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Minha história, minha luta, minha glória 21

Categoria: Homossexual
Data: 22/09/2013 14:03:10
Nota 8.89
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Desci a rua com a cabeça a mil. Que merda aquele moleque tinha feito! E que merda maior ainda eu tinha feito! Um segundo, um movimento súbito e involuntário da minha língua, e ele viu isso como a prova definitiva de que eu gostava dele ainda. Bem, eu sentia sim algo por ele. Mas definitivamente já não era a mesma coisa. Não só porque ele tinha me feito mal, não. Mas também, e principalmente, porque Otávio tinha me feito bem. Aquele magrelo tinha ido além de todas as expectativas pra ficar comigo, enfrentado os pais dele e encarado os meus, o tio, os primos, o psicólogo, enfim, todos que eram contra nosso relacionamento, pra ficar comigo. O que eu sentia pelo baixinho era algo de pele, uma química explosiva, como eu falei, um fogo destrutivo.

Mas Otávio era meu chão, meu porto seguro, por mais que tivesse problemas. E eu sei que mesmo tendo agido como um idiota com Otávio no começo, eu fazia bem pra ele. Ele não surta a desde que tentou matar Plínio, e ainda assim, eu conseguia controlar todos os surtos dele até agora. Tínhamos nosso "filho", Tavinho, e mesmo que as pessoas fossem contra, nosso relacionamento era forte.

Eu estava decidido a nunca mais deixar Gehardt chegar perto de mim, afinal, ele só fez o que fez porque eu dei abertura, admito.

Ele era meu primo! Eu sei que pra muitos isso é comum, normal até. Mas incesto, pra minha família e pra mim também, era uma coisa muito ruim. Meu irmão chegou a namorar uma prima minha, mas até hoje nossos pais e avós não sabem disso.

Reencontrei meus amigos e decidi abrir o jogo, afinal, eles com certeza iriam querer saber o que o pirralho tinha falado e porque ele tinha voltado. Eles ainda não sabiam de toda a história do Guê ser meu primo, então eu decidi contar isso também. Putz, minha vida já estava ficando uma novela mexicana gay escrita pela mulher do Sílvio Santos, meu Pai Eterno!

- O que o meio quilo queria contigo, Doni?- perguntou Évora- aquele moleque te ofendeu de novo?

- Não. Mas acho que foi pior- eu falei- ele se declarou, disse que estava afim de mim e, quando eu disse que estava namorando e ele não tinha chances, ele me agarrou e me beijou.

- Eita! Sua mãe só pode ter passado açúcar nesse corpo- disse Brunno- e do jeito que tu é grande, foi bem uns dez quilos! Hahahaha!

- Ai, Brunno, dá pra levar as coisas a sério, uma vez na vida- disse Évora- se o Otávio ficar sabendo disso, pode ser o fim do relacionamento deles.

- Mas você vai contar, né?- falou Maria- conta e seja sempre sincero com seu amor. Até porque quem beijou você foi o Gehardt, não o contrário.

- Ah, não! As coisas não são assim, amigão!- falou Neto- se descobrirem algo, negue! Se negar não der certo, diga que foi um momento, chore, implore perdão, e reze pra que a sua sinceridade seja o suficiente, mas só depois de negar muito!

- Ah, Neto! Então essa é sua estratégia, hein, safado?- falou Maria- bom saber!

- Não amor, mas eu jamais vou te trair, então...- ele falou- nem se preocupe!

- Gente, é claro que eu vou falar pro Otávio. O Gehardt prometeu fazer um inferno na minha vida até eu ficar com ele- eu disse- já pensou se ele descobre que eu tô com o Otávio e conta ele mesmo?

- Verdade. E pra ele descobrir isso, basta que a Paula abra o bico- falou Évora- é, amigo, você está sem saída. Agora, sinceramente, eu pensei que você, mesmo namorando Otávio, estaria mais feliz com esse beijo.

