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VIADINHO MALVADO 6

Um conto erótico de DUQUE DE SAXE
Categoria: Homossexual
Data: 20/11/2014 17:19:42
Nota 10.00

(...) Fui embora triste e arrasado. Minha vontade era acabar com a minha vida agora mesmo. Meu celular vibrou e eu o olhei correndo: “Lindinho, hoje a noite estarei disponível para nos encontrarmos. Aguarde-me no local de sempre. Saudades do seu cheiro e do seu corpo gostoso. Beijos. F.”.

A mensagem me arrancou um sorriso, mas eu continuava triste... Enquanto eu caminhava pela rua, algum moleque maldito me atirou uma pedra que acertou minhas costas. Gritei de dor e me virei rápido tentando identificar quem havia feito isso. Não vi ninguém. Minha intuição me dizia para eu tomar cuidado. Coisas ruins vinham acontecendo comigo ultimamente... Não deviam ser coincidências...

Andava cabisbaixo sempre prestar atenção em nada e revivendo nos pensamentos as cenas daquela foda: Luís enfiando seu pau – que era meu – no cu arreganhado daquele Gilsinho; o viado gemendo e fazendo caras e bocas enquanto pedia alto para o meu Luís meter mais forte e mais fundo; e Luís obedecendo e cada vez enterrando mais o seu cassetão no buraco negro daquele viado metido!

Eu estava puto da vida, humilhado, cheio de tesão (apesar de tudo a minha vontade era rebolar descontroladamente na piroca do meu homem), sem dinheiro, com dor depois de ter levado aquela pedrada, mas minha mente continuava lúcida. Eu precisava focar no que era importante! Eu precisava eliminar meus problemas! Era assim que eu agia! Se alguém aparece no meu caminho eu dava um jeito de jogá-lo fora!

Minha cabeça começou a doer muito forte. Estava cheio de ódio e isso sempre me causava enxaquecas profundas. Tomei três comprimidos quando cheguei em casa e desmontei na cama. Dormi profundamente. Acordei assustado algumas horas depois. Lembrei-me do meu amante e do encontro que ele marcou.

F., como vocês já sabem, era um homem poderoso. E isso me atraía muito! Mesmo com o coração destruído pelo Luís eu não poderia deixar meu macho maravilhoso na mão. Mas, sinceramente, eu não tinha condição alguma de sair. Eu mal tinha forças para me mexer. Eu me sentia um trapo. Eu estava ferido no corpo e na alma. Eu precisava de paz e sossego... Apenas disso. Mas, eu também tinha um pouco de medo das consequências. Eu sempre concordei com ele. Eu sempre fiz o que ele determinou... Talvez estivesse na hora de assumir o controle da minha própria vida... Eu deveria começar a pensar em mim e esquecer dos outros... Não é fácil mudar... E não é fácil começar uma mudança tão grande logo com um homem como ele. Faltar ao encontro com F., não era uma modo de firmar minha independência, ao contrário, talvez fosse suicídio. Mas, eu não tinha condições físicas de ir. Meu corpo doía. Eu sentia que estava quente e até um pouco febril. Meu cu voltou a doer. A coça que havia levado do Tio Jorjão ainda tinha deixado marcas... Marcas reais, eu estava todo cheio de hematomas... Como eu poderia permitir que F. me encontrasse com as marcas que a luxuria insana do Tio Jorjão deixou pelo corpo...

Com dificuldade peguei meu celular: “Por favor, eu te peço muitas desculpas, muitas mesmo, de verdade, mas hoje eu não estou nada bem. Tive um dia difícil na escola e estou meio doente. Eu não vou poder ir no nosso encontro. Não fica bravo comigo. Eu realmente estou passando mal. Um beijo bem gostoso na sua boca. Do seu, sempre seu, Dioguinho”. A resposta veio rápida: “Lindinho, é uma pena não poder ter sua deliciosa companhia hoje. Sonho sempre com os instantes que passaremos juntos. Espero que se recupere logo. Viajarei por duas semanas a trabalho. Quando retornar espero que você seja meu. Beijos”. Ufa, graças a Deus ele entendeu...

