Casa dos Contos Eróticos

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Sonho Adolescente- parte_1: Primeiro Amor

Categoria: Heterossexual
Data: 19/02/2016 05:53:56
Última revisão: 19/02/2016 06:06:22
Nota 8.67
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Olá leitores do site, este é o meu primeiro conto. Algum tempo após essas coisas acontecerem em minha vida, me veio a idéia de escrevê-las sob a forma de narrativa, como os contos eróticos que vejo aqui no site. Pra uma organização melhor pretendo encadear a escrita numa possível sequência de 4 contos, sendo todos com teor narrativo adaptado, mas de acontecimentos verídicos, inclusive mantendo verdadeiros locais, datas e principalmente os nomes reais pra aumentar a credibilidade e relevância. Caso tenha vindo ler este conto procurando apenas algo excitante, é aconselhável que leia em outro momento, pois este não é um conto qualquer, mas sim uma narrativa extremamente detalhada e por isso muito longa de uma história que realmente aconteceu comigo, embora na escrita, eu admito ter exagerado um pouco, “enfeitado” as coisas, pra parecer uma história mais requintada, algo mais agradável de ler. Mas deixo o aviso que o relato que segue é bastante longo. Os eventos aqui narrados ocorreram em dezembro de 2011:

Eu sou leitor de sites de contos eróticos e agora resolvi contar algumas coisas que aconteceram comigo, esse conto está sendo escrito em 2013, e atualmente tenho 16 anos, sou moreno claro, cabelo liso meio bagunçado castanho claro, na época 1,72 de altura e 74 kg ou quase isso, não me considero magro e também não sou muito gordo, o pouco de massa muscular que tenho é graças ao treino da arte marcial que pratico desde os oito anos. Meu nome é Daniel (real). Vamos Lá, sem essa de nomes fictícios, tudo aqui é verídico incluindo os nomes, eu detesto quando leio contos com nomes fictícios, existem centenas e na maioria das vezes até milhares de pessoas com o mesmo nome que você, então não precisa mudar seu nome para preservar a identidade; sem contar que quando se muda o nome, o seu pode até ser preservado, mas ninguém lembra que o nome que você coloca pra substituir também tem donos e pode estar envolvendo pessoas que nem sabem disso que você fez, mas têm o mesmo nome que você usou como fictício, e isso não me parece muito justo, afinal de contas. [obs. Nos diálogos as minhas falas iniciarão com letra minúscula para que vocês identifiquem melhor]

Vou contar o que aconteceu há alguns anos quando eu tinha 14. Eu estava no 9° ano da escola, antiga oitava série; pois bem, havia uma figura muito importante em todo o meu desenvolvimento, desde a infância até a idade atual (14 na época), era uma mulher, muito mais que isso até. Atualmente eu a encontrava sempre na escola, ela era minha professora de química. Ela nos ensinava há tempos outras matérias, e há um ano passou a ensinar química. Este ano, porém, ela disse que iria embora ao final do ano letivo, ela iria se mudar e viria outro professor para substituí-la no ano seguinte. O nome dela era Sophia (real) tinha mais ou menos 1,77 de altura e 79 kg aproximadamente, era branca, cabelos castanhos avermelhados, meio ruivos e bem escuros... O rosto de boneca, todo delicado e angelical (eu a achava muito parecida, para não dizer igual, com a Rosanne Mulholland, pesquisem fotos dela no google pra imaginarem minha professora.)

Seu corpo não era dessas mulheres magrinhas e nem super saradas, como toda mulher da idade ela tinha lá suas celulites e outros defeitos que eu considero irrelevantes, mas ainda assim tinha uma beleza que aos meus olhos era deslumbrante, um lindo par de coxas grossas e branquinhas q eu costumava ficar secando com o olhar sempre que podia e a via com um vestidinho desfilando por ai. Ela tinha um bumbum até pequeno, mas levemente empinado e seios muito grandes, os seus seios eram bem fartos, não chegava a ser desproporcional nem anormal, mas eram muito chamativos, era um tamanho que espantava e eram bem redondos, como bolas de futebol. Não tinha um corpo de “miss”, ela tinha um corpo até bem volumoso. Não to falando de barriga, ela tinha seus pneuzinhos aqui, outros ali, em certos pontos, mas possuía uma cintura bem fina, e eu como seu admirador achava as gordurinhas dela até um charme pra aquela mulher madura de 34 anos. Ela era minha professora há muito tempo, desde o jardim. Mas não nos conhecíamos só da escola, na verdade ela tinha bastante contato com meus pais desde muito tempo, e quando nasci herdei de meus pais essa relação estreita com ela, o que possibilitou uma proximidade dela comigo além da sala de aula. Ela ia sempre à minha casa conversar com meus pais inúmeras vezes no decorrer dos anos, por ser amiga dos tempos de faculdade da minha mãe. As duas não mantinham tanto contato assim nos últimos anos, mas era considerada íntima da família. Por causa disso também cuidou muito de mim antigamente, antes mesmo de eu virar seu aluno.