- Évora, o Gehardt é meu primo- eu falei- minha tia o doou para a dona Albertina depois que ele nasceu, foi assim que nossas famílias mantiveram contato. Por isso Cristiano conhecia meus pais.

Eles me olharam com cara de quem não acreditavam, mas eu contei toda a história que minha mãe me contou, o que a minha tia falou no hospital, a reação do meu pai. Tudo. Não só porque a história era absurda mesmo, mas porque minha vida tinha ficado de pernas pro ar por causa disso, eu me sentia mal em falar daquilo. Eles ficaram chocados, claro. E depois dessa, quem não ficaria?

Descemos a rua e eu liguei pra saber se Otávio já estava em casa, pois queria falar com ele o quanto antes. Assim que ele atendeu, notou minha voz preocupada. Ele ainda não estava em casa, mas decidiu ir até onde eu estava, me apanhar, e iriamos juntos pro apê.

Esperei um pouco bem na esquina da Doca. De longe dava pra ver a movimentação do pessoal no bloco, os abadás cor de rosa choque. Logo ele parou o carro na minha frente e eu entrei.

- Oi, meu amor, o que houve?- ele perguntou- pensei que você ia com os meninos pro bloco!

- Otávio, eu preciso te contar uma coisa- eu disse- não vou mentir nunca pra você. Não quero te magoar, mas ser desonesto com você seria pior.

- Ai, meu Deus! O que aconteceu?- ele falou- você não vai me deixar, vai? Por favor, não isso comigo, amor!

- Não! Não é isso, meu magrão!- eu me apressei em dizer- mas talvez você me deixe, meu medo é esse...

- Nunca! Peraí, o que você fez, amor?- ele estava ficando vermelho de novo- por favor, fala logo!

-... O Gehardt veio atrás de nós, pediu pra falar comigo e eu aceitei- eu falei com medo- eu briguei com ele, ele se declarou pra mim e pulou no meu pescoço e me beijou. Eu afastei ele, brigamos de novo, mas ele acha que tem uma chance de um dia ficar comigo.

-... Você ainda gosta dele?- ele perguntou- você ainda sentiu algo nesse beijo?

- Não vou mentir. Senti um calor. Mas não é nem de longe o que eu sinto por você- falei pegando a não dele que o tempo todo tinha ficado sobre o freio de mão, apertando a alavanca- eu te amo, Otávio. Gehardt, acho que desde sempre, foi fogo de palha, desejo.

-...Mas no começo você achava que o amava- ele falou seco- então, será que me ama, ou é "fogo de palha", também? Ou será que é pena, porque eu sou doido?

- Você não é doido! E eu não sinto pena de você!- eu falei. Comecei a ficar com medo do resultado daquela conversa- eu te amo! Te amo muito, de verdade!

- Não tenho certeza- ele estava com os olhos marejados- não quero que você fique comigo por pena.

- Jamais! Não seja bobo!- eu falei- eu quero ficar contigo porque te amo e te amo porque você é doce, gentil, educado. Te amo porque você me dá tanto prazer que eu poderia morrer depois de fazer amor contigo e morreria feliz. Te amo porque você o primeiro e quero que seja o último. Te amo porque você é o cara mais corajoso que eu já vi na vida, e toda sua coragem você demonstrou por mim. E te amo principalmente porque você nunca desistiu de mim. Você me quis e lutou por mim com unhas e dentes e me conquistou aos poucos, domando meu coração. Você me faz rir, chorar... Você conquistou meus pais por mim. E você me ama. Só por isso, eu já te tanto... Então sou que te imploro agora, por favor, não me deixa! Pois eu, sim, fico com você nem que só o que você sinta por mim seja pena ou desprezo. Mas fica comigo!

Ele me olhou nos olhos e as lágrimas caíram. Eu também já estava chorando. Se ele me deixasse, o que eu faria? Pela primeira vez em todo esse tempo eu tive medo de perder o Otávio, e essa angústia me dominou de tal forma que eu comecei a ficar com falta de ar, esperando a resposta dele. Se ele demorasse mais um pouco, eu teria sido hospitalizado, com certeza.

