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Meu sobrinho, meu amante

Autor: Toca de Lobo
Categoria: Heterossexual
Data: 01/02/2014 18:31:03
Nota 10.00
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Depois dos 40 anos a rotina já se instalara em meu casamento e o sexo era delicioso, mas nada de fenomenal, já não havia descobertas nem empolgações. As brigas, pelo contrário, envolviam uma insegurança que meu marido jamais demonstrara. Está na idade do lobo, se expõe à mulherada e depois me acusa de oferecida, desinibida e desavergonhada. Briga recriminando a roupa que estou usando, roupa que ele esquece ter escolhido para que eu saísse com ele. Este louco.

Agora surge com a novidade de viajar a serviço por quinze dias. Ele sabe que tenho medo de dormir sozinha nessa enorme casa.

Ele está arrumando as malas quando a campainha anuncia a chegada de algum visitante. Ele se apressa e sobe com Betinho, meu sobrinho de 22 anos. Informa-me que sua irmã a partir de sábado ficará comigo. Até lá, por apenas três dias, Betinho tomará conta da casa para que eu não morra de medinhos. Ele arranjara tudo, estou achando que ele arranjou até uma amante para acompanha-lo durante a viagem. Afinal ele nem cogitou em me deixar acompanha-lo.

Antes de sair me tranca no banheiro e com todas as letras recomenda:

- Nada de arranjar homem neste período. Você só pode transar com outro homem na minha presença e com meu consentimento.

- Que conversa idiota é essa! – Retruco já revoltada e pronta para arranjar uma nova briga.

Meu marido interrompe meu rompante beijando-me ardorosamente a boca e me larga ali no banheiro e se vai batendo a porta da sala sem outras despedidas.

Corro para o quarto tentando esconder meu choro de meu sobrinho. Novo e inocente ele não iria entender nada. Mas eu estava enganada.

Betinho me segue, senta calado ao meu lado na cama. Quando meu pranto se acalma ela me puxa para seu ombro e me envolve em seus braços num abraço reconfortante.

Meu pranto aumenta e ele passa a acariciar meu cabelo, meu rosto, sem palavras. Quando abro os olhos encontro o olhar preocupado dele fixo em meus olhos. Ele está triste e preocupado.

Correspondo ao seu abraço e o aperto trazendo-o mais para perto de mim. Ele me reconforta. Passa a sugar minhas lágrimas e aos poucos, sem qualquer pressa, ele alcança meus lábios. Aceito seus beijos sugando minhas lágrimas e meus lábios. Pouco a pouco minha boca cede entreabrindo os lábios antes totalmente cerrados.

Agora Betinho suga um lábio de cada vez diversas vezes. Como por encanto sinto aquelas sucções como se estivessem acontecendo em outra parte de minha anatomia. As brigas com meu marido eram tantas que eu estava sem sexo há mais de uma semana. Não que isso tivesse qualquer efeito sobre mim. Estava até espantada com aquela ligação direta que se acentuou quando ele lambeu meus lábios que se abriram espontaneamente.

Sem que eu perceba estou trocando carícias com meu sobrinho. O envolvimento é tal que com um simples estímulo ele consegue me levar até seu colo e me beija a boca deliciosamente e eu me vejo correspondendo com uma intensidade que há muito não existia em meus beijos com meu marido.

Durante o beijo um alerta se acende. Estou sendo leviana. Afinal, de quem partiu a iniciativa daquele beijo. Porque me deixei ficar sentada no colo de meu sobrinho. Levanto-me. Meu corpo é contido pelos braços do menino que me aperta de encontro a ele. Estou entre suas pernas, seus braços envolvem minha bunda, mas suas mãos estão respeitosamente em minha cintura. Sua cabeça de lado está apoiada em meu peito. Sinto minhas auréolas intumescerem-se, um seio amassado pela cabeça de Betinho e o outro percebendo o calor de sua respiração e aquecendo-se com ela.

