Casa dos Contos Eróticos


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O Paranakau e o Xibiu-açú

Um conto erótico de Abdul
Categoria: Heterossexual
Data: 29/11/2013 23:45:13
Última revisão: 26/02/2014 14:04:08
Nota 10.00

Bom ler antes os contos " Cabocla das Ilhas" e "Jandira".

*O Paranakau e o Xibiu-açú*

Era uma sexta feira, feriado nacional, eu havia prometido a Jandira que a levaria à ilha de sua avó. As sete e trinta, fomos ao ancoradouro da firma de um grande amigo, literalmente grande, pegar a lancha veloz que ele havia me emprestado, com o compromisso que eu a devolvesse com o tanque de combustível cheio.

Abastecemos no posto flutuante e acelerei a lancha na baia com cuidado, mais firmemente, Belém ia ficando para trás, Jandira estava de biquíni verde limão, que contrastava com sua morenice, realçando ainda mais suas ancas, e uma camiseta branca, presa abaixo do busto, viajava me abraçando por traz.

Uma hora e quinze minutos de viajem, pediu-me para entrar em um furo, pois queria passar na casa de uma amiga, desacelerei e entrei pelo canal, com cuidado, lentamente, mais dez minutos, chegamos a um trapiche, ela saltou e amarrou a lancha, desliguei, guardei a chave e desci também, havia uma estiva longa que entrava na mata fechada, uns bons trinta metros até a casa de madeira, Jandira havia ido na frente e me esperava abraçada a uma morena baixinha, simpática, um pouco mais clara que a minha morena.

- Henrique, minha comadre Jaci...!

Jaci, era só sorrisos, muito simpática, cabelos curtos e negros e uma peninha colorida, bem pequeninha enfiada na orelha direita.

- Olá Jaci, prazer...!

Estiquei minha mão para ela. Ela tocou, morrendo de rir, os olhinhos fechados como oriental que encolhiam mais com seu sorriso. Não falou nada. Vestia shortinho e camiseta justinha tipo baby look, com o ventre exposto, o que chamava atenção era o imenso volume que tinha no meio das pernas, separados pela costura do short, dividido em dois montes carnudos. A minha morena notou o que eu olhava e falou sorrindo:

- Henrique, tu não tem jeito...!

Pedi desculpas para ela e entramos na moradia simples, uma salinha com televisão e sofá, um corredor entre dois quartos e a cozinha com fogão de lenha, onde uma panela fervia, depois um terraço com uma mesa e dois bancos de madeira compridos, chão de terra batida.

Sentamos e Jaci nos pediu para ficarmos a vontade, acendi um cigarro e Jandira me olhou, beijou-me a testa e levantou-se, seguiu Jaci, entraram na cozinha e fiquei ali, observando o açaizal que nos circundava e as touceiras de capim mari, um bicho preguiça estava pendurado em um pé de imbaúba pequeno. Alguns minutos depois elas retornaram com uns pratos, farinha, molho de pimenta, camarão frito e inhame cozido, sentaram-se, eu de um lado e as duas do outro, Jandira falou:

- Meu compadre está lá em Jandaia, jogando futebol com o meu afilhado...!

Notei que na camiseta de Jaci havia manchas úmidas na altura dos bicos dos seios, que aumentavam de tamanho, era o excesso de leite. Ela falou algo no ouvido de Jandira que respondeu levantando a camiseta de Jaci e caindo de boca em um seio para mamar e aliviar a amiga, quando encheu a boca de leite, veio até onde eu estava e me beijando, colocou o leite humano na minha boca:

- Vem Henrique, me ajuda a tirar o leite da Jaci, senão vai empedrar...!

Me puxou pela mão e me conduziu para o lado de sua amiga, que já estava sem a camiseta, me fez por na boca um seio e me pediu para chupar. Chupei e senti os jatinhos de leite da morena na minha boca. Um seio pontudo, de aureola grande, firme e teso, os bicos não eram grandes como o de Jandira. Chupei, meio esquisito, mas engoli e fui gostando daquilo, enquanto eu mamava de um lado, Jandira tomava conta do outro, Jaci segurava o seio em que eu mamava por baixo, apertando como que para sair mais leite. Aquilo foi me dando um tesão maluco e logo eu estava com o pau absolutamente duro, comecei a alisar o seu ventre com a mão e logo já estava apalpando o incrível volume no meio de suas pernas.