- Seu bobão, eu te amo tanto! Acha que eu vou te deixar depois dessa declaração?- ele falou sorrindo- nunca! Se ferrou, lindo. Vai ter que ficar comigo pra sempre!

E ele me beijou! Foi o melhor beijo de toda minha vida! Foi o sopro de oxigênio que eu precisava pra respirar, meu sopro de vida. Caramba, a ficha caiu! Eu estava total e completamente entregue àquele sentimento, eu precisava de Otávio pra respirar, pra me mover. Não aguentaria muito longe dele, não aguentaria se ele não me quisesse. Aquele homem era meu chão, meu ar. E ele merecia tão mais de mim do que eu vinha dando, tão mais do que eu vinha demonstrando. Percebi que aquele relacionamento era pra mim a salvação, pois apesar de toda a confiança que eu adquiri, aquele ponto ainda estava inflamado. Eu tinha me tornado patologicamente dele.

- Você é meu remédio tanto quanto eu sou o seu- falei pra ele- você é a única prescrição que eu preciso, a única água que eu quero beber!

- Hoje é dia de declaração! Será que eu vou ter que agradecer seu primo oferecido por isso?- ele falou- tudo isso é medo de me perder?

- É medo de você não me amar mais, não me querer mais- falei- não porque eu preciso de você no sentido da carência, mas por que você se tornou a pessoa de maior importância na minha vida. Você é minha felicidade, e mesmo que tenha pena de mim, eu aceito isso e fico com você.

- Não diga bobagens, amor. Eu não tenho pena, eu te amo- ele falou- mas morro de medo do que você sente pelo seu primo. Sei que seria muito querer que passe tudo de uma vez, assim do nada, o que você sentiu por ele. E imagino que se ele te beijou, é natural que reaflore o que ficou guardado aí dentro. Mas tenho medo.

- Não tenha! Eu quero você. Só você. Não pelo mal que ele me causou, somente- eu falei repetindo meus pensamentos- mas pelo bem que você me faz. E quer saber, essas declarações todas ainda não são suficientes! Por favor, liga o carro e desce até o mais perto possível da micareta, por favor.

- Hum? O que você está planejando?- ele me olhou curioso- pensei que não quisesse mais ir!

- Só vai, daqui a pouco você vai ver- falei- para numa das paralelas à Avenida.

Ele apenas deu de ombros. Eu decidi que ia fazer uma declaração digna do tanto que eu o amava. Afinal, acho que todos concordam, ele merece. Então seguimos por uma das transversais e ficamos o mais próximos possível da micareta. Descemos do carro e o tempo todo ele perguntava o que eu ia fazer. Claro que eu não disse. Chegamos à área da pipoca e com um pouco de esforço, localizei meus amigos.

- Galera! Tudo bom?- falei animado- vocês todos já conhecem o Otávio, né?

- Olá, pessoal, tudo bom?- ele os cumprimetou- curtindo muito?

- Donovan! Otávio! Achei que vocês não vinham!- falou Évora- Otávio, tudo bem você estar aqui com a gente? Tá cheinho de gente da escola aqui!

- Tomem cuidado! Esse pessoal é fofoqueiro e hipócrita- falou Maria- puxa, vocês nem vão poder se beijar...

- Ah, vamos! Se o Otávio quiser, eu quero!- falei- aliás vim aqui pra declarar meu amor por ele! Você se importa, meu amor?

- Donovan, estamos de férias você e eu. O que eu faço fora do horário de trabalho é problema meu- ele falou- e você é maior de idade, vacinado, tem a autorização dos seus pais pra ficar comigo, então que se dane o que vão falar!

Ele se adiantou e me deu um beijo desses de cinema, de tirar o fôlego! Suas mãos percorreram meu corpo todo e eu fiz o mesmo. Quando nos soltamos, muitas pessoas nos olhavam. Muitos eram da escola, alguns alunos que nem tinham ido à aula, inclusive.

