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Na beira da rodovia

Um conto erótico de SafadoSim
Categoria: Homossexual
Data: 30/01/2016 23:36:55
Nota 9.60
Assuntos: Homossexual, Gay

Olá pessoal. Sou Mateus. Tenho 1,70m, 63kg e 18cm de rola. Sou negro, meu cabelo é cacheado natural não grande. Tenho o corpo normal.

Sexo! Sim, sexo! Sou louco por isso. Sou tão louco por isso que quando estou acordado não consigo passar duas horas inteiras com o pau mole. Gosto de sentir meu pau pulsando entre as pernas. Gosto de apertá-lo a fim de que fique duro. Gosto de fazer qualquer coisa que deixe me amiguinho ereto, independentemente do que venha a ser. Já bati punheta na sala de visitas com a porta aberta, costumo bater punheta na sala enquanto minha família está em casa correndo o delicioso risco de ser pego. Já dei o cu no quarto ao lado dos meus pais e fui pelado receber o entregador de pizza gostosão que me flagrou batendo punheta na varanda. Também já trepei ao ar livre à beira da rodovia e este conto é exatamente sobre isso.

Era uma terça feira como qualquer outra. As aulas começariam na semana seguinte, por isso resolvi voltar para a cidade universitária uma semana antes, a fim de me preparar para mais um período. Estava louco de tesão naquela semana, devido à seca em que eu estava na casa dos meus pais. Levantei lavei algumas roupas e quando fui coloca-las no varal meu pau deu sinal de vida e, como sempre fico pelado em casa, resolvi me punhetar ali mesmo enquanto estendia a roupa. Acostumei-me a me masturbar pelado no quintal depois que percebi que meu vizinho sempre me espionava quando eu estava lavando a roupa. Certa vez, depois que eu gozei fartamente no seu cu, ele me confessou que toda vez que ouvia minha lavadora de roupas ligada ele subia à sua laje e me observava detrás de alguns tijolos quebrados, mas isso fica pra outro conto. Nessa terça-feira decidi que comeria um cu de qualquer jeito. Entrei em algumas salas de bate-papo, mas não havia movimentos. Liguei para alguns contatos na minha agenda, mas devido à terça-feira estavam todos trabalhando, estudando ou ainda estavam na casa de seus pais. Estava quase perdendo as esperanças quando um de meus contatos retorna, era Márcio (nome fictício):

-- Oi, Márcio, resolveu brincar com a rola do negão? – falei assim que atendi o celular.

-- Hahaha proposta tentadora, mas hoje não dá. Minha mulher está de marcação e sair em plena terça feira vai levantar muita suspeita. Mas to com saudades desse leite -- Marcio disse essa ultima frase com uma voz bastante manhosa.

-- Tem bastante leite pra você. É só me dizer quando você pode que vou aí te alimentar. Brincadeiras a parte, você me ligou por quê?

-- O Bruno, o viadinho da padaria, aquele que minha esposa quase me flagrou atolado no cu dele. Ele manja bastante a sua rola. Vou te passar o contato dele, cara, ele é uma putona. Adora rola e dá o cú a qualquer hora. É só ligar.

-- Valeu, cara, vou ver com ele. Se rola te conto como foi. Falou viado!

Mal esperei o Márcio desligar o celular e procurei a putinha no whatsapp. Assim como o Márcio me avisara, não foi difícil convencê-lo a uma trepada. Eu o iria buscar de carro à noite numa praça não tão movimentada.

