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SEDUZINDO O PAI

Autor: ED LINCOM
Categoria: Heterossexual
Data: 10/10/2015 10:46:51
Nota 9.83
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SEDUZINDO O PAI

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Sou psicoterapeuta, e boa parte de minha clientela é de pessoas que tem problemas com origens relacionadas a sexo.

Posto alguns casos para testar minha capacidade literária, pois sou portador de uma grande quantidade de casos interessantes, alguns (a maioria) dei boa solução, outros não pude dar a melhor das soluções.

Não posso usar meu nome nem os nomes das pessoas que confiam em mim, por isso uso nomes fictícios.

Um dos casos que está mais forte em minhas lembranças é de um casal, composto por uma jovem, a época com seus vinte anos e um homem de cerca de quarenta e poucos anos que me contaram o seguinte:

DISPENSO “ASPAS”

A narrativa é da jovem.

≡ Reparem que quando ela inicia sua exposição não usa expressões ou palavras chulas, mas depois ela vai se abrindo e se mostrando mais e mais, isso acontece sempre.

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— Minha mãe casou-se com 22 anos de idade, e meu pai com 26, dois anos após o casamento eu nasci, sou filha única.

Como, tanto minha mãe como meu pai sempre trabalharam fora, fui criada por empregadas e babás, cresci me sentindo meio abandonada.

Meu pai sempre-sempre me tratou com muito carinho e atenção, nunca me bateu ou coisa parecida e sempre procurou me agradar, vivia me dando presentes.

Minha mãe era menos atenciosa.

Minha mãe chegava a ter ciúmes de mim em relação a ele.

Eu sempre achei meu pai era e é um homem bonito e charmoso, eu vivia enganchada nele, até uns cinco anos ele me carregava no colo.

Gostava sobretudo de ficar em seu colo mas de frente para ele, com minhas pernas o envolvendo e me prendendo ao seu corpo. Ele com as mãos nas minhas costas para eu não tombar para trás.

Gostava também de brincar de cavalinho em seus joelhos e, às vezes, em sua barriga, com ele deitado.

Com oito/nove anos eu ainda sentava em seu colo de frente, como se fosse “a cavalo”, a gente se abraçava e ficávamos abraçados por minutos.

Eu não tinha noção na época, mas me dava prazer sentir minha virilha friccionada, mas nunca dei demonstração disso.

Em realidade eu sentia como se fosse cócegas na junção das minhas pernas e sentia prazer coçando esse local.

Como desde muito pequena a gente fazia isso, ninguém maliciava e tudo acontecia com naturalidade.

Vendo um menininho de seus dois ou três anos sendo banhado é que vi, pela primeira vez, a diferença entre um “menino” e uma “menina”.

Daí em diante é que comecei a raciocinar entre menino e menina, cachorro e cadela, cavalo e égua, boi e vaca e homem e mulher.

Comecei a reparar nas diferenças.

Me dei conta do volume na virilha do meu pai em uma das vezes que fomos na piscina do clube que frequentávamos.

Eu era lisa e minha mãe tinha um pequeno volume.

Comecei também a prestar atenção nas conversas dos adultos e das minhas colegas mais velhas.

O volume que eu, às vezes, percebia no meio das virilhas do meu pai quando eu sentava no seu colo eram com “ele” em total repouso, mas mesmo assim eu o sentia.

Nunca houve ação, malícia ou inconveniência dele.

As explicações sobre o nascimentos das crianças começaram a fazer sentido.

Minha curiosidade se voltou para a “colocação da sementinha” que fazia a mulher engravidar.

A televisão, novelas principalmente, começaram a dar imagens ao que eu ouvia aqui e ali.

A partir dos treze anos comecei a ter ciúme dele em relação a qualquer mulher, inclusive minha mãe.

Comecei a ver com mais atenção, na televisão, as cenas de simulação de sexo, tanto nas novelas, como nos filmes.

Mas, uma cena, ao vivo, que vi pela fresta de uma janela lá de casa, ficou fixada na minha mente para sempre, até hoje lembro dela com perfeição.

Os dois, papai e mamãe, nus da cintura para baixo, deitados na cama e ele atrás dela, colado nela, fazendo movimentos de vai e vem com os quadris.

O que os dois estavam fazendo foi mudando na minha imaginação conforme eu ia ganhando idade e informações sobre sexo.

Conclui, lá pelos meus quinze anos, que eles estavam fazendo sexo anal, de ladinho.

Meus ciúmes dele com minha mãe foi num crescendo mas sempre racionalizei e me reprimi, poucas vezes me manifestei.

Mal eu completei dezessete anos mamãe morreu, depois de um mal explicado acidente de carro, estando ela em companhia de um homem que também morreu.

Isso mexeu tanto com meu pai que comecei a recear pelo futuro, tal o nervosismo que se apoderou dele.

No meu pensamento o vi se matando e eu ficando só, abandonada.

Uma semana depois tive um pesadelo no meio da noite e gritei.

Ele veio correndo me acudir, eu estava assustadíssima e comecei a chorar.

Para me acalmar e consolar ele deitou-se ao meu lado, por trás de mim, e me enlaçou com seus braços.

Seu abraço forte me deu segurança e me acalmou.

Aí a cena dele fazendo anal com mamãe veio a minha cabeça e mexeu com meu interior, me acheguei mais a ele e comprimi meu traseiro contra a virilha dele.

Porque não sei.

Senti seu “pacote” quase no meio das minhas nádegas.

Ele se manteve quieto e eu também, acabei dormindo novamente.

Em termos de sexo eu era total e completamente virgem, aliás, nem namorado eu nunca tinha tido.

A marcação cerrada da minha mãe, fez com que eu me reprimisse em relação a isso.

Sabia alguma coisa por ouvir falar e de ouvir minhas colegas contarem suas aventuras.

Mas o “pacote” dele nas minhas nádegas, próximo do meu anus, mexeu com meu subconsciente, lembrei –me de ter notado a existência dele a beira da piscina.

Novo pesadelo na noite seguinte o trouxe novamente para minha cama.

Novo encaixe, novo aperto, o volume dele nas minhas nádegas e meu anus começou a comichar.

Fingindo estar com muito medo pedi para ele me apertar mais.

O encaixe foi melhorado, senti seu membro, mesmo, bem no meio das minhas nádegas.

Arrebitei mais a bunda para senti-lo melhor, também quis que ele percebesse que eu o estava sentindo e gostando.

Nenhum dos dois dormiu mais.

Eu estava vestindo um pijaminha de malha bem fino e justo, sem calcinha e sem sutiã por baixo e ele vestia um pijama de seda, perna e manga curtas, acho que sem cuecas também.

Em termos de espessura os pijamas eram bem semelhantes, ambos bem finos.

O encaixe se estendeu pelo meu corpo inteiro, dos joelhos ao pescoço estávamos colados.

Senti, percebi, achei que ele tinha libertado seu falo de tão bem encaixado ele estava entre minhas nádegas.

Adorei !

Deixa eu abrir um parêntese:

Eu tenho quase um metro e setenta e sempre fui meio “cheinha”, ou seja” minhas nádegas eram maiores que o comum.

Ele comprimia e afrouxava sua virilha contra mim, sentia seu membro se mexer entre minha nádegas apesar de eu estar vestida (sem calcinha e sem sutiã, como já falei).

Sentia sua respiração junto ao meu ouvido

Meu anus comichava.

Depois de algum tempo ele fazendo esse movimento de comprimir e afrouxar ele me soltou e falou no meu ouvido: “É melhor você ir se lavar e trocar de pijama, está toda melecada”.

Feito isso levantou-se, foi para seu banheiro se lavou e foi para a cama de casal da suíte.

