Casa dos Contos Eróticos

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Faço loucuras por sexo.

Autor: Homem Sério
Categoria: Homossexual
Data: 11/07/2014 23:36:29
Última revisão: 12/07/2014 08:43:13
Nota 10.00
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Eu sou doidinho por sexo, já fiz loucuras, quase inimagináveis, para alguém com apenas 24 anos. Meu nome é Matheus e desde os 17 anos, quando tomei noção de que é sexo que fui perdendo os limites. Eu não escolho se é bonito ou feio, ou gostoso, o que me atrai é a impossibilidade, essa sim me da maior tesão.

Eu curto uma bucetinha e curto muito uma bunda de outro macho, nem que para obtê-la eu tenha que dar a minha, ou uma chupadinha. Eu não curto muito sexo fácil, tem que ter uma loucura para me atrair. Por isso, já pulei janela da casa de mulher casada, já peguei menininhas estranhas e já comi coroas, dei para militares e rapaziada em geral. Estou falando isso porque o caso que vou contar aqui, beira o impossível...risos.

Eu tenho um amigo que sabe das minhas loucuras sexuais, mas somente com as mulheres, mas já deixei claro pra ele que não rejeito outro macho, mas ele nunca me viu em ação. Somos amigos há muito tempo e conheço parte da família dele, assim como outros amigos.

Ele tem muitos parentes numa cidade aqui perto, e eles são meio que os manda chuva de lá. Na cidadezinha eles têm comércio e propriedades, assim, como uma fazenda, que é até famosa na região, pelos seus belos encantos. São propriedades que estão há muito tempo na família, mas as novas gerações não cuida tão bem assim.

Este meu amigo se chama Douglas e ele me chamou para irmos ao casamento na roça, uma das afilhadas da família, que ele considera como prima ia casar. Douglas é dj e ele vai tocar na festa do casamento, mas terá umas outras atrações também. Ela é uma das moradoras da casa do tio Landim. Esse tio Landim é o cara da grana da família, e dizem que ele roubou de alguns outros familiares.

Fomos, na sexta a noite, duas horas de viagem e chegamos na cidade por volta das nove horas. Encontramos com os amigos na pracinha e começamos a tomar uma mesmo antes de acharmos um local para ficar. Porque para a fazenda pensamos em ir só no sábado. Mas, um amigão dele, que eu já flagrava, nos convidou para ficar na casa dele aquela noite.

Logo que chegamos, esse tal de Landim passou em uma Ford Ranger vermelha. Douglas viu o tio dele e foi lá cumprimentar. O tio Landim não saiu do carro, permaneceu com o carro ligado no meio da rua. Douglas me chamou lá para que eu o conhecesse. Ele me tratou friamente, não deu muita importância, mas deveria estar ligado no casamento, porque a garota que ia casar, ele a tratava como uma filha de criação.

Ele transportava alguns objetos para a festa e só disse para não ficarmos até tarde na rua, porque nos queria amanhã cedo lá na fazenda. Ele queria que o Douglas testasse o som. Voltei para a turma primeiro que o Douglas, e esses amigos estavam falando, longe do Douglas que o Landim é um cara mandão, que ele achava que todo mundo deveria obedecer a ele. Que o armazém dele era tudo caro e foi um tanto de reclamações. Douglas voltou e a turma mudou de assunto, só uma menina que também era prima por outro lado da família que continuou a falar. Chegou para o Douglas e falou que o Landim continuava um chato e que quando bebia ficava pior. Contou para todo mundo ouvir que aos domingos que é o dia preferido dele para as bebedeiras, ele ficava loucão e dava de cima de todo mundo. Que ele era tão inconveniente que chegava a passar a mão nas meninas.

Rimos das histórias e depois fomos para a boate e enlouquecemos mais ainda. O Roger, o nosso anfitrião, falou que estava apagando, não aguentava mais beber e disse que deixaria a porta aberta para a gente. Que era para irmos para o quarto dele.

Ficamos até umas três horas com a moçada e fomos dormir também. Acordamos cedo e fomos para a fazenda, chegamos lá ás nove horas da manhã. Entramos e um senhor que trabalha na casa veio nos dizer para estacionar o carro atrás da casa. Foi o que fizemos e quando saímos do carro, apareceu a tia do Douglas e o priminho de doze anos dele.