Fui buscar o Bruno às 22:00. Coloquei uma bermuda jeans, sem cueca, e uma camisa de botão que deixei aberta. Quando cheguei ao local bruno já estava esperando, ele estava com uma bermuda xadrez, branca com vermelho e uma camiseta rosa claro de malha. Bruno é bastante bonito. Ele é branco, tem cabelo preto, 1,75m, 66kg e uma bunda gostosa, além de malhar. Nem precisei sair do carro, porque ele me viu. Cumprimentei-o com um aperto de mão depois apertei sua perna bem perto da sua mala. Perguntei a ele se ele tinha alguma sugestão de lugar para ir e ele respondeu que não, que eu poderia leva-lo aonde eu quisesse. Perguntei se ele já tinha dado ao ar livre, sentindo o vento no corpo e olhando as estrelas e ele respondeu que o mais próximo que ele tinha chegado disso era um sarro com um carinha na piscina uma vez, mas que gostaria muito. Dei um sorriso pra ele e apertei minha rola por cima da bermuda dizendo que era tão bom trepar na rua que meu pau tava duro só de pensar. No mesmo instante o Bruno apertou meu pau por cima da bermuda e começou a abrir o zíper. Deixei ele brincar com o meu pau enquanto eu me dirigia para a saída da cidade. Em poucos segundos Bruno se inclinou para o meu banco e começou a mamar minha rola. Que mamada gostosa! Ele enfiava até a garganta, sugava a cabeça, punhetava. Me ergui um pouco no banco e pedi para ele tirar a minha bermuda. Bruno me obedeceu prontamente, deixando-me nu da cintura para baixo. Em poucos instantes Bruno tirou toda a sua roupa e ficou pelado no banco do passageiro e se inclinou para voltar a me chupar. Sua boca era tão macia, tão gostosa que foi difícil me concentrar no volante. De tempos em tempos eu tirava a mão do câmbio e brincava com a bunda do Bruno. Passava um dedo no anelzinho, as vezes dois. Depois de um três minutos, sendo chupado sem parar pelo bruno, eu não aguentei. Segurei sua cabeça com força e gozei na sua garganta. Ele não se fez de difícil e engoliu tudo sem reclamar. Apenas me alertou de que era bom ter sobrado mais porra pro cuzinho. Seguimos por mais uns dois minutos até o local que eu queria. Nesse tempo meu pau não abaixou e Bruno ainda estava brincado com ele. Parei na entrada de uma chácara que parecia vazia e avisei que era ali o local. Tirei logo a camisa de botão e fiquei pelado dentro do carro. A entrada da chácara ficava bem próxima à rodovia, de modo que era possível perceber os faróis passando por trás da gente. Não me preocupei. Ajeitei-me no banco, segurei no cabelo de Bruno e levei sua boca mais uma vez até meu pau. Estava viciado naquela boca. Eu queria que ele me sugasse até não sobrar mais leite no meu saco. Segurei com violência em seu cabelo e quando vi já estava socando rapidamente na boca do Bruninho. Aquele safadinho! Deixava eu foder a sua boca como se fosse uma bucetinha. Sentia o meu pau invadindo sua garganta e quando isso acontecia, Bruno fazia uma cara de ânsia. Tudo isso me deixava cada vez mais excitado. Meu pau estava tão duro que chegava a latejar. E cada vez que lateja eu dava um tapa na bunda, grande e suculenta do bruno. Ele gemia e chupava com mais vontade cada vez que ele apanhava, o que me fez ficar um pouco mais violento que o normal. Tirei meu pau da sua boca e bati com ele na sua cara.

-- Você quer pica, né, viadinho! Pede pica, vai! – dei um tapa bem forte na bunda dele.

-- Quero pica! Me dá pica! Enche meu cu com essa rola gostosa! – dizia ele entre gemidos.

-- Então me dá esse cú vai – Disse depois de lhe dar mais um tapa na bunda.

Saí do carro, dei a volta e fui até o banco do passageiro onde Bruno estava com a bunda arreganhada. Ver aquele cú piscando de desejo me fez ficar louco. Nem me importei de estar pelado à beira de uma rodovia. Cada veículo que passa me deixava com mais tesão e mais vontade de atolar meu mastro naquele cuzinho rosinha e depilado. Lasquei um tapa naquela bunda que estalou. Ouvi o grito do Bruno. Enchi minhas mãos com aquelas nádegas carnudas e apertei bem forte, como se eu quisesse arrancá-las.

-- Pede pica! Safado! Cachorra! Putinha! Pede pica pro teu macho! – gritei para o Bruno depois de morder sua bunda.

-- Soca no meu cú, vai! Não aguento mais – gritou bruno rebolando. -- Me fode meu macho! Me arromba!

-- Hahaha Ainda não! Quero brincar com essa delícia aqui – falei isso e mais um tapa foi dado.

Ajoelhei-me atrás de bruno e comecei a lamber o seu anelzinho rosado. Que delícia! Suguei com vontade aquele cú. Enfiei a cara naquela bunda, enquanto Bruno rebolava desesperado por pica. Com uma mão eu afastava os lados da bunda para lamber, enquanto que com a outra eu masturbava meu cacete que estava como pedra. Quando tirei minha cara daquela bunda vi Bruno se masturbando desesperadamente. Dei mais um tapa na bunda dele e gritei que ainda não era hora. Bruno então pediu para eu comê-lo, caso contrário ele não iria mais aguentar e iria gozar. Eu estava adorando ver aquele safado pedir pica. Eu disse que ainda não. Que eu não daria minha pica para ele naquela hora. Abri a bunda dele deixando seu cuzinho exposto e cuspi ali. Passei um dedo, fazendo pressão na entradinha. Cuspi mais um vez, e passei novamente o dedo na entrada. Forcei um pouquinho e o dedo passou com um gemido do Bruninho. Dei mais um tapa na bunda dele e tentei mais um dedo. Dei mais uma cuspida e soquei os dois dedos no Bruno. Bruno deu um gemido alto. Esperei para ele se recuperar e quando percebi que ele rebolava freneticamente com os meus dedos em seu cu, comecei a socá-los ali. Comecei bem devagar e fui aumentando o ritmo com o passar do tempo. Aproveitei para alargar a entradinha. Com a entrada alargada enfiei mais um dedo e foi brincando ali. Bruno rebolava cada vez mais, o que fazia com que o estapeasse de vez em quando, a fim de que ele rebolasse mais. Quando estava me preparando para o quarto dedo, senti meus dedos sendo mordiscados por aquele anelzinho rosado e deduzi o que acontece. Bruno acabara de gozar! O filho da puta estava se masturbando com os meus dedos em seu cú. Dei agora dois tapas na sua bunda.

