Casa dos Contos Eróticos

Click to this video!

Ensinando os filhos a amarem

Autor: Heredia
Categoria: Heterossexual
Data: 10/04/2015 22:05:48
Nota 8.50

O meu filho tem catorze anos, chama-se Orlando, e quis ter uma conversa comigo, sobre sexo.

Expliquei-lhe como são as coisas da vida, que na idade dele era natural começar a sentir desejos, que era natural sentir a pila tesa e ter necessidade de se masturbar, enfim, tive de lhe explicar tudo quanto eu estava convencido que el já teria aprendido com os colegas na escola, apesar de sempre o ter visto bastante tímido, especialmente com as raparigas.

Disse-lhe que ele devia tentar aproximar-se de alguma rapariga, dentro da idade dele aproximadamente, e juntos, começariam a descobrir o sexo, e o prazer que isso nos traz.

Passados dois meses, quis falar de novo comigo, sobre o mesmo assunto…

Fizemos como da vez anterior, arrumei as coisas da pesca no carro, saímos cedo pela manhã deixando a mãe dele e a irmã em casa, e fomos pescar, como forma de estarmos mais à vontade para falar.

Aquele domingo estava bastante quente, era o princípio do Verão, e na praia, alguns casais estendiam-se na areia, curtindo o sol e o mar.

Passámos pela areia e passando pelas rochas, procurámos o meu sítio de pesca preferido, uma ponta rochosa junto da qual, lá em baixo, uma pequena língua de areia quando a maré está baixa, proporciona um abrigo aos amantes do nudismo, que conhecem o lugar e não têm medo de nadar desde a praia, mais longe, até ali chegarem.

Estávamos muito entretidos a conversar e a pescar, quando nos demos conta que um casal, nu, fazia amor, deitados na areia quente.

- Orlando, olha, aí tens uma boa lição sobre a coisa! Eu fico aqui, e tu, esconde-te para não dares nas vistas, e espreita, para veres como é!

Fui mais para o outro lado da ponta rochosa, para o deixar à vontade, e passada uma meia hora, ele foi ter comigo.

- Então pá, viste bem aquilo?

Estava com ar cansado, vi logo o que tinha acontecido.

- Bem, fizeste uma bela punheta à conta dos namorados, foi? Não te preocupes, filho, já me aconteceu o mesmo algumas vezes. É natural!

- Pois, pai, mas eu nunca fiz aquilo com nenhuma rapariga, e não sei se tenho jeito. Tenho é medo de fazer figura de parvo, inexperiente, e ainda ser gozado…

Fiquei a matutar naquilo. Nessa noite na cama, a minha mulher contou-me que a nossa filha, que fez agora treze anos, também a questionou sobre sexo. Tem medo de arranjar um namorado, e com a sua inexperiência, ficar mal perante um namorado que certamente terá mais experiência do assunto, e que ela, coitadita, nem sabe ainda beijar.

Realmente, pensei cá para mim, eles bem podiam aprender um com o outro, irmão e irmã, e resolvia-se o problema…

Pensei, mas não disse nada, a minha mulher é muito esquisita nestas coisas, cheia de preconceitos.

Mas, a ideia foi-se aprofundando e ganhando forma, na minha mente. Tanto, que acabei por sugerir ao Orlando uma conversa séria com a irmã, ao fim e ao cabo podiam aprender juntos a beijar, e quem sabe, talvez mais alguma coisa, sem correrem ambos certos riscos. Num tempo como aquele em que vivemos, com tanta gente com Sida e outras doenças, sabe-se lá o que pode acontecer… Além disso, a minha filha ainda corria o risco de arranjar algum namoradito que a engravidasse, e se as suas primeiras experiências sexuais fossem com o irmão, eu próprio faria com ele tomasse as cautelas devidas, já que a mãe dela não achava bem que a nossa filha começasse já a tomar a pílula.