Desde os dez anos, quando comecei a reparar em garotas já fiquei encantado, em especial com seus seios, e acabei desenvolvendo uma tara enorme por aqueles peitos, eu, às vezes cheguei a chamá-la pra dar orientações na aula só pra tentar espiar seus seios mais de perto, mas ela não usava decotes muito chamativos e sempre ia trabalhar de calça, às vezes usava o próprio uniforme de hospital porque ela também era enfermeira, alem do jaleco da escola que era usado pelos professores como farda, ela tinha um comportamento absolutamente normal alem de sempre aparentar ser bastante recatada e formal, sempre se mostrou calma e gentil com todos. Eu quase sempre me pegava olhando pros seios dela, admirava aquele volume na sua roupa e imaginava como eles seriam, como seria a textura, que cor eram seus mamilos, se os bicos eram grandes, ou pequenos, se eram muito pontudos... Eu passava um tempão olhando pra aqueles peitos lindos, eu sonhava com aqueles peitos. A escola era muito tradicional, o respeito era priorizado acima de tudo, especialmente com o corpo docente da escola, lá sempre nos foi ensinado a se dirigir com o termo de ‘professor’ ao invés de chamar pelo nome ou coisa parecida, essas escolas chatas e cheias de frescura, mas depois de tantos anos lá a gente se acostuma e acha até estranho quando não se trata assim. Os professores também eram muito rígidos, muitos não queriam nem papo com alunos que não fosse a aula em si, alguns eram antipáticos e grosseiros, a maioria pelo menos. Diferente do resto dos outros, minha professora sempre tentou quebrar um pouco essas barreiras, ela era simpática com todos, especialmente comigo. Eu me pegava matutando no porquê de nunca ter visto nada demais nela antes, mas agora estava com esses pensamentos um tanto quanto... Impróprios pra se ter com alguém como ela, eu não podia olhar pra ela assim, afinal ela era minha professora! E tinha uma história comigo e minha família. Até pensei que fosse euforia boba da puberdade, depois que descobri o que era isso. Mas no fundo tinha uma coisa a mais, que não sabia explicar muito bem, só sabia que enxergava ela de um jeito mais especial, não simplesmente uma simpatia como por outras pessoas. Em algum momento eu comecei sutilmente a nutrir um sentimento especial por ela, e aquilo vinha desde a infância, embora na época criança não sabia o que era, mas sabia que sentia uma coisa diferente que não sentia pelas outras e pelos outros professores, não entendia direito, mas percebia que gostava quando ela me abraçava, quando ela fazia carinho em mim, quando ela me elogiava pros meus pais. Pela amizade que tinham, meus pais algumas vezes saiam pra algum compromisso importante e me deixavam com ela e eu adorava isso, além de professora ela foi minha babá por muito tempo, ajudava bastante meus pais por ser alguém de confiança. Eu preferia ficar com minha professora a ficar na casa de um colega brincando, todos estranhavam isso e até eu mesmo estranhava, mas preferia a companhia dela do que de um amigo meu. Ela brincava comigo também até, me dava muitos presentes, tudo que eu pedia ela fazia, ela me levava pra passear, parques, shopping, essas coisas, ela se deitava comigo no colo, me fazia cócegas... Coisas do tipo, eram só umas brincadeiras bobas, mas eu adorava tudo que ela fazia comigo, eu era seu xodó e ela me enchia de mimos. Lembro de uma vez que teve um problema com umas contas do banco eu acho, coisa do meu pai, ele e minha mãe viajaram pra resolverem isso no fim de semana e eu fiquei na casa da minha professora Sophia... Foi um dos dias mais divertidos que eu me lembro, eu acho que sempre me diverti mais com ela do que com meus amigos, nesse dia eu a ajudei a cozinhar, foi tão engraçado, eu ia ficar o fim de semana todo e nessa época ela ainda morava com seus pais, ela só tinha pouco mais de vinte anos ainda. Fazíamos tudo escondido, ela também era uma meninona apesar da idade e a gente agia como duas crianças mesmo fazendo travessuras escondidos dos pais dela, no final do dia teve o que foi o mais “arriscado” ainda depois de tudo que aprontamos, ela ainda me levou pro seu quarto e eu dormi com ela, sentindo seus afagos na cama dela, seus braços me acariciando, dormi abraçado por ela... Foi maravilhoso. Mas sempre eram só carícias, ela nunca, jamais (infelizmente rsrsrs) tentou me molestar ou nada do tipo, se bem que, se tivesse acontecido eu teria gostado muito pois sempre enxerguei ela com olhinhos de desejo. Quando ela me levava pra dormir com ela, isso era bem raro, mas acontecia, e quando acontecia era como se fosse o meu presente, especialmente se ela ficasse numa posição que seus seios encostassem em mim. Por eu ser muito criança não via com uma conotação sexual definida, não sabia nada sobre sexo, claro, mas mesmo assim sentia desejo, amava os seios dela e ficava doidinho quando encostava neles. Tinha muito cuidado pra não fazer nada pra ela notar, tinha muito medo que ela não gostasse mais de mim por isso. Ela me chamava de “meu bebê”, eu adorava isso. Ela era sempre divertida, engraçada quando estávamos principalmente sozinhos, ouvi seu tom de voz malicioso muitas e muitas vezes, mas sempre referente a brincadeiras, ela jamais teve nenhum tipo de comportamento estranho, nunca mudou sua postura, sempre completamente sóbria, ela se revelava mais brincalhona quando estávamos sozinhos, mas era só isso, acho que por isso a voz maliciosa, mas claro que nunca teve nada de conotação sexual, até porque eu era só uma criança, essas coisas aconteceram entre meus 4 e 9 anos. Eu tinha um sentimento tão único, ela era a minha maior alegria, era tudo pra mim, minha professora, minha babá, minha segunda mãe pela forma que ela cuidava de mim, e ainda era minha melhor amiga; quando ela não estava fazendo coisas comigo só que eu estava na casa dela ou em qualquer outro lugar que ficássemos distraídos eu ficava olhando ela enquanto ela não estava prestando atenção, olhava pro corpo dela, mesmo sendo só uma criança era impossível não se sentir atraído por ela, não ficar fascinado com suas formas, afinal ela era uma mulher... E isso era misterioso e mágico pra mim. Ficava sempre impressionado principalmente com os peitos dela, sempre foram minha maior tara, ela era linda demais! Não tinha como não observar. Fora da escola ela não usava roupas provocantes, ela se vestia como uma moleca, só isso, shorts e blusa, macacão, às vezes um vestidinho, ela era simples, parecia que ainda não tinha saído da adolescência. Eu era tão louco por Sophia que cheguei ao absurdo de tentar espiá-la algumas vezes quando ia tomar banho se estivéssemos na minha casa, se estivéssemos na dela tinha que ter sorte e os pais dela não estarem por perto, mas de qualquer forma eu nunca consegui ver nada mesmo... Isso com 6, 7 anos. Eu só ficava idealizando na minha mente ainda inocente de criança como aquela mulher tão linda seria pelada, tinha muita vontade de ver ela nua, era o meu sonho de infância ver minha professora sem roupa (rsrsrs)! O tal sentimento de criança sempre esteve comigo, sempre adorava que meus pais deixassem ela tomando conta de mim, sempre adorei seus braços, suas brincadeiras, seus afagos e seus carinhos, e sempre tive o desejo de ver ela nua, ela era um sonho pra mim, foi ela quem gerou minhas primeiras fantasias infantis. A medida que os anos foram passando eu fui crescendo e esse sentimento que eu não sabia dizer ao certo o que era foi crescendo comigo. Infelizmente ela foi deixando de ser aquela moleca brincalhona de 25 anos e, ficando mais velha, ficou séria, perdeu aquela aura de brincalhona, passou a ser uma mulher mais responsável e madura, uma adulta de verdade. As brincadeiras que eu tanto gostava foram acabando e eu deixando de ser aquele menininho que ela tanto mimava, deixei de ser criança e não era mais o xodó dela. Isso me entristeceu, mas eu fui aceitando aos poucos, outras coisas começaram a me interessar também. Minha vida foi mudando, eu já estava mais ou menos na pré adolescência, nessa época também foi quando ela se casou, pra mim foi horrível, fiquei muito triste mesmo, e pior que tinha que fingir estar feliz por ela. Lembro que um dos dias mais tristes da minha vida foi quando ela nos convidou pro casamento dela. No dia eu fiquei a festa toda emburrado e mesmo com ela tentando me animar e meus pais brigando comigo por eu estar me comportando daquele jeito eu não consegui sorrir nem nada do tipo... Olhava pra ela vestida de noiva, tão bonita e pensando que ela deveria estar casando comigo, e vestida de noiva daquele jeito era pra mim! Aquela foi a coisa mais decepcionante que já aconteceu comigo e depois disso realmente eu não poderia fazer mais nada; e o pior é que o noivo dela tinha a maior cara de retardado e parecia aquele típico machão mal-educado que maltrata mulheres. Lembro de quando eles namoravam, eu os vi poucas vezes juntos, ela evitava que eu a visse com ele, mas quando via ficava com muita raiva, eu tinha muito ciúme dela, e ele parecia ser tão grosseiro, era bem mais velho que ela, e queria fazê-la de capacho, tipo esses caras machistas que acham que as mulheres deveriam ser suas propriedades, que elas tem que cozinhar e limpar a casa, depois entregar a cerveja pra ele. Não sei se ficava com mais ciúme da minha amada professora estar sendo tirada de mim, ou com raiva daquele idiota, nunca fui com a cara dele mesmo e outra coisa horrível é que ninguém entendia e nem podia saber por que eu estava tão chateado com a festa de casamento de uma pessoa que tinha tanta intimidade, amizade e que gostava tanto de mim e todo mundo achava que eu também gostava dela porque sempre fomos tão junto um do outro, mas como explicar pra esse povo que não era um simples “gostar”! Que eu com 12 anos estava era apaixonado por aquela mulher?!

O que nunca abandonei foi o meu sentimento por ela, que agora mais amadurecido, ia tomando um novo contexto, hormônios, vontades, sentimentos fortes, libido e emoções a flor da pele, todas essas enxurradas de sensações da adolescência e eu já tinha noção de coisas que eram relacionadas a desejo, atração por determinada pessoa, e já tinha uma idéia que o tal sentimento que eu alimentava desde criança pela minha professora Sophia era sim desejo e atração! Eu sempre li e ouvi falar da intensidade e brevidade das emoções da adolescência, sempre me ensinaram como as coisas são efêmeras nessa idade, o que a gente acha que é pra sempre, mal dura um mês... A adolescência é permeada por muitas desilusões e enganos quanto aos nossos sentimentos, e por isso eu não sabia se devia chamar de amor o que eu sentia por Sophia, sempre valorizei demais o amor e o uso dessa palavra... Eu não tinha certeza se devia usá-la nessa ocasião, por isso nunca e jamais expressei, sempre escondi isso comigo, principalmente pelo meu maior medo, o de ser mal-interpretado por ela e ela se afastar de vez de mim. Além do mais importante, que ela era casada agora. Mas após tudo isso, com o passar do tempo eu acabei me reaproximando dela, uma aproximação diferente dessa vez, não era mais como antes que ela era minha babá e me mimava como seu bebezinho, quando eu fui crescendo ela passou a me tratar diferente, agora só como professora, não passou mais disso. Mas àquela altura eu já gostava dela e gostava de sermos próximos mesmo sendo uma coisa normal, mesmo tendo perdido aquela conotação de conto de fadas de antes. De vez em quando a gente conversava, mas eram só algumas palavras e depois passava. Com o tempo eu passei a não vê-la só como uma mulher bonita, ela era também uma pessoa que eu me identificava e admirava sua personalidade. Os meninos, nos últimos anos viviam falando da grande professora Sophia, se acabavam nas punhetas em homenagem a ela. Eu, nunca fiz isso, muitas vezes tinha Sonhos eróticos com ela por causa do enorme desejo insaciado, nunca me masturbei pensando nela, achava que ela era especial demais pra eu usá-la em fantasias sujas, e ainda por cima era raro eu me masturbar, evitava fazer isso, acho que essa coisa de “se tocar” é uma coisa mais feminina, e acho a coisa mais ridícula do mundo um homem se masturbando (apesar do comum ser o inverso). Entretanto, aos 14 anos a minha libido estava muito forte, chegando a ser quase incontrolável por momentos, e eu eventualmente me masturbava algumas vezes por semana... A intensidade dos meus desejos aumentou e consequentemente a frequência de masturbações, não era todo dia, mas às vezes chegava a ser duas a três vezes por dia... Eu me assustava, achava errado, feio, e tentava fazer rápido, no banho geralmente... Mas o pior era desviar o pensamento de Sophia, tirá-la da mente quando me tocava. Foi ai que comecei a investir em pornografia, comecei com joguinhos eróticos no pc, depois a coisa intensificou e eu comecei a assistir meus primeiros vídeos pornô de verdade, com sacanagem pesada e real. Meus pais sempre muito conservadores quanto a sexualidade, com aquela idade minha mãe ainda me proibia de ver cenas mais picantes na TV e tratava como se sexo fosse algo proibido ao meu conhecimento, faziam isso desde quando eu era criança. E agora eu começar a ver sexo explícito na net foi meio chocante pra mim, mas minha libido era muito mais forte que qualquer conservadorismo que meus pais tenham me passado. Com o tempo também comecei a discernir entre o que eu gostava e o que não gostava na pornografia, que tipo de cena ou prática mais me excitava, e com isso explorei mais facetas e gêneros da pornografia, acabei descobrindo coisas que eu nem sabia que existiam...

