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ENCONTRO COM O PRAZER - PARTE 2

Categoria: Heterossexual
Data: 07/12/2013 07:48:57
Nota 9.94
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O caminho para o hotel pareceu bem longo, com a pressa que tínhamos de nos encontrarmos sozinhos. Enquanto ele conduzia, eu ia fazendo carinhos nas coxas dele, sem contudo tocar-lhe entre as pernas. A sua excitação marcava o tecido da calça fina que ele usava. Pouco falamos até chegar ao hotel. Ele estacionou e puxou-me pela mão, sem sequer se preocupar em pegar a bagagem. Empurrou-me para dentro do elevador e encostou-me contra a parede do fundo, beijando-me fortemente. A sua mão subiu o meu vestido, segurando-me no rabo e apertando com força. Comecei a gemer contra a boca dele, a excitação disparando com toda a força. As portas abriram e saímos acelerados dali.

Abrimos a porta e entramos no quarto.

Ele segurou-me por trás, colando-me contra o corpo dele e mordeu o lóbulo da minha orelha, falando:

-Finalmente a sós, minha portuguesinha gostosa. Vou te devorar inteirinha!

Mandei a bolsa para o chão e levei uma mão atrás, apertando o rabo dele contra mim, tentando trazê-lo para mais perto. A boca dele procurava a minha nuca, esfomeado… as minhas pernas amoleceram. As mãos apertavam-me os seios por cima do vestido. Os bicos estavam duros, buscando carícias diretas. Lancei um gemido mais alto:

-Aiiiii…despe-me! Toca neles direto, vem!

Ele puxou o meu rosto e beijou-me forte, a sua língua devorando a minha. Senti ele subir o vestido e apertar o meu rabo, com força. A minha ratinha pulsava já, pedindo atenção, molhando as coxas. Empinei-me para trás, roçando-me nele. Ele puxou o vestido para baixo, deixando-me só com um pequeno soutien de renda cor-de-rosa. Deu um gemido e desapertou-o:

-Quero essa tetas gostosas soltas, sem nada.

As mãos abarcaram os meus seios, apertando, segurando os bicos entre os dedos, espremendo. Eu estava louca já:

-Ainnn... não aguento mais, dá-me ele, vem. Quero-o dentro de mim, agora.

Ele deu uma risada no meu ouvido:

-Quer ele, safadinha? Quer ele dentro de você?

Ele foi empurrando-me contra as vidraças do quarto e afastou a cortina para o lado. Via-se as luzes de Lisboa, iluminando a noite. O quarto ficava no penúltimo piso, mas havia outros prédios em frente, ao mesmo nível… era possível a quem estivesse próximo das janelas, nos ver.

Ele segurou nas minhas mãos e colocou-as no vidro, fazendo-me empinar o corpo para trás…levantou-me os braços e arrancou o meu vestido, deixando-me nua, exposta a quem estivesse nos prédios em frente.

A sua boca mordia a minha orelha, enquanto as mãos apertavam meus seios, deixando os bicos duros.

-Tem coragem? Já imaginou alguém olhar pelas janelas e ver você assim, toda exposta? Já imaginou?

Eu estava louca, nunca me tinha imaginado fazendo algo assim, mas a ideia de que alguém pudesse estar nos vendo, deixava-me excitadíssima.

-Vem, quero-te aqui mesmo. Não me faças esperar!

Ele foi despindo a roupa, até que senti o seu corpo nu e quente, colado contra o meu. O cabeça do seu cacete roçava no rego do meu rabo, atiçando-me e deixando-me com mais vontade. Aquela tortura durou uns minutos… sentia os meus sucos escorrerem pelas pernas, de tanta vontade. A cabeça roçava na entrada, afastando os lábios e penetrando só um pouco. Apertei-a contra mim, tentando encaixar-me nele, mas ele não deixava:

-Malvado. Quero ele, mete logo, vai!

-Xiiiiuuuu… sou seu macho, minha putinha, sou eu que mando, só vou meter quando eu quiser, ouviu?

