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A Menininha do Patrão

Autor: Eduardos
Categoria: Heterossexual
Data: 22/05/2015 19:23:28
Última revisão: 16/06/2015 23:27:13
Nota 9.00
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O velho entrou na minha salinha de 9m².

- Edu, como vai? –

- Vou muito bem, Doutor. E o senhor? – Interrompi o trabalho que estava fazendo para dar atenção ao patrão. Era novo na empresa e louco para impressionar.

- Estou ótimo. Minha filhinha mais nova, Jana, acabou de me ligar contando que conseguiu entrar na Federal! – A cara do velho ia se iluminando a medida que contava a boa notícia. Fingi estar tão contente quanto ele, embora nem conhecesse a pessoa. – Minha menininha vai ser contadora, assim como você. E isso me leva ao motivo de vir aqui. Não a quero parada, Edu. Pensei que você podia aceitar ela como um tipo de estagiária ou alguma coisa assim... É possível? –

A pergunta era algum tipo de formalidade, já que ninguém recusaria a filha do patrão como estagiária. Aceitei imediatamente.

- Ótimo, sabia que você podia me quebrar essa. E, além disso, ajuda nunca é demais. Ela vem para cá quando começar o semestre, daqui dois meses... – O velho já ia saindo da sala, mas voltou para um último comentário - Pra falar a verdade, do jeito que a minha menina é inteligente, é capaz de ela acabar te ensinando mais do que aprendendo. – E completou a visita com uma risada estridente, me deixando voltar para as planilhas. Desdenhei, em pensamento, da conversa dele sobre aprender. Imaginei uma patricinha mimada e eu tendo que suporta-la com um sorriso no rosto e toda a paciência do mundo...

Dois meses depois, como prometido, conheci a menina. Na verdade, “menina” não era a palavra que eu usaria.

A morena de 1,70m, mais ou menos a minha altura, entrou na sala se apresentando como Jana, minha estagiária. Fiquei um tempo embaraçoso sem ter o que dizer, apenas esquadrinhando as curvas que ela tinha.

Deve ter saído à mãe, pensei.

Os cabelos negros passavam cerca de um palmo dos ombros, amarrados elegantemente num rabo-de-cavalo. Usava óculos de armação fina, escondendo olhos sorridentes de um verde claro, e possuía um rosto de traços finos, delicados. O corpo então... Os seios eram pequenos, dava para notar, mas a bunda e as pernas torneadas escondidas por baixa da saia estilo secretária não deixariam notar-se qualquer outra coisa. Era uma gostosa de parar o trânsito parada bem ali na minha frente. Por fim, consegui gaguejar alguma coisa, já vermelho de vergonha por ter sido pego de surpresa, e ela respondeu cumprimentando-me, com gentileza, fingindo não perceber minha confusão.

Nos dias que se seguiram, só se falava da Jana no escritório. A filhinha do patrão virou desejo de todos os marmanjos, e meu principalmente. Mas claro, chegar junto ninguém se atrevia, com medo do velho.

Ela ficava no meu escritório, onde puseram uma mesa a mais, e devido a isso desenvolvemos mais intimidade. Conversávamos sobre a universidade, nossos interesses em comum, até um pouco sobre relacionamentos, mas sempre com bastante respeito. Ela não dava espaço e eu não me sentia confortável para tentar abrir caminho por mim mesmo. Numa certa sexta-feira, entretanto, depois de voltar do escritório do pai, ela estava possessa como eu nunca tinha visto e daí surgiu alguma coisa.

Jana batia as gavetas com força e xingava baixinho, enquanto eu fingia não estar percebendo nada anormal.

- Ele acha que eu sou uma criança, né? Essa roupa está indecente, na tua opinião? – A pergunta me deu uma chance de apreciar todo o seu corpo, descaradamente.

- Não, nem um pouco – Respondi firmemente. A realidade é que a calça de tecido estava de matar, destacando suas coxas grossas e a bunda empinadinha, mais ainda que o normal devido ao salto.

- Pois é, mas aquele velho vive pegando no meu pé... Fica me tratando como se eu fosse uma puta que saísse dando pra esse escritório todo. – Ela se tocou do que disse assim que terminou a frase, ficando rubra de vergonha. – Eu... Ah... Me desculpe, Eduardo. Eu não devia falar assim, é só que eu... Ele me trata como uma menininha.

- Ele se refere mesmo a você como se fosse uma menina, eu até tomei um susto... – Estanquei ali, pois estava prestes a avançar o sinal.

