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Me apaixonando pelo meu melhor amigo pt11 Contando pra mãe que sou bi (contém sexo)

Autor: Nick22
Categoria: Homossexual
Data: 08/01/2015 19:56:46
Última revisão: 08/01/2015 21:49:14
Nota 10.00
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Boa noite, gente! Estou de volta. Muita coisa aconteceu nesse último mês, por isso a demora. Dia 6 de dezembro, a mãe do Artur, Cláudia, sofreu um acidente e veio a falecer. Então, eu me fechei pro mundo e foquei em cuidar de Artur. Ontem à noite, ele pediu pra me ajudar a terminar o capítulo e eu deixei. Essa é a primeira parte, escrita só por mim. A dele estamos acabando. Decidi postar essa pra vocês verem que eu to vivo e não abandonei ninguém. Por favor, peço que comentem e votem. Isso vai nos ajudar a seguir e deixar meu amor feliz. É complicado perder uma mãe, né. Nesse capítulo não vou responder ninguém, porque ele é dedicado a tia Claudia. Onde ela esteja eu queria que ela soubesse que to cuidando do Artur. Mas sigam comentando que no próximo respondo todos. Beijos, não desistam da nossa história.

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Com raras exceções, pais esperam os filhos ansiosamente. Eles sonham. Eles projetam um futuro todo para a vida que nasce. Eles amam. Amam tanto que chega a doer. Eles querem o melhor para os seus filhos. Machucam-se quando os filhos se machucam. Choram quando os filhos choram.

Por que, entretanto, tantos pais não aceitam seu filho como ele realmente é?

Medo de ver seu filho sofrer? A verdade é que o mais difícil de ser um pai ou uma mãe é aprender a ignorar seus sentimentos para entender só os dos filhos. Foda-se o que tu pensa! Foda-se o que o vizinho vai pensar! A vida é muito curta para se importar.

Capítulo - Contando à mãe:

Gritei por Artur pela terceira vez, enquanto colocava as malas no meu carro.

"-Oi, amor. Desculpa a demora, tava fechando a casa.-" Meu namorado surgiu atrás de mim, beijando meu pescoço. Arrepiei de baixo a cima e ele riu rouco em resposta ao meu corpo. "-tem que parar de arrepiar toda a vez que eu te beijo, delícia.-" Ele falou safado.

"-Não consigo, Tutu. Teus beijos me fazem arrepiar. Nunca ninguém conseguiu fazer isso antes.-" Admiti pra ele, que me puxou pela cintura, enlaçando os braços no meu pescoço. Ele averiguou os lados e ao perceber que estávamos sozinhos na grande, escura e gélida garagem do prédio, beijou meus lábios de forma lenta e romântica.

"-Acho bom que eu seja o único a mexer com essa corpo tesudo.-" Ele falou brincalhão, mordendo meu lábio inferior."-não quero ter que bater em ti pra te endireitar -"

"-Coitado de ti, loirinho! Não te esquece que quem manda aqui sou eu.-" Falei autoritário, antes de dar uma palmada na sua nádega esquerda. Ele riu sapeca e me beijou de novo. "-agora vamos. Temos que chegar antes do janta. Já são seis da tarde-." Entrei no carona, deixando que meu namorado assumisse a direção. Eu estava com sono e seria um possível risco ao trânsito gaúcho, visto que eu não funciono sonolento. Tenho que tomar mil e uma xícaras de café quando preciso estudar ou fazer alguma coisa importante.

"-Tô com dor nas costas da cama do quarto de hóspedes do Guga. Estou desacostumado com qualquer colchão que não seja o nosso.-" Artur disse enquanto dirigia para fora da garagem. Eu ri pensando no que ele tinha dito. O colchão era nosso. A cama era nossa. Nós dividíamos tudo. Éramos um casal e tanto, afinal. Cúmplices, fiéis, estudiosos e o meu loirinho ainda era gostoso pra caralho. Aparentemente, tudo estava bem. Só o que faltava era o consentimento da minha mãe e dos meus sogros. Os irmãos apoiaram super. Só faltavam nos jogar um pro outro. A vida parecia estar nos eixos.