Ele não ia meter? Pois então, eu ia gozar assim mesmo, esfregando-me na cabeça. Apertei-a na entrada e rebolei, roçando meu grelinho duro nela. Os gemidos aumentaram de volume, e gozei assim mesmo, só contraindo e sentindo aquela fricção gostosa. Ouvi um gemido dele:

-Putinha, Você me deixa louco! Toma!

Ele investiu de uma vez, me segurando pelos cabelos e enterrando aquele pau gostoso até ao fundo. Dei um grito. Ele preencheu-me por inteiro, se não fosse eu estar tão molhada, teria ficado dorida. Apertei-o dentro de mim e rebolei nele. O meu corpo ganhou vida própria e o orgasmo não aliviou meu fogo. Estava meio alucinada:

-Ainnnn…mete gostoso, mete. Faz-me vir mais!

Ele puxou o meu cabelo com mais força, obrigando-me a empinar mais e investiu com força. Senti umas palmadas no rabo, atiçando-me mais ainda:

-Rebola, minha vadia. Goza mais, vai, goza pro seu macho. Goza, minha putinha!

Quem resiste a um apelo desses? Gozei de novo, quase gritando, contraindo o pau dele, duro como pedra. Senti as forças faltando, mas ele segurava-me, não me deixando cair. Os espasmos não paravam, eu rebolava feito louca, o orgasmo não parava, não abrandava… era contínuo. Ele ficou louco com isso:

-Ahhhhh… safada, gostosa! Vou encher você de leitinho. Mas antes vc vai gozar até ficar sem forças.

Finalmente, veio um mais forte, que acabou comigo, tirou-me as forças e deixou-me só tremendo, espremendo o pau dele dentro de mim:

-Ainnnn… goza pra mim, amor. Dá-me leitinho, vem. Goza bem gostoso!

Ele não conseguiu segurar mais e com uma última estocada, gozou lá no fundo, urrando e pulsando dentro de mim…

Deixei meu corpo descair até ao chão e ele veio junto. Ficamos um bom tempo ali deitados, na carpete macia, abraçados, até a respiração voltar ao normal.

Acabamos por adormecer um pouco, ali mesmo.

Acordei com ele me beijando e me chamando para irmos tomar um banho juntos.

Ele abriu as torneiras e deixou a água escorrer nos nossos corpos, ensaboando cada pedacinho do meu corpo beijando-me. A excitação voltou em força. Cada toque dele, arrepiava-me inteira. Tocou cada pedacinho de mim com as mãos, lavando, ensaboando… somente não me tocava onde eu mais queria. A minha ratinha já contraia, de tanta vontade. A sua boca devorava a minha, com delicadeza e fúria misturadas.

Era incrível o poder que ele tinha sobre o meu corpo. Enchi a mão de espuma e segurei no cacete dele, que já estava duro como pedra. Massajei-o e deliciei-me, sentindo a respiração dele acelerar aos poucos. Os gemidos enchiam a box do duche e o vapor do calor da água e dos nossos corpos, embaciava tudo.

Desci o corpo e coloquei a erecção dele na minha boca, chupando-o todo. O sabor dele junto com a água dava uma sensação diferente e bem prazerosa. Ele segurava-me pelos cabelos, gemendo baixinho:

-Aiii…adoro essa boquinha deliciosa. Assim vai me deixar louco de novo, safadinha. Eu ri e insisti na chupada, punhetando-o na base, ao mesmo tempo. Ele deu um urro e puxou-me para cima. Virou-me de costas e mordeu o meu ombro.

Segurou-me nas ancas e deslizou o pau dele, para dentro de mim. Entrava mais apertado, por causa da água, enchia-me completamente. Segurei-me à parede e empinei o corpo para trás, facilitando a penetração. Começou num ritmo lento, que me foi deixando cada vez mais excitada. Quando comecei a rebolar com mais força, ele aumentou as investidas. Mordi os lábios, descontrolada:

-Ainnnn…mete mais forte, amor, mete. Isso…assim, quero gozar assim.