E antes de entrarmos o tio Landim apareceu, usando um chapéu, não o reconheci, sorte que o Douglas foi logo cumprimentando ele. Ai que eu prestei atenção nele. E por frações de segundo trocamos um olhar que me deixou louco. O cara era mais baixo que eu, tinha uma barriguinha, que fazia aquela lordose e deixava a bundinha empinada. Ele usava uma calça jeans caída e uma camisa de manga cumprida xadrez e botas.

Olhei para o chapéu dele e falei: massa esse seu chapéu. Ele riu e falou: “gostou?” Trouxe lá dos “States”, mas exatamente de Dallas. Eu falei: chique...risos...hein? Ai ele foi formalizando a conversa com o Douglas, para a gente ir colocar nossas coisas no quarto que iríamos ficar. Douglas perguntou pela noiva e o Landim fez palhaçada e a esposa dele, falou que ela estava no salão. Que ela iria busca-la logo, logo.

Landim deu um chega pra lá na mulher dele e pôs as mãos no meu ombro e do meu amigo e nos conduziu para dentro. A esposa dele fez cara de que a grosseria dele, não era com ela e foi pro canto dela. Só que antes disso ela o chamou pelo nome, que era Anselmo. Eu, na hora, achei muito engraçado, mas como vi que ele não era bento deixei para rir depois. E assim, que ele nos deixou a sós, eu confirmei com o Douglas, se o nome dele era aquele. E recebi um sim, como resposta e nós dois começamos a rir. Tivemos uma crise de riso. E o meu amigo ainda me falou que ele, o tio, não gostava que o chamassem assim.

Na verdade, o mal educado, o arrogante, enfim o sacana do tio estava sendo muito gentil com a gente. Douglas foi passar o som e eu o acompanhava, e Landim veio com uma cerveja especial para nós. Perguntando se já estávamos em condições de começar. Aceitamos e ele falava o tempo todo e lembrava casos e contou que trouxe um equipamento para o sobrinho de Las Vegas. Na verdade, a mãe do meu amigo, que é irmã do Landim, foi a única que não brigou com ele quando ele supostamente roubou a família.

Eu estava muito afim de concordar com a rapaziada da cidade que o Landin era um chato, mas estava acontecendo outra coisa, eu estava ficando afim dele. E depois que nós tomamos aquela cerveja, ele veio mostrando o rotulo que a mesma tinha um teor alcóolico maior, além de ser bem saborosa. Ele falou que aquela não seria para todos, só para os especiais. Nessa hora, ele falou assim, virando para mim: “não é não, ou Matheus?” E neste mesmo momento, ele virou para o Douglas e falou: “ele não lembra o filho da dona Naná, que foi morar nos States?” Douglas riu e falou: “tio, ele é mais conhecido com aquele ator da globo Tiago Lacerda.

Ah, é isso, esqueci de me descrever fisicamente. Eu tenho 1,80m, peso 80kg, cabelos pretos e lisos, barba rente, olhos castanhos um pouco mais claros, pele bronzeada, ombros largos, peitoral desenvolvido, braços fortes e pernas grossas. Pelos lisos no peito e pernas e nos lugares que homem costuma ter. Realmente, eu me pareço com o Tiago Lacerda, na facu tenho esse apelido de Lacerda.

Após a primeira cerva, logo o Landim mandou um dos seus empregados buscar outra e fez recomendação que fosse gelada e assim que chegou fomos brindar e ele falou assim: “viva a loucura”. Aquilo me excitou demais. Olhei para ele até incomodá-lo e ele me ver olhando para ele. Pronto, meu tesão passou a ter um destino e era o tio Landim.

Landim era uma mistura de matuto, com grana, ele era corajoso para as empreitadas dele e covarde com os mais fracos. Ele nem administrava bem aquela fazenda, algumas coisas eram bem cuidadas e outras fudidas. Na casa tinha mais dois carros, um da mulher dele que era um ford Eco e mais uma fiorino, que os empregados usavam. Ele tinha dois filhos que eram adolescentes. Eu estava pensando que Landim fosse bem mais velho, mas o cara só tinha quarenta anos.

Como era um cara muito marrento, um alvo impossível de atingir, comecei a arquitetar para que alguma coisa sexual acontecesse, não importava naquele momento o que. Ele saia de perto da gente e depois voltava, o celular dele tocava muito e logo ele desligava. A mulher dele veio nos chamar para almoçar, e era apenas onze e meia. Eu não estava com fome, Landim, falou que ela poderia comer e que iriamos depois e que ela fosse buscar a Mariana, a noiva.