Voltei a ter uma longa conversa com o meu filho, ao princípio não gostou da ideia, mas depois, quando a interiorizou, começou a sentir-se atraído por ela. Faltava agora, falar com a minha filha, Anita…

A oportunidade surgiu numa manhã de domingo, em que a mãe, empregada numa loja de roupa, teve de trabalhar, tal como iria suceder durante três meses, em que a colega que fazia os domingos ia estar de baixa, para fazer uma cirurgia.

Sentados os três no sofá da sala a ver televisão, passava naquele momento um documentário sobre as relações sexuais na puberdade.

Puxei a minha filha para mais perto de mim…

- Olha, Anita, isto interessa-te!

Ela sorriu, entre curiosa e envergonhada, mas não disse nada, e deixou-se encostar ao meu corpo.

Do outro, o irmão ficou com os sentidos em pé, sabia o que eu tinha planeado…

- Estás a ver, Anita, como é o sexo dos rapazes? Sabes como é que se faz amor, não sabes, eles metem aquilo dentro de vocês, com cuidado… Mas primeiro, há os chamados preliminares. Beijos, carícias, muitas vezes esfregam-se um no outro, apalpam-se… Sabes como é?

- Pai, não sou nenhuma burra, tenho visto… na internet, sei como é.

- Pois, sabes como é mas nunca fizeste, isto é como pilotar um avião, podes ver na televisão como se faz, mas se entrares no avião, ficas apavorada. Já experimentaste mesmo, já fizeste?

Anita ficou corada, não se sentia à vontade comigo e ainda por cima com o irmão ao lado, para falar destas coisas.

- Não te envergonhes, filha, tudo isso faz parte da vida, não temos de ter vergonha, ainda mais dentro da família. Olha, sabes, o teu irmão tem o mesmo tipo de problemas que tu. Gostava de praticar, mas nunca fez nada com nenhuma rapariga, e tem medo do que possam pensar, se tiver de beijar uma namorada, e essas coisas.

- Verdade, Orlando?

Perguntou a minha filha ao irmão, pelo menos a falar com ele deixava de ter de me responder, era-lhe mais fácil. O Orlando já estava preparado, eu tinha-o ensinado bem:

- É, mana… tenho medo de fazer figura de parvo, na minha turma já todos os meus colegas tiveram pelo menos uma namorada, já todos fizeram sexo, sou o único que nunca fez nada. Nem sequer um beijinho na boca… E tu?

- Bem, eu… eu… nem, também não…

- Boa! E se experimentássemos um com o outro? – perguntou o Orlando, muito ingenuamente.

- Mano! Olha que está aqui o pai! Como é que te atreves?

- Anita, deixa lá o teu irmão, olha, até nem me parece má ideia… Pelo menos fica em família, se demonstrarem um ao outro a vossa inexperiência ninguém se aborrece nem vai espalhar por aí, a única pessoa que fica a saber sou eu, e acho muito saudável, se forem capazes de aprender um com o outro. Foi assim que fiz, com a minha irmã, quando tinha a vossa idade…

Era mentira, claro, mas era uma mentira piedosa. Anita olhou para mim muito séria…

- Pai! E a mãe? Achas que ela também ia concordar com isso, pai? Francamente…

- Olha, filha, não sei, ela é muito antiquada, isso é verdade, mas vistas bem as coisas, não sei, não. Em qualquer caso ela também não precisava de saber, é um assunto vosso, não tens de pôr a mãe a par de tudo quanto acontece, Anita. Por mim não vejo problema, acho salutar, e pedagógico. Olha Orlando, vem para aqui para o meu lugar, ao lado da tua irmã…

Tínhamos de ser rápidos, antes que a Anita se arrependesse, parecia vacilar, estava hesitante…

- Anita, fica assim. Orlando, passa devagar as mãos nas faces da tua irmã, acarinha-a… isso, filho, assim… agora, lentamente, aproxima a tua boca da dela… beija-a, Anita, não, filha, não te retorças, tens de participar, amor! Sim, isso, não custa nada…

Lentamente, começaram a beijar-se. Primeiro, só os lábios encostados nos lábios um do outro, depois, devagar…

- Sim, isso, muito bem, custa alguma coisa, filha?

