Casa dos Contos Eróticos

Click to this video!

Lorenna, a neta meiga de Dona Filomena

Autor: Kadu36
Categoria: Heterossexual
Data: 13/08/2015 02:25:33
Última revisão: 27/01/2016 07:06:11
Nota 9.64
Ler comentários (8) | Adicionar aos favoritos | Fazer denúncia

Olá queridos leitores, sou Kadu, volto a publicar mais um conto.

Nessa época em que se passa este relato morava em São Caetano, São Paulo, e quando chegava dezembro, íamos passar as festas de fim de ano no interior, na casa de meus avós, nessa época era o queridinho das titias e de minha avó também, era o primeiro neto homem do lado paterno, estava com 12 aninhos. Essa história aconteceu entre o Natal e dia de ano novo, mesmo mês que titia, tirou minha virgindade.

Dia 28 de dezembro, na terça-feira daquela semana de dia de ano novo, eu brincava de pique esconde com meus primos e alguns amiguinhos, brincávamos na rua onde morava minha avó, descendo essa rua, ali perto havia uma oficina de máquinas e implementos agrícolas de propriedade do Sr. Eugênio e Sra. Filomena, esse casal de italianos residiam quase que em frete ao estabelecimento, onde terminava a massa asfáltica e dali por diante era chão de terra, de fundo a oficina havia um enorme pasto este separava dois bairros, e seguindo por essa rua alguns quilômetros e depois da rodovia chegava-se as margens do Rio Tietê. Numa rodada, por uma fresta no portão alambrado fui me esconder dentro dessa oficina, ali ninguém me procuraria, pois o local não estava valendo. Explorando o lugar a procura por rolemãs, ouço barulhos e voz vindo do fundo da oficina dentro de uma sala, cheguei mais perto pra espiar, olho pelo vão da porta, observo Lorenna, neta de Dona Filomena, a menina é o xodó daquela família, estava brincando sozinha, ela também completava 12 aninhos em fevereiro do ano vindouro, tinha cabelos louros cacheados abaixo dos ombros, como uma princesa eram perfeitamente escovados e pesos por uma tiara com lacinho rosa, olhos azuis, de pele branquinha como algodão, vestia uma blusinha rosa e, um shorts branco em malha todo estampado por botõesinhos de rosas, já tinha um belo par de coxas roliças, 1,35 de altura mais ou menos, era notório seu corpinho pueril estava em pleno desenvolvimento, não era gorda e nem magra, tinha curvas simétricas, seios medianos em formação, um bumbum já empinando e redondo, logo, logo em poucos anos se tornaria uma bela ragazza.

Lorenna levou um pequeno susto percebendo a presença de alguém ali, assim que me viu ficou mais tranquila, cumprimentou-me sorrindo.: "- Oi Du.", já éramos conhecidos, teus irmãos gêmeos mais novos Giuliano e Gian Carlo, estavam brincando conosco, disse que estava a esconder-me da turma, e ela brincando de casinha e, conversávamos sobre assuntos tontos de crianças, contávamos muita vantagem um pro outro. Quando dei por mim estava brincando consigo, as horas voavam e, a turma esqueceu-se de me procurar, numa determinada hora, ela reclamou que estava com muita vontade de fazer xixi, tinha que ir ao banheiro na casa de sua avó Filomena, e que voltava logo. Pedi para não ir, disse-lhe pra ficar e fazer o xixi num cantinho ali mesmo, ela disse que não, e que tinha vergonha, reforcei meu argumento dizendo que se ela saísse da oficina poderia chamar a atenção da molecada que estava brincando na rua, caso entrasse alguém ali estragaria nossa brincadeira, ela pensou e disse "- Então está bem, mas você promete que não vai me espiar fazendo xixi?" Disse-lhe cruzando três vezes os dedos indicadores e beijando "- Eu prometo, que não vou olhar.", éramos crianças inocentes e sem maldade, apenas sentindo aquelas sensações calóricas causadas pelo início da puberdade. Lorenna afastou-se, já apertada cruzava as pernas, chegando naquele cantinho, me disse outra vez.: "- Não vai me olhar.". Eu queria tanto, mas não resisti, e olhei para ela enquanto desatava quase desesperada o laço do shorts, e o arriou junto com a calcinha amarela até aos joelhos, agachou de costas para mim, vi seu bumbum redondo e branquinho, não deu pra ver a xoxotinha, e logo ouvia-se o barulho inconfundível da urina sendo expelida pelo meato urinário, meu pênis já estava ereto, antes dela levantar a roupa, disfarcei olhando pro lado contrário, depois continuamos com nossa brincadeira.

