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Dois Colegas de Classe ~ Dois Valentões, Dois Machões (pt 5)

Autor: Anom
Categoria: Homossexual
Data: 25/10/2012 12:48:15
Última revisão: 25/10/2012 13:09:05
Nota 9.52

[Antes de ler, dê uma olhada nas tags. Se encontrar ali alguma coisa que te perturbe, não continue a leitura.

É, eu sei que demorei mil anos pra postar isso aqui. Explico os motivos no final do texto.]

Não havia mais nada que pudesse fazer. Sentia que os dois irmãos tinham sobre ele, além da vantagem de força física, uma espécie de poder que o impedia de reagir, não importa o quão doloroso ou humilhante fosse aquilo tudo. E, no fundo de sua alma, o próprio Leonardo não queria que as coisas acontecessem de maneira diferente. Embora não gostasse da humilhação e dos maus-tratos que recebia, gostava de saber que aqueles dois homens podiam fazer, e faziam, o que quisessem com ele.

Embora isso já estivesse bem claro na sua mente, Léo só veio perceber as proporções que aquela situação havia tomado quando, na sexta-feira seguinte enquanto voltava para a sala de aula depois do recreio, percebeu um papel em cima da sua mochila. Apressado, praticamente correu até sua mesa para pegar o papel antes que algum curioso o lesse. O garoto já sabia de quem era o recado mesmo antes de ler seu conteúdo.

“Amanhã, 13hrs na nossa casa. Leva dinheiro pra pagar a divida com a gnt e + um pouco. Vamos estuda matemática! haha!”

Atrás do papel, estava escrito o endereço dos irmãos e o número do ônibus que se deveria pagar para chegar lá com o mesmo garrancho que estava na parte da frente. “A letra do César”, Léo pensou, se assustando logo em seguida: ele já era capaz até de reconhecer as caligrafias deles.

No dia seguinte, já de tarde, Léo estava andando pelas ruas de um bairro que ele nunca havia visitado antes. Sua aparência bem cuidada, sua atitude e sua roupa simples, mas de boa qualidade, fazia-o se misturar na vizinhança de classe média. Ele segurava o papel, olhando para ele como se esperasse que as letras que ali estavam fossem mudar de repente. Na sua outra mão, o celular era segurado contra seu ouvido, e nquanto o garoto pedia mentalmente para que fosse atendido logo.

“Que é?”, veio a voz do outro lado da linha. A voz de Caio era reconhecível.

“Oi, desculpa ligar assim do nada, mas é que eu tô procurando a casa de vocês e ainda não encontrei”, Léo falou com a voz hesitante

“Tem o endereço no verso, viado burro!”, Caio xingou com a voz um pouco baixa, como se quisesse evitar ser ouvido por alguém.

“Eu sei, mas...não tô conseguindo encontrar essa rua Loureiro.”

“Olha, porra, eu tenho mais o que fazer do que ficar ajudando bambi perdido!”, Caio rosnou, mesmo assim, Léo conseguiu ouvir no fundo a voz de César, gritando de longe, perguntando se o irmão não ia voltar a jogar vídeo game. “Então ou tu te vira ou tu te fode!”. Caio desligou o telefone, fazendo Léo suspirar em desânimo: tinha ligado em má hora. Mas o que poderia ter feito se simplesmente não estava achando a rua?

Já havia perguntado das pessoas na parada de ônibus, para os funcionários de uma farmácia e de um salão de beleza, mas ninguém sabia onde ficava a tal rua. O pior é que nem mesmo sabia voltar para casa, já que o ônibus que pegou, o 321, fazia um trajeto completamente diferente de volta.

Sentou-se na calçada e suspirou fundo, sentindo uma leve vontade de chorar causada pela sensação de estar perdido e pela maneira grosseira como tinha sido tratado ainda há pouco, mas usou o pouco orgulho que ainda tinha para segurar o choro. Talvez tudo isso fosse uma brincadeira de mau gosto por parte dos irmãos para fazê-lo sair de casa e se perder por aí, mas isso não seria do feitio deles. Pensou em desistir e tentar procurar o caminho para casa. Ao invés disso, ficou olhando para o papel, tentando se distrair um pouco com o padrão formado pelas linhas da folha de caderno enquanto se recompunha para então tomar uma decisão.

Foi então que lhe veio à mente algo importante: lembrou-se de uma ocasião em que os irmãos estavam conversando com os amigos (obviamente, eles nunca falariam com Léo se não fosse para manda-lo fazer alguma coisa para eles ou para humilhá-lo) e comentaram sobre como sua mãe os irritava quando mandava um deles ir fazer comprar no Carrefour, e eles iam caminhando até lá. “Se eles vão caminhando, significa que o Carrefour não deve ser muito longe da casa deles, não é?” Com esse pensamento, levantou quase que com um salto, sentindo seu ânimo revigorado. Entrou na farmácia de novo e perguntou onde ficava o Carrefour Santa Glória.

O que ouviu em seguida não era uma das notícias mais animadoras: o Carrefour Santa Glória ficava no outro lado do bairro. Léo teria que pegar o 330 de volta para a estação, e de lá pegar o 327. Léo agradeceu, saiu e voltou para a parada, pegou o ônibus de volta para a estação, onde perdeu uns dez minutos tentando descobrir onde o tal 327 passava. Quando finalmente descobriu, teve que correr, pois já havia um 327 passando. Conseguiu chegar a tempo para pegá-lo.

Pediu para o motorista deixá-lo o mais próximo possível do Carrefour, e observou enquanto o ônibus fazia um percurso completamente diferente do que o 321 havia feito. Foi uma viagem rápida, mas durou o suficiente para Léo entender o que havia acontecido: César tinha uma caligrafia horrível. Mesmo nos (poucos) trabalhos escolares que ele fazia, seu 7 lembrava um 1. Ele com certeza deve ter escrito o bilhete com pressa, fazendo com que seu 7 torto ficasse ainda mais estranho, idêntico ao 1.

Qualquer pessoa normal teria ficado com ódio de Césrr na hora e praguejado muito contra ele. Mas os irmãos haviam feito um trabalho tão bom de treinamento e submissão co Léo, que tudo o que o garoto conseguiu pensar foi “Como sou idiota!”, enquanto descia do ônibus, iniciando uma série de pensamentos autodepreciativos por não ter percebido tudo antes, como se fosse sua obrigação notar e corrigir as falhas dos irmãos.

Após encontrar o tal Carrefour, entrou numa lanchonete ali por perto e perguntou pela rua Loureiro. Por sorte, a atendente morava na região e explicou detalhadamente como chegar lá. Léo ficou tão agradecido que até ofereceu-lhe uma gorjeta.

Em poucos minutos estava na tal rua, quando avistou a casa 71. Assim como as outras casas da região, ela indicava um alto padrão de vida. Olhou para o relógio, estava quase 2 horas atrasado. Apressou-se em direção ao portão e foi recebido por um casal muito bem vestido.

“Você deve ser o Léo!”, falou uma senhora muito bonita enquanto abria o portão da garagem. “Eu sou a mãe do Caio e do César, Mircilene. E aquele ali é o pai deles, o Antônio”, e apontou para um homem também muito bonito que estava entrando no carro. Antônio parecia uma versão mais velha dos irmãos, tinha uma barriguinha que quase não aparecia, era forte, usava uma barba cerrada e tinha o mesmo jeito de macho dos filhos. Parecia irritado, talvez estivesse atrasado, então apenas lançou um olhar impaciente para a esposa e um sorriso falso para Léo, fazendo o garoto ficar quase paralisado com aquela beleza.

Então a porta da casa se abriu. Caio e César saíram para o pátio, os dois sem camisa, apenas de bermuda, deixando à mostra seus corpos morenos e bem definidos. “Me disseram qu você ia chegar às 1 da tarde. São quase 3... O que aconteceu?”, perguntou Mircilene.

“Eu me atrasei, me perdi e demorei pra encontrar o caminho”, Léo respondeu, desviando o olhar do corpo dos irmãos.

“Deveria ter ligado pra pedir ajuda”. Caio deu uma leve risada ao ouvir o conselho da mãe Antônio, já sem paciência e deixando a educação de lado, gritou. “Bora, Mircilene!, A gente tá atrasado!”, sua voz grossa e irritada fazendo Léo tremer de tesão.

