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Iniciando os Gêmeos

Autor: Lucy
Categoria: Heterossexual
Data: 18/06/2013 12:37:19
Última revisão: 31/05/2014 11:36:49
Nota 9.83
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As Lucys andaram um tanto em moda nesta casa. Assim é muita concorrência! Mas, eu sou Lucy, ex-Garota de Programa, agora MILF e amiga da Dona Leila e apesar da coincidência de nomes não sou a irmã do excelente autor Newton. Se fosse esse incesto já teria acontecido ou teria cobrado um michê, bem baratinho.

​No ultimo conto narrei uma aventura grupal, um swing de minha amiga Leila e eu. Neste vou contar um caso, na verdade um programa muito legal e gostoso, aos envolvidos, não se preocupem trocarei suas identidades. Não vou me descrever fisicamente, creio que muitos já leram meus outros contos, então creio desnecessária esta apresentação e nem de como virei garota de programa, mas quem quiser e só olhar os primeiros textos que escrevi. Lá esta toda minha vida de aluguel e porque voltei ao ramo.

​Bem, vamos ao fato acontecido! Estava no final de meu curso universitário, creio que no ultimo ano escrevendo minha monografia de formatura. Tinha nessa época no mínimo uns três para quatro anos de experiência no ramo, por que não assumir de uma sofisticada prostituição, estava com clientes bons, pagava minha faculdade e até enviava uma graninha para minha mãe, cuja origem do dinheiro dizia que era de estágios e trabalho. Se mamãe soubesse o duro que dava, ou melhor, que recebi nas carnes para tirar esse extra...Talvez ela até gostasse!

​Lembro bem, estava na faculdade certo dia, no intervalo de uma aula, quando o Gaúcho, um bom cliente meu, ligou-me. Conversa vai e vem. Achei que ele queria acertar um programa e horário para meus delicados serviços, mas foi quando ele disse:

​-Lucy, indiquei seu nome para um colega meu do Rio, passei teu celular e ele vai te ligar e quer conversar contigo. Atenda bem ele é um ótimo cara e vai de passar os detalhes do serviço. Beijo tesuda!

​E foi isso. Não passou detalhe, nome, nada apenas que era um empresário carioca, amigo e que pretendia me contratar por meus serviços sexuais. Isso ficou bem claro. Achei que seria um serviço comum e rotineiro e fiquei aguardando a chamada do tal desconhecido. O Gaúcho me avisou por que sabia que eu era e sou muito seletiva com clientes e sempre saía com alguém indicado ou no mínimo fazia um encontro preliminar para ver que tipo de freguês eu teria que trabalhar.

​Isso é comum no nosso ramo, até para nossa segurança. Nunca se sabe quem será seu futuro e próximo cliente. É um emprego como tantos outros e a referencia de alguém se possível é fundamental. Talvez isso seja um fator que distingue uma GP free-lance com as que possuem suas cafetinas ou atendem nas boates e ruas. Para mim a coisa dessa forma andava mais seguro e rápido. Depois aqueles detalhes que já falei. Educação é, e sempre foi essencial para mim.

​No final daquela noite meu celular liga, numero desconhecido e eu atendo. Era o tal senhor, vou tentar descrever a conversa, foi mais ou menos assim.

​Vou chama-lo apenas para preservar as identidades de Sr. Bruno. Cumprimentou-me e disse que foi por indicação de seu amigo, ele era um empresário residente no Rio e ficou sabendo de meus serviços e discrição e que precisava deles. Eu na época morava em São Paulo. Ele tratou do assunto como se a distancia não existisse e pediu para que eu fosse para um hotel pré-determinado na Avenida Atlântica, na sexta feira, haveria uma reserva no nome dele e meu e estaria apta a utilizá-la para passar o final semana.

​Sua única exigência foi um atestado de saúde. Como sempre fazia exames rotineiros, o tinha em mão e falei que levaria para comprovação. Eu me cuido, peço e sempre levo uma camisinha, não é só por doenças, mas também nunca se sabe quando um preservativo ou uma pílula podem falhar. Uma gravidez indesejada colocaria em risco meu trabalho.

