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A depravada (já fui santa, mas agora...)

Autor: Estefânio
Categoria: Heterossexual
Data: 25/01/2015 21:19:54
Última revisão: 02/02/2015 20:50:51
Nota 8.70

Meu nome é Rafaela, tenho 18 anos, sou loira de cabelos compridos, magra, olhos verdes, 1,62 de altura e peso 50 kg. Meus pais nunca iriam entender o que tem acontecido comigo, pois sempre me educaram da maneira tradicional, me preparando para um dia ser uma boa esposa e dar muitos netinhos para eles... Não sei mais se vou conseguir ser na vida o que eles esperam de mim... Vou começar do princípio...

Como sou muito bonita, sinto que às vezes desperto a inveja de algumas amigas e primas. Meu pai tem uma casa de praia e neste verão eu fui para lá passar uns dias com duas primas minhas, a Anita, de 17 anos e a Vera, de 19... O que eu não sabia é que elas eram duas vadias... Quando chegamos lá, logo em seguida chegaram cinco caras que elas haviam convidado sem me informar nada. Elas até podiam ser duas putas, mas eu era virgem, já havia tido um namoradinho mas só tinha rolado uns beijinhos, mais nada. Tive vontade de ir embora, mas elas me convenceram de que ia ser legal e que eles logo iriam embora... Era só uma festinha, elas disseram. Começou a rolar uma música, eles haviam trazido bebidas e a coisa começou a ficar animada... Bebi uns goles de uma cerveja que me ofereceram e comecei a me sentir diferente... Agora é que eu sei que devia ter alguma coisa naquela bebida, pois comecei a ficar alegre demais e até a beijar os caras na boca, sem a menor cerimônia, do mesmo modo que as primas faziam... Nem estranhei quando a Vera começou a fazer um boquete num cara ali no meio da sala, enquanto a Anita era apalpada por dois. Foi quando dois caras me pegaram, me levaram pro sofá e começaram a me lamber no pescoço, nos peitos e a enfiar a mão por baixo da minha saia... Eu simplesmente não conseguia reagir, não conseguia dizer não, só ria... Eu nunca havia deixado o meu namorado tocar a minha vagina e agora os caras estavam tirando a minha calcinha sem nem pedirem... E eu ainda ajudava eles, eu ia ser comida ali por dois estranhos e isto não me parecia errado... Um deles abriu as minhas pernas e começou a chupar a minha xaninha virgem enquanto o outro enfiava um enorme caralho duro na minha boca... Senti quando a língua do cara que estava chupando a minha xana entrou, rasgando o meu cabaço... Não sei se ele notou o que tinha acontecido... Logo em seguida eu era penetrada por uma vara enorme e nem senti dor nem nada, quando vi já estava tudo lá dentro! A minha bocetinha até então intocada havia sido arregaçada pela pica enorme de um cara que eu não conhecia e nem sequer sabia o nome... Eu apenas sentia que as paredes da minha xana estavam esticadas para acolher a pica do cara, sentia a minha xana estufada e quando o cara começou com movimentos de vai e vem, tirando e enterrando tudo novamente, eu sentia um arrepio estranho que nunca havia sentido antes, mas nenhuma dor. E isto não foi nada, senti o jorro quente da porra do cara encher a minha xana, que ficou pingando depois que ele tirou o pau de dentro e veio coloca-lo na minha boca pra eu chupar o resto da porra. E eu chupei! Senti o gosto do esperma pela primeira vez, meio misturado com o gosto do sangue do meu cabaço que tinha sido estourado... O outro cara que tinha me dado o pau pra chupar antes e que agora estava só olhando disse: “Agora tu deixa ela comigo que vou comer esse rabinho...” Eu ia ser enrabada ali, sem poder fazer nada! As minhas primas já estavam trocando de parceiros, enquanto eu só ria um riso meio delirante sem sentido e sem controle... Elas já deviam ter dado o cu também, mas eu não vi isto pois os caras que estavam me pegando ficaram na frente delas... Sempre ouvi dizer que dói dar o cu e estava um pouco com medo, meu corpo estava mole e eu simplesmente não reagia... Se as primas deram, posso dar também, pensei eu no meu delírio... Senti quando o cara me colocou de bruços sobre o sofá, abriu a minha bunda e começou a cuspir no meu cu... Depois senti ele enfiar um dedo, depois dois, e eu não sentia dor, parecia anestesiada... Depois ele deitou por cima de mim e eu senti uma coisa grande encostar na entradinha do meu cu e começar a fazer pressão... Senti as bordas do meu cuzinho se esticarem mais e mais a cada estocada que ele dava, até um ponto que eu sabia que era o limite, não ia esticar mais, mas ele não parava... Ele tinha um pau grosso demais, não iria entrar, eu pensei, e então ele me segurou forte e empurrou tudo com força... Soltei um gritinho “Aiiii!” e tudo se apagou pra mim e eu desmaiei. Acho que os caras deve ter feito de tudo comigo desmaiada, nem gosto de imaginar isto...