“Te acalma, homem! Temos visita”, a esposa respondeu. Apesar de ela ter falado mais alto, o fato de sua voz ser bem mais fina e feminina vez com que ela nem sequer chegasse perto de se impor ao marido. De qualquer jeito, ela virou o rosto de volta na direção de Léo com um sorriso simpático nos lábios. “Tenho que ir! Se você sentir fome, peça pros meninos esquentarem um pouco da lasanha que tivemos hoje no almoço para você”, fez essa última observação com a voz um pouco mais alta, como que para e assegurar de que os filhos estavam ouvindo. Entrou no carro, e enquanto o marido saía da garagem, colocou o rosto para fora da janela e agradeceu. “Obrigada por ajudar os garotos a estudar para a prova de segunda-feira! Eles estão precisando mesmo! Tchau!”, e saiu do campo de visão de Léo e dos irmãos, pois o carro logo estava no meio da rua, acelerando na direção da principal.

Léo ficou parado, segurando o braço direito com a mão esquerda, visivelmente desconfortável e se sentindo deslocado enquanto observava os irmãos fecharem o portão juntos. Antes que eles tivessem terminado, um barulho estranho lhes chamou a atenção: era a barriga de Léo. O garoto não havia almoçado em casa, pois teve que sair antes do meio dia e acreditava que não ia demorar pra chegar em casa.

Os irmãos apenas olharam para Léo, mas não comentaram sobre esse assunto. Ao invés disso, assim que o portão estava trancado, Caio falou: “Sorte tua que no final teu atraso foi pra bem, por que acabou que tu chegou na hora que a mãe e o pai saíram”.

Mas César interrompeu: “Porra, mano! Olha pra ele, todo suado! Assim não dá não! Acho melhor ele tomar um banho antes de qualquer coisa!”. E era verdade, a viagem demorada, debaixo do sol de início de tarde havia deixado Léo bastante suado. Caio olhou para Léo e pareceu concordar.

Em silêncio, Léo foi guiado para dentro da casa. Ele já havia percebido que a casa era bastante bonita por fora, mas bastou entrar para notar que por dentro era muito mais. A casa tinha uma divisão moderna, possuindo um cômodo muito amplo, que concentrava sala de estar, jantar e cozinha. A divisão dos ambientes se dava apenas de uma meia-parede. Logo ao entrar-se na casa, havia algumas estantes com livros, CDs e pequenas decorações. Um sofá não muito novo, mas ainda assim bonito, ficava à frente de um home theater que, diga-se de passagem, tinha um PS3 ligado a ele. Dois controles e alguns CDs de jogos espalhados pelo chão e pelo sofá indicavam que os irmãos haviam jogado recentemente. Atrás disso tudo, havia a já mencionada meia-parede, e atrás dela ficava a copa-cozinha. Geladeira, fogão, balcões e armários de panelas e todos esses objetos eram bonitos e ficavam encostados na parede, meio que circulando a cozinha e deixando um grande espaço vazio no centro, que era preenchido por uma mesa de jantar bem grande, com a tampa feita de vidro temperado.

Léo ficou um tempo calado, observando cada detalhe dessa mobília tão bonita. Não era que fosse pobre, mas sua família com certeza não tinha condições de pagar por tais coisas que, aos seus olhos, eram artigos de luxo. Os irmãos, obviamente, não estavam impressionados com aquilo, em parte por serem moradores da casa, em parte por não terem o conhecimento que Léo tinha para saber o quão finos eram os móveis que tinham em casa. Na verdade, nem perceberam o olhar quase fascinado do outro. César apenas sumiu por uma escada que começava ainda na sala de estar, enquanto Caio explicava para Léo onde ficava o banheiro no segundo andar, o único com chuveiro, já que o do térreo era pra visitas e na realidade era um lavabo.

Léo mal tinha terminado de processar a nova informação quando viu César de novo. Os músculos de suas pernas grossas e peludas se contraindo quando ele descia a escada de maneira arriscada, pulando de quatro em quatro degraus. Tão distraído ficou ao ver aquilo que só percebeu a toalha velha, mas limpa, que o rapaz trazia nas mãos quando ela foi jogada contra seu rosto. “Pára de ficar babando e vai logo tomar teu banho, bichinha!”

Trazido de volta para a realidade de maneira tão brusca, Léo pegou a toalha e subiu as escadas com pressa. Já no topo, olhou para trás e viu que os irmãos já haviam saído dali, provavelmente teriam voltado a jogar. Seguiu o caminho que lhe fora ensinado, entrou no banheiro, foi até o box e ligou o chuveiro, só então tirou sua mochila das costas e começou a tirar a roupa.

Afastou a cortina transparente e pegou o sabonete que ficava ali ao lado do chuveiro. Era branco e quase retangular. Léo levou o sabonete até o nariz e sentiu aquele mesmo cheiro que sempre sentia misturado ao suor no corpo dos irmãos, especialmente no saco e nos pentelhos. Isso foi o suficiente para fazer seu pintinho começar a endurecer. Julgou que não seria apropriado lavar-se com aquele sabonete de cheiro tão masculino.

Pegou a toalha, envolveu-a na cintura e saiu do banheiro com cuidado para não fazer barulho algum. As vozes dos irmãos, misturadas com os efeitos especiais dos jogos lhe deram certeza de que eles estavam ocupados demais jogando. Andou até as portas que imaginou serem dos quartos. Abriu a primeira, e pela bagunça, teve certeza de que era o quarto dos irmãos e, embora aquele ambiente lhe parecesse fascinante e cheio de coisas para descobrir, controlou-se e continuou sua exploração. Abriu a segunda porta e a primeira coisa que viu foi uma cama de casal. Era o suíte de Antônio e Mircilene. Entrou, percebendo que ali havia duas portas. A primeira era de um closet, e a segunda dava para o banheiro. “Desculpa, dona Mircilene”, falou baixinho, sentindo um pouco de culpa enquanto pegava o xampu e o sabonete da mulher. Voltou para o banheiro usando pelos irmãos correndo com passos leves, sem fazer barulho.

Fechou a porta atrás de si e suspirou aliviado por não ter sido pego. Desenrolou a toalha da cintura e foi com o shampoo de recipiente transparente e com o sabonete rosa para dentro do box. Estava excitado, sentia vontade de se tocar, mas resistiu à vontade, tinha uma missão: ficar o mais cheiroso possível para o que viria a seguir. Primeiro passou o xampu no cabelo, sentindo o cheiro de alguma flor que não conseguia identificar, e logo em seguida começou a ensaboar-se.

Enquanto passava as mãos pela barriga, olhou para fora do box, através da cortina transparente, e percebeu que daquele ângulo ele conseguia ver seu corpo inteiro no grande espelho que havia ali no banheiro. Continuou a ensaboar-se, mas não parou de se admirar, achava-se bonito, mas não masculino suficiente para poder sorrir e falar “eu me pegaria!”. Sempre teve o corpo normal, nem magro nem gordo, pois desde criança sua rotina alimentar sempre fora equilibrada em relação às suas necessidades calóricas. Mas desde que teve que deixar de comer durante o recreio para pagar o lanche de Caio e de César, o equilíbrio tinha sido quebrado e Léo começou a emagrecer. Seu corpo assumia uma silhueta cada vez mais esguia, uma cintura cada vez mais afilada, negando sua masculinidade com todas as forças. Não que parecesse uma garota, não. Léo era visivelmente um garoto, de longe um garoto, mas um garoto diferente, delicadinho, bonitinho e viadinho.

Sua mão parou enquanto descia para ensaboar sua bundinha, interessantemente, a única parte do seu corpo que não continuava magra, mas muito pelo contrário, era redondinha e perfeitinha. Sabia que aquele tipo de toque poderia fazer com que perdesse o controle. Já havia feito sua higiene em casa, mas tinha suado muito durante a viagem e queria ficar completamente cheiroso para seus machos.

Como previsto, o primeiro toque o fez se entregar às tentações, e ele logo inseriu o dedo médio, ensaboado, no anelzinho virgem. Procurando desculpas para sua própria falta, ele se lembrou que com certeza seu cu não seria perdoado, seria fodido sem dó nem a devida preparação por dois machos pauzudos, então seria melhor que ele se desse esse luxo de se alargar um pouco antes de tudo. Ao terminar de pensar isso, Léo já estava com dois dedos dentro de si, abrindo-os e fechando-os como se fosse uma tesoura, imaginando que era César que estava ali, nu, tomando banho e fazendo aquilo com ele.

Com todo aquele tesão, Léo escorregou e caiu de joelhos no cão do banheiro. De primeiro reclama um pouco da dor, mas logo se dá conta de que não seria surpreendente se Caio, caso estivesse ali com ele e César, o fizesse se abaixar desse jeito brusco para fazer-lhe um oral.