"-Se importa se eu dormir, Tutu?-" Perguntei pra ele que sorriu ao assentir negativamente. O resto da viagem passou por um flash para mim. A nossa cidade fica a 200km da capital, ou seja, duas horas de carro, aproximadamente. Eu dormi todo tempo, descansando da noite anterior. Artur me acordou quando estávamos na frente da cidade. Chegamos a nossa rua quando era 19h 30mim. Quando eu dobrei naquela quadra que eu conhecia como conhecia ao meu próprio corpo quase pirei. Eu queria contar tudo para a minha mãe, mas não sabia como o fazer. Artur, por exemplo, já sabia que contaria só no dia seguinte e que queria que eu estivesse presente. Eu só sabia que queria estar sozinho com dona Helena (mãe). Queria abrir meu coração pra ela e lhe dizer que Artur era dono dos meus sorrisos mais sinceros. Queria olhar nos seus olhos e dizer que eu nunca me senti tão completo, desde que meu pai se foi. Queria, depois de tudo isso, lhe pedir para que me aceitasse e aceitasse o amor da minha vida. Com o pensamento a mil, desci do carro, após me despedir do meu loiro. Fomos cada um pra sua casa. Quando entrei na sala do meu primeiro lar, minha cabeça viajou em seu próprio mundo. Engoli seco. Respirei fundo. E quase chorei quando minha mãe veio em minha direção, tomando-me em seus braços.

"-Que saudade, meu filho. Já faz duas semanas que não nos vemos.-" Suas mãos agarraram minha nuca, trazendo-me para o aconchego do seu corpo. Daquele calor materno gostoso!

"-Nem me fala, mamãe. Contos os dias pra te ver quando estou em POA!-" Falei manso, como uma criança. Ela sorriu carinhosa, puxando-me para o sofá. Bê e Pri já tinham chegado, mas estavam visitando uns amigos e depois iriam ao mercado. Minha mãe tinha me esperado com nega maluca, que é o meu bolo preferido. Comi dois pedações conversando com ela, enquanto tomava coragem para pedir para falar sério. Minha mãe foi pro banho, enquanto eu lavava a louça que tinha sujado. Depois me arrastei pra sala, trocando a roupa que eu vestia por algo mais casual. A janta no Tutu seria só daqui uma hora. Enquanto esperava ela descer, puxei um dos álbuns que estavam guardados pela casa. Meu primeiro aninho. Eu era um amorzinho. Meus olhinhos que eram ainda mais verdes na época brilhavam no colo dos meus pais. Solucei quando as fotos focaram em mim e no meu pai. Meu velho e bom pai. Será que ele me amaria depois de hoje?

"-Me dê sua coragem, papai. Vou precisar de muita.-" Falei pra mim mesmo, tocando uma foto em que eu brincava com os cabelos do meu coroa.

"-Que está vendo ai, meu anjo?-". Minha mãe surgiu atrás de mim, acariciando meus cabelos castanhos bem cortados.

"-Fotos com o papai. Sinto falta dele.-" Confidenciei pra ela.

"-Eu também. Ele era o melhor homem do mundo.-" Ela esboçou um sorriso cúmplice.

"-Podemos ter uma conversa séria?-". Disse antes que eu desistisse. Ela assentiu imediatamente, dando-me espaço para que eu continuasse. "-A senhora se lembra de quando eu tinha 12 anos e me apaixonei pela Larissa, a vizinha mais velha? Eu dei o meu primeiro beijo e fiquei encantando. O problema é que a Larissa já estava na oitava série e não queria nada sério com alguém da sexta, não é? Então, eu chorei como um bebê e a senhora me disse que tudo daria certo e que um dia eu ia me apaixonar pela pessoa certa. Lembra disso?-" Falei calmo e, ao terminar, peguei em suas mãos, olhando no fundo dos seus olhos.

"-Eu lembro sim, meu anjo. E deu, não deu? Anos depois, a Larissa corria como uma louca atrás de ti. Agora vai me dizer que se apaixonou?-" Ela disse carinhosa. Como sempre. Eu assenti.

"-Eu estou, mamãe. Eu estou perdidamente apaixonado. Tô até namorando. De anel de compromisso e tudo. Me laçaram.-" Mostrei pra ela o anel que eu tinha comprado pra mim e pro Tutu. Ela sorriu admirada. "-Essa pessoa se tornou meu mundo lá em POA. Ela é companheira, leal e tá sempre cuidando de mim. Ela canta. Essa pessoa é estudiosa e é linda. Muito mesmo. Tem os olhos azuis. E é loirinha. E, como se não bastasse, faz a melhor massagem do mundo. E essa pessoa te ama, sabia? Mas, principalmente, ela me ama. Muito mesmo. De verdade. Tem ciúmes fofo de mim. Chega a ficar com as bochechas vermelhas. Ela me preenche. Me completa. Eu nunca me senti tão feliz. Desde que o papai se foi. Mas, como nada é perfeito, tem um problema. Eu preciso que a senhora mantenha a mente aberta, ok? Essa pessoa é um homem. Eu gosto de meninos também-" Eu falei ansioso pela resposta. Ela levantou, virando-se de costas e me deixando sozinho. Sem dizer nenhuma palavra.