Quanta maldade existe na mente de um ser humano. Estou abalada, meu casamento em ruínas, e meu sobrinho está apenas tentando me consolar. Cedo a seus caprichos acariciando seus cabelos, mas meu corpo, comandado pela minha mente sequiosa por afeto e saudosa de paixões, sente arrepios leves, se prepara para o embate sexual ao qual nem sonho em ceder, mas percebo a umidade se formando em minha virilha e meu corpo se vê assaltado de pequenos tremores que não consigo distinguir se é por conta da libido exacerbada ou do pranto que tento conter.

Enquanto acaricio seus cabelos sinto suas mãos agora passeando em minhas costas e aquilo é realmente reconfortante. Só então ouço sua voz.

- Deite-se tia. Vou buscar água bem fresca, ou prefere um leite?

- Não. Água fresca me basta.

Esquecera que meu marido me fizera sair de saia curta e sem calcinha. Cobrindo meus seios uma malha branca, curta e larga. Levou-me para uma danceteria vespertina. Ele queria saber se eu ainda atraia os machos, só podia. Nem usar sutiã me permitira e, depois, quando os olhos masculinos se encantaram pelo meu corpo e os mais ousados, sem ligar para ele, tentavam chamar minha atenção, ele briga comigo e me abandona dentro da danceteria de onde, seguindo-o, saí sendo apalpada por diversas mãos que me deram asco ao mesmo tempo em que me excitaram.

Lembrar que ele começou a fazer as malas assim que chegamos em casa me fez retomar o choro que ainda não secara. Agora sabia que meu corpo estremecia pela dor que meu marido provocara em meu ego e que ela doía mais que uma dor física.

Recebi o copo das mãos de Betinho sem notar que ele percebia que eu estava, digamos, seminua. Mais uma vez ele se manifestou:

- O que houve entre vocês tia. Porque você está assim tão...

O hiato de tempo fez com que eu olhasse firmemente meu sobrinho nos olhos questionando sem palavras o que ele queria dizer.

- Assim; tão exposta.

Eu estava quase sentada para beber água e minha vagina estava totalmente exposta. Tento me tapar com uma das mãos entre as pernas e foi um acidente. Perco o equilíbrio e levo um banho de água fria nos seios que ficam ainda mais intumescidos e visíveis sobre a malha branca da larga camiseta branca.

O socorro de Betinho foi questionável. Ele me ergue e quando eu já estou de pé ele tira cabeça acima minha malha molhada de água gelada. Mas não fica embasbacado com meus seios expostos. Pega o copo e volta à cozinha de lá voltando com ele mais uma vez cheio.

Não sei por que fiquei imóvel e surpresa com o gesto dele. Ele me encontra na mesma posição em que me deixara e nem ação para ocultar meu seio esboço. Ri do gesto dele.

- Ah! É assim. Acudo você e a tiazinha fica rindo do babaca?

Ele fala rindo, entro na brincadeira, precisava sair daquela depressão.

- Está tão quente que até gostei do banho de água fria.

- Ah! Tiazinha gostou do banho de água fria?

- Gostei, e muito! – Falo esnobando e...

Subindo na cama e mirando meus seios Betinho entorna lentamente a água do copo e não importava o quanto eu tente fugir ele acabava acertando meus seios com a danada da água fria. Jogo-me sobre ele fingindo raiva. Eu estou brincando?! Caí sobre seu corpo. Já estamos aos risos. Betinho conseguira transformar o clima e meu estado de espírito.

- Os bicos estão durinhos. – Ele implica: - Bem feito.

Como criança fala apontando meu peito nu e como encantado por um doce aproxima as mãos e toma entre os dedos meus mamilos e passa a brincar com os bicos duríssimos de doer.

A reação foi imediata e sinto contrações em minha barriga enquanto seus dedos me tocam. Ele também não está indiferente. Senti seu membro crescendo e quase explodindo esmagado entre nós. A brincadeira estava ficando séria.

Levanto com algum esforço e ele me puxa pela cintura da saia e eu torno a cair. O botão que segurava a saia na lateral pula longe.

Ele tenta me beijar como um louco e eu, na ânsia de escapulir, me vejo de pé, nua, totalmente nua, na frente de meu sobrinho que fica de pé ao meu lado e sem tocar em qualquer parte do meu corpo. Estica o pescoço e seus lábios alcançam os meus. Ele rouba um beijo no qual eu não posso negar meu pleno consentimento e total participação.