Peguei no sono de novo e, não sei quanto tempo depois, minha mãe me acordou com suavidade:

- Filho, veja o que chegou para você!

Ainda tonto de sono vi uma linda cesta com chocolates e flores. Peguei o cartão e li: “Com todo o meu amor, F.”. Sorri timidamente. Olhei para a minha mãe e ela sorriu também. Minha mãe tinha duas características fantásticas: era muito discreta, nunca me fazia perguntas embaraçosas e jamais me constrangia e, além disso, era muito liberal... Com certeza ela entendia que eu tinha necessidade de ter meu próprio espaço e fazer o que desejava fazer...

No dia seguinte eu não fui à escola. Não estava com paciência e nem vontade. Acordei tarde e fiquei na cama fazendo manha a manhã toda. Na hora do almoço, já com fome, eu me levantei. E aí minha mente voltou a funcionar...

Fui parar num posto de gasolina que havia há alguns quarteirões da minha casa, era um pouquinho distante, bastante até, eu tinha que andar a pé, porque não tinha grana nem para o táxi, e nem para o busão. Mas, fui até lá. Eu já tinha ido várias vezes com minha mãe. Era lá que ela abastecia. Anexo ao posto havia uma oficina mecânica. Mamãe fazia todas as revisões e consertos lá. Era um lugar legal, bom ao menos pra mim... Sempre tinha um monte de homem gostoso em volta e os mecânicos que trabalhavam lá eram bem filezinhos. Tinha um em especial que era meu amigo, o Teco. Quando a gente tá triste nada melhor que rever os colegas, vocês não acham?

Teco era um colega muito legal, sempre me fazia rir e me divertia com seu humor sacana. Ele tinha 23 anos, mas aparentava ter bem menos. Era muito branco e tinha os cabelos castanhos claros. Tinha um corpo normal, porém a musculatura dos seus braços e peitoral era bem desenvolvida devido ao trabalho braçal, nada desproporcional, ele era bem bonitinho. É claro que, já que eu estava lá, acabei dando uma mamadinha nele, coisa rápida, no banheiro mesmo, coisa de amigos. Foi só pra me distrair, pois ainda estava muito triste, muito mesmo. Como o papo estava bom eu esperei acabar o turno e fui dar uma voltar com ele. Teco não tinha família, era muito descolado e não ligava para o que os outros falavam. Ele não estudava, só trabalhava e era o dono da própria vida. Logo, não se incomodava nem um pouco de ser visto na companhia de um viado como eu.

Acabamos indo para a quitinete que ele morava. Ele bem apertada e escura. Tinha poucas janelas e muita bagunça. Tinha um cheiro acre de suor no ar. Teco me abraçou por trás e começou a chupar meu pescoço. Gemi baixinho. Ele abaixou minha bermuda e começou a apalpar meu bumbum e minhas coxas. Eu era todo lisinho e sua mão deslizava com facilidade pelo meu corpo. Sua boca tinha um toque bom: era quente e úmida e eu estava gostando muito.

Teco enfiou a mão debaixo da minha camiseta e começou a beliscar bem de levinho os biquinhos dos meus peitos. Eles endurecerem rapidamente ao seu toque. Sua mão era um pouco áspera, mas seu toque era gostoso e sensual. Eu me senti desejado.

O volume do seu pau, dentro da calça ainda, se comprimia contra meu bumbum. Sentia que era grande e bem duro. Nós nunca tínhamos transado. Éramos colegas, desses que não se veem sempre, mas que sempre dão boas risadas quando se encontram. Eu nunca tinha feito nada com ele até hoje de tarde quando por carência acabei fazendo uma chupetinha nele. Eu precisava buscar novas formas de prazer e me libertar do tipo de vida que eu vinha levando... E Teco foi o cara que me veio à lembrança logo de cara. Eu nunca tive amigos, tinha poucos colegas e sempre me dei bem com ele... Talvez fosse um sinal, talvez na verdade sempre tivesse existido uma química entre a gente...