Eu desabei. Com medo.

Chorei compulsivamente.

Quando eu fui levantar pra ir dizer para Artur que ela não tinha nos aceitado, minha mãe voltou com um porta-retrato junto ao corpo.

"-Essa pessoa é o Artur, não é?-" Ela perguntou e eu acenei positivamente. Ela SORRIU. Sorriu, gente!! Maior que o mundo. Ela sentou no sofá e tomou minhas mãos novamente. O porta-retrato tinha uma foto do meu pai. Como se ela dissesse que o que ela falava, também seria dito por ele, caso estivesse aqui. "-Escuta o que eu vou falar, Nicholas. Eu te amei muito. A vida inteira. Tu sempre foi meu bebezinho. Meu orgulho. Tu saiu com 17 anos daqui de casa e entrou em uma das melhores faculdades do país. Tu foi forte quando Jorge (meu pai) partiu. Tu nunca tomou porre, nem se drogou, nem fez nada de ruim. Tu acha que ser gay vai mudar o que eu sinto por ti? Eu vou te amar mais amanhã do que amo hoje. E mais. E mais. E mais. Artur vai ser muito bem-vindo aqui em casa como meu genro, assim como filho, que é o que ele é.-" Ela falou firme. Eu chorei muito. Muito mesmo. De felicidade. Mais do que quando vi meu nome no listão de medicina. Dona Helena tomou meu corpo em seus braços, limpando minhas lágrimas nada silenciosas. Eu soluçava descompassadamente.

"-A senhora é a melhor mãe do mundo. Nem nos meus maiores sonhos, eu esperava isso.-" Falei aos gritos, enquanto pulava pela sala. Ela riu e depois pediu para que eu contasse a história para ela. Expliquei que eu era hétero antes de Tutu. Que ele me amou por 5 anos. E toda lenga lenga que vocês conhecem e espero que gostem, né? Nesse meio tempo, Bê e Pri voltaram e ficaram muito felizes com a reação da minha mãe. "-Vou chamar teu genro pra vir aqui-". Eu disse contente. Liguei pro Tutu que veio como um jato. Tava de bermuda táctil e sem camisa. Escabelado e tomando mate. Delícia completa. Só não papei ali na frente, porque os vizinhos poderiam ver.

"-Cadê a sogra mais linda desse mundo?-" Ele chegou fazendo estardalhaço e abraçando a minha mãe. Ela beijou a testa dele, desejando feliz aniversário e entregando um presente. "-Não precisava de nada, sogrona. Já me deu o melhor presente do mundo.-" Ele falou ao beijar minha bochecha. Minha mãe sorriu em aprovação. Provavelmente admirada pelo jeito que ele me tratava.

"-Para de me deixar vermelho, Tutu.-" Pedi manhoso ao sentir minhas bochechas corarem de vergonha. Ele recostou a cabeça no meu ombro, aninhando-se.

"-Vou indo lá ajudar a Cláudia na janta. Juízo, bebês!!-" Minha mãe se despediu e foi em direção à casa do meu loiro ajudar minha sogra. Elas eram melhores amigas, assim como eu e Tutu. Quando ela passou pela porta, agarrei Artur pela nuca, tomando seus lábios. Arranhei o peitoral dele, arrancando um suspiro de aprovação.

"-Não deveria ter vindo aqui sem camisa, gostoso. Foi só pra me provocar, não é?-" Falei enquanto distribuía beijinhos no pescoço dele. Ele sorriu sacana, respondendo-me:

"-Nunca, amor. Tu sabe que eu não sou desses. Sou um anjo. Quase virgem.-" Ele falou brincando e eu ri.

"-E que tal se eu te desvirginasse?-" Sugeri sapeca, puxando a bermuda dele pra baixo. Ele estava de cueca branca. Uma delícia.

"-Por favor, faça isso, doutor.-" Ele falou de forma sexy. Peguei a mão dele, levando até o meu pau, que estava duro.

