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Brutalidade - capítulo 6

Autor: EMYR
Categoria: Homossexual
Data: 06/10/2012 00:51:32
Última revisão: 06/10/2012 00:55:50
Nota 9.81

Capitulo 6 Punição e Recompensa

Eu passei a noite inteira acordado, envolvido pelos braços de Drezão, ele apagou logo após nossa ultima sessão de amor. Amor, ele tinha dito que me amava, e na minha surpresa eu não havia respondido, não por que eu não o amava também, mas porque eu estava surpreso. Agora eu não poderia virar para ele e simplesmente falar que o amava, casualmente, eu tinha que fazer isso de uma maneira especial, tornar isso especial para ele, eu só podia imaginar o abandono que ele estava sentindo. Quando a gente diz ‘eu te amo’ para alguém esperamos ouvir algo em resposta, mas eu só o retribui com silencio e isso estava me consumindo.

A segunda feira chegou e eu dormi muito pouco, acordamos cedo e tomamos nosso banho matinal juntos e fomos para a academia, ele insistiu para que eu voltasse a malhar em minha antiga academia e malhamos juntos, ele mantinha vigilância constante sobre mim. Voltamos para casa e outro banho, café da manha e ele me levou na faculdade.

“Você não precisa me levar na facul, Drezão, você vai se atrasar.”

Ele girou os olhos, como se eu falasse a coisa mais absurda do mundo. “Claro que eu vou levar você para sua faculdade, eu quero saber onde você estuda, e um dia desses eu vou beijar você na frente de todo mundo, praqueles manés saberem que você tem dono.”

Novamente aquela historia casamento, sair do armário, isso realmente não era para mim.

“André, eu sei que você tá curtindo o que está rolando entre a gente e coisa e tal, mas ainda é cedo para fazermos planos como casamento e assumir a relação para todo mundo.”

Ele se debruçou sobre mim como fazia sempre que queria me atacar dentro do carro e falou entre beijos. “Você vai entender que eu estou na sua vida para ficar, meu amor, e com o tamanho do amor que eu sinto por você vai ser difícil esconder, vai ser natural, um dia todos vão ficar sabendo.”

E lá estava a oportunidade, eu poderia retribuir naquela hora, não poderia?

“Fala sério André, até semana passada você era hetero cara, eu não duvido do que nós sentimos um pelo outro, mas o que você vai fazer quando o instinto começar a falar mais lato, e você sentir falta do que você não vai ter comigo?”

“Você não confia em você mesmo, Gil, você vai me dar tudo que eu quero e preciso. E nesse exato momento eu já sou tudo para você, mas ainda assim você me olha com medo.”

Sua mão que estava apoiada no vidro desceu abriu a porta do passageiro, me pegando de surpresa. Ele então recuou para seu lado do carro.

“Mas vai ser bom acabar com essa tua pose, quando você finalmente admitir que você é meu vou saber o quão real teu sentimento por mim é.”

“Eu sou seu, já te disse isso. “ minha voz estava exasperada, quando ele recuou me senti sozinho e frágil, eu precisava do toque dele.

“Vai para sua aula vai, você vai chegar atrasado.” Seu tom era o mesmo tom serio que ele sempre usava, ele não sorria fora de casa, não aquele sorriso verdadeiro.

Sem outra alternativa eu desci do carro, com o coração apertado, eu queria tocar nele, explicar tudo o que se passava dentro de mim, mas quando virei ele já estava dando partida no carro, me deixando parado na calçada.

Me senti desapontado comigo mesmo por ficar tão mal depois de uma discursão. Na sala de aula nem cumprimentei ninguém, apenas me dirigi para o canto de cabeça baixa, pronto, agora eu ia virar um emo antisocial também, pff.

Se eu tivesse olhado para o outro lado da sala veria Wes me olhando intensamente, mas não olhei.

Deu o intervalo e quando eu saia da sala fui puxado de volta pelo braço.

“Cara você sumiu o fim de semana todo, não respondeu ligação nem nada, eu quase fui à policia.”

Era Wes, agora me lembrava de ter visto algumas chamadas não atendidas suas, eu estava tão afogado em André que nem sequer percebi.