​Passei meu valor e conta para deposito e se o dinheiro estivesse ali, estaria no Rio na data e local marcado. Arrisquei, mas como era amigo de um bom cliente meu topei. O Sr. Bruno concordou, sem nem mesmo dizer qual serviço queria. Fui para casa e fiquei aguardando curiosa a que se sucederia.

​Dia seguinte uma surpresa, fui ao banco para ver minha conta. Achei que estivesse errada. O valor depositado era seis vezes superior ao que tinha combinado. Assustei e voltei para casa. Algum tempo depois o telefone toca, é o Sr. Bruno dizendo que a reserva estava Ok e confirmando seu depósito. Comunicou que havia também uma reserva na ponte área para mim ás 14:00 horas. Fiz minha mala, inclui meus acessórios de trabalho, sem saber que serviço exatamente faria, e pela quantia pensei que seria uma suruba e fui.

​Cheguei a Santos Dumont, peguei um taxi e fui pra Copacabana. Estava um lindo dia, ensolarado e quente, no balcão quando fui dar entrada no hotel, meu celular toca e atendo. Não demorou 1 minuto e atrás de mim apareceu um Sr. Vi de cara que era meu contratante e observadora que sou gostei do que vi. O Sr. Bruno, de terno, de uns 50 anos, rosto bonito e jovial, um corpo sarado e alinhado com um charme de uma cabeça grisalha o que a realçava com seu terno preto. Apresentamo-nos e da mesma forma ele me olhou de cima abaixo e pelo sorriso demonstrado gostou muito do que viu.

​Educadamente se apresentou pediu para que levassem minha bagagem para o quarto enquanto ele me convidou para um suco e uma conversa no restaurante do hotel. Gostei do cara e vice versa. Um cara educado e elegante e eu pela circunstância e local estava até meia que sem jeito. Durante o suco percebi que era um homem muito pratico, conversava, pegou na minha mão, fez elogios e que eu vinha muito bem recomendada e tal.

​Estava gostando de tudo, do Sr., do local, e claro da vasta quantia que havia me dado com antecedência. Então ele me disse para subirmos para o quarto e que ele queria saborear de meus serviços antes que me explicasse o que eu teria de fazer. Nessa hora fiquei confusa, como assim? Não era ele que eu deveria atender? Durante nossa breve conversa interpretei o Sr. Bruno, como um homem e marido normal. Desses que ficam entediados com sua esposa, ou mesmo em crise com auto afirmação da meia idade. Achei que queria companhia, ouvir e transar com alguém diferente e com discrição. Fazer sexo não convencional, com alguém que lhe desse atenção e prazer, era isso que pensava.

​Bem, fui para meu quarto e mais uma surpresa. O Dr. Bruno foi para outro, adjacente ao meu. Sobre minha cama havia três conjuntos de lingerie negras de seda, rendas e lycra um lindo sapato negros de saltos agulha enormes, e somente isso. Estava me arrumando para ele, conforme tinha solicitado. Quando a porta do quarto geminado abriu e o Sr. Bruno me chamou.

​Estava linda, melhor só se tivesse uma maquiada a rigor. Entrei em seu quarto e ele estava na cama, deitado e nu, com uma bela ereção. O quarto estava aromatizado cheguei junto a ele. Levantou-se e me conduziu de forma delicada, passou a mão em meu rosto por trás dos cabelos, juntou-me ao seu corpo e me beijou varias vezes, beijos suaves, carinhosos e dóceis. Há muito não sentia isso, percebi -me desejada. Não parecia um cliente normal.

​Em seguida deitou-me, passou suavemente a acariciar meu corpo, seios, barriga, coxas até chegar a minha intimidade. Não sei como, mas, o ambiente e o ar de sedução deixaram muito rápida, embriagada de tesão. Estava molhada. Em seguida com muita avidez, conforme suas mãos me possuíam senti sua língua percorrer meu corpo. Estava nas nuvens. Não estava entendo mais nada. Era paga, por uma ótima companhia em um hotel de luxo na orla do Rio.