Trouxeram alguns tira-gostos e ficou melhor ainda,, mas aquela cerveja já estava batendo bem. Estava apreensivo de como ia fazer para pegar aquele cara. Percebi que ele me observava, e eu aproveitei e fui me fazendo de interessante. Procurei ficar atento ao que ele falava, dei atenção a ele, porque estes caras adoram que deem atenção a eles. Ele me chamou dentro da casa e me mostrou a coleção de miniaturas dele e conversei, arranjei assunto e só percebendo como ele me olhava.

Ele também foi ficando altinho, ainda mais que começou a tomar uma cachaça que um conhecido deles mesmo produzia. Me oferecia e eu tomei a primeira dose, as outras eu comecei a enrolar, senão não ia aguentar. Ele só tomando e o Douglas estava o acompanhando. A musica tocava e ele requebrava e eu ficava pensando...quero ver esse cara, rebolar na minha rola.

Outra coisa, sou roludo e tenho maior orgulho disso. Minha pica é grande 19 cm, grossa, cabeça cor de rosa pra fora e minha pica e meu saco mais moreno. Tenho uns bagões e os pentelhos são pretos e lisos. Confesso que quando arranjo um que gosta da coisa fica louco com minha jeba. Quis ir ao banheiro, dar o meu primeiro mijão, quando voltei, fomos lá pra fora de novo e o Landim foi dar um mijão também, só que em outro banheiro um externo, que eles usavam quando tem festa.

Ele veio do banheiro estendendo a mão pra mim e eu ingenuamente, nessa cai, depois que dei a mão pra ele, ele falou: “hahahah...acabei de balançar meu pinto e te estendi a mão.” Olhei para ele com cara de bobo e falei: “você é bobo demais.” Mas, meu periscópio de loucuras só ativava, comecei achar que ele estava querendo alguma coisa, não sabia o que mas, ia pagar para ver.

Quase três horas da tarde e já estávamos bem bêbados. Landim já estava com uma cara de capeta. Fomos almoçar eu e o Douglas e ele entrou na cozinha e foi falando que não ia almoçar, que almoçar era para fracos. Nessa hora ele retirou o chapéu e coçou a cabeça. Eu olhei para ele e o achei um homem bem mais bonito do que estava vendo. Na verdade, ele não era um homem bonito fisicamente, ele era o meu objeto de desejo. Vi que ele estava ficando careca, no alto e meio da cabeça. Ele me viu olhando a careca dele e desviou o olhar. Parecia que captei uma fragilidade dele.

Começaram a chegar os convidados e os nossos amigos. Douglas virou pra mim e falou fica ai com o tio Landim que vou tomar banho e você vai em seguida. Landim ficava dizendo: “banho é para os fracos”. “eu não vou tomar banho nenhum”. Mas, a mulher dele chegou toda cheirosa e bonitona e foi mandando-o ir tomar banho também. E foi lá pra fora receber os convidados.

Ele foi em direção ao quarto e eu estava do lado dele e demos uma encostada de corpo, passei o braço na cintura dele e ele deixou um tempo e continuamos andando e ele entrou para o quarto e encostou a porta. Fiquei doido para vê-lo pelado, ou fazer qualquer coisa. Respirei fundo um tempo e fui até a porta do quarto dele e fiquei na espreita. Mexi na maçaneta e ela se moveu. Abri a porta e fui andando de pé em pé, até o banheiro. Ouvi pela porta o barulho do chuveiro e de novo, mexi na maçaneta da porta do banheiro e ela também abriu.

Nossa Senhora, vi o objeto dos meus desejos. Ele estava de costas e pude ver aquela bundinha. Achei naquele momento a bundinha mais gostosa que já tinha visto. Mas, era mesmo. Ele estava com a mão na parede e cantarolando baixinho uma das musicas que tocou quando estávamos lá fora e mijando no ralo, ou melhor, procurando o ralo com o mijo, porque ele dava umas reboladinhas.

Apesar da adrenalina toda, meu pau subiu na hora. Quase que invadi aquele box e o agarrei por trás, mas achei que ainda não era o momento ideal. Ouvi vozes alta e encostei a porta do banheiro e sai correndo, e encontrei com o Douglas, que foi falando: “estava te procurando e já mandou uma assim, o que houve que você esta com essa cara de assustado?” Eu respondi: nada, uai? Felizmente, ele mudou de assunto e falou para eu ir tomar banho. Ele já estava todo cheiroso, só faltava colocar a gravata que ele falou que ia pedir para o tio.