Quando acordei na manhã seguinte, estávamos só eu e as primas na sala, elas estavam dormindo ainda, a Vera estava jogada no outro sofá e a Anita ainda de pernas abertas sobre o tapete. Eu ainda estava de bruços... Tentei me levantar mas senti uma fisgada atrás, no cu... Passei a mão e vi o estrago que o cara havia feito, o meu cu estava cheio de sangue. O cara tinha arrombado o meu cuzinho! Acho que os outros também comeram o meu cu depois dele, pois estava ardido demais e ainda escorria muito esperma de dentro cada vez que eu me mexia, dava até pra ouvir o som do esperma sendo espremido de dentro pra fora quando eu fazia algum movimento... Com muito sacrifício, consegui sentar e o esperma escorreu de dentro do meu cu fazendo uma enorme mancha no sofá, era muito esperma e por isto eu acho que fui enrabada por mais de um cara, talvez por todos, e isto eu nunca vou saber... A minha boca também estava com um gosto diferente, acho que era esperma também, saia até uma baba da minha boca... Os filhos da puta fizeram todo tipo de sacanagem comigo. Quem neste mundo perde a virgindade desse jeito? Com dificuldade consegui ficar de pé e fui em direção ao banheiro, meio cambaleante e com esperma saindo do meu cu e da minha boceta e escorrendo pelas minhas pernas... Fui tomar um banho e aprontar as minhas malas pra voltar pra casa, eu não queria mais ficar ali com aquelas putas. Eu estava na dúvida se devia falar pra minha família ou não... Estava com vergonha...

Quando eu voltei pra sala já com a minha mala, elas já estavam acordadas... Perguntaram aonde eu ia e eu disse que ia embora, que não queria mais falar com elas, e comecei a chorar... “O que vocês fizeram comigo?” eu disse, “Eu era virgem! Agora estou toda estourada, não sou mais virgem nem no cu, fui abusada de todo jeito, isto é crime! Não posso mais nem sentar de tanta dor. Os caras fizeram de tudo comigo, me usaram de todo jeito, me arrombaram na frente e atrás! E eu nunca tinha feito nada disso...” Então aconteceu o que eu não esperava, elas começaram a chorar também... Disseram que era pra ser só uma festinha mas que eles colocaram droga nas bebidas... Elas também haviam sido drogadas, disseram. Pediram desculpas, achavam que os caras eram legais, mas também foram estupradas. A Anita disse que tinha sido apresentada a um dos caras há dois dias por uma amiga e que coincidiu que o cara também ia pra mesma praia que nós com uns amigos, então ela disse para eles aparecerem aqui, mas nunca que ela esperava uma coisa dessas... Eu acabei acreditando nelas e resolvi ficar mais um pouco, pois ainda não sabia como ia chegar encasa desse jeito...