- Bem, não, de facto não custa nada… tens a certeza que isto não está mal, papá, dois irmãos…

- Não, não te preocupes. É apenas uma aula, uma experiência, destinada a ficarem mais esclarecidos, nunca vão ser namorados um do outro, hoje praticam um bocadinho, outro dia talvez, se quiserem, e quando acabarem que já sabem como são as coisas, arranjam cada um o seu namorado e namorada, e acabou-se.

- Bem, eu gostei… - disse o Orlando, entusiasmado.

- Não foi assim tão mau… - respondeu a Anita, de faces vermelhas.

- Então repitam. Metam a língua na boca um do outro, devagar, até se habituarem, essa é a parte mais difícil para quem nunca beijou, é quando quem não sabe pode até ficar agoniado e vomitar, estás a ver, Anita, beijares um rapaz e começares a vomitar? Ficavas logo com fama de… sei lá, até podiam dizer que eras fufa, que não gostas de rapazes, ficavas marcada…

Anita olhou para mim séria, nunca tinha pensado naquilo, sentiu-se mais confiante.

- Vá, meninos, não temos o dia todo! Orlando, mete a língua na boca da tua irmã… lentamente, para se habituar… Isso, agora tu, Anita, agarra no rosto do teu irmão, puxa-o para ti, agora passa um braço pelo pescoço dele, isso, meninos bonitos!

- Hummmm… é bom, pai, mesmo com a Anita, é bom…

- Claro que é bom, é sempre bom. Agora, Anita, estende-te no sofá.

- Estendo-me no sofá, pai? Para quê?

- Já vais ver. Isso, agora Orlando, põe-te em cima dela. Devagar, ela não é uma cama, tenta meter uma perna no meio das pernas dela…

Anita vestia uma saia curta, de andar por casa. O irmão colocou uma perna do lado de fora do corpo dela, e entalou a perna esquerda, entre as dela. Ao fazê-lo, puxou-lhe a saia para cima. Via-se as coxas da minha filha, esguias mas musculosas, a natação mostrava os seus efeitos. Mais acima, via-se a cuequinha, branca, com os montes de vénus bem marcados, e alguns pintelhinhos que faziam a sua aparição saindo pelos lados da cueca. Senti uma certa tesão, mas aquilo era tudo para o meu filho.

Ela agarrou a irmã pela nuca, e beijou-a com alguma sofreguidão, sentindo o ventre dela contra o seu. Ela descaiu sobre o sofá com o peso dele ficaram deitados. Orlando estava bem entesado, mesmo atrás deles eu podia ver o volume da picha dele saliente nas calças, e a forma como ele roçava com o mangalho entre as pernas da irmã…

- Anita, estás bem, filha?

- Hummmm… estou, papá, achas que estamos a fazer bem, está bem assim, é assim que se faz, papá?

Pela voz dela, notava-se que estava a ficar entesada, a voz mais profunda, grave, as palavras vinham-lhe agora do fundo da garganta…Já tinha a saia completamente na cintura, e a cueca, essa, tinha-se tornado numa estreita tira de tecido branco, entalada num dos lados da coninha virgem. Como a minha filha é pintelhuda! Pensei eu, orgulhoso e cheio de tusa. Pintelhos muito escuros, encaracolados, espessos, e ali no meio deles, uma bela fenda húmida, gostosa e provocadora.

- Orlando, agora tira o teu sexo para fora, e roça com ele devagarinho entre as pernas da tua irmã.

- Papá… tens a certeza, tem mesmo de ser, isso?

- Claro, filha, é o que acontece quando beijas um rapaz. Ele fica cheio de… de desejos, saca a coisa dele e mete-te a coisa entre as pernas, filha, não me digas que não sabias, és assim tão ingénua?

- Naaão… não, não sou, mas com o mano, tem de ser?

- Ora Anita, como é que vocês vão aprender a praticar alguma coisa, se não fizerem nada? Explica lá, anda, como é que sabem se não fizerem, como é que aprendem?