Fiz o que ele mandou, a calça do meu pijama esta mesmo cheia de uma gosma que, mais tarde, identifiquei como esperma dele.

Voltei para minha cama e dormi.

Acordei e vi que ele ainda estava dormindo, era uma manhã de sábado.

Passei a mão pela minha bunda, depois enfiei a mão por dentro do pijama e me toquei.

Comecei a me masturbar.

A meio da masturbação fiquei muito excitada e perdi o controle sobre meus atos.

Abri a porta do seu quarto devagar e com cuidado para não fazer barulho.

Ele estava dormindo descoberto, de barriga para cima.

Seu pijama de calça curta, era folgado e feito de seda como já disse, um tecido bem leve.

Pelas brechas das pernas das calças vi seu pênis, só a ponta, só a cabeça.

Pelo lado da cama estiquei meu braço e descobri a pontinha “dele”, estava tombado, assim meio mole e meio duro.

Segurei ele de leve e ele começou a endurecer, fiquei encantada com o “fenômeno” (para mim).

Ficou duro, durinho, saiu da perna da calça e ficou em pé.

Percebi que meu pai estava acordado já (podia estar dormindo e tendo um sonho erótico também).

Continuei segurando de leve, com apenas dois dedos. O polegar e o indicador.

Fiquei assim, como se fosse hipnotizada, fascinada com ele.

Indo pelos pés da cama subi de joelhos nela.

Debrucei sobre ele me apoiando nas mãos, dei unas duas ou três lambidas na glande, senti um sabor levemente salgado e gostoso.

Abri minha boca e fiz ele ficar dentro dela.

Fazia tudo com muita delicadeza para não acordá-lo, embora eu achasse que ele estava acordado.

Fechei a boca segurei seu pinto só com os lábios, apertando levemente.

Minhas amigas diziam que era desse jeito que começava uma transa.

Ele deu uma mexida com o corpo, percebi que ele sabia o que estava acontecendo.

Esperei por uma reação dele, não aconteceu.

Continuei com o pinto dele na minha boca para ver no que ia dar.

Não vendo reação dele, a tomei a atitude como consentimento.

Chupei, suguei a parte que estava dentro da minha boca.

O sabor salgadinho agradou minha língua, tornei a lamber, a enfiar na boca e a chupar, achei realmente gostoso o que estava fazendo.

Só que eu não queria fazer sexo oral nele, nem sabia como fazer, queria ser penetrada, queria ser preenchida, queria que ele me comesse.

Soltei seu pinto da minha boca.

Sai da cama e tirei a calça e a calcinha.

Voltei a subir na cama, ainda pelos pés, de joelhos, um joelho em cada lado do seu corpo, só que avancei mais para a frente.

Eu estava só com a blusa do pijama, bem levezinha.

Aproximei meu corpo do seu corpo, peguei seu pênis com a mão e encaixei na entrada de minha vagina e fui abaixando o corpo tentando fazer seu pinto entrar em mim.

Ele parado sem reação deixando eu fazer o que queria.

Mas eu era virgem, não havia pouca lubrificação e a penetração ficou difícil.

Forcei o corpo para baixo tentando forçar a penetração e isso me causou dor, gemi.

Ele permaneceu imóvel, mas com o pênis totalmente ereto, estava claro que ele não estava mais dormindo.

Achei que a posição que eu estava é que provocava a dor, sai de cima dele, fui para seu lado e tentei puxá-lo para cima de mim.

Ele se levantou, escondeu seu pinto e foi para o banheiro, nem olhou para meu rosto.

Achei que se ele não me possuísse naquele momento nós íamos acabar rompendo.

Fui atrás dele e o desafiei, disse se ele não fizesse sexo comigo eu ia “dar” para qualquer um, mas ia começar a “dar”.

Ele nem respondeu !

Tirou a calça do pijama, e veio para cima de mim.

Pinto armado.

Me empurrou para a cama, me fez sentar e depois deitar com as pernas fora dela.

Levantou meus joelhos, abriu minhas pernas, se posicionou de joelhos entre elas.

Para minha surpresa ele, em vez de vir para cima de mim, ele colocou dois dedos, um de cada lado dos meus lábios vaginais e começou uma leve esfricção.

Senti algo úmido e macio percorrer a entrada da vagina.

Abri os olhos para ver o que estava acontecendo (estava de olhos semi -cerrados) e não o vi sobre mim mas vi sua cabeça entre minhas pernas.

Deduzi que ele estava fazendo sexo oral em mim.

Gostei mas achei que não era suficiente para me satisfazer.

Senti o interior dos meus lábios vaginais ser tocado.

Me pegando pelos pés me colocou por inteiro na cama e deitou ao meu lado.

Me fez ficar por cima dele, pernas abertas, e encaixou seu pênis entre minhas pernas bem coladinho.

Nessas alturas as mucosas do exterior da minha vagina começaram a arder levemente.

Mandou eu fechar as pernas enquanto ele abria as dele.

Seu pênis ficou encaixadinho entre minhas coxas, colado a entrada da minha vagina e roçando levemente a “pontinha” do meu clitóris.

Mandou eu friccionar minha “bucetinha” contra o pinto dele.

Eu já estava querendo isso pois a pequena ardência no meu sexo continuava.

Foi a coisa mais deliciosa que eu já tinha feito na minha vida.

“Coçar” minha bucetinha com o pinto dele me levou aos céus.

Tive um orgasmo maravilhoso, quase desmaiei de prazer.

Me senti satisfeita e realizada.

Ele saiu da cama e foi para o banheiro da suite e eu fui para o banheiro social, que era o meu banheiro, nos lavamos e tomamos banho.

Nos vestimos e saímos de casa, cada um para um lado.

Eu fui direto para a casa de uma amiga para contar a minha aventura.

“Contei o milagre mas não contei o santo.”

Ficamos uma duas horas conversando, eu inventando detalhes e ela contando para mim, pela enésima vez, como ela perdeu a virgindade anal dela, com treze anos e sua virgindade vaginal aos quatorze.

Eu estava realmente exultante, para mim tinha conseguido algo que sempre sonhei, que sempre fantasiei.

Quando regressei para casa ele já estava por lá.

Achei de considerar o que aconteceu era o que tinha de acontecer, uma coisa normal, eu estava tranquila.

— Onde vamos almoçar? Perguntei para ele.

Ele sorriu com os olhos e respondeu perguntando :

— Não sei, você gostaria de ir a algum local especial?

— Ah, eu queria ir a um restaurante italiano novo, lá no Bexiga, me falaram bem dele e eu queria conhecê-lo.

Fomos de carro e conversamos como se nada tivesse acontecido entre nós.

O domingo e a semana se passaram normalmente: Trabalho e estudo.

Eu nas nuvens.

Só fiquei apreensiva no sábado à tarde, o que iria acontecer?

Ele saiu bem cedo e esteve fora o dia inteiro.

Me deu um medo dele sumir e me deixar sozinha abandonada.

Vi ele chegar, perto das seis horas da tarde, com a sacola da locadora de filmes e perguntei o que era aquilo.

— Peguei um filme na locadora para assistir em casa, respondeu.

Eu, toda cheia de receio arrisquei perguntar:

— O senhor não vai sair, não vai dar uma volta, beber?

— Não minha filha, achei melhor dar uma refletida e deixar passar mais tempo antes de sair de casa sozinho.

— E o que o senhor vai fazer agora a noite? Perguntei

— Vou ver o filme que peguei, aqui em casa mesmo.

— Qual filme? Perguntei.

— A Noviça Rebelde, estou com vontade de ver esse filme outra vez, em casa, em calma, curtindo melhor a história e as músicas. Respondeu.