Fui para o banho e descasquei uma, não tinha outro jeito, estava com tanto tesão que até melei o pau. Me vesti também e Douglas estava lá fora quando sai, encontrei com o Landim e ele foi logo falando: “oh, o galã de novela”. E perguntei para ele se ele daria um nó na minha gravata, fui dentro do quarto pegar na bagagem e ele veio atrás. Entreguei para ele a gravata e ele a passou pelo meu pescoço. Meu pau subiu na hora, nem aguentava falar, tão concentrada estava meu tesão nele.

Ele mandou uma assim: “vai fazer sucesso com a mulherada, hein?”

Eu fui atrevido e perguntei: Você acha? Gostou do garotão aqui?

Ele terminando o nó, foi falando e ao mesmo tempo, batendo com as costas da mão na minha cara, como se fosse um tapinha, pela minha insolência: “sai fora, oh galãzinho”.

Eu bem atrevido disse: Galãzinho, nada, olha o tamanho do homem aqui.

Landim: “ah, é ? então, quer dizer que você é um homem grande?”

Eu: ixiii, tudo grande, quer ver os detalhes?

Ele sorriu e falou: “oh, você é muito atrevido”... “hein, rapaz?”

E me deu outro tapinha no queixo e falou: “vamos lá pra fora, porque eu vou entrar com a noiva.”

A cerimonia foi no terreiro, no piso de grama e terra e cimento. Eu fiquei ao lado do meu amigo e riamos e cumprimentávamos os retardatários. Não demorou, o padre foi legal.

A noiva e o os familiares começaram a receber os cumprimentos. Por alguns minutos esqueci do Landim, pois estava com a turma de amigos. Eram fotos e brincadeiras. Landim veio com o fotografo e pediu para tirar foto comigo e o sobrinho. Ele ficou no meio e passamos os braços pela cintura.

Bastou este fato e reacendeu meu tesão. Landim estava com os olhos marejados, e agora não me pareciam só pela bebida, mas ele estava emocionado. Mas, a excitação estava ficando cada vez mais aparente.

Fui ao banheiro dar um mijão e quem aparece por lá e me da um tranco, me empurrando, senão o tio Landim? A partir daquele momento, deixei de achar que era imaginação minha e ter certeza, que o Landim estava querendo alguma coisa comigo, agora como proceder para que dê tudo certo é que seria a questão.

Quando ele entrou, no banheiro querendo mijar também, eu estava terminando. Fiquei com a pistola para fora balançando além do normal, só que por conta disso, meu pau foi ficando duro. Landim olhou para mim e eu com o pau quase duro na mão. Eu fazia questão de exibir e ele se aproximou e falou: “rapaz, guarda isso ai.”

Eu o invoquei: Landim? Landim?, com a intenção de retê-lo um pouco mais do meu lado e naquele lugar, que ainda estávamos a sós.

Ele perguntou: “o que é que foi?” E eu louco e com o pau em pé, falei: olha aqui, cara, como estou.

Ele riu e falou: “guarda essa jeba ai logo.” Eu tentei segurá-lo pelo braço e ele me repeliu e saiu.

Voltei para festa aturdido, zoado e com muito tesão. Mas, me pareceu que ele não quis correr riscos, e não só me rejeitou. Perto dos amigos, peguei o Landim me olhando. Todos estavam bebendo muito e eu continuava a pensar em como pegar aquele titio. Eu sentia no fundo, no fundo, que aquele cara queria alguma coisa comigo. Desde o nosso olhar nos olhos pela manhã, que esse desejo foi transmitido, eu tinha certeza disso.

Nós começamos a nos descompor, fomos afrouxando as gravatas ou tirando. Na verdade, a maioria das pessoas que estavam ali eram muito simples, só usamos terno para agradar a família. Toda a nossa movimentação, com o tempo seco e quente, foi nos deixando melados de suor. Por volta de oito horas da noite, começou aquela sessão de abraços entre bêbados. E o Landim abraça o Douglas, seu sobrinho, agradecendo a colaboração e me abraçava também pelo mesmo motivo.

