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ÔNIBUS QUEBRADO - EU, O POLICIAL, O MOTORISTA.

Um conto erótico de Talles
Categoria: Homossexual
Data: 10/09/2014 02:40:08
Última revisão: 10/09/2014 03:00:12
Nota 9.90

— Cadê o seu documento?

— Na mochila, seu guarda.

— Mostra!

— Aqui...

Ele olhou do documento pra mim duas vezes e depois me devolveu.

— Tá indo pra Caraguá?

— Ubatuba, senhor.

— Mora lá?

— Não. Eu to só passeando.

— Sei... Você é de onde?

— São Paulo, Paranapiacaba.

O motorista se aproximou:

— Tudo bem aqui? Podemos prosseguir?

— Demorou, César... O garoto aqui não representa perigo. Pode ficar tranquilo.

Antes de voltar ao volante, ele me fala:

— Desculpa, garoto. É que semana passada tivemos problemas com um rapaz... E desde então sempre tem alguem da polícia a bordo. Pra garantir a tranquilidade.

— Não tem porque pedir desculpas, senhor César. O senhor tá mais que certo... O policial só está fazendo o serviço dele.

— Obrigado! Então, vamos lá...

Quinze minutos depois o ônibus saía vazio de Maresias. A bordo ficamos só eu, sentado no último banco ao lado do banheiro e o policial lá na frente. Passava das nove horas da noite e lá fora caía uma senhora tempestade, o que obrigou o motorista a diminuir bastante a velocidade assim que pegamos novamente o trecho de serra. Tudo corria normalmente até que o motorista encostou o ônibus. Curioso, olhei lá pra frente, mas nada de subir ninguém. Também com aquele tempo, quem seria louco de se aventurar num local deserto como aquele? Foi quando a porta que separa a cabine do motorista do restante do ônibus se abriu. O motorista falava com o PM quando e quando eu me aproximei ele disse:

— O ônibus quebrou... Eu não estou conseguindo sinal no celular pra pedir o reboque.

Peguei meu celular no bolso da bermuda.

— Caramba... Sem sinal também. E agora?

— Vamos ter que esperar até o próximo ônibus passar.

O PM:

— Caralho! Ainda bem que amanhã é minha folga.

Rimos e o motorista disse:

— E o pior é que com esse tempo ele sempre acaba atrasando.

— Quanto tempo mais ou menos, senhor César? Quero dizer, se ele não se atrasar, né...

— Eu diria mais ou menos umas três horas até que ele passe por aqui.

— Nossa!

— Bom — Disse o PM — A sorte é que aqui tem esse acostamento, e é longe da curva. O jeito é esperar.

E o motorista:

— Certo... Eu vou lá fora pra colocar o triângulo de sinalização.

— Vou com você, César. Bora lá tomar um banhozinho de chuva!

Eles riram e eu disse:

— Tá chovendo muito. Olha só ali na luz do poste... Eu posso ir lá e colocar o triângulo.

— Isso não teria cabimento algum, garoto! — Disse o motorista — Você é passageiro. Não pode!

— Ele tá certo, garoto. Deixa que a gente vai lá...

— Mas olha só essa chuva... Além do mais eu tenho uma troca de roupas na mochila lá atrás. E vocês? Vão ficar ensopados... Sem contar o frio, depois!

Eles ainda tentaram me demover da ideia.

— Que nada! Eu faço questão... Onde está o triângulo?

— Aqui...

Fui lá fora e coloquei o triângulo no chão, próximo a traseira do ônibus. Voltei todo ensopado da cabeça aos pés.

— Caramba! Tomei o maior banho!

[Risos]

O motorista:

— Não precisava disso, garoto!

— Ah! Que nada! só me façam um favor vocês dois... Parem de me chamar de garoto! O policial já sabe o meu nome...

— Senhor Caio!

— Não me levem a mal... Mas, senhor? Eu só tenho dezenove anos!

[Risos]

— Você é gente boa, Caio! Desculpa ter suspeitado de você.

— Desculpo nada... Olha como eu fiquei... [Risos] Deixa eu me trocar... Já volto.