Ouvia-se o barulho forte das estocadas molhadas. Não aguentei muito tempo e derreti-me contra ele num orgasmo bem intenso. Se ele não me segurasse, teria caído de joelhos, tremendo.

Ele desligou a água e levou-me para fora da banheira. Enxugou-me com uma toalha macia, espalhando beijos no meu corpo ainda excitado, enquanto me secava. Apoiou-me na beira do lavatório e beijou as minhas coxas, mordiscando de leve, subindo para a minha ratinha. Mordeu-me a virilha e aproximou-se dela. Espalhou beijos suaves, que me arrepiavam. Segurei a cabeça dele e puxei-a para mim, pedindo mais.

Ele deslizou a língua nela, várias vezes, enfiou-a dentro, deu chupadinhas, deixando-me excitadíssima de novo. Eu já rebolava na boca dele, procurando mais prazer, mas ele parou, sem eu esperar. Eu reclamei:

-Não páres, por favor! Quero mais!

-Quero fazer outra coisa com você. Achava que eu ia resistir a comer esse cusinho gostoso? Achava, minha putinha?... Você vai gozar, sim, mas com ele dentro do seu cusinho.

Ele virou-me e agarrou num frasco de lubrificante. Passou uma boa porção no seu pau e no meu cu. Eu ainda tentei fazê-lo desistir, mas não adiantou:

-Ainn, não vai caber, você é muito grosso, vai doer muito!

-Vai sim, vou fazer com carinho e você vai aguentar ele todo.

Ele baixou-me o corpo, fazendo-me ficar de cócoras e foi esfregando a cabeça na entrada. Eu contraí, sem perceber:

- Não faz isso, amor. Relaxa, faz força para fora, vai. E esfrega o seu grelinho. Vai entrar mais fácil assim, eu não tenho pressa. Faz você.

Eu fiz o que ele falou, fui esfregando o meu clitóris, que continuava excitado e relaxei. Senti a cabeça a entrar lentamente, fiz força e ela entrou, magoando um pouco e fazendo-me gemer. Ele parou e foi beijando as minhas costas. Mexia-se devagar na entrada, controlando-se ao máximo. Eu fui esfregando-me, sentindo o prazer aumentar e sem perceber ele foi deslizando devagar, entrando mais e mais dentro de mim. Quando eu comecei a gemer mais, ele deu um empurrão maior e senti as bolas no meu rabo. Tinha entrado todo. Eu contraí, mas era tarde, já estava todo dentro. O jeito era disfrutar. Comecei a rebolar de leve e o ardor foi aliviando, até a sensação ficar boa, prazerosa. Coloquei-me de joelhos e ele foi acelerando aos poucos, ao mesmo ritmo da minha mão. Nunca pensei aguentá-lo todo, senti prazer com isso:

-Safado, não querias comer meu cu? Então come-o, vai! Come bem gostoso, como tu gostas!

Ele segurou-me e começou a investir com mais força:

-Ainnn… que cusinho quentinho e apertado, Ana. Assim eu não resisto, minha cadelinha.

As investidas aumentaram, até o corpo dele bater com força contra o meu. Senti o meu orgasmo próximo e apertei o grelinho entre dois dedos, esfregando-o. Gritei de prazer. As estocadas dele aumentavam o meu prazer e não resisti muito mais:

-Ainnn…vou me vir toda, amor. Não aguento. Vem comigo, vem. Juntinhos.

-Vou, sim…não aguento mais. Agora... aiinnnn.

Apertei-o dentro de mim e enfiei dois dedos na ratinha, gozando muito forte. Senti ele estocar fundo e me encher de leitinho, dando um urro de macho satisfeito.

Deixei descair o corpo e fiquei deitada no chão. Ele abraçou-me e ficamos ali colados, até as respirações acalmarem. Ele segurou-me no colo e levou-me para a cama.

Acabamos por adormecer nos braços um do outro, satisfeitos…pelo menos durante algumas horas… até ao amanhecer, onde voltou tudo de novo.

