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Juliana a escrava adolescente, 2

Eu sou a Juliana, e vou continuar a minha história. Eu tenho vergonha de tudo o que eu tive que fazer.

Só pra lembrar, eu e a Rita dormimos no quarto do irmão da Vânia. E acabamos "brincando" e a nossa "brincadeira" foi filmada pelo computador dele.

Deixa eu falar do irmão da Vânia. O nome dele é Mauricio. Maurício tinha 31 anos de idade, ele é meio irmão da Vânia, são irmãos só por parte de mãe, por isso, eu não sou prima dele. Ele é o dono da casa que a Vânia morava na época. E depois do casamento dela, ela se mudou. Eu nunca gostei dele. Ele é muito metido, um cara arrogante, muito grosseiro. Muitas vezes, eu vi ele ser rude com a irmã.

Bom, voltando aos fatos. Uma semana depois da festinha de despedida de solteira, a Vânia se casou. Já na festa, o Maurício veio com umas gracinhas pra cima de mim, me chamando pra dançar. É claro que eu o cortei, dei um fora nele, afinal, eu era uma menina de 14 anos e o cara tinha idade pra ser o meu pai. Só me lembro que na festa, às vezes ele olhava para mim e dava umas risadas estranhas.

Uns quinze dias depois da festa, eu estava tranquila saindo da escola, junto das minhas colegas, quando o Maurício apareceu numa esquina.

- E aí, Juliana. Como vai?

Apesar de não gostar dele, eu fui educada. Afinal, até então, ele nunca fez nada de mal pra mim.

- Oi, eu vou bem.

Eu respondi sem parar de andar. Mas, ele entrou na minha frente e disse.

- Você tem um minuto? Eu quero falar uma coisa com você.

- Tá bom, mas seja rápido. Que eu estou com pressa.

Eu falei com um ar de impaciência.

- Já que você tá com pressa, eu vou direto ao assunto.

Ele falou isso e imediatamente pegou o celular do bolso.

- Eu só queria te mostrar isso.

Ele abriu a galeria e me mostrou um vídeo. Dava pra ver muito bem eu e a Rita peladas, fazendo "sacanagem", como ele mesmo falou.

Quando eu vi aquilo, eu tive um troço, eu desmaiei. Eu acordei uns minutos depois, estava sentada numa panificadora, próxima de onde eu desmaiei. Eles me deram água com açúcar pra beber, perguntaram se eu queria que eles chamassem os meus pais. Mas o Maurício disse que não precisava, ele me levaria embora. Coisa que eu consenti.

Depois que eu me recuperei, o Maurício voltou a tocar no assunto.

- Agora que você está melhor, não quer ver o resto do vídeo?

- Como é que você gravou isso aí?

- Não interessa, o importante é o que eu vou fazer com ele. Eu vou mostrar pra todo mundo. Eu quero ver a cara do seu pai, que é todo certinho, quando ele descobrir que tem uma filha safada e lésbica. Ha. Ha. Há

- Pare de brincadeira, se meu pai ver esse vídeo, ele me mata ou morre do coração. Por favor Maurício, não mostra isso pra ele. Eu te dou o que você quiser pra você apagar esse vídeo.

- Tá bom, eu preciso de dez mil reais. Você me dá isso e eu apago o vídeo e nós esquecemos tudo. Que tal?

- Dez mil reais? Meu Deus, eu não tenho dez mil, não. Por favor, tenha dó de mim.

- Que pena, então acho que eu vou publicar isso na Internet. A sua família "perfeita" vai ficar famosa.

- Não, por favor, não faça isso. Eu sou capaz de fazer qualquer coisa, mas não publique não.

Os olhos do maldito brilharam na hora que eu disse isso. Era aquilo que ele queria ouvir. Eu cheguei no ponto que ele estava esperando.

- Você faria tudo?

Acho que eu vou lhe dar uma chance. Se você fazer "tudo" o que eu mandar, talvez eu poupe a sua família dessa vergonha. E aí, você fará o que eu quiser pra salvar a sua querida família?

- Sim, eu faço o que você quiser.

- Eu quero um beijo.

- Tá bom, eu te dou um beijo em troca do vídeo. Tá certo?

Ah, como eu era bobinha!

- Não, o beijo é só pra selar o nosso acordo. Eu vou querer muito mais.

- Mais? O que você vai querer de mim?

- Com calma você vai descobrir. Agora, vem cá, me dá um beijo, e vê se capricha.