Virei-me e fiquei frente a frente com ele. Não pude deixar de reparar como a tonalidade do seu cabelo era bonita. Seus olhos eram clarinhos também, talvez, expostos ao sol, ficassem verdes... Sua boca era de um rosa suave... tive vontade de beijá-lo, mas sei que não são todos os homens que curtem beijar um gay, por isso, me contive... Mas, o olhei fixamente... Ele tomou a iniciativa: envolveu-me pela cintura, me puxou para junto dele, senti seu membro duro encostando no meu e me beijou. Dali a pouco ele enfiou sua língua grossa e grande na minha boca, enquanto suas mãos passeavam pelo meu rabo.

Desci pelo seu pescoço, tirei sua blusa, mordi seu ombro, lambi suas axilas, cheguei em seus mamilos e os sorvi com volúpia... Teco se livrou do restante das roupas e seu pau despontou soberano na minha frente: ele tinha muitos pentelhos, todos da mesma cor de seu cabelo, bolas pequenas e um pau retinho, muito branco como ele e com a cabeça rosadinha... hummmmm.... chupei com vontade de novo... chupei, lambi, mordi de leve e parei todas as vezes em que sentia que ele ia gozar... ele se deliciava, fazia movimentos suaves com o quadril, suspirava, apertava o próprio peito e, em alguns instantes, lambia os próprios dedos... Não foi mais possível segurar o gozo dele e logo veio aquela explosão potente e farta de porra...

Teco urrou e se abaixou, ficou frente a frente comigo, que estava de joelhos, e me beijou. Dividimos sua própria porra num beijo fantástico e intenso. E, em seguida, ele fez algo que me surpreendeu demais: pegou meu pau e o levou até a própria boca. Nunca ninguém tinha feito isso comigo! Eu jamais tinha vivenciado essa experiência sensacional que é receber um boquete! Eu, o maior boqueteiro da região, nunca tinha sentido uma boca quente, molhadinha e macia explorando meu pênis! Meu pau ficou duro como nunca ates tinha ficado. Eu tinha espasmos por todo o corpo. Meu coração batia acelerado. O ar ficou mais denso. Meu pau continuava muito duro, parecia uma pedra, ou um pedaço de aço. Chegava a doer de tão duro. A língua de Teco lambia toda a glande em movimento circulares, ia e voltava até o talo, explorava minhas bolas, babava um pouco, forçava na sucção e depois retornava a ser suave. Meu corpo se convulsionou e eu despejei meu leite na boca dele. Gozei como nunca. Ele bebeu a maior parte e deixou ainda um pouco na boca. Fui puxado para outro beijo. Agora eu sentia o gosto da minha própria porra... e que porra gostosa!

O pau de Teco já estava duro de novo e ele o encapou com uma camisinha me posicionou na beirada do sofá e começou a pincelar meu cuzinho. Sua língua foi introduzida lá dentro. Chupou um pouco, dedou um pouco, mas em breve já estava lá arremetendo com força e vigor. Sentia sua floresta de pentelhos arranharem de leve meu quadril, sentia sua respiração pesada no meu cangote. Sentia seu desejo e isso me deu prazer também. Rebolei com vontade. Rebolei por prazer. Depois de me vender para tanta gente era bom curtir um sexo pelo sexo e viver um prazer que não tem preço. Ele gozou de novo. Não muito. Mas, seu pau continuou duro. Ele não o tirou dali de dentro. Ficou lá quietinho. Enquanto se recuperava voltou a beijar e morder minha nuca e minhas orelhas. Logo voltou a meter e minutos depois gozou mais uma vez... Caiu sobre mim extasiado... Olhamos-nos e sorrimos... O sorriso de dois caras que acabaram de curtir um sexo muito gostoso.