"-A ferramenta do doutor já está pronta. Vamos para o quarto.-" Eu disse e ele assentiu com um beijo. Puxou a bermuda e fomos para o quarto aos beijos, tropeçando pelos móveis da casa. Quando entramos no quarto, joguei-o na cama, deitando-me por cima dele e tomando seus lábios. "-Por mais que eu goste dessa boquinha me chupando, pelos meus cálculos, temos uma hora até tua festa de aniversário e ainda temos que tomar banho. E eu preciso entrar dentro de ti!-" Comentei antes de beijar o peitoral dele. Tirei sua roupa, tirando a minha também. Na verdade, fiz um pequeno strip pra ele. (haha)

"-Lubrificante ta no bolso da minha bermuda, delícia.-" Ele disse antes de arranhar minhas costas. Eu gargalhei. Então, ele ja veio preparado? Percebendo o porquê da minha risada, ele explicou: "-Vim preparado, sim. A culpa é tua que me viciou em ser teu passivinho submisso. Agora, me fode!-" Quando ele terminou de dizer isso, meu tesão acendeu mais ainda. Beijei-o, puxando seus cabelos.

"-Quero te comer de quatro.-" Pedi meio envergonhado. Artur, pelo contrário, adorou que eu tivesse me abrindo mais na cama e sorriu sapeca, virando e expondo aquela bunda gostosa pra mim. Ignorei o tempo apertado e cai de boca. Literalmente. Os gemidos de Artur tomaram o quarto, levando-me a loucura. Depois de alguns minutos, passei o lubrificante e invadi o corpo teso de Artur de forma carinhosa e ritmada. Só parei quando ambos gozamos. Ficamos curtindo um ao outro depois, nus na minha cama. Quando o pai dele ligou, Artur se despediu com um beijo e se foi. Eu corri pro banho, arrumando-me pra janta de aniversário do meu amor. Todos os parentes dele estariam presentes, fora alguns amigos do tio Fê e da tia Cláudia. Eles não saberiam que eu sou o príncipe do aniversariante, mas eu saberia e isso basta. Tinha que estar bonito para o Artur.

Meia hora depois, eu chegava à casa da frente e ao encontro do meu amado. Abracei-o como fôssemos bons amigos apenas e comecei a me enturmar com a família.

"-Nick, venha aqui, rapaz-". Escutei a voz do tio Fê (sogro) me chamando. "-Quero que conheça alguns colegas.-" Ele me explicou. "-Senhores, esse é o Nicholas. Ele cursa medicina em Porto Alegre. Será um colega espetacular-" Felipe me elogiou, deixando-me desconcertado. Fiquei uma meia hora conversando com eles e depois fui dar atenção ao meu namorado. A noite foi maravilhoso. Muito boa mesmo!! Dormi na casa do Artur aquela noite. Transamos a noite inteira, até que Artur pediu uma pausa porque, do contrário, segundo ele, ia ficar assado. Quando acordamos, descemos decididos a conversar com meus sogros.

"-Gente, podemos conversar?-" Artur desceu em passos largos. Eu respirei fundo. Bastante, mesmo. Não sabia o que esperar. Meus sogros assentiram.

Estava na hora!

Boa noite, gente! Estou de volta. Muita coisa aconteceu nesse último mês, por isso a demora. Dia 6 de dezembro, a mãe do Artur, Cláudia, sofreu um acidente e veio a falecer. Então, eu me fechei pro mundo e foquei em cuidar de Artur. Ontem à noite, ele pediu pra me ajudar a terminar o capítulo e eu deixei. Essa é a primeira parte, escrita só por mim. A dele estamos acabando. Decidi postar essa pra vocês verem que eu to vivo e não abandonei ninguém. Por favor, peço que comentem e votem. Isso vai nos ajudar a seguir e deixar meu amor feliz. É complicado perder uma mãe, né. Nesse capítulo não vou responder ninguém, porque ele é dedicado a tia Claudia. Onde ela esteja eu queria que ela soubesse que to cuidando do Artur. Mas sigam comentando que no próximo respondo todos. Beijos, não desistam da nossa história.