Ele me deu um beijo de língua, eu fiz uma cara de nojo, e ele riu.

- Vai se acostumando com isso. Foi apenas o começo. De hoje em diante, você tem que fazer tudo o que eu mandar. Ou então, você já sabe né. Agora, vamos embora, mas antes, me passa o seu número de celular, e me adiciona no Face e também no watts app. Depois eu te ligo pra dizer o você deve fazer.

Então, ele me deixou perto de casa e foi embora.

Eu cheguei em casa, meus pais não estavam, o meu pai trabalha fora e a minha mãe foi pagar algumas contas.

Eu ainda estava tonta com aquelas coisas. Depois que eu cheguei em casa, eu comecei a raciocinar melhor. Aí, sim, eu comecei a perceber que tinha entrado numa fria.

- Meu Deus, ele me beijou. Será que ele vai querer que eu faça amor com ele também?

Só de pensar nisso, eu fiquei desesperada, eu ainda era virgem, e sonhadora. Esperava encontrar o meu príncipe encantado.

Lá pelas três horas da tarde, ele me ligou.

- ALÔ, Juliana. Meu docinho. Tudo bem.

- Tudo bem, nada. Só vou ficar bem, quando você apagar essa porcaria. Por favor, Maurício, vamos esquecer isso, a gente é da mesma família e....

- Família, nada. Agora você está nas minhas mãos. Se quiser o meu silêncio, você vai ter que ser bem obediente. Aliás, você já me adicionou no Face e no Watts?

- Não, eu esqueci. Mas eu já vou fazer isso agora mesmo.

Agora, ele tinha mais contato comigo. E nós começamos a conversar pelo zap zap.

- Juliana, vamos ver se você é obediente, ou se você quer que eu mostre pra todo mundo o seu filminho.

- Eu vou te obedecer sim.

- Tá bom, então me mande uma foto sua.

Eu mandei.

- Agora, tire a camisa.

- Você quer uma foto minha sem camisa ? Eu tenho vergonha.

- Isso é uma ordem. Já vi que eu estou perdendo o meu tempo. Eu vou falar com o seu pai.

Quando ele falou isso. O meu medo aumentou. Eu estava mesmo nas mãos dele.

- Tudo bem, eu vou tirar a camisa.

Eu tirei a foto sem camisa e enviei para ele.

- Legal, agora tire o soutien.

Eu vi que não adiantava argumentar, respirei fundo e tirei o meu soutien. Eu tremia de vergonha, e lutava pra não chorar. E com muita dificuldade, eu enviei a foto pra ele. Ele me pediu mais algumas, e eu fui obrigada a enviar.

- Isso mesmo, você está se saindo muito bem. Mas agora, eu quero que você tire a calça. Quero ver a calcinha que você está usando.

Eu respondi que sim, e obedeci. Tirei a calça, e como ele mandou, eu enviei várias fotos assim.

- Você é uma delícia. Tá me deixando louco. Agora, o melhor da festa. A calcinha, tire ela também.

Como eu não podia negar. Eu acabei ficando nua e enviando algumas fotos pra ele.

- Ótimo, minha menina. Você está de parabéns. Pode se vestir.

Depois que eu me vesti. Ele ficou elogiando as fotos que ele via.

- Juliana, as fotos ficaram perfeitas, você é bem fotogênica. Mas agora, eu quero que você faça um vídeo para mim. Vai dançando e tirando tudo, e capricha.

Eu, então, fiz um vídeo assim como ele queria. No vídeo, eu fiquei pelada, dançando e rebolando.

Quando ele viu o resultado, ele ficou eufórico.

Ainda bem que eu estava longe dele, mas mesmo assim, eu fiquei morrendo de vergonha.

Depois, ele me dispensou, disse que estava satisfeito por enquanto.

- Bom, Juliana. Agora eu preciso sair. Depois eu entro em contato com você. Beijos.

Quando ele desligou, eu desabei a chorar.

Eu nunca pensei que alguém me pediria pra fazer o que eu fiz.

Depois da janta, eu fui pro quarto. Eu tentei encontrar uma saída, pensei por muito tempo, mas eu não sabia o que fazer. Eu estava nas mãos dele. E eu tinha muito medo disso.

De noite, ele me ligou

- Alô, Juliana. Onde você está agora?

- Maurício? Eu estou em casa, no meu quarto.

- Você está sozinha?

- Sim.

- Eu quero que você venha aqui em casa amanhã depois da escola.