— Posso ver com o senhor? Inquiri.

— Claro, com prazer! E quem faz as pipocas? Perguntou sorrindo.

— Eu, claro! Respondi abrindo um descarado sorriso.

Preparei um lanche para os dois, coloquei duas cervejas e um refrigerante na geladeira e fiquei na maior expectativa.

Perto das oito horas vi ele preparando o vídeo cassete e a televisão.

Na hora preparei uma tigela inteira de pipoca.

Na sala, depois de tudo pronto para acionar o DVD e começar o filme, ele falou brincando:

— O sofá é meu!

— É nosso, respondi na hora.

Ele Ficou quieto.

Ele se ajeitou, estava um pouco frio e ele estava com uma calça tipo moleton de malha grossa e elástico na cintura, vestia também uma camiseta de malha de manga curta.

Eu coloquei uma calça de malha, semelhante a dele, só que mais fina, mais justa e agarrada, vesti também uma blusinha de algodão, de botões.

Sem calcinha e sem sutiã.

Trouxe também uma coberta pois estava um pouco frio.

Me ajeitei na sua frente e me encaixei nele, de conchinha, ambos sob a coberta.

Eu me sentia a vontade, já tínhamos tido momentos de intimidade bem grandes e eu esperava ainda mais.

Para ganhar mais espaço, coloquei o braço dele sob a minha cabeça e fiz ele me abraçar por trás, a outra mão ele repousou de leve em minha cintura.

Encostei minha bunda na virilha dele, não demorou para eu sentir seu volume nas minhas nádegas.

Aos poucos, fomos nos apertando um no outro, até que senti ele procurando um encaixe no meio das minhas as nádegas, tudo por baixo da coberta.

Percebi ele com uma ereção plena.

Era tudo que eu queria.

Fui devagar, disfarçadamente me ajeitando e ajeitando o volume dele bem no meio das minhas nádegas.

Nesse ponto seu pinto já estava totalmente duro, o encaixe entre minhas nádegas foi perfeito.

Continuávamos ambos vestidos.

Eu fui me apertando contra ele, comprimindo ele contra as costas do sofá, ele não tinha para onde fugir.

Ficamos coladinhos, encaixados do jeito chamado “conchinha”, o seu pinto mais que colado nas minhas nádegas mas já ajeitado entre elas.

Ousei e peguei a mão dele que estava na minha cintura e a puxei para cima de meu peito, estava de blusa mas sem sutiã.

Deixei sua mão por lá, mas ele não teve atitude alguma.

Eu então coloquei uma de minhas mãos sobre a dele e comecei a fazê-la roçar no meu peito.

Comecei a me excitar com isso.

Minha excitação foi aumentando, o biquinho do meu peito se destacando.

Comprimi minha mão sobre a mão dele de e a forcei contra meu peito mostrando para ele que eu queria que ele o apertasse.

Ele entendeu e satisfez minha vontade e segurou meu peito por inteiro.

A partir desse momento senti que sua resistência estava quebrada :

Ele agora era meu e eu era dele !

Fingindo me ajeitar movimentei seu “ volume’ no meio de minhas nádegas.

Trouxe a bacia de pipoca, que estava na mesinha de centro, para minha frente no sofá.

As vezes ele largava do meu peito e pegava umas pipocas, depois voltava a segurá-lo.

Ficamos um bocado de tempo desse jeito, vez por outra eu dava uma pequena rebolada querendo provocá-lo.

Sentia seu pinto duro que só.

Fiquei com medo dele novamente gozar em mim, eu vestida, e transformar tudo numa meleca.

Além do mais eu queria mesmo era transar, com ele, queria ser penetrada, sentir seu pênis entrando mim, ficando em mim.

Como ele não reagia e minha vontade já estava lá nas alturas, me atrevi mais.

Me afastei um pouco e abaixei minha calça até o fim das nádegas, depois voltei a me comprimir contra ele.

Aí ele reagiu, tirou a mão que estava por cima, levou-a até meus quadris e passou a mão pela minha bunda.

Usou a mão do braço preso para empalmar meu outro peito, me prendendo contra ele e me apertando mais.

Ele se animou e tirou seu pinto para fora das calças.

Ficou roçando minhas nádegas.

A quentura do seu pinto me atiçou mais ainda.

Se ajeitou e penetrou o meio de minhas nádegas, chegou ao meu anus, deve ter lubrificado com cuspe antes

Fiquei quietinha torcendo para continuar com as ações.

Tinha ouvido falar que sexo anal, nas primeiras vezes, doía, mas eu não estava nem aí.

Ele que fizesse o que quisesse, desde que fizesse,

Ele forçou a entrada mas o pinto deslizou e foi para no meio das minhas coxas.

Ele abaixou um pouco mais seu corpo e seu pinto se aninhou melhor no meio das minhas coxas.

Deu um tempinho parado e depois começou a friccionar seu pinto nas minhas coxas, bem coladinho ao meu sexo.

Não era bem isso que eu queria, massss.

Quando estava no mais gostoso para mim senti tudo quente e melado no meio das pernas.

Fiquei quieta, mas já tinha deduzido o que tinha acontecido.

Ele falou no meu ouvido:

“É melhor você ir se lavar, gozei nas tuas coxas”.

Ele deu breque no filme e nos desencaixamos.

Eu sai do sofá e foi para o meu banheiro, ele deu um tempo e foi para o seu.

Depois de me lavar retornei ao sofá, ele já estava lá, tornamos a nos encaixar, e ele novamente segurou meus dois peitos, um em cada mão, cruzando eu os braços na minha frente.

Abraçada por ele eu me sentia feliz e realizada, era tudo que eu mais queria.

Ouvi ele dizer ao meu ouvido:

“Tira a calça e a calcinha outra vez”.

Ele disse “tira” e não “abaixe”.

Senti seu pinto duro no meio das minhas nádegas, procurando onde se alojar.

Se alojou, depois de alguns ajustes, bem na entrada do meu cuzinho.

Me apertou um pouco, meu anus não cedeu e ele não forçou.

Como não tivemos mais nenhuma ação ele foi amolecendo, amolecendo e amoleceu.

Meu anus e minha vagina permaneceram na vontade.

No domingo foi cada um para um lado.

Ele foi para o clube praticar esportes, ver os amigos e tomar umas cervejinhas, a tarde ficou em casa vendo televisão e futebol, como é seu costume.

Eu sai para casa de amigas.

Essa brincadeira, ou essa transa foi o início de um misto de noivado e lua de mel.

A semana também foi sem novidades, ele trabalhando de dia e lecionando a noite e eu estudando de manhã, a tarde e a noite.

Eu cursava a terceira série do colegial pela manhã e a noite fazia o curso preparativo para o vestibular, a tarde estudava em casa.

Na sexta-feira a noite ele chegou mais tarde que de costume, eu ainda estava acordada e ele antes de ir para sua cama veio até a minha, me deu um beijo no rosto e foi para sua cama.

Fiquei fazendo mil concepções, morrendo de ciúme e de suspeitas.

Custei para dormir e, quando dormi, dormi demais.

Quando acordei e levantei ele já tinha saído.

Fui para a banheira peguei o chuveirinho e me “consolei”.

Ele voltou ainda antes do almoço, mandou eu me vestir e fomos almoçar fora.

A tarde, ali pelas quatro horas, nós dois sozinhos na sala e, tudo que houve no sábado a noite anterior se repetiu como se fosse combinado, estávamos inclusive com as mesmíssimas roupas.

Só estávamos mais desinibidos, bastou uma troca de olhares para a gente se aninhar no sofá, juntinhos outra vez.

