Casa dos Contos Eróticos

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Nossa primeira vez em dobro

Autor: Sandy & Edu
Categoria: Heterossexual
Data: 19/09/2012 19:59:15
Última revisão: 03/12/2012 15:25:07
Nota 10.00
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Eu e Sandy lemos num site, um conto que falava rapidinho sobre um lance que aconteceu conosco.. Resolvemos contar. Estivemos em algumas casas de swing, mas Sandy não gostou de nenhuma. Achou tudo muito mecânico, pouco espontâneo, algumas com muito homem sozinho, parecendo puteiro, outras com higiene duvidosa. Ela sempre achava um motivo. Mas o que era estranho, pelo menos pra mim é que na hora ela até parecia estar gostando. Dançava, entrava nas brincadeiras dos e das stripers, mas não queria voltar. Só que ela queria experimentar de verdade o tal do swing. Ela me perguntava se aquilo era swing ou suruba. Ela não deixava de ter razão. Ela imaginava o swing assim:

(Sandy) Pra mim o swing é coisa de casal. Ménage e suruba são outras coisas. Quando nós fomos nessas casas que o Edu falou, tinha muito mais desses dois do que de swing. Só em uma, pequena e mais discreta é que rolou algo parecido. Era um casal, que se chegou a nós, ela veio sedutora pra cima de mim, os homens conversaram enquanto nós ficávamos brincando, beijinhos e provocações aos maridos. Só que na hora que fomos pra suíte, ela não queria que o Edu a pegasse. Ele tinha que ficar olhando. Nem pensar. Quero fazer troca de parceiros, sexo no mesmo ambiente, suruba, seja o que for, mas com meu gatinho ali participando. O que ela estava achando? Que eu ia dar pro marido dela e ela não ia dar pro meu namorado? Eles ficaram meio sem graça e aí eu falei:

- Se ele não brinca, você também não brinca, mas podemos brincar nós duas.

Ela topou e nós fizemos um showzinho erótico prive para nossos namoridos, que só podiam ficar olhando. Nós tiramos uma a roupa da outra, nos beijamos, lambemos, chupamos e depois fomos cuidar dos nossos respectivos. Foi mais como sexo no mesmo ambiente, que por sinal me faz lembrar de outra história, mas o Edu conta ela melhor que eu.

(Edu) Eu sei o que ela está falando. Foi um cara que eu conheci no futebol. Um moreno boa pinta e simpático. Fazia de conta que não era com ele, mas ficava azarando todas as menininhas que apareciam pra ver o jogo. Ele só ficava atrapalhado quando a mulher dele aparecia. Uma louraça de cabelos cacheados cheia de charme. O pessoal brincava com ele dizendo:

- Vai pra casa Padilha! – uma piada antiga de um programa do Jo que pouca gente deve lembrar hoje.

Ele ria, desconversava e continuava jogando seu charme. Gostava de apresentar a esposa pra todo mundo. Era um belo golpe. Ela achava que ele fazia isso pra elas saberem que ela era a dona dele, mas era pra ficar claro que ele era comprometido e que não ia fazer nada pra mudar a situação. Belo golpe.

Aconteceu que um dia ele estava completamente desligado e a esposa não estava lá. Errava passe, fez uma falta violenta sem motivo e ninguém entendia o que rolava. Depois do jogo tem sempre um churrasquinho, ou pelo menos uma cervejada. Ele estava cabisbaixo e retraído, muito diferente de como ele era. Cheguei pra conversar e ele, confiando na minha discrição, contou que a esposa pegou uma conversa dele na Internet com uma garota. Ele caiu na besteira de ir ao banheiro e deixar o email aberto. Foi sorte de ser email se fosse MSN ela não ia engolir a desculpa que ele deu:

- Falei pra ela que estava conversando com a garota pra arranjar um swing.

- E ela engoliu? Ela quer fazer swing? – perguntei um tanto espantado porque não parecia um problema.

- Ela inventou isso agora!

- Mas qual o problema cara? Se ela tá afim é só marcar.

- Tá brincando Edu? A garota é solteira. Como é que eu vou marcar um swing? To ferrado, isso sim.

- Marcar comigo!

