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Comi meu primo depois que meu Pai comeu

Comi meu primo depois que meu pai

Olá, sou Gean, tenho 23 anos. Desde guri, meu pai e eu temos muita intimidade. Ele me iniciou na punheta quando eu era adolescente. Mas isso não significava viadagem, tocamos punhetas juntos quando eu era adolescente, mas nunca rolou nada entre nós. Meu pai é mecânico de caminhões, grandão, forte e dono de uma bela jeba, tem uns 20 cm grosso. Nos últimos dois anos saí de casa para estudar agronomia em outra cidade. Faz duas semanas que estou em casa, de férias, pois sou bom aluno e não peguei recuperação.

Na minha ausência quase nada mudou. Meu pai continua seu trabalho pesado, minha mãe excelente dona de casa. A não ser meu primo, Carlos, de 15 anos, que foi contratado pelo meu pai como aprendiz na oficina. Minha mãe me contou que o guri está super interessado em aprender a profissão do tio. Carlos é um adolescente mediano, magro, meio tímido. Eu e ele nunca fomos muito próximos, talvez porque ele tem outra faixa etária.

Fiquei em casa o dia todo no meu primeiro dia de férias, matando a saudade de minha mãe. Quase no final da tarde ela preparou um lanche para eu levar ao meu pai na oficina. Um temporal estava anunciando chuva abundante, ela pediu para eu ir logo.

Quando cheguei na oficina já havia iniciado a chuva, que se intensificou. O barulho no galpão era ensurdecedor. Apesar da porta apenas encostada, entrei. Não vi ninguém pela oficina. Fui ao escritório que fica nos fundos. Também não havia ninguém por lá. Percebi que havia alguém no banheiro. Me aproximei da porta e ouvi gemidos. Na hora fiquei de pau duro imaginando o que estaria rolando ali.

Dei a volta no galpão e, nos fundos, havia uma janelinha do banheiro que dava para o depósito. Sabia que era seguro espiar por ela, era meu esconderijo de adolescente para ver os mecânicos mijar e, até se punhetar, quando eu era moleque.

Subi num caixote e tentei espiar pela janelinha vasculante o que rolava no banheiro, sem ser visto. A cena era pra lá de excitante: meu primo Carlos estava com a bermuda arriada, de quatro sobre o vaso sanitário. Meu pai estava vestido com seu macacão azul de mecânico e, com o pauzão pra fora da roupa, pela abertura. Ele tentava meter no rabo do moleque. A cada investida, o moleque se esquivava. Ele então cuspiu novamente no olho do cú do piá, segurou com uma de suas mãozonas, a virilha do menino magro, e arremeteu novamente aquela jeba gigantesca, que eu já conhecia de perto de nossos banhos e punhetas.

Eu estava estático, não acreditava que meu pai gostasse de cú me macho, pois apesar de nossas punhetas, aquilo estava longe de ser viadagem, era apenas um pai másculo ensinando a putaria pro filho, jamais rolou nada entre nós.

Sempre achei meu primo Carlos estranho, tímido e tals. Ao meu pai arremeter novamente no cú dele, deu um gemido mais forte, quase um grito. Meu pai tapou a boca dele e meteu com força, fazendo aquela jeba de cavalo sumir no rabo pequeno e liso do moleque. Em alguns segundos o moleque relaxou e meu paizão começou a bombar lentamente.

Em cerca de dois minutos bombando, o moleque pareceu relaxar completamente, pois até empinava a bunda. Meu pai parecia estar curtindo muito. Pois gemia e fungava no cangote do guri, apertava as nádegas do moleque sobre seu pauzão. Ele suava muito. O macacão dele parecia encharcado. Já bombava forte no moleque, que parecia estar gostando. Alternava entre metidas fortes e lentas. Aos poucos ia tirando o pauzão do cú do Carlos e metendo de novo. Parecia ficar feliz em ver o estrago feito naquele cú de adolescente. Em alguns momentos tirou tudo, cuspiu e meteu novamente, arrancando suspiros do moleque que não protestava. Mais alguns minutos e começou a fuder com muita força, parecia um cavalo cobrindo uma égua. Bombou forte, dando um gemido na mesma proporção e parando repentinamente. Entendi que havia gozado. Eu estava com meu pau pingando na cueca, de tanto tesão.