Elas estavam preocupadas com o meu estado, pois já estavam acostumadas a transar, mas eu não. Elas disseram que eles também haviam feito anal com elas, mas já haviam feito isto antes e não se machucaram muito... Então pediram pra dar uma olhada no meu cu pra ver se não estava rasgado... Eu fiquei preocupada com isto e resolvi deixar elas olharem, só por segurança... Se estivesse rasgado, eu teria que procurar um médico, eu acho... Como eu estava de vestido, só baixei a calcinha e virei de costas pra elas... A vera, que era mais velha e talvez mais experiente, se aproximou e abriu a minha bunda pra ver o meu cu, mas disse que assim não ia dar e me pediu pra ficar de quatro sobre o sofá. Eu fiquei como ela disse, ela levantou o meu vestido e a minha bunda ficou totalmente exposta, com os pentelhos da minha boceta aparecendo logo abaixo, entre as minhas pernas... Ela abriu bem o meu cu com os dedos, me fazendo soltar um gritinho de dor “Aiiiii!” E ela disse que não estava rasgado, mas que estava bem machucado... “Aprendi num documentário na tv que um santo remédio pra isto é saliva”, ela disse. “Saliva?” eu perguntei. “É”, ela disse, “Porque é que você acha que os animais lambem as feridas?” Eu fiquei meio sem entender o que ela disse, e ela continuou “Vou cuidar disto, você deixa?” Ela queria cuidar do meu cu ferido, eu só entendi isto, pensei que ela ia passar um creme ou coisa assim, e disse que ela cuidar podia sim... Foi quando estremeci ao sentir a língua dela roçar o meu cuzinho... Soltei um gemido de prazer espontâneo... “Ahnnnnnnnn” e fiquei meio paralisada naquela posição enquanto ela continuava a lamber o meu cuzinho arrombado. Eu não sabia que era tão bom uma linguada no cu... Era uma sensação muito gostosa aquela língua áspera roçando no meu cu e tentando penetrá-lo... Não resisti e gozei... Ela parou e disse: “Safadinha! Gostou, ein!!!” Fiquei sem jeito e meio envergonhada. Sentei rapidamente no sofá e baixei a cabeça sem dizer nada... Foi quando a Vera disse para a Anita: “Agora tu trata da boceta...” E a Anita logo veio pra perto de mim e enfiou a cabeça no meio das minhas pernas, começando a lamber a minha xana... Eu, ainda sentindo um pouco de tesão, automaticamente me recostei pra trás no sofá, abri as pernas e deixei-a à vontade... A menina sabia o que estava fazendo, chupava com fome, parecia que queria comer a minha bocetinha... Logo gozei de novo... As minhas priminhas eram duas safadas, mesmo. Mas que safadeza deliciosa elas sabiam fazer... Eu era a mais bonita, mas as duas também eram gatas... A Anita era filha da irmã da minha mãe e a Vera era filha de um irmão da minha mãe... Eram filhas únicas e por isto sempre andavam juntas. Eu não sou filha única, tenho um irmão mais velho, mas ainda solteiro, e uma irmãzinha de 13 anos. Não ando o meu irmão, pois, como disse, eu era virgem e pouco saia de casa... Depois disso fomos tomar banho as três juntas e rimos do que havíamos acabado de fazer... Eu já estava um pouco mais relaxada, pois considerava que eu não tinha sido a única vítima... O cabaço eu iria acabar perdendo mais cedo ou mais tarde mesmo, não é assim hoje em dia? E ali estavam as minhas priminhas safadas que eu não sabia que podiam me dar tanto prazer! Eu não via a hora de ser chupada de novo por elas! A Vera era alta, tinha mais de 1,70, eu acho, magrinha, pele bem branquinha e cabelos pretos compridos, um tesão de mulher mesmo. A Anita era mais ou menos da minha altura, cabelos castanhos claros, magra mas mais cheinha de carnes, o tipo de mulher gostosa que os homens gostam... Os caras que nos estupraram devem ter gozado umas três ou quatro vezes cada um em nós, pois nós três valíamos a pena!