-- Agora quero comer seu cú! – eu o avisei.

-- Já era! Não consigo dar depois que gozo. Falei para não demorar – bruno disse, enquanto procurava sua roupa.

-- Nada disso – Peguei as roupas da mão do bruno e joguei na parte de trás – Eu vim comer esse cú e eu vou comer esse cú!

Segurei os dois braços de Bruno para trás enquanto ele se debatia. Arrastei-o para fora do carro e inclinei-o no capô, de modo que sua bunda ficasse empinada na minha frente. Passei dois dedos naquele cú, encostei a cabeça do pau na entradinha. Pincelei meu pau ali e forcei a entrada. A cabeça entrou arrancando um gemido de Bruno. Eu comecei a socar.

-- Para! A camisinha – bruno protestou.

Fingi que não ouvi. Dei mais algumas bombadas e bruno protestou novamente. Fui até o porta-luvas e peguei uma camisinha. Bruno colocou no meu pau e eu soquei novamente. Bruno estava arreganhado no capô do carro e eu atrás dele socado naquele cú delicioso. Estávamos de frente para a pista então era possível ver os veículos passando enquanto transávamos. O vento fresco da noite batia no meu saco e balança as folhas das árvores que estavam à nossa volta. Aquilo estava muito delicioso. Levantei uma perna de Bruno e comecei a meter mais rápido. Bruno gemia descontroladamente e quando levei minha mão até seu mastro percebi que o mesmo se encontrava duro novamente. Estava em ponto de estourar. Aquilo me excitou. Segurei na cintura de Bruno e bombei o mais rápido que pude. Era possível ouvir o barulho da minha virilha batendo em sua bunda, enquanto Bruno gemia e à nossa frente os carros passavam. Quando cansei desta posição, deitei-me no chão em cima de algumas folhas secas, sem me importar com que estivesse ali. Apontei meu mastro para cima e Bruno entendeu que ele deveria sentar. Bruno sentou e começou a cavalgar com maestria. Parecia que ele nascera para fazer aquilo. Seus movimentos eram certeiros e ritmados. Perfeitos. Grudei minha mão em sua cintura, a fim de ditar o ritmo de sua cavalgada, mas não foi preciso, uma vez que ele era suficientemente treinado naquilo. Bruno começou a se masturbar enquanto olhava nos meus olhos e acelerou o ritmo, gemendo cada vez mais alto. Percebi que ele iria gozar novamente e isso me excitou ainda mais e gritei para o Bruno que eu queria gozar. Eu o perguntei onde ele queria que eu gozasse. Na mesma hora bruno ergueu um pouco a bunda, de modo que meu pau saísse do seu cú. Ele pegou na base da camisinha e puxou. Comecei a me masturbar para gozar em minha barriga, mas Bruno segurou em meu mastro e apontou para o seu cú. “Safado!”, pensei. Em um segundo estava bombando novamente no cú daquele viado gostoso. Mas agora, sem o contato do látex, não consegui me segurar e gozei fartamente, inundando aquele cú de leite. Urrei como nunca! Urrei tão alto que os carros parariam para ver o que aconteceu. Enquanto eu chegava ao clímax do prazer, Bruno gozou na minha barriga, urrando tão alto quanto eu. Ele sentou totalmente no meu pau e ficou ali, esfregando-se enquanto minha rola ainda estava dura. Dei um beijo em sua boca, um tapa em sua bunda e mandei-o levantar, para irmos embora. Assim que ele se levantou, minha porra que estava em seu cú escorregou, sujando meu mastro. Pedi para que meu pau ficasse bem limpinho. Bruno, então, sugou toda a porra do meu pau e fomos embora. Bruno ainda se vestiu, mas eu não. Eu fui pelado mesmo até em casa, sendo chupado pelo Bruno no meio do caminho. Não gozei novamente, mas marcamos de nos encontrar mais vezes. E com certeza nos encontramos muitas outras vezes...

Comentários

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09/02/2016 08:02:54
Segunda vez que leio o conto nota 10... Se alguém tiver a fim de um cuzinho apertadinho estou...
01/02/2016 13:01:36
Parabéns pelo seu conto Gostei muito e por isso vou com nota 10. Pessoal, moro em Mato Grosso do Sul Sou discreto, universitário, adoro mulheres casadas. Gosto de sexo casual, discreto e com respeito. Tenho interesse em me relacionar com casais também. Ainda não me relacionei com novinhas de 18,19 anos. Na verdade prefiro as mais maduras com mais experiência. Sou liberal para qualquer tipo de gata. Contato:
01/02/2016 04:17:38
PERFECT❤ continuaaaa gato ai eu quero tbm ❤😍
31/01/2016 16:04:44
realmente excitante
31/01/2016 12:18:48
bom
30/01/2016 23:58:16
Eita! Bem excitante!




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