- Tens razão, papá, desculpa…

O meu filho sacou a picha, estava tesa, era enorme, nunca pensei que a tivesse tão grande naquela idade, e devagar remexeu-se, entalando o mangalho no meio das pernas da mana, sentindo aqueles pintelhos a envolvê-lo.

- Esta bem, filho, estás confortável? Sentes o calor da tua irmã?

Olhou para mim virando a cabeça, os olhos vermelhos, da tesão…

- Oh pai, está fenomenal, está muito bom! Nunca pensei que fosse tão bom!

- E tu Anita, gostas de o sentir bem encostado a ti, na entrada da tua vagina?

- Gosto…é uma sensação nova, é estranho… mas é bom.

Prontos, meus filhos, agora beijem-se de novo, com entusiasmo, isso, abracem-se com força, as línguas dentro do outro…

Sentei-me atrás deles, de novo. O caralho do meu filho aflorava a entrada da irmã, quente, também cheia de tesão. Tinha de ser hoje, agora, que ele lhe tirasse a virgindade, depois ela podia ter alguma conversa com alguma amiga, ou mesmo com mãe, podia descair-se, e não voltaria a estar disposta a ter experiências sexuais com o irmão.

- Orlando, agora encaixa a picha aí dentro, na entrada da tua irmã… isso, filho, muito bem, e tu também estás muito bem, Anita! Estão a aprender muito rapidamente, isso é muito bom, mas não me espanta, é genético, filhos.

Orlando roçava o caralho nas bordas da irmã, que se remexia e suspirava, cheia de tesão. Ele pegou na picha e com a mão, guiou-a para a irmã, ficando bem encaixado na entrada da fenda pintelhuda. Ela gemia agora, estava muito húmida, as nádegas balançavam sob o corpo do irmão provocando-lhe ainda mais tesão, aquilo estava por um triz…

- Estás pronta, amor, queres receber o teu mano?

- Oh sim, oh sim quero, mete, Orlando, mete, filho!

Orlando tentava, forçava um pouco mas ela remexia-se tanto que o pobre, com a sua tremenda falta de conhecimento do sexo, deixava-se ficar de fora…

Esperei, e num momento em que a irmã sossegou e ele estava bem encaixado nela, coloquei as duas mãos sobre as nádegas já nuas do meu filho, que já tinha tirado as calças, e empurrei com toda a força…

- Aiiiii!! – gritou a minha filhinha, mas era tarde. Quando o irmão sacou o caralho de dentro dela para o encavar de novo a seguir, um fino fio de sangue muito vermelho escorreu por entre as pernas esguias da irmã. Já não era virgem, a minha menina, e o irmão a mesma coisa!

- Orlando, filho, agora tens de ter muito cuidado. Não te venhas dentro da tua maninha, filho, podes continuar a foder mas quando sentires que estás quase a deitar fora o teu esperma, tiras e vens-te cá fora, ela ajuda-te, Anita, quando o teu irmão tirar e sair de cima de ti não esperes mais, sentas-te no sofá, agarras na pila dele e massajas com as mãos até ele deitar fora a esporra, filha, percebes, amor?

- Oh… oh sim, pai, sim, mas agora não tires, mano, deixa estar lá dentro, deixa estar… deixa estar… oh, venho-me, venho-me, agora, aiiii, venho-me toda maanooo, venho-me!!!

Anita torceu as pernas em redor das costas do irmão, apertando-o totalmente contra ela. Cravou-lhe as unhas nas costas, mordeu-lhe o pescoço, vinha-se tremendamente, e não o deixava tirar, eu via perfeitamente que o rapaz estava prestes a descarregar dentro dela, mas eu mesmo não tinha coragem de interromper o orgasmo da minha filha…

- Vem-te, filho, depois logo se vê, não podes deixar a tua mana a ver navios, vem-te com ela, que bom, é a primeira vez e vêm-se os dois ao mesmo tempo, fode-a toda, mete-o bem fundo, descarrega nela, enche-a de langonha, filho!