“Desculpa cara, meu primo não gostou de me ver na boate aquele dia, fiquei o fim de semana inteiro refém da família.” Uma mentirinha básica, afinal, nem eu saberia dizer o que aconteceu naquele fim de semana e nem acreditaria na historia.

“E teu primo agora manda em ti? Quem ele pensa que é?” ele estava com raiva, dava para ver.

“Somos uma família muito unida, olha, desculpa, eu sinto muito.” Eu não tinha cabeça para pensar no que estava acontecendo ali naquele momento, minha mente estava parada em um tópico: André. “Wes, acho melhor a gente sair da sala, só sobrou a gente aqui.”

Eu me levantei e Wes olhou ao redor desesperado procurando um motivo para me fazer ficar.

“Olha Gil, eu estou com problemas em varias matérias, você é professor não é?”

Meu eu profissional tomou conta. “ Sim, sou, você precisa de aula de reforço?”

“Isso!” seu rosto iluminou. “Quando você pode?”

“Tenho tempo livre todas as terças e quintas a tarde, a gente pode se encontrar na biblioteca.”

“Não, eu quero que você vá lá na minha casa.” Seu sorriso iluminava cada vez mais, sua alegria me contagiou por um motivo qualquer e eu então sorri de volta.

“Claro, se a gente tiver um lugar tranquilo para estudar, perfeito.”

Ele se levantou e me abraçou forte, eu fiquei espantado.

“Cara, você acabou de salvar minha vida, te envio meu endereço por sms mais tarde, tchau.”

Falou isso e saiu da sala, fiquei olhando a porta com cara de quem não entendeu nada. Voltei pra meu lugar e fui ler um pouco. Logo recebi uma mensagem: “E então, gostou da nossa primeira briga? A reconciliação é a melhor parte.”

Era do André, sacana.

Sai da faculdade mais cedo porque não havia mais nada para fazer e fui para minha quitinete, minha casa, fiz almoço como de costume e me sentei no sofá assistindo uma besteira qualquer na televisão antes de ir comer.

Acabei decidindo ir mais cedo para o trabalho, quando cheguei fui avisado pela simpática recepcionista que eu teria que substituir outro professor em outra unidade, eu sou muito preguiçoso para checar celular, então não o fiz, e nem liguei para André, não queria invadir seu espaço e nem teria força para discutir com ele, quando tudo que eu queria dizer era que o amava.

Voltei para casa por volta das 19 horas já, simplesmente me joguei no sofá.

Quase peguei no sono quando escuto alguém bater na porta de maneira desesperada, achei que iriam derruba-la, quando abri a porta um André zangado e com o rosto vermelho voou encima de mim

Eu estava com cara de sono, não focava ainda direito. André usava coturno e uma calça cinza, usava um boné preto e uma camiseta preta que fazia um contraste irresistível com sua pele alva, a camiseta parecia que ia explodir no corpo dele, seus músculos totalmente expandidos, ele arfava profundamente e eu pensei como aquela camiseta estava aguentando. Ele me olhou de cima abaixo enquanto segurava com força no meu ombro, então me jogou de costas na parede e sem mentira rasgou minha cueca (nunca tinha visto ninguém fazer aquilo antes, assim que cheguei eu tinha tirado toda minha roupa e deixado somente as boxers, no outro dia eu tinha marcas vermelhas na virilha onde a cueca tentou fazer resistência ao puxão de André, mas eu estava acostumado, fazer sexo com ele significava ter marcas pelo corpo todo mesmo) de uma maneira ninja ele já estava sem calças, segurando meus braços acima da minha cabeça com uma só mão ele inclinou e usou a mão livre para abrir minhas nadegas, primeiro ele olhou, depois aproximou o nariz e então enfiou a língua, com força, mordia, lambia, chupava, enfiava a língua com força, me espremendo contra a parede. Eu só podia gemer, minha cabeça estava vazia, eu tinha ido do estagio de semi sono para prazer total, logo depois senti um arrepio me percorrer a espinha quando ele deu uma cusparada certeira no meu anel, se ergueu e mal tive tempo de sentir a cabeça gigante de seu pau pressionar meu anel, um momento de dor extrema tomou meu corpo e ele já estava todo dentro, numa única estocada. André não me deu tempo de acostumar, simplesmente começou a socar violentamente, as estocadas eram tão violentas que sentia meus pes saírem do chão sempre que ele metia, o som altos do seu corpo colidindo com o meu ecoava pelo apartamento, depois do grito inicial eu somente joguei a cabeça para trás e gemi baixo e continuo, conformado com a punição que levava. Era incrível como meu corpo ficava sensível ao dele, cada estocada que ele me dava mandava ondas de choque pelo meu corpo, ele não estava metendo rola em mim, ele estava balançando com minha noção de equilíbrio, eu estava em êxtase.