Como acontecido anteriormente, ele deitou de lado, as costas no encosto do sofá e eu me aninhei na sua frente.

Ergui um pouco a cabeça e ele colocou seu braço sob minha cabeça e pescoço e me abraçou por trás.

Senti seu pinto já armado nas minhas nádegas.

Desse ponto até o volume se encaixar entre elas foi pouco tempo.

Ainda estávamos ambos vestidos.

Eu, como já falei, com uma blusinha, calça de malha, bem justinha, elástico na cintura, etc.. Ele idem, mas vestindo uma camiseta de malha fina.

Fomos nos comprimindo, nos estreitando, nos encaixando. Ficamos encaixados do jeito chamado “conchinha”, e o seu pinto duro, encaixado nas minhas nádegas.

Demos um tempo desse jeito, gostoso !

Ele desta vez não esperou pela minha ação, cruzando os braços pela minha frente e enfiando suas mãos sob minha blusa segurou meus peitos, os dois.

Eu estava sem sutiã.

Eu deixando acontecer, morta de feliz.

Desde que ele me proporcionou aquele orgasmo maravilhoso eu vivia no paraíso.

Aqueles momentos, no sofá, na sexta-feira anterior também foram muito felizes.

Pela primeira vez ele teve a iniciativa de me bolinar.

Começou a roçar com os dedos, bem de leve, meu mamilo, que cresceu e ficou durinho num instante.

O tesão foi começando a tomar conta de mim.

Eu fui empurrando minha bunda contra ele e rebolando, ele respondendo com movimentos de vai e vem como se estivesse me comendo de verdade.

Mas fui eu que abaixou as calças primeiro, só que nesse dia eu já estava sem calcinhas.

Ele correspondeu e abaixou também suas calça liberando seu pinto.

Ele se deslocou um pouco para baixo e colocou seu pinto no meio das minhas nádegas e empurrou até ele encontrar meu anus.

Eu fingindo me ajeitar fiz seu pinto se encaixar melhor, ou seja, uma pontinha já dentro de mim.

Ficamos uns minutos desse jeito, vez por outra ele dava uma empurrada e eu correspondia expandindo o anus, com se estivesse defecando.

Continuamos como se nada estivesse acontecendo, fingindo ver o filme que nem lembro qual era.

O encaixe ficou muito gostoso.

A vontade foi tomando conta de mim, queria ele dentro de mim novamente, mesmo que fosse ali onde ele estava se encaixando no momento.

Mas se ficasse por ali, como estava ( fora, só na portinha), eu também me sentiria feliz, me sentia acolhida, protegida, me sentia dele.

Sentia ele “meu dono” e eu sua cachorrinha.

Ele estava me adulando, me agradando.

Por causa do quentinho aumentava a vontade de ter meu buraquinho traseiro vazado, preenchido.

Estava bom, estava gostoso como estava, mas a vontade de senti-lo dentro de mim ia aumentado.

Fingindo me ajeitar, disfarçadamente, com uma das mãos, puxei para cima uma das minhas nádegas separando mais uma da outra e facilitando o encaixe de seu pinto em minha portinha traseira.

Comecei a puxar e empurrar minha bunda contra ele, contraindo as nádegas e o anus, como que a “morder” seu pênis.

Tentava sinalizar para ele que eu queria ser penetrada.

Ele finalmente entendeu!

Uma das suas mãos, a que passava sob minha cabeça e pescoço, cruzava a minha frente sob sua blusa e pegava meu peito, me apertou mais.

A outra mão, também cruzava à minha frente e pegava o outro peito, também me apertou mais.

Ficar presa e contida por seus braços era a maior felicidade para mim.

Eu adorei!

Já tínhamos ficado assim na semana anterior, só que agora seu pinto estava bem encaixado e forçava a entrada em meu anus.

Ele me fazia carinho esfregando seu queixo em minha nuca e pescoço. A barba por fazer raspava meu pescoço e provocava calafrios em mim.

As mãos massageando meus peitos, o pinto colado no meu anus me enchia de tesão e de expectativa.

Quentinho, quentinho, gostoso pra caramba.

Empurrava meu corpo para trás tentando fazer o pinto entrar, mas não conseguia, não entrava.

Seu pinto deslizou para o meio das coxas e ficou colado ao meu sexo.

Enfiei minha mão barriga abaixo, abri um pouco as pernas e alcancei seu pênis.

O comprimi contra minha vagina.

Ele começou a fricção.

Enquanto ele friccionava seu pinto contra a entrada da minha vagina meus dedos começaram a funcionar sozinhos, automaticamente.

Comecei a gozar e cheguei ao orgasmo!

Ele gozou também, quase ao mesmo tempo.

Saímos fora do cobertor, com as calças ainda abaixadas, bundas a mostra e fomos cada um para o seu banheiro.

Voltamos para o sofá, voltamos a nos encaixar e assistimos o filme assim coladinhos.

Seu pinto permaneceu mole mas, mesmo assim eu estava no céu, mais feliz impossível.

Mas eu queria ser ainda mais dele.

O domingo e a semana correram de maneira semelhante ao passado.

Sábado a noite, acho que ele quis mudar o programa, variar um pouco e me convidou para irmos ao teatro e depois jantarmos em um restaurante mais badalado.

Fiquei super contente e topei na hora.

Finalmente eu ia substituir minha mãe em alguma coisa.

Voltamos passava da meia noite.

Não combinamos nada, mas fomos para sua cama, ele só de cueca e eu só de calcinha e sutiã.

Não tivemos nenhuma cerimônia: ele me puxou para bem junto dele e colou nas minhas costas. Um braço sob meu pescoço e a outra mão na minha cintura, igual no sofá.

Ficamos um tempo assim e ele pediu para eu virar e ficarmos de lado, um frente ao outro.

Nos abraçamos.

Começaram os beijos, os primeiros beijos na boca que trocamos e os “eu te amo” fluíram de ambas as partes.

A vontade aumentando.

Senti seu pinto duro no meio das minhas coxas.

Me comprimi contra ele.

Pensar que eu agora era dele e ele agora era meu, me encheu de alegria, essa alegria chegou “lá” e se transformou em vontade.

No comprimir nossos corpos, um contra o outro, seu pinto atravessa minhas coxas, alcança o outro lado.

Suas mãos se deslocam das minhas costas para minhas nádegas.

Me comprimi mais contra ele.

Com os dedos da mãos que estão em minhas nádegas, comprime seu pinto contra meu sexo.

Faço ele entender que quero ficar por cima, ele vira o corpo e satisfaz minha vontade.

Eu por cima e o seu pinto fora, só no meio de suas coxas, ele de pernas aberta e eu de pernas fechadas.

Como já tinha acontecido.

Eu tomo para mim os movimentos e fricciono meu sexo contra o dele.

Ele segura, agarra minhas nádegas com as duas mãos.

Beijos chupados, cheios de tesão, cheios de paixão.cada vez mais gostosos e ardentes.

Ainda nada de língua, eu não sabia muito dessas coisas.

Uma das mãos apertando minhas nádegas como se fossem peitos, a outra em minha cabeça fazendo cafuné e nossos lábios um chupando o outro.

Eu gemendo atinjo meu orgasmo e ele goza no meio das minhas

coxas outra vez e meleca o meio das minhas nádegas.

Aí sossegamos.

Sei que é difícil entender por que por quatro vezes seguidas nos comportamos como namorados, transando só nas coxas, se nada impedia nos completarmos.

Não precisa ser psicólogo para deduzir que ele ainda relutava em me aceitar como sua mulher. Eu, por minha vez, também ainda o via como meu pai mas fazia de conta que não era.