- Sim pai, sim, agora, Anita, agora, vou molhar-te toda, vou encher-te, agooooraaaaa!!!

Que delícia! Ver aqueles dois pequenos a foder, a terem cada um o seu maravilhoso orgasmo dentro um do outro, a amarem-se, como dois irmãos se devem amar!

Que contagioso, entesante, fantástico!

Atrás deles, eu já tinha sacado o caralho para fora e incapaz de me impedir, masturbava a picha com as duas mãos, vendo como a esporra do meu filho escorria pela fenda aberta da irmã, manchada de algum sangue, e onde o caralho ainda permanecia, teso embora menos.

-E agora, papá? Posso ficar grávida, pai!

- Não não, vamos tratar disso. Vou à farmácia e compro uma pilula do dia seguinte, fica descansada.

- Oh pai, mas tu… tu! Estás a fazer uma punheta, a ver-nos foder!

- Estou sim, desculpem mas tem de ser, quem é que aguentava uma coisa dessas, vocês a foderem com tanta tesão? Não sou de ferro, filha…

Anita olhou para mim entre repugnada e com pena de mim. O irmão saía de cima dela com o caralho a pingar, segurando a cueca em volta do caralho para não molhar mais o sofá, e foi para a casa de banho…

- Filha… bem podias fazer-me um favor, também faz parte da aprendizagem…

- Estou a ver… queres que te masturbe…

Anita sentou-se, e eu aproximei-me dela. A minha menina estava espectacular, os cabelos desgrenhados, a saia continuava enrolada em volta da cintura, a coninha dorida à mostra, coma queles seus pintelhos molhados da esporra do irmão…

Segurou-me no caralho hesitante, mas logo me massajou, decidida.

- Sabes, amor, é assim que se faz uma punheta, isso, passas devagar as mãos de cima para baixo, assim, agora para cima, devagar… Se quisesses, podias fazer outra coisa…

Empurrei a barriga mais para ela, o meu caralho estava a centímetros da sua boquinha linda…

- Eu sei o que é que queres…

Abriu a boca, encostei a cabeça do caralho ali, junto aos seus lábios. Que sensação maravilhosa, ter a minha picha na boca da minha filha!

Lentamente fui penetrando naquela boquinha apetitosa, e dentro em breve, ela conseguia engolir o caralho até metade. Bem cheio de saliva dela, que o apertava bem apertado entre os lábios, eu não tardava a esporrar-me…

Puxei-lhe nuca contra mim, peguei-lhe nas mãozinhas delicadas, e fi-la agarrar nos colhões, que acariciou com delicadeza. Ainda vestia a blusa azul, abri-lha, por baixo não tinha soutien, acariciei as duas tetinhas saborosas e duras… Anita mamava deliciada, era a primeira vez mas não parecia, ela aprendia muito rapidamente. Deslizei a mão pelo seu corpo esguio e rijo, até lhe chegar às pernas. Estava toda molhada, docemente molhada da foda que acabara de dar, passei o dedo pela entrada, depois, lentamente, introduzi o dedo nela, completamente. Gostosa, cheia de langonha, apetecia fodê-la…

- Anita, filha, vou-me vir, agora, chupa com força, aperta os tomates com as mãos, isso, agora, toma nessa boca, tomaaaaa!!!

Deitei uma série de esguichos de langonha, ela engasgou-se e teve de tirar fora quando eu ainda me vinha, um esguicho foi molhar-lhe a cara, e escorreu-lhe pelas faces…

Ri-me, estava cómica, a minha Anita, e muito sensual. O irmão estava na entrada da porta, olhava-nos muito sério, tudo aquilo era novidade para ele, mas era uma novidade gostosa…

Comentários

05/03/2016 09:52:16
Fodástico!
j.a
04/03/2016 16:55:26
10
29/04/2015 10:24:04
~
12/04/2015 12:33:21
Nada como incentivar em casa, a melhor maneira de fazer amor com quem nos ama de verdade...... Parabéns papai, pela iniciativa....
11/04/2015 14:30:24
Muito bom.
11/04/2015 00:01:05
Delicia de conto [email protected] p mulheres m add sou de belem.