Durante o beijo ele aproxima seu corpo e meus braços envolvem aquele menino colando nossos corpos numa nova troca de carícias. Mas eu estou nua e suas mãos e dedos podiam tocar diretamente minha pele arrepiando-a o que me deixa cada vez mais excitada.

Sendo mais alto basta a Betinho curvar um pouco o corpo para que sua mão se infiltre entre minhas coxas. Isso me estremece arrancando o suspiro gemido que eu tentava conter. Assim estimulado ele arranca com seus dedos uma entrega que, se eu conscientemente não desejava oferecer, não tive forças e me vi agonizando em frenesi pré orgástico. Minhas pernas perdem a rigidez e sou depositada na cama entre carícias diversas e tão cuidadosas que me mantem a beira do prazer sem conseguir alcança-lo. Eu preciso gozar logo para ser capaz de retomar minha consciência. Resolvo me tocar e sou contida.

Em instantes minhas mãos libertam e estão envolvidas na tarefa de acariciar a masculinidade de meu sobrinho e sem que ele peça sento-me na cama e passo a suga-lo com a sofreguidão de quem tem a sede dos desertos.

Enquanto sugado ele deita-se ao meu lado e volta a brincar com o meu corpo. As lentas e eficientes carícias de Betinho envolvem e entorpecem minha mente e, mesmo não desejando racionalmente o que eu via acontecer, não tenho ânimo de me opor, pelo contrário, meu desejo de entrega é imenso e tão intenso que me sinto frustrada pela ausência do orgasmo que se mantém próximo.

Ele em nenhum momento tenta me penetrar. Pelo contrário, quando subo em seu corpo tentando sugá-lo para dentro de mim ele faz seu membro ficar roçando em minha vulva, escapando de minhas armadilhas, enquanto minha ansiedade cresce na mesma proporção de minha umidade lubrificante. Quando coloco a seta em seu caminho ela vence todo o terreno tão rápido e tão eficiente que me sento tomada, preenchida e acho que finalmente vou gozar intensamente. Ele me prende pelo ombro e se mantem inerte dentro de mim e eu só consego uma leve fricção com meu intenso rebolado.

Isso seria o suficiente para aquele almejado primeiro gozo. Ele percebe o descontrole de minhas contrações, sai de mim jogando-me contra o colchão e beija meu corpo todo, brinca com seus dedos e me mantem acessa e pronta para gozar.

Finalmente, acho que ele apiedou-se de minha total inconsciência e brutal fome e me penetra em um papai x mamãe vagarosamente. Eu pude perceber o quanto ele era maior e mais grosso que meu marido apesar de tão novo.

Mesmo com toda lentidão, quando sento que ele atinge minha total profundidade estremeço. Mas ele ainda esta com parte daquela grossa enormidade fora de mim e foi forçando e minha vagina se amoldando àquela delicia. Seus pelos tocam meu grelinho intumescido e sensível como nunca. Ele fora dedilhado, chupado e irritado, estava prestes a explodir. Mas Betinho está mais uma vez inerte mantendo-se totalmente dentro de mim. Eu choro de ansiedade e meu corpo estremece vibrando de desejo. Ele colhe minhas lágrimas e continua me maltratando até que lentamente foi saindo. Fico na expectativa. Ele vai começar a bombear ferozmente minha vagina e me arreganho toda.

Ele sai totalmente. Roça seguidamente o pênis duro como pedra desde meu grelo até meu ânus e depois vem com dedos e boca iniciar nova tortura.

Eu já perdera a compostura. Insisto, quase aos berros, em ser possuída, arregaçada, arrombada. Xingo Betinho, tento bater nele, arranhá-lo.

Ele me abandona aos prantos e trêmula de desejo. Deita com as costas na cama. Segura pela base seu pênis pulsante e eu, como uma puta vadia, atravesso minhas pernas em seu corpo, vou me abaixando e seguro a ponta guiando-a para dentro de mim e começo uma cavalgada desnorteada e alcanço finalmente o sonhado orgasmo.

Ele chega tão intenso que perco o compasso de meu corpo, de meus batimentos cardíacos, de minha respiração e não consigo dar cadência e desesperada sinto a intensidade do orgasmo esvair-se sem me contentar.