- Amanhã? Eu acho que não vai dar. Eu tenho um compromisso e....

- Você tem um compromisso? Tá certo, então fica pra outra vez.

Ele falou isso e desligou o celular. Eu fiquei aliviada. Parece que ele não iria adiante com aquela história.

Meia hora depois, eu estava distraída fazendo a lição da escola, quando a minha mãe bate no meu quarto.

- Juliana, venha aqui na sala, o seu pai quer falar com você.

Quando eu cheguei na sala, eu levei um susto enorme. O Maurício estava conversando com o meu pai. E mais, ele estava mostrando algumas fotos para ele. Eu fiquei paralisada, o meu coração foi a mil por hora.

Mas foi só um susto, as fotos eram de carros antigos, coisa de homens.

O meu pai olhou pra mim e me chamou.

- Juliana, o Maurício veio falar comigo a seu respeito.

Eu gelei na hora. A minha voz não saiu. Então o Maurício falou.

- Como eu ia dizendo, seu Arnaldo, desde que a Vânia se casou e saiu de casa, eu estou procurando alguém pra dar uma geral lá em casa. Se o senhor deixar, eu queria que a Juliana fosse lá todo dia para fazer uma limpeza. Sabe, ela poderia ir depois da escola, e quando eu chegar ta tudo limpo. Pois é difícil achar alguém de confiança.

O meu pai falou.

- É, até que seria bom para ela, assim ela ganha um dinheirinho e talvez dê valor a ele.

Eu tentei dizer que não queria, mas o Maurício me mostrou o celular e balançou a cabeça pro lado do meu pai. E eu acabei aceitando.

Agora, eu teria que ir todo dia na casa do Maurício. Isso acabou comigo.

Agora ele teria muito tempo para se aproveitar de mim. E com a permissão do meu próprio pai.

No dia seguinte, depois da escola, eu fui na casa dele. Não sei de onde eu tirei forças pra não sair correndo.

Ele estava na porta me esperando. Quando eu entrei, ele fechou e trancou a porta.

- Oi, Juliana. Você está linda hoje.

- Obrigada. Olha, eu não posso ficar muito tempo. Eu preciso ir embora logo.

- Não me interessa o que você precisa. Agora deixa eu ver esse corpinho lindo.

- O que? Como assim?

- Eu quero ver ao vivo. Eu quero você peladinha. Vai, tira a roupinha pra mim.

- Não, por favor, Maurício. Eu tenho vergonha.

- Primeiro, não é Mauricio. A partir de hoje é Senhor ou Mestre. E em segundo lugar, é bom você tirar a roupa, pra ir se acostumando, assim você perde a vergonha.

- Não me faça tirar a roupa, por favor.

- Vem cá.

Plaft. Ele me deu um tapa na cara. Isso ardeu demais. Eu nunca tinha apanhado dos meus pais. Agora esse louco vem me bater?

- Pare de choradeira. E tira tudo ou eu rasgo a sua roupa. Daí eu quero ver você ir embora pelada.

Eu não tinha escolha, então, eu comecei a tirar toda a minha roupa. Ele se babava todo.

- Meu Deus, isso é melhor do que nas fotos. Pera aí.

Eu estava só de calcinha e soutien, quando ele correu e pegou o celular pra tirar umas fotos e me filmar.

- Agora, pode continuar.

Enquanto eu tirei o resto da minha roupa ele ficou dando voltas em torno de mim. Ele fazia close no meu rosto, na minha bunda, nos meus seios e nas minhas pernas. Eu ainda tinha que sorrir.

Até então, esse foi o pior dia da minha vida.

- Você está perfeita. Agora fica de quatro.

- De quatro? O que você vai fazer agora?

Ele se irritou, pegou uma vareta e bateu nas minhas pernas. Aquilo doeu demais.

- Ai ai ai ai

- Eu já falei, não é "você", é "Senhor". E quando eu mandar fazer alguma coisa, eu quero que você faça na hora. Não vou mais tolerar desobediência, nem rebeldia.

Essa foi a segunda vez que ele me bateu, e dessa vez a dor foi muito forte. Agora, o meu medo aumentou muito.

Então, ele me pegou pelos cabelos e me empurrou pra baixo, fazendo eu ficar de quatro, como ele queria.

- Agora, abra as pernas. Eu quero ver o meu produto.

Eu chorava sem parar. Estava sendo humilhada. Eu, uma menina de 14 anos, ainda virgem, completamente nua,tendo que ficar exposta para um homem de mais de 30 anos de idade. Isso era um pesadelo terrível.

