Casa dos Contos Eróticos


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Tirei o cabaço do cu de mais um macho.

Um conto erótico de dadomacho
Categoria: Homossexual
Data: 06/05/2014 23:34:16
Nota 10.00

Fim de semana passado, resolvi sair com a Chilena, minha gata fixa, e ter uma vida simplesmente hétero, por pelo menos 2 dias. Essa era minha intenção, mas putaria com macho me persegue, felizmente.

Passei o feriado de primeiro de maio com o Marlon, lá na casa dele. Pousei lá de quarta pra quinta, fiquei lá na quinta, voltando pra casa no fim do dia, e ele veio pra minha casa na sexta, e passamos o dia inteiro juntos, já que não trabalhei, e ele não teve aula. À noite ele foi embora, pois viajaria pra casa do irmão dele, que mora em Sampa, e junto com sua mãe, ficariam por lá no fim de semana. Por isso, resolvi me dedicar inteirinho pra Chilena.

No sábado de manhã, peguei ela em sua casa e fomos correr no lago atrás da universidade. Almoçamos juntos na minha casa, ela fez um delicioso strogonoff de carne pra gente, e demos umas trepadas sensacionais. Recebemos um convite pra irmos à um churrasco, numa república onde temos amigos em comum, e por volta das 7 da noite já estávamos lá. A festa estava bem animada, regada à Jurupinga, caipirinha e muita cerveja. Churrasco? De vez em quando eu via umas linguiças assadas passarem numa travessa, e só, kkkk. A noite estava um pouco fria, bem menos que nos dias anteriores, então tinha muita gente de pernas de fora. Muitas gatas e muitos gatos, mas também muita gente feia e desleixada. Sabe como é, né. Universidade pública, gente de ideologia de esquerda, essas coisas.

Curto muito ir nesses churrascos, especialmente porque tenho o ego acariciado nessas ocasiões, rsrs. Sou pós-graduando na universidade e dou aulas lá como estagiário-docente, como parte das tarefas e obrigações como bolsista, e a garotada me considera como professor catedrático, coisa que ainda não sou, então muitos deles me chamam de "senhor", de "mestre", de "professor". Só os que já me conhecem há um certo tempo, me chamam de Dado, e outros, mesmo já tendo intimidade comigo, ainda me chamam de "professor". Os "bixos" ou seja, os calouros na universidade se espantam quando sabem que sou professor na universidade, e mesmo assim continuo frequentando as festas. Sei que não sou o único estagiário-docente que vai à essas festas, mas sei que sou um dos mais carismáticos, pois sou sempre chamado pras baladinhas. A Chilena também é pós-graduanda, e curte ir aos "xurras" (churrascos), e mesmo com 29 anos, se enturma muito bem com a meninada. Eu, com meus 40 anos, me sinto um molecão também, e sei que a garotada curte meus papos e minhas brincadeiras, mas sei me comportar, pois uma vez que a galera perde o respeito contigo, nunca mais você conseguirá recuperá-lo. E assim, aquela noite rolou sem problemas, com muita farra, conhecendo gente nova, e é aí que começa a história, hehe.

Janaína é uma amiga da Chilena, com 22 aninhos, estudante de engenharia de alimentos. Gata, gostosa, muito bem-humorada. Eu tinha sido professor dela há alguns anos atrás, mas em aulas extra-curriculares. Ela me adora, vive se pendurando em meu pescoço, ri de todas as minhas piadas. Ela estava com um namoradinho, nada muito sério segundo ela, e eu dizia pra ela maneirar nas brincadeiras comigo, pois o carinha poderia não gostar. Mas ela fez questão de trazer o cara pra perto da gente, e dizer na cara dele, que não era pra ele sentir ciúmes porque o amor que ela sentia por mim era insubstituível. Como amigos, fiz questão de frisar, assim que ela acabou de falar. O garoto foi todo simpático, dizendo que estava de boa, que sabia da nossa amizade. A Chilena pra encerrar a história, deu um empurrão na Jana, e rindo disse pra ela não abusar muito, pois eu tava acompanhado, e me deu um abraço e um beijo na boca.O carinha abraçou a Jana e deu um selinho nela também. Aí começamos um papo divertido, e nos sentamos bem próximos. Resultado, ficamos até de madrugada num papo interminável, bebendo, e logo eu e o garoto já éramos como amigos de infância. Ele disse que sempre me via na universidade, e que achava que eu era professor mesmo, pois tenho cara de professor, rsrs, mas tinha dúvidas porque às vezes me via comendo no RU, junto com os estudantes, e que agora estava tudo explicado. Ele perguntou minha idade e eu respondi. Ele ficou chocado, kkkk. Imaginava que eu era bem mais novo. Opaaaa, ponto, hehe. Ele disse sua idade, 20 aninhos, ai que neném haha, e... Bem, deixe-me apresentar o garoto pra vocês.

Ivan, como disse, 20 anos, do interior de SP, mas bem interioorrr mesmo, pois fala com sotaque bem forrrrrte, mais forrrte que o meu kkkkkk, estudante do segundo ano de engenharia química, branquinho, cabelo bem curto, provavelmente cortado na máquina 3, castanho, olhos castanhos-claros, mesma altura que eu, por volta de 1,70 m, magro, com braços fortes. Vestia uma camiseta preta um pouco desbotada, de manga comprida e capuz jogado nas costas, calça jeans bem moldada ao corpo, não sendo muito justa, mas que deixava alguns contornos interessantes. O cara é um rapazinho bonito, com cara de garoto, barbinha rala por fazer, boquinha vermelhinha, com furinho no queixo (igual ao Marlon), e no conjunto da obra, dou nota 8,3. Mas, pra falar a verdade, ali, naquela noite, ele não tinha me chamado muito a atenção. Eu estava focado na Chilena, pois ela estava uma delícia com aquela calça legging, e eu não via a hora de atolar minha verga naquela boceta de novo.

A galera do "xurras" tava combinando de irmos à uma feijoada com pagode que rolaria no domingo, num restaurantinho que fica bem próximo à umas das entradas da universidade, e a Chilena já se animou pra ir e combinamos de irmos pra almoçar e curtir o pagode. Grande parte do pessoal se comprometeu a ir, inclusive o Ivan e a Jana.

