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cachorrinho de Madame

Categoria: Sadomasoquismo
Data: 05/01/2013 15:09:17
Nota 9.60

Cachorrinho de madame 1

Sou um rapaz de 27 anos, com um bom emprego. Sempre fui do tipo que as meninas acham bonito e nunca tive dificuldades para arranjar namorada. Mas eu nunca me sentia satisfeito com nenhum relacionamento. Sentia sempre que faltava alguma coisa. Pesquisando na internet comecei a ler sobre as relações dominação-submissa e resolvi experimentar. Entrei numa sala de bate-papo sobre o assunto e comecei a conversar com uma mulher chamada Madame.

Logo de cara ela se mostrou bastante sincera e autoritária, o que, logo descobri, eram suas principais características. Enquanto teclávamos, perguntei como ela era e recebi a seguinte resposta: “Não pense que me encaixo nas suas fantasias de mulher Domme linda para você. Tenho 55 anos, minha altura é de, 170m e meu peso de 90 quilos. Se realmente está interessado em ser submisso e não é apenas um idiota querendo uma foda fácil, podemos continuar”.

De alguma forma, a maneira autoritária e sincera dela me conquistou. Passamos a nos falar pelo MSN até que um dia marcamos para nos encontrar na praça de alimentação de um shoping. Ela foi com um vestido largo azul. Tinha cabelos grisalhos e olhos castanhos. Usava uma sandália que deixava à mostra seus pés fofos.

Assim que deu uma olhada em mim, ela disse: “Tem mesmo certeza de que sabe onde está se metendo?” e riu.

Eu era como o sapo hipnotizado pela cobra. Não conseguia tirar os olhos dela ou dizer não. Quando ela propôs irmos ao motel, aceitei imediatamente.

Ao chegarmos, ela me ordenou que tirasse a roupa já na garagem, antes mesmo de fechar a cortina. Tive que ir nu fechar as cortinas. Minha roupa ficou lá no carro, pois tive que subir nu.

Entramos no quarto, ela sentou na cama e me chamou para perto dela. Me examinou minunciosamente de frente. Depois mandou que eu ficasse de costas para ela, inclinasse o corpo e abrisse a bunda. Ela se concentrou em meu cu, abrindo-o mais ainda.

Enquanto me examinava, fazia perguntas:

- Já deu o cu, verme?

- Não, minha senhora.

- Mas estou vendo que já meteu alguma coisa nele. Você não te vergonha de ter um cu tão peludo?

Não sabia o que responder e fiquei quieto.

Ela repetiu a pergunta, dessa vez, aplicando um severo tapa na minha bunda, que ficou toda vermelha, já que sua mão era enorme.

- Não tem vergonha desse cu peludo? Está achando o que? Se quiser ficar comigo, vai ter que raspar de dois em dois dias. Aliás, vai ter que raspar todo o resto. Não suporto escravo pelulo, ouvi?

De novo a pergunta foi acompanhada de um tapa.

- Sim, senhora. – respondi.

- Agora venha cá. – chamou ela, tirando o vestido e abrindo as pernas.

Agarrando minha cabeça, ela direcionou para sua xana.

- Agora lambe, me faz gozar!

Ela era muito peluda. Depois me explicou que, embora eu tivesse de me depilar, ela não tinha obrigação nenhuma nesse sentido.

Eu chupei ela o melhor que pude, mas logo ela puxou meu cabelo e desferiu um tapa:

- É assim que você chupa? Vai ter que aprender a chupar direito se quiser ser meu cachorrinho. Agora vem, cá, chupa meus peitos!

Chupei, chupei e chupei ela durante muito tempo. Seus seios eram enorme, caídos e ela sentia muito prazer neles. Só me fazia parar para passar para o outro. Devo ter ficado quase uma hora chupando-a, a um ponto em que ela gozou, mas queria gozar mais. No final, gozou três vezes, uma delas com eu chupando sua xota e a outra comigo masturbando-a. embora ela tenha gozado, avisou que eu precisava melhorar muito minha técnica se quisesse ficar com ela.

Naquele primeiro encontro ela não me deixou gozar, mas tivemos vários outros.

Um dia ela decidiu que iria se mudar para minha casa. Nós já nos conhecíamos há uns dois meses e ela já havia me usado diversas vezes. Segundo ela, eu havia sido aprovado como seu escravo pessoal e, para a próxima fase, eu teria que aceitar ser um escravo 24-7, vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana. Era isso, ou estava tudo acabado.