A Vera, disse que também estava um pouco dolorida na frente e atrás e a Anita também... E perguntaram se eu não poderia tratar delas também... Entendi o que elas queriam... Queriam que eu chupasse as duas! E agora, o que eu devia fazer? Chupá-las? Elas já haviam me chupado, eu tinha que retribuir... E talvez também ganhasse outra chupada, quem sabe? Meio sem jeito, fiz que sim com a cabeça, meio ainda sem saber como seria chupar essas duas... Elas pareceram não acreditar que eu tinha concordado, se entreolharam e senti que ficaram paradas como que antecipando o prazer que sentiriam... Começaram a acariciar o meu corpo ali mesmo debaixo do chuveiro, me deixando louca de tesão de novo, a Vera me deu um beijo na boca que eu retribui oferecendo a língua pra ela chupar... Depois veio a Anita e eu já fui enfiando a língua dentro da boca quente dela... Que delícia que eram essas minhas primas! Depois nos enxugamos e voltamos pra sala nuas... Cada uma delas me segurava por uma mão... Chegamos na sala e elas se prostraram de quatro sobre o sofá, me deixando de pé, parada, sem saber direito como começar... A Vera tinha uma boceta pentelhuda, com pentelhos pretos e grossos que se espremiam entre as coxas grossas dela. O cu dela, já arregaçado na noite anterior, era um buraquinho vermelho que aparentemente não ofereceria muita resistência a uma penetração... A Anita não tinha muitos pentelhos, estava mais raspadinha, mas tinha uns lábios vaginais bem pronunciados, que pendiam pra fora da boceta. O cu dela também estava vermelho e parecia piscar pra mim, de tesão. Me aproximei da bunda da Anita primeiro e pela primeira vez senti aquele cheiro de bunda, que achei um tesão... Aquele cheiro me excitava, e comecei a lamber aqueles lábios vaginais que pareciam me chamar... Ela gemeu ao sentir a minha língua tocar a boceta dela... Caí de boca nas duas... Lambia o cu de uma e depois da outra, fazendo-as rebolarem de tesão, depois me abaixava mais e lambia as bocetas também... Elas se viraram de frente e abriram as pernas para eu poder chupar as bocetas mais a vontade foi o que fiz, sem deixar de passar a língua nos cus também... Acho que fiquei uma meia hora me revezando entre as bocetas e os cus delas, eu gemia te tesão ao chupá-las e elas gemiam ao sentir a minha língua... Enquanto eu chupava uma, a outra ia se masturbando, e vice versa, e iam ficando cada vez mais excitadas, até que a Vera segurou a minha cabeça e forçou-a contra a xana dela enquanto gozava na minha boca, senti o gosto do gozo dela, depois foi a Anita, que soltou muito mais líquido na minha boca, parecia uma torneira e eu quase me afoguei ali, pois ela não soltava a minha cabeça... Depois caí de lado exausta de tanta chupação... Ficamos assim uns cinco minutos e então a Vera veio me chupar pra eu gozar também... Gozei na boca dela, que saiu se lambendo e dizendo que o meu gozo era gostoso...

Logo depois, tomamos café, colocamos os biquínis e fomos pra praia... Ainda estávamos com tesão, pois éramos três gostosas e nos excitávamos só de nos olhar vestidas assim...

Eu falei pra elas que estava decepcionada com a minha primeira vez, pois perdi o cabaço e nem aproveitei nada... Foi uma coisa brutal e sem graça... Elas me disseram que outras oportunidades viriam e que certamente as outras vezes seriam melhores...

Estávamos ali na areia conversando sob o sol, a praia estava cheia, era um dia bonito... Eu ainda não me sentia muito confortável pra sentar na cadeirinha de praia, então estendi uma esteira e fiquei deitada, meio de lado pra não apoiar muito peso sobre a minha bunda... O meu cu ainda estava meio doído... As duas sentaram nas cadeirinhas. Já deviam estar bem acostumadas a dar o rabo, pensei, pois estavam ali com os cus inteiros depois do que passamos na noite anterior, enquanto que eu estava com o cu todo detonado... A boceta doía bem menos, mas o cu não me deixava esquecer o que havia sofrido... Um cara veio cumprimentar a Vera, era amigo dela e ela nos apresentou... O nome dele era Valmor e perguntou onde estávamos hospedadas, parecia um cara legal. Não era muito alto, mas tinha um bom corpo e um bonito sorriso... Não pude deixar de notar o volume acentuado no meio das pernas dele... A Vera conversou com ele durante alguns minutos e me perguntou se podia convidá-lo pra ir lá encasa de noite só pra conversar... Eu, ainda meio traumatizada, relutei um pouco, mas o cara estava sozinho e ia ser uma visitinha rápida, pensei... Como ela me assegurou que ele era mesmo um cara muito bacana, e um bom amigo, eu acabei concordando... Ele foi embora e nós ficamos ali conversando. A Vera me disse que, na verdade, já havia transado com o cara e que ele era uma das melhores transas que ela já havia tido... Fiquei curiosa... Como será que é ter uma boa transa? Até então eu só havia sentido prazer com as minha primas, nunca com homem... Será que pode ser bom levar um pau? E a dor? Pra mim levar pau ainda era sinônimo de dor, pelo menos era isto o que eu estava sentindo depois da minha experiência forçada da noite anterior... E foi isto o que eu comentei com elas... Elas ficaram mais de duas horas me falando como era bom transar com um cara legal e gozar com uma pica enfiada na boceta ou no cu... Pra mim era tudo muito difícil de acreditar... Na verdade, eu já estava era ficando com tesão de ir pra casa e chupar aquelas duas de novo... Elas tinham corpos perfeitos e ficavam muito sexys de biquíni... Duas delícias! A Vera parece que estava notando a maneira como eu olhava pra elas e até arrumou a parte debaixo do biquíni pra aparecer um montinho de pentelhos pra fora... Eu não conseguia tirar os olhos daquilo e a minha vontade era de enfiar a língua naquela xana gostosa que eu tinha me acabado de chupar poucas horas antes.