Fomos embora, e lá no apartamento fiz a gata gemer e gozar na vara do Dado, haha. Só paramos quando o sol já ameaçava raiar. Acordamos depois do meio-dia, e combinamos de nos encontrar com o pessoal por volta da 1 da tarde. Chegamos no local da "fejuca" e tava lotado. Quase que não conseguimos entradas, mas felizmente deu pra todos entrarem. Vimos alguns dos nossos amigos sentados numa mesa na área externa, perto de onde a banda iria tocar. Nos juntamos à eles, nos espremendo, e fiquei ao lado do Ivan. Ele estava com a mesma camiseta, mas percebi que ele estava de shorts, já que a temperatura estava surpreendentemente alta no domingo passado. Mas agora vem algo que me interessou. Quando eu estava chegando com a Chilena e nos aproximamos da mesa onde o pessoal estava, notei um olhar endereçado à minha mala. E adivinha que era a pessoa lançando esse olhar? Sim, o Ivan, hehe. Já disse, se flagro alguém me manjando a rola, já começo a olhar pra pessoa com outros olhos. E ele realmente me manjou a mala, disfarçadamente, mas manjou. Eu estava com uma calça de treino da Adidas, preta, com listras brancas, e sei que deixa um pacote no meio das minhas pernas, e já vesti aquela calça de propósito em outras ocasiões pra sair à caça, mas naquele domingo, eu tava de boa, juro, rsrsrs. Mas, pelo jeito, deu resultado, como sempre.

Papo vai, papo vem, bebemos caipirinha, cerveja, e o Ivan resolveu ir pegar feijoada junto com a Jana. Eu resolvi pegar mais tarde, pois a fila estava muito longa. A Chilena também deixou pra pegar depois. Nisso, o Ivan se levantou, e deu a volta na mesa. Agora para tudo! Putaqueopariu! O que era aquilo? Que rabo era aquele, maluco? Como aquele cara me sai com um shorts daquele assim? Deixa eu descrever a coisa, nos mínimos detalhes, pra que entendam a minha visão, e meu espanto, e obviamente, o tesão enorme que senti.

Sabe aqueles shorts de futebol, de tecido fino, mole, cheio de furinhos, que o deixam quase transparente? Pois bem, era esse tipo de shorts que ele usava. Não era justo, muito menos curtinho, indo até o meio de suas coxas grossas, peludinhas, mas como o shorts era meio larguinho, se moldava, já que o pano é mole, à cada curva do moleque. Quando ele se levantou, pude ver a marquinha daquele forro típico que tem nesses shorts, cravado no rego nele, e o melhor, só vi a marca do forro, e não da cueca! Ele foi andando, e eu disfarçadamente, fui acompanhando, protegido pelos óculos de sol, os passos do moleque. Que rabo delicioso! O rego dele engolia o pano, deixando suas nádegas completamente marcadas, em total evidência. Pareciam duas bolas de capotão com um rego fundo no meio. Lá na fila, eu via o molecão, com prato na mão, conversando com a Jana. Enquanto eu falava com a Chilena e com outros à mesa, eu o comia com os olhos, analisando aquele sem-vergonha. Ainda usava a mesma camiseta descorada da noite anterior, meio curta, deixando aparecer até o elástico do shorts. Braços fortinhos, evidenciados pela camiseta com as mangas puxadas pra cima, deviso ao calor. Barriguinha reta, mostrando boa forma. Coxas grossa e chinelos Havaianas nos pés. Estilo bem brejeiro, tipicamente estudante universitário, e que me excita pra caralho! E aquele shorts. Caralho, que shorts sexy, kkkk. Então, após lotarem os pratos de comida, eles vem em nossa direção. A mala do garoto! A piroquinha dele estava estufada, mole pro lado, e até balançava um pouco quando ele andava. O tecido se moldou no pinto dele, mostrando o exato tamanho do peru mole. Nada exagerado, mas bem tentador! Ele se sentou ao meu lado, e começou a devorar sua feijoada.

Ah, moleque gostoso. Tinha despertado a fera em mim. Ele comia e puxava papo comigo. Ao responder, eu via suas pernas, sua mala, e aquilo estava me dando um tesão da porra. Meu pau já dava sinal de vida. Chamei a Chilena pra pegarmos comida também. Nos dirigimos à fila e conversando com ela, tentava tirar pensamentos de safadeza da cabeça. Logo pegamos a feijoada e nos dirigimos pra mesa. Ganhei mais uma manjada na rola. O cara simplesmente fixou o olhar no meu pau. Devia estar uma mala estufada na frente, pensei comigo, e trocamos olhares, só que agora eu estava desprotegido, sem os óculos escuros, e rapidamente mudei o olhar. Sentei-me e comecei a comer. Estava morrendo de fome, e devorei tudo bem rápido.

A banda começou a tocar, e o pessoal começou a se levantar pra dançar, mas eu fiquei ali sentadinho, curtindo a digestão, numa moleza sem tamanho, rsrs. Algum tempo depois, a Chilena já estava lá no meio com a mulherada, caindo no samba. Dá pra acreditar? Ela aprendeu a sambar e manda muito bem, melhor que muitas brasileiras. A Jana se juntou à ela, e ficamos só o Ivan, mais uns 2 amigos e eu na mesa. Pedimos uma cerveja e começamos e encher o rabo, de cerva viu pessoal kkkk.

O Ivan ficou surpreso ao ver a Chilena dançando. Elogiou-a, dizendo que ela é muito gata, já dizendo que com o maior respeito, me olhando assustado, com medo de eu ficar bravo com o elogio. Tranquilizei-o, falando que ela era linda mesmo e que a Jana também era uma gata, que nós dois tínhamos muito bom gosto, e caímos na risada. O papo foi fluindo, ele quis saber há quanto tempo eu fico com ela, essas coisas.