— Eu tenho uma toalha aqui — Disse o PM pegando a mochila no bagageiro interno — Só que eu usei ela... Se você não se importar...

A luz iluminava completamente onde estávamos. Quando eu desdobrei a toalha branca:

— Eita, porra! [Risos] Tá cheia de pelos!

— Eu disse que tinha usado ela...

— Logo eu que depilo o corpo todo! — Disse isso e me afastei indo lá pro fundo do ônibus pra me trocar.

Eles começaram a falar baixo pra que eu não ouvisse. Então eu disse:

— Ah... Agora eu deixei de ser o cara bacana né...!

[Risos]

Cinco minutos depois:

— Pronto... Assim tá melhor... Quer que eu jogue a toalha fora, policial?

— Claro que não, garoto... E o meu nome é Marcos.

— Prefiro te tratar pela sua patente. Qual é?

[Risos]

— Tá abusado o garoto, não é não Tenente? Primeiro chama a gente de velho e agora isso...

— Esses vagabundos são assim mesmo, César... — Brincou o Tenente, e depois, acertando um murro na palma da mão — Depois que levam uma prensa eles aprender a respeitar a autoridade!

Rimos bastante e a conversa continuou numa boa. Fazia quase uma hora que havíamos parado ali e

já tínhamos falado sobre uma porção de coisas. Então eu comecei a falar sobre a minha faculdade e do porque de estar ali.

— Na sua idade eu também rodava o mundo. — Disse o César.

— Não é atoa que o Cesão veio parar atrás de um volante...

[Risos]

— Parece que vocês dois são conhecidos ou é impressão minha?

Eles se entreolharam e riram. O Tenente disse:

— Nós somos amigos desde moleques.

— É... “A turma do barulho”... lembra Marcão? Isso lá no final dos anos setenta...

[Risos]

— Opa! E bota barulho nisso. — Ele olhou pelo parabrisa do ônibus — Caralho! Que chuva da porra!

— É mesmo! — Eu disse — Eu nunca fiquei preso na serra com um tempo desses. Tá ficando mais forte...

O César falou:

— Nessa área aqui é tranquilo... Não tem barreiras...

E eu:

— Ainda bem que o Tenente tá aqui. E se aparece algum ladrão... Sei lá...

O Tenente:

— Mas e aí, Caio? E as namoradinhas?

— Ou será “namoradinhos”? — O César falou e eles riram. Eu fiquei um pouco sem graça. Sempre ficava quando esse assunto vinha a tona, mas acabei falando:

— Tá tão na cara assim?!

[Risos]

— Não... Só 99,9%...! Opa... Brincadeira, hein cara! — Era o César — Não vai ficar ofendido...

Rimos os três. Depois eu disse:

— Tranquilo... Vocês dois são gente boa.

— Eu pelo menos não tenho preconceito. O Césão também não, não é não? — Ele, olhando pro amigo, que fala:

— [Risos] Eu já tinha notado... Mas ainda bem que você não é escrachado como alguns que a gente vê por aí... Querendo ser o que não são... Nada contra, mas... Isso é feio pra caralho! Sem contar que muitos já vem se oferecendo... Com trejeitos... Chega a dar nojo...

— Isso é! Até pra gente que trabalha na polícia... Eu acho até que é pior... Parece que o cuzinho pisca quando eles vêem uma farda!

[Risos]

— E você, gosta de farda também? — O Tenente me pergunta.

E o César?

— Ou tem alguma outra fantasia?

— Bom... — Eu disse, tímido — Se vocês quiserem saber como eu me descobri, posso contar.

— Ah... Fala aí! [Risos] Vou até acender um cigarro! — Disse o Tenente, todo safado.

— Boa! Também preciso fumar... Você não se importa, não é Caio?

— Lógico que não... Eu tenho um pacote fechado de Marlboro Red na mochila. Vou pegar pra gente.

— Aí no frigobar tem água e refrigerante...

— Eu trago pra gente...

A porta do ônibus estava apenas encostada e o vidro da janela do motorista totalmente aberto. Por sorte, a chuva vinha do lado contrario. O Cesar tinha aberto um pouco as entradas de ar no teto por causa da fumaça dos cigarros. Comecei a contar sobre a minha iniciação, de quando me descobri até o momento em que me vi atraído pelo meu padrasto, de como e porque isso aconteceu.

