sandy e Cesar que se aproximaram para verem melhor aquele espetáculo. O que eles não haviam percebido, é que não havia outras mulheres na sala, apenas vários homens solteiros, alguns já com seus paus para fora, se masturbando enquanto assistiam ao show.

Logo, seis homens se aproximaram de Sandy. Um deles a encoxava, enquanto outros dois baixavam a alça de seu vestido e chupavam seus seios, um quarto se ajoelhava de frente para ela e começava a chupar a sua bocetinha, aquela altura completamente exposta e outros dois pegavam as mãos de Sandy, um de cada lado e faziam com que ela os masturbasse.

Sandy gemia baixinho e dizia, para aquele que estava ajoelhado de frente para ela:

- Aí, como você chupa gostoso a minha bocetinha!

Ao mesmo tempo que sentia tesão, Sandy sentiu um pouco de medo. Ela já tinha uma fantasia, desde quando era adolescente, de ser estuprada por vários homens. Esta fantasia surgiu, quando ela tinha assistido ao filme “Bonitinha mas ordinária”, onde a personagem principal, interpretada por Lucélia Santos, havia sido forçada a fazer sexo com vários homens enquanto era amarrada e humilhada. No filme, a Bonitinha adorava a experiência e aquilo havia marcado e excitado muito a Sandy, que secretamente desejava passar pela mesma situação.

Apesar de todo o tesão, ainda não foi daquela vez que Sandy realizou sua fantasia. Ela ficou com medo de ser ferida e ao mesmo tempo, apesar de tudo que já tinham feito, não sabia como Cesar se comportaria depois disto. Naquela noite, ela não estava com o pique e a coragem necessários para isto, mas no futuro, ela viria a realizar sua fantasia...

Sandy acabou se afastando dos desconhecidos, que não forçaram a situação. Apenas um deles, que estava chupando a bocetinha de Sandy, pediu para continuar.

Sandy consultou a Cesar que topou e logo os três foram a uma sala que estava vazia. Esta sala não tinha os buracos e Sandy se posicionou sentada, com o garotão que a estava chupando de quatro de frente para ela, chupando-a. Ele chupava muito bem e Sandy não escondia seu prazer, empurrando a cabeça dele em direção a sua bocetinha e gemendo baixinho.

Logo o garotão tirou toda a roupa, vestiu uma camisinha e começou a meter na bocetinha de Sandy, toda encharcada. Variaram as posições e depois de mais um tempo, o garotão gozava com um urro.

Depois disto, Sandy e Cesar ficaram circulando por mais um tempo, até que foram parar novamente no labirinto. Lá eles assistiram enquanto um cara, com um pau enorme e grosso, era chupado pela esposa de outro cara. O cacete dele devia ter uns 23 cm por 5 cm. Sandy assistia aquilo, quase que hipnotizada...

Pouco tempo depois, o marido que estava vendo a esposa chupar o garanhão, provavelmente por ciúmes, decidiu tirá-la dali. Sandy e Cesar estavam parados ainda assistindo a tudo. O pintudo logo subiu suas calças e já estava saindo daquele aposento quando Sandy foi com sua mão diretamente para aquele cacete, puxando-o.

O desconhecido logo virou Sandy de costas para ele e começou a encoxá-la. Sandy queria uma metida bem gostosa com aquele pintudo, fazia muito tempo que não tinha uma rola tão grande assim. Ela começou a puxá-lo, segurando-o por aquele cacetão que ainda estava dentro das calças, até uma salinha reservada, onde entraram, seguidos por Cesar e a esposa do pintudo.

Logo se desvencilharam de suas roupas. O pintudo foi enfiando sua rola em Sandy, com ela em posição de frango assado. Em seguida, ele pediu a ela que ficasse de quatro, para poder meter gostoso nela, ao que Sandy retrucou:

- Tá bom, mas mete devagar, porque a tua rola é muito grande e não estou acostumada!

O garanhão sorriu e logo começou a meter na bocetinha de Sandy, no início de leve, do jeito que ela havia pedido, mas de repente, ele estocou com força arrancando um urro de Sandy. O público de fora da sala que assistia a tudo, ria alto e praticamente comemorava aquele show a que assistiam. Parecia que desta vez havia um recorde de pessoas assistindo aquela foda.

Sandy continuava gemendo, só que mais baixo e disse para a esposa do garanhão:

- Aíííí, eu quero ir por cima pra gozar nessa rola...

A esposa do desconhecido comentou com ele, que sorrindo concordou e logo se posicionou sentado no sofá, trazendo para si o corpo de Sandy, que começou a cavalga-lo e gemer, cada vez mais alto, arfando. Como se soubesse das preferências de Sandy, o pintudo começou a penetrar o cuzinho dela com um dos dedos e depois com o outro.

Sandy se esfregava naquela rola desconhecida, arfando cada vez mais. O garanhão ria e olhando para o vidro, dizia:

- Essa aqui tá gostando muito, se mais alguma quiser esta rola, é só aguardar a vez!

Sandy começou a cavalgar com força aquela super-pica, depois conseguiu enfiá-la até o talo em sua bocetinha, sentindo uma certa dor e gritando, o que levou ao delírio a torcida do lado de fora da sala.

Após esfregar bastante sua bocetinha encostando no ventre daquele macho gostoso, com a rola enterrada até o fundo, Sandy finalmente gozou, dizendo ao ouvido do garanhão que ele era muito gostoso.

O pintudo ainda colocou Sandy de bruços e meteu na bocetinha dela por mais um tempo, depois pondo-a de quatro e enfiando com ainda mais força, enquanto dava tapas na bunda dela, até finalmente gozar.

Na saída, o garanhão ainda se despediu dando um beijo na boca de Sandy e perguntando se ela não queria um repeteco, ao que ela respondeu:

- De jeito nenhum! Tua rola é muito grande e já me fodeu muito, estou até com as pernas bambas!

Após saírem, Sandy e Cesar ainda voltaram para o labirinto e enquanto Sandy começou a chupar a Cesar, super-excitado com tudo que havia acontecido, um casal se aproximou. Logo o homem subia o tubinho de Sandy e começou a meter nela, com camisinha, gozando em pouco tempo. Mais um pouco e Sandy que ainda estava de quatro, era penetrada desta vez por Cesar, que continuo até gozar bem gostoso, para o deleito daqueles que ainda estavam naquele cômodo.

Depois disto, Cesar e Sandy ainda foram mais vezes a casas de swing, sempre curtindo muito e tendo muito prazer. Isto ajudou a apimentar mais o relacionamento entre eles.

Comentários

07/10/2012 20:26:03
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