- Espera aqui com eles, tá?- eu falei dando mais um selinho nele- já volto.

- Espera, onde você vai?- ele perguntou- vou com você.

- Vou comprar bebidas! Espera aí-saí falando- é um minutinho só.

- Mas você nem bebe!- falou de longe- o que ele foi comprar..

Logo não os ouvi mais, a música estava alta pra caramba, e eu deu a volta na multidão. Cheguei perto de uma moça que estava vendendo na hora a sobra dos abadás, mas esses geralmente não saem pois quem já está em volta curte da pipoca mesmo. Então de 80, ela me vendeu um por 30, e foi sorte, porque eu tinha 35 no bolso, mais nada.

Cheguei perto dela e falei meu plano, abri meu coração. L

Ela riu, mas acho que ficou comovida com a situação e me mandou falar com um cara que estava perto da entreda do trio elétrico, a porta que levava ao palco lá em cima. Ele era o organizador do evento, e estava meio bêbado, já. Tinha uma pinta de gay, então pensei que poderia realmente dar certo. Falei pra ele e ele topou! Subiu ao trio e voltou, alguns minutos depois, me mandando subir e falar diretamente com o vocalista da banda, que já estava avisado da minha subida.

Eu já estava mais do que nervoso, mas era agora ou nunca. Subi e quando o cantor me viu, sorriu meio de canto de boca, terminou a música e falou:

- Olha aí, gente! Tem um rapaz apaixonado aqui, que essa noite quer declarar esse amor pela pessoa que ele escolheu, a pessoa que o completa.

Isso! O gerente falou direitinho o que eu pedi!

- Vem, vem aqui, rapaz, vamos ouvir o que você tem a dizer sobre seu amor.

Eu tomei coragem e fui. Olhei lá pra baixo e localizei meus amigos e Otávio novamente. Eles estavam perplexos. Brunno e Évora estavam de mãos dadas e gritavam feito duas meninas, agitando os braços. Maria estava com as mais sobre a boca e Neto afundou o rosto no cabelo comprido e negro dela. Aposto que estava achando aquilo cafona demais. Bem, isso vindo do cara que pediu pra namorar de joelhos...

Já Otávio estava imóvel, mas sorria de orelha a orelha. Ele me olhou e fez que sim com a cabeça, me dando seu aval pra fazer e falar o que quisesse. Isso me encheu de coragem e eu fui até o vocalista e peguei o microfone da sua mão.

- É... Bem... Ai, vamos lá! O que eu quero dizer, você já sabe- eu falei olhando pra ele. Évora estava muito perto, então acho que muita gente pensou que era pra ela- que eu te amo muito, que amo até seus defeitos, amo mais do que esperei amar alguém. Eu nunca te trocaria por ninguém, porque você pra mim é tão essencial quanto a água, a comida, o ar. Então não vou falar.

Eu comecei a cantar, em um ritmo um pouco mais lento, a música "Vivir sin Aire", do grupo Maná. Logo o tecladista começou a me acompanhar, deixando a melodia mais bonita ainda. Modéstia a parte, eu posso ter um nariz enorme e não sou o cara mais bonito do mundo, mas eu tenho uma voz muito bonita. Eu sou meio tímido, então canto pouco, mas sou afinado e tenho ritmo. Cantei de olhos fechados, só de vez em quando eu abria pra olhar pra ele. Não demorou muito e já estávamos os dois chorando de novo, eu lá em cima cantando, ele lá em baixo sorrindo feito bobo. Cantei a música até o fim. Meu espanhol não é lá essas coisas, mas minha voz compensa. Então, quando terminei, o pessoal aplaudiu, o vocalista da banda inclusive. Muitos casais ainda estavam se beijando, provavelmente beijos que começaram enquanto eu cantava. Por fim, apenas falei:

- Eu te amo, Otávio. A cada dia mais e mais. Pra sempre.

O vocalista veio e me abraçou rapidamente, pegou o microfone e gritou:

- E um viva ao amor!!- a multidão gritou- e agora vamos agitar esse trio, que senão é capaz de eu perder meu emprego pro nosso amigo apaixonado! Agitaaaa!