Tomei uma ducha rápida. Ele me ofereceu uma cerveja. Bebemos um pouco, nos beijamos mais e eu disse que precisava ir embora. Gente, ele se ofereceu para me levar em casa... Olha que lindo!!!

No caminho vi vários homens que já tinham me comido olhando de canto de olho para o Teco e contendo sorrisinhos sarcásticos. Claro, qualquer um que me conhecesse saberia que eu devia estar dando para aquele aprendiz de mecânico. Quando passávamos perto do campinho, um moleque gritou “Olha lá o viado!”. Teco olhou para o pivete de cara feia, me deu as mãos e fomos caminhando de mãos dadas até minha casa. Eu achei o máximo. Eu achei lindo. Não esperava nada disso...

No dia seguinte não fui à aula de novo. Sem paciência para ninguém. Meu sentimento pelo Luís ainda era de amor profundo, afinal a gente não manda no coração. Mas, eu tinha outras questões em minha vida e estava me abrindo para novas oportunidades. Na hora do almoço marquei de encontrar com o Teco em uma pracinha que ficava próxima ao trabalho dele e cerca de duas quadras da casa em que ele morava. Lá nos transamos gostoso de novo, porém rapidinho, porque ele precisava voltar para o trabalho. Comemos uma lasanha congelada e ele tirou um cochilo muito rápido. Aproveitei para ajeitar um pouco a casa e lavar a louça... Tudo muito superficialmente, porque não levo jeito para o trabalho doméstico.

Naquela tarde tive certeza que já estava melhor e poderia voltar a ir para escola, encarar o Luis e quem mais aparecesse. Bola pra frente...

Quando voltei para a casa, vi o “pai do Cláudio”, aquele cara que eu nem sabia o nome que me ajudou no campinho quando me acertaram uma bolada na cabeça. Ele estava correndo e sua camiseta, muito molhada de suor, marcava bastante o músculo e o bico dos seus peitos. Seu short era bem curto e evidenciava sua bunda farta e carnuda. Hoje ele estava com a barba feita e com um boné bem legal. Cara, fala sério... que tênis show... eu tinha visto um daqueles na internet... custavam quase R$ 800,E aí garoto, tudo bem ?

- Olá, tudo bem comigo e com o senhor?

Ele me olhou com a cara um pouco fechada e respondeu:

- Senhor é maudade! Não sou tão velho assim...

- Desculpe-me... não foi minha intenção.

- Sem problemas garoto. O meu nome é Roberto. Daqui pra frente pode me chamar pelo nome.

- Ok! O meu nome é...

- Diogo. Eu sei quem você é. Você é bem... – ele hesitou – conhecido por aqui.

- Esse povo chato aqui da rua já deve ter feito um monte de fofoca com o meu nome...

- Relaxa, garoto. Para ser sincero, gostei da sua fama... – ele riu e começou a se afastar – o convite para o banho de piscina continua de pé... Ah, combinar alguma coisa com o meu filho... Ele está muito sozinho, sem ter amigos por aqui...

Ah, ta bom! – pensei irônico - vai esperando. Era só o que me faltava ficar de babá de um gay chato que não tinha nenhum amigo. Não conhecia o Cláudio, Roberto já tinha me dito que ele era gay... Então agora erámos dois gays morando próximos. Logo, teríamos que, em tese, disputar, os mesmos machos. Mas, do pai dele eu gostei, não vou negar. Gostei porque ele me tratou com ... com educação... e consideração também. Agora eu não era mais um viado que só pensava em sexo. Estou tentando mudar. O sofrimento amadurece não é mesmo?!

Fui para a aula no dia seguinte mais lindo que nunca. Meu cabelo estava com um brilho lindo, minha pele descansada. Fui simpático com todos. Até com a Bruna que, desde aquele dia, estava mais próxima de mim e me passou toda a matéria que eu havia perdido e, ainda, se ofereceu para ser minha parceira em alguns trabalhos de dupla que um Professor tinha passado. Como ela era muito nerd e inteligente eu aceitei e lhe agradeci com um beijo na bochecha. Ela ficou comovida.