E íamos fazendo o que nos parecia mais adequado e gostoso para o momento.

Mas nossas descobertas mútuas foram acontecendo.

.

Quero abrir mais um parênteses:

“Meu pai sempre foi, sempre o vi assim, um homem bonito charmoso. Agora,quase na casa dos cinquenta, os primeiros cabelos brancos aparecendo, o deixavam ainda mais atraente.

Sempre me pareceu meio “galinha” mas, em vez de sentir ciúme, eu sentia orgulho dele parecer um conquistador.

Agora, a partir do nosso segundo “entrevero”, quando ele pôs nas minha coxas e me fez gozar, Comecei a achar que tinha “direitos” sobre ele.

.

No sábado seguinte ( que passou a ser “nosso dia”, conforme era com mamãe), a tarde, ele vai passando em frente ao banheiro e me vê nuinha, na frente do espelho, me maquiando em pé.

Parece que ficou encantado!

Era a primeira vez que ele me via assim.

Ficou atiçado na hora.

Ele me abraçou por trás e me apertou contra a pia.

Eu abro um sorriso e ele vê meu sorriso pelo espelho.

Fica nu em segundos.

Após se esfregar em mim, roçando minha bunda com seu pinto, se afasta e se abaixa um pouco.

Põe seu pinto entre minhas nádegas, colado na “entradinha” e força a entrada.

Apesar de eu não opor nenhuma resistência ele ainda não consegue sucesso.

( Eu era virgem ainda e a posição também não ajudava)

Então ele senta na tampa do vaso sanitário e me puxando pelos quadris, me trás de costas, de pernas abertas até ele.

Manda eu segurar no porta toalha e vá me agachando devagar.

Coloca seu pinto na entrada do meu anus e me segura nessa posição.

No abaixar mais a resistência é rompida e a penetração acontece, apenas parcial.

Mas eu não estava preparada e não consegui suportar a dor, me ergui saindo fora antes que a penetração se completasse.

Ele me segurou pelo pulso e eu percebi que iria ter de me submeter a ele.

Ele me faz ajoelhar à sua frente e eu entendi e reclamei:

— Está todo sujo, é porcaria!

Ele vai até a pia e lava “ele” direitinho, com sabonete e tudo.

De novo ele senta na tampa do vaso e fica no aguardo.

Eu levo minha boca até o seu pinto e me preparo para o que ele quer.

Eu me sinto forçada e começo a chorar. Ele desiste.

Mas eu o seguro pelas pernas.

Olho para ele e seguro seu pinto com uma mão.

Tomo coragem e encaro a situação, já tinha posto ele na boca antes.

Lembro do filme pornô que assisti na casa da minha amiga e começo beijando, primeiro só a ponta, a cabecinha, beijando e sugando, depois mais, mais, até a metade. Eu aperto bem os lábios, afasto os dentes e começo o movimento de vai e vem.

Fico uns minutos fazendo esses movimentos

Dou uma paradinha, o seu pinto estava todo melado.

Eu pego uma toalha que estava próxima e dou uma limpada.

Volto a faina e começo a achar gostoso.

Em dado momento ele tira o pinto da minha boca, vira meio de lado, se masturba um pouco e ejacula.

Achei interessante mas não entendi seu gesto.

Só bem depois, meses depois, é que vim a entender que foi uma gentileza dele não gozar na minha boca.

Nos recompomos e eu fui tomar banho.

A minha entrega total, os beijos e amassos trocados, as entregas no sofá e as coxas meladas provavam que eu era mesmo apaixonada por ele.

Mas me senti extremamente frustrada por não ter conseguido fazer sexo anal com ele.

Apesar de ter ficado com ardência por mais umas duas horas depois da fracassada tentativa de penetração eu me recriminava por ter saído fora.

Eu gostava (gosto) dele, o amava (amo) verdadeiramente como pai e como homem, o amava e amo desde sempre.

Ele ser meu marido, meu homem foi tudo quanto ambicionei na vida.

Depois, com o sexo entrando em nossas vidas, eu fiquei maravilhada.

−“ Desculpe eu misturar passado e presente, esse meu passado persiste sendo meu presente, daí eu misturá-lo”.

− Mas voltando ao relato :

O sábado era nosso dia!

De segunda a sexta era trabalho e estudo : Responsabilidade!

Domingo ia cada um para seu lado : Ele ia para o clube jogar futebol, ficar com amigos e beber. Eu ia para a casa de amigas fofocar, conversar e estudar.

No nosso encontro seguinte dispensamos o cobertor, aliás fazia até calor naquela tarde.

Os beijos e abraços começaram com a gente em pé mesmo, depois fomos para o sofá.

Suas mãos em meus peitos vieram mesmo sobre a camiseta e o sutiã.

Ele se desfez de sua camiseta, eu o ajudei a tirá-la.

Depois foi a minha camiseta é que foi para o chão da sala.

Mais beijos e mais abraços antes de meu sutiã ser tirado.

Eu nem percebi como ele soltou os ganchinhos.

Sua boca chegou aos meus seios antes das suas mãos. Foi uma sucessão de beijos e chupadas que me deixou tonta e sem nexo.

A calça comprida que eu vestia precisou de sua ajuda para sair, de tão justa que era.

Ele tirou rapidamente sua bermuda e ficou ainda de cueca.

Sob a cueca eu vi seu pinto duro forçando uma saída.

Empurrei ele para o sofá e o fiz sentar.

Me ajoelhei na sua frente e peguei ele com os dentes, mesmo sob a cueca, uma gostosa brincadeira que criei na hora.

O pinto vazou pela abertura da cueca e eu comecei a chupá-lo.

Parei, levantei e tirei a última peça que eu ainda vestia: a calcinha.

Sentei no sofá ao seu lado e trocamos um beijo.

Foi a vez dele se levantar, tirar a cueca e ficarmos, ambos, completamente nus. Na sala.

Ajoelhado na minha frente separou meus joelhos e os ergueu um pouco.

Invadiu minha vagina com sua língua.

Enquanto passava a língua de baixo para cima ao longo e entre os lábios vaginais, ele enfiou um dedo em meu anus.

Eu não aguentei a vontade e comecei a gemer, a delirar.

Eu estava predisposta a fazer o que ele bem entendesse, a partir desse momento eu passei a pedir que ele me penetrasse.

O tesão foi muito, eu não suportei, e logo tive meu primeiro orgasmo desse dia.

Mas isso não aplacou a minha vontade, nem a dele!

Ele sentou no sofá, ao meu lado, e falou :

— É a sua vez.

Seu pinto estava todo melado, mas mas não era esperma, por isso eu nem liguei, vi que eram apenas seus fluídos.

Pus metade de seu pinto em minha boca e comecei a chupá-lo, a mamar nele.

Estava tomando gosto quando ele me fez parar e me puxou para cima dele.

Me fez subir no sofá de joelhos e com as pernas abertas, um joelho de cada lado de suas pernas.

Puxou meu corpo trazendo meus peitos até sua boca, um e, depois, o outro.

Ele lambia e chupava os biquinhos. Depois colocou um quase que inteirinho em sua boca e começou a mordê-lo levemente.

Com uma das mãos me masturbava, com a outra apertava meu peito e com a boca me beijava. Eu fiquei maluca.

Apoiada em seus ombros, me segurando neles, foi agachando.

Seu pinto indeciso entre minha vagina e meu anus.

A gente se beijando doidamente, já agora língua contra língua na maior melação. Minhas mãos unhando seus ombros.

Era tesão demais!

Com uma mão ele encaixou seu pinto na entrada da minha vagina.

Mesmo sem ele mandar ou comandar eu fui abaixando o corpo devagar fazendo com que o pinto entrasse em mim aos poucos.