Eu já estava tão fascinado e dominado por ela que aceitei.

A partir desse dia, ela passou a morar em casa e tive de me acostumar a uma nova rotina. Eu saía cedo para trabalhar, mas antes deixava preparado um café da manhã para ela. Ela gostava de uma refeição completa, com café, leite, queijo, frutas e sucos, além de pão. Ela adora pão e bolos. Ela acordava só depois que eu saía.

Felizmente eu trabalho apenas meio expediente na maioria dos dias. Assim, posso voltar a tempo de fazer o seu almoço. Enquanto ela almoça, eu fico em pé, ao lado dela, nu, pronto para servi-la em qualquer desejo. Nunca posso comer junto ela. Algumas vezes, após terminar, ela me deixa sentar e comer o que sobrou em seu prato, mas na grande maioria das vezes, ela simplesmente pega o resto de seu prato, mistura com o que sobrou de suco e da sobremesa e coloca em uma vasilha de cachorro. Tenho que comer no chão, de quatro, sem tocar na vasilha. Para cada vez que toco, levou um tapa e minha dona tem mão pesada, de modo que faço de tudo para evitar esse castigo.

Depois disso, eu faço todo o serviço de casa, varro, passo o pano, lavo as louças, lavo o banheiro, sempre nu, enquanto ela assiste a novela da tarde, ou lê uma revista de fofocas. De vez em quando paro o serviço para ir pegar para ela água, suco, ou os bombos de chocolate que ela tanto adora (tenho sempre na geladeira bombos na forma de coração), ou então porque ela quer meter o dedo no meu cuzinho. Ela tem dedos gordos e sempre reclama do fato de seu buraco ser muito apertado, mas mesmo assim faz questão de meter nele.

Quando termino esse serviço, lá pelo final da tarde, tenho que preparar o lanche dela e depois fazer uma massagem com cremes hidratantes. Pelo menos uma vez por semana eu faço as unhas dela também (tive que fazer um curso para aprender a tratar e pintar as unhas). Eu também posso reservar um tempo para depilar o corpo, operação que deve ser feita a cada dois dias, pois ela não suporta que eu tenha nenhum pelo.

Na hora da novela, ela gosta de me colocar de quatro e enfiar os dedos no meu cu. Diz que isso deixa ela relaxada, mas quando acontece algo que ela não gosta, por exemplo, uma vilã fazendo mal para a mocinha, costuma se vingar metendo dois e até três dedos dentro de mim. Como os dedos dela são grossos, acaba ficando mais grosso do que o consolo com que ela costuma me comer quando vamos para cama. Ela também me usa, fazendo com que eu chupe sua xana, seus peitos e a masturbe.

Um dia, quando cheguei do trabalho, ela estava nitidamente nervosa, o cenho carregado.

Eu mal entrei e ela já foi gritando:

- Para a cama, posição de castigo!

A posição de castigo é comigo, meio sentado, meio deitado, com as pernas abertas. Nessa posição ela tem acesso tanto às minhas bolas quanto ao meu rosto.

Quando fiquei na posição, ela pegou algo na gaveta e me mostrou. Era uma foto de uma festa da empresa. Mostrou a foto e levou a mão para o meu saco.

- Vou perguntar uma coisa, verme. É melhor responder direito ou aperto o seu saco, ouviu?

- Sim, senhora.

- Muito bem, quem é essa sirigaita?

- Que sirigaita?

A dor dela apertando minhas bolas foi indescritível.

- Não se faça de desentedido. Quem é essa sirigaita com quem você está conversando?

- É uma amiga do trabalho.

Ela cerrou as sobrancelhas:

- Amiga? Diga uma coisa, você acha ela bonita?

- Não, minha senhora.

Um tapa estalou no meu rosto.

- Não minta para mim, seu verme! Vou repetir a pergunta: você acha ela bonita?

- Acho, senhora.

- E você acha que ela é mais bonita do que eu?

- Não senhora.

Agora foi a vez dela apertar as minhas bolas.

- Eu já disse para não mentir para mim, seu verme! Desde o momento em que aceitou ser meu escravo, eu sou a única mulher para a qual você pode olhar e a única mulher que deve achar bonita, entendeu?

- Sim, senhora.