— Então... — Eu ri — Acabou acontecendo...

[Risos]

O Tenente acendeu outro cigarro. Deu uma tragada e depois falou:

— É como diz o ditado: “Melhor apanhar dos pais em casa do que da polícia na rua!”. A gente cresceu ouvindo isso, não é não, Cesão?

— Isso é... Posso pegar outro, Caio?

— Ah! Nem precisa pedir... É nosso!

— É que eu tenho educação... Agora... O Tenente... — Ele acendeu o cigarro — Cuidado, hein Caio!... Se você dá brecha ele monta em cima!

— Eu?!

[Risos]

O cesar pegou o celular no bolso da calça.

— Tem sinal... Vou tentar ligar e pedir o reboque.

Ele foi mais pro meio do ônibus. O Tenente e eu ficamos no aguardo, quietos. Ele já falava com alguém.

— Sim... sim... O Tenente Telles e outro passageiro...

Nós nos olhamos e ele:

— Quanto tempo? Sei... Ok! Fico no aguardo.

Ele, desligando:

— Porra! Parece que caiu uma barreira em Boissucanga. O reboque vai vir de Ubatuba... Mas só daqui umas quatro horas, se a cheva diminuir um pouco.

— Caralho! A coisa tá feia então, Cesão...

— O motorista de Ubatuba mora em Caraguá. Até que ele chegue lá na garagem e volte...

— Pessoal... Calma... Temos que esperar mesmo...

— Pelo menos esse ônibus é executivo. Alguém aí vai querer um suco?

— Deixa que pego, Cesar...

Voltei com os refrigerantes e sentei na escadinha perto da porta da cabine. Cada um deles estava numa poltrona e eu fiquei de frente.

— E aí... Você tem mais coisa pra contar, não tem não?

— Aí Caio... Tá vendo? Esse é o lado detetive do Telles...

— Vocês tão curiosos pra caramba hein! Tá bom... Vou contar...

— Opa! Assim é que eu gosto... Sem resistência! Vai, conta logo...

[Risos]

— De vez em quando... Quando a barra tá limpa...

— ... Você ainda trepa com o seu padrasto?

— É... [Risos] A gente não perde uma oportunidade pra dar uma brincada...

[Risos]

— Mas ele não te bate mais, bate? — O Cesar falou e se acomdou na poltrona com as pernas um pouco abertas. O Tenente já havia colocado as duas pernas cruzadas em cima do braço da poltrona.

— Bom... De vez em quando...

— O moleque gosta de um cara marrento, Telles... [Risos]

— O meu pai também é desses... Com ele é aquela história: “Escreveu e não leu, o pau comeu!”

— Vai dizer que com o teu pai também...

— Não... Meu pai nem sonha que eu...

[Risos]

Os dois, nessa hora, passaram de leve a mão em cima das suas “malas”. Eu não perdi a oportunidade:

— Eu aposto que vocês dois estão de pau duro!

— Eu não... — Disse o César.

— Eu também não.

[Risos]

— O César, olhando daqui, parece que tá sim...

— Cesão... Cesão! O moleque tá de olho no teu pau...

[Risos]

— Você também Tenente...

— É... Concordo! — Disse o Tenente.

E o César:

— Dá pegadinha aqui, dá.

— Tá doido mesmo pra pegar nas nossas picas! Vem, pega aqui também!

Eu fiquei ajoelhado entre as duas poltronas. Quando o César abriu o zíper e tirou pra fora, ainda estava meio mole, mas de repente foi crescendo na minha mão uma senhora pica branca, a cabeça vermelha em forma de cogumelo dava aquele pau reto e grosso um aspecto deliciosamente excitante.

— Ai, Tenente! Tira o seu também, vai... Pelo zíper, igual ele fez!

— Você gosta de uma farda também, hein safado!

[Risos]

— Chupa o pau do Cesão, vai...

— Posso, César?

— A autoridade aqui é o Tenente... Obedece!

— Uuuuuummmmmmm....! Uuuuummmmmm....!!! Que rola gostosa! Uuuummmmm...!