Durante a diversão, estávamos cúmplices, naquele momento era ela a mamãe eu o papai, nisso me olhou nos olhos e disse.: "- Du, Se eu contar um segredo, você me conta outro? Mas não pode contar pra ninguém "tá"!", disse eu que sim, sim eu prometo, Lorenna foi me revelando .: "- Outro dia vovó precisou ir ao mercado, aí vi meu primo Bruno no quarto mexendo no pipi, ele estava olhando uma revista de mulher pelada." Bruno era o mais sapeca do grupo, ele tinha a mesma idade que nós, interessado mais na conversa perguntei.: "- Nossa Lore! e ai o que aconteceu?", ela respondeu e cobrou o meu segredo.: "- Ele me castigou, chorei enquanto ele apuxava meus cabelos, me empurrou com força na cama, aí tirou minha calcinha e colocou o pipi dele na minha pombinha, e jurou me bater se eu contasse pra alguém, agora é sua vez."

Pensei no que poderia lhe revelar, e contei sobre titia Nanda, Lorenna prestava muita atenção enquanto contava tudo que aconteceu noites atrás, dos beijos ao sexo, confidenciando detalhes de tudo. Ela fez uma pergunta um tanto que profunda.: "- Você gostou, de colocar seu pipi nela?". Disse que sim, nunca havia sentido sensações iguais. Estava me sentindo estranho, meu rosto estava quente e, continuava com o pênis duro, a segurei por trás, tomei iniciativa e fui pedindo.: "- Lore, somos amigos, será que você pode mostrar sua pombinha para mim também?", ela voltou-se de mim, suas bochechas ficaram coradas e Lore negou meu pedido.: "- Não, tenho vergonha, fazer essas coisas não é certo, isso é besteira.", fiquei insistindo por algum tempo, até que eu finalizei.: "- Podemos começar nos beijando, ai você me mostra a sua pombinha, e eu também mostro pra você.", afirmou que ainda não havia beijado ninguém, peguei em sua mão, ela se soltou e disse.: "- Não, já está ficando tarde, tenho medo de alguém ver e, logo minha vovó vai me chamar pra eu ir tomar banho, amanhã a gente vem aqui brincar no mesmo horário. Despediu-se, recolheu seus brinquedos e afastou-se apressada.

Pra não dar bandeira esperei anoitecer mais e sai da oficina sem ser visto, corri pra casa da titia Nanda, tomei banho, jantamos, brincamos de caxeta, rouba mote, assistimos TV, e fui pra cama, no momento livre das garras da minha titia Nanda, mas com os pensamentos na meiga Lorenna.

Já era quarta feira dia 29 de dezembro, o sol brilhando no céu limpo do interior, titia me acordou pro café da manhã, além dos pães deliciosos, havia bolo de chocolate, sonhos açucarados, suco, leite, queijo, geleia e outras gostosuras à mesa, enquanto me deliciava, titia Nanda avisou-me "- Alimente-se, fique bem fortinho meu amorzinho, pois em breve vamos brincar." Beijou minha testa e foi atrás dos afazeres domésticos.

Assim que terminei fui ver se todos estavam prontos pra brincarmos, pois até a hora do encontro ia demorar um pouco, empinamos papagaio no pasto a manhã toda. Até que fomos pro almoço. Os adultos nos convidaram pra uma pescaria no Tietê, logo depois do almoço, assim que a comida abaixar, e assim aconteceu, o Sr. Eugênio e seus filhos também foram, meus tios, meu pai e quase todos os garotos partiram com suas tralhas de pesca, adoro pescar mas menti dizendo que ficaria jogando videogame, e mais dois meninos da rua que foram bater uma pelada no campo municipal.