Ficamos na praia até umas 11 horas e depois fomos pra casa preparar algo pra comer. Em casa, tomamos banho e depois a Anita preparou um peixe grelhado delicioso, a Vera fez a caipirinha e eu a salada. Depois ficamos jogadas no sofá vendo tv. Eu estava louca pra chupar as duas de novo, mas estava com vergonha de falar... A Vera parecia saber o que eu queria e me provocava ainda mais abrindo as pernas para aparecerem bem os pentelhos... “A minha xana quer remedinho” Ela disse sorrindo e olhando pra mim... “Cuida dela?” Ela perguntou. “Remedinho?” Eu perguntei, me fazendo de boba. “É, como hoje de manhã...” E eu, meio sem jeito, baixei a cabeça e disse “Tá...”. E ela: “Então vem aqui e tira a minha calcinha...” Eu, louca de tesão como estava, cheia de vergonha, fui até ela e comecei a tirar a calcinha dela... Ela recostou no sofá com as pernas bem abertas e disse “Vem, minha gata, me dá um trato...” E foi o que eu fiz, começando a chupá-la com gosto. A Anita teve uma ideia: “Vamos fazer as três ao mesmo tempo!” E logo estávamos as três no chão grudadas uma na boceta da outra. Eu chupava a Vera enquanto a Vera chupava a Anita e a Anita me chupava... Que coisa deliciosa! Eu gozei umas duas vezes na boca da Anita e senti que a Vera também gozou na minha. Depois trocamos as posições: A Vera veio me chupar, eu chupei a Anita e a Anita chupou a Vera. Levei uma lavada na cara quando a Anita Gozou... Saia muita água da xana dela. Acho que bebi um gole do gozo dela. Quando terminamos, a Anita disse que tinha uma surpresa pra mim... Foi até o quarto e voltou com uma coisa estranha debaixo do vestido... Quando ela levantou a saia eu vi o que era: era um pau de borracha daqueles que fica amarrado na cintura... Eu já tinha visto na internet, mas nunca assim pessoalmente. “O que é isto?” Perguntei. “É um brinquedinho que eu e a Vera gostamos de usar... É legal! Quer experimentar?” Confesso que fiquei com medo, mas ela disse que ia só colocar na minha xana devagarzinho... Eu, cheia de curiosidade, topei. Ela lambuzou o pinto com um creminho, pediu pra eu ficar de quatro sobre o sofá, veio por trás, com cuidado, e começou a enterrar aquilo na minha xaninha recém desvirginada... “Aiiii!” Eu disse quando entrou a cabeça... Ela deu uma paradinha e continuou devagar, tirando e enfiando lentamente, com movimentos delicados. Era um pau grande, não era pouca coisa não. Eu sentia que aos poucos ia entrando cada vez mais, até que entrou tudo. Ela começou com movimentos de vai e vem devagar e foi aumentando o ritmo até que em poucos minutos estava socando aquilo tudo com força contra a minha boceta... Eu sentia tesão com aquilo, muita tesão, comecei a rebolar a bunda naquela vara de borracha e a gemer de prazer... Gozei mordendo o sofá com força. Foi um gozo diferente dos gozos que eu tinha quanto elas me chupavam... Comecei a me interessar por esse tipo de transa com penetração. Então eu poderia levar pau na boceta, pois se tinha aguentado aquele gigante de borracha, aguentaria tudo, pensei... “Agora faz em mim?” Perguntou a Anita cheia de tesão. Concordei. Ela colocou o cinturão com o pinto de borracha na minha cintura e prendeu bem. Fiquei igual a um homem, com um pintão duro apontado pra frente. Enterrei tudo na xana da Anita, que urrava de prazer ao sentir a jaba. Segurei ela pela bunda e comecei a bombar pra frente e pra trás, do mesmo jeito que ela fez comigo e logo ela gozou também. Mal terminamos, olhei pro outro sofá e a Vera já estava esperando de quatro “Agora em mim!” Dei uma descansadinha e fui comê-la também, era um tesão fazer aquilo. Depois que ela gozou, fomos tomar banho e nos vestimos...