A minha morena, vendo aquilo, foi pousar a sua mão por cima da minha, pressionando para que apertasse aquela coisa macia, Jaci começou a suspirar, e afastou mais as pernas sentada no banco, Jandira então abriu o botão do cós do short da amiga e o pequeno zíper, enfiei minha mão imediatamente para dentro.

Que maravilha de generosidade macia, mesmo com a boca ainda no seio, não pude evitar uma exclamação de satisfação, tentei olhar, mas Jandira empurrou minha cabeça de volta ao seio, era preciso tirar mais leite. Meu dedo anelar afundou no meio daquela vulva grandiosa, e percorri toda a extensão úmida do vale encantado, Jandira também chupava o outro seio, era impressionante a maciez e o calor gostoso que envolvia meu dedo, completamente circundado por carne mijada de morena do mato, o cheiro característico já se espalhava pelo ar e invadia minhas narinas, eu começava a enlouquecer dentro da bermuda, meu garoto já se sentia incomodado, preso e asfixiado naquele monte de pano, ele também já havia sentido o cheiro da morena que já se entregava a devassidão rebolando e se contorcendo no banco, com a mão livre ajeitei o menino duro.

Quando Jandira percebeu que já havia murchado satisfatoriamente as tetas da amiga, afastou os pratos de cima da mesa para um lado e me pediu para deitar, tirei minha camisa enquanto ela tirava minha bermuda, liberando o meu guri da agonia. Deitei de costa na mesa e ela pediu para Jaci, que já estava nua, fazer a minha bendição, a amiga não se fez de rogada e foi sentar-se acocorada no meu rosto, me oferecendo a maravilhosa, que pingava para o meu deleite, enquanto meu nariz se perdia no meio de tanta carne úmida de um xibiu exuberante, Jandira tirou a tanga e a camiseta e foi mamar-me o menino com caroços de açaí na boca.

O sexo para o povo simples das ilhas é natural, faz parte das coisas da natureza, esta integrado com o universo que nos cerca é satisfação, prazer e alegria, e o cheiro do xibiu é o cheiro doce da natureza com um toque das ervas com que elas lavam-se.

A fartura do caldo nutritivo e cheiroso do xibiu de Jaci era condizente com a generosidade do tamanho, ela esfregava aquele colosso melado no meu nariz e minha língua se fartava de caldo, bebia tudo o que me era ofertado, o néctar do prazer feminino da cabocla, me lavava o rosto e enriquecia minha alma, me integrava no ambiente de verde e azul, era como a agua do céu que molha a terra e é absorvida e aproveitada por todas as plantas, assim eu apreciava a agua daquela mulher que destilada pelo corpo era expelida pelo xibiu direto no meu rosto e esse processo junto as sensações da boca de Jandira chupando o meu menino com caroços de açaí, me estavam levando a explosão da alma, meu gozo estava vindo, mas Jandira não permitiu, apertou o menino, quase estrangulando-o para segurar em mim aquilo que vinha vindo.

- Espere um pouco querido...!

Nas ilhas, o cu era usado pelas meninas, para as festa dançantes noturnas, para as brincadeiras de mato e eventualmente como recompensa de favores, o xibiu era para os namorados, maridos e amantes, também roubado pelos encantos do Boto para se perpetuar.

Jaci, já estava gozando no meu rosto completando a minha bendição, esfregando com sofreguidão aquele xibiu no meu nariz, e avida minha língua recolhia o caldo generoso.

O homem que recebe esta generosidade da mulher é um homem abençoado com o que ela tem de melhor para lhe oferecer, o caldo do seu prazer.