Como sempre, dois machos falando de mulher, o papo foi pro sexo. Ô beleza, haha! Ele disse que teve que comer a Jana na sala da república onde ela mora, pois ela reparte quarto com outra menina. Disse que foi gostoso, mas que ficou com medo de alguém pegar eles no flagra. Aí entendi porque ele estava com a mesma camiseta e aquele shorts tesudo. Dormiu lá e pegou um shorts que ele usa pra jogar bola, que estava na casa dela há semanas. Eu não entrei em muitos detalhes à respeito da Chilena, pois não curto ficar falando das transas com minha gata, (tá, tô falando com vocês aqui, mas é diferente, né, rsrs), mas ele insistia em saber se eu pegava muitas alunas. Disse a verdade. Que só pego quando não é aluna minha, ou já é ex-aluna (isso se aplica aos alunos também, hehe). O moleque se animou, e o papo foi ficando "caliente". Contei alguns casos que tinham acontecido, assim, por cima, sem citar nomes, obviamente, e o moleque ficou aceso. Falei de umas transas atrás das árvores nas festas do campus, de coisas bem excitantes mesmo, deixando ele nos cascos de tesão, e eu claro, já tava com a rola quase rasgando a calça de tão dura. Aí, as meninas vieram até a gente, nos chamando pra ir dançar com elas. Jamais! Se levantássemos ali, era cadeia por atentado ao pudor kkkk. Falamos pra elas que logo iríamos e rimos bastante da situação. Ele falou que tinha que baixar a pressão pois a coisa tava feia. Disse que eu tava com a lona armada, pois a barraca já tinha rasgado faz tempo, ele riu, e notei que seu olhar foi pra minha cintura, mas não era possível ver nada, pois eu estava bem encostado na mesa. Mas como sou safado, comecei a me mostrar pra ele. Encostei as costas no encosto da cadeira, inclinando bem o corpo, como se eu estivesse procurando uma boa visão das garotas sambando lá na frente. Assim, minha mala, estufada sob a calça de tecido mole, ficou bem à vista pra ele. Fiquei uns poucos segundos assim e virei meu rosto pra ele, pegando-o no flagra, manjando minha vara. Ele disfarçou bem rápido, fingindo que também olhava pras gatas, mas eu vi, haha, o safado de olho na minha pica dura. Tesão! O moleque tava curioso. E isso é bom sinal. Passou algum tempo, e as garotas voltaram pra mesa. Pedimos mais umas geladas, bebemos, conversamos, rimos, mas as meninas queriam ir sambar de novo.

Eu adoro samba, samba de verdade, nada de grupinho de pagode meloso, mas sambar, ah, isso não é comigo. Na verdade, eu acho homem sambando a coisa mais feia do mundo. Tem caras que querem mexer mais o rabo que a mulherada. Vergonha alheia, isso. Por isso evito, mas quando não tem jeito, a coisa é só mexer os pés, os ombros, e pronto. E assim fomos pro meio do povão. O Ivan, pelo jeito, não samba nada também, pois só mexia os pés, como eu. Entramos na onda e bate palma daqui, bate palma de lá, lalaia, lalaia, lalaia, e chega! Voltei pra mesa beber cerveja kkkkk. E de lá, tive uma visão perfeita daquele moleque gostoso sambando (tentando). Sua ginga desengonçada deixava sua bundinha mascando o tecido do shorts. Quando ele levantava os braços, a camiseta subia, uma pequena parte de suas costas ficavam de fora, então sua bunda ficava redondinha, perfeita, tesuda. Quando ele se virava, eu via o pacotinho moldado na frente. Sua pingola ficava caída pro lado, e até balançava com os movimentos que ele fazia.

Não resisti e fui lá de novo dançar com eles. De perto, a visão de sua bunda era melhor ainda. Eu desconfiava que ele estava sem cueca, e devido aos micro-furinhos que havia no shorts, a impressão que eu tinha era que a pele das nádegas dele estava à mostra. E o melhor era ver que o forro do shorts estava atolado, cravado mesmo no rego dele. Olha pessoal, poucas vezes na minha vida eu fiquei tão hipnotizado por uma bunda de macho como naquele dia. Aquele paninho enfiado no rego de um moleque, ali, sambando, mexendo a bundinha, tava de mais pra mim. Por mais auto-controle que eu tenha, minha vara tava despertando, no meio daquelas pessoas todas. Avisei a Chilena que eu ia ao banheiro. Foi a única solução, já que eu estava com vontade de mijar mesmo. Ao entrar no banheiro, já ganhei uma manjada na rola, pois a mala tava mesmo grande, rsrs. Corri pra um reservado, mas tava tudo sendo usado. Tive que ir pro mictório mesmo. Pra foder, era uma cancha, sem separação. Esperei um cara que tava lá no canto mijar, e tomei seu lugar. Tirei a tromba semiereta da calça e comecei a urinar. Notei um olhar de surpresa ao meu lado. Nem olhei pro cara, senão meu mijo trava, kkkk (o de vocês também?). Vi que ele saiu meio sem-graça dali, e aproveitei e mijei gostoso. O banheiro agora estava vazio, mas eis que vem o gostoso do Ivan, me chamando de mijão, e já tirando sua pica do shorts, e começa a mijar perto de mim. A gente brincava, falando bobeiras, mas notei o molecão de olho na minha rola. Senti meu pau querer endurecer, pois isso me dá um tesão do caralho! Olhei pra ele, e também dei uma manjada de leve na ferramente dele. Esboçava uma ereção também. Cabeça exposta, tamanho médio. Voltei a olhar pra ele, que já nem disfarçava mais, e tinha o olhar fixo na minha jeba.

-Caralho professor, coitada da Chilena, aguentar isso aí tudo..., ele disse, com tom sacana.

-Coitada nada, ela adora e pede mais, falei dando uma chacoalhada pesada na rola, apertando e deixando a cabeça entumecida.

-Nossa, baita pauzão, lindão hein!

Ao escutar isso, aquele arrepio de emoção típico de quando você ganha alguma coisa bem legal, percorreu minha espinha. "Lindão"?. Ele tinha chamado meu pau de lindão? Que doideira era aquela? Trocamos um longo olhar, e de novo, ele encarou minha rola. Dei uma puxada no prepúcio, expondo a chapeleta inteira pra ele, e a cabeçorra em toda sua plenitude ficou de fora. Ele falou um "nossa" bem baixinho, mordendo os lábios inferiores. Nossa excitação era clara. Nossos paus estavam em riste. Tivemos que disfarçar e guardar nossas varas pois entrou gente no banheiro. Fui até a pia lavar as mãos e ele ficou ao meu lado, esperando sua vez. Saímos do banheiro juntos e falei que ia buscar cerveja. Ele veio junto. Minha excitação ainda era latente, mas controlei a ereção, deixando o pau meia-vida. Mesmo assim sabia que minha mala estava grande. Vi olhares tanto de mulheres quanto de homens no meu pau. Discretamente olhei pra baixo, encostado no balcão do bar, e vi o contorno estufado do meu tarugo desenhado na calça. Tentava pensar em coisas nojentas, horríveis, mas aquele moleque do meu lado, falando sem parar, com aquela bunda deliciosa, arrebitadinha, enquanto ele esperava no balcão era demais pra mim. Peguei duas garrafas e ele outras duas, e fomos pra mesa. Meu medo era a Chilena ver minha vara dura, e ela embaçar, haha. Felizmente ela ainda estava sambando lá no meio. Sentados à mesa, e conversando com outros caras, as coisas foram se acalmando. Algum tempo depois fomos lá dançar com nossas gatas, e levamos cerveja pra elas. Não deu outra. Flagrei ele me manjando de novo! Mas o melhor veio depois. Aproveitando a muvuca, ele ficou bem ao meu lado, e me pegou pela cintura, e ficou dançando, seguindo meus movimentos. As meninas entraram na brincadeira e ficamos os quatro dançando bem juntinhos. Foi aí que senti uma patolada bem ligeira, mas bem certeira na minha vara. Olhei pra ele, e vi sua cara de safado, rindo pra mim. Ri de volta, fazendo cara de "você me paga", enquanto minha verga dava pulsadas de excitação. Num outro momento que dançamos todos juntos, aproveitei pra ir à forra. Abraçado nele, pegando em sua cintura, deixei a mão escorregar um pouquinho e dei uma apertada na bunda dele. Nossa, que rabo de macho firme! Minha mão fez a curva direitinho no seu glúteo. Meu pau deu outra pulsada, e sabe o que ele fez? Falou:

-Você tem meia hora pra tirar a mão daí.

Eu tive que rir. Safado. Se eu pudesse, eu ficaria com minha mão naquele rabo até o dia seguinte. E assim meus caros leitores, aos poucos a putaria típica de machos com tesão, mas que tem que disfarçar, começou. Levei umas 6 patoladas dele. Eu dava tapinhas em sua bunda redonda, dura e dei até uma patolada na mandioca dele, que pulou gostoso na palma da minha mão. Mas o melhor foi quando voltamos ao banheiro. Além de um ficar paquerando o pau do outro enquanto mijávamos, ao irmos lavar as mãos, vi que ninguém estava ali e soquei o dedo com gosto naquele rego, dando um susto no carinha, e senti o paninho todo embolado dentro daquele rego quente, e mais, senti o cuzinho dele bem na ponta do meu dedo. O safado nada falou, e aqueles segundos foram a glória. Vi seu rosto pelo espelho, com um sorrisinho de lado, sentindo o dedo no cu. Ah, moleque gostoso do caralho. Tava de putaria com o Dado. Notei também que ele estava bem alto de bebida. Acho que isso o deixava mais desinibido. Vi seu peru duro sob o shorts. O meu tava uma rocha. Alertei ele, que a gente ia dar bandeira com as varas duras daquele jeito. Tivemos que sair do banheiro, procurando pelos locais onde tinha mais gente, pra esconder nossas ereções na multidão. Conseguimos nos sentar lá na nossa mesa. As gatas nos viram e se juntaram a nós.

As horas foram passando, foi escurecendo e o Ivan e eu ficávamos trocando olhares. Tava muito excitante aquele jogo. Ele não parava de beber e aparentava estar bem "beudinho" kkkk, mas ele tava engraçado, só falava bobeiras. Estávamos só nós 4 naquele momento. Alguns já tinham ido embora, outros estavam perdidos pelo salão, e as garotas resolveram ir ao banheiro, ficando só nós 2 na mesa. Ele veio pro meu lado de novo.

-Já reparou que mulher só vai ao banheiro em par?

-Verdade, o que será que elas fazem lá, hein, falei em resposta.

-Sei lá, mas todo mundo tem seus segredos...Toma!

Levei uma pegada forte na vara, com esse "toma" que ele falou. Nossa, que delícia aquela pegada na minha rola.

-Eu não mereço nem um desquite?, ele me falou com cara de puto.

-Toma, então..., falei dando uma pegada rápida na vara dele, que estava dura como uma rocha. Que filho da puta! Tava de rola duraça ali. Peguei na minha trolha, que endureceu na hora, e mostrei pra ele o contorno sob a calça.

-Nossa, ele disse, bem baixinho.

Olhei pros lados e vi que tava tudo de boa, então peguei a mão dele a coloquei na minha vara. O putinho não se fez de difícil. Repousou a mão com a palma aberta e a fechou, pegando direitinho na rola apertando-a maliciosamente. Pensa que ele tirou a mão? Que nada. Deu uns apertões deliciosos e desceu a mão pras bolas, sentindo meus grãos na sua mão, me dando uma juntada, que me fez dar até um pulinho. Ele tirou a mão e me olhando, disse:

-Grande, né? E as bolonas, vixe...

Meu coração saía pela boca, minha respiração estava até ofegante. Como pode existir moleque safado assim nesse mundo? Eu já pensava numa maneira de levar aquele cara pra minha casa e acabar com aquela bunda deliciosa com uma surra de rola.

-Segredinho nosso, professor?

-Claro, todo mundo tem seus segredos, respondi com cara de tarado.

Ainda bem que já estava escuro, nossa mesa no lado externo, bem no canto, nos deu certa privacidade e proteção, mas falei pra ele que a gente tinha que parar com aquilo, senão a gente ia ser pego em flagrante ainda. Ele concordou, mas ainda me deu uma pegada de leve na cabeça da pica, me dando um arrepio bom do caralho. Saquei que aquele moleque macho curtia putaria com homem. Era óbvio. Só tinha que descobrir até onde ele iria com aquilo, qual seria o limite dele. Vi as garotas conversando com um pessoal, e logo estariam de volta. Fui pro tudo ou nada.

-Ivan, daqui você vai pra onde?

-Vou embora, professor, pra casa.

-Tá de quê?

-A pé, velho, mas com esse frio que começou, vou pegar o busão pra moradia.

-Ah, você mora na moradia? Vixe, boas festas por lá, hein. Fica frio que eu te levo. Eu levo a Chilena pra casa dela, depois passo lá na Jana e te levo, fechou?

-Porra, professor, gente boa demais. Valeu mesmo, ele disse me apertando o ombro, o braço, meio que sentindo os músculos. Safado de verdade o garoto.