E foi entrando, eu mordendo os lábios de tanto tesão e mais alguma dor.

Entrou tudo!

Finalmente meu cabaço foi embora!

Meu tesão era tanto que não resisti e comecei, eu, a fazer os movimentos para friccionar seu pinto dentro da minha vagina.

Aí acho que ele se descontrolou e começou a dizer palavrões.

Me chamou de “putinha”, de “gostosa”, de “filhinha gostosa”, de “meu amor”, “meu bem” e de um monte de outras cousas.

Gozou, senti seu gozo dentro de mim, senti minha vagina mais quente por dentro e seu pinto pulsando.

Eu também tive, não um, mas vários orgasmos.

Me senti a mais feliz das mulheres.

− “As primeiras iniciativas foram minhas, mas, sempre houve a sua conivência, sua participação, não podia mais se eximir de culpa”.

− Nos tornamos amantes ardentes deixamos o “senhor”, a “filha” de lado para sempre.

Lembro um dia, não sei bem porque, a gente demorou pouco na transa, eu não gozei e achei que ele também não.

Tinha se passado cerca de uma hora dessa nossa transa, ele estava distraído prestando atenção em um documentário na TV e seu membro estava “em repouso”.

Eu tinha levantado do sofá para fazer não sei o que, voltei e me encaixei na sua frente como já estava virando costume.

Ele apertou mais meu corpo contra o seu e houve um começo de ereção.

A ereção dele provocou a vontade em mim e eu comecei mexer os quadris e pressioná-los contra ele, o provocando ainda mais.

Eu me remexendo consegui encaixar seu volume, já mais rijo, no entremeio de minhas nádegas.

Com uma das mãos, ele pegou levemente em minha cintura, isso me acendeu mais.

Ele colocou um de seus braços sob meu pescoço, e a mão desse braço trouxe até meu seio e agarrou ele. A outra mão permaneceu na minha cintura.

Ele respirava junto aos meus ouvidos, isso me deixava super excitada.

Desceu a mão que estava na minha cintura até minha perna, percebeu que eu estava com a saia levantada mas ainda estava de calcinha.

Conforme seu pinto roçou em minhas nádegas, eu quis que ele se aninhasse nelas.

Mas queria, gostava de brincar um pouco, fazer as coisas de maneira mais lasciva.

Abri as pernas (suspendendo uma delas), enfiei uma das mãos entre elas e cheguei até seu membro, ainda dentro das bermudas e o segurei entre os dedos.

Ele também, nessas alturas estava com uma vontade enorme, tirou ele para fora e o colocou nas minhas mãos.

Eu guiei ele até o meio de minhas nádegas, afastei a tira do meio de sua calcinha, pus seu pinto na entrada do meu anus e empurrei o corpo para trás, comprimindo o pinto contra meu anus e fiquei mantendo ele ali.

− Doutor, eu amava ele mais do que qualquer coisa e tinha certeza que ele me amava tanto quanto eu o amava.

Ele demonstrava seu amor me respeitando e eu queria mostrar meu amor por ele me entregando inteiramente

O sexo seria nosso traço de união

Deixamos seu pinto ali por um tempo, estava gostoso mas eu sentia necessidade de mais.

Virei de frente para ele e, enfiando uma das mãos por dentro do seu moletom e cueca, alcancei suas bolas, fiz um carinho nelas.

Novamente peguei seu membro na mão, segurei ele com carinho e comecei a masturbá-lo suavemente.

Forçando um pouco consegui que ficasse para fora.

Me arrastei para baixo e o pus em minha boca.

Chupei, mamei por uns dez minutos, ele não gozou, estava se segurando.

Chupando seu pinto eu me sentia como um bebê no seio da sua mãe.

Fiz ele ficar de barriga para cima, pinto duro ereto.

Montei nele.

Guiei seu membro até a entrada da minha vagina, segurei ele ali e forcei um pouco.

Dobrei mais o corpo, me ajeitei melhor e fiz com que a penetração se consumasse, ele quieto, sorrindo.

Mas minha vagina estava mais molhada e mais folgada, lembrei que ele já tinha posto nela a pouco mais de uma hora.

Comecei levemente os movimentos de vai e vem, de entra e sai, cada vez fazendo a penetração ser mais profunda.

O prazer de tê-lo dentro de mim era incrível.

Peguei uma de suas mãos e a coloquei segurando um de meus seios, por baixo de minha blusa.

Uma das minhas mãos deslizou para o meio das minhas pernas até alcançar meu clitóris, comecei a massageá-lo ao mesmo tempo que fazia os movimentos de vai e vem com seu pinto dentro de mim.

O prazer que eu sentia era tanto que pensei que ia entrar em transe.

A mão minha que estava livre eu apoiei em seu peito e cravei as unhas nele.

Acelerei os movimentos de vai e vem e cheguei ao orgasmo.

Gozei, gozei prá lá de gostoso.

Fiquei paradinha por um tempo, ele também (eu mexia os dedos da mão, apertava seu peito e minha vagina pulsava),

Ele estava pleno dentro de mim, também pulsando.

Eu percebi seu pinto ainda duro dentro da vagina, deduzi que ele não havia gozado essa segunda vez.

Voltei a me ajeitar e recomecei os movimentos de vai e vem, só que o entra e sai estava mais fácil, mas isso não impediu que eu tivesse um novo gozo, não tão intenso mas gostoso também.

Eu dobrei o corpo, deitei sobre ele e o abracei.

Ele, aproveitando minha posição, com as mãos e com dedos foi tateando o meio de minhas nádegas e chegou na porta do meu reto, meu anus.

Tirou o pinto, ainda duro, fora da vagina e o colocou junto da entradinha citada.

Segurou meus quadris e tentou a penetração. Mas seu pênis deslizou e não entrou.

Eu fiquei quieta, não consenti nem recusei, fiquei imóvel, passiva deixando ele tentar.

Depois de duas ou três tentativas, na posição que estávamos, ele viu que não conseguiria me penetrar daquele jeito.

Mas ele não tinha gozado e queria gozar.

Ele decidiu que naquela posição não ia conseguir, girou o corpo, saiu de debaixo de mim e saiu do sofá.

Me pegou pela cintura e pelos quadris e me colocou de joelhos e de quatro no chão, na frente do sofá.

Pernas semi abertas, coladas no móvel, corpo inclinado sobre o assento.

Com cuspe lubrificou ainda mais seu pinto e a entrada do meu anus.

Apontou e foi empurrando devagar a resistência foi vencida.

Entrou a ponta, a cabeça.

Doeu, mas doeu muito, por causa de dor quis desistir sair fora.

Ele me segurou e não me deixou sair, nem do lugar nem da posição.

Forçou mais.

Pinto pela metade dentro de mim.

Eu comecei a gemer alto, quase a gritar.

Ele se debruçou sobre mim e me segurou com firmeza, me deixando praticamente imobilizada.

Foi empurrando mais pinto para dentro do meu reto.

Os gemidos em vez de comovê-lo o atiçaram mais.

Entrou tudo que ele tinha, suas cochas colaram nas minhas, minhas nádegas ficaram comprimidas.

Começou a me foder.

Ele fazia devagar, percurso longo, quase tirava fora e voltava a enfiar tudo outra vez, apertava até minha bunda ficar comprimida pelas suas pernas.

Sentia levemente quando ele puxava para trás e sentia plenamente quando ele voltava a enterrá-lo.

Foram uns cinco minutos de dor.

Ele deu por terminado.

Descolou seu corpo do meu corpo e tirou fora.

Quando fui me lavar, a água da duchinha fez arder o local, olhando dentro do vaso vi sangue, me assustei e o chamei.