Foram uns dias inesquecíveis, os que ele passou em Lisboa...

Comentários

15/06/2014 21:40:40
Delicia de conto, me deixou cheio de tesão [email protected]
10/04/2014 23:06:27
Você é diva! Escreve muito bem, nota dez é o minimo,seus contos são perfeitos como vc. bjs,10
21/01/2014 11:15:07
Para quem quiser ler este conto ilustrado, siga este link. http://pontoerotyco.blogspot.pt/encontro-com-o-prazer-parte-2.html
20/12/2013 23:44:47
Finalmente o ato conssumado... ahh que delicia, que tesao, que praser... um cerviço completo com direito a muitos gosos, muito bom, tambem nao podia ser diferente, afinal arrasou no primeiro porque esse seria diferente? Uma otima escritora que concertesa ira receber muitas visitas minha... bjs anjinho
18/12/2013 22:48:33
Eita..Rolou tudo hein rsrs..Até anal excitante!Tou lembrando de um tarado de anal aqui..Nossa!!!!Amiga,ficou uma delicia essa continuação e muito excitante..Bjs
18/12/2013 11:13:29
Belo desfecho, completo, excitante, tudo o que deve. Nota 1000
18/12/2013 00:32:03
A Portuguesinha retornou em grande estilo. Um continuação sensacional. Realista e excitante. [email protected]
17/12/2013 13:17:05
Gostei, um belo conto apesar de longo como um todo e ser preciso ler em duas narrativas todo história. Tentei ler em voz alta em meu pensamento, imaginando o sotaque português. Assim ficou bem mais realista. Obrigado pela visita. e toda ação, ficou muito bom.
12/12/2013 16:23:23
Tesão demais, esta segunda parte terminou perfeita. Adorei. Por favor, não páre de escrever, você faz falta aqui no site, sabia? Beijinho
12/12/2013 08:19:30
Obrigado, meus lindos. Samir, aqui faz muito calor no Verão, mas muito frio no Inverno, é um país de contrastes. Beijinhos, querido, por me seguir aqui e deixar sempre palavras de carinho. Fabi e Carlos, bom que gostaram, abraços para os dois. Baiano, a portuguesinha aqui não vai assim com todos, não. Essa pessoa foi um caso especial, um amizade cheia de tesão que foi aumentando ao longo do tempo, não consigo fazer sexo assim só por fazer. Querida Baba de Moça, assim vc me deixa sem jeito, mas bom demais que consiga te envolver e fazer vc se imaginar dentro do meu conto. O objectivo quando escrevo é esse.beijo enorme para vc, lindona
12/12/2013 01:07:16
Portuguesinha querida! Nossa, se a primeira parte me deixou acesa como abajur, a continuação me deixou incandescente, literalmente em brasas. Nem consegui ler de uma vez só, tive que parar um pouco senão ia subir pelas paredes de tão excitada. Sua escrita é tão intensa que consegui sentir o cheiro do que você descrevia, mas depois notei que o cheiro que sentia era o meu. É impressionante como você explora o máximo seu corpo em todas as situações e se entrega toda. E admirei como podes ser tão corajosa em liberar seus lugares mais íntimos à penetração, enfrentando a dor em nome do prazer. Ao mesmo tempo que é um conto super excitante e erótico me senti num passeio lindo por Lisboa, acho que se for lá vou ficar excitada só de lembrar do teu conto. Conseguiu de novo Portuguesinha, me deixar excitada, maravilhada e tendo e com vontade de visitar Lisboa e quem sabe curtir uma fantasia debaixo da mesa com alguém? Beijos da sua ávida leitora, nessa pessoa linda que és, minha escritora. Nota dez de novo né?? Claaaro!
07/12/2013 22:15:27
quero te fuder tambem me add rogerbaian[email protected]
07/12/2013 10:06:57
continuação perfeita desse conto delicia.Não resisti e gozei bem gostoso, me imaginando ali com você.
07/12/2013 09:32:00
nossa muito bom....

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