O ano de 2011, como todos esses últimos passou voando, e lá estávamos nós de novo em recuperação, e diferente dos outros professores que não ajudam em nada os alunos e que tentam dificultar a nossa vida, Sophia resolveu dar aulas particulares. Apesar de eu e ela sermos “amigos” e desde sempre termos muita intimidade, hoje em dia as coisas estavam tão diferentes... Tão superficiais, quando comparadas aos tempos de criança. Ela sorria pra mim quando me via e eu tentava corresponder, ela ainda era carinhosa, se preocupava em perguntar se estava tudo bem comigo, coisas da minha vida às vezes, mas não era mais a minha professora endeusada, perfeita e meiga de antes, agora era diferente ela era bem mais velha, estava casada, eu não era mais criança, e nós tínhamos nos afastado, as coisas tinham mudado. E eu sentia muita saudade dos velhos tempos... Doía às vezes. Eu a desejava muito, mas também a respeitava muito pelo nosso vínculo já que ela tinha me visto e me acompanhado crescer, sem contar que meus pais a conheciam, ela era conhecida de longa data deles e durante muito tempo a hipótese de ter algo com ela ficou adormecida de tão impossível, principalmente porque ela estava casada. Mas aproximando-se o fim do ano letivo ela iria embora e chegaria outro professor que viria ocupar seu lugar, ou seja, eu não teria mais chances de vê-la então eu decidi que pra fechar o ano eu ia agir de algum modo, durante essas aulas particulares eu ia loucamente tentar alguma coisa. Eu não me orgulho disso, mas por incrível que pareça eu nunca namorei ou fiquei com nenhuma garota (até aquele momento) e também nunca tinha Beijado; até porque eu priorizava outras coisas, e apesar disso não ter feito falta necessariamente, era muito desagradável por ser constantemente zoado pelos colegas... “não pega ninguém”, “cabaço”, “boca virgem”... “Ah, temos que fazer uma vaquinha pra te levar num puteiro”, esse tipo de chateação que todos os nerds têm que aguentar. Não namorar e nem sair com garotas é um defeito na visão do pessoal. Ser tímido e retraído impede ou dificulta drasticamente o envolvimento com meninas, impossibilitando o contato, assim namoros eram impensáveis... E isso significava ser motivo de chacota. Eu me retraia cada vez mais, por ser muito tímido e por temer mais zoação, por isso eu realmente não sabia nada sobre paquera, mas mesmo assim eu estava decidido a fazer alguma coisa, mantinha a filosofia de que quando a garota certa a aparecesse viria atrás de mim e eu não precisaria correr atrás de menina nenhuma (apesar disso ser só uma desculpa que eu inventava pra me sentir melhor)... Por causa disso não tinha experiência alguma em relacionamentos e então não tinha idéia de como chegaria pra falar de uma coisa assim com minha professora Sophia, mas eu tinha que fazer isso porque terminado o ano, com certeza eu nunca mais voltaria a vê-la. Eu sempre fui muito preguiçoso em todos os aspectos, no “xaveco” não era diferente, mas nesse caso eu queria ir atrás. No primeiro dia de aula na casa dela eu demorei a acertar o novo endereço, pra se ter uma idéia eu nunca tinha visitado a sua nova casa após ela ter se casado, e quando finalmente cheguei tomei um susto tava praticamente a classe inteira na sua sala de jantar, suas provas nunca foram muito fáceis, mas não esperava que Tanta gente ficasse em recuperação; Logo uma colega minha, abriu a porta para mim, eu entrei meio sem jeito, atrasado e com muitas caras me olhando

-Está atrasado mocinho, a aula inicia as quatro. Você não sabe disso, Dani?

(ela perguntou me repreendendo, mas sua voz era tão doce que nem liguei para isso)

-me desculpe, professora. Eu me perdi no caminho.

- Espero que não aconteça mais, senão você vai perder o conteúdo!

-tá... Tudo bem. (eu tava todo sem jeito e muito nervoso)

Algum tempo depois a aula termina, os outros alunos vão embora e eu fico terminando de copiar o resumo, após fechar a porta ela volta para a mesa. Eu sinto a sua mão suavemente nos meus cabelos, ela puxa a cadeira do lado e diz:

-Você não devia fazer isso.

-fazer o quê?

-Nós temos, mais ou menos 15 matérias e dessas 15, você ficou em oito, sua maior nota na minha matéria o ano todo foi um quatro, lembro que todo ano é a mesma “lenga-lenga”, você quando está na recuperação tira notas excelentes, mas durante o ano letivo dorme na aula, e isso tem se repetido pelos últimos dois anos! Eu to vendo você fazer mal a si mesmo, por que faz isso?!

-desculpa... Eu sou muito irresponsável, eu sei, meus pais me dizem isso o tempo todo... É que eu não tenho cabeça pra me concentrar em estudar, só consigo na recuperação por causa do desespero de fim de ano, o medo de reprovar faz todo mundo estudar.

-E por que você não se organiza? Por que não procura fazer uns horários? Estudar durante cada bimestre de forma regular, não precisa ser gênio e nem se matar nos livros, basta estudar um pouco todo dia, só isso já vai poupar você desse desespero no fim do ano, e poupa seus pais de gastarem ainda mais dinheiro com aula particular. (eu ficava meio de cabeça baixa enquanto ela me dava o sermão)

-eu definitivamente não nasci para estudar! Sou um vagabundo irresponsável... (lamentei desviando o olhar)

-Não diga isso, você não anda se metendo em confusão, não é mal-educado e nem rebelde igual à maioria da sala, não anda mentindo e nem fazendo coisa errada, farreando por aí. Você só é preguiçoso e imaturo, mas só precisa de alguém que te coloque na linha. (ela disse me dando uns empurrõezinhos enquanto me repreendia até meio dura.) Vamos, termine de copiar isso, eu vou te deixar em casa.

Eu terminei, fechei o caderno guardei os livros. Enquanto ela pegava a chave do carro dei uma olhada em volta e percebi que sua casa não era pequena, era até bem grande para uma professora (apesar do seu outro emprego), fazia bastante tempo que não ia a casa dela, aliás, faziam mais de 3 anos, desde quando ela ainda morava com os pais; e nunca mais tivemos aproximação maior desde que fui destituído de seus mimos que eu tanto gostava, mais ou menos um ano depois que nos afastamos ela se casou, e selou de vez nossa proximidade.

-professora Sophia.

-O que Foi, Dani?

-você ainda é casada com o Kelder? (nome real do marido dela)

-É claro. Por que essa pergunta agora? (ela perguntou de volta com um pouco de desconfiança no ar, em seguida veio me abraçar por trás, nem me lembrava da última vez que ela tinha feito aquilo.)

-ah... Nada, eu só... Deixa pra lá. (ela ia abraçada comigo até a porta)

(e finalmente me soltou para dar a volta pelo outro lado do carro, eu respirei aliviado, pois já estava quase ficando excitado, por causa da grande libido, tinha ereções constantemente por qualquer motivo, e já havia desenvolvido até um jeito para conter um pouco a ereção, meu membro não era grande e nem pequeno, mas nunca me preocupei em medir isso, e dava pra disfarçar bem)

Entramos no carro e ela me olhou com muita atenção, me secou de cima abaixo:

-E você, gatinho, aposto que já pegou todas as meninas da sua sala né.

-quem me dera!

-Ah, o que é isso, vai dizer que você não tem namorada? (disse rindo)

-não. (eu disse quase sem voz.)

-É sério, você não pode estar solteiro esse tempo todoela viu que eu fiquei em silêncio)

-Mas... Você não gosta de ninguém? Não tem uma paixãozinha nem que seja secreta por alguma garota? (ela perguntou com olhar misteriosoela via que eu continuava em silêncio)

-Todo menino tem alguma paixãozinha de adolescência né... Um amor platônico. (ela perguntou rindo)

-eu... (estava meio desconsertado, era visível)

-Viu, você tem sim! Eu sabia! Me conta, Dani... (ela falava rindo)

-eu não posso. (falei tímido tentando desconversar)

-Claro que pode! Pode me contar qualquer coisa, você sempre me contou, o que é isso agora? Você não vai ficar de segredinho comigo vai?! Comigo, Dani?

-é que você... Não posso falar pra você.

-Por que não?! Você me contava todos esses seus segredos quando era criança..

-é.... Isso foi antes de parar de brincar comigo... (falei fazendo manha, tentando esconder o riso)

-Ah, então é isso... Você sente saudade disso?! É porque eu não mimo mais o meu bebê? (ela falou brincando, do mesmo jeito que fazia antes, eu não via aquela expressão em seu rosto há tantos anos, ela me chamou de “meu bebê” de novo... Eu quase me derreti)

Eu inevitavelmente olhei pra ela com a mesma carinha fofa que fazia quando era criança, ela começou a fazer cócegas e fez eu me contorcer, foi maravilhoso, uma baita nostalgia... Ela parou e olhou bem pra mim, e com olhar meio desapontado:

-Eu também sinto saudade daquele tempo, meu bem... Mas agora você já é quase da minha altura, não consigo mais te colocar no colo... (ela riu no final)

-eu sei... Mas eu gostava tanto de ser aquele que você brincava, eu amava tanto isso... (tentei arriscar como podia, tinha que tentar a sorte bancando o meloso, quem sabe desse certoela me abraçou) –Daniel, você sempre vai ser meu bebê! (ela falou acariciando meu rosto, e depois me deu um beijo na testa)

Nós tínhamos parado já em frente a minha casa, e depois que ela fez isso eu desci.

-Tchau lindinho. (ela disse com um sorriso nos lábios como de anos atrás...)

Nessa mesma noite sonhei com ela varias vezes, nenhuma delas foi sonho erótico. No dia seguinte não teve aula dela, mas a tarde eu fui para casa dela quando toquei a campainha ela já logo abriu a porta; estava de calça legging e uma blusa bem larga, e como sempre, seus peitos enormes se destacavam;

-Dani, hoje nós não tínhamos aula, o que você veio fazer aqui? (perguntou de forma assustada)

-eu to precisando estudar mais e queria ajuda (falei o que veio na hora)

-Sério mesmo? E o papo de não nascer pra estudar, será que você resolveu seguir meu conselho?