​Eu é que tinha que fazer o serviço, mas ao contrario estava sendo totalmente envolvida e seduzida por aquele Senhor gostoso. Levei um banho de língua até que ele chegou em minha bucetinha, lambendo minha vulva, acariciando-a com os dedos, separando os lábios e fazendo movimentos circulares com a língua em meu clitóris saltadinho aquele altura. Gozei só nas preliminares e não consegue esconder o prazer que sentia.

​Quis retribuir o favor, mas o Sr. Bruno não deixou. Ajeitou seu pau, na entrada de minha buceta, esfregando-o bem suave, e foi muito devagar entrando em mim, entrou por completo. Seu pau era rosado, normal para os padrões, com uma cabecinha bem graúda. Um belo exemplar, sem nenhuma particularidade. Esse cara é o típico que tamanho não faz a diferença, apesar de muitos dizerem o contrario, para mim é lenda. Tive centenas de paus dentro de mim de tudo que é tipo e cor. Nunca discuti isso com cliente sempre os elogios. Todos os homens gostam disso, sem exceção.

​Este era normal como a maioria, mas ele era experiente e metia em mim de forma cadenciada, nem forte nem fraco, Continuo e fundo e todo. Meu grau de excitação era explicito pelo barulho típico que se fazia em minha vagina, toda encharcada naquele lindo pau. Beijava-me o pescoço como um velho conhecido, suas mãos em meu pescoço e seios e seu pau num ritmo ótimo. Não demorou muito para que entrássemos ao orgasmo os dois juntos. Pena que ele estava de camisinha. Queria ter sentido aquele leitinho em mim. Gozei profundamente.

​Olhamo-nos e ficamos nos acariciando. Um lindo homem. Pensei, que esposa de sorte a dele. Então ele me interrompeu os pensamentos e disse-me a verdadeiro motivo de minha estada e serviço:

​Cara Lucy! Você foi ótima é exatamente o que preciso. Seu serviço será amanha, neste hotel. Hoje podes ficar com essas duas suítes amanha a família estará aqui.

​A Família? Pensei alto, como assim???? Bruno explicou. Tenho dois filhos gêmeos. Estarão na maior idade amanha. São virgens, nunca tiveram uma mulher, eu e minha esposa somos muito liberais com sexo. Apesar de não realizarmos nada muito extrapolante, mesmo por que não precisamos. Adoro-a, é bonita, minha amiga e parceira. Esta ideia foi dela, para que nossos filhos tivessem um presente de aniversário, uma orientação sexual e com alguém de muita experiência.

​Eles todos sabem disso, inclusive que estive aqui contigo hoje. Espero que não ofendas e mantenhas nosso trato. Caso não queira já esta paga, fica ao seu critério. Gostei de você e quero que faça o mesmo com meus dois filhos. Estarei aqui com minha esposa e eles amanha.

​Quando a gente pensa que já viu tudo na vida, ou mesmo no ramo de trabalho sempre aparece uma diferente. Já tinha feito de quase tudo, transas normais e bizarras, com homens e mulheres, solteiros (as), casados (as), viúvos (as), casais, ménage, orgias, show particular, festas de formatura, Escort service, fetiches e fantasias, inversão, quase tudo.

​Mas atender uma família, desvirginar dois homens como presentes de aniversário e com os pais juntos para dar orientação. Imaginem só. Parem e pensem as situações que nós passamos. A maioria de vocês nem imagina o que passamos para atender as fantasias de todos. E ainda somos marginalizadas pela sociedade que teima em nos contratar a séculos. Dizem que é a profissão mais antiga do mundo. Fazemos como profissionais nosso serviço.

​Não recuei e aceitei o trabalho, apesar de estranho já estava ali. Paga e bem tratada. Mantive minha palavra e disse que atenderia a todos, até sua esposa se assim ela quisesse. O Sr. Bruno se despediu e disse para aproveitar o resto do dia, caminhar no calçadão e que no outro dia ele retornaria a tarde conforme o combinado. Banhei-me, coloquei uma malha e tênis e desci para dar uma corrida no calçadão. Penso, quantos de vocês devem ter me visto aquele dia? Fiquei de boa, como se diz, exercitei-me e a noite fui num restaurante modesto e muito bom, frequentado por pessoal de velha guarda na Rua Santa Clara.