Colocou o dedo da outra mão na boca e imaginou que era o pau de Caio. Não! Melhor que isso: imaginou que era a vara de seu Antônio, que estava ali, junto com os filhos, para usar o viado novinho.

Para ele, seu Antônio deveria ter o corpo cheio de pelos: nos braços, pernas e peito forte e até mesmo alguns na barriguinha um pouco fora de forma. Como ele era o macho pai, sua pica seria grossa como a de César e comprida como a de Caio, mas mesmo assim caberia facilmente na boca de Léo, permitindo o homem feito fosse capaz de agarrar-lhe a cabeça e foder-lhe a boca enquanto o garoto batia uma punheta para os dois machos filhos.

Leonardo quase conseguia sentir o sabor de macho na boca e os pentelhos grossos arranhando sua cara. Ele então iria dar um leve tapinha na perna musculosa de Antônio, pedindo que ele o largasse, e em seguida daria atenção à rola de Caio enquanto masturbava o irmão e o pai.

Quando finalmente fosse a vez de César, Antônio já estaria impaciente, e se preparando para se aliviar no buraquinho de Léo. O garoto enfiou os dois dedos com força no cu, imaginando que seria o pau de seu Antônio e sua primeira estocada, enquanto ele chupava Caio e César. Não demorou muito para Léo se curvar, apoiando-se com uma única mão no chão. Imaginava seu corpo sendo jogado para frente com cada arremetida poderosa de Antônio.

Por causa do tesão acumulado e da imaginação fértil, Léo gozou em poucos minutos. Quase não sentiu as gotas do líquido transparente que lhe saíram do pauzinho, Obviamente, a gozada que Antônio liberou dentro de seu rabinho, e o leite que recebeu de Caio e César no rosto foram muito mais abundantes. “Pena que não foi de verdade”, pensou com um suspiro, ainda de quatro no chão do banheiro, descansando do orgasmo.

“QUE FOI, CARALHO? Escorregou, bateu a cabeça e virou purpurina aí dentro é?”, a voz grossa e irritada de Caio pôde ser ouvida do lado de fora do banheiro, enquanto o rapaz quase esmurrava a porta. “Aqui não é tua casa não, caceta!”

O susto causado pelos golpes na porta foram suficientes para deixar Léo de pé em menos de dois segundos. “D-desculpa”, ele gaguejou, “Já tô quase acabando”. Quando estava com medo, sua voz saía ainda mais fina do que o habitual, deixando-o ainda mais indefeso e incapaz de se impor, especialmente diante de um rapaz como César. “Se o pai reclamar da conta de água esse mês, eu juro que te faço ir dar o cu na esquina pra pagar o prejuízo!”

Mesmo que não acreditasse muito na ameaça, sabia que era melhor não arriscar. E assim Léo voltou para seu banho que, para sua sorte, já estava terminando. Em menos de três minutos, ele já estava na frente do espelho, cheiroso e limpinho, se enxugando. Para sua sorte, tinha trazido roupas extras, para o caso de os irmãos sujarem-no de alguma forma. Vestiu as roupas limpas e usou a camisa suada para enxugar as poucas gotas que havia derramado fora do box.

“Abre essa porra!”, Caio falou num tom baixo, porém grave a ameaçador, do outro lado da porta, a maçaneta fazia barulho enquanto o rapaz tentava abrir a porta trancada.

“Já estou saindo!”, o garoto respondeu, nervoso. Virou-se apressado e tentou destrancar a porta, uma tarefa difícil, pois o mecanismo da tranca travava quando Caio mexia na maçaneta. Léo quase chorou de nervosismo, pois sabia que o rapaz estava cada vez mais irritado do outro lado. “S-solta a ma-maçaneta... por favor”, usou a expressão educada para assegurar-se de que aquilo não soaria como uma ordem, como uma afronta ao outro. Não queria contrariar Caio ainda mais, pois ele já estava mais agressivo e estúpido do que Léo jamais tinha visto antes, talvez por causa do fato de estar na sua própria casa, só com o irmão e com Léo e longe de qualquer pessoa que pudesse se intrometer, o que lhe dava uma liberdade muito maior.

Caio atendeu o pedido, permitindo com que Leonardo, finalmente, conseguisse abrir a porta. Mal conseguiu ver os pés do outro, já foi puxados pelo braço. “Gosta de passar um ano no banheiro tomando um banho de princesa, é?”, Caio rosnava enquanto puxava o menino mais fraco, forçando-o a descer as escadas. Foi dessa maneira que o menino foi levado até a frente do sofá-cama, no qual César estava sentado de maneira displicente. Sem camisa, com um pé em cima do pé e o outro no chão, usando apenas uma bermuda folgada que, entretanto, ostentava um volume promissor que já estava sentado acariciado pelas mãos morenas, era dessa maneira que o rapaz assistia o menino sendo trazido pelo irmão mais novo para sua frente.

Um estalo forte e um gemido doído e surpreso, foi isso que se ouviu quando César bateu com força na bunda de Léo. Sem ligar para a dignidade do menino, apalpou sua bunda com força, de uma maneira parecida com a que as pessoas apertam as frutas e verduras quando vão as compras.

“Ah! Quando eu for tirar esse cabaço”, o mais velho dos irmãos comentou com um sorriso safado no rosto, chamando para si a atenção dos outros dois, porém de maneiras bastante diferentes.

Léo virou a cabeça, preocupado, nervoso mas não tão surpreso assim. Mesmo antes de sair de casa, ele já tinha o pressentimento de que perderia a virgindade naquele dia, mas não tinha certeza absoluta. Não tinha certeza absoluta até então, para falar a verdade, pois esse último comentário de César acabou com qualquer dúvida que pudesse ter resistido até então.

Já Caio, por outro lado, olhou para o irmão com uma expressão raivosa no rosto. “E quem disse que tu vai descabaçar o viado?”, sua voz era de alguém indignado com a perspectiva de perder algo de sua propriedade. Inconscientemente, ele apertou ainda mais o braço de Léo, começando a machucá-lo.

“Porra, cara! Deixa de ser fominha, tu já descabaçou a Rebeca no sábado e eu comi ela depois de ti sem reclamar, agora é minha vez de comer um buraquinho virgem, né?“, foi a resposta de César. Na verdade, os dois irmãos nunca tinham transado com uma garota chamada Rebeca, César apenas tinha inventado uma história para servir como argumento contra Caio, pois sabia que o irmão não o desmentiria na frente de Léo.

Caio foi pego de surpresa pelo argumento mentiroso do irmão, mas esperto como era, respondeu em seguida. “Deixa de ser retardado animal! A Rebeca é maior vadia, se ela ainda é virgem de alguma coisa, só se for do nariz.”

“Tu descabaçou ela sim! Eu vi a buceta dela sangrando enquanto tu comia ela!”

Caio sorriu, enquanto mexia no volume que se formava dentro das sua própria bermuda. “Meu amigão aqui é tão poderoso que arromba e tira sangue de qualquer uma, até das que já são rodadas que nem a Rebeca".

Léo tremeu de tesão. A situação de ter dois machos discutindo para ver quem ficava com a virgindade já era bastante excitante, ainda mais do que quando eles brigaram no banheiro pela sua boca, mas essa última resposta de Caio, junto de seu sorriso maroto e orgulhoso o deixaram ainda mais louco. O garoto conseguia sentir seu cuzinho piscando de antecipação pelo que estava por vir, mas se controlou e ficou calado. Sabia que não deveria se meter na conversa. Ficou apenas em silêncio como um figurante de um filme, contemplando o fato de que logo logo ele seria o primeiro rapaz a entrar na lista de garotas que já haviam sido traçadas pelos dois irmãos, uma lista da qual ele quis fazer parte desde que ouviu a primeira de muitas histórias os irmãos contavam sobre suas aventuras sexuais.

Inexperiente do jeito que era, Leonardo realmente acreditava naquelas histórias. Mas qualquer um que tivesse uma certa experiência perceberia que aquilo tudo não passava de histórias mirabolantes inventadas por garotos inexperientes e virgens que queriam se exibir para os amigos ainda mais inexperientes. E foi exatamente por isso que Caio não desmentiu César, para evitar qualquer possibilidade de suas reputações como garanhões fodedores ser afetada; muito pelo contrário, ele aumentou a mentira do irmão, mas apenas de forma a virar o jogo para o seu lado.

Ainda absorto nos seus pensamentos, Léo foi trazido de volta à realidade pela risada de César. “Arrombar e tirar sangue de vadia rodada? Esse canudinho aí?”