- Susto? – Ela se interessou, para meu desapontamento. Devido à raiva, pensei que meu comentário tinha passado batido.

- É... Susto. Pelo jeito que ele fala ninguém imagina que você seja... Seja esse mulherão. – Disse de uma vez. Não estava me aguentando mais, de tanto segurar as vezes em que podia ter investido naquela mulher e fiquei com medo do patrão.

- Mulherão? Gostosa, você quer dizer? – Jana estava ainda mais vermelha, com toda a sua atenção voltada para mim. Devia dar para sentir minha vontade de pular a mesa e agarra-la.

Mas parou nisso. Eu não respondi e ela voltou para o computador, muda até a hora de me desejar uma boa tarde, sair e me deixar sozinho, pensando em assédio sexual e demissão por justa causa.

No sábado de manhã, compareci a tradicional peladinha de final de semana na praia.

Lá pelas 10:00hrs, depois de um mergulho para me recuperar do esporte, parei numa barraquinha para tomar água de coco e apreciar duas gostosas, aparentando não mais que 20 anos cada uma, que estavam em pé, a uns 9 ou 10 metros de distância. A que estava de costas, uma morena linda usando um fio-dental branco todo enfiado no rabão perfeito, era o principal alvo das minhas olhadas.

A loira baixinha deve ter percebido e avisado à amiga de alguma forma. A gostosa virou o rosto de surpresa, bem na minha direção e justo na hora em que eu a secava mais um pouquinho. Quase caí do banquinho onde estava sentado, quando percebi quem era a tal morena.

Jana.

Ela veio junto com a amiga, que estava igualmente surpresa por sermos conhecidos. Trocamos um abraço e fui apresentado à menina.

- Esse é o Eduardo, meu chefe. Eu falei dele para você... –

- Falou. Falou muito. – A baixinha retrucou com um sorrisinho sacana, deixando Jana desconfortável. Já eu, livre do ambiente de trabalho onde o pai dela era rei, me vi mais a vontade do que nunca. Convidei-as para uma mesa.

- Falou? Fique até com medo agora. Sei como é falar de chefe... – Já acomodados, provoquei a baixinha, sabendo que alguma coisa viria dali.

- Pode ficar tranquilo, ela falou muito bem. Até elogiou seu corpo... Atlético. – A risadinha denunciava uma piranha, do tipo que eu mais gosto, mas Jana era meu principal interesse.

- Cris... Você tá me deixando desconfortável. – Jana tentou soar brava.

- Atlético? – Eu não ia deixar passar a chance.

- Não é nada, Eduardo. Eu só... –

- Comentou que o chefe era um gato, e tinha um corpo atlético, para não citar o adjetivo certo – Cris completou a frase no meio de uma chuva de tapinhas de sua amiga com o rosto em brasas. Realmente, cuido bastante do corpo, tanto com academia quanto com esportes como futebol e algumas corridas matinais.

- A recíproca é verdadeira. – Interrompi a fúria de Jana, agradecendo a Deus pela amiga safada que ela tinha.

- Ela sabe... Vive contando como você olha pra ela. – Cris deu sua ultima contribuição e saiu da mesa, rindo bastante. Jana estava para segui-la, quando segurei seu braço.

- Senta aqui um pouco, Jana – Trouxe-a para a cadeira mais próxima de mim possível.

- Eduardo, essa minha amiga... A Cris é louca, sabe? Ela... – Jana falava num ritmo frenético, tentando se desculpar.

- Sabe que eu tenho namorada? – Realmente tinha. Um relacionamento de mais de dois anos naquela época.

- Sei, sei sim. Eu não queria... A Cris é lou... –

Não permiti que ela completasse. Dei-lhe um beijo ali mesmo, matando a vontade que vinha reprimindo por todo aquele tempo.

Desgrudamo-nos. Eu esperei uma tapa, uma ameaça ou um xingamento. Veio no lugar outro beijo, e outro, e outros depois desses.

Paramos somente quando Cris surgiu, rindo histericamente e balançando uma chave de carro.

- Está de saída? – Jana perguntou, ainda mais envergonhada ao lembrar que a amiga estava por perto – Eu estou indo... –

- Eu estou de saída, gata. Você não. Pode deixar sua funcionária em casa, chefinho? – A baixinha safada era agora oficialmente a minha melhor amiga. Se pudesse, teria lhe dado um abraço para agradecer.