​Poderia ter saído a noite, tinha outros clientes e conhecidos no Rio, mas não o fiz. Fui paga e fiquei concentrada. No mais já havia deliciosamente transado à tarde. Dormi. No dia seguinte me produzi toda, havia marcada em uma coiffeur tomar um tratamento de beleza, Fiquei como se diz na minha terra “Coisim bunita”. Peguei e me vesti para meus clientes a rigor.

​Eram umas 14 horas quando a recepção me liga a pedido do Sr. Bruno. Estou pronta para recebe-los. Em instantes ouço sons no quarto ao lado e minha porta se abre. São o Sr. e a Sra. Bruno. Ela uma loira muito bonita e elegante, aparentando minha idade, vim a descobrir depois que tinha mais de quarenta. Estava era muito bem cuidada. Olhou para mim e fez elogio ao marido pela escolha. Bruno nos apresentou e sentamos para conversar, no que ele disse que seus meninos me aguardavam no quarto ao lado.

​Eles me olharam e me conduziram até o outro cômodo e vi os rapazes gêmeos, sentados no sofá, apenas com roupas intimas. A Sra. Bruno me conduziu até sentar entre eles e ficaram os dois de pé nos observando. Os meninos eram homens na verdade. Bem alimentados, grandes e sarados, com aquele peito de nadador, fortes, cerca de 1,75m. Cabelos loiros acastanhados, bonitos, bem bonitos mesmo. Coxas grossas. Sentei-me entre eles. Não entendi como dois rapazes tão bem feitos ainda podiam ser virgens. Vi que estavam excitados, pois suas cuecas mostravam-se em plena ereção.

​Vou chamá-los de Rômulo e Rêmulo, apenas uma homenagem histórica a gêmeos famosos, Em instantes, eu peguei os dois pela mão acariciei seus rostos, beijei-os tal qual seu pai havia feito comigo no dia anterior fomos para beira da cama, enquanto o Sr. e a Sra. Bruno como espectadores nos observavam.

​Passei como disse a acariciar os rapazes, a Sra. Bruna falava baixo ao pé do ouvido de seu marido. Ele retransmitia instruções aos seus filhos, dizendo para que os dois me encoxassem pela frente e atrás e me seduzissem também. A Sra. Bruno não se dirigia a mim mais, agia como a mentora de tudo dizendo ao seu marido, como maestro a reger a obra. Como disse a vocês achei isso inusitado e diferente.

​Os rapazes me alisavam e eu a eles. Sentia colado a meu corpo que era menor que o deles seus paus duros. Comecei a ficar muito excitada com toda a situação e resolvi tomar as rédeas do momento. Abaixei-me e pus seus paus para fora que ficaram a açoitar minha cara. Em seguida peguei os dois e passei a mama-los um de cada vez em chupadelas longas e demoradas, lambi-os todos de alto a baixo e engolia por completo, duas lindas rolas normais e maiores que a do Seu Bruno.

​Fazia com maestria as chupadas, olhando para cara de seus pais que calmamente nos observavam. Uma delicia de situação. Em seguida a Sra. Bruna dirigiu-se a seu marido e ele mandou que eu lambesse os sacos e a bunda de seus filhos. Fiz obediente a ordem de meu patrão punhetava seus paus muito duros, enquanto sugava e passava a linguinha naqueles cuzinhos virgens. Fiquei com mais tesão ainda, lamber aquelas bundinhas zero quilometro era uma oportunidade ímpar. Lisinhas, brancas, sem pelos. Que mulher não gosta de uma bundinha de macho bem feita e durinha. Pois, é me aproveitei da situação e praticamente comi a bunda dos meninos.