“CANUDINHO? FICA AÍ DE QUATRO E DEIXA EU TE MOSTRAR O CANUDINHO, FILHA DA PUTA!”. Caio, impulsivo do jeito que era, tinha se irritado com a afronta que o irmão tinha feito contra sua masculinidade e por causa disso respondeu dessa maneira.

A discussão evoluiria e provavelmente teria se transformaria numa briga física se não fosse a calma de César, que decidiu não levar aquilo adiante. “Larga disso, mano. Larga disso e vamo aproveitar esse rabinho que a gente tem aqui. A gente só precisa decidir quem vai primeiro.”

O irmão mais novo suspirou, se acalmando. Olhou para Léo com aquela expressão que usava quando estava usando sua esperteza para pensar em algo, resolver um problema que parecia difícil. Não demorou muito para que empurrasse o garoto mais fraco para longe. “Liga o PS3, bicha! A gente vai jogar uma partida de Mortal Kombat. Quem vencer te enraba primeiro!”

Léo perdeu o equilíbrio por causa do empurrão. Tentou agarrar o braço do sofá para conseguir apoio, mas tropeçou no tornozelo de César e quase caiu em cima dele, sua mão sem querer se apoio no peito forte e escuro do rapaz. Leonardo sentiu um arrepio percorrer-lhe a espinha por causa do toque contra o peitoral masculino. Tão excitado estava que só percebeu a mão de César se aproximando quando ela já havia estalado em seu rosto. “ME LARGA, VIADO VAGABUNDO! VAI LOGO FAZER O QUE A GENTE TE MANDOU, PORRA!”

O menino se afastou, passando a mão sobre a marca vermelha que havia sido deixada em seu rosto, tentando se recompor. Ainda meio surpreso por causa do tapa, ele se pôs a fazer o que tinha sido ordenado.

Léo ligou o PS3 na tomada e inicializou o dispositivo e a TV . Com as mãos tremendo de nervosismo, ele procurava entre uma pilha de porta CDs o jogo desejado enquanto ouvia Caio se sentando no sofá e os dois irmãos se ajeitando. Em poucos segundos, estava tudo pronto, e Léo corria para entregar os controles para os rapazes enquanto o logo da Warner Bros. aparecia na tela.

“Ajoelha aí e paga um boquete pra mim, viado, pra minha pomba estar duraço na hora que eu for te foder.”, César ordenou logo após tomar o controle das mãos do garoto, que nem precisou ouvir a frase até o final e já caiu de joelhos. Curvou-se um puco para frente e começou a lamber o caminho da felicidade da barriga nua do rapaz, sentindo ali aquele cheiro já familiar: o do sabonete branco do banheiro, misturado com o cheiro de suor de macho. Já estava com o pintinho durinho e sentiu vontade de enfiar seus dedos no rabinho apertado, mas suas mãos estavam ocupadas demais, segurando os elásticos da bermuda e da cueca e abaixando-os ao mesmo tempo.

Sua língua provava o umbigo do macho que tinha à sua frente quando sentiu o pau meia-bomba ser libertado da cueca e pular para fora, batendo-lhe no pescoço e ali uma pequena gota de pré-gozo. Uma vez que já estava bem mais experiente naquilo do que durante a primeira vez que chupou os irmãos no banheiro da escola, Léo agarrou o bicho pela base e logo abocanhou-lhe a cabeça, rodeando habilmente a língua ao redor da carne roxa e sensível, sentindo-a pulsar e crescer por causa do tratamento que recebia.

A essa altura, a partida já havia começado. Pelos sons que ouvia, Léo percebeu que os dois irmãos haviam escolhido lutadores homens de vozes bem parecidas. Como seu campo de visão naquela se limitava à virilha peluda de César, o garoto não podia dizer quais personagens haviam sido escolhidos e nem quem estava se saindo melhor até então. Decidiu que teria que conformar-se em descobrir o destino de seu cu só quando a partida terminasse e, resignado, inspirou fundo antes de começar a engolir o resto da tora de César, sem parar de acaricia-la com a língua enquanto batia uma punheta na base.

Não havia terminado de engolir o pedaço de carne rija quando foi interrompido. “Tira a roupa. Mostra pro mano aqui o que ele vai comer só depois de mim, vai”. A ordem foi, novamente, de César. Leonardo parou o que estava fazendo para rapidamente tirar sua camisa, revelando seu tórax branco, sem pelos e de mamilos rosados. Seu corpo esguio contrastava com os dos dois irmãos de uma maneira que deixava todos ali ainda mais excitados. Já sem camisa, porém ainda de joelhos, o garoto começou a desabotoar a e arriar as calças. Já que estava com as mãos ocupadas, deixou o pau de César balançar livremente e enterrou o seu nariz no saco preto do rapaz, cheirando os pentelhos suados e lambendo e chupando as bolas pesadas.

E logo a bundinha perfeitinha estava exposta ao ar. Pequena, porém formada por duas polpas redondas. sem pelo algum e branquinhas como leite por causa da falta de exposição à luz, . Era tão bonitinha que nenhum dos irmãos conseguiu evitar de olhar, distraindo-se por alguns segundos do que faziam, mas logo em seguida voltando a jogar com ainda mais afinco, estimulados pela vontade de possuir aquele rabinho virgem.

Foi nessa hora que, enquanto levantava um joelho de cada vez para poder passar a calça pelas pernas e ficar completamente nu, Leonardo deu uma olhadinha para cima. Com as duas bolas de César na boca e mesmo tendo a visão atrapalhada pelo cacete que pendia duro sobre seu rosto e pelos pentelhos que roçavam contra a pele de sua face, Léo conseguiu ver o rosto do rapaz. César parecia nem sequer notar o garoto ali, profundamente imerso no jogo e muito focado em apertar a sequência correta de teclas para executar os golpes desejados. Não passaram despercebidos entretanto, algumas expressões de prazer causadas por algumas lambidas mais gostosas e alguns breves momentos de distração durante o qual o rapaz prestava atenção na bunda de Léo.

Olhando para o lado de canto de olho, por cima das coxas peludas do macho que ele estava servindo, viu que o outro rapaz se encontrava em situação similar. Obviamente ele não tinha as mesmas expressões de prazer que César, porém estava igualmente focado e também dava pequenas pausas para olhar a bunda de Léo.

Percebendo que havia ali uma certa injustiça, Leonardo tirou as bolas de César da boca e beijou carinhosamente a ponta da cabeça do pau, quase como que num pedido de desculpas pelo que ia fazer em seguida: ir até o outro rapaz, engatinhando, para não atrapalhar a partida,

Ao sair do meio das pernas de César foi que Léo finalmente viu as pernas de Caio de novo. O irmão mais novo havia tirado sua bermuda, e agora tudo o que ele vestia era uma cueca samba canção bem frouxa. O pênis meia bomba de Caio era tão comprido que sua glande escapava pela perna direita da cueca, excretando uma gota de pré-gozo que praticamente hipnotizou o viadinho, fazendo-o cair de boca ali e sugar aquele líquido tão precioso com a mesma avidez que um bezerro suga o leite da cabrita.

E então Scorpion cai no chão. Como está de costas para a TV, Léo não sabe o que aconteceu, apenas ouve um barulho estranho e percebe que, apesar de ter a cabeça de seu pau devotamente mamada. Caio está ainda mais contrariado que antes. As suspeitas de Léo se confirmam quando César dá uma risada debochada. “Haha! Essa porra qui vai ser minha!”, o rapaz comemora com outro tapa na bunda de Léo. Mas dessa vez as coisas vão além, e, depois de ser apalpado, o garoto geme ao sentir um dedo grosso ser introduzido em seu ânus., sem lubrificação nenhuma. César havia vencido o primeiro round, e, confiante, já preparava o terreno para quando vencesse de vez.

Mas então começou o segundo round. O dedo de César saiu bruscamente de dentro de Léo, machucando-o um pouco e deixando um leve ardor. Não houve reclamações entretanto, uma vez que Leonardo já tinha metade da pomba de Caio na boca e tentava abocanhar o resto. Mesmo que já tivesse uma certa experiência, as picas compridas e grossas dos dois irmãos ainda lhe causava dificuldades e, como se tratava mais de um boquete rápido, o garoto decidiu parar de engolir quando já estava perto do final, tão perto que já sentia alguns pentelhos entrando em seu nariz.

Largou o pau de Caio e enfiou-lhe a mão dentro da cueca. Tirou seu pênis de dentro através da abertura que ficava na frente da cueca e voltou ao serviço: mexendo a cabeça para cima e para baixo, engolindo e lambendo boa parte da carne dura, Léo usava a mão esquerda para masturbar a parte que não conseguia colocar dentro da boca e com a mão direita fazia carinho no saco pesado e peludo, sempre tomando cuidado para não se aproximar da bunda de Caio, que estava relativamente acessível naquela posição.