André sussurrou no meu ouvido, entre os dentes. “Eu te esperei na saída da faculdade hoje, fui ao seu trabalho, você fugiu de mim!” então senti o primeiro tapa na minha bunda, ele acertou bem no meio da nadega esquerda e a ardência tomou conta dela, eu gritaria, mas perdi todo o ar naquele momento, com o susto meu anel se contraiu violentamente ao redor do invasor gigante que ele mantinha entrando e saindo de mim com violência.

Nunca curti esse lançe de violência na cama, se algum cara tentasse com certeza não iria gostar do resultado, na verdade já tinham tentado uma vez, o infeliz tomou uma porrada no meio das fuças e nunca mais olhei na cara dele. Mas André era diferente, meu corpo era dele, eu já tinha me conformado com isso, não era algo que eu controlava.

“Você não vai fugir de mim, entendeu?” e outro tapa ecoou pela sala, eu achei que o musculo na minha nadega ia sair fora depois desse.

Tentei falar algo, dizer que foi só um terrível desencontro, mas ele me interrompeu antes que eu pudesse falar algo. “Cala a boca! Voce ignorou minhas ligações, você tá zuando com minha cara?”

E outra barricada de tapas ecoou pela sala, meus olhos escorriam lagrimas profusamente.

“Você nunca mais vai sair de perto de mim, entendeu? Você vai morar consigo caladinho e vai me dizer onde quer que você vai, só vai funcionar entre nós dois se for assim.” Eu pude penas balançar a cabeça, naquela hora, se ele perguntasse se tinha sido eu quem joguei a bomba atômica no Japão e extingui os dinossauros eu teria confirmado. “Que porra, parece que você ficou ainda mais apertado, Gil...” ele jogou a cabeça para trás e começou a chiar profundamente.

Quando olhei para o lado eu vi do quarto um espelho grande que refletia a gente, a cena de um cara gigante, com as calças arriadas até o chão com coturno e camiseta preta, a diferença de altura entre nós era evidente, ele segurava minhas duas mãos no alto com apenas uma mão e a outra estava apertando minha nadega, que estava visivelmente vermelha, ele não se segurou nos tapas, seu joelhos estava meio dobrados para me alcançar, eu estava todo aberto para ele, cabelos desarrumados e ele estava com a cabeça jogada para tras, com essa visão eu acabei melando toda a parede na minha frente com meu gozo, ela urrou e acabou gozando também, ainda me aplicou mais dois tapas enquanto depositava seu leite fundo em mim, eu desfaleci em seu braços, meu corpo todo desistiu de qualquer movimento, ele foi se ajoelhando e me levando com ele, seu corpo tremia todo com as convulsões que ele tinha sempre depois de gozar. André tombou para o lado, me envolvendo com seus braços, no tapete da sala mesmo.

“E a partir de agora você presta atenção na porra do seu celular direto.” Essas frases em tom de ameaça foram as ultimas que pronunciou antes de cairmos num sono profundo ali mesmo, ele me abraçando de costas, ainda engatado em mim e minha cabeça repousada no seu bíceps.

Quando acordei estava na cama, já era mais de dez da noite, a primeira coisa que percebi foi que meu corpo estava totalmente dolorido, a segunda foi que André estava ao meu lado na cama, sentado de lado com a cabeça apoiada sobre o cotovelo, me olhando.

Seu olhar era intenso, e ele não sorria, quando olhei para ele sua boca se contraiu, ficando fina, eu abracei ele e afundei o rosto no seu peito. “Sem mais brigas, por favor.”

Ele respirou profundamente e rolou para cima de mim. ”Ok, mas lembra de tudo que eu te falei, anda na linha comigo.”