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.




Online porn video at mobile phone


lugar onde o rio nasce xvidiox videos curraincestofudeno cadela de frango asado zoo filiaContos edoticos da.dk nbanho no meu filhoo caralho era tao grande e grosso que quase desmaiei com ele dentro do cuporno com novinha goszando na buceta na boca da outrasexo explicito sogro de olho nanora de fio dentalconto erotico de incesto estorei as praga do cuzinho da minha maewww.porno zoofilia.com/dando buceta virgem engatada dois cachorros?muiler da buseta ixada levamo varafilme porno "ligados pelo desejo"abusando sarrando a coroa velha contoberoticoesculachou o cu da filha adolecente ate gosa dentroler varios contos de lesbicas e eterosvidio porno das dimenores fasendo sexo da buceta apertadinhamulher fazendo sexo e o cara comendo a bucetinha e o cuzinho dela empurrando a picona ela gemendo respirando fundo e ele empurra toda na bucetinha e filmando escondido ela verpassando a mao no decote e chupando os peitosvideos esposa gostando de ser bolinada corninhoirmã linda gostosa dando sua bucetinha virgem para o sermão do atadojaponesinha chupando um pau pelo buraco da parede ver porno 10 minutos gratiscontos eróticos com marido bêbado e desconcentração bem dotadovídeo pornô mulher que faz a outra gozar e da Paz e líquido saindoXVídeos de sexo brasileiro pai vaisi cavi filhacontos eróticos gay fui transformado em putinha e fizeram dupla penetração no meu cuzinho e me arrombaramConto erotico.no cuzinho da caderantemarido pintinho e cu gulosopornor média vai examinar uma grávida e estrupadahomemsexo homen em esteio rsnao aguentou e gozou na mao da doutora xxvideosvideos de coroas homens procurando coroas de zendo taduedocontoseroticoss xvideos5Pica cabeçudas encaixando espertinho na xanaaluno fodendo professor de educacao fisica gay animadodei minha esposa santinha a um comedorContos levei um tora preta gozou dentro meu marido adoroucontos eroticos Robertacontos cuzinho da RobertaPage coletanea de video coroas masturbando gozando escorrendo melzinho galaminha irma chorou quando tirei seu cabacinhosexo com as maos apoiadas no chao ela recebe uma delisiosa chapadacontos bunduda do corno no pagode no sitioconto erotico macho dominador convida amigos pra foder viadinho submissomulheres santinhas safadasPoliciallindo tarado fudedorx vde porno rebolando de calca no pinto duro orocontoerotico.com.br/contos/amamentando-o-gostosao/imeu maridinho me deixou fuder na madrugadaxvıdeo anal com novınhasjuliana de bonanca fudendo pornosarrando a bundinha da minha filinhaquantos centímetros tem o penes do pro boteinocoletanias maior pau do mundo pornomulher com grelo grande encara um big pau vejalouras peludas taradas fudedoras malucas chamando palavraoapertatinhas lidasgostosa.foi.faser.xixi e.tarado.atacolTa tarada roludo vendo novinhas com cálcinhas melecada conto com onze anos eu trepei com meu tio foi muito gostoso mais doeuPrefeito Sandy crentinha s***** metendoccontos eróticos incesto fudendo novinha virgem inocente faveladaarombei minha mae contos eroticos pornonovinha bebada faz se. xoi anal n quartgarota muinto novinha com cona muinto apertadinhacontos eroticos sou viciado num cuzinho de machocriola da buceta inchado lwva gozada dentro que eacorreVanessa queria brincar mais não imaginava que ia encontrar pela a frente um monte de safadinhos taradosconto relatando como nao resisti ao pausud e fez sexoXVídeos vídeo nacional e caseiro mulher dormindo sendo acariciada por saisContos novinha perdeu cabaço do cu com roludao tremDespertando O Amor em um Brutamontesparte 2: casa dos Contos