-não, mas tava morrendo de saudade da minha professora. (corri e dei um abraço nela, senti seu cheiro delicioso como há tanto tempo não sentia, ela ficou surpresa e riu correspondendo meu abraço depois.)

-Você não existe mesmo, entra. (rindo me puxou pra dentro)

-Você não vai poder demorar muito o Kelder vai chegar logo, e eu vou sair com ele. (paramos um pouco de rir e ela me olhou bem fundo nos olhos, e acariciando o meu rosto encostado na parede ao lado da porta) -... Você é muito fofo, sabia? Continua como quando criança...

Voltou um pouco a rir, e aproximou o rosto do meu e me deu um leve beijinho na bochecha. Para meu azar o celular dela toca, era o Kelder pedindo para ela esperar do lado de fora, pois ele estava apressado;

-Agora você precisa ir! (ela abriu a porta pra mim, nos despedimos e eu fui embora, fiquei meio frustrado, eu sabia que faltava algo, eu tinha que fazer alguma coisa a mais.)

Na aula do dia seguinte, quarta feira, lá estava ela de novo, andava com seu rebolado, mas seu olhar pra mim era sempre de ternura, o cabelo num penteado mais “descolado”, as sandálias com um salto mais alto, mas a roupa não mostrava nada além do que de costume, ela era perfeita, recatada e sexy ao mesmo tempo, e como sempre aqueles peitões enormes que eu tanto desejava. Na aula na sua casa, muitos alunos, dando assistências a um e a outro e sempre em entrelinhas olhares para mim eu ficava meio sem jeito com ela me olhando assim, sempre fui muito tímido, mas eu tava adorando ela me olhar, com o passar do tempo resolvi corresponder aos olhares, tenho certeza que não aprendi nada com aquela aula só consegui olhar para ela, mesmo não sendo olhares incomuns; eu gostava desse joguinho, ficar trocando olhares com ela me instigava.

Àquela altura comecei a pensar que não precisava conquistá-la, nossa relação já havia sido construída no decorrer dos anos, e além do mais, nós éramos no mínimo amigos, o que faltava era apenas ela saber do meu sentimento, eu precisava me declarar pra ela! Era isso que faltava, eu pensei assim. Quando terminou a aula fiquei por último de propósito e assim que o último aluno saiu chamei-a para dar uma ajuda, fiquei muito tenso, o nervosismo tomou conta de mim, e eu pensei “Vai ser agora!”. Aí quando ela sentou ao meu lado eu disse:

-eu... Queria conversar contigo.

-Ah, tudo bem, pode falar. (ela fala como sempre doce e simpática)

- eu... (o sangue gelou, eu comecei a tremer, paralisei)

-O que? (ela me olhava virando a cabeça com um sorriso meigo e um olhar atônito, esperando pelo que eu diria)

-você lembra da história de anteontem, da paixão secreta que ficou falando...

-Sim eu lembro, o que é, vai me contar quem é a garota que você gosta? (ela perguntou alegre, isso me deixou ainda mais tenso)

-mais ou menos...

-O que é, você vai me pedir dicas pra falar com ela, né?

-não.

-Então... O que é?

-é que eu tenho muito medo de como você possa reagir... Ao que eu vou dizer.

-Não tem problema, olha pode me contar qualquer coisa tá, meu bem. Se não quiser contar também eu entendo, mas eu estou aqui, além de professora eu sou sua amiga também, eu sempre fui, e se quiser me falar alguma coisa eu vou ouvir.

-eu estou com medo... É sobre a pessoa que eu gosto... Você pode me odiar por isso... (eu falava olhando pra baixo, não conseguia encarar ela de jeito nenhum, minhas mãos geladas suavam, meu coração parecia que ia sair do peito!)

-Odiar?! Eu jamais odiaria você! Meu Deus, o que é de tão grave que está te preocupando?! Eu que to com medo agora. Quem é?!

-me promete que não vai ficar com raiva de mim? (eu mudei de postura e olhei pra ela, estava com muito medo nessa hora, foi tudo muito tenso)

-É claro que não vou ficar com raiva meu bem, seja o que for! Me diga, eu também quero saber quem é agora.(ela ficou com o rosto mais perto do meu e acariciou meus cabelos)

-eu sei que a você é minha professora há muito tempo, e sempre esteve comigo...

-Dani, eu não estou entendendo. O que foi afinal?! (ela fazia uma cara de confusa)

-bom, nós temos uma relação construída de respeito, você como minha professora e...

-Sim, é verdade, mas e daí? Do que é que você está com tanto medo?! É por causa da pessoa?

-é sim.

-E por quê? Essa menina não gosta de você?

-não, não é isso, ela gosta muito de mim...

-E então, qual é o problema?! Isso não é bom?! Por que você não contou pra ela ainda que gosta dela? Se ela gosta tanto de você poderia dar certo, você não acha?

-mais ou menos... Na verdade não seria bom por causa de quem ela é...

E quem ela é afinal?! Meu Deus, Dani você tá me matando desse jeito, me fala logo quem é pra eu poder te ajudar, porque assim eu não vou entender essa história! (ela já estava nervosa e exaltada, e eu com o coração saindo pela boca e suando frio...)

-é isso, eu to com muito medo de contar pra você, não sei como você vai reagir quando souber...

Ela parou, fechou os olhos e respirou fundo:

-... Tudo bem... Olha Dani, meu amor, você tem plena segurança pra me dizer o que quiser, qualquer coisa, eu não vou ficar com raiva jamais, você é muito precioso pra mim, eu gosto de você de um jeito único e nada do que me diga pode ser ruim o suficiente pra me deixar com raiva de você. Seja lá quem for essa garota, não sei como isso pode me atingir pra você achar que eu posso ficar com raiva, eu quero te ajudar, então me diga... Você confia em mim?

(ela era a pessoa que eu mais confiava na terra! Eu olhei bem pros olhos ela e disse em tom firme)

-eu confio.

-Certo. Então, me diga quem é essa pessoa que você gosta tanto...

Ela riu um pouco agora pra tentar me descontrair e se aproximou mais de mim, segurou minhas mãos suandas, quando notou o quão gélidas estavam segurou mais firme ainda. Eu apertei as mãos dela, como se entregasse toda a minha tensão e receio nas mãos dela, como se pedisse que ela cuidasse de mim, apertei suas mãos como um gesto de entrega, e olhei bem fundo nos olhos dela:

-bom, eu... Eu estou apaixonado... Por você, professora.

(ela arregalou os olhos pra mim, soltou minhas mãos repentinamente e se afastou como se tivesse tomado um choque! E o gesto dela de se afastar tão rapidamente doeu em mim, como um abandono...)

Não tinha mais nada a perder e sabia que dizer isso era só o que me restava a fazer, então eu me joguei de vez, sem pensar no que ela poderia achar afinal.

-O quê?! (ela me olhava como se estivesse em choque)

-me desculpa... Eu disse que estava com medo... (eu falei muito assustado, por um minuto eu achei que devia sair correndo dali)

(ela abaixou a cabeça e olhou pro lado, evitando olhar pra mim de todo jeito e ficou um longo tempo em silêncio e eu também, aflito, olhava pra ela ofegante e com o coração na mão)

-Eu não sei... Não sei o que dizer. (ela se afasta de mim, levanta e vai pra longe)

- nunca mais vai falar comigo, não é? (eu disse com voz trêmula abaixando a cabeça)

-Mas é claro que eu vou falar com você, eu jamais vou deixar de gostar de você, Daniel! É só que... Eu to muito abalada.

-eu sabia que seria uma má idéia te dizer isso, você acha que isso é uma tragédia, não é! (eu disse já com todas as esperanças mortas, lágrimas escorrendo pelo meu rosto e voz trêmula e um pouco de raiva no tom)

-Não é nada disso! A questão é que, por mais liberal que eu fosse isso ainda seria uma situação delicada, eu sou sua professora! Por que não se envolve com uma colega sua, não namora uma garota da sua idade?! Eu achei que fosse alguma menina da sua sala! Por que eu?!

-porque eu gosto de você! (eu levantei a cabeça e segurei suas mãos de novo, tava investindo pra valer, não queria saber mais de nada, tava me jogando com tudo)

-Daniel, eu tenho idade de ser sua mãe. E eu sou casada. (ela puxou as mãos de volta, e falou com uma cara de repreensão e num tom sério. Fiquei com muita vergonha, agora foi um choque de realidade pra mim, caiu a ficha do quanto era ridículo e sem noção aquilo, fiquei com muita vergonha)

-você... Quer que eu vá embora, é isso? (eu disse meio soluçando)

-Não, não quero isso. Apenas, me deixe pensar tá bom! (ela falou com raiva e até me assustou)

-ta, desculpa. (falei assustado)

-Não, não, desculpa, eu to muito nervosa, me perdoe, não quis ser grosseira com você meu bem. Mas, olhe só o que está me dizendo! Eu tenho muito carinho por você, sempre tive, você era importante pra mim, nos últimos anos eu me afastei um pouco porque eu vi que você tinha crescido, não era mais aquele garotinho que eu botava no colo e brincava de pega-pega! Mas eu sempre gostei de você do mesmo jeito, você pra mim, Dani, é quase como se fosse um filhonessa hora eu abaixei a cabeça, fiquei arrasado, eu queria ir embora dali o mais rápido possível e chorar pra valer até não ter mais lágrimas)

-Eu sinto muito falar isso, mas eu também não quero ser falsa, você tem que perceber que essa consideração que você tem por mim não é a mesma que tenho por você, eu te vejo com olhos de cuidado e carinho, porque eu gosto de você de um jeito diferente. E na sua idade os sentimentos são confusos, você nem sabe realmente o que sente, e isso é muito passageiro... (eu não deixei ela terminar de falar)

-tá bom, eu posso ir embora então? (falei enxugando umas lágrimas)

-Daniel, você está sendo cruel comigo. Eu gosto muito de você, e está simplesmente me dando as costas por eu não corresponder como você espera.