Eu só balancei a cabeça afirmativamente, com a cabeça afundada no seu peito.

“E eu falei serio sobre morar comigo.”

“Não, na casa onde você morava com sua esposa e planejavam ter filhos não dá, é demais para mim.” Eu mantive meu ponto firme, mas eu também precisava dele ao meu lado permanentemente. “ Mas você pode vir aqui morar comigo.”

Ele deu um sorriso de escarnio. “Mal cabe você aqui, já viu meu tamanho? Eu sou espaçoso.”

“Eu sei muito bem o seu tamanho e quanto espaço você precisa, Drezão.” Eu falei enquanto chupava o pescoço dele, ele gemeu e pressionou o quadril contra o meu. “Mas então vamos deixar esse assunto para depois, vamos curtir nosso namoro antes de casar, ok?”

“Eu já estou casado com você, agora abre as pernas, minha lua de mel ainda não acabou.”

Automaticamente enlacei as pernas ao redor dele. “Voce tá louco, eu ainda nem me recuperei!”

“Eu sei, eu quero você assim, cansadinho, molinho, sem poder lutar e sem poder resistir.” Sua voz já estava perdida em tesão e ele estava certo, eu não poderia resistir e nem mesmo queria.

Mesmo reclamando como uma criança mimada ele dormiu na minha casa, no outro dia pela manha com uma cara de ameaça ele me deixou na porta da faculdade, eu fiquei pensando que se eu recebesse aquele tratamento toda vez que sumisse eu poderia dar um perdido nele de vez em quando, mas meu traseiro dolorido me fez repensar a ideia. E também pela cara de desespero dele quando eu abri a porta no dia anterior, não queria mais ver ele assim.

Quando entrei na sala de aula me sentei perto de Wes, ele agora passara a reservar a cadeira ao seu lado para mim, sentar foi uma dificuldade e Wes me olhou com uma cara estranha.

“A noitada foi boa hein?” ele se aproximou de mim para dizer, mas eu percebi um tom de raiva na voz dele, apesar dele ter tentado soar como brincadeira.

“Quem dera, dormi a noite toda, devo ter dormido em má posição.” Eu odeio mentir, mas as vezes é necessário, imagina eu dizendo ‘não to podendo sentar direito cara, é porque meu namorado bruto achou que eu merecia uma punição por ter sumido por um dia todo e me violentou ontem a noite’, é, não rolaria.

“Hum, sei... e teu primo veio te trazer hoje denovo?”

“Sim, é caminho para o trabalho dele.” Pronto, outra mentira, nem sabia onde André trabalhava.

Acabei me calando e me focando na aula para não ter que mentir novamente para Wes, no fim da aula ele teve que cancelar a aula de reforço que eu daria para ele naquela tarde, por um lado fiquei aliviado, mas por outro fiquei preocupado, ele parecia muito chateado, mas antes que eu voltasse para falar com ele carro de André parou na minha frente, vidro do motorista desceu um pouco e ele estava lá, com a típica cara de mal e um óculos escuros espelhado. “Entra.” Foi tudo que ele falou, com a voz grave.

Coloquei-me na posição de sentido e bati a mão na cabeça. “Sim, senhor!” Enquanto arrodeava pelo carro percebi um sorriso discreto se formar na sua face. Quando entrei no carro nos atracamos em um beijo violento, ele deslizou a mão por dentro da minha calça jeans encontrando meu anel, eu gemi na boca dele, ele sorriu e me soltou, voltando para o volante do carro, coloquei o cinto e durante o trajeto fiquei imaginado, ele não tocou mais no assunto do dia anterior, ou na sua reação violenta, ele me tirou dos pensamentos com sua voz profunda e sexy.

“Hoje a noite nós vamos para uma festa, meu melhor amigo nos chamou, vai ser na casa dele, vamos passar onde você ainda está morando e pegar suas roupas, nos arrumamos lá em casa.”

Eu fiquei calado, isso não foi bem um convite, foi somente um informativo.

Por volta das 11 horas da noite estávamos parados em frente a uma mansão em uma área nobre da cidade, eu deveria ter imaginado, somente gente rica daria uma festa há essa hora em plena terça feira, pff. Para minha surpresa ficamos por volta de meia hora aos amassos dentro do carro.