Claro que ele achou que eu estava brincando, mas não estava. A gostosa da mulher dele querendo, a safada e gostosa da Sandy também querendo não tinha porque não rolar. Nós já tínhamos feito muita coisa, mas nada oficialmente swing, mas Sandy queria experimentar algo assim formal. Combinamos que ele chegaria em casa e chamaria ela pra falar com a Sandy no MSN. Ai as duas combinariam algo, ou não, mas de qualquer maneira ele ficaria limpo na história.

- Mas e se ela quiser mesmo?

- Lamento cara, mas se ela quiser mesmo eu vou comer tua mulher!

Ele me deu um tapa amigável que virou meu copo de cerveja, mas sabia que não tinha chance.

(Sandy) Pois é, foi assim que o Edu me contou essa história maluca e eu conversei com a Ana no MSN. Ela era muito desconfiada, mas cheia de vontade de estar com outro casal. Por causa disso, combinamos de jantar perto da casa deles e se nos entendêssemos, iríamos pra casa deles. Nunca seria minha opção, mas ela queria assim e eu gostei porque era bem como eu imaginava e queria uma transa swing. Além disso, ela mesma tinha suas fantasias sobre transar com um outro casal. Deixei claro o que eu topava e ela também. Foi até uma conversinha legal. Marcamos pra próxima sexta e fomos.

(Edu) Nos encontramos no restaurante e fomos jantar. Era um lugar movimentado e nossa conversa girou sobre futebol, sexo e compras. Ficamos a vontade porque não tinha como a mesa ao lado saber sobre o que falávamos, tal era o barulho do lugar. A Ana falou que tinha feito um doce de abóbora pra nós e que poderíamos terminar a noite na casa deles se quiséssemos. Sandy concordou e fomos pra lá. Eles moravam sozinhos e a casa era bem isso. Casal sem filhos, casa arrumadinha, bem legal até. Ficamos na sala enquanto elas foram pra cozinha trazer o doce e fofocarem um pouco. Comemos e Ana falou que elas iam trocar de roupa e que nos chamariam quando estivessem prontas. O Claudio estava mais tranquilo.

- Tua ideia foi boa cara, ela não desconfiou de nada, mas e a Sandy?

- Ela tá sabendo da história toda mas não vai contar nada, fique tranquilo.

- Ela também queria transar com um casal? Vocês nunca fizeram isso?

- Fazer nós já fizemos, mas não desse jeito assim light.

- Conta aí.

Mas não pude contar porque elas nos chamaram pra ir pro quarto. Ele pegou uma garrafa de uísque, um balde de gelo e me passou os copos. Fomos pro quarto e tive duas surpresas. A primeira foi com o quarto, que era quase um quarto de motel. A cama era enorme, assim como o próprio quarto e tinha luzes vermelhas, verdes, azuis e um som dos bons. A outra foi que as duas estavam com roupinhas de sacanagem, ou de “festinha” como a Sandy gostava de dizer. Mandaram nos sentar em um sofá que tinha lá e antes servimos o uísque pra todos. Elas bebericaram e afagando os cabelos da Ana, a Sandy perguntou pra ela como é que nós íamos fazer. A Ana não sabia. A Sandy deu um beijinho nela e sugeriu:

- Nós podemos brincar um pouquinho entre nós pra deixa-los no ponto e depois chamamos eles.

- Pode ser... – Ana ganhou outro beijinho da Sandy - ...mas eu gostaria de vê-los brincando com você.

A Sandy pegou o copo da Ana e nos entregou junto com o dela. Deu uma olhada daquelas pro Cláudio e voltou rebolando pra onde ela estava. E começou o show. Sandy usava uma roupa preta e Ana branca. Ambas de meia 7/8, corpete e saltos altos. Sandy com uma luvinha curta e o cabelo preso. Pegou Ana e começou a beija-la, agora com mais intensidade e desejo. Se ajoelhou na frente dela e se abaixou pra tirar a calcinha e começou a chupar a buceta. Ana colocou uma perna sobre a cama e parecia que nunca tinha sido chupada por outra mulher.

(Sandy) E não tinha mesmo. Ksks

(Edu) Ela segurava a cabeça da Sandy e muito rapidinho, até demais, gozou ali mesmo em pé. A Sandy levantou, beijou ela demoradamente e perguntou:

- Você quer ver os dois meninos comigo? – Ana fez que sim com a cabeça – Quer ver eles me comendo, metendo gostoso em mim?

Não sabia se Sandy estava só se excitando ou provocando a Ana.

(Sandy) As duas coisas meu querido. As duas coisas. Por isso mandei ela ir lá tirar a roupa de vocês.