Como um leão de chácara, vigiava aquela oficina de longe, assim que Lorenna entrou, esperei alguns minutos e segui atrás, sendo cauteloso pra não ser visto, entrei pela mesma fresta no alambrado, fui direto pra salinha dos fundos chamando baixinho por ela, entrei pela porta e senti seu cheirinho gostoso de menina, um amoma delicioso de morango ou tuti-fruti, a encontrei, cabelos presos por flu-flu rosa, trajava um vestido azul marinho de bolinhas brancas, dois dedos acima dos joelhos. Disse-lhe um oi beijando-a bochecha, e ela me respondeu sorrindo, e sem demoras chamou-me pra brincar consigo, eu logo topei. Brincamos por uma hora mais ou menos, tive que lembrá-la daquele meu pedido, ficou sem me responder, um silêncio que aparentemente duraria para sempre, então com uma voz doce disse.: "- Du, eu tenho muita vergonha e medo de fazer essas coisas besteirentas, e se alguém ver? minha mãe vai me bater", dialoguei.: "- Aaah, Lore somos amigos, juro que não falo pra ninguém, não precisa ter vergonha de mim, e ninguém vai entrar aqui, todos foram pescar, aliás tua avó e tias estão limpando a casa com certeza." Já que os pais de Lorenna, Dona Joana e Sr. Alberto estavam em sua casa, que ficava num bairro mais distante de onde estávamos, durante as festas Lore e seus irmãos passavam alguns dias na casa de seus avós materno.

Ainda meio indecisa disse.: "- Você vai me beijar, não vai me machucar "né", não vai me bater como o Bruno fez?".

"- Claro que não, eu não vou te machucar, eu prometo, começamos com beijo na boca, quando estiver pronta feche teus olhos.", disse eu para deixá-la mais a vontade, quando menos esperei ela fechou aqueles lindos olhinhos azuis, cheguei bem pertinho sentindo seu cheiro gostoso, e ai beijei nos lábios, no bate-bate dos dentes ela cortou os meus, mas com jeitinho consegui beijá-la deliciosamente num beijo de língua bem longo, tomamos fôlego e beijamo-nos outra vez, já a segurava pelo quadril, sentindo seu corpinho quente, enquanto minha língua invadia tua boca, buscando tua linguinha macia e doce, peguei em sua mãozinha e levei pra dentro do calção, ela retirou mão quando relou no meu pênis, e me pediu pra ver.: "- Agora você me mostra, eu quero "vê" o seu pipi.", então abaixei o calção e a cueca até as coxas expondo meu pênis intumescido ao teu olhar, e ao alcance das mãos, curiosa ela pegou nele com aquelas mãozinhas pouco trêmula, e perguntou.: "- E agora, por que está duro?"

Também segurei em sua mão, ensinando a punhetar, "- Você precisa empurrar para baixo e trazer para cima, fazendo assim sai leitinho dele, não sei ao certo porque fica assim, deve ser por causa do calor que estou sentindo.", quase gozei neste momento, levei minha mão até a tua xaninha por cima da calcinha, ai disse-lhe.: "- Agora deixa eu ver a sua pombinha.", Lore levantou o vestido e puxou a calcinha pro ladinho tentando me mostrar, "-Aaah Lore não da pra ver direito." Então forrei o chão com duas caixas de papelão que estavam ali, pedi pra se deitar, e assim obedeceu, ainda usava calcinha infantil de algodão, daquelas grandinha nas laterais na cor verde claro com florzinhas também brancas, trouxe sua calcinha aos pés, com medo e ainda muito envergonhada tapou a genitália com uma das mãos, Lore lentamente abriu as pernas e tirou a mãozinha da frente, pude então contemplar aquele teu tesouro, uma bucetinha linda, perfeita, bem fechadinha, pequeninha, com os lábios bem carnudos, tinha pelinhos bem clarinhos em toda sua rachadinha rosada, elogiei com carinho "- Que pombinha bonita Lore, posso dar um beijinho nela?", sorrindo só disse um "- Pode.", meu beijinho foi-lhe uma lambida naquele tesãozinho de buceta, perfumada, salgadinha devido ao xixi, mesmo assim uma gostosura, os pelinhos causava-me cócegas na língua, na segunda lambida mais profunda e intensa encontrei seu grelinho, fazendo gemer espontaneamente, "- Aiiii Du, você disse que ia dar um beijinho.", respondi.: "- É assim o beijinho que dou na pombinha da titia Nanda, ela gosta muito.", como continuava com as pernas abertas voltei a lamber e sugar todo o néctar que escorria daquela fenda quentinha, já toda molhadinha, ela gemia baixinho a cada lambida no grelinho, deixando os pelinhos das pernas arrepiados, chupava com toda vontade, com todo desejo, mas que estava alí na minha língua, quente, doce, pura, sua grutinha não estava intacta, o hímen já havia sido rompido, mas ainda assim era bem apertadinha.