Enrico em alguns momentos tentou se puxar papo, mas eu sempre dava um jeito de ficar perto de outras pessoas para o assunto não evoluir para algo mais picante.

Luís ficou me olhando de cara feia e eu fingia que não o via. Ele me mandou um whats dizendo que queria falar comigo perto da quadra e eu não respondi. O que ele fez foi muito grave e eu precisava me dar mais valor.

A oficina do Teco não era no caminho da minha casa, era até um pouquinho longe, mas fui lá antes de ir para casa. Ele já tinha me dito que estava com muito serviço e nem iria sair para almoçar. Levei um sanduiche e um suco para ele que ficou muito grato com o gesto.

Seu macacão de mecânico estava aberto e seu peito suado aparecia. Dava para ver até um mamilo. Era uma visão muito sexy. Depois de comer ele limpou a boca com a mão, abriu um pouco mais o macacão e deu uma coçada generosa no saco. Deu para ver o cós puído da sua cueca.

Disse que não queria atrapalhar e que já ia embora. Afinal, eu próprio não tinha almoçado ainda. Ele falou que podia fazer uma pausa rápida e me levou para os fundos da oficina. Naquele horário só havia um outro mecânico ali. Teco e ele trocou um olhar de cumplicidade e não disseram nada.

Lá nos fundos da oficina havia um banheiro minúsculo e um pouco sujo. Teco me beijou, jogando meu corpo contra a parede. Toquei em seu membro e ele se esquivou. Abriu meu ziper, pegou meu pinto mole e o fez crescer em sua boca. Revivi todas aquelas sensações deliciosas de ser chupado. Fiquei mole, trêmulo, arfante e sem ar, me contorcendo luxuriosamente. Gozei e depois dividimos minha porra num beijo safado.

Saímos dali muito próximos. Quase abraçados. O outro mecânico nos olhou e sorriu. Teco sorriu também. Eu também sorri. Ah, todo mundo estava feliz pelo visto.

Recebi outro whats do Luís dizendo para eu ir à casa dele. Novamente eu não respondi. Fui para a minha casa, esquentei meu almoço, comi, cochilei e cai na cama para tirar minha soneca da beleza.

Passei o resto do dia ocupado com tarefas sem importância, de noite fui no cinema com minha mãe, coisa que não fazia há séculos, comemos uma pizza e chegou o fim do dia.

No dia seguinte a aula estava um saco, como sempre, aliás. Comecei a fuçar na net pelo celular e achei uma notícia muito triste. Um jovem sofreu um acidente de carro muito perigoso numa avenida movimentada ali da cidade. Parece que houve uma falha nos freios. Ele capotou e caiu num rio que margeava a pista. Não havia morrido, mas estava muito ferido e em estado grave no hospital. Gente, eu conhecia aquele cara! Meu Deus, era o Gilsinho! O viado mais velho que tinha dado o cu pro Luís na minha frente! Nossa, fiquei chocado com a notícia...rsrsrsrs.... Que tragédia!

Aproveitando que já estava fuçando no celular mesmo, mandei uma mensagem para o Teco: “Gatinho, estou cheio de saudades de você. Passo aí na oficina na hora do seu almoço para – quase escrevei agradecer – matar nosso tesão. Mil beijos!”.

Durante o intervalo, já de saco cheio da companhia da Bruna que não me largava nem por decreto, inventei que ia ao banheiro e fiquei lá enrolando até a horo de tocar o sinal e a aula recomeçar. Numa determinado instante o Luís entrou.

- Koé, cara, vai ficar me ignorando agora! – ele chegou me sacudindo e gritando.

Olhei bem na cara dele, cheio de raiva, ódio, fúria e nervosismo. Tudo que consegui fazer foi tremer.

- Responde cara, vai se fazer de difícil é... vai esquecer tudo que a gente viveu ?