Puta merda! Que abraço, viu? Aproveitei e encostei todo o meu corpo ao dele. E nossas cabeças foram até o ombro, e ele me dizia palavras de agradecimento e meu pau subiu na hora. E procurei encostar meu pau duro nele e cafunguei nos ouvidos dele. Ele deixou essa situação por alguns instantes e tenho certeza que ele sentiu minha pica dura, roçar na dele. Ele tentava interromper o abraço e eu não o deixava escapar. Meus lábios tocaram sem querer na orelha dele e por mais de uma vez no rosto.

Na segunda vez, ele observou e falou: “o galãzão, tá querendo me beijar?” Eu ouvi aquilo e deixei meus lábios escorrerem pelo rosto dele e perguntei: posso?

A resposta dele soou como música, que foi: “não, aqui, não.” Ficamos talvez quase um minuto nesta situação, que para mim parecia uma eternidade.

A música estava animada e estavam todos dançando e bebendo. As horas foram passando e eu e o Landim estávamos sempre perto um do outro. Os convidados começaram ir embora e se despediam e o Landim dizia para eles não irem. Nós na pista de dança, nós nos abraçávamos e nos tocávamos. A maioria dos convidados já tinham ido embora, sobraram os mais íntimos e trabalhadores da fazenda. Vi o Landim despedindo de umas pessoas com beijinhos no rosto e ele veio despedir de mim também, se dizendo muito bêbado.

Eu falei: ahh, também quero beijinho. Sorrindo.

Ele respondeu: “ah é, moleque garanhão, você também quer beijinho?” E com um bafão de álcool me deu dois beijinhos no rosto, um em cada face. E foi subindo em direção a casa. E deu uma olhada para trás. Quando ele estava perto das escadas da varanda da casa, ele mudou o rumo e foi pela lateral e andava muito cambaleante. Eu já pensava em ir atrás dele para dentro da casa, como ele não foi eu dei um pique até ele e o alcancei indo em direção a parte de trás da casa.

Chamei em voz baixa: “Landim? Landim?

Ele olhou para trás e eu já o segurava pelo braço e ele falou: “ah, é você?” Eu perguntei: tá indo pra onde, doidão?

Ele sem conseguir falar direito, apontava para o local escuro, e falava: “lá, ali, oh.”

Eu fui o acompanhando e passando os braços pela cintura dele. Ele aceitou o meu apoio e passou o braço na minha cintura também. Perguntei para ele se estava tudo bem e ele disse que sim e completou: “só tô muito bêbado, puta que pariu.”

Eu estava ficando cada vez mais desorientado com a situação. Ele foi ficando cada vez mais pesado, deixando seu corpo cair. Eu o segurei mais forte e fui para frente dele e falava e fui o abraçando. Ele não rejeitou meu abraço, mas não me abraçou de volta, só deixou o corpo mais solto em cima de mim. Abracei-o firme nessa hora e dei um beijo na orelha dele. Ele não reagiu, dei outro dessa vez no rosto, ai ele reagiu: “oh, que isso moleque?”

Eu fui e dei um beijo nos lábios dele. Eu estava complemente alucinado e ele não reagiu. Consegui encostá-lo na parede e espremi meu corpo contra o dele, como se tivesse dando um sarrão em uma mulher e o beijei na boca.

Neste momento, ele reagiu e falou: “aqui, não seu doido.” Senti que ele consentia as minhas atitudes e ele começou andar. Fomos para perto de onde tínhamos parado o carro. Que era uma área coberta. Tinha uma porta que dava para um pequeno deposito, ele abriu e acendeu a luz e eu entrei atrás dele. Ele foi em direção a outra porta que era de um banheirinho. Ele entrou e foi pondo o pinto pra fora para mijar. Eu o agarrei por trás, forçando meu pau duro na bunda dele e mordisquei a nuca dele.

Ele soltou um ai gemido e eu segurei o pinto dele e o mijo não saía. Ele meio que resmungava e gemia ao mesmo tempo e eu fui abrindo minha calça e a dele também. Ele tentou virar para mim e foi me perguntando: “é isso que você quer?” me mostrando a pica mole.

Eu aproveitei que ele estava de frente pra mim e fui terminei de soltar a fivela do cinto dele e falei, já arriando a calça dele: não, é isso aqui.

E fui o virando de costas para mim, ele ofereceu um pouco de resistência, mas fui mais enérgico nessa hora e forcei. A calça do terno dele desceu e eu deixei a minha escorregar também. Encostei rapidamente a minha pica dura na bunda dele.

Confesso que só de encostar a pica na bunda dele, fiquei mais descontrolado ainda.