Ele chegou e foi me abraçando e pedindo perdão, não tinha a intenção de me machucar, não me achava tão frágil, na sua ânsia esqueceu que meu cu ainda era virgem.

Era fato! Fora a tentativa frustrada de dias atrás, era a primeira vez que eu fazia sexo anal, antes aconteceram brincadeiras sem penetração.

Fomos a uma clinica médica e foi feito um curativo no local.

Ao vê-lo tão preocupado, me pedindo desculpas e perdão de cinco em cinco minutos, fiquei contente com o acontecido.

Raciocinei que aquilo fazia parte do relacionamento do homem com sua mulher, ele fazia sexo anal com minha mãe também, com certeza, aliás eu vi ele enrabando ela de ladinho.

Abracei ele e fiz com que ele me abraçasse também.

Valeu a pena a dor que eu senti, a cada pontada de dor que me dava no local ferido, eu agradecia a Deus ter acontecido o que aconteceu.

Em casa ele teve de cuidar de mim e renovar os curativos, cada vez que eu tinha de mostrar a bunda para ele eu torcia para ele ficar atiçado, assim ele podia me comer de quatro que eu queria muito fazer.

Fiquei tão contente com a atenção dele para comigo que torcia para ele perder o controle e meter no meu rabo outra vez, mesmo ainda machucado.

Queria que acontecesse de novo, queria que ele visse e soubesse que eu, prazerosamente, daria minha vida por ele.

Com uma semana eu estava curada. já não sentia mais nada, estava tudo cicatrizado.

Novamente no sábado a tarde, eu quis que ele desse mais uma olhadinha para ter certeza que o ferimento tinha se fechado.

Fiquei de quatro, de joelhos, em cima do assento do sofá; “tudo” a mostra.

Ele olhou, olhou e ficou passando a mão pela bunda minha.

Eu permaneci quieta, como que o convidando.

Em realidade, mais que convidá-lo, eu queria provocá-lo.

Deu resultado : Ele não aguentou.

Tirou a bermuda e a cueca ao mesmo tempo, colocou cuspe no pinto o encaixou na entrada de minha vagina e foi empurrando.

A penetração foi suave e aos pouco até eu me sentir totalmente preenchida.

Quentinho e gostoso.

Raciocinei naquele momento que, no anus, logo-logo aconteceria a mesma coisa, era só ele alargar e eu acostumar.

Ele começou os movimentos timidamente: tirava até a metade e voltava a enfiar tudo, segurando meus quadris puxava e empurrava.

Essa maneira de fazer sexo se mostrou para mim a mais apropriada.

Achei tão gostoso que comecei quase a delirar:

− “Isso, isso, isso, isso, quero ser tua inteirinha, me fode, me fode, me fode”.

O prazer aumentava a cada estocada. Ele continuava como começou: enfiando e tirando e tornando a enfiar bem lentamente, como que querendo sentir o sabor da minha vagina através de seu pinto.

Eu me posicionei o melhor que pude para que a penetração fosse a maior possível na posição que estávamos e, na posição que estávamos entrava tudo, completamente tudo!

Apesar de seu pinto ser maior que a média (isso eu vim a comprovar depois) ele entrava todinho em mim e minha nádegas serviam de almofada para as coxas dele.

Ergui um pouco meu corpo, peguei uma de suas mãos e a coloquei em um dos meus peitos, a outra continuou nos quadris.

Fiquei com vontade de eu fazer os movimentos de vai e vem, mas me mantive quieta, estava gostoso demais.

Seu pinto super duro parecia um pau mesmo e me pareceu crescer ainda mais, parecia que ia explodir dentro de mim.

Ele me apertava contra ele e apertava o meu peito com força.

Acelerou seus movimentos e suas coxas batiam na minha bunda fazendo barulho.

Continuei a falar, agora mais alto:

− Isso, isso, isso, fode, fode, fode!

− Enfia tudo, faz com força, eu quero, eu quero, fode, fode, fode!

Gozei, gozei, gozei.

Como não senti ele gozar e ele continuou mexendo, deduzi que ele ainda não havia gozado.

Para sua surpresa falei:

— Muda querido, pode mudar, eu já sarei, estou boa de tudo, sei que você gosta muito de por atrás, mas põe devagar, com jeitinho como você pôs na frente, eu vou aguentar, pode por.

Eu queria sentir dor, dor provocada por ele, queria sofrer nas mãos dele, queria me sentir sem vontade própria, queria ser dele:

Ser seu usufruto total!

Não precisei falar duas vezes.

Ele largou do meu peito, se afastou um pouquinho e tirou fora.

Para dúvida e angustia minha ele foi até seu banheiro.

Quando voltou senti seu dedo polegar na minha entradinha, massageando, deduzi que estava lubrificando ela com cuspe.

Mas não era cuspe, era um lubrificante apropriado para sexo anal.

Enfiou um dedo, primeiro só a ponta, com o maior cuidado, pôs e tirou uma três vezes até ele achar que estava bem lubrificado.

Seu dedo foi sendo enfiado cada vez mais, quando já estava entrando todo e eu não reclamava, ele trocou o dedo que vinha usando e introduziu o polegar, que é mais grosso.

Mas eu estava predisposta a suportar a dor que fosse sem reclamar mas, com os dedos, não doeu nada, pelo contrário, me deixou com vontade de ter algo mais comprido e mais grosso dentro de mim.

Eu queria sentir dor, eu queria me saber doadora, eu queria sentir que eu estava fazendo um sacrifício por eleEU QUERIA MORRER POR ELE !

Trocou os dedos pelo pau bem lubrificado.

Ele pondo, deixando um pouco e tirando, dando um pequeno descanso e novamente pondo, desta vez calmamente, o pinto foi entrando cada vez mais.

Estava tendo agora o cuidado que devia ter tido antes.

Descuidei e dei uma ligeira gemida, ele parou, mas parou com o pinto dentro.

Para não deixar que ele desanimasse comecei a mexer da frente para trás e de trás para frente bem pausadamente, como havia acontecido minutos atrás com ele na minha vagina para ele pensar que o gemido foi de satisfação e não de dor.

Mas a cada movimento entrava mais um pouquinho, entrou quase tudo ou pelo menos, mais da metade.

Voltei a me posicionar como estava antes e ele tornou a pegar em um dos meus peitos.

Tentei ter a iniciativa fazendo o entra e sai mas começou a doer e eu parei.

Eu parei, mas ele continuou.

Senti meu reto preenchido e lentamente lixado.

Seus movimentos, sempre longos e profundos, começaram a me agradar, uma pequena dor fazia parte da minha satisfação.

Achei que estava tudo muito quieto e comecei a falar (já havia percebido que ele gostava quando eu falava durante o sexo) :

− Ai meu cu querido, ai meu cu, tá doendo, você está me arrombando, você está arrombando o cu de tua mulherzinha.

Ao mesmo tempo que falava comecei a empinar mais a bunda e separar mais as pernas, mostrando para ele que eu queria mais.

Continuei falando:

— “Mete amor, mete tudo, me arromba mesmo, eu quero ser arrombada por você, mete, me arromba que eu estou gostando”.

Empinei a bunda ao máximo e mantive as pernas bem abertas, ele vendo a minha disposição se encheu de vontade, retomou os movimentos e aumentou a pressão.

Estava doendo, doendo de verdade, mas eu não ia reclamar nunca.

Comecei a me masturbar para disfarçar a dor.

Ele se apertava contra mim como que querendo entrar dentro de mim, que fôssemos duas almas em um corpo só.

Mexia devagar mas mantinha tudo dentro.

A dor era tanta que me mijei toda e molhei o sofá.