- A partir de hoje, não quero saber de você conversando com essa sirigaita. E, todo dia, sempre que chegar do trabalho, deve me dizer o quanto eu sou bonita, entendeu?

- Sim, senhora.

- Agora venha beijar os meus pés, verme!

Eu me abaixei e comecei a beijar os seus pés. Depois tive que beijar todo o seu corpo.

Quase todos os dias ela me faz ficar na posição de castigo e começa a me fazer perguntas.

Um dia ela segurou no meu pênis e pareceu desconfiar de algo:

- Você se masturbou?

Demorei a responder e levei um tapa no rosto.

- Eu fiz uma pergunta, seu verme! Você se masturbou?

- Sim, minha senhora. Eu me masturbei no trabalho. Mas, por favor, entenda, faz duas semanas que a senhora não me deixa gozar... eu não aguentava mais...

- E você acha que é muito? Por mim, você nunca mais fazia essas nojeiras... pensei que pudesse confiar em você, mas vejo que não posso... a única solução que encontro é você usar um cinto de castidade.

- Não, minha senhora, por favor...

Ela apertou minhas bolas:

- Cala a boca, verme! Essa será a melhor solução. Assim você ficará mais submisso do que já e mais apaixonado por mim, além de nunca mais poder se engraçar para o lado de qualquer mulher, pois sou eu que vou ficar com chave e você estará trancado todo o tempo que eu quiser.

Tive que comprar esse terrível instrumento de tortura.

Para acostumar, Madame fez um programa de treinamento.

Inicialmente eu passei um dia inteiro sem tirar. Depois passei dois dias, depois quatro, e assim por diante.

Para evitar problemas de saúde, descobrimos que era necessário fazer a ordenha, retirar o líquido que fica acumulado na próstata e isso deve ser feito uma vez por mês.

Nesses dias, madame coloca um avental, um lenço na cabeça e luvas amarelas de limpeza.

Ela usa luva apenas na mão direita, pois costuma fumar nessas ocasiões (sempre que está estressada, ela fuma). Usando um pouco de lubrificante, ela mete o dedo protegido pela luva no meu, fuma, e começa a reclamar:

- Você não serve para nada mesmo. Eu poderia estar assistindo novela e estou aqui, cuidado de você, cuidando de sua saúde. Você tem ideia de quanto tempo eu gasto com você? Quanto tempo cuidando e me preocupando com você? Claro que não tem. Por que você é um verme idiota, que fica trancado porque não pode se segurar e eu sou obrigada todo mês a fazer essa limpeza. Ah, pronto. Olhai, você já fez a sua nojeira. Agora tira a camisinha e bebe tudo. Vou colocar essa luva lá a lavanderia. Lava direitinho e deixa tudo certo. Agora eu vou finalmente assistir a minha novela. Quando terminar, venha beijar os meus pés.

Se você gostou dessa história, for mulher, gorda, dominadora e tiver mais de 50 anos, entre em contato ou me adicione no MSN: [email protected] Conheça meu blog: cachorrinhodemadame.blogspot.com.br/

Comentários

01/10/2015 16:10:45
Gostaria de conhecer mulher de barra mansa RJ ou próximo meu zap
10/02/2015 12:44:51
TEM ALGUMA HISTORIA REAL? VALEU ABRAÇOS
21/10/2013 00:03:53
Nyaa amei esse conto nota 10! Nossa que inveja*---*
30/09/2013 17:20:07
nada contra quem gosta, mas nao me da nem um pouco de tesao algo assim. Curto sado mas assim e muito. boa sorte ai em sua procura
13/01/2013 17:55:11
HUmmm um homem desse que eu to precisando,só que não para abusar dele,e sim para ele abusar de mim,rsrsrs um homem pra me chupar o dia inteirinho,eu me deliciar com o pau dele...hummm...um homem de verdade..
08/01/2013 08:50:12
A história é uma ficção.
07/01/2013 23:28:23
por que terminaram? tranzaram?
06/01/2013 09:23:01
Não, não estamos juntos. Estou procurando uma dona.
05/01/2013 16:22:41
WOW Que isso novinho, que isso? Sua genética é doida, mas entendo que existe qualquer tipo pessoa nesse mundo. Você é o sonho de consumo de qualquer pessoa, faz tudo o manda e sem reclamar hahaaha. Vocês ainda estão junto? Por que terminaram? Pelo visto você nem poderia conversar com sua mãe né

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