Eu não conseguia fazer e nem dizer nada. Meu coração batia forte no peito. Eu tremia mesmo. Eu só conseguia olhar para ele em silêncio.

- Oha cara, vou te dá mais uma chance tá ligado... A gente pode voltar a ter um lance legal... mas, tem que ser do jeito que eu mando, senão não vai dá... – ele me puxou mais para o fundo do banheiro para ficarmos mais encobertos acaso alguém chegasse, até então estávamos sozinhos, salvo por um cara que parecia estar cagando feio dentro de um reservado – eu vou te dar outra chance. Eu ainda preciso daqueles duzentos reais, se você conseguir até amanhã a gente volta a se entender tá me entendendo ?

Sacudi a cabeça afirmativamente. Foi a única coisa que conseguia fazer.

- Você deve tá achando que eu peguei pesado com você, né cara? Fala, pode falar, diz ai...

Novamente fiz um movimento afirmativo com a cabeça.

- Você mereceu! – ele me disse com dureza – Com viado eu faço assim! Você me sacaneou e eu te dei uma lição! Mas, tô aqui agora, de boa, te dando outra chance, vê se não vacila de novo... – nesse instante cheguei a pensar que ele fosse me beijar, porque estávamos tão próximos...

A porta do reservado se abriu e o “cagão” saiu lá de dentro. Luís mudou sua postura, parou de falar baixo e começou quase a gritar e a apontar o dedo bem no meio do meu rosto dizendo:

- Fica ligado viado, se eu te pegar secando minha rola quanto eu tiver mijando de novo eu quebro teus dentes – e me empurrou para o chão.

Cai sentado enquanto ele saindo batendo forte a porta do banheiro. O cara que tinha cagado me olhou pelo espelhou e riu, enquanto lavava as mãos. Eu fiquei ali no chão sujo do banheiro, confuso, mas aí me lembrei do Teco e fiquei feliz. Agora eu não era mais uma bicha solitária, eu tinha um aliado. E quanto ao Luís... bom, Luís ainda era o cara mais lindo do colégio, da cidade, talvez do mundo... Eu acho que ele trocou de perfume, porque o cheiro dele era diferente, mas muito gostoso...

No finalzinho da tarde eu fui para o campinho... Chupei dois carinhas que já eram fregueses, toquei uma pra um velho que tinha pouco dinheiro e fui enrabado por um homem que eu nunca tinha visto... senti algum prazer, sempre sentia, mas estava exultante mesmo porque eu tinha conseguido quase trezentos reais, bem mais do que eu precisava...

Mandei um motoboy entregar um envelope na casa do Luís. Dentro havia os duzentos reais que ele pediu e um bilhete seco: “Fique com o dinheiro. Eu você não terá mais”. Horas mais tarde recebi um whats também bem curto: “Você é quem sabe. Quem tá perdendo é você. Eu prefiro assim mesmo: Só a grana! Agora, não pense que vai se livrar de mim fácil, eu quero mais!”.

Puta que pariu! Eu tentava revidar e humilhar o Luís e, no fim das contas, era sempre eu que saía humilhado. Dormi e tive bons sonhos eróticos, nos quais eu era penetrado freneticamente pelo pau suculento do garoto mais lindo do colégio, quem sabe até da cidade, o mais popular e o mais gostoso... o meu Luís!

Comentários

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28/11/2014 17:21:07
.
22/11/2014 23:46:22
muito bom
21/11/2014 12:45:44
Mostra o verdadeiro viado malvado que tu é bate nele caso ele tente alguma coisa. E para de dar esse rabo pros outros. Quero ver o Te ver isso como ele vai ficar !
20/11/2014 19:08:32
👏👏👏👏👏 agora sim Dioguinho!!! E não acho que deva ter medo desse verme. Se ele é esperto você é muito mais! Se prepara pra guerra e não deixa ele te humilhar de novo. Senta a mão na cara dele que eu estou mega ansioso e confortavel na minha cadeira so esperando a hora vingança! Mostra o 'viadinho malvado' que é você.




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