— Caralho! Que boquinha safada! Toma! Toma! Toma!

Ele socava a rola bem fundo na minha boca. Eu tinha que fzer uma força tremenda pra aguentar. De repente o Tenente colocou pra fora o mastro moreno, bem no tom da sua pele. Praticamente da mesma grossura que a do Cesar, um pouco maior e menos cabeçuda, porém tão gostosa quanto! O cheiro de mijo misturado com porra que exalava do meio das pernas dos dois me inebriou a tal ponto que eu gemia feito uma cadelinha no cio.

— Chupa aqui, veadinho filho da puta!

— Ummmmmm...! Ummmmmmm...! Ai, que tesão do caralho! Nem acredito que isso tá acontecendo! Ummmmmmm...!

— [Risos] Pode acreditar, moleque! Você tá fodido! Vai ter que foder feito uma puta, senão apanha!

— Eu fodo, Tenente! Faço tudo o que vocês quiserem, mas por favor! Me fodam! Arregacem o meu rabo!

— Senta aqui. Deixa eu senti o gosto desse cuzinho! — Disse o Cesar, se levantando e me pondo deitado na poltrona. — Isso!

— Olha aí, Cesão... Essa porra tinha que virar veado mesmo... O pau nem sobe!

— E isso aí é uma rola? Nem tamanho de pinto tem!

[Risos]

— Eu só me fodo! Além de tudo ainda tenho que aguentar essa humilhação...

— Cala a boca! — O Tenente me deu um tapa na bunda — Você tem mais é que agradecer a gente, seu filho da puta!

— Ai! Ai! Ai! Que língua safada! Chupa meu cú... Taradooooooo...!!! Ai!

— [Risos] Ele tem cosquinha no rabo!...

O Tenente falou isso e de repente meu rosto esquentou com o tapa certeiro da sua mão pesada.

— Ai! Tenente...

— Ué... Doeu?

— Forte... Ai! Ai!

— É? [Risos] E assim? Hum? E assim? Toma! Toma!

Ele ficou dando tapas cadenciados no meu rosto, segurando os meus braços, enquanto a língua do motorista passeava no meu cu. Eu gemia e gritava feito um louco. Sempre tive a maior sensibilidade no anus, e umas línguadas no cu me desarmavam completamente. Não demorou muito e eu lavei a minha barriga de porra.

— Caralho! Gozou só de sentir sua língua no cuzinho, Cesão!

— Ou será que foi por apanhar de você, Marcão?

[Risos]

— Seus safados! [Risos] Quero uma rola no cu!

— Ah, é? Filho da puta! — Disse o Cesar. — Então pede! Vai!

— Tenente, me come! Fode o meu rabo! Toma!

— Isssssssss...! Que rabinho quente da porra! — Disse o Tenente posicionando seu pau na entrada do meu buraquinho — Você vai ter que aguentar, moleque! Quero socar tudo!

— Mete logo! Aaaaaiiiii...!

— Grita filho da puta! — O César me deu um tapa na cara — Pode gritar a vontade!

— Já entrou a cabeça! Bota a rola na boca dele, Cesão!

— Ummmmm...!!!!

Senti a rola dele entrando com tudo, parecendo que ia me partir ao meio. Ele nem esperou que eu me acostumasse e já começou um vai e vem ritimado. Meu grito foi abafado pela rola do outro na minha boca, que disse:

— Se morder meu pau, apanha!

Dizendo isso ele começou a foder a minha boca como se fosse uma boceta. O tenente continuava fodendo meu cu e logo senti sua porra quente me inundando o canal do reto. Ele tirou de uma vez e a sensação de vazio que eu senti no cu foi tamanha que até deu um friozinho.

— Hum! Esse porra é profissional, Cesão! Nem sujou meu caralho!

[Risos]

— Agora é a minha vez! Vem cá moleque! Senta no colinho do papai, senta!

Ele sentou na poltrona em que o sergento estava e eu montei por cima. Com as mãos ele abriu mais as bandas da minha bunda e eu encaixei o cabeção da rola na entradinha.

— Isso! Agora senta! Assim!