“Você está lindo Gil, não acredito que vou ter que te ver a noite toda e não vou poder tocar em você.”

O cara devia estar delirando, com a camiseta preta colada com um cordão na gola e os jeans grafite ele era um deus do olimpo materializado. Ele colocou o dedo indicador no meu nariz, e falou entre os dentes.

“Escuta bem, eu não posso assumir nosso namoro ainda para todo mundo, por causa do meu trabalho, mas você vai ficar onde eu possa te ver a noite toda, entendeu, e não quero você de papo com nenhum macho, ou eu perco a cabeça na frente de todo mundo.”

“Assim você me ofende, Drezão. Pra começar, nunca vou pedir para você me assumir publicamente, não sou uma moça casta cujo sonho é encontrar um bom marido, eu amo você, e só você precisa saber disso, mais ninguém, também vou ficar frustrado em não tocar em você a noite toda, mas no fim da noite, quem leva o premio para casa sou eu.” Dei uma piscada para ele e sai do carro antes que ele me puxasse novamente. Enquanto cruzávamos o estacionamento eu falei para ele. “Outra coisa, enquanto estivermos namorando eu serei só seu, você me estragou para qualquer outro cara, relaxa.” Ele não sorriu, mas depois de me olhar de cima para baixo simplesmente virou para frente e entrou dentro da mansão.

Comentários

08/01/2016 21:15:05
Amooooo
21/11/2014 14:46:09
Esse idiota que assina CloudES só pode ser bossal!
24/02/2013 22:04:40
Hum mm gostei mas esse poste tem determinadas coisas que vai contra os meus ideais .....mas mesmo assim foi bom
06/01/2013 09:35:55
Sem comentários... ótimo
28/10/2012 02:03:31
Tô precisando de um André desse! rsrsrs
24/10/2012 23:41:25
Bom
20/10/2012 17:12:25
CARALHO! Vocês ficam tomando conta do ranking. Dá um tempo, junta esses contos num só CARALHO! Vão lá pro site gay CARALHO!!!
15/10/2012 09:51:19
10 com certeza..parabéns denovo haha
11/10/2012 17:39:39
Muuito bom
09/10/2012 23:01:56
Muito fodastico velho
09/10/2012 22:08:27
AMEI MUUUUUIITO seu conto.BJSSSSSSSSSSS
08/10/2012 23:38:56
Esse conto é fabuloso, continua logo ele tbm, eu adoro os seus contos, estou esperando a continuação ñ demore. Bjsss
08/10/2012 08:48:45
Continua este conto também. :)
08/10/2012 07:23:11
Wunder!! Continue logo hein amigo!
07/10/2012 09:31:45
Tah ótimo o conto, 10 mesmo.
06/10/2012 20:32:06
Very Good!
06/10/2012 19:38:32
Seu conto é muito bom cara. Essa brutalidade tem um charme em especial, apesar de imaginara dor... hahaha Continua logo. 10
06/10/2012 18:11:24
Simplesmente demais! Otimo! Caraca, acompanho ansioso cada capitulo! ^^ Quando vc vai na casa dele denovo? Adorei a cena! rsrs
06/10/2012 10:38:37
cara oque foi isso que ele fez com vc meu deus. eu fiquei totalmente sem fôlego.
06/10/2012 10:26:16
Caralhooooo...Muito bom!
06/10/2012 07:16:37
maravilhoso
06/10/2012 07:01:12
cara, é de tirar o fôlego.
06/10/2012 06:12:40
É fera mesmo,perfeito, tenta postar o mais rápido possível,p favor?
06/10/2012 05:41:39
Mt bom! Adorei =)
06/10/2012 05:37:45
Muito bom eh pouco. O conto eh sen-sa-cio-nal rsrs.. éeeeeeeh fera tu ta merecendo um 11 maas.. vou te dar um 10. Abs
06/10/2012 03:07:44
mtu bom…
06/10/2012 02:56:14
Adoro essa coisa de dominação, macho bruto é fodão. Adoro seu conto...bj
06/10/2012 02:07:59
Nossa amo esse jeito bruto e dominador do andre, muito lindo amei.

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