Ele reagiu e falou: “que isso moleque?” Eu levantei o casaco e a camisa dele por trás e encostei minha pica no rego dele.

Ele: “isso não, isso não.” Usei minha força e o prendi nos meus braços e o acalmei por um tempo. Já fui fazendo o movimento pra cima e pra baixo com o meu cacete no rego dele. Ele gemia já de forma intensa. Eu comecei a sussurrar no ouvido dele e ajeitava o meu pau ao mesmo tempo no rego dele em busca do cuzinho. Consegui incliná-lo e ele falava: “oh, para sô, só isso.”

Segurei o pau dele que estava ficando duro, mas a cabeça já estava melada. Fui passar a palma da minha mão direita na boca e senti o meladinho do pau dele que veio na minha mão. Queria lubrificar o cuzinho dele para meter. Fiz isso, passei a mão com cuspe no cuzinho dele. Cada ato desses me deixava mais louco, minha intuição estava funcionando, minha conquista estava cada vez mais próxima. Senti com as pontas dos dedos o reguinho quente e com pelinhos dele. Senti aquele cheirinho de cu de macho tesudo em meus dedos. Mirei a chapuleta da cabeça do meu pau no cu dele e forcei a entrada. Ele deu uma gemida e travou a portinha.

Eu sussurrava um deixa, deixa, no ouvido dele e ele gemia com a voz de um certo incomodo de dor. Mordiscava o pescoço dele e implorava pela metida. A cabeça começou ultrapassando a portinha, senti que ele relaxou um pouco e só deixou minha cabeça presa dentro do cu. Eu forçava e forçava e o tesão só aumentava. Eu o agarrava forte, para não deixa-lo escapar e ele reagia, não deixando minha pistola entrar além da cabeça. Mas, estava muito gostoso, naquele momento era uma paixão incalculável que eu vivia.

Voltei com a mão na pica dele e estava mole, comecei batendo uma pra ele e foi ficando dura e minha pica pode arromba-lo mais um pouco. Não tinha entrado nem meio pau e comecei a ritmar meu movimento de vai e vem. Eu estava comendo o cara, o objeto de meus desejos, o fodão e machão do Landim. O cuzinho dele já estava mais meladinho, quando comecei a sentir que ia gozar. Estava tão gostoso, mas ao mesmo tempo perigoso, que deixei minha porra sair. Comecei a esporrar dentro do cuzinho dele. Ele gemia com voz de choro e intensifiquei a punheta para ele. Esporrei, mas ele demorou mais um tempão. Meu pau começou a sair de dentro dele e ele gemeu com o gozo dele. Foi uma gemida forte, de macho, que parecia que saia lá do fundo mais escondido.

Minha mão ficou com um pouco de porra e tentei não sujar o paletó dele. Ele ficou um tempo se recompondo. Eu subi as calças dele e ele terminou de abotoá-la. Fechei minha calça e fomos saindo do deposito. Ele tonto ainda, mandou que eu voltasse para festa.

Voltei com a camisa para fora, com o casaco na mão e um pouco suado. Encontrei alguns dos amigos, joguei um pouco de conversa fora. Eram mais de uma da manhã. Senti, nas minhas mãos, cheiro de porra, de cu e pinto. Achei muito gostoso. Ajudei o Doug a desligar o equipamento e fui ao banheiro e depois fomos deitar. Estávamos eufóricos, eu talvez mais que ele. Mas, logo bateu o cansaço, afinal, quase não dormimos na noite anterior e não paramos um segundo sequer no dia de hoje.

Cai na cama de cueca, eu usava uma cueca branca. Acordei mais tarde, onze horas da manhã, Doug também. Fui ao banheiro, pensei em tomar um banho. Quando tirei minha cueca, vi uma marquinha de sangue. Olhei pro meu pau e não tinha nada evidente e nem sentia dor. Será que descabaçei alguém?

Abraço a todos. Aguardo os comentários.

Comentários

24/06/2015 19:06:15
kkkkk Que cara doido! Mas também sou assim.. Fico louco quando vejo uma bunda de macho.
13/07/2014 18:12:01
Safadeza, boa estória e muito bem contado. Continua!
12/07/2014 02:34:50
De onde você tira as idéias para os contos? São todos seus mesmo? Gostei de todos que eu li... Muito bom...
12/07/2014 00:56:11
continuaa!
11/07/2014 23:44:32
CONTINUA

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