O segundo round estava durando bem mais tempo que o primeiro. Léo podia perceber a tensão ainda maior nos rostos dos rapazes, que tinham até mesmo parado de olhar para sua bunda. O mais tenso, entretanto, parecia ser César, que estava jogando um pouco curvado para frente.

Depois de muito servir Caio, Léo voltou para o primogênito. Lambeu-lhe as bolas com dedicação especial, tentando aliviar parte do seu estresse, mas isso pareceu não funcionar. Um pouco chateado, sem deixar de chupar o saco, agarrou a tora que tinha à sua frente e começou a bater com ela no rosto, sentindo a babinha transparente espalhando-se pelo seu rosto. Para ele, isso era quase como uma forma de declarar sua submissão ao outro, e o fato de não receber nem um pouco de atenção enquanto fazia isso o deixava ainda mais excitado, pois fazia-o se sentir reduzido à condição de objeto de prazer, nada mais.

De olhos fechados, Léo estava tão distraído com o que fazia que foi pego de surpresa pelo grito de Caio: “PEEEGA, FILHA DA PUTA!”. O rapaz gritou enquanto mostrava o dedo médio para o irmão de uma maneira jocosa e agressiva ao mesmo tempo. Caio tinha vencido o segundo round, e isso deixava os irmãos empatados. Para desempatar, o jogo iniciou um terceiro round: quem vencesse aquele, venceria a partida.

Obviamente, todos os três estavam tensos. Os dois irmãos pelo prêmio, o garoto por não saber o que iria acontecer com ele. Léo tinha um pressentimento de que Caio seria o vencedor, e pensou que talvez fosse melhor passar o resto da partida chupando-o, para garantir que estaria bem lubrificado na hora de reclamar a recompensa, mas decidiu continuar com César, para acalmá-lo um pouco da tensão da derrota que acabara de sofrer.

Como César tinha um cacete mais curto (ou menos comprido, para ser mais justo) do que o de Caio, ficava um pouco mais fácil de engoli-lo até o fim. O único problema era sua grossura, que dificultava a passagem pela garganta. Mas uma vez que Léo já estava com a garganta mais flexível, não demorou para estar com o rosto no meio dos pentelhos grossos e ter a tora morena enterrada na boca. Seus olhos lacrimejavam enquanto ele acariciava o pau quente com a sua língua.

Caio, por sua vez, continuava focado no jogo. Não estava tão confiante assim, mas decidiu minar a moral do irmão mostrando-se mais seguro do que realmente estava. Assim, esticou a perna e usou o pé para cutucar a bunda de Léo, que se surpreendeu com o ato mas não parou de servir César. “Isso aqui é só uma prévia, viado.”, ele falou logo antes de forçar o dedão de seu pé contra o buraquinho estreito. Léo soltou um gemido doído, quando a ponta do dedo entrou em seu corpo sem lubrificação nenhuma, mas foi abafado pelo pau de César, que ainda estava em sua boca.

César. Por sua vez, tentava se manter concentrado, mas não pôde deixar de perceber que o irmão estava forçando ainda mais de seu dedão para dentro do rabo do viadinho. “Te prepara, por que meu pau é muito mais comprido e grosso que meu dedão~, Caio falava só para implicar com o irmão, mas seu joguinho mental não funcionou, uma vez que suas provocações só fizeram tornar César ainda mais alheio ao mundo ao redor, e até mesmo para o garoto que estava entre suas pernas servindo seu cacete, e mais focado ainda no jogo.

Leonardo, por outro lado, estava completamente alheio a tudo aquilo, e imerso apenas no que sentia. Naquele exato momento, ele tirava o pau de César da boca pois tinha ficado sem Fôlego, somente para logo em seguida continuar o boquete, deslizando sua boca e língua pelo mastro veiúdo. No outro lado do seu corpo, sentiu quando o dedão de Caio lhe penetrou até o final, alargando-o forçosamente e causando-lhe dor, especialmente quando Caio começou a mexer o pé para cima e para baixo, para preparar Léo ainda melhor para o que estava por vir.

Foi aí que ocorreu algo inesperado. Até então, os dois irmãos estavam quase empatados no terceiro round, sendo que César tinha um pouco menos de vida que Caio, e tudo apontava que, apesar da partida acirrada, o irmão mais novo seria o vencedor. Mas, ao se distrair rapidamente para olhar para a bundinha branquinha da qual ele estava abusando de maneira tão humilhante, Caio baixou a guarda no jogo e, ao executar um movimento da maneira errada, deu uma abertura breve para que César revidasse com uma sequência de golpes que culminou com o personagem de César cortando a cabeça do de Caio.

O perdedor assistiu, sem poder fazer nada, ao personagem do irmão massacrar o seu, quebrando seus os ossos e finalmente decapitando-o. “É putinho... Quem vai te enrabar vai ser o papai aqui”, César falou para Léo, dando uma risadinha safada em seguida. Isso, ainda mais que a derrota, irritou Caio, que tirou seu dedão de dentro de Léo de supetão, machucando o garoto por causa da rapidez do movimento. Aquilo não terminaria dessa maneira...

Léo não estava consciente do que estava acontecendo ao seu redor até que César falou com ele. Bastou aquela frase para o garoto entender tudo. Tirou o pau grosso da boca e olhou para ele: a tora estava completamente coberta de saliva. Ficou aliviado por não ter parado de chupar César, pois sabia que a própria saliva seria o único lubrificante ao qual teria direito.

Mas seus pensamentos foram cortados quando Caio tirou o dedão de sua bunda. Soltou um gemido fino e dolorido e, antes que pudesse esboçar qualquer reação, foi puxado com violência e jogado para longe. Teve que se esquivar de um móvel qualquer e acabou caindo de barriga no chão. Olhou para trás e viu Caio avançando sobre César.

O mais cabeça quente dos dois irmãos desferia socos sobre o outro que ainda estava sentado. César só teve tempo de levantar os braços para proteger o rosto, e ficou aguentando os socos no peito e nos braços até conseguir usar as pernas para derrubar o irmão.

César se levantou e se afastou alguns metros, ainda com o pau para fora da bermuda. Tentou colocá-lo para dentro, mas se atrapalhou e acabou tendo que deixar do jeito que estava, pois Caio já estava de pé e vindo na sua direção.

A discussão havia evoluído para uma luta no videogame e por último para uma luta real. Aquilo não tratava apenas de quem ia deflorar Leonardo. Não, aquilo era mais uma competição do que uma briga de verdade, uma competição que, como muitas outras que já haviam ocorrido por motivos banais, era movida mais por orgulho e competitividade masculina do que por qualquer outra coisa. Se não estivesse completamente hipnotizado pela maneira como os dois cacetes balançavam por aí quase que livremente, Leonardo teria prestado atenção em como os dois: como se conhecessem o estilo de luta do outro. E conheciam, afinal, desde mais novos eles sempre haviam encontrado os pretextos mais fúteis para iniciar uma luta daquelas, nas quais eles não se importavam em machucar o outro e cujo propósito era sempre decidir quem era o mais forte, o mais macho.

Caio, como sempre, era mais agressivo que o irmão. César se preocupava mais em defender-se dos golpes rápidos do irmão e tentava derrubá-lo toda vez que via uma brecha, por menor que fosse.

Normalmente, essas brigas mantinham-se nesse estado de relativo equilíbrio até que um dos irmãos cometia algum erro, que era explorado pelo outro como uma possível chance de vitória.

E foi isso que aconteceu quando, preocupado demais em proteger seu rosto, César levou um soco no estômago. Baixou a guarda imediatamente, levando outro murro no lado do queixo, e por último, um chute alto, no lado do peito do rapaz, o fez cair no chão.

Leonardo ainda não havia se movido. Ele apenas ficou ali, esperando para ver o que aconteceria. Viu Caio derrubar o irmão mais velho. “Pode ter ganhado no Mortal Kombat, mas na vida real eu sou o melhor”, falou antes de se virar e olhar diretamente para Léo, que tremeu antes de ser agarrado pelo rapaz vencedor.