Nessa hora, bem nessa desesperada hora, ele apoia minha bunda em suas mãos e começa numa indescritível velocidade a socar minha vagina profundamente.

Um grito gutural saiu de minhas profundezas. É intenso, surdo, medonho tanto quanto inesperado. No meio dele perco o fôlego e o gozo se intensifica. Quando finalmente retomo a respiração o gozo ainda mais me toma de uma maneira espetacular. Meu corpo inteiro está em gozo. Meu arrepio é total, das pernas às raízes dos cabelos. Meu corpo estremece em múltiplas convulsões descontroladas. Estou babando e tentando respirar. Não grito, nem sequer consigo gemer, nem enxergar. Meus olhos estão fora de órbita e desencontrados. Meu ventre tenta esmagar aquela enormidade em seus mínimos pedaços por contrações múltiplas e indistinguíveis.

Minha umidade é tal e está tão acumulada que sinto minha vagina, com alto ruído peculiar, expulsar ar e liberar toda a lubrificação em um só jato. Pela primeira vez e inexplicavelmente me sinto ejaculando.

Ainda assim Betinho não me permite tomar fôlego. Sua velocidade impressionantemente aumenta a cada instante impulsionando meu gozo a esferas nunca experimentadas. O filho da puta do prazer não se extingue e eu sinto que estou morrendo, minha vida esvaindo naquele desesperado... Intenso... Interminável... Espetacular e enorme orgasmo.

Betinho estanca, estremecendo vai saído de mim. Assim que escapa de minha vagina explode e percebo meu corpo ser atingido pelos fortes jatos de ejaculação. Minha mão encontra aquele membro e o acaricia. Meu corpo estremece. Estou totalmente trêmula sentindo falta dele dentro de mim. Com a ponta do dedo médio encaminho novamente o meu troféu de prazer para o meu interior e ele calmamente vai se instalando e bombeando como quem passeia depois de correr o máximo que pôde.

Mais uma vez sou acometida por um intenso orgasmo. Ele finaliza as atividades desencontradas de meu corpo. Voltamos ao normal.

Sem palavras vamos nos banhar mutuamente. Depois de três dias de orgia vi, com tristeza, minha cunhada vir tomar o lugar de meu sobrinho e agora amante.

A partir daqueles dias passei a ser compartilhada por meu marido e meu sobrinho. Não me sinto traindo. Estou apenas satisfazendo as mais recônditas fantasias de meu marido sem que ele saiba. Ele deseja saber que tenho outro homem, mas teme me perder e assim eu tenho outro homem e para satisfazê-lo é só deixar ele descobrir. Só estou deixando que isso aconteça naturalmente.

Já fiz de tudo para ele descobrir. Ele já nos pegou acabando de nos vestir, no quarto, após tomarmos banho juntinho, e fingiu não perceber. Ele já até chupou os restos de porra de meu sobrinho e quis se enganar me dizendo que a presença do meu sobrinho estava me deixando tão tesuda que eu estava encharcando a sua boca de lubrificação. Ele quer saber, mas não quer ver a realidade. Quando questionei o que ele quis dizer ele inventou que eu temia que meu sobrinho percebesse que estávamos fazendo amor. Ora, pois, pois, o que será que um menino de 22 anos acha que fazemos na cama? – Fiz questão de perguntar ao sedento que nem me respondeu, devia estar gostoso lá por baixo.

Comentários

25/03/2014 07:05:10
Muito bom.
17/03/2014 21:48:03
espetacular
24/02/2014 12:34:02
Delicioso conto com muitos gozos e pau na buceta. Só faltou dar o cuzinho a ele, e eu sei que você fará. Estou de pau duro e tocando uma punheta. Queria ver você numa foto [email protected]
22/02/2014 01:55:26
Isto é um delirante e bem escrito poema sexual, com arte, lirismo, tesão e força dramática. Parabéns pela excelente e bem conduzida narrativa. Você tem estilo próprio, foge a ao lugar-comum da maioria. Fiquei excitado. Nota 10. Continue a escrever.
02/02/2014 11:30:18
Otimo conto... Continue escrevendo... Nota 10

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