Prontamente me ofereci para a tarefa e voltamos aos beijos.

Mas não por muito tempo.

Cerca de meia-hora depois, fomos para meu carro.

- Sabe onde é minha casa? – Ela me perguntou inocentemente, ou pelo menos fingindo inocência.

- Não, mas isso não vem ao caso. Sei de um lugar bem melhor para ir... –

Quase furo os sinais, na expectativa de chegar no motel. Meu cacete estava duro, fazendo volume na bermuda, e ela dava algumas olhadas rápidas.

Já no quarto, uma suíte bacana com hidromassagem, recomeçamos os amassos, agora mais quentes.

- Edu... Vamos mesmo fazer isso? – Ela estava tensa, ainda meio presa – Meu pai... Se ele descobrir estamos fritos. E ainda tem sua namorada...

Parei os beijos e levantei da cama. Puxei-a para perto de mim, para ficarmos ambos da mesma altura. Ela estava só de biquíni e eu não podia mais me conter para explorar todo aquele corpão.

- Você é uma menina ou uma mulher? –

- Eu não sou uma menina – Ela disse firme.

- Você quer? – Passei o braço em volta do seu corpo.

- Quero –

Era tudo que eu precisava ouvir. Arranquei a parte de cima do biquíni e cai de boca nos seus pequenos seios. Mamei neles com vontade, acariciando e mordendo os biquinhos e sentindo a maciez deles. Uma delícia.

Jana começou a gemer e me incentivar. Acariciava minha nuca e vez por outra me puxava para um beijo.

Libertei-me do calção e da sunga. Ela agarrou meu pênis, já quase explodindo, e começou uma punheta.

- Que delicia de pica, Edu – O tom de vadia que ela usou quase me fez gozar.

- Vem chupar ele, safada. Chupa o chefinho, vai. – Jana obedeceu, iniciando uma gulosa magistral. Chupava com vontade meu pau, cobrindo cada centímetro que podia com a boca. Alternava entre a glande, a base e o saco. Eu estava indo a loucura.

A maciez e quentura da sua boquinha faziam-na parecer uma boceta, por isso começou a fode-la como se fosse uma. Agarrei seu cabelo e comecei a socar minha pica naquela boquinha, enquanto ela me olhava com cara de puta.

- Fode minha boquinha, seu cachorro. Goza na boquinha da filha putinha do patrão – Foi minha vez de obedecer, inundando a safada de porra.

Fomos para a hidromassagem, enquanto eu me recompunha. Coloquei-a numa posição confortável e arranquei a parte de baixo da roupa de banho, desnudando a sua vagina.

Meu pau rapidamente deu sinal de vida ao sentir o cheiro. Era apenas uma rachinha minúscula, com os pequenos lábios quase que perfeitamente simétricos e os pelos totalmente aparados. Retribui sua maestria me esforçando para lhe fazer o melhor sexo oral possível. Dedilhava sua bocetinha, alternando com movimentos usando a língua, ora retos, ora circulares.

A intensidade dos gemidos de Jana ia aumentando e eu ia intensificando a chupada, até senti-la desfalecer, após uma sucessão do que eram praticamente gritos. Um orgasmo.

- Não vai ter pausa, amor. – Disse, puxando-a para a cama.

Peguei uma camisinha e encapei o caralho, enquanto ela se posicionava um papa e mamãe. Comecei a fode-la com vontade, louco por concretizar o que estava ansiando.

- Isso porra! Caralho, Jana. Que bucetinha apertada – Era realmente apertada, quase virgem, elevando ainda mais meu prazer.

- Ahh... Aiii... Me come seu puto, come a minha bucetinha. – Ela me respondia com ainda mais putarias. Era uma mulher totalmente diferente da que eu conhecia do escritório.

Coloquei-a de lado e continuamos fodendo assim, comigo tendo acesso a seus peitos. Não queria negligenciar nada daquela ninfetinha.

Finalmente, pedi para que ela ficasse de quatro. A putinha empinou o rabo, me convidando para fode-la ainda mais. A visão daquela bunda maravilhosa poderia fazer alguém gozar, só de ficar apreciando.

Voltei a comer sua bucetinha, dessa vez naquela posição maravilhosa.

- Rebola essa bundona pra mim, cachorra. – Metia tapas naquele rabo, sem nem medir a força – Toma, sua putinha! Era isso que você queria do chefe? –

Ela me incentivava com gemidos e mais gemidos.