Fique contente quando ela pediu para da um beijinho meu pênis, fiquei de joelhos e ela sentada, punhetando e lambendo o meu pénis meio sem jeito, que já estava intumescido, lambia gostoso, o senti inchando de puro tesão dentro de sua boca gostosa, já querendo ejacular, fui e lhe beijei com muito tesão buscando tua língua, embreagado pelo desejo aí fiz meu pedido fatal, "- Lore bem que você poderia deixar eu por meu pipi dentro da sua pombinha. Juro que ponho bem devagarzinho, não vou te machucar.", ela ficou meio cismada com minha proposta, e continuei "- Deixa Lore? Já vai sair leitinho, só um pouquinho, se doer depois a gente para, jurei que não conto pra ninguém, é nosso segredo, vai Lore só um pouquinho.", para minha alegria ela deixou, como que por instinto de fêmea que és, deitou-se novamente de frente para mim, abriu bem as pernas para que eu pudesse penetra-la. Eu disse.: "- Vamos mudar de posição? como titia faz comigo.", coloquei ela de quatro com a cabeça encostada no papelão, retirei e cheirei sua calcinha, um embriagante cheirinho de rosas e de xoxota, deixando-a só com o vestido, e afastei tuas pernas, continuei acariciando aquela bocetinha com lambidas pra lubrificar bem, já estava com a entradinha semiaberta querendo e desejando ser possuída, algumas vezes minha língua também acariciava seu ânus rosado e virgem, fazendo gemer e arrebitar mais o bumbum, fiquei de joelhos posicionado atrás dela, guiei meu pênis na entradinha da buceta, e penetrei bem devagar como lhe tinha prometido, deslizou bem gostoso, ela só gemeu dizendo um "- Ai, Du", perguntei.: "- Está doendo Lore?", "- Está sim, um pouco.", aos dengos choramingava, sentia sua buceta se contraindo bem apertadinha, estava melada e quente, envolvendo meu membro, pedi a ela um beijo, virou-se para mim e nos beijamos loucamente, enquanto sua bucetinha acostumava com a espessura do meu pênis, levei ela na mesma posição, e devagarzinho penetrei o restante, preenchi toda sua bucetinha com minha piroca dura e inchada, ela gemia, e reclamava sempre um "-Ai, Du", fui retirando e estocando bem devagar, Lore gemia gostoso ficando com o corpinho bem mole, segurando-a pelo quadril, e bombava contra sua boceta, num vai e vem frenético e delicioso, bem fundo eu fodia aquela xoxotinha rósea, era muito apertadinha, depois de alguns vai e vem, não pude aguentar toda aquela delícia, senti meu pênis estufar, as veias dilatarem, estoquei bem fundo, fazendo meu tesãozinho gemer forte levantando mais o bumbum, urrei e enquanto recheava aquela bucetinha deliciosa com muito leitinho, um jato atrás do outro. Realizado retirei o pau de seu interior, para meu desespero meu membro estava lambuzado de sangue, olhei pra minha linda ninfeta, ainda de quatro com a boceta toda ensanguentada, levou a mão na pompinha e, começou a chorar quando viu o teu sangue misturado a porra nela, disse pra ficar calma que ficaria tudo bem, não era nada, me vesti e na emergência descalcei minhas meias e fui limpando-a toda, enxaguava as meias um tanque que usavam pra lavar as peças dos motores, repeti diversas vezes, a limpei toda, mas ainda vertia sangue pela xoxotinha, ajudei a vestir sua calcinha e pedi para ir correndo pra casa de sua avó, Lorenna então saiu correndo e chorando, fui embora da oficina pulando o muro dos fundos que dava pro pasto, dei a volta por ele, entrei na casa da minha avó, onde lavei melhor minhas meias.