Nem sequer chegou a ver César se levantando. Teve o braço agarrado e foi puxado. Em poucos segundos, estava ajoelhado na frente do sofá de novo, mas desta vez estava curvado de tal forma que sua barriga e peito estavam apoiados contra o assento, seu rosto amassado contra oo recosto, a bundinha branca exposta no ar, revelando um cuzinho rosa e piscante, já um pouquinho aberto e ainda um pouquinho dolorido pelas carícias que recebeu antes. Sentiu as coxas peludas e fortes contra as suas e a carne dura de Caio procurando seu caminho entre as suas nádegas.

“É agora que eu te furo, viado!”

Sentiu dor, a pica de Caio forçava sua entrada, mas o nervosismo e inexperiência de Léo o faziam apertar o cuzinho, dificultando a entrada. Para completar, Caio também era inexperiente, e usava força, mas não tinha jeito. Logo, logo Léo sentiu a pressão aliviar quando o pênis de Caio escorregou para cima, pelo rego do garoto.

“Sai daí, porra! Eu ganhei a porra da aposta, eu descabaço ele!”, César, já recuperado, reclamou de longe.

“Vai se fuder!”

E o rapaz continuou a tentar a penetração. Dessa vez se saiu melhor, pois Léo sentiu seu cuzinho começar a se abrir antes que o mastro de Caio escorregasse de novo, dessa vez para baixo.

Uma terceira tentativa. Leonardo mordeu o sofá, sentindo que dessa vez seu cuzinho não seria perdoado. Caio segurou a cintura de Léo com uma das mãos e guioi seu pau até o buraquinho com a outra. A resistência inicial foi desafiada de novo e Léo já tinha lágrimas escorrendo pelo seu rosto, quando de repente, Caio parou de avançar. A mão que segurava o garoto pelas ancas também recuou

“Eu disse que venci o caralho da aposta e vou querer a porra do meu prêmio!”. Léo virou o pescoço para trás e viu Caio tentando se livrar de um mata leão aplicado por César, que estava ajoelhado atrás dele. Caio podia ter vencido a luta por ser mais ágil, mas agora tudo o que contava era a força, e César, além de estar em posição vantajosa, era mais forte que o irmão. “Vá pra puta que te pariu, ô animal!”, o rapaz imobilizado vociferou entre os dentes, a voz mais baixa que o normal, devido à dificuldade de respirar.

“Tudo bem então. Se as coisas não vão por bem, vão por mal”

César jogou o próprio peso sobre Caio, amassando Léo, que se encontrava embaixo dos dois. Mesmo assim, o garoto pôde ver parte do que estava acontecendo. Caio ainda estava de cueca, apenas tinha abaixado a parte da frente para deixar o pau livre. Por isso, César manteve o braço direito ao redor do pescoço do irmão, mas deixou de usar o esquerdo no golpe. Seu braço desceu rapidamente e abaixou a parte de trás da samba canção de Caio, arriando-a completamente.

“O q-que tu tá fazendo aí?”. Pela primeira vez, Léo percebeu um certo nervosismo na voz de Caio. “SAI DAÍ, CARALHO! EU NÃO SOU VIADO NÃO, SEU CORNO!”

E era isso mesmo que Leonardo estava pensando: César forçava a cabeça de seu pau contra a entrada do cu do próprio irmão, que gritava enfurecido e tentava se soltar.

“Você pode até comer o viado primeiro que eu, mas eu ganhei a porra a da aposta e vou descabaçar um cu hoje, não importa se é o dele ou o teu!”

A ameaça não foi levada a sério logo de início, mas apenas depois de César mostrar que não estava para brincadeira ao forçar ainda mais sua glande contra o rabo do irmão, fazendo-o passar da fúria e incredulidade para o pânico diante da perspectiva de ser estuprado pelo próprio irmão. Ele ainda tinha suas dúvidas se o irmão seria capaz de fazer isso, mas a mera possibilidade daquilo acontecer já lhe aterrorizava. Sentia que, se aquilo acontecesse, nunca mais seria homem de verdade e que o irmão mais velho seria o mais macho dos dois para sempre. Chegou até a imaginá-lo chamando-o de bichinha arrombada pelo resto da vida.

E então fez sua escolha. “Tá bom, tá bom...”, falou num tom resignado, enquanto parava de lutar. “Eu desisto e admito que perdi, agora sai daí”, a última frase saiu n um tom mais firme, quase que uma ordem. César fez como o irmão tinha pedido e afastou seu pau da bunda de Caio, e logo em seguida soltou-lhe o pescoço também. O irmão mais novo, um tanto quanto abalado pelo susto, saiu dali imediatamente, dando espaço para o irmão mais velho tomar o que era seu por direito.

Ao contrário do que se esperava, César se sentou do lado de Léo, ao invés de se encaixar atrás dele. “Vem sentar no colo do papai, vem...”, convidou enquanto masturbava seu pau meia-bomba para deixa-lo bem duro mais uma vez.

Com dificuldade, Léo saiu da posição em que se encontrava, pronto para atender o convite que, para ele, era uma ordem. Enquanto César segurava o pau virado para cima, Léo pisou no sofá, com um pé em cada lado de César, e foi agachando até sentir a glande encostando em seu cuzinho.

“Pode ir com calma, no teu ritmo pra não sentir dor.”

O garoto estava tão cheio de tesão que nem chegou a achar estranho o repentino cuidado que César passou a ter com ele. Muito pelo contrário, aproveitou que estava virado de frente para o rapaz e colocou as mãos nos ombros fortes dele, usando-os como apoio para a descida contra a cabeça do pau.

Fechou os olhos e começou a respirar fundo, numa tentativa de amenizar a dor causada pela grossura da vara. Sentiu César usar o braço livre para envolver sua cintura, o que fez Léo se entregar mais ainda. Sem ver os gestos que os irmãos usavam pra se comunicar um com o outro, inspirou profundamente e se empurrou para baixo com um pouquinho mais de força.

Gemeu alto ao sentir a cabeça rombuda da pica entrando em seu corpo. Seu rabo ardia como nunca ardeu antes na vida, e ele decidiu dar uma pausa antes de continuar, mas os irmãos tinham outros planos. “Agora, mano!”, César avisou. Antes que pudesse perguntar o que ele queria dizer, Leonardo sentiu suas canelas sendo agarradas por Caio, que as puxou para cima, tirando todo o equilíbrio do garoto.

O resto do trabalho ficou com a gravidade, e logo Léo estava sentado sobre os pentelhos de César, mas nem conseguiu notar a sensação gostosa de ter aquele tufo de pelos grossos contra a sua bunda pois a dor da penetração tão repentina e brusca foi simplesmente muito forte, talvez fosse como levar uma facada no cu.

Obviamente, o menino delicado gritou a plenos pulmões, o que lhe rendeu um tapa tão forte pela parte de Caio que teria caído do colo de César se o rapaz não estivesse segurando sua cintura com as duas mãos. “NÃO GRITA DESSE JEITO, PORRA! Vai chamar a atenção de alguém”. César, por outro lado, não se importava com isso, e não tinha nem mesmo dado tempo para o garoto se recuperar um pouco, já tinha agarrado-o pela cintura com as duas mãos e o manuseava para cima e para baixo como se fosse uma boneca, sincronizando esses movimentos com os dos seus quadris. Isso garantia uma penetração profunda, muito prazerosa para César, e muito dolorosa para Léo.

Apesar de tudo, não se pode dizer que o passivo achava aquilo completamente ruim. Sem pensar direito por causa da dor, deixou seus braços que estavam segurando os ombros de seu macho escorregarem e se envolverem ao redor de seu pescoço, num abraço de alguém que procura conforto. Normalmente, a atitude teria sido repudiada pelo machão, mas nesse momento ele estava tão imerso em seu prazer que até acabou deixando o viadinho encostar a cabeça em seus ombros. Léo fez isso para poder aguentar melhor, afinal, Caio estava certo, não? Ele era viado e por isso tinha que satisfazer os machos, sem reclamar e sem causar-lhes problemas.

Caio, que assistiu a cena durante alguns segundos sem fazer nada, sentiu seu pau latejar, demandando atenção e decidiu colocar a segunda parte do acordo que ele e o irmão haviam feito através de gestos ainda há pouco. Ativou a função de reclinação do sofá, transformando-o numa cama. César, que estava se apoiando no encosto, foi descendo junto com ele até ficar deitado com Léo por cima, mas não deixou de foder com força, arrancando gemidos de dor do garoto

As coisas começaram a ficar ainda piores para o passivo quando ele sentiu Caio subindo na cama. Ele já tinha imaginado-se servindo os dois irmãos ao mesmo tempo, só que, nessas fantasias, ele chupava um e dava o cu para o outro. Entretanto, Caio não parecia ter isso em mente quando se ajoelhou atrás de Léo, com um joelho em cada lado de César e começou a forçar sua entrada no rabo do garoto.