As gatas voltaram, dizendo que queriam ir embora, já que a banda já tinha encerrado, e também, a temperatura tinha caído e elas estavam com frio. Pagamos a conta e saímos. O vento tava cortando. Pior que a gente estava de moto. Falei pras meninas que eu levaria o Ivan embora, pois ele ia pegar busão e eu achei sacanagem. Elas acharam uma boa ideia. Então o Ivan e a Jana foram pra casa dela, a 2 quadras dali, e eu levei a Chilena embora. Demos uns beijos gostosos pra nos despedirmos, e ela tremia de frio coitada. Ela entrou pra casa dela e eu segui caminho pra casa da Jana. No caminho eu ia pensando num jeito de levar aquele moleque pra minha casa, hehe. Cheguei na Jana e buzinei. Ele veio com uma mochila nas costas. Dei o capacete pra ele, que ia vestindo e respondendo a Jana, que queria que ele vestisse uma calça, pois iria passar muito frio. Mas ele se recusou. Nos despedimos dela e acelerei a moto, não muito, pra ele não congelar. Realmente o clima aqui da cidade é doido. O vento era cortante e ele gritava de frio, me fazendo rir pra caralho. Eu também estava com frio, pois a camiseta era fina. Falei pra ele se encolher atrás de mim, e assim ele fez, e ainda me agarrou na cintura, com suas mãos me apertando forte a cintura. Me deu tesão isso. A moradia fica do outro lado do bairro, um pouco longe, e tive a boa "ideia" de falar pra gente parar no meu apto. pra ele vestir uma calça, senão ele ia congelar. Ele disse que não precisava. Perguntei se ele tava com fome. Ele falou que tava um pouco sim. Falei que tinha strogonoff em casa, que a Chilena tinha feito, que a gente podia comer. Ele não resistiu, e concordou. Como estávamos bem perto de casa, logo chegamos e desci com a moto lá no estacionamento do edifício. Entramos no elevador, e pelo espelho lá de dentro, eu vi seu rabinho engolindo o tecido do shorts. Bom demais! Entramos em casa, e ele curtiu muito meu apê.

-Mora sozinho, professor?

-Aham, esse apê só tem um quarto, respondi, levando-o até o quarto e mostrando pra ele.

-Legal, cara.

-Fica a vontade Ivan. Senta aí. Vou colocar o rango no microondas. Logo tá pronto.

Ao voltar da cozinha, vi ele se debruçando na janela da sala, curtindo a vista. Mas quem curtiu a vista mesmo, fui eu. Que bundinha deliciosa! Seu rabo estava empinado, o paninho atolado no rego, e notei que ele me viu, parado, admirando sua bunda, mas fingiu que não me via. Estava se oferendo pra mim! Não perdi tempo e me encostei nele, e dei uma encoxada no safado. O puto forçou a bunda no meu pau.

-Ô louco professor, me encoxando mesmo?

-Não deu pra resistir.

-É, tá de putaria né professor? Vamos com calma, velho. Tô meio bêbado, tenho medo de fazer bobagem.

-Medo do quê, cara? Relaxa e curta. Nunca fez isso com outro cara?

-Pior que não. De verdade, mas não por falta de vontade, e sim por falta de coragem.

-Nem quando era moleque?

-Ah, ai, isso não conta, né, ele disse rindo.

Enquanto falávamos, eu já ia dando início à sacanagem, esfregando minha vara dura no seu rego, fazendo ele arfar, todo manhoso.

-E você professor. Já fez com homem?

-A primeira vez vai ser com você. Mas também confesso que já tive vontades antes.

Sim queridos leitores. Menti descaradamente, kkkk. Achei melhor dar uma de principiante também, pra ele não achar que estava ficando com um devasso comedor de cu. Pelo menos no início, né. Contei a maior lorota, dizendo que ele tinha despertado alguns desejos antigos que eu já tinha esquecido, mas que pirei na bundinha dele, naquele shortinho safado. Ele sorria ao ouvir aquilo. Minha rola se encaixava no reguinho dele, e eu dava cutucadas fortes, subindo e descendo a vara na sua bunda. Ele pegou minha mão e a colocou sobre seu pau, e comecei a dar umas apertadas em sua pica dura. A gente gemia, se apertava, eu sentia seu cheiro de moleque macho, que me dava um tesão do caralho, e não resisti. Coloquei a mão por dentro do seu shorts e apertei aquela bunda, e passei o dedo no rego dele. Quanto pelo! Ele travou a bunda, impedindo que eu tocasse em seu botãozinho. Tive que pedir, todo manhoso, que ele liberasse a passagem. Ele todo cheio de graça, dizia que tava com vergonha daquela putaria toda. Que nunca tinha deixado ninguém fazer aquilo nele. Fui falando coisas bonitinhas pra ele, que ninguém ia ficar sabendo, que era nosso segredo, que depois eu deixaria ele fazer o que quisesse comigo, que ele tava me dando muito tesão, essas coisas, tudo isso falado ao pé de ouvido, bem sacana mesmo. Deu resultado, e o puto destravou aquela bunda. Botei o dedo no seu cu, úmido de suor, e senti suas preguinhas lacradas. Nossa, que tesão. Quase delirei. Tinha muito pelo, era fechadinho, o boguinha se abria com dificuldade quando eu passava o dedo com força na fendinha. Ele suspirava, se apoiando na janela. Baixei seu shorts por completo, e pulou pra fora um cacete duro, branco, aparado, mas com pelos pubianos sobre o pinto. Peguei no seu pau com a outra mão, e vi que era circuncidado, tendo a cabeça bem exposta. A glande era bem rosinha, o pau clarinho, reto, com algumas veias, de tamanho médio, mas era uma rola de respeito. Iniciei uma leve punheta, e com a outra mão, acariciava seu rabo, dando lhe dedadas leves no cuzinho, sem introduzir o dedo. Ele encostou sua cabeça no meu ombro, e ficou curtindo aquela safadeza. Achei muito bonitinho isso, rsrs. A gente quase não se falava, mas o tesão tinha invadido aquela sala. Encostei a boca em seu ouvido e comecei a falar umas putarias, dizendo que eu queria fazer muita sacanagem com ele, que iria fazê-lo gozar como nunca antes. Senti que seu cuzinho estava começando a aceitar a ponta do dedo. Forcei um pouquinho e com um gemidinho bem manhoso, ele sentiu seu cu tomar uma dedada funda. Como gemeu gostoso aquele moleque. Bem devagar, fiz uma siririca naquele anel apertado, e senti o cheiro forte daquele furo subindo. Seu pau pulsava na minha mão, então o Ivan começou a arfar, mostrando todo o tesão que eu estava dando pra ele. Meu pau babava de tanto tesão, e resolvi ver o que ele sabia fazer com uma rola. Tirei o dedo do cuzinho fedido dele e parei de punhetá-lo e o virei pra mim. Mostrei pra ele a barraca armada sob minha calça de moleton. Seus olhos até brilharam, e sem que pedisse, ele agarrou minha mala, alisando, apertando, sentindo a dureza do membro. Desceu a mão e me acariciou as bolas, passando a mão com carinho nos meus grãos.

-Então você achou meu pau lindão?

Ele fez que sim com a cabeça.

-Põe ele pra fora, então, pra você ver ele de novo.