E lá em cima começou de novo a levantar o públicos com os sucessos da Bahia na época. E cumprimentei e agradeci o gerente do trio e fui passando pela multidão, muitos me cumprimentaram, me parabenizaram pela coragem. Logo cheguei à corda que separava a pipoca do bloco. Eles já estavam lá, me esperando. Passei por baixo da corda, e corri pros braços do meu amor. Nos beijamos muito, sem nos importar com o que iam dizer ou fazer. Meus amigos batiam palmas e comemoravam.

- Você é louco. Completamente louco- ele me falou quando parou de me beijar- mais louco que eu!

- Agora eu quero ver você duvidar que eu te amo!- falei pra ele- será que vou ter que tatuar teu nome na testa da próxima vez?

- Bobo! Claro que não! Eu te amo, meu príncipe- ele me falou- vamos lá pra casa, agora, porque quem tem uma surpresa agora sou eu!

- Agora? Mas e os meninos?- eu perguntei- vamos deixar eles?

- Deixa de frescura e vai! Se fosse eu não pensaria em ti!- falou Brunno- vai e aproveita o que eu não posso, amigo!

Nós rimos e nos despedimos de todos, voltando ao carro. Seguimos para o apartamento, mas a cada sinal vermelho, nos beijamos mais. Acho que se não soubéssemos que no elevador tinha câmeras, teríamos transado ali mesmo.

Entramos e ele me pediu pra esperar um pouco na sala, que já vinha com a minha surpresa. Quando voltou, foi com uns folhetos nas mãos e um folder enorme.

- Meu amor, eu só ia te mostrar a surpresa amanhã, mas não ia ficar por baixo depois do que você fez- ele sentou perto de mim e colocou os panfletos e folder na mesinha de centro, ao lado de Tavinho, que pedia atenção- nós vamos passar nossas férias aí, ó.

Peguei um panfleto e olhei as fotos lindas de praia e do fundo azul do mar. Fernando de Noronha! Eu mal pude acreditar!

- Meu amor, espero que tenha gostado- ele falou- escolhi sem te consultar, pois queria fazer surpresa!

- Se eu gostei? Eu amei! É o sonho de todo biólogo ou futuro biólogo, ir em Noronha!- eu falei abraçando ele- muito obrigado! Eu sei que você já foi lá, então muito obrigado por pensar em mim!

- Hum, mas eu fui bem egoísta, sabia?- ele falou me beijando- só pensei e me aproveitar desse corpinho naquelas praias, naquele mar...

Nos agarramos no sofá, eu o empurrei e deitei em cima dele. Senti seu membro endurecer com meus beijos e carícias, assim como o meu, claro. A boca dele era um tornado de maciez e volúpia me engolindo sem hesitar. Sua mãos subiam e desciam por todo meu corpo e eu não fiquei parado também!

Tiramos nossas camisas e calças e sapatos, sendo que um tênis meu caiu ao lado de Tavinho, que se assustou e correu pro quarto. Nós rimos, mas não paramos de namorar... Logo Otávio chupava meus mamilos com gula, sugando forte, linguando, mordendo. Eu gemia alto e ele parecia se excitar mais ainda com isso. Senti algo quente em minha barriga e olhei pra baixo, vendo que seu pau duro tinha escapado da cueca.

- Seu safado... Já está me apontando essa arma...- falei- deixa eu chupar, Pirulito?

- Quem te contou esse apelido!?- ele ficou vermelho- foi a Olga, né? Amanhã eu mato ela...

- Não precisa ficar com vergonha, amor- eu não queria que ele broxasse naquela hora- você não é mais um moleque magrinho e cabeçudo, mas tem um instrumento comprido e cabeçudo que é mais doce que pirulito na minha boca... Deixa eu chupar, amor...

- Claro, você sabe que eu amo quando você me chupa...- ele disse- mas não me chama mais assim, pelo amor de Deus...