Chegou a noite e estávamos vendo tv quando ouvimos a campainha. Era o Valmor, o amigo que a Vera me apresentou na praia. Mas ele não estava sozinho, veio com mais dois. Dois negões enormes, que ele disse que havia encontrado no caminho para a nossa casa mas que eles não iriam entrar pois já estavam de saída... A Vera se entreolhou com a Anita e disse: “Como assim estão de saída? Agora que estão aqui, tem que entrar um pouquinho... Não é, Rafaela?” Perguntaram pra mim. Eu, ainda meio inocente, respondi: “É...” E foi então que recebemos o Valmor, o André e o Udo dentro da nossa casa nessa noite... Foi aí que me passou pela cabeça que a intenção delas poderia ser de cada uma de nós ficar com um deles... E transar! Olha só eu, que tinha chegado na casa de praia no dia anterior completamente virgem com as minhas priminhas e já tinha dado a boceta, o cu, tomado porra de homens que eu nem conhecia, chupado as bocetas e cus das minhas primas, levado pau de borracha na boceta e comido elas com pau de borracha também... O que mais poderia acontecer comigo que eu já não tivesse feito? Eu era uma gostosa cheia de tesão e louca pra transar... Resolvi entrar na onda delas... Quem ficaria com quem? Eu estava curiosa... As duas pediram licença pra eles e me chamaram no quarto um pouquinho e a Anita falou: “Rafaela, nós duas vamos esperar você escolher primeiro... Pegue o que você quiser, depois nós duas nos acertamos com os que sobrarem... Qualquer coisa, depois a gente troca” Eu fiquei meio sem jeito, mas concordei com elas... Voltamos pra sala. Dessa vez não teve droga nem nada, eu escolhi Valmor pra conversar, enquanto elas entretiam os dois negões com música e cerveja... Passadas duas horas, eu já estava aos beijos com o Valmor e começavam os amassos, enquanto as duas faziam o mesmo com o André e o Udo. Mais uma hora e eu levei o Valmor pro quarto... Pela primeira vez eu pude ver em detalhes um pau de homem, sentir o cheiro, beijar e chupar com prazer... O cara tinha um pau enorme, como eu já havia percebido na praia... Me comeu gostoso e me fez gozar... Não pediu o meu cu, mas se tivesse pedido eu teria dado com gosto... Depois que gozei, ele tirou o pau da minha boceta e levou até a minha cara pra eu chupar... Entendi o que ele queria e chupei aquele pau gostoso que ainda pingava esperma... Deixei-o limpinho. Quando terminamos, voltamos pra sala... Logo em seguida chegaram as primas, que também tinham levado os negões pros quartos... “Agora vamos trocar” Disse a Vera. Até os caras ficaram surpresos, mas concordaram. Nessa noite fui comida também pelo André e pelo Udo. O André tinha um caralho enorme, quase o dobro do tamanho do pau de borracha da Anita, mas foi tão gentil e teve tanto jeito comigo, que deixei ele enterrar aquilo tudo no meu cu... Acabei gostando e não doeu tanto, apesar de já estar todo dolorido... Quando fui transar com o Udo, ele me pediu pra chupar o cu dele... Eu chupei! Quando terminamos, a Vera perguntou pra eles quem eles achavam que era a mais experiente e a menos experiente de nós... O Udo me achou a mais experiente e o Valmor e o André disseram que a mais experiente parecia ser a Vera. A Anita ganhou dois votos como menos experiente e eu um. Eles ficaram abismados quando a Vera falou pra eles que eu havia sido virgem até a noite anterior... Fiquei contente em já estar sendo considerada sexualmente experiente...

Nas duas semanas que ainda ficamos na casas de praia, a Vera e a Anita ligaram pra outros amigos delas, ou nós três saíamos pro centro da cidade pra caçar, e assim transamos sempre com homens diferentes todas as noites. Foram as férias mais pornográficas da minha vida...