-se gosta tanto de mim assim por que não realiza meu desejo? Eu quero tanto ficar contigo, tanto! (falei dengoso, já chorando, tava desesperado e fazendo de tudo pra tentar cativá-la)

-Você está sendo egoísta! E o meu casamento, como fica? E nossa relação perante os outros, eu sou amiga dos seus pais, o que você pensa que eles iriam achar disso?! E principalmente, o que eu quero não vale? Só porque é o seu desejo, ele deve ser realizado, sem levar em conta o meu desejo, é isso? Gostar de alguém pra você, significa fazer tudo que a outra pessoa quer?! Porque ainda que seja, você também está errado por não realizar o meu desejo de sermos só amigos como sempre.

Eu me joguei nos pés dela já chorando desesperado:

-por favor, professora Sophia, eu imploro! Por favor, eu gosto tanto de você, eu quero ficar contigo, eu quero ficar contigo mais que todas as coisas, eu te imploro! Professora... eu te amo!!!

-Meu Deus! Daniel, pare com isso, isso é um absurdo, você não pode me pedir uma coisa assim! Por favor, se levante. (ela ficou muito assustada quando eu fiz isso)

-o que eu preciso fazer? Me diz o que você quiser, eu faço só pra ficar contigo!

-Daniel não há nada que você possa fazer; isso não é algo que possa ser conseguido por meio de favores...

Eu não deixei ela terminar de falar, me levantei repentinamente e a abracei, me agarrei ao seu corpo... Suave e perfumado, eu já chorava como um bezerro desmamado, eu chorei muito nos braços daquela mulher... Até me lembro com um pouco de vergonha desse momento, mas ao mesmo tempo, lembro que eu fiz o que realmente queria fazer, que era me entregar pra ela. Eu me agarrei a ela com todas as minhas forças chorando muito. Ela ficou imóvel diante da minha atitude.

-por favor, professora, eu amo você, Sophia! Eu te amo tanto! Você é meu amor desde criança!

-Dani... (ela esboçou falar algo, mas ficou muda diante do que eu fiz! Nem eu mesmo acreditei que estava em prantos nos seus braços me declarando pra ela daquela forma, aquilo foi... tão surreal...)

-sei de todas as coisas que podem acontecer, sei que sou um filho pra você, sei que não podemos jamais passar da relação de professora e aluno, mas... Eu a amo tanto minha professora, não me mande ir embora, não me diga que é impossível, por favor! Minha primeira paixão de criança foi você... Agora temos tão pouco tempo juntos, não me abandona... Por favor! (eu soluçava debruçado em seu ombro)

-Calma. Está tudo bem, está tudo bem... (ela envolve os braços no meu corpo e carinhosamente corresponde ao meu abraço, com uma das mãos ela sobe pra minha cabeça e acaricia meus cabelos tentando acalmar meus soluçosCalma meu bem, eu estou aqui, ta bom? Não vou te mandar embora de jeito nenhum, pode ficar aqui comigo, se acalme, vai ficar tudo bem, ta? Shhhh... Shhhh... Calma, meu bebê. (ela me abraçava acariciando meus cabelos e se balançando, como uma mãe que acalma o seu bebê que estava chorando; eu me senti no céu naquele momento, envolvido pelos braços carinhosos e maduros da minha professora, da mulher que eu desejavaeu permanecia desesperado, apesar de estar em seus braços, ainda estava muito tenso por extravasar naquele momento, sentimentos guardados por anos e anos...)

-Oh meu bebê não chore, assim você me deixa desesperada também. Eu me lembro de quando você era criança... É engraçado porque você ainda parece aquele menino que costumava ficar por último na sala e eu tinha que copiar sua tarefa por você. Tão ligado a mim, tão dpendente... (ela diz rindo um pouco)-Você se lembra de quando você precisava melhorar na escola pra seu pai te dar uma coisa de presente e aí você não conseguia e eu tinha que copiar a atividade por você de novo, você acabava não ganhando o que queria e começava a chorar, sua mãe brigava com você e eu que ia te consolar, eu nunca consegui te ver chorar... E olha como estamos agora, como eu fazia antigamente... Eu vi você crescer, mas... Você não está tão diferente agora. (ela falava tudo isso bem pertinho do meu ouvido com uma voz meiga enquanto acariciava meus cabelos, e eu debruçado no seu ombro escutava com atenção)

-quando meu pai não me dava o que eu queria você tentava convencê-lo a reconsiderar, e mesmo assim ele não voltava atrás e você não podia fazer nada, mas dessa vez você pode me dar o que eu quero. (eu disse com voz chorosa fazendo manha)

-Mas Daniel! Naquela época você queria brinquedos, é claro que eu iria pedir que seu pai te desse o que você queria! Era uma coisa tão simples, e eu não podia vê-lo chorar, mas agora o que você quer... Sou eu. (que irônico rsrs)

-e então não pode me dar isso?

-Dani, isso não é tão simples assim, e sabe disso! Você não devia me pressionar assim com essas chantagens emocionais, isso não é justo.

-eu to tão desesperado, falta tão pouco tempo pra nos separarmos, eu não queria que partisse e eu ficasse pra sempre com esse sentimento perdido.

-Olha, eu prometo que eu vou pensar nisso, vou pensar por você... Mesmo não sendo esse tipo de sentimento que eu tenho por você... Eu não podia nem estar falando isso, mas eu também não quero te ver chorar por minha causa... (ela sussurrava no meu ouvido, acariciando meus cabelos, me acalmando nos seus braços)

-você vai fazer o que então? (Eu disse ainda soluçando um pouco)

-Vamos conversar um pouco, nós somos amigos, não somos?

-sim. (eu disse com a cabeça encostada no seu ombro)

-Então... Desde quando você alimenta isso, esse sentimento? Faz muito tempo que... (ela disse sentando no sofá)

-desde sempre, eu gostava de você ainda quando era criança, mas to dizendo agora porque não queria me lastimar pra sempre lembrando que você partiu sem saber de nada, então eu disse tudo agora. Me desculpa, eu não sabia como expressar, eu não sou muito experiente em cantadas... E também não achei que seria correto ficar te cantando... (eu disse já me recompondo sentado no mesmo sofá)

-Eu sei meu bem. E está certo, eu não iria mesmo gostar que você ficasse com indiretas pra mim, eu sou sua professora e exijo respeito... Acho foi melhor assim. (ela disse acariciando meu rosto, enxugando as últimas lágrimasEu falei outro dia brincando com você, mas eu sei que você é tímido, é introvertido, você não é de tá farreando por ai, você mal tem amigos... Ou pelo menos amigos próximos. Eu nunca te vi com uma garota, você é sempre tão isolado, tão quieto no fundo da sala, anda sozinho no recreio... Vez por outra fica junto de outros colegas. (eu olhava meio agitado pra ela, ela já conversava calma)

-você me conhece... (eu sorri meio sem graça)

-Eu to preocupada, Dani... A gente nunca mais teve oportunidade de conversar assim, mas eu sempre estive de olho em você... Eu não acho proveitoso viver tão só assim.

- eu passo mais tempo com minhas coisas que com outras pessoas, não sou muito sociável, e tenho medo de tentar aproximações... Eu acho que não faz o meu tipo, não é da minha natureza buscar interações, eu só respondo a elas quando as pessoas vêm a mim.

-Você é muito solitário, Dani... Me diz, Você nunca beijou na boca, não é? (eu abaixei a cabeça com vergonha, mas ela falava com seu tom doceNão fique com vergonha, isso é até um tanto admirável pra mim sabia?

-admirável?! (eu levantei o rosto)

-É... A imensa maioria dos garotos são tão galinhas, mulherengos e sem valores... Eu fico observando eles na escola mesmo, o comportamento deles é tão... O jeito que eles falam de sexo, desbocados, sem respeito, sem moral. Eu não to querendo bancar a puritana, mas eu vejo como conversam sobre meninas, como tratam elas, como eles ficam com tantas... Tão jovens e já tão farristas.

-... são uns babacas. (resmunguei de lado, lembrando como me infernizavamE em meio a toda essa atmosfera de promiscuidade dos jovens, você ta aí... Puro e intocado. Eu acho algo bonito. (ela sorriu pra mim agora)

-nem todos pensam assim... (lamentei cabisbaixo, lembrando o quanto isso é motivo de zoação na turma.)

-Adolescência, tempo que se busca aceitação. É difícil ser contra o padrão, eu sei porque eu também era... A nerd de óculos, estudiosa, desengonçada, cabelo assanhado e viciada em filmes e histórias em quadrinhos. Também fui atazanada nessa idade, sabia? (ela rindo, chegou mais perto de mim, a conversa ficava mais tranqüila)

-você, professora?

-Pois é... Meu primeiro beijo foi quase um estupro, um babaca que me iludiu e me usou... Ingênua, cai na conversa mole dele, ele era tão grosseiro e eu melindrosa e assustada nessa época... Foi bem forçado, eu nem gostei tanto. E depois ainda descobri que ele ficou comigo por causa de uma aposta... Que bom que não passou do beijo. Fiquei com muita raiva de garotos, depois disso passei um bom tempo sem querer saber de namoros. O Mundo está cheio de babacascomo seu marido? Por que você nunca usa a aliança? (ela olhou pra mim assustada quando falei isso, eu deixei escapar uma fagulha da minha raiva do marido dela, odiava o fato dela ser casada)

-Eu e o Kelder estamos com problemas na relação, ele é uma pessoa complicada, é como se estivéssemos dando um tempo, nós brigamos depois que eu descobri que ele estava me traindo, não sei se essa relação ainda tem futuro, por isso tirei a aliança porque não confio mais nele como antes, mas como não estamos separados oficialmente tento manter a imagem de uma mulher honesta e correta e digo que sou casada, porque na verdade... Eu realmente sou casada.