Ele me admirava e me filmava. Eu não sabia o que era pior.

- Agora, encoste o rosto no chão. E deixe a bundinha bem empinada.

Eu fiquei assim por muito tempo. Ele então começou a passar a mão no meu corpo. Até aquele momento, ele não havia tocado em mim.

Ele tocou no meu pescoço, e foi descendo pelas minhas costas, até encostar o dedo no meu cuzinho. Ele forçou na entradinha, e colocou a ponta do dedo. Eu me contrai toda. E eu implorei para ele não fazer aquilo.

- Por favor, não. Não me machuque. Por favor, Maurí... Quer dizer Senhor. Senhor, eu lhe imploro. Não faça isso comigo.

Enquanto eu ainda falava. Plaft, ele me deu uma varada tao forte que eu caí pro lado. E a vareta dele se partiu ao meio.

- Olha só o que você fez. Você quebrou a minha varinha mágica. Agora volte para a sua posição e fique ai até eu voltar.

Eu estava cada vez mais apavorada, a minha bunda estava ardendo. E ele começou a ficar violento. Eu percebi que o melhor a fazer seria obedecer sem reclamar.

Eu fiquei de quatro, com a cara colada no chão e a bundinha empinada, só esperando ele voltar, e torcendo pra ele não me violentar.

Acho que ele demorou uns dez minutos pra voltar. Quando voltou, ele trazia um chicote na mão. Quando eu vi o chicote. Eu estremeci de medo. Aquilo devia doer muito mais que a vareta.

- Olha isso aqui. Isso é pra você. Se você não me obedecer, o chicote vai cantar no seu lombo. Você vai ser boazinha? Vai me obedecer?

- Eu vou sim. Eu vou te obedecer e eu...

Eu nem acabei a frase e Slap. Eu levei uma chicotada, e dessa vez eu vi estrelas.

- AAAAAAAAIIII

- Já falei, é Senhor pra você.

Com certeza essa chicotada deixou a minha bunda marcada. Eu fiquei passando a mão para aliviar um pouco a dor.

Depois, ele voltou a sua atenção para o meu cuzinho. Ele cuspiu nele e enfiou o dedo bem devagar.

Eu fechei os olhos, enquanto ele se deliciava com a minha agonia.

Ele ficou um tempo mexendo o dedo no meu cuzinho. Depois, ele tirou.

- Agora, fique de joelhos.

Eu olhei para o chicote e rapidamente me coloquei de joelhos na frente dele. Ele pegou o dedo que havia enfiado no meu cuzinho e o colocou na minha boca.

- Prove aí, veja o gosto que você tem.

O dedo dele estava fedendo e o gosto era horrível, mas o medo de apanhar foi mais forte e eu chupei sem reclamar.

Ele brincava com o dedo na minha boca, como se fosse um pinto.

Ele não resistiu, abaixou a calça e tirou o pau pra fora.

Era a primeira vez que eu via um pau ao vivo. Aquilo me deixou assustada. Ele me mandou abrir a boca. Quando eu abri, ele socou com tudo nela.

Ele segurou nos meus cabelos e ficou bombando o seu pau na minha boca. Eu engasguei várias vezes. Meus olhos lacrimejavam, meus joelhos doíam, e ele não tava nem aí.

- Ah, ahhh ahhhhhhh.

Quando ele ia gozar, ele tirou o pau da minha boca, e pegou a minha mão, me fez punheta-lo até gozar na minha cara. Eu levei um susto, a sua porra acertou no meu olho e um pouco na minha boca, uma parte eu engoli sem querer, e fiquei tossindo.

Ele me largou e ficou rindo satisfeito.

- Nossa, fazia tempo que eu não gozava desse jeito. Menina, você é demais. Você devia estar orgulhosa de servir tão bem ao seu senhor. Você está feliz?

Mesmo morrendo de ódio, eu respondi.

- Sim, senhor.Eu estou feliz em poder servi-lo.

- Eu queria poder ficar mais tempo com você, mas você tem que ir embora. Agora vá, suma daqui, vagabundinha.

Eu peguei as minhas roupas, me vesti e dei graças a Deus por poder ir pra casa.

Mas eu sabia que a minha vida seria bem diferente dali pra frente.

Comentários

29/08/2015 01:53:27
Que loucura boa
28/08/2015 16:03:12
to adorando ....gostei do conto...
26/08/2015 21:06:09
Nossa q horror

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