O safado imediatamente baixou a parte da frente da minha calça, me deixando de cueca de fora. Tava de cueca boxer preta, com listras brancas fininhas, e vi que ele ficou admirando a mala que se formava na cueca, alisando a verga de lado sob o pano. Ele começou a dar patoladas fortes na mala, fazendo-a balançar pesada, sob expressões de surpresa dele, como "nossa", "que rolona", "é grande, né", rsrsrs. Ele tava hipnotizado pela mala grandona. E continuava me dando patoladas fortes. Seu pau estava muito duro, e eu conseguia ver suas bolas depiladas. Ele tirou meu pau da cueca, e minha rola tava até brilhando de tão dura. As veias estavam saltadas, e a cabeçorra tava roxa, com melinha na ponta.

-Pega nela, vai.

Ele pegou na minha rola, apertando, sentindo a dureza.

-Caralho, que quente que tá seu pau.

-Você que me dá esse tesão doido, Ivan. Vai, bate uma punheta pro Dado.

Todo sem jeito, ele me bateu uma bronha gostosa. Seus olhos estavam fixos na minha pica, e ele continuava elogiando-a, falando que nunca tinha visto um pau daqueles.

Pus a mão em seus ombros e o forcei pra baixo. Ele me olhou, mas não relutou. Ficou de joelhos na minha frente, e já sabia o que eu queria. Ele pegou minha vara na mão, cheirou a cabeça, mas não abriu a boca.

-Vai Ivan, chupa o pau do professor, vai. Quer que eu dê uma lavada?

-Tá com cheiro de mijo, cara.

Entendi o recado. Fui lá no lavabo e dei um trato na vara. Voltei e ele estava sentado no sofá. Parei na frente dele, abaixando mais a calça. O carinha entojado deu outra cheirada na cabeçorra, rsrsrs, mas abriu a boca e tentou por a cabeça toda na boca. Impossível, teve que se contentar com a metade da chapeleta dentro daquela boquinha quente e molhada. Ele estava todo desajeitado, e pedi pra ele pensar que tinha uma gata chupando seu pau. Como ele gostaria que fosse? Aí o safado começou a me lamber embaixo da cabeça da pica. Pirei! Ganhei lambidas na rola, chupões com força, e finalmente, ele se mostrou um bom chupeteiro. Peguei a rola e dei uns tapas na cara dele com a rola dura. Ele fechava os olhos, e deixava eu fazer o que eu quisesse. Passei a rola na sua cara toda, nas bochechas, na boquinha, no nariz, na testa. E enfiei a rola na boca dele, e iniciei um vai e vem, fodendo sua goela, que o fazia até ter ânsia. O cara me babou a rola toda, e até as bolas ficaram lambuzadas. Falei pra ele ficar de pé, e o fiz tirar o shorts. Aí tive certeza que o cara tava sem cueca mesmo. Só de shortinho, quase transparente, com forrinho fininho, e sem cueca? Tava com safadeza desde cedo, pensei comigo.

-Tava sem cueca, né safadão?

Ele riu bem malandro.

-Eu notei mesmo, vendo esse forrinho atolado nessa bunda.

-Você notou? Vixe, será que todo mundo viu?

-Se eu vi, outros devem ter sacado, né. Mas você fez de propósito, né, sabe que fica gostoso com esse shortinho. Você é um puto, moleque.

Ele ria, negando tudo que eu dizia, mas sua cara de safado não negava. Eu dava tapinhas na sua bunda, e comecei a passar o dedo no seu rego de novo. Ele gemeu, mostrando sua tara.

-Tem tesão aqui, né. Tem tesão nesse cuzinho gostoso, não tem?

Ele nada falou, mas gemia copiosamente, sentindo meu dedo entrar no cuzinho.

-Vem cá com o papai, ele riu quando eu falei isso. Puxei-o até o banheiro.

-Vamos tomar um banho bem gostoso, porque eu quero te fazer uma coisa que você vai pirar, falei, dando-lhe um tapa gostoso no rabo.

Tiramos nossas últimas peças de roupa e entramos embaixo da ducha, juntos. Nossas varas se esfregavam dentro do box apertado. Nos lavamos direitinho e o virei de costas pra mim. Ensaboei a mão e lavei aquele rego bem lavado, metendo o dedo lá dentro do cu dele. Ele gemia bem sacana, levando meu dedo no fundo do seu cu apertado. Agachei-me atrás dele e contemplei aquela bunda perfeita, peludinha e abri as bandas do rabo, expondo aquele botão peludo, bem vermelho, fechadinho, e caí de língua ali, fazendo o Ivan urrar de tesão. Era a primeira vez que sentia uma língua no cu, segundo ele. Chupei aquele brioco, agora cheiroso, fazendo o molecão se punhetar freneticamente. Botei a língua bem na portinha, sentindo as pregas, uma por uma, e forcei, abrindo o cuzinho dele, e senti o sabor típico de cu na minha boca. Delícia! Comi seu cu na ponta dura da minha língua. Virei ele e sua piroca dura ficou bem na minha cara. Não perdi tempo e mamei com gosto aquele nervo pulsante. O cara começou a me foder a boca, com muita ginga, bem putão. Chupei suas bolas lisinhas, lambi seus grãos, e o virei de novo, pra comer seu cu com a língua. Ele gemia alto, fazendo eco no banheiro, e resolvi sair dali. Nos enxugamos um pouco e fomos pra cama. Botei ele de 4 pra mim, e chupei aquela bunda, lambi, mordisquei, fiz de tudo. Joguei ele de barriga pra cima, e chupei seu pau, e levantei suas pernas, deixando seu cu escancarado, e meti a língua de novo, ficando me alternando entre seu cu, as bolas e a vara. Dei minha trolha pra ele mamar de novo. Me chupou com força, lambeu a chapeleta,e fazia cara de ânsia quando sentia o sabor da babinha que saía, mas continuava a me chupar, como um bezerrão. Estiquei a mão e comecei a enfiar o dedo em seu cu de novo. Cuspi na mão e untei seu buraco, que engoliu fácil meu dedo. Sentia o fundo do seu cu na ponta do meu dedo. Enfiei 2 dedos e o cara urrou, me fazendo ir devagar. Peguei uma camisinha e já ia abrindo, mas ele parou tudo.

-Pô, professor, aí não. Não vou dar o cu não, cara.

-Vai sim, vou ser bem carinhoso com você, pode confiar. Se doer eu paro, te juro.

-Não, cara. Nunca dei, você vai me arrombar com esse troço, aí.

-Curtiu a língua no cuzinho, né. Te garanto que você vai curtir mais ainda o pau lá dentro. Vou ser sincero. Vai doer no começo, mas vou parar sempre que você pedir.