- Vai, gostoso! Come minha bucetinha assim... Ahh... Ahhh –

Ela me pediu para ficar por cima. Prontamente me ajeitei.

De costas para mim, Jana começou a cavalgar, me proporcionando a visão da sua bunda toda marcada por minhas tapas.

Não sei por qual motivo, lembrei-me do pobre do meu patrão, que achava que tinha uma menininha em casa.

- Vai, sua putinha! Vai, sua cachorra!–

Ela deu tudo que tinha, rebolando e jogando-se contra mim. Trocou de lado, para ficarmos um de frente para o outro, e depois voltou a ficar de costas. Quase me matei de tanto segurar o gozo.

Ela teve um segundo orgasmo e eu a segui finalmente, enchendo a camisinha com o resto de sêmen que me restava. Cai cansado, mas louco por mais.

Descansamos um pouco, Jana criou uma desculpa para o pai e eu fingi que estava doente. Voltamos então para a hidro, para recomeçar a sessão de sexo oral.

Quando nos demos por satisfeitos, ela me surpreendeu mais uma vez.

- Vem comer meu cuzinho, amor –

Quase gozei só ouvindo aquilo, na verdade nunca tinha feito sexo anal.

Contei-lhe e ela pareceu ainda mais empolgada.

- Que delícia, vou ser sua primeira! –

Ela pegou um lubrificante e passou no meu caralho, depois me instruiu a passar em seu ânus.

Ela empinou mais uma vez a bunda para mim, de quatro, e afastou as nádegas com as mãos.

- Vem, come meu cuzinho – Novamente o tom de vadia que me deixou louco.

A parte teórica eu sabia, mas acabei nem pensando nela. Na empolgação, fui introduzindo com força.

- Assim não, porra. Mete devagarzinho, amor. – Ela foi me corrigindo, até acertar a intensidade.

Fui controlando o ímpeto, até chegar num ritmo suave para não machuca-la.

- Humm, isso amor... Assim mesmo, gostoso. Come o cuzinho da filhinha do patrão, seu safado. –

Estava todo dentro.

- Agora vem, amor. Como com força a sua putinha -

Comecei então a fode-la, de inicio devagar, depois passando a um estado de quase fúria.

Jana acariciava a bucetinha com uma mão e com a outra se apoiava no colchão.

Agarrei seu cabelo e comecei a fode-la, até não aguentar mais. Gozei pela terceira vez, desabando sobre ela. Ficamos ali, abraçados, suados e ofegantes.

Não sei por qual razão, imediatamente depois do sexo, lembrei-me do meu patrão.

- Qual o motivo do riso? – Ela me perguntou, confusa.

- Nada de importante – Respondi. Mentalmente, estava creditando o velho por estar certo. A sua menininha acabou me ensinando uma coisa que eu não sabia. Como foder um cuzinhoObrigado pela leitura.

Para contanto, mandem mensagem pelo email.

Email: [email protected]

Comentários

06/06/2016 16:25:01
Começa do nada kkkk Bem assim .... e nada mais aconteceu com essa ninfeta puta ?
24/07/2015 00:22:09
muito bom seu conto
17/06/2015 00:40:21
começa do nada é
15/06/2015 10:11:38
Excelente e romântico. Muito bom. [email protected]
31/05/2015 22:14:48
simplesmente exelente seu conto, muito bem escrito sem palavras errada, porque o ruim é vc estar lendo um conto e derrepente encontrar palavras que nao se consegue nem imaginar oque esta escrito parabens nota 10
31/05/2015 22:12:52
simplesmente demais cheio de muito tesao e bem escrito sem palavras erradas, adorei escreva mais nota 10
23/05/2015 12:32:50
Meu namorado e eu estamos procurando outro casal ou mulher para diversão, somos discretos! Interessados mande um e-mail informando o whats que entraremos em contato para conversar melhor ;) (Somos de São Paulo) E-mail: [email protected]
23/05/2015 12:02:58
muito bom. nota 10!
23/05/2015 05:20:52
Delicia de conto, Edu. Na vida, qualquer pessoa, sempre tem algo a ensinar para nós. Principalmente na cama. Rss. Muito excitante esse relacionamento com a filha do patrão e principalmente, tua iniciação no anal. Beijos.
22/05/2015 23:39:42
O jeito limpo que escreve me excitou de uma tal maneira ..
22/05/2015 20:01:55
Excelente e tesudo. 10.

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