(Edu) Sandy mandou a Ana vir tirar nossas roupas, o que ela fez sem problemas. Nos despiu, beijou o marido, que a pegou com força. Comigo ela deu um selinho e tirou minha roupa. Esperei ganhar um boquete mas não rolou. Enquanto isso, Sandy soltara os longos cabelos. Deixei pra entender a Ana depois e junto com o Cláudio fomos pegar minha pequena. Ele se abaixava pra beija-la e eu cheguei por trás fazendo um sanduíche com ela como recheio. Ela passava uma mão nele e outra em mim. Por trás, me abaixei e tirei a calcinha. Adoraria vê-la só de calcinha, mas fiquei com vontade de encostar minha pica na sua bunda, o que fiz em seguida. Ela se afastou dele me segurando e enquanto eu beijava seu pescoço ela mostrou onde ele deveria abrir o corpete. Era um monte de botões. Ele demorou e eu não parei de beija-la e agora tocar nos seus seios. Livre do corpete e seminua, ela ficou de joelhos em cima da cama e falou pra ficarmos de lado pra Ana não perder nada. Fez um boquete delicioso, alternando-se entre nós. Vez por outra ela e o Claudio olhavam pra Ana, que no sofá, nos olhava de pernas abertas se tocando. Enquanto Sandy me chupava, Claudio começou a lamber o corpo da Sandy e desceu até sua bundinha. Ficou atrás dela e começou a passar a língua nas costas dela, usando as mãos para alcançar sua bundinha e sua buceta. Ela foi aos poucos levantando até ficar de quatro na cama. Ele atrás eu na frente. Ele chegou a meter nela, que rebolou e gemeu, mas quando eu achei que ia só mudar de posição, ela virou pra ele, que aproveitou e roubou um beijo e depois se levantou e disse:

- Bota uma música pra striptease.

(Sandy) Eu mesma não sei o que deu em mim. Naquela hora, com os dois doidos pra me comerem e já me comendo, me deu uma vontade louca de me mexer, de dançar e de me exibir feito uma puta. Acho que foi por causa da Ana. Aquilo dela ficar sentada se masturbando olhando pra nós, estava me dando um tesão louco. O Edu sabe a cara que eu estava. Eu já tava gozando. Quis prolongar.

(Edu) A Sandy tava mesmo com cara de tesão. Ela pulou da cama e o Cláudio tentou achar alguma coisa que parecesse música de striptease. Colocou um som bem techno e Sandy pegou um treco na sacolinha onde trouxera suas roupinhas. Era uma echarpe preta transparente que ela ficou usando pra dançar. Cobria e descobria o corpo com ela. Colocou nos ombros, tirou as luvinhas, jogando elas pra Ana e depois os sapatos e as meias. Enrolando a echarpe como uma toalha no corpo, subiu outra vez na cama e de frente pra nós, de costas pra Ana, jogou a echarpe pro alto. Agora completamente nua, ela pulou pra cima da cama e ficou rebolando ainda de pé, olhando pra mim e pro Claudio deitados, com os respectivos paus na mão. Ela olhou pra mim, deu um sorrisão e se jogou em cima do Claudio como um animal. Acho que ele levou um susto. Ela literalmente caiu de boca e chupou o pau dele de um jeito que me deu ciúmes. Ela chupava e bulinava ele e até um fio terra arriscou. Fiquei com ciúmes mas excitado, principalmente com aquela bunda virada pra mim. Afastei-lhe as nádegas e dei-lhe um beijo negro de língua que com certeza arrepiou ela.

(Sandy) Arrepiou mesmo. Eu estava doida e não era pela bebida, era de tesão mesmo. Quando olhei pro Edu e ele piscou o olho pra mim, entendi que ele queria que eu chupasse o Cláudio. Tinha certeza de que ele estava excitado em ver a namoradinha se esbaldando com outro cara. Quando senti as mão dele na minha bunda e afastando as nádegas, gelei. Achei que ele ia colocar no meu cuzinho sem dó nem piedade, mas ele colocou a língua de um jeito tão especial que eu realmente fiquei arrepiada. Na hora não entendi porque ele me puxou pra cima dele.