-Ah, não cara. Você tá maluco se acha que vai me enfiar isso tudo aí.

-Só a cabecinha, eu prometo.

Eu já comecei a desenrolar a camisinha na vara. O olhar dele era de medo, mas ele não falou mais nada. Empurrei ele na cama e subi nele, nem dando tempo pra ele pensar muito. Coloquei ele de frango-assado, e fiquei passando a cabeça da rola bem na entradinha do cu dele. Ele até fechava os olhinhos, sentindo o vergalhão lhe acariciando o fiofó. Cuspi na olhota e untei a entrada. Untei a cabeça de saliva e coloquei bem na fendinha rosa super peluda. Na primeira forçada, ele já deu um berro alto, que quase dei uma tapa na boca dele, pois poderia despertar a curiosidade dos vizinhos. Falei pra ele não gritar. Ele fechou os olhos, mostrando dor. Recuei a vara, mas logo voltei a forçar, fazendo ele cerrar os dentes, gemendo alto, pedindo arrego. Tirei o pau da porta e cuspi no cu dele de novo. Enfiei um dedo, depois 2 e os dedos entraram justos, mas foram com tudo, lá no fundo. Tirei os dedos e coloquei a cabeça da rola. Dei um empurrão de leve, e senti o anel se abrir. O moleque tentou sair, mas o segurei com força pelos braços, mandando ele ficar quieto e aguentar, que logo ele ia ter uma rola socada no rabo. Forcei e a chapeleta foi entrando apertada, e até eu senti dor na cabeça da pica. Ele gritava "ai, ai, ai, ai", todo desesperado, e pedi pra ele parar de escândalo. Tapei a boca dele com uma mão e comecei a fazer movimentos leves de vai e vem, e sentia seu cuzinho se abrindo aos poucos pra mim.

-Tá entrando cara, fica sussa, tô te invadindo bem gostoso, olha lá, pode olhar, como tá quase dentro.

Ele se curvou, vendo minha rola entrando no seu cu. Não satisfeito, colocou a mão na minha tora, pra ver se tinha entrado alguma coisa mesmo.

-Nossa, cara, nem entrou nada ainda. Pelo amor de deus! Não tô aguentando mais, é muito grosso, ai, ai, tira vai, por favor.

Tirei a vara, que até estalou, saindo da entradinha melada do cu dele. Mas não perdi tempo e cuspi no rabo dele, espalhando o cuspe na porta e lá dentro, metendo-lhe o dedo no cu, que entrou fácil. Vi que a dilatação já tinha começado. Ele reclamava, mas sua piroca continuava um aço de tão dura. Resolvi ir pros finalmentes. Alojei a rola na entrada babada de cuspe e forcei. O pau entrou justo, fazendo a cabeçorra sumir até a metade. Ele urrou muito alto, e tive que tapar sua boca de novo. Forcei, e vi seus olhos arregalarem, quase pularem pra fora, kkkk. Eu tava fazendo o carinha sofrer, mas dei um jeito de acabar com aquele sofrimento de uma vez. Atolei a verga com tudo, o barulho que fez, "tuc", até me assustou.

-Ssshhh, calma, calma que entrou, não grita. Tá doendo muito?

Ele fez que sim com a cabeça. Os olhos dele tinham até lágrimas. Ai que dó que fiquei, de verdade. Fiquei parado, sem mexer o pau dentro do cu dele, que me apertava com vigor a cabeça da pica. Tinha entrado só a chapeleta, mesmo assim, o carinha sentiu o baque.

-Nossa cara, até estalou, você tirou meu cabaço, seu filho da puta. Ai que dor absurda, véi, puta que pariu...

O cara é tão inocente que acha que cu tem cabaço, kkkk. Tem cabaço psicológico, mas fisiológico, só boceta mesmo. Mas não adianta. O cara teima em dizer que eu descabacei ele. Se é assim descabacei, deflorei, inaugurei, laceei mais um cu de macho metido a hétero, mas que curte uma vara na bunda também.

Dei um tempinho e comecei a comer aquela bunda com vontade. A cada centímetro de rola que entrava, o cara se contorcia, pedia pelo amor de deus, mas sua vara continuava um ferro. Praticamente me deitei sobre ele, mantendo a vara quase toda de fora, mas empurrando devagarzinho a tromba pro fundo dele. Suas pernas estavam pro ar, e eu no meio delas. Eu metia olhando bem pra cara dele, vendo sua fisionomia se transformar ao modo que minha rola lhe invadia. As veias de sua testa saltaram, ele estava vermelho, seus olhos começaram a virar, e iniciei um vai e vem bem lento, que o fez gemer manhoso, e eu ouvia o barulho da minha rola emborrachada entrar e sair daquele cu ex-virgem. Finalmente, nossos corpos se colaram totalmente. Tava tudo dentro. Atolei tudo naquela bunda de macho. Ele cruzou suas pernas em mim, e o juntei em meus braços. Ficamos emaranhados, parecíamos um só, e soquei a vara nele. Ele gemia, bufava, me mordia os ombros, passava as mãos nas minhas costas, na minha bunda, e dizia que tava sentindo até meus ovos baterem nele. Que trepada sensacional! Fiz questão de ver a vara lhe invadindo, e o chamei pra ver a sessão de atoladas que eu dava nele. O cara curvou seu tronco pra ter a melhor visão possível, e se punhetava vendo minha rola lhe arrombar o buraco peludo. Eu elogiava seu cuzinho apertado, dizendo que sua bunda era deliciosa, e perguntava se ele me daria sempre aquele cu gostoso. Ele dizia que sim, que seu cu era meu, que minha vara tava fazendo ele sentir muito tesão.

-Tá gostando? Tá gostando da minha vara atolada no seu cu?

-Tô professor, fode cara. Fode gostoso, me arromba. Que delícia que é dar o cu, cara.