Ele finalmente gozou.

Ficou ainda uns dois ou três minutos com o pau dentro de mim, eu querendo que ele tirasse.

Enquanto permanecemos colados, eu sentia seu coração batendo forte e a respiração ofegante, também estava com o coração a mil.

.

Passei a ter para mim, daquele momento em diante, que minha principal arma para prendê-lo era o sexo, principalmente anal, minha bunda e meus peitos.

Sempre procuramos usar de criatividade para manter quente e incrementada a relação.

Lembro que em uma quinta-feira me apareceu uma espinha em uma das minhas nádegas, bem no rego.

Cultivei essa espinha até chegar o sábado a tarde.

Era uma simples e pequena espinha, eu sabia, mas apresentei ela para ele como um furúnculo e pedi para ele olhar.

Ele não sabendo das minhas intenções concordou em olhar.

Como a espinha estava quase no meio do rego, perto da entrada do anus, eu fiquei de quatro na beirada da cama e ele teve de usar as mãos para separar as nádegas e tratá-la.

Eu estava com o plano feito e pedi para ele passar um pouco de uma pomada no local.

Quando senti seus dedos próximo a entrada (do anus), disse que “lá” também estava coçando e pedi que aproveitasse a hora e me fizesse uma massagem também ali.

Dito isso, antes que ele pensasse o que fazer ou responder passei para ele um tubo de gel lubrificante, como se fosse um tubo de pomada.

Não precisou mais nada, minhas intenções se tornaram explícitas.

Depois de ver minha bunda descoberta, manusear minhas nádegas e contemplar o interior do meu rego e o que ele contém, lógico que ele estava excitado.

Isso sem falar dele ter massageado minha entradinha com o gel.

Aconteceu que ele entendeu a brincadeira e a provocação e resolveu estendê-la.

Enfiou o dedo indicador e o dedo polegar, devidamente lubrificados, respectivamente em minha vagina e em meu anus e os movimentou lá dentro, contraindo um contra o outro.

Prá que ele fez isso ?

Me deu um tesão daqueles de querer que seu homem se transforme em dois.

Abri as pernas, empinei a bunda e a arrebitei o mais que eu pude.

Iniciei a gemer e a falar em voz alta:

− Ai amor, não me judia, ai querido, não me judia, não me judia,

Ele tirou o dedo indicador da minha vagina e o substituiu pelo seu pinto, conservou o polegar dentro do meu anus apenas girando ele dentro e mudando de posição.

Pensei que ia ficar louca, nova gritaria.

− Mete, mete, mete, mete, mete, mete, mete.

− Com força, com força, com força, com força,

− Rápido, rápido, rápido, rápido, rápido.

− Assim,assim, assim,assim,assim, assim, assim, assim,

− Assim,assim, assim,assim,assim, assim, assim, assim,

− Assim,assim, assim,assim,assim, assim, assim, assim,

− Assim,assim, assim,assim,assim, assim, assim, assim,

Gozei que se esbaldei.

Tirou da vagina e enfiou no reto, devagar mas enfiou tudo e deixou tudo lá dentro por uns dois minutos, até eu sossegar.

Quase peço arrego e peço para ele tirar ou, pelo menos, aliviasse um pouco.

Mas já estava tudo dentro.

Depois deixar um tempo dentro, tirou fora, colocou mais um pouco de gel e tornou a enfiar.

Suas coxas colaram em minha bunda e, me puxando pelo ombro acabou de enfiar o pouquinho que ainda estava fora.

Me mante assim “subjugada” por outros dois ou três minutos.

Seu saco comprimia minha vagina, imagina?

Esperava, acho, um gemido, uma reclamação da minha parte.

Mas eu não só aguentei, mas adoreiiiii e fiz questão de mostrar que estava adorando me sentir assim dominada por ele.

Segurou lá dentro, no fundo, por uns minutos, as vezes empurrava mais e fazia seu pinto dilatar o quanto podia.

Começou a bombar, mas mantinha tudo enterrado, suas coxas não desgrudavam da minha bunda.

Ele ficou metendo ali não sei por quanto tempo, começou lá dentro, lá no fundo, um comichão danado que foi num crescente e gozei, não posso dizer que tive um orgasmo, eu gozei, gozei, gozei.

Com o pinto no cu, gozo anal.

Seu pinto saiu cheirando pela primeira vez.

.

Essa fase durou uns quatro a cinco meses, depois nos acomodamos um pouco e “nosso dia” passou a começar na sexta-feira a noite, quando fazíamos sexo anal, continuava no sábado pela manhã quando fazíamos um gostoso “papai e mamãe” e se complementava no sábado a tarde quando fazíamos tudo que nossa imaginação concebesse.

Nesse meio tempo mudamos tudo que pudemos :

Ele, que era e é funcionário público e professor, pediu transferência para outra cidade;

Eu entrei na faculdade e deixei minhas antigas amizades para trás, arranjei novas;

Ele ingressou em outro clube, na nova cidade e arranjou novos amigos;

Deixamos nossos poucos parentes para trás.

No nosso novo ambiente éramos apenas um casal um pouco diferente por causa da diferença de idade, para todos éramos casados, o mesmo sobrenome se justificava.

Minha segurança futura era total e assegurada: em caso de morte dele eu teria pensão como filha solteira, como filha única, herdaria todos os seus bens.

Tudo ia as mil maravilhas: dois anos juntos, até que EU resolvi que que queria ter filhos, pelo menos um ou uma.

Desde o terceiro mês do nosso “ajuntamento” eu passei a tomar pílulas para evitar gravidez, desde que essa ideia me veio à cabeça parei de toma-las.

Mas não engravidei.

Conversei com ele, ouve relutância, mas ele aceitou ter UM ou uma filha.

Um ano depois depois dessa nossa conversa, abolida a pílula, diminuída as vezes que ele gozava atrás, fazendo só sexo vaginal nos meus períodos férteis e nada.

Virou resolução de ambos termos um filho ou filha.

Resolvemos ir à uma clínica especializada.

Meus exames mostraram que eu era absolutamente apta para a concepção e para a gestação de filhos.

Com relutância ele se submeteu aos exames de fertilidade, afinal ele tinha tido uma filha, o que era prova “inconteste” de sua capacidade de procriar.

---x---

Aconteceu de seus exames mostrarem o contrário.

.

Apareceu uma dúvida, novo teste foi realizado.

O diagnóstico anterior foi confirmado.

.

A confusão começou a dar suas caras.

.

Resolvemos, após muitas dúvidas e conversas, realizar um teste de paternidade: dele em relação a mim.

.

Deu negativo: Ele não era meu pai genético!

.

O mundo desabou para ele!

.

Para mim nada significou: continuávamos a ser, ao mesmo tempo pai e filha, marido e mulher e amantes ardentes.

Desígnios superiores quiseram isso.

Massss:

Mas para ele o fato de ter sido enganado por quase vinte anos o fez descrente do mundo e das mulheres.

Perdeu a libido, brochou completamente, fazem três meses que não fazemos sexo.

O que faço?

O que fazemos?

FIM

Comentários

08/12/2015 14:10:42
TOP!!!!!!!!!!!
21/11/2015 16:40:26
Você é bem direta e objetiva. Gostei
12/10/2015 13:36:16
Excelente!
11/10/2015 10:47:45
Lindo conto, que fazer? Planejar um viagem de lua de mel, com muitas fantasias resolve.
10/10/2015 16:35:18
Excelente...Parabéns
10/10/2015 16:33:05
10/10/2015 15:37:49
excelente! esse amor intenso não vai morrer. de repente, o tesão incendiará essa relação novamente.

Comente!

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