— Vai ficar arrombadinho hoje, hein veadinho?! — Disse o Tenente.

— Ai! Vou mesmo! Essas rolas de vocês vçao acabar com o meu cu! Huuummm!

— Senta logo, porra! Ele me forçou a sentar na rola do Cesar. O grito foi tão alto que, talvez por instinto, ele tapou minha boca.

— Fode ele, Cesão... Arregaça!

— Toma! Toma! Toma! Toma! Toma!

As bombadas eram tão fortes que eu quicava a bunda no colo do Cesar. Ele me fez levantar sem tirar o pau de dentro, me segurando pelas ancas e me colocou de quatro na poltrona:

— Agora aguenta!

— Mete! Ai! Ai! Ai! Mais forte! Vai! Aaaaaaaaaaiiiii...! Mete mais forte!

— Vou gozar filho da puta! Aaaahhhhhhhhhhh...!!!! Aaaaaahhhhhhhhhh...!!!

— Vem Tenente... Quero chupar seu pau enquanto ele goza no meu cu! Aaaaaaiiii...!!!

— Huuuummmm...!!! Delícia! O safado tá gozando de novo, cara! [Risos] E o pau nem duro tá, caralho! Goza, veadinho! Goza!

[...]

— Ai... Vocês acabaram comigo! Huuummm...!

[Risos]

— Depois de uma foda dessas... Um cigarro pra relaxar! — Disse o Tenente.

— Caralho, Caio... Aguentou bem, hein! [Risos] — Ele acendeu um cigarro, tragou e soltou a fumaça. — Vai lá no fundo e pega uma água pra gente.

— É pra já!

[Risos]

[...]

— Caralho... Vou dar uma mijada...

— Pera aí, Cesar... — Eu falei e tirei a roupa.

E o Tenente:

— O que você vai fazer?

— Eu? Nada... Vocês é que vão!

Desci do ônibus e fiquei do lado de fora. A chuva tinha diminuído um pouco.

— Eu já sei o que esse porra quer, Marcão!

[Risos]

— É... Vamos lá dar a ele, então!

— Na boca! Quero a mijada de vocês na boca!

— Caralho! Olha isso, cara!

[Risos]

— Huuummmm...! Delícia, Tenente! Vem César...

— [Risos] Toma tudinho, vai! Filho da puta! Aí! Isso!

De repente:

— Aí, Cesão... Se é pra curtir com a cara dele, vamos curtir direito, porra! Afinal nós somos pareceiros ou não? — Disse o Tenente. — Vem aqui, seu porra!

Ele me puxou com brutalidade pra dentro de novo. Me fez ajoelhar e o Cesar, metendo o pinto na minha boca:

— [Risos] Olha aí, Marcão! Esse dá valor numa rola! Merece ou não merece uma boa surra? — Ele falou isso desafivelando o cinto.

[Risos]

— Ele tá muito saidinho, não tá não?!

Eu tirei a boca do pau do César e ele passou o cinto pro Tenente, que me acertou um tapa no rosto:

— Chupa, caralho!

— Capricha aí, Marcão!

[Risos]

— Segura ele aí... Vou dar uma esquentada nesse traseiro branco!

A cada cintada eu caprichava mais na rola do César. Depois foi a vez dele "meter bronca". Quando o guincho chegou, duas horas depois, eu mal conseguia sentar direito, mas estava realizado. Afinal... Nunca tinha gozado tanto na minha vida!!

Comentários

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29/12/2014 14:45:24
Maravilha!
06/11/2014 03:27:38
BOM
25/09/2014 17:16:50
procuro 6 homens mega super dotados pra realizar a minha fantazia, quero ser estrupada violentamente e fotografada que todos os homens goze e mijen na minha cara, sexo selgagem cheio de tesao,,, eu morena 28 anos 65 kl 1.69 alt peitao, bumbum farto e muito fogosa... whats ou skype e e-mail,, ;;;; rose travesti
16/09/2014 23:06:28
10
16/09/2014 21:37:13
Excelente!
12/09/2014 08:30:16
Massa
10/09/2014 19:55:27
Legal
10/09/2014 10:57:25
Bem legal!
10/09/2014 05:35:16
Massa




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