​Coloquei-os de costas e de pé, com a mão em seus paus punhetando os dois e lambi pra valer aqueles rabinhos gostosos. Estava me deleitando e melhor paga para isso. Fechem os olhos e pensem a situação. Eles estavam excitadíssimos, eu também. Minha buceta estava encharcada e não via a hora de ser possuída e justificar meu preço. Via na cara dos pais a aprovação em tudo que fazia.

​Não demorou muito para que o instinto do meninos aflorasse. Quase descontrolados de tesão vi aquilo que estava guardado a anos, o animal de dentro deles emergir. Foi quase simultâneo. Viraram me pegaram no colo e fiquei entre os dois aos beijos na boca e retribuía com vontade as chupadas de um e outro. Deitaram-me na cama e instintivamente o primeiro colocou seu pau dentro de mim. Por ordem da mãe e dita pelo Sr. Bruno o outro se posicionou a minha frente dando-me seu pau para chupar. E assim foi. Um metendo e eu chupando, os pais requintados, sentados de pernas cruzadas, calmamente observavam seus filhos me possuindo. Estava até o fundo da minha bucetinha molhada, passei a gozar profundamente, soltava gritinhos finos de tesão, os rapazes arfavam e suavam sobre mim, Sei que trocaram em seguida de posição, e varias vezes durante uns vinte minutos e sem gozar.

​Eu gozava muito, mas quando eles davam a graça de queriam ejacular seu pai interrompia, por ordem da Sra. Bruno. E recomeçavam novamente. Estava maluca com aquilo, perdi-me sem saber qual dois era mais gostoso e qual era qual, só senti ser totalmente possuída.

​Em determinado momento, após um bom tempo me fudendo a mãe dos rapazes solicitou que eles me enrabasse. Prontamente fiquei de quatro para sentir aquelas rolas no meu cuzinho. Minha bunda redondinha e farta, não gigantesca, mas muito simétrica e durinhas se ajeitava para receber o primeiro pau naquela viagem. Senti aquela rola deslizando já molhada pelo meu reto. Uma delicia Beijava o outro irmão enquanto um me enrabava.

​Trocaram da mesma forma três a quatro vezes, levei uma surra de rola na buceta e na bundinha. Mais uma vez a Sra. Bruno interrompeu mandando através de seu marido os dois me possuírem, Um deitou e fui para cima encaixando seu pau na minha bucetinha inchada, o outro continuava encaixado em meu cuzinho. Saltava no pau de um e ou outro me atolava em pau numa profunda dupla penetração.

​Da mesma forma que antes eles se revezaram, eu não sabia mais quem era quem. Os gêmeos como o titulo deste conto (verídico) me deixaram totalmente estufada em seus paus e eu totalmente satisfeita. Gozada e com uma farta quantia na conta. Por isso que digo que tive sorte com clientes. Quantas tiveram isso? Prazer, viagem, bem tratada e dinheiro. É prostituição, que seja, mas era como vivia e muito bem até casar com o Junior. Confesso, não fui esperta. A gente vê o problema na casa alheia, mas nunca percebe os que estão ao nosso lado. Junior!

​Olha passou um bom tempo, eles gozaram, os pais sabendo de minha condição de saúde fizeram para primeira vez eles me comerem literalmente sem preservativos. Sei e evito, mas a situação era diferente. Levei uma lada de sêmen dos dois. E não acabou pro ai.

​O Sr. Bruno e a Sra, delicadamente me limparam. Uns minutos depois passei a chupa-los novamente, O vigor dos 18 anos era claro e evidente. Não demorou nada para que tudo recomeçasse do mesmo jeito, e seus pais só assistindo. Assim foi até por volta das 17:00. Prestei meu serviço, meu corpo, fiz misérias com os meninos. Um delicioso ménage conduzido por seus pais que testemunhavam.

​Para finalizar enquanto os rapazes se banhavam a Sra. Bruna que eu não ouvi a voz, sacou o pau duro de seu marido, para fora, me ajoelhou e pôs a pica em minha boca punhetando-o. Já sabem né! Levei uma bela esporrada na cara me enchendo os lábios e boca e tive de engolir tudinho. A única vez que ela falou ouvi sua voz suave.