Jandira puxou a amiga pelas mãos, acomodo-a sentada com as pernas flexionadas em cima do meu objeto fálico rijo para que aquele monte de carne fosse engolir o meu menino, e engoliu-o bravamente, égua ele sumiu no meio da racha vulvar, grande e acolhedora da cabocla Jaci. Quando sentiu que ele havia sido todo acolhido nas suas entranhas, ela com um suspiro começou a cavalgar-me e um som estranho como os sons da mata o ato produzia, delicia, que sensação gostosa ser mastigado assim, Jandira me beijava a boca, chupava a minha língua e olhava-me no fundo dos olhos tentando ver quem era realmente que habitava o meu corpo, viu ternura e carinho, viu também tesão autentico, viu êxtase, viu o homem que havia cativado a mulher que habitava nela, o homem que ela nutria, alimentando com o doce caldo de seu xibiu, o encantado que despertava nela aquelas sensações que lhe davam tanto prazer, o homem que lhe transmitia a segurança que precisava, que à fazia ser mulher quando lhe devorava o xibiu de todas as formas, o amante e suas brincadeiras de mato.

Não havia ciúmes por ver minhas pupilas dilatarem e o gozo vindo para explodir no xibiu de sua amiga, o semblante de êxtase e a cara melada do caldo de outra mulher, que ela lambia, aproveitando o doce sabor.

Quando o meu gozo saiu no xibiu de Jaci, puxei Jandira para que pudesse passar para a sua boca, aquela força que saia de dentro de mim. Ela absorveu e depois beijou-me docemente até que minhas convulsões eróticas cessassem, como se gozasse junto comigo.

Jaci ainda me acolhia, apoiada com os braços na mesa, curvada para traz, de pernas abertas, exibindo a lindeza de sua natureza rosácea, reluzente, espalhafatosa e arreganhada, comigo dentro mastigando-me o menino. Jandira foi, puxou-me de dentro chupou-me e foi chupar a amiga para recolher todo o sumo que eu havia deixado ali, depois de chupar, raspou com o dedo e engoliu. Nas ilhas o sémen masculino é um apreciado petisco que faz muito bem a saúde das meninas.

Nós três nus, fomos tomar banho no remanso raso que havia perto, na agua abracei Jaci para provar a sua boca, afinal eu havia chupado toda aquela cabocla e ainda não sabia o gosto do seu beijo, ela me beijou de olhos fechados e Jandira veio abraçar a nós dois, brincamos e nadamos por um tempo até a fome bater, ai saímos e fomos comer os camarões com farinha, pimenta e os inhames, na mesa ficamos conversando e eu curioso perguntei:

- Dira, como foi aquilo que tu fez comigo...?

- É como as meninas daqui chupam um homem, com três caroços de açaí na boca que ficam rolando com a língua, circundando o membro, massageando e chupando...!

- Há é por isso que meu menino ficou da cor do açaí...!

Jaci dava risadinhas:

- Janda, assim tu vai revelar os nossos segredos...!

E eu olhando para Jaci falei:

- Égua Jaci, nunca vi um xibiu grande como o teu...!

Jandira falou:

-Aqui nas ilhas ela é conhecida como “Xibiu-açú”...!

Jaci, encabulada deu um tapa em Dira.

- Tu para moleca...!

- Querido, os meninos daqui dizem que o Xicó, marido dela, é o homem mais sortudo do lugar...!

- Esse Xicó é muito sortudo mesmo...! (falei rindo)

Jaci abaixou a cabeça encabulada e falou:

- E tu, Janda que come Paranakau...!

Jandira, enfezada respondeu:

- Tu também xibiu-açú...!

Eu fiquei curioso:

- O que é isso...?

E Dira explicou:

- Paranakau, significa aquele ou aquela que não é daqui, gente da cidade...!