-professora Sophia, desculpa por tudo isso, eu sou um idiota!

-... (ela ficou assustada quando eu repentinamente mudei de postura)

-me perdoa por tentar flertar contigo, se quiser que eu vá embora agora eu vou entender, eu não quero te fazer mal (quando eu disse isso ela se aproximou mais de mim e olhou bem nos meus olhos)

-Você ta vendo agora? Há alguns minutos você se jogou aos prantos nos meus braços me implorando que eu compreendesse seu sentimento, e agora que eu te contei dos meus problemas você quer voltar atrás pra não me prejudicar. Você se preocupa mais comigo do que com seus desejos... Isso se chama caráter. Você é mais homem do que ele! (eu fiquei muito surpreso com isso e não entendi bem o que ela quis dizer naquela hora, mas hoje eu entendo)

-eu... Eu só não quero ver algo ruim acontecer contigo por esse meu sentimento egoísta.

-Ei! Não é egoísta! Você é um adolescente, tudo é novo pra você; essas coisas acontecem, vai aprender a lidar com o tempo, e coisas assim são importantes pra você, está descobrindo seus sentimentos... Sabe, por vezes eu já até me peguei pensando por algum tempo atrás em como você estava lidando com seus sentimentos novos... Seu primeiro amor. E quem diria... Sou eu...? (ela sorriu pra me confortar)

-eu amo você desde criança, sempre fui apaixonado por você, só tinha medo que deixasse de gostar de mim se eu te contasse. Esse sentimento não é novo.

-Os professores são como segundos pais, eles passam grande parte do nosso dia com a gente, e naturalmente se desenvolve alguns sentimentos por eles... Eu e você nos aproximamos mais do que o normal até, eu sempre estive junto de você por toda a sua infância, eu cuidava de você com muito carinho, me preocupava com você e tinha todas as atenções pra você como se fosse o centro da minha vida, mesmo com minhas obrigações, eu te mimava tanto. Eu costumava brincar com sua mãe dizendo que você era mais meu do que dela, por ela ser muito ocupada você acabou passando muito mais tempo comigo que com seus pais... Eu cuidei de você mais do que eles talvez... (eu escutava atento ela falar)

–...quanto mais você me mimava, mais desejo por ti eu sentia!

-Nossa... Eu jamais imaginaria que estava nutrindo isso em você.

-não era com malícia... quer dizer, até era malicioso mas eu nunca tive intenção de pensar de forma maldosa, eu sempre fiz questão foi exatamente de esconder isso comigo! Nunca quis te chatear com algo assim, eu morria de medo que algum dia você notasse o que eu realmente sentia por você... E ai deixasse de gostar de mim...

-Não se preocupe, eu não to repreendendo seu sentimento! Só to surpresa...

-eu sei, eu sou muito estranho, minhas coisas são bizarras...

Bom, não sou psicóloga, mas já estudei um pouco a respeito... Nossa ligação foi bem mais profunda que qualquer outra de professora-aluno. A verdade é que talvez você tenha dentro de si um imenso desejo de se entregar a alguém, e a pessoa que cuida de você vai acabar sendo justamente a quem você vai se apegar e ser atraído por sentir que está seguro nas mãos dela...

-acho que é isso mesmo que eu sinto... (eu ri, parecia que ela tinha desvendado o mistério pra mim)

-Eu entendo, meu amor... Pensando bem, se esse for mesmo um traço de personalidade sua, como fui praticamente sua babá e cuidei de você por tanto tempo seria até natural que eu acabasse me tornando o centro das suas vontades, não é estranho mesmo que tenha se sentido atraído por mim. E se eu, que sou uma mulher tão problemática e cheia de falhas e infortúnios, fui agraciada de ser a primeira paixão de um garoto tão doce e puro, não vou criticar seu coração. (suas mãos acariciaram meu rosto)

-você é o amor da minha vida... (ela riu)

-Mas você é muito ingênuo... Realmente precisa de mim pra cuidar de você. (ela me puxou pra perto do seu corpo e me abraçou de um jeito tão carinhoso, e beijou minha cabeça)

-eu queria ficar aqui pra sempre, no seu colo... (falei fechando os olhos e abraçando mais forte seu corpo... Cheiroso como antigamente)

(ela ficava me dando beijinhos na minha cabeça)

-Olha Dani, tá começando a ficar meio tarde, acho que é melhor que você vá pra casa agora, amanhã, depois da aula eu vou estar na sala dos professores terminando uns afazeres, ela fica vazia há essa hora, vou esperar você lá, a gente vai conversar melhor. Agora vá pra casa, eu não vou poder te deixar lá hoje, tenho compromissos agora à noite, mas tudo será resolvido amanhã, não se preocupe. (fiquei meio frustrado, mas muito ansioso pelo que viria a seguir, me levantei e fui embora.)

Quando cheguei a casa tinha um grande alvoroço por causa da minha avó que estava muito doente todo mundo estava prestando atenção nela, e tinha grande chance de precisarem viajar com ela pra outra cidade e deixá-la internada por causa do que ela tinha, era muito grave. Eu não consegui me concentrar muito na matéria que eu estava estudando, foi difícil desviar o pensamento de Sophia, eu só me lembrava do que poderia acontecer no dia seguinte, fui dormir pensando nela, até demorei muito a pegar no sono, acabei dormindo bem tarde e quando dormi sonhei que ela estava indo embora, que eu chegava atrasado à escola e ela já havia ido embora... É, sonhos não fazem muito sentido mesmo... Acho que foi um pesadelo por causa da ansiedade, a coisa que mais passava pela minha cabeça é que finalmente eu talvez teria a chance tocar naqueles peitões de Sophia, aqueles seios que eu tanto babava. Coincidentemente eu acabei acordando tarde mesmo e cheguei alguns minutos atrasado, mas como já era recuperação mesmo a coordenação permitiu que eu entrasse pra assistir a aula, as aulas eram alternadas já que eu não tinha ficado em todas as matérias. Quando as aulas finalmente terminaram, eu fiquei mais calmo deu pra prestar atenção, durante todo o tempo me lembrei do sonho que ela iria embora e de vez em quando eu a via de longe em um pátio ou outra sala, mas sempre percebia que ela não tinha ido embora e consegui me acalmar com isso. Quando a última aula terminou, eu fiquei enrolando pra esperar esvaziar mais a escola, até que passado um tempinho eu fui até a sala dos professores, andei bem devagar com passos fundos e duros, coração saindo pela boca, entrei de mansinho na sala, tinha uns sofás ao redor, uma mesa no centro, ela estava sentada de costas para a porta com uma pasta e uns papéis ao redor em cima da mesa. Eu passei da porta respirei fundo e comecei a andar bem devagar e sem fazer barulho enquanto ela continuava concentrada no trabalho dela, e fiquei bem paralisado não sabia muito bem o que fazer:

-Pode entrar, eu não vou te morder. (ela me disse ainda mexendo nos papéis com um tom meio sarcástico sem olhar pra mim)

-desculpa. (eu disse indo em direção a um sofá ao lado ainda nervoso e andando devagar)

-O que foi? Você sempre foi tão calmo e relaxado, e está tenso agora, ta até me assustando. (ela disse ainda mexendo nos papéis e arrumando na mesa enquanto eu me sentava no sofá)

-eu to muito tenso mesmo, desculpa. (eu disse rindo um pouco)

-E o que houve? Ficou tenso depois de se declarar pra mim? (ela disse sorrindo e virando o rosto pra mim, estava tão linda... Tinha uma flor no cabelo, ela usava esses enfeites de vez em quando, cabelo preso num coque e franja no canto da testame confortava tanto pensar em tudo que já tínhamos passado juntos, eu podia me recostar que ela estaria no comando, ela me guiava, era gostoso saber que ela ditava e eu podia só relaxar e segui-la.)

-E aí? Dormiu bem? (ela se senta do meu lado e se vira olhando pra mim, e fico me tremendo, eu queria tanto aquilo que quando finalmente começa a se realizar minha mente não processa, eu não conseguia acreditar, a ficha não caía. Ela falou comigo com um olhar penetrante, um sorriso malicioso, um tom persuasivo, como se tomasse mais ainda o controle da situaçãonão. (eu ficava gaguejando, ela começou a alisar meu corpo sutilmente, eu suava frio)

-Você se abriu comigo, desabafou o que tanto queria contar há tempos, não está mais tranquilo? (ela deslizava o dedo indicador pelo meu corpo, ela estava me alisando!)

-não, talvez seja o contrário. (as palavras quase não saiam da minha boca)

-E Por quê? (ela continuava se insinuando)

-eu... Eu to ficando mais nervoso ainda, você está... Me tocando assim. (nessa hora eu até ri um pouco)

-Hum, e você não gosta? (ela falou em tom muito malicioso deslizando o dedo indicador nos meus lábios)

-eu... Gosto... Só não esperava que você fizesse isso... (eu me tremia, suava frio, gaguejava, mas no fundo eu tava adorando finalmente uma mulher de verdade pra passar por cima da minha timidez e dar em cima de mim desse jeito)

Ela se aproximou do meu ouvido e sussurrou:

-Então se prepare, porque daqui pra frente vou ser uma caixinha de surpresas pra você...