Quando voltamos pra casa, eu sabia que não era mais a mesma, havia mudado completamente e quando a minha mãe perguntou como foi eu respondi que havia sido maravilhoso... Depois disso, passei a andar mais com as minhas primas e comecei a foder como nunca, elas eram cheias de esquemas... Aprendi que o legal é dar pra homens casados porque eles não ficam atrás de ti depois, e são bem criativos na cama... Quase todo dia eu ligo pra um e já adoro levar pau no cu engolir esperma. O meu cu já aguenta bem pau de todo que é tamanho. Tenho pegado cada um bem dotado que não daria pra acreditar que aquelas mandiocas conseguem desaparecer inteirinhas dentro do meu cu... Já cheguei a passar maus bocados com alguns caras que tem paus muito grossos, mas não perco a oportunidade de experimentá-los no cu também... Já tenho um caderninho com uns 15 nomes, a maioria casados e super bem dotados, desde 25 até 60 anos, e quando tenho tesão, é só escolher um e ligar, a transa é garantida! Os caras sempre estão afim de foder comigo, não sei se porque sou uma gata, como todos dizem, ou porque adoro chupar nos cus deles... Descobri que homem adora uma língua no rabo. Sou mesmo uma gata linda e todos vêem isto. Muitas vezes, quando um cara pensa que está me caçando, eu é que estou caçando ele... Sei criar as situações e acabo fodendo com qualquer um se sentir tesão pelo cara, não precisa nem ser jovem nem bonito... Aprendi que tem uns caras que ninguém dá nada, mas que são uns bichos na hora de foder... Não quero nem saber se tomou banho ou não e sempre taco-lhe uma linguada no cu... Sempre quero duas gozadas, uma no cu e outra na boca... A primeira a ganhar e a xana, claro, mas o cu é que ganha a primeira porra, a segunda vai na boca e eu engulo tudo e deixo o pau limpinho. Um dia eu peguei um mendigo na rua e levei pro motel... O cara estava todo sujo mas eu nem quis que ele tomasse banho... Dei-lhe um banho de língua, acho que foi o melhor dia da vida dele. No ano que vem as priminhas querem voltar à casa de praia de novo pra mais uma rodada de safadeza e querem que eu leve a minha irmãzinha também, que estará com 14 anos... Acho que vou levar sim... Ela vai gostar. Essa minha irmãzinha é uma nojentinha que vive implicando comigo e vou adorar ficar assistindo enquanto ela leva uma mandioca enorme no rabo de um cara bem violento... Enquanto isto, vou ver se já vou ensinando alguma coisa pra ela... Ela até que é bem gostosinha... Será que ainda é cedo pra ela ou ela já deve ir preparada no próximo verão? Primeiro vou dar uns tratos nela, com jeito, é claro, talvez dar umas chupadas na xaninha dela e fazê-la chupar a minha e depois vou deixar as priminhas também darem um trato nela e quando ela já estiver bem safadinha, vou convidar uns dois caras do meu caderninho e levar ela junto pra eles arregaçarem ela também... No fim das contas, ela vai gostar. Mais cedo ou mais tarde isto vai acontecer mesmo, então que seja mais cedo, certo? Só quero que a minha maninha também encontre a felicidade que eu encontrei através do sexo, eu a amo. Será que ainda existe puta? E se existe, será que eu sou uma ou sou só uma garota normal querendo se divertir?

Comentários

29/12/2015 20:00:33
Nota 10 parabens adorei
06/08/2015 14:10:00
Nossa, sua irma ainda e cabaço com 14? Ta perdendo tempo a bichinha. Apresenta logo pra ela esse maravilhoso mundo da putaria. Escolhe um coroa casado pra fuder ela bem gostoso.
13/02/2015 00:32:51
Legal seu conto gostei muito.
26/01/2015 09:17:36
Seu conto foi um dos mais excitantes que já li. Dá uma lidinha nos meus também viu. Bjs.
26/01/2015 08:15:05
Oi tenho um pau grande e bem gostoso, quero fazer filminho gozando para ninfetas e passar pelo whatsapp, gozo falando o nome da ninfeta quem quiser é so me passar um e-mail para [email protected] e passar o whatsapp que nos falamos e gozo na hora para vc ver!
26/01/2015 03:31:41
Adoravel conto ser vc e tao putinha assim adoraria ter seu contato meu email e [email protected]
26/01/2015 00:19:57
Muito bom seu conto, faltou alguns detalhes de como estão se protegendo de doenças ou gravidez.No demais, você e suas primas são muito vadias, parabéns.

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