Com muito medo fiquei aguardando alguém vir tomar satisfação, por alcaguetagem da Lorenna, tinha medo que aquele ato poderia talvez me render uma bela surra, imaginava a briga que poderia acontecer entre as famílias, mas ninguém apareceu, chegou o início da noite, tomei banho jantei e sai na calçada, preocupado com meu anjinho, mas nem sinal da pobrezinha, relembrava quando chorava toda ensanguentada, e imaginando o ferimento que eu havia lhe causado, um sentimento de culpa tomava meu coração.

Dormi mal naquela noite, despertei mais tarde que de costume já eram 11h30 mim, quase na hora do almoço, saindo do banheiro, titia Nanda me interroga, mostrando a prova do meu crime em suas mãos.: "- O quê aconteceu Carlos Eduardo, o quê você fez posso saber, qual o significado de todo este sangue em sua cueca? olha que nojeira!". Relutei mas não abri a boca, pois é segredo, titia Nanda tinha certeza que aquele sangue estava relacionado a sexo, ela não é boba, também guardou aquilo pra si, nós também mantínhamos nossos segredos, deu-me um sermão e explicou quase tudo que eu deveria saber sobre sexo, e sexualidade.

Encontrei Lorenna no dia de ano novo, pois todos festejavam dei-lhe um abraço e pedi desculpas por machucá-la, e obrigado por não contar nada. Ela me disse.: "- É nosso segredo, você não me machucou, vovó me disse que não era motivos pra ter medo, que eu tinha me tornado mocinha, tomei um chá pra cólica, mamãe veio me buscar, pois nenhumas de minhas tias tinham absorventes.", me mostrou rapidamente o que parecia uma almofadinha pouco ensanguentada que usava no meio das pernas, entre a calcinha e a sua fogosa pombinha, nos beijamos escondidos. Acabaram as festas e voltamos pra casa no dia seguinte, depois nunca mais a vi.

Digito este conto, pela nostálgica lembrança que vivi, após vinte anos, com minha volta ao interior reconheço Lorenna atravessando a rua, já casada e mãe de três filhos, poderia ter me apresentado, mas achei melhor não reviver o passado.

Os fatos ocorridos aqui gerou a história do conto "Rirual sado-masoquista" consumado na antevéspera do dia de ano novo. Onde sou torturado pela titia Nanda. Ufa, isso é tudo meus amigos, COMENTEM e VOTEM. Não esquecendo "PEDOFILIA É CRIME" essa história aconteceu há vinte anos, éramos crianças descobrindo os prazeres do SEXO.

Obrigado a todos.

Comentários

16/12/2015 09:24:04
Gostei do relato, narrando as descobertas inocentes e pueris, na fase de iniciação sexual. Poucos comentam, mas, quase todos tiveram suas experiências nessa fase. Algumas consumadas como essa tua com a Lorenna e muitas outras tentadas como as minhas. Agradecida pela visita, Kadu. Espero outras confidências deliciosas como esta. Nota dez e beijocas.
12/10/2015 12:07:25
Muito bom esse relato dessa aventura. Me fez recordar bons tempos, dessa fase em que também brinquei muito com as amiguinhas de então. Muito excitante a maneira que você narrou, Kadu. Parabéns.
21/09/2015 00:48:29
Ai meu Corey... Kadu eu vou ai lustrar sua katana do jeito que você quiser! (whatsapp beeijos da Ninja
19/08/2015 21:59:36
Então amiga leitora Karen Júlia fiz essa citação pra deixar claro meu ponto de vista, ressaltando nossa idade, pois já denunciei textos com tal conteúdo. Obrigado pelo comentário beijos
17/08/2015 21:10:17
Delicia de conto, Kadu. Com certeza a Lorenna jamais esqueceu. E que sorte da tia Nanda não ter contado a ninguém. Grata pela leitura e comentário em meu conto. Beijos.
14/08/2015 10:27:32
Que delicia essas recordações. Quase todo mundo tem algo parecido. E ler as experiências dos outros é muito excitante. Adorei. Vc fez o certo, ao reencontrar a Lorenna já casada e com filhos. Acho que se a abordasse, ela ficaria constrangida, apesar de nunca ter esquecido aqueles momentos. Parabéns!
j.a
13/08/2015 20:31:20
passei parecido mas foi com minha irma
13/08/2015 11:00:43
A inocência das crianças é que deixou mais erótico o conto.