Comentários

03/08/2015 01:47:48
Sinto muito pela perda, fiquei muito triste em saber dessa noticia, pois acabei me apegando a vcs...
29/06/2015 02:41:22
Oie Nick! Nossa, meus mais sinceros sentimentos p o Tutu!!! Eu stou amando a história d vcs! Por favor! Voltem!!! Eu entendo oq o Tutu stq passando e sei q vc qr star ao lado dele, assim cmo ele ficou ao seu lado qndo o teu pai faleceu!!! Mas implora, não nos abandone!!!
21/04/2015 20:24:42
Meus sentimentos cara...Mas por favor não deixa de postar o próximo capítulo não tá?!Beijos...Cuidem-se!!
24/02/2015 02:00:23
Nossa cara hj q eu vim pesquisar se vcs tinham voltado, meus pêsames para o Artur sei q deve ser uma dor muito grande mas espero q as lembranças da mãe dele o conforte um pouco, td forca e positividade para ele nesse momento! Com certeza ela esta cuidando dele la de cima! Abraços a vcs dois
26/01/2015 20:48:15
Meus sentimentos ao Artur. O conto esta muito bom. O_o. 10.
24/01/2015 22:13:24
Muito bom
14/01/2015 03:26:10
Meus sentimentos, chéri! Que o Eterno conforte vocês e toda a família! Bom ter você de volta! A relação de vocês é muito bonita!Seu conto é um dos meus queridinhos! Adorei a introdução que você fez. Pais verdadeiros agem assim! O nome disso é amor! Biosus!
14/01/2015 02:38:24
Sinto muito pela perda de vocês, mesmo... Sua mãe foi muito carinhosa ao te aceitar... Vcs dois formam um casal lindo, e nao esquenta nao vou desistir da historia (olho todo dia pra ver se tem capitulo novo)
12/01/2015 10:08:31
AMEMMM voltouu, ainda bem que tem uma boa desculpa, brincadeirinha, meus pêsames a vcs, nem imagino como deve ter sido difícil, volta logo, Bjao
11/01/2015 16:14:48
Poxa nick, meus pêsames a vocês dois pela terrível perda... Eu perdi 2 dos meus avós, e portanto sei de certa forma o que é que vocês estão sentindo (por mais que seja bem diferente, eu acompanhei o sofrimento dos meus pais de perto)... Desejo muita fibra a vocês para superar esse momento difícil, é a união e o amor que existe entre vocês, seus irmãos e toda a família que vai conseguir fazer esse momento ser suportável, como vc bem deve saber, afinal perdeu o pai quando era jovem... Muito obrigado por, no meio desse furacão, arranjar um tempo pra vir aqui dar satisfações pra gente e escrever mais um capítulo delicioso. Fico até com vergonha por vc ter vindo aqui se dar ao trabalho de escrever num momento tão difícil! Como sempre, nota 11 pra vc. Um beijo, até o próximo conto e força na peruca!
09/01/2015 04:20:11
10
09/01/2015 03:59:19
Lindo
09/01/2015 00:33:50
poxa cara que barra.... vou deixar meu zap aq se quizer ter um amigo virtual... faço enfermagem mano.... flws. nota 10
09/01/2015 00:33:07
Desejo a vocês, toda a felicidade do mundo e Artur, sua mãe ainda vive dentro de você e ela jamais o abandonará, disso eu tenho certeza. Portanto prossiga, sabendo que você terá a companhia dela e de todas as pessoas que você ama por toda a jornada de sua vida.
08/01/2015 23:20:24
Ótimo!!!
08/01/2015 23:02:03
Estava com saudades!
08/01/2015 21:41:41
Nossa Nick....meus sinceros sentimentos ao Arthur... é realmente muito tenso essa estória de perda... Mas tenho certeza que vc esta cuidando muito bem dele, assim como ele ja fez com vc neh. A relação de vcs é muito linda, o companherismo, a amizade, o amor. Enfim... desejo muuuuita felicidade ao casal!!!
08/01/2015 21:11:54
Tambem estava com saudades de vocês, eu estava lembrando de vocês hoje, meus pesames(acho que é assim que se escreve) para o Artur, imagino o quanto foi dificil para ele. Vocês formam um casal perfeito ♥
08/01/2015 20:34:57
( J. K. Rowling )
08/01/2015 20:33:49
Ooô Nick eu descobri seu conto a pouco tempo e me envolvi muito, e realmente no fundo eu pré-sentia que algo aconteceu, Meus sinceros sentimentos ao Artur, e desejo de todo o coração, felicidades muitas felicidades a vocês, e queria deixar uma frase :3 : "Para uma mente bem estruturada, a morte, é apenas uma aventura seguinte."Alvo DumbledoreJ. K. Rowling ) Beijos e se cuidem :'(
M/A
08/01/2015 20:25:31
Muito bom.mais não demora a postar não.
08/01/2015 19:58:17
Estava com saudades!

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