-nossa... professora... (eu ri sem graça sentindo o arrepio ao ouvi-la sussurrar aquilo tão próximo do meu ouvido)

-Eu estive pensando você... (aquilo teve uma conotação suspeita naquele momento...)

-sério? (eu não cabia em mim de euforia e tensão)

-Aham... Há muito tempo que você não é mais criança, isso não é nenhuma novidade não é? É bobeira minha insistir em olhar pra você com os mesmos olhos de quando te pegava no colo... Certo? Afinal o meu menino cresceu. (ela me olhava de uma maneira diferente, penetrante, sedutora e me tocava de um jeito que nunca tinha feito antes... Como mulher e não como babá de antes...)

-eu cresci e te enxergo de uma maneira errada...

-Não. Não é errada, eu não te recrimino por me desejar... Eu aceito a forma que você olha pra mim.

-achei que você não gostasse de mim desse jeito... (fiquei ainda mais atônito)

-Você mexeu muito comigo ontem, Daniel... Eu não sei mais ao certo o que sinto, vi que meu menino está diferente... E sente coisas diferentes. Diante disso... Me peguei pensando coisas malucas de ontem pra hoje, como se você passasse a significar algo novo pra mim. Algo muito diferente de antes. E eu senti desejo por você! Eu ainda to confusa com tudo, mas eu estou sentindo algo a mais por você também... E eu tenho vontade de explorar isso. Aproveitar o que ta acontecendo entre a gente... (ela falava esfregando os dedos nos meus lábios, em seguida ela mordeu levemente minha orelha, eu senti um choque)

-Professora...

-Você não quer mais, é isso? (ela para tudo e olha nos meus olhos)

-eu... Eu to com medo, desculpa...

-Dani... Relaxe ta bem? (seu jeito de sedutora mudou, ela tentou me acalmar)

-mas espera... E o seu marido? Você não tem medo de alguém ver?! Ainda tem algumas pessoas na escola, tem muitos alunos lá fora, eles podem passar aqui em frente e acabar vendo qualquer coisa. E se nos pegarem?! Vai ser um escândalo pra você se te virem fazendo isso comigo! (falei meio assustado)

-O meu marido, há essa hora deve estar com a aquela outra vadia dele, não tá nem aí pra mim! Por que eu deveria me importar com ele?!

-eu não to pedindo pra você ser fiel a ele, professora. O seu casamento foi a maior decepção da minha vida! Eu jamais iria querer preservar isso! Eu to preocupado é com a sua dignidade e reputação! (aproveitei pra desabafar isso também na hora)

-Meu Deus, Dani... Eu devo ter feito você sofrer tanto não é? (ela acariciou meu rosto com semblante de surpresa e tristeza ao mesmo tempo...)

-tudo bem, você não teve culpa... Não tinha nada que pudesse ser feito, você tinha sua vida, eu era só um pirralho, e você nem sabia de nada...

-Eu nem queria realmente me casar na verdade... Foi porque meus pais insistiram e forçaram a barra dizendo que eu devia aproveitar, que o Kelder era um bom partido porque tinha boa condição financeira... Por mim eu ainda iria repensar muito se era com ele mesmo que eu queria ficar... Mas acabei indo na vontade dos meus pais e meti os pés pelas mãos... Me perdoe por ter te magoado, meu bem! (ela me abraçou forte e beijou minha testa)

-tudo bem, professora, já passou... E a gente ta aqui agora.

-Isso, a gente ta aqui agora... Eu não quero mais arrependimentos, não quero mais frustrações, não quero mais cafajestes na minha vida! Chega de perder tempo com desilusões... Ao menos no meu último ato por aqui.

-só quero ficar contigo por todo o tempo que restar... Eu só quero você professora! Eu desejo você mais que qualquer coisa na minha vida!!! (eu quase gritei pra ela. Ela me olhou com ternura me acariciando)

-Espero que consiga me redimir de tudo que fiz você passar, de todo o sofrimento que você teve por guardar isso consigo todo esse tempo, quero passar meus últimos momentos aqui com você!

Meus olhos deviam estar brilhando, eu simplesmente não acreditava... Ela colocou os braços pra trás e tirou a caneta que prendia seus cabelos deixando as madeixas avermelhadas recaírem sobre seus ombros, eu babava admirando sua imensa beleza, era a mulher mais linda que eu já havia visto sem dúvidas! Ela abre os olhos e olha fixamente pra mim com um leve sorriso e os cabelos soltos que batiam nas suas costaseu mal podia acreditar, me tremia, suava frio, eu estava sonhando...)

-Você ontem me implorou por isso... Eu ainda sou seu primeiro amor? (ela falou com uma voz doce enquanto deslizava suavemente os dedos pelo meu rosto)

-... É sim. (essas palavras quase não saíram da minha boca)

Ela foi aproximando o rosto de mim, e quando nossos narizes se tocaram ela levou o rosto pro lado e foi em direção ao meu pescoço, ela passava a palma de sua mão direita pelo meu rosto delicadamente, com a esquerda ela segurou a minha mão, quando sua mão procurou a minha eu senti que realmente ela iria ficar comigo, nossos dedos se entrelaçaram e ela começou a dar beijos na minha bochecha e foi descendo pro pescoço, estava sendo possuído por aquela mulher, eu podia sentir seus suspiros de desejo no meu pescoço, eu não acreditava... Ela nunca havia me tocado assim, até aquele momento eu ela só havia me dado afagos de ternura, mas agora era completamente diferente... Ela me tocava com desejo! Suas carícias voluptuosas me arrepiavam muito, me enlouqueciam... Nossa, ela estava me tocando com tesão! Era um sonho, inacreditável, era mesmo minha professora Sophia que me tocava naquele momento?! Ela beijava próxima a minha nuca, eram beijos demorados e profundos e a cada beijo eu sentia um arrepio maior e ficava ofegante, minha mão suava, eu não estava nem um pouco acostumado com aquilo, nunca tinha sido tocado por uma mulher, tudo era tão novo, e eu assustado com aquelas novas sensações que seus toques causavam segurei mais firme sua mão, ela percebeu, vendo o quanto eu estava nervoso ela sorriu acariciando meu rosto com a outra mão:

-Calma... (ela sussurrou sorrindo ainda de olhos fechados enquanto dava beijos no meu pescoço)

-desculpa, professora... (mesmo nervoso e tenso eu havia ficado excitado, estava com vergonha que ela visse)

-Relaxe, meu bebê... Eu vou cuidar de você. (ela disse como fazia quando eu tinha 7 anos, com uma voz doce e confortante, com a mão direita acariciou a minha que ela segurava com a outra)

E simplesmente me inclinou um pouco no sofá e com a mão no meu rosto ela aproximou o dela e foi fechando os olhos, quando eu a vi fechando os olhos eu não acreditei, mas fechei os meus também e ao sentir sua respiração se aproximar meu coração disparou, uma seqüência interminável de arrepios subiram e todo meu corpo estremeceu, seus lábios tocaram os meus !!!

Eu estava encostado no sofá e ela por cima de mim entrelaçando seus braços no meu corpo, enquanto acariciava meu rosto, eu tentava corresponder envolvendo meu braço na sua cintura, e depois coloquei o outro no seu pescoço. Comecei a abrir minha boca um pouco e senti sua língua invadindo minha boca nunca antes tocada, senti o gosto da sua saliva e involuntariamente suguei gentilmente a saliva de sua boca, acho que ela, percebendo soltou-se mais deixando o toque leve, porém, o beijo muito quente e molhado; descobri nesse momento que gostava de beijos bem molhados (rsrsrs). Senti o gosto da sua língua e suguei levemente deixando sempre ela me dominar, me contagiar, me envolver. Fui coberto no toque daquela mulher que há tanto tempo eu desejava nas minhas fantasias juvenis. Meu primeiro beijo foi mágico. Ela se movimentou sobre mim, passou a perna sobre minha barriga e sentou sobre o meu colo de pernas abertas, ficando de joelhos no sofá, eu sentado e ela por cima de mim me acariciando e beijando minha boca com desejo, eu sentia o quanto ela me apertava e me agarrava, me beijava com muito desejo, sua saliva quente escorria pela minha língua até a minha garganta, ela relaxou o corpo e como estava sobre mim ela sentou no meu colo, já estava ficando sem fôlego e nossos lábios se desgrudaram, no mesmo momento que ela acaba relaxando o corpo e o peso dela fica sobre o meu membro que já estava ereto por baixo da calça, quando ela sentiu que eu estava excitado, ainda de olhos entre abertos vejo seu leve sorriso sacana e ela remexe um pouco o quadril esfregando o bumbum no meu colo, tudo isso por cima da calça dela e da minha:

-Sabia que eu tinha conseguido te deixar assim... (ela sussurra perto do meu ouvido)

-desculpa, não queria que você visse que eu to assim, não quero parecer um tarado... To morrendo de vergonha... (nós falávamos sussurrando entre suspiros)

-Eu quero que fique assim! Fique excitado por mim... Quero sentir seu desejo por mim...

Ela ficou passando a mão sobre meu pênis duro por cima da calça, massageando, eu quase desmaiei! Até que ela se aproximou do meu ouvido e sussurrou com uma voz bem perversa:

- Eu quero tirar sua virgindade!