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.




Online porn video at mobile phone


chantagiei minha comadre contosContoeroticonovinhosafadoSogra Contos Eroticosjenivan porno gay xvideosjapurunga peladavide de maisa perdendo avigidadiContos eroticos gay chule do meu cunhadomulher gostosa dando para novinho cheia de tesao em sua casonaTopes fotos de menianas dormindo de shortinho atololado e com um penis fincado no meioloira linda enfia sextoy grande e gfoso at gosartia gostosa nova se masturbado para provocá o sóbriomeu corninho deixou fuder com outro ainda me ajudou chupar a picona do meu machoo vídeo de um homem e uma mulher dançando pelada com botãozinho para minha boca sem travar para não escolher se eu quero ou não aquele é minha nota porfavor aquele pretocontos eróticos publicados por testemunhas de Jeovátem lebica olaine 2017 pra comigo outra mulher por celularDesabafo de uma mae cap Vmeu tio comeu minha bucetinha virgem parte 2 contos eroticosQuadrinhos eróticos meu padrinho pauzudo me comeuviu a fofinha dormindo pelada e arrombou ela pornocontos erotico flagrado pela a sogra no banhoconto erotico primeiro boquetemulher da o cu na cozinha segurando na piaa gordinha morena kuduro dando para o negãonó parquinho perdi o cabacinho contosporno vidios mulher vestida de mamae noeu engatada com cachorroincesto com meu vô contosincesto com meu vô contosfacebok de rio das pedras jpa rjvideos novinhas fazendo sequioso e gozandocuzinho+delicioso contoscontos eroticos tia bucetuda no onibus e menino casetudovideo amador gozando dentro gratisnovinha do canil conto eroticocoroas descuidando da calcinha e da bufeta gostosagozada de mule napica pornodi dicavaloGozei na buceta da crente velha contosvideos pornos de mulheres de cor amarradas e amordaçadasmulher sadica conto eroticosikis iremmecontos eróticos chantagiei minha comadre e gozei na boca delatrai o meu maridosexo oral 2016 nos mamilos bicudos das mulatasnalvinha fudendo com homem mas velhorestufando o cu da madrasta e da filhaSo putinha chupando rolas de 16centimetronovinha dando pra velho rabuchentovideo porno de menina que viu o caralho muito grande e nao quiz foder mas foi agarrada e enrrabada á forçacontos eróticos minhas amiguinhas de infanciaconto pornpai comendo filha e a sobrinhaencanador negrao come mae e filha enquanto concerta o cano da casaneto com ttezao comendo a avo no quartocontos de incesto sogracasa precizando de cazeirocontos de casadas pedindo ao marido pra realizar suas fantasiaspervertido passando a mao na bucetinhanegão socando a rola no c* da neguinha fazendo ela arregala o olhoo negao fode o cu do moreno porque ele tava cantando na piscinaver video de porno na facudade gosando fortevideo porno papai leu a filha que estava de férias pro sitio e fudeo novinhaporno as novinhas cem peito de 8 a 10 perdedo a virgindade pro paibussetas cuspindo porraso vidio maquinasexivideo porno fundeno cuzinho a fosaaquilo foi rasgando meu cuzinho contos eroticosContos de incestos mamae brinca de lutar com filho ele fica com tesaovovo da buceta cabe prazomulheres gelo gande metendo piquito da outrababá da nuvem passageira filme pornôesperei meu tio viajar para comer o cuzinho da minha tia gostosonarabaonegrorapaz com pau enorme na prai de nudismo no brasil e gostosa nao resiste e da p elecontos Fudidos De machucamento vaginal meu sobrinhofui so dar uma alisadinha nao deu mandei pra dentro video casero porno