César tinha parado de bombar para facilitar o processo, agarrou as nádegas do viadinho e as puxou para os lados, abrindo ainda mais o ânus e levando-o ainda mais perto dos limites. Léo deu um gritinho e mordeu os lábios quando sentiu a glande de Caio entrar. Foi arrombado.

A partir daí, a penetração foi mais rápida, não tão rápida quanto a de César, claro, mas demorou menos de trinta segundos para Caio ter cravado completamente seu pau dentro do garoto.

Léo chorava baixinho, sentindo como se estivesse sendo partido ao meio Embora os dois rapazes não estivessem no vai e vem, qualquer mínimo movimento deles era sentido como pelo passivo. Leonardo colocou sua cabeça sobre o peito de César, procurando conforto e proteção. Aquele peito forte e o cheiro de suor de macho faziam-no se sentir seguro e calmo, dando-lhe um pouco de alívio para a dor, mesmo que o peito e o cheiro fossem de um dos homens que o estivesse arrombando.

“Tá gostando, viado?”, César perguntou logo antes de mexer os quadris, tirando o pênis de dentro de Léo, só para meter tudo de volta com outro golpe, sentindo o próprio pau friccionar-se contra o do irmão. Embora essa sensação fosse desagradável, a ideia de arrombar completamente um rabo compensava tudo isso.

“Tá sim, irmão. A bicha tá adorando levar dois ferros no cu”, respondeu Caio, que deitou-se sobre Léo e começava a imitar os movimentos do irmão.

E assim os dois irmãos começaram a foder Léo de verdade, cada vez mais rápido e estocando com tanta força que suas virilhas faziam barulho quando batiam contra a bunda do garoto, cujo estômago se embrulhava por causa dos movimentos descompassados que esticavam e repuxavam as entranhas do menino, forçando-as a se adaptarem para conter os dois pedaços de carne.

Apesar de todo esse sofrimento, Leonardo estava com seu pauzinho quase ereto. Mesmo que seu lábio inferior já estivesse sangrando por causa da força que ele usava para mordê-lo, ele não poderia negar, nem para si mesmo, que estar ali, imprensado no meio daqueles dois machos que usavam seu corpo para o próprio prazer era simplesmente fantástico. Podia sentir o corpo forte e suado de César subindo e descendo com a respiração intensa e os pentelhos do rapaz roçando contra sua bunda enquanto ele mexia os quadris para frente e para trás. Caio também não estava muito diferente, seu corpo levantava e se afastava de Léo conforme ele tira sua pica de dentro do garoto, somente para voltar e chocar seu peito e abdômen contra as costas brancas do menino quando o rapaz enfiava com tudo, respingando suor e arfando no pescoço delicado que estava logo abaixo dele.

Por causa de suas posições, os movimentos dos rapazes eram diferentes: César movia-se rápido, mas Caio, devido à sua posição mais livre, movia-se bem mais rápido que o irmão e penetrava com muito mais força. Essa diferença causava uma série de sensações em Léo, uma vez que, em determinados momentos, por causa do descompasso entre os ritmos de cada um dos irmãos, ora ele tinha apenas o pau grosso de César arrombando-lhe a bunda, ora apenas a vara comprida de Caio cravada o mais fundo possível, e, havia aqueles momentos em que, por coincidência, os dois irmãos metiam ao mesmo tempo, machucando cruelmente o cuzinho laceado, que já sangrava. Mas era exatamente nesses momentos em que Leonardo sentia mais prazer, não apenas pelos dois paus dentro de si, mas principalmente pela ideia de estar servindo, de estar sendo usado pelos dois irmãos ao mesmo tempo.

Seu instinto submisso falou mais alto que a dor, e ele passou a se preocupar mais com o prazer dos machos do que com seu próprio bem estar, Começou a rebolar levemente, jogando a bunda macia para um lado e para o outro, para cima e para baixo, e isso acabava esfregando seu pintinho contra o abdômen forte de César, que, surpreendentemente, não reclamou de nada.

A cena era quase animal: três corpos se moviam numa harmonia sem ritmo, num jogo de prazer, dominação e submissão. Os dois corpos morenos e maiores imobilizando o menor num sanduíche e exercendo seu poder ao usá-lo como objeto de prazer. Os gemidos de dor, grunhidos de prazer e o barulho dos corpos suados se chocando completavam o cenário.

“Viu mano?”, Caio deu uma pausa por causa da respiração. “Eu disse que... esses putinhos... gostam de dor... Ele tá até... rebolando de... de tesão”. César não respondeu nada, apenas observou o garoto que estava de olhos fechados por causa da dor e do tesão, e cuspiu no rosto delicado, demonstrando desprezo e superioridade. Caio, por sua vez, sentiu-se estimulado pelo ato do irmão e deu um forte tapa na bunda que ele estava usando. “Toma isso, safada!”, ele falou enquanto tirava sua pica quase que completamente de dentro de Léo, só pra meter de volta com toda sua força. “A dorzinha tá gostosa, tá, puta?”

“Tá... tá sim!”, Léo respondeu baixinho enquanto apertava o abraço que tinha dado em César. “Me fode mais... por favor”, Ele falava o que ele sabia que seu macho queria ouvir.

Léo sentiu a pica de César começar a inchar dentro de si. Abriu os olhos e encontrou o rapaz de olhos fechados, mas se mexendo cada vez mais rápido. Embora fosse virgem há pouco tempo, o garoto já tinha assistido filmes pornôs suficientes para saber que ele estava quase gozando. Parou de gemer e começou a lamber o peito do rapaz com carinho, sentindo o gosto salgado do suor e passando a língua nos poucos pelos que começavam a nascer ali. No subconsciente da bichinha, aquilo era um ato de submissão, dedicação e carinho, uma maneira de agradecer ao macho que o estava comendo.

A carne dura de César ficou ainda mais grossa, inchada pelo tesão. O rapaz se mexia num ritmo afoito pelo clímax. Caio não conseguia mais acompanhar os movimentos e seu pau de vez em quando escapava de dentro de Léo, o que fez com que o caçula decidisse deixar o mais velho gozar em paz: tirou sua vara de dentro do garoto e se afastou. Ficou apenas batendo uma punheta leve, olhando o irmão agarrar com força a bunda do viadinho e meter forte.

Os gemidos finos do garoto foram abafados pelos xingamentos do outro. “Bicha do caralho! Ahhh!”, rosnava com os dentes semicerrados enquanto separava as nádegas do menino o máximo que podia, permitindo a entrada de seu pênis até o final. Léo ficou feliz quando sentiu o pênis pulsando dentro de si, espirrando jatos de porra quente. Olhou para César e o viu de olhos fechados e com a cabeça jogada para trás, a face com uma careta máscula enquanto ele aproveitava o gozo.

E então, tudo se acalmou. Léo abraçou César ainda mais, encostando seu rosto no peito do rapaz mais uma vez. Sentia o leite de César começar a escorrer dentro de si, parecia que ia sair pela sua bunda.

Mas a calma durou pouco. Mãos brutas logo agarraram o garoto pela cintura. Léo olhou para cima assustado e viu César ainda de olhos fechados, com os braços cruzados atrás da cabeça, logo quem estava agarrando-o era Caio. Claro! Como poderia ter esquecido de Caio?

E agora o rapaz não ia mais esperar pelo irmão. O garoto foi puxado dali e colocado deitado sobre outra parte do sofá-cama com as costas para baixo e teve suas pernas puxadas para cima e apoiadas nos ombros de Caio. “Agora é minha vez”. O machinho falou enquanto se introduzia em Léo de uma vez só, fazendo o garoto suspirar de dor e começando uma série de estocadas rápidas.

Caio fez cara de quem não estava gostando do que estava sentindo. “Que merda! Esse cu já tá todo frouxo”, reclamou para o irmão, que depois de se recuperar do orgasmo, estava se levantando do sofá. César deu uma risada maldosa e olhou Léo com escárnio, depois saiu dali para deixar Caio se satisfazer em paz.

Depois de ser penetrado por duas toras ao mesmo tempo, Léo realmente estava bem alargado. Mesmo assim, com a nova posição, conseguia sentir que a vara de Caio ia ainda mais fundo do que antes, quase como que golpeando seu intestino. As investidas ficaram ainda mais rápidas e Caio se curvou para a frente, fechando os olhos por causa do prazer e segurando o garoto pelas ancas, puxando-o para perto de seu membro toda vez que penetrava, dando a impressão de que ia ainda mais fundo.