-​- Tome tudo! E só, não escutei mais um som daquela senhora requintada.

​Eles se despediram e foram embora. Eu fiquei ali deitada, prostrada raciocinando tudo que aconteceu. Uma surra de rola dos rapazes, um final de semana no Rio, uma aula sexual, uma família bem unida. Fiquei ali naquele sábado. Domingo aproveitei a praia pela manha, fui assediada, mas não estava a fim. Fiquei até com vontade de entrar em contato com eles, mas como uma profissional me impedi disso, Tinha que me preservar e aos clientes também.

​As 19:00 horas parti para São Paulo. Anos depois reencontrei um dos gêmeos, não sei qual, que já na universidade e namorando resolveu me rever em São Paulo. O outro irmão, A Sra. e Sr. Bruno nunca mais os vi. Espero que se lerem este relato, apesar de ter omitido seus nomes verdadeiros, se é que eram, fiquem sabendo que foi um prazer atende-los, fiquei sempre encantada com esse serviço, Queria ter-lhe ditos que foi um prazer para mim essa oportunidade. Queria que aproveitassem e lessem minha história. Sei que o final dela hoje, esta longe de ser feliz, paciência. Tenho saudade desses tempos....

Comentários

26/12/2014 14:51:26
Tenho 19 anos Sou louco por mulheres mais velhas. Alguma afim de conversar, email e skype: [email protected]
22/06/2014 00:49:44
Excelente conto. Parabéns.
05/08/2013 23:58:18
Muito bom parabéns!
03/08/2013 21:50:53
Adorei este também. Em suas veias corre sexo, você respira sexo, cheira a sexo. É tudo o que eu gosto. E para me deixar mais tarado também é "garota de programa"; adoro garotas de programa, é um fetiche meu. Adoro mulheres que gostam de fazer de tudo no sexo, assim como você. Parabéns mais uma vez.
22/07/2013 20:20:09
Ora sua menina!! Bom de safado esse seu caso. O pai, os filhos. Bem, paga! Porreta!! Deu uma bela lição nesses cabra!
21/07/2013 12:17:56
Não pago, não pago e não pago. Neca pau! Prá mim ter q ser na faixa, sempre. Afinal, ninguém comeria uma Lucy com tanto amor como eu. Mas li este conto maneiro e terminou como sempre. Eu de pau duro e morrendo de inveja desses gêmeos. Nota mil e beijos, beijos e beijos!
14/07/2013 22:24:03
Li todos os seus contos e deixei nota 10 porque não há mais alta, beijos e continue o contismo de qualidade.
13/07/2013 19:37:18
Obrigada a todos pelos elogios e comentários. Vou em breve contar uma visita que fiz ao voltar para casa, revendo titio e primos.
13/07/2013 18:22:18
Parabens, http://drmenage.blogspot.com/
06/07/2013 04:21:21
:19:45 Como sempre ótima. Um tesão vc e seu relato. Realmente todo mundo ficou plenamente satisfeito.
05/07/2013 18:20:42
Ótimo texto e testemunho de profissão, bem descrito. Gostei mesmo foi de seus comentários em outros textos. Mostrou ser uma pessoa aberta, sincera e assumida. Gosto do que escreves, continue querida.
22/06/2013 08:05:27
Estes teus contos são quase didáticos, amiga Lucy. Creio que toda mulher que queira se aventurar neste mundo da vida facil, deveria te-los como manual.
21/06/2013 08:53:57
Simplesmente Sensacional! Parabéns pelo excelente trabalho, gostei muito.
18/06/2013 16:54:33
Adorei, sexo profissional, limpo, seguro, feito por quem gosta. muito bem narrado, texto sem erros de linguagem. Gostaria te conhecer. Grau 10.
18/06/2013 14:10:41
Querida! Já tinha lido é claro, mas não posso passar aquina casa e não deixar meu comentário publico. Simplesmente lindo, profissional e uma chance impar. Concordo com o Samir. Deveria ter sido até de graça. Sei que tem saudade, mas, o que dizer "C'est la vie"! Beijos querida. Um dez pra vc.,

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