Que tesão que é ver um macho pedir pica, ouvir um macho reconhecer que é gostoso dar o cu. Eu quase gozei. Tive que diminuir as bombadas, mas o sacana queria mais, no fundo, com força. Tinha criado um monstro, kkkk. Tirei a rola bem devagar, fazendo ele gemer, bufar ao sentir o mastro lhe esvaziar as entranhas. Coloquei ele de bruços, com o travesseiro sob seus quadris. Sua bunda linda ficou bem arrebitada. Ele pedia pra eu meter devagar, todo preocupado, com medo mesmo, rsrsrs. Abri sua bunda e vi o cu rosa, lindo, escancarado. Pedi pra ele ficar calmo, pois seu cuzinho já tinha se acostumado com minha tromba. Botei no meio daquele rego peludo e só deixei a vara deslizar gostoso pro fundo, entrando estalando, e o anel aceitou justo, mas deixou passar de boa. "Flop!!" Atolou muito gostoso. A imagem daquele rego, tão peludo que tinha tufos de pelo saindo pra fora, engolindo minha verga, era tesuda demais. Sua bundinha redonda tremia com o choque do meu corpo contra ela. Ele dizia que tava queimando, que eu tava arrombando ele, mas não parei. Dei uns trancos fortes, mandando nervo duro pra dentro daquelas carnes. Bunda deliciosa de meter. Fodi com força, xingando, falando muita putaria pra ele. Ele voltou a gemer bem safado, sentindo muito prazer ao levar rola no fundo do cu. Comecei a ser bem putão, tirando a vara quase por completo e atolando de novo. Fiz o moleque morder o lençol, mas não pediu arrego. Comi muito ele daquele jeito.

Mas resolvi fazer que ele tivesse a melhor lembrança do primeiro cara que fudeu seu cu. Tirei a vara do seu rabo e o coloquei de pé, escorado na parede.

-Agora você vai levar tanta vara, que vai gozar pelo cu. Já gozou pelo cu, seu puto?

-Não...

-Quer gozar levando vara no rabo? Então toma...

Atolei a rola com tudo no rabinho dele, fazendo ele se curvar e empinar o cu pra mim. Eu podia ver a vara entrar e sair, era lindo, muito excitante mesmo. A bunda dele é perfeita, redonda, máscula, peludinha, branquinha, já tava toda vermelha de tanto eu fodê-la, e dei uma surra de rola nele. Ele arfava, pedia mais, falava que tava gostoso. Pus a mão na vara dele, e tava dura como nunca. Acelerei as estocadas, e senti meu gozo vindo.

-Ah, cara, vou gozar nessa bunda, e você, vai gozar?

-Vai, mete, mete que tá gostoso, que vou gozaaaaar, aaahhh, aaahhhh, tô gozando Dado, ai que delicia, aaahhhhhh...

-Isso, goza com minha vara atolada no cu, que vou lotar seu rabo de gozo, tô gozando cara, toma vara, toma vara nesse cu gostoso...

Enchi a camisinha de gala. Gozei gostoso na bunda daquele moleque lindo. Ele esporrou na parede, no chão, na mão dele. Era muita porra!

Tirei a rola da bunda dele, e fui pro banheiro tirar a camisinha, pois pra variar, ele tinha sujado um pouco. Normal, né. Levei papel pra ele se limpar, e ele agachou no chão pra limpar sua porra. Vi seu cuzão deflorado, todo vermelho. Que tesão é ver nosso trabalho bem feito, não é, haha.

Dei jantinha pro garotão, ele vestiu uma calça, colocamos blusas e o levei pra casa, num frio da porra. Nos despedimos na portaria da moradia, lugar que me trás boas recordações, das festas que já fui lá, e do Batoré, um cara que comi por um bom tempo, há alguns anos atrás, como já contei em 2 relatos.

O Ivan me deu o capacete e demos as mãos, nos despedindo.

-Até mais então, professor!

-Até meu amigo. Valeu por tudo.

-Falou, então, segredinho nosso?

-Segredo total, por favor, hein.

-Opa, aqui é ponta firme, pode crer, falou batendo no peito. E quarta-feira, a fim de jogar uma bolinha?

-Ué, pode ser. Tem vaga pra mim lá no seu time?

-Opa, pra você professor, sempre.

-Aí depois comer uma jantinha de novo?

Ele me olhou com uma cara de puto deliciosa, me deu uma piscada e disse:

-Que quarta chegue logo, então!

Faço dele as minhas palavras. Quarta-feira o bicho pega!

É, galera, dei sorte. Peguei mais um moleque top. Esses novinhos ainda vão acabar com o papai.

Valeu pela companhia. Beijos do Dado.

Uma dica. Se querem saber como é o Ivan, tem um comercial da cerveja Schin, onde um ator vestido com camisa da seleção aparece (à partir de 0:09 no vídeo), que é a cara dele. Mesma cara de marrentinho, mesmo corte de cabelo, rosto muito parecido mesmo. Assistam lá e me digam se eu tenho bom gosto, kkkk.

Link para o vídeo:

http://youtube.com/watch?v=eE2tUdPBpuo

P.S. : Prometi contar as transas que tive com o Marlon na semana santa, no próximo relato, mas como esse com o Ivan aconteceu tão inesperadamente, resolvi passá-lo na frente. Portanto, em breve mais contos com o Marlon pra vocês que são fãs do safadinho.

Se você ficou curioso com os contos sobre o Batoré, que citei no relato, é só procurar por eles, sob os títulos "Comi o gostoso da universidade, o Batoré" e "Sexo a 3. Batoré, Dieguinho e eu. Muita rola no cu".

E, pra encerrar, se não viram meus vídeos onde bato uma punheta e gozo muita gala, é só ir pra postagem "Surpresa. Eu, Dado, batendo uma punheta gostosa" . É só visitar meu blog.

dadomacho.blogspot.com.br

Valeu ;)

Comentários

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
07/12/2014 11:12:45
Bom demais!
18/05/2014 23:18:56
Esperando o conto do Marlon e do Carlão tbm.
16/05/2014 13:18:39
Cada vez melhor!
15/05/2014 09:51:47
Cara sou seu fã, adoro seus contos e já visitei várias vezes o seu blog, vc é uma delicia adoraria ser arrombado por vc...pena que moramos longe um do outro sou do rio de janeiro.
07/05/2014 22:08:10
Sensacional. Estava com saudades dos seus relatos mais extensos. Muito bom, você mereceFodedor da porra!
07/05/2014 09:29:39
Nossa, muito bom! Vc e bem sortudo mesmo, chove na sua horta, e, me parece, chuva sempre de boa qualidade...
07/05/2014 08:15:43
Gozei horrores lendo esse conto, adoro ler seus contos, várias vezes me imaginei sendo fodido por você.Me manda um e-mail Dado, meu e-mail é:
07/05/2014 08:08:24
Sempre acompanhei seus contos aqui,só não comentava pq não era cadastrado mais me cadastrei e aqui estou eu lendo mais uma de suas historia que me deixou excitado. Um macho que sabe comer um cu de outro macho de jeito sem frescura.
07/05/2014 04:43:38
massa
07/05/2014 00:37:45
Nota 1000 macho gostoso!! Contos maravilhosos!!!




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