Agora que estavam a sós, Caio deixou de lado o orgulho de machão e se permitiu demonstrar o quanto estava gostando daquilo tudo. Seu corpo suava enquanto ele gemia e metia com agressividade, querendo ir cada vez mais fundo, fazendo o garoto escorregar para frente e para trás com a força de suas investidas. Léo, que notou a mudança de comportamento, envolveu seus braços ao redor do tórax largo do seu menino-homem, quase como se fosse abraçá-lo. Ele sabia que Caio jamais permitiria tal tipo de ato se não fosse nessa situação, mas mesmo assim não arriscou ir além e manteve seu corpo longe do do outro, sem puxá-lo para uma abraço de verdade.

Caio pareceu não ligar, ou até mesmo nem ter percebido o gesto do outro. Apenas continuou a bombar, com sua respiração ofegante demonstrando que ele estava próximo ao orgasmo. Léo olhou para baixo, e viu aquela cena que ficaria marcada na sua mente. Sua barriga branca e lisa em contraste com o abdômen moreno e bem definido do garoto, onde já começavam a aparecer alguns pelos. Mais abaixo, sua piquinha branca e semi-dura em contraste com a carne morena e peluda que surgia de dentro de sua bunda somente para desaparecer lá dentro de novo. Foi nessa hora que Léo começou a sentir que havia algo de diferente. Caio ficava cada vez mais grosso. Seu pau latejava e a cada latejo ocupava mais e mais espaço.

E então aconteceu. “Toma, filha da puta!”, Caio xingou enquanto derramava seu leite dentro de Léo, misturando-o com o do irmão. Léo ficou parado, mais uma vez feliz por saber que havia satisfeito um macho pauzudo.

O membro de Caio ainda nem havia terminado de espirrar porra dentro de Léo quando o rapaz, cansado pelo esforço físico, deixou seu corpo abaixar-se um pouco, colocando os cotovelos sobre o sofá-cama para poder descansar e se recuperar da gozada. Léo, que além de estar em baixo de seu macho, era mais baixo que ele, teve então acesso ao peito suado de Caio. Meio em dúvida se aquilo não lhe renderia uma agressão gratuita, o menino-fêmea colocou a língua para fora e timidamente lambeu o suor do peitoral do rapaz. Vendo que Caio parecia não se importar, Léo logo começou a lamber um dos mamilos, aproveitando aqueles segundos em que, de tão cansado que estava, Caio não tinha nem mesmo tirado sua vara de dentro dele.

“Tá dando de mamar pro viadinho, é?”, a voz de César surgiu do nada.

Surpreendido pelo irmão que já havia se limpado e vestido outra bermuda, Caio se levanta do sofá de supetão e Léo geme por seu o pau ainda meia-bomba tirado de dentro de seu cu com tanta força. Desajeitado e sem saber o que fazer, Caio fica alguns momentos em silencia e logo dirige sua frustração a Léo. “Quem te disse que podia lamber o meu peito?!”, perguntou antes de dar um tapa no rosto do garoto. “Não sou viado que nem tu não!”

César riu da situação, deixando Caio ainda mais irritado. “A bicha tem o cu otod arrombado! Quase nem dá pra gozar!”, continuou a xingar depois de ver o sangue e a porra começando a escorrer da bunda do garoto. “SAI DAÍ CARALHO! NÃO VAI SUJAR A MERDA DO SOFÁ!!!”, gritou e depois agarrou o garoto, puxando-o do sofá e jogando-o no chão.

Os irmãos, especialmente Caio, xingaram o garoto enquanto se afastavam dali, indo cuidar de outras coisas. Léo ficou ali por mais um tempo, sua bunda sangrando e suas pernas com cãimbra depois de terem sido forçadas daquele jeito.

Algumas horas depois, Léo estava no carro, sendo levado para casa por dona Mircilene, que aproveitara que o marido estava cansado (com preguiça) para sair de casa e dirigir o carro, uma coisa que ela gostava muito de fazer mas raramente tinha chances.

Ingênua do jeito que era, perguntou por que o garoto sentava daquele jeito estranho, com apenas uma perna no assento e a outra meio levantada. Recebeu uma desculpa meio esfarrapada, achou estranho, mas não conseguiu imaginar um motivo para que o garoto mentisse para ela e acabou aceitando.

Depois começou a comentar que tinha ficado muito feliz em chegar em casa e encontrar tudo limpo e arrumado. Elogiou os próprios filhos, dizendo que não esperava que eles realmente estivessem esquentado a lasanha para Léo e ainda tivessem lavado a louça depois.

Léo obviamente, guardou a verdade para si mesmo. Lembrou-se calado de como depois de ter levantado do chão e ser mandado limpar a sujeira que havia feito, teve que esquentar e servir a lasanha para os dois irmãos. Lembrou-se de ouvi-los comendo gulosamente a comida que ela para ser dele. Sim, apenas ouvido. Não viu os irmãos comendo por que estava debaixo da mesa, sua boca revezando-se entre os dois paus duros. “Aproveita bem...”, Caio tinha falado, “... por que nosso leite vai ser a única coisa que você vai comer”. “E não esquece que você ainda vai lavar a louça”, César tinha completado.

Mas, por algum motivo, Léo tinha gostado de tudo aquilo e ficava excitado em saber que aquilo tudo tinha sido apenas o começo. Afinal de contas, tanto ele quanto os irmãos iam fazer o Ensino Médio naquele mesmo colégio, né?

[Bem, gente, eu não costumo falar da minha vida pessoal desse jeito, mas vamos lá, serei breve.

Há alguns meses atrás sofri um acidente de carro e bati a cabeça. Quando comecei a melhorar, perdi muito tempo estudando e fazendo trabalhos de recuperação e provas de segunda chamada pra não perder o período na faculdade. Quando finalmente me livrei disso, voltei a escrever o conto, mas aí tive problemas familiares em decorrência do tal acidente que me fizeram ficar sem condições pra escrever o conto por um bom tempo. E é por isso que eu enviando isso aqui com praticamente quatro meses de atraso.

Mas voltando ao texto, eu inicialmente pretendia fazer o conto continuar por ainda mais capítulos. E apesar de essa parte ter terminado de maneira meio vaga e ter deixado um gostinho de quero mais (pelo menos na minha opinião), acho que vou parar por aqui mesmo por ter perdido a inspiração para esse texto depois de tudo que aconteceu ultimamente. Talvez um dia eu escreva a parte 6, mas não contem com isso. Voltarei aos meus contos de um capítulo só]

Comentários

28/08/2014 15:13:19
Adorei!
03/11/2013 15:43:25
Vc precisa continuar esse conto!
07/09/2013 19:25:45
Muito bom conto, violência tolerável para um submisso. Espero que de vez em quando você lembre desse conto e escreva a parte 6. Aguardando ansiosa.
08/08/2013 16:37:42
UMA PENA MESMO! Esse conto estava se caminhando pra ser o melhor q eu já li na casa em 7 anos que frequento
09/02/2013 13:07:35
louco pelas próximas partes, não nos deixe sem saber como ficou essa putinha levada com esses machões inseminadores, nos conte, meu cu pisca só de imaginar
04/02/2013 12:56:01
Continuaaaaaaaa
17/12/2012 13:58:09
Muito bom!
16/12/2012 16:40:51
A violência pode ser exagerada, mas como é bem escrito vale a pena ler. Estou rezando para Nossa Senhora dá Inspiração pra te ajudar a voltar com tudo, quero saber qual dos irmãos vai se apaixonar pelo Léo ou quem sabe um outro resolve ter algo com Léo e os irmãos fiquem com raiva... Aguardo o próximo!!!
06/12/2012 19:54:55
esse teu conto é muito tesudo rapaz!!! só quero ver o que é que vai ser feito desse viado, queria ser ele agora...
25/10/2012 17:02:26
é verdade esperava ver uns dos meninos apaixonados pelo LEO, que pena !!!
25/10/2012 15:52:05
Pena que parou. O conto ficou excelente, parabéns!
25/10/2012 14:36:59
mtu bom
25/10/2012 13:59:41
Acho que deveria continuar, mas quem sabe sua inspiração não volta né?, gozei e gozei muito com seu conto, estou todo lambuzado, adora sexo violento, sadomasoquismo, tortura,humilhação, eu não achei nem um pouco onfensivo, só acho que poderia ser mais violento e ofensivo, você escreve bem, texto bem estruturado adorei. Nota
25/10/2012 13:19:20
isso é doença,merece tratamento,ninguem deve ser tratado assim,é um pena que ainda tem idota que se vangloria disso.

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