Só fiz que sim com a cabeça e desci até seu pau, lambendo sua barriga lisinha de cima a baixo, literalmente. Mordi os gominhos do tanquinho dele, um tesão sentir aquele macho gostoso ser meu. Abocanhei seu pau e chupei lentamente, mamando só na cabecinha primeiro, lambendo, passando a língua na entrada da uretra. Saia o líquido viscoso do pré-gozo e eu absorvia cada gota.

Logo levantei suas pernas sem pedir permissão e mordi sua bunda branca e tonificada, lambendo em torno do cuzinho dele. Na maioria de nossas transas, ele era ativo, mas de vez em quando eu preferia comer aquele cu apertadinho... E essa era uma daquelas noites!

Chupei aquele anel com gosto, queria que ele me pedisse pra come-lo, então lambi como se aquele orifício contivesse os segredos do universo. Comecei a meter um dedo, depois dois. Ele nada falava, apenas gemia muito, e já rebolava na minha língua enquanto agarrava meus cabelos puxando minha cabeça pra mais pra perto de sua bunda máscula. Não demorou muito depois disso ele, gemendo, disse:

- Me atravessa com sua espada, gatão! Me penetra com força!

Bem, se ele queria... Eu me posicionei com um pé no chão e o joelho da outra perna no sofá, coloquei suas pernas em torno da minha cintura e encaixei a cabeça do pau na entrada do buraco apertado dele. Coloquei minhas mãos nas dele ao lado de sua cabeça e disse:

- Você quer? Então põe pra dentro, meu gostoso!

Ele foi apertando as pernas em torno de mim, me puxando com elas pra perto dele, pra dentro dele. Eu fui entrando no ritmo que ele impunha, lento mas constante, firme. Até que senti meus pelos pubianos encostaren na bundinha dele, recoberta de uma penugem alourada. Estava tudo dentro, 18 cms e grosso. Ele parou um instante, estávamos suando muito, principalmente eu.

- Amor, me desculpa, eu tô pingando suor em você- falei pra ele- quer que eu pare?

- Ficou doido? Seu suor pra mim é tudo de bom!- falou ele passando a mão no meu suor e passando por todo o corpo e rosto dele- vai, mete, me arrebenta, selvagem como eu fui naquele dia!

Já que ele queria... Comecei a bombar rápido e forte, sem dó nem piedade, só prazer! Metia, bomba a e então tirava quase tudo e metia de novo até o talo! Ele dava gritinhos e gemidos, nada afeminado, mas muito excitantes de ouvir! Abaixei e lambi a orelha dele. Ele começou a urrar de prazer e mais uma vez arranhou minhas costas, mordendo meu ombro pra abafar seus gemidos e urros eu também tive que me segurar pra não chamar atenção dos vizinhos, pois seu cu mordia meu pau e me levava ao céu.

Passei minhas mãos por debaixo de suas costas e coloquei os dois joelhos no sofá, jogando meu peso e o dele para trás. Com isso, eu fiquei de costas no sofá e ele sentou no meu pau. Ele não perdeu tempo, começou a me cavalgar e rebolar no meu membro rígido. Eu segurei seu pauzão duro e comecei a masturbar aquele pedaço delicioso de carne.

- Vou gozar, amor!- gritei- posso gozar em você?

- Vai, me inunda, me preenche, vai meu gatão!- ele falou entre gemidos- goza dentro de mim, me dá seu leite!

Gozei muito dentro dele, foram cinco ou seis jatos de porra naquele cuzinho lindo, eu gozei rugindo de prazer. Então puxei ele pra cima e abocanhei novamente seu pau duro. Não muito depois ele gozou muito na minha boca, até escorreu pelos cantos, mas ele aparou com o pau e deu na boca de novo. É uma delícia mamar Otávio, ele tem o pau perfeito.