Comentários

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27/03/2018 00:14:52
Conto mto bem escrito Abdul. Comecei achando q/era bucólico m/acabou selvagem e mto raízes. Dah p/imaginar o lugar d/forma q/vc escreve. Bjinhos da Ká
29/12/2013 07:44:19
Excelente conto, tu tens um estilo de narrativa muito agradável. Parabéns! Encontrei apenas um erro ortográfico que também vi em outro conto teu, o uso indevido da forma reflexiva do verbo, isto é, é escreveste "goza-se" e deverias ter escrito "gozasse". Mas parabéns o conto está excelente. Se queres adiciona-me no Skype que eu ensino-te um truque para estes casos. Abraço queremosmais.
24/12/2013 16:46:08
Que delicia de conto, é bom aprender com novas culturas, coisas diferentes, açaí neh? humm, vou treinar. excelente, nota 10. E obrigada pelo seu comentário em meu conto, fique a vontade pra me visitar quantas vezes quiser. Beijos de Mel.
19/12/2013 18:22:37
Adorei todos os "contos de Xibiu" rsrs. Sao todos nota 10!
15/12/2013 09:27:11
Obrigado Fernanda, feliz e honrado com sua visita, fui o 1º a receber seus comentários, valeu, senti o momento e até imaginei você lendo, delicia.
15/12/2013 01:17:18
Parabéns...Uma narrativa que nos leva a sentir o momento. Adorei.
09/12/2013 15:49:41
Meu caro Samir, é verdadeiramente impressionante Jaci, Xicó é muito sortudo, mas vendo o que primeiro da vontade é chupar aquele colosso. Yuzo, estou certo que um paranakau amarelo e com olhos rasgados, faria muito sucesso. Negrogato, não sei dizer se é bonita, mas simpática e extremamente sexual ela é. Putz, Lucy, 3 pequis, você é muito boa nisso, é uma tecnica admirável. Obrigado minha morena linda, Michy, você que me deixa babando de tesão.
08/12/2013 23:09:51
Nossa querido.... Que conto espetacular... Foi perfeito... Você consegue nos transportar para o conto de uma maneira incrivel, amo o modo que vc nos apresenta e representa o nosso Brasil... Parabéns querido pelo rico conteudo apresentado neste conto, simples, objetivo, extremamente excitante... Sem dúvida um dos seus melhores contos, e um dos melhores contos da casa!!! Adollluuuuuu suas aventuras com a Jandira... Só fico chateada pq sempre acabo morrendo de inveja dela... E dessa vez não foi só dela né??? Beijocass
03/12/2013 18:31:49
Querido, que coisa fantastica esse conto. A mamadeira de inicio foi demais!! Mas a ala dos tres caroços, essa sim! Em Minas, nao temos o açai, nunca treinei com isso, mas com tres pequi, haaa! Disso eu sei! E esse xibiu desse tamanho? Adorei tudo, muito bão!
03/12/2013 13:56:20
Muito bom, Abdul! Acredito que a sua concisão acabou por deixar o conto ainda mais excitante, embora objetivo, direto ao ponto (com a descrição excitante do sexo), não deixou de descrever com maestria a riqueza da natureza e do vocabulário regional... Só não consegui decifrar se a Jaci era bonita!? gostosa, sem dúvida que era... Parabéns!!!
30/11/2013 19:50:45
Gente o lugar é lindo, mas como nada é perfeito, tem muito inseto hematófago, ao fim da tarde, fiquei cheio de caroços nas pernas, na próxima vez, tenho de levar repelente, a galera nativa, passa lama no corpo, rssrssss.
30/11/2013 19:44:33
Muito contente com a boa acolhida deste conto, valeu gente. Este é o mais curto dos meus contos, cortei muita coisa e pelo jeito deu certo. esta Jaci (o nome esta trocado, ela é verdadeira) é fabulosa mesmo, impressionante, vou tentar bater uma foto, pois só vendo para acreditar... Pelo conto não dá para imaginar o tamanho. Abraços a todos.
30/11/2013 13:36:22
Muito bom... excelente narrativa, consegui me imaginar como observadora da cena. Devia ser um lugar lindo e muito gostoso. Parabéns.
30/11/2013 13:03:36
Excelente conto e muito excitante parabéns
30/11/2013 11:30:25
Concordo em grande parte com os colegas abaixo, conto simples, nativo e gostoso. parabéns companheiro.
30/11/2013 09:45:50
Muito bom mesmo! Que delícia de conto, eu me vi neste cenário!
30/11/2013 07:52:55
Primeiro amigo não há como não notar a riqueza de vocabulário, começa pela título, depois o conto em si. Este sim, bem safado, tua Jandira fez uma de Lucy oferecendo a amiga. E que mamadeira gostosa, não foi mesmo. rendeu muito esse leitinho. Beijo babado. Visite-me quando quiser.
30/11/2013 02:43:52
Acho que Abdul está no mesmo nível da Helga! Parabéns!
30/11/2013 00:23:08
Excelente, Abdul, muito bom mesmo! Conto criativo, diferente, bem detalhado e é, de certa forma, uma narrativa bucólica, porque consegue associar a natureza ao elemento erótico muito excitante. Parabéns,amigo, adorei seu conto. Escreva sempre.




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