(Edu) Quando beijei seu cuzinho, coloquei a mão na buceta dela e senti como pingava. Naquela hora tive uma ideia completamente louca e não era pra perguntar nada a ninguém Se ela não quisesse diria depois. Puxei-a pra cima de mim. Fiquei deitado de costas e fiz com que ela engolisse meu pau com sua buceta. Estava deliciosa para um pau mesmo, toda molhada, daquelas que lambuzam até a perna da gente. Por sorte o Cláudio era mesmo um pilantra e quando viu ela sentada em cima de mim, percebeu que não foi ciúmes meu, pelo menos ele achou que não, só não sabia por que eu resolvera deixar ele comer o cuzinho da Sandy. Ele ficou atrás dela e fez o mesmo que eu. Beijou o cuzinho, colocou a íngua e só não colocou a mão na buceta dela porque eu já estava lá dentro. Ele encostou a cabeça do pau dele e começou a meter devagar.

(Sandy) Eu senti aquilo encostando na minha bunda e forçando caminho pelo meu anus e percebi que Edu resolvera me dar um presente que ele não sabia o quanto eu ansiava. Minha primeira dupla penetração foi deliciosa e inesquecível. Já tínhamos feito com vibradores mas acho que não conta. A primeira vez que tive dois machos, dois paus dentro de mim foi naquela noite e o melhor desse presente, além de me sentir totalmente preenchida, foi olhar a cara de tesão do meu namoradinho e poder beija-lo e poder deixa-lo ver a namoradinha sendo duplamente fodida. Eu queria agradecer pra ele e na hora falei.

(Edu) Pois quando o Cláudio começou a meter de verdade na Sandy, e eu sabia disso porque eu estava quase lá, ou pelo menos ao lado, ou em cima, vocês escolhem, ela começou a me xingar.

- Puto safado, sem vergonha, era esse teu plano, queria me ver fodida, arregaçada. Canalha...

Acho que era o jeito tesudo dela de dizer que estava bom. Eu me mexia, Cláudio se mexia e ela se mexia. Foi um treco realmente fantástico. Eu receava por estar tão perto de outro cara, mas na hora do tesão você nem lembra disso e ver o rosto da namorada trasnfigurado de tesão é uma coisa que não tem preço. Cláudio falou que precisava gozar e ela virou sua “ira” pra ele, dizendo:

- Goza seu puto. Goza na minha bunda, enche meu cu de porra. Porra! Porra!

Foi quando ouvimos um grito que quase atrapalhou o gozo do Claudio, porque só ele reconheceu a voz. Era a Ana que no sofá, estava gozando descontroladamente. Mas não atrapalhou o marido, que gozou fartamente enquanto Sandy ainda se mexia agarrada agora no meu pescoço. E me falou baixinho:

- Se você gozar agora eu te mato! – e em voz alta – Vou gozar caralho....

E gozou. Como gozou. Claudio que estava tentando sair de dentro da bundinha dela aos poucos foi praticamente expulso. Ela corcoveou e ralou muito meu pau. Meu controle não é assim tão perfeito como ela imagina, mas consegui segurar. Ela me beijou, se aninhou comigo e aí sim agradeceu:

- Adorei!

(Sandy) Realmente ter dois paus dentro de você é uma experiência que toda mulher tem que ter. Coisa extasiante. Falei pro Edu não gozar, porque tinha sido a minha vez de ter uma ideia. Fiquei um pouquinho abraçada com ele, mas mandei ele esperar e fui falar com a Ana, largada no sofá como um saco de batatas depois de se acabar de tanto se masturbar. Falei pra ela:

- Gostou, minha lindinha? Gostou de ver teu maridinho me arrombando a bundinha?

- Gostei muito! – respondeu quase sem voz.

- Você só gosta de ver, ou gosta de fazer? – eu sabia que ali tinha algum problema, mas ela não ia responder, por isso já fui logo fazendo com que ela se virasse. Queria ela de joelhos no sofá apoiada no braço dele.

Ela me obedeceu achando que era algum tipo de brincadeirinha ou sei lá o que. Quando eu tirei a calcinha com força e chamei o Edu mandando ele ficar atrás dela, foi que ela começou a entender ou achou que entenderia. Claudio entendeu, mas não tinha moral alguma pra dizer nada. Edu tocou-a delicadamente nas costas com as mãos e eu fiquei bem na frente dela, olho no olho, nariz com nariz e disse:

- Só que eu também gosto de ver e agora quero ver o meu homem fuder com você.