Ele deitou sobre mim e acabamos dormindo juntos no sofá, depois de namorar bastanteAcordamos no outro dia com Tavinho lambendo a bunda de Otávio, ele tomou um susto a acertou meu rosto de leve com a mão. Nós acabamos rindo da situação, mas Tavinho mais uma vez se assustou e correu. Tomamos um bom banho, namoramos no chuveiro e pegamos as compras na geladeira e descemos pra pegar Olga, Évora e Brunno, que iriam conosco. Olga tinha, assim como Otávio, um flat no centro. Ela foi a primeira a ser apanhada. Depois passamos pra pegar Brunno e Évora, e feitas as devidas apresentações, seguimos pra casa dos meus pais. Neto e Maria moravam tão mais perto de lá do que nós que pra eles era mais fácil rápido irem de ônibus, mas Neto, cavalheiro, pagou um taxi. Chegamos e logo Évora e Brunno cumprimentaram meus pais, e depois nós apresentamos Olga a eles e ao meu irmão. Ele ficou todo assanhado, o perigoso, mas também tinha levado a namorada dele pro almoço. Bem, moro na periferia, mas minha casa não é de se jogar fora. Dois andares, quatro quartos, a sala de estudos, sala de estar e jantar e cozinha ampla. E os banheiros, claro. Papai construiu uma piscina enorme em uma das lateral e no fundo ficava o canil, onde ficavam durante o dia Diana e Naruto, meus cães (eu escolhi o nome, não me condene, eu adoro animes).

Tudo muito bom, até meu pai nos olhar de cima a baixo e perguntar:

- Cadê suas malas? Você vai voltar pra casa, não vai, meu filho?- ele falou preocupado- eu pensei que você ia trazer suas coisas hoje. Otávio, não vai roubar meu filho de mim, hein!

Nós rimos e então eu decidi contar pra eles das férias em Noronha, que eu só voltaria pra casa em agosto.

- Puxa, meu filho, eu já estava planejando nossas férias em Salinas, na casa de lá- disse meu pai- ia até convidar o Otávio, e agora você, Olga, para irem conosco.

Fiquei sem saber o que dizer, não queria deixar meus pais na mão, mas meu magrelo já tinha até comprado as passagens. Mas eu não precisei dizer nada, ele como sempre resolveu tudo do jeito divino dele:

- Não por isso, Marcos- ele falou colocando a mão no ombro do meu pai- porque não fazemos o contrário e vocês três e a Olga não vêm conosco? Assim passamos mais tempo nos conhecendo, já que eu quero casar com o Donovan assim que ele se formar na faculade. Por falar nisso...

Ele se ajoelhou no chão, e puxou uma caixinha de joias do bolso era toda forrada de veludo azul escuro.

- Donovan Michael Absche Freire- ele falou meu nome completo- quer se casar comigo?

Comentários

22/09/2013 23:08:06
Li os 21 capítulos hj chorei ri senti ttesão perfeito
22/09/2013 21:27:55
Esse pedido foi maravilhoso, e o seu primo pelo jeito vai aprontar muito em!? Espero que nada separe esse casal lindo que é vocês dois.
22/09/2013 21:25:51
Obrigado, pessoal. E não riam do meu nome, papai é muito "criativo"...
22/09/2013 17:01:36
não sei o que foi mais lindo: a declaração depois de dizer sobre o beijo do pirralho, a declaração na micareta ou a forma tradicional do pedido de casamento... Estou vomitando arco-íris agora *_* rsrs. E o bom desta viagem é que não vai ter o bestão do Gehardt pra atrapalhar (torcendo pra isso)
22/09/2013 15:32:15
Que declaração linda, vocês formam um casal lindo:) gosto muito do seu conto.bjs2
22/09/2013 15:30:51
Ai foi tudo muuuuuito mágico e magnífico
22/09/2013 15:09:24
Aaah, que lindo *-* Mas teu pai quer te roubar do Otávio :o Gostei não hahaha
22/09/2013 14:38:32
Tipo só uma palavra PERFEITO, a tua declaração na micareta, o amor entre tu e o Otávio e é claro o pedido de casamento. Demais mesmo.

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