Vi quando ele tirou o pau do rabo do guri e limpou com papel higiênico. Saí rapidamente dali, pois me lembrei que havia deixado o pote de bolo no escritório e isso denotaria minha presença. Ao chegar no escritório, de forma surpreendente meu pai estava lá, atirado na velha poltrona de caminhão, suadão. Ficou surpreso ao me ver, e eu disse que havia trazido o lanche. O guri ouviu nossa voz e não ousava sair do banheiro. Meu pai suava muito e comentei isso. Ele disse que não estava bem, talvez alteração da pressão. Sugeri que ele fosse pra casa mais cedo e tomasse um banho. Me prontifiquei para fechar a oficina. Ele concordou, entrou no carro e foi.

Logo que ele saiu, corri para o banheiro, pressionei a porta e encontrei meu prêmio: meu primo Carlos. O guri ficou branco ao me ver. Eu disse que tinha visto tudo e, que se ele não liberasse aquele rabo pra mim, eu contaria pra família inteira (lógico que eu não faria isso, foi apenas estratégia).

Já fui avançando sobre o guri, tirei meu pau duro da bermuda e fiz ele mamar. Mas meu tesão era muito e gozaria logo. Virei ele de quatro no vaso sanitário, mirei o olho do cú e fui pressionando. Ao entrar a cabeça, escorreu porra do meu pai pelo cú dele. Sem dó, meti tudo. O cú dele não estava nem um pouco apertado. Só de imaginar o pauzão do meu pai alí, segundos antes e sentir a porra quentinha do velho lambuzando meu pau no cú do moleque, dei mais algumas bombadas e despejei porra também.

Enquanto relaxava, ainda com meu pau no cú do meu primo, peguei no pinto dele, que estava duríssimo, e em poucas manipuladas, o guri também gozou.

O guri se vestiu rapidamente e caiu fora. Eu fiquei ali, fechando a oficina, e imaginando a putaria que estava rolando ali na minha ausência. A chuva caia abundante, fazendo um barulhão. Peguei uma cerveja no frigobar na oficina, vi o maço de cigarros de meu pai por lá. Fiquei ali relaxando com uma boa ceva, fumando o cigarro do velho e lembrando do cú do meu primo que eu ele compartilhamos, sem mesmo ele saber. Quanto ao puto do meu primo, rendeu muitas outras safadezas durante minhas férias.

Comentários

28/10/2017 01:11:09
show de conto
31/05/2017 00:35:11
Ou seja saber como o pai começou a fuder o priminho antes do filho voltar para casa da faculdade.
31/05/2017 00:33:43
Gostaria de saber como tudo começou antes do primo
28/02/2017 23:27:59
Adorei esse conto.
02/11/2016 19:14:04
22/10/2016 18:30:48
10
20/07/2016 12:38:00
cara não vai ter continuação não?
12/07/2016 10:30:38
bom
11/02/2016 03:22:24
Muito bom
30/12/2015 16:30:08
ótimo conto... gozei muito
23/12/2015 19:37:14
Gozei que nem um cavalo com esse conto
22/12/2015 03:58:29
Show
17/12/2015 14:49:30
Galera, minha senha foi bloqueada e não consegui recuperar. Meu novo perfil aqui é esse
16/12/2015 20:33:41
Nota 1000!!!
15/12/2015 22:49:58
Conte mais. Abraço de urso http://homenspeludos.wordpress.com/
15/12/2015 21:23:27
Muito excitante, cara!
15/12/2015 01:36:22
Então tenho uma crítica a fazer, leve de boas, os contos são ótimos, mas quanto mais você bate na tecla de que os personagens são "machos" e que o quê eles fazem é "normal", menos normal e machos eles parecem. Gozei? Gozei, e eu entendo a negação, mas não consigo não revirar os olhos ao ler isso. Continue os contos mesmo assim.
14/12/2015 23:39:15
Conto bom pra caralho, mas ainda acho que ainda pode rolar do filhão liberar o cuzinho para o paizão, chega minha rola dá pinote só de pensar hahaha
14/12/2015 16:14:36
Excitante
14/12/2015 15:20:44
Poxa, vc anda sumido, seus contos são tão PHODASTICOS, nao some não. Otimo capitulo, adoro esse seu conto. Enorme abraço e obrigado. Só não some, ok?
14/12/2015 14:50:21
SIM, SIM, SIM, CONTINUA. POR FAVOR. GOSTEI DESSA RELAÇÃO TRIANGULAR. GOSTARIA DE LER PAI E FILHO TB TRANSANDO. RSSSSSSSSSSS
14/12/2015 14:49:50
O conto foi bem excitante, ótimo!
14/12/2015 12:45:28
Continua
14/12/2015 12:13:50
Adorei!
14/12/2015 12:12:26
Bom enredo

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