Fiz sinal pro Edu que na mesma hora meteu sem dó nem piedade na buceta dela. Ele não compreendera bem, ou então queria ganhar tempo.

(Edu) Eu entendi direitinho. Sabia que Sandy queria que eu arrombasse o cu da Ana, Mas no seco não ia dar, por isso meti na sua buceta antes de meter no seu cu. Ela protestou. Quando tirei da buceta e Sandy ficou lá juntinho dela dizendo um monte de sacanagens enquanto eu começava a meter a cabecinha no cuzinho apertadíssimo dela, ela parecia que ia se mexer pra sair daquilo, mas não. Na posição em que ela estava, se não quisesse mesmo era só rolar pro chão. Ninguém a prendia. Eu comecei a perceber que o cuzinho já me aceitava e comecei a entrar e sair. Sandy não era só a mestre de cerimônias, ela alisava o clitóris da Ana e falava coisas excitantes pra ela.

(Sandy) Eu queria que ela também gozasse. Não era justo coloca-la ali como voyeur, o marido chupar meter e me enrabar e deixar ela na mão. Falei pra ela:

- Agora é ele que está te vendo. O show é seu. Rebola essa bunda na pica do meu marido que eu quero ver ele encher teu cuzinho de porra. Meu leitinho, viu? Ele vai colocar o meu leitinho na tua bunda.

Isso estava deixando ela excitada. Percebia isso na minha mão. Também tinha certeza de que ela não demoraria muito tempo pra gozar de novo, mas dessa vez com um pau dentro dela. Ela agarrou o braço do sofá e avisou que ia gozar. Sem nenhuma pausa, começou outra vez a gozar e dessa vez Edu pode se derramar como eu gosto que ele faça comigo.

Pedi licença a eles pra tomar um banho com o Edu e sem muita sacanagem ou demora, combinei com ele ali no chuveiro, que nos vestiríamos e sairíamos o quanto antes porque eu não queria ficar mais ali.

(Edu) Quando saímos do banheiro, os dois estavam abraçados e tenho quase certeza de que adoraram a idéia de cairmos fora rápido. Ana nem se vestiu. Despediu-se de Sandy no quarto e parecia agradecida. Claudio vestiu uma bermuda e nos levou no portão. Nosso carro estava na porta. Assim que liguei o motor, Sandy virou pra mim e disse:

- Por favor, preciso de uma cama já. Me leve pro primeiro motel que tiver cara de limpinho.

Nem precisava perguntar. Eu também estava cansado e dormir seria ótimo. Havia um motel grande e razoável no caminho. A suíte simples era grande e bem legal. Entramos e nos despimos. Sandy se jogou na cama de bruços e quando deitei do lado dela, ela olhou pra mim e disse:

- Tá achando que você vai dormir sem comer minha bundinha? – enquanto rebolava pra um lado e pro outro. – Trata de se esfregar aí e dar um jeito de meter bem gostoso porque eu quero é o teu pau.

Subi em cima dela e encaixei meu pau entre suas nádegas. Comecei a bater uma punheta com as nádegas dela, o que sempre garantia uma rápida ereção e logo estava urrando e fudendo o cu dela até gozarmos.

(Sandy) Não podia terminar a noite sem dar minha bundinha pro homem que eu amo. Principalmente o homem que me dividiu com outro por imaginar que gostaria do presente. Adorei o presente e vamos repetir muito, só que não com aqueles doidos. Ele não come ela. Ela não se importa de ver ele com outra e assim vão vivendo. Se está bom pra eles, não está bom pra mim. Mas foi ótimo ter feito um swing do jeito que eu acho que swing deve ser. Agora eu quero é mais! ksksks

ps: acabamos contando outra coisa e não o que lemos, portanto ainda ficamos devendo algo que lemos aquiAcompanhe nossas aventuras em: aventurasdesandyedu.blogspot.com

Comentários

10/10/2012 15:50:29
Excitante!!
24/09/2012 23:44:12
Que bom que vc gostou Vampirinho. Aceito com prazer todos os teus carinhos. Beijinhos doces e molhadinhos a tua Sandy. Visita a gente lá no aventurasdesandyedu.blogspot.com
24/09/2012 12:57:39
DELÍCIA... QUE CONTO PERFEITO... ADOOOREEEIIIII... GOZEI GOSTOSO... QUE TEZÃO DE MULHERES... BEIJINHOS, NOS GRELINHOS... NOTA

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