Eu não acreditava, tava em choque e pra lá de excitado com essas carícias dela, ela não parava de mordiscar minha orelha e meu pescoço que já devia estar marcado pelos dentes dela, enquanto massageava meu membro. Depois ela volta a me beijar com mais desejo ainda, enquanto, no meu colo, ela remexia o quadril esfregando a bunda em cima do volume do meu membro duro, ela empurrava meu braço pra que eu agarrasse ainda mais sua cintura, ela remexia o quadril de forma frenética, enquanto me beijava vorazmente, sua boca molhada sugava meus lábios, sua língua deslizava pelo céu da minha boca enquanto a enchia com sua saliva doce, eu estava enlouquecendo com aquele beijo e com a bunda dela esfregando em cima do meu membro. Os nossos lábios foram lentamente se desgrudando e os fios de saliva foram se desfazendo à medida que ela afastava a boca da minha, já ofegante eu não tinha mais fogo pra continuar, mas desejava muito mais ser domado pelas suas mãos, sua língua, seu toque... Ainda de olhos fechados fui sentindo sua respiração vagarosamente se afastar de mim, abri lentamente os olhos e fui vendo um sorriso no seu rosto, ela ainda sentada no meu colo, se movimenta pra acomodar o meu volume entre as nádegas, ainda por cima das nossas calças:

-Sua boca tem gosto de caramelo... (ela disse rindoeu não consegui dizer nada, ainda estava em êxtase e ofegante)

-Então... O que achou do seu primeiro beijo? (ela perguntou em tom sarcástico)

-eu... Não sei o que dizer.

-Foi como você esperava?

- o que eu esperava não chegou nem perto disso. (nós dois riamos um pouco ofegantes ainda, ela olhava bem nos meus olhos, ainda no meu colo, sentada sobre meu corpo)

-Vou encarar isso como um elogio... (nós dois ficamos apenas sussurrando um pro outro)

- ta mesmo interessada saber disso? (falei fazendo bico)

-Bom, eu gostei de tirar seu “bv”... (ela riu) –Eu estou feliz de saber que sou sua primeira, pra mim é um momento sublime, Você sempre foi meu menininho fofo, eu nunca imaginei que viria a sentir tara por você como to sentindo agora. E estou feliz de poder te dar um momento assim, eu estou gostando de te guiar, de te ensinar a dar seus primeiros passos, seu primeiro beijo é importante pra mim também. (ela falava de um jeito tão doce, e olhava bem fundo dentro dos meus olhos enquanto acariciava meu rostoeu só conseguia olhá-la e olhá-la, o quanto ela era linda e maravilhosa, admirar sua beleza... Eu não cabia em mim de tanta alegria e satisfação de estar nos braços dela...)

-Sabe quando eu te via tão inocente e bobinho, quando você era criança, eu me perguntava às vezes como seria quando você beijasse a primeira vez, com quem seria e como você faria... Nunca imaginei que seria eu mesma a te dar seu primeiro beijo!

-ta bom... Foi demais, eu amei... (falei rindo um pouco pra quebrar o gelo)

-É, eu percebi, você ta bem animadinho aqui em baixo né... (Ela riu com malícia) - Sabe... Beijar você me deixou molhada também. (ela sussurrava rindo)- Você sabe o que quer dizer isso?

-olha não precisa me subestimar também, eu sou inexperiente no prático, mas eu sei muita coisa no teórico tá...

-Ah, você sabe é? (a gente começou a se beijar de novo, ela dizia sussurrando entre risadas e beijos)

-eu já li muito, já vi muitos tipos, eu sei como a coisa “funciona”... (a gente continuava nos amassos no sofá. Muito do que eu sabia quando disse nesse dia foi do que lia desse próprio site (rsrsrsEla me olhou rindo desconfiada)

-Professora, também tem outra coisa que eu queria dizer...

-Hum! (ela para de me beijar e olha curiosa)

-eu... (me aproximei do seu ouvido e falei bem perto, ela ainda estava sentada no meu colo com meu membro encaixado entre sua bunda) – eu sempre te via na escola e ficava imaginando como seriam os seus seios... Eu sou fissurado por eles, são tão grandes... Desde os dez anos que eu sou louco pelos seus seios.

-O quê? Você disse que imagina meus seios?! (ela se afastou e disse num misto de susto e risada)

-você disse que eu poderia falar tudo, não é? Eu tenho tara pelos seus peitos, desde os dez anos que eu olho pra eles, durante a aula, eu sento bem lá atrás, então quando você pensava que eu estava prestando atenção na sua explicação eu estava era olhando pros seus seios. (eu falava meio bobo, quase rindo)

-Eu... Eu nem sei o que dizer. (ela falava assustada e rindo ao mesmo tempoE... O que você quer? (ela pergunta ainda sem entender direito)

- me deixa tocar neles? (falei com carinha de cachorrinho abandonado pedindo pra ela deixar)

-Você quer tocar... Nos meus seios? (ela continua brincalhona)

-humrum! (eu tava tão empolgado)

-Ai Dani! Você não existe... (ela virava pro lado rindo)

Ela olhou com uma cara de que não acreditava no que tava ouvindo, e eu ainda com cara de manha pra ver se ela deixava, eu queria tanto pegar nos seios dela. Até que eu sutilmente levantei a mão como se fosse tocar, mas fui bem devagar ainda estava esperando pela permissão dela, só que ela quando viu minha mão se movimentando olhou ainda com cara de espanto e rindo ao mesmo tempo, de repente nós ouvimos uns barulhos ela olhou pra porta na hora que passou umas meninas e depois outros dois professores conversando, em seguida uns garotos do 2º ano médio que estavam indo embora, eu quase tive um treco, ela saiu de cima de mim no pulo, tamanho foi o susto que nós levamos. Ela esperou eles se afastarem olhou um pouco pra ver se não aparecia mais ninguém e depois olhou pra mim de novo, olhou minha mão um pouco levantada e pegou minha mão e levou em direção ao seu seio, eu não conseguia acreditar que um de meus maiores sonhos estava prestes a se realizar, eu ia agarrar aquele peitão! Com a mão dela ela colocou a minha mão direita em cima do seu seio esquerdo e empurrou pra que eu sentisse bem.

-ah... (eu em êxtase, segurava o seio dela, não consegui acreditar naquilo)

-Aperta. (ela disse segurando minha mão no seu peito, eu obedeci e apertei bem o peito delaIsso, assim... (ela também ria um pouco com minha cara de encantamento, apesar de extremamente excitante, aquele momento também foi bem cômico)

Ela puxou minha outra mão e colocou em cima do seio direito, ficando as duas mãos em cima de seus peitos, era uma maravilha, ela fazia movimentos circulares nos dois com as minhas mãos, eu aproveitei e apertei mesmo, senti com vontade, os seios dela eram bem firmes e muito macios! Ela segurava minhas mãos nos seus peitos me fazendo girá-los e eu apertava, era muito gostoso brincar com os seios dela:

-são tão macios... E pesados.

-Você gosta deles né, seus olhinhos estão brilhando... Como poderia, esses mesmos olhos que eu já deixei felizes quando te dava brinquedos de presente, agora eu deixo você feliz por apertar meus peitos...

-é que é tão macio e gostoso... Eu poderia ficar aqui por horas! (eu dizia ainda hipnotizado pelos peitos dela enquanto Sophia mexia minhas mãos e eu apertava seus seios grandes e fartos, era por cima da blusa e do sutiã, mas ainda assim era delicioso ficar apertando aqueles peitos enormes!)

-Então tá, eu até gostaria também que você ficasse massageando meus seios aqui, mas desse jeito vai acabar fazendo melar meu sutiã, e eu tenho que ir agora. (ela disse e em seguida foi me empurrando pra longe no sofá)

-o quê?! Mas já?! E como assim melar seu sutiã?

-Calma, meu bebê. Sexta-feira, Amanhã, às quatro da tarde o Kelder vai viajar e passar dois a três dias fora, vá a minha casa, mais ou menos as quatro e dez, ele já deve ter ido embora há essa hora. A gente vai ter a casa só pra nós dois, e vamos poder nos divertir muito... Como nos velhos tempos! (ela deu um sorriso muito malicioso e piscou pra mim.)

-mas você disse que ia melar o sutiã, como assim? (ela riu se levantando, saiu da sala.)

Fui pra casa morrendo de ansiedade, vocês devem imaginar que numa situação daquelas seria horrível esperar um dia inteiro pra vê-la de novo, eu não me agüentava, fiquei uma pilha o dia inteiro, fiquei tentando fazer um monte de coisas pra tentar me distrair, não funcionou, nem dormir direito eu pude. Quando vi o sol nascer foi finalmente quando eu dormi, mas mesmo assim acordei muito cedo ainda, 10 da manhã, quinta-feira, e tive que ficar perambulando pela casa inventando de tudo pra me distrair, e novamente nada funcionou. Mas mesmo demorando muito, o tempo passou, mal almocei, fiquei deitado na minha cama imaginando como seria quando eu chegasse lá, imaginando o que ela estaria pensando, se estava ansiosa também, o que ela iria fazer, fiquei lembrando dela brincando comigo quando eu era criança, das nossas travessuras na casa dos pais dela, eu deitado no colo dela, das vezes que ela me defendeu dos meus pais, de quando os convencia a me poupar de um castigo... Foi uma sessão flasback (rsrsrs) e depois de lembrar de quando ela cuidava de mim assim, lembrei o porquê de gostar tanto dela, o porquê de estar apaixonado, e fiquei pensando na história de melar o sutiã dela, não entendi na hora e depois de pensar bastante veio a minha cabeça que talvez fosse melar o sutiã dela com leite! Fiquei elétrico quando essa hipótese veio a minha mente, talvez os seios dela estivessem cheios de leite! Isso explicaria o tamanho exagerado deles, e o peso. Não consegui me conter, disse aos meus pais que tinha combinado umas aulas a mais com ela e antes das quatro já estava lá, quando fui dobrando a esquina para entrar na rua dela vi que o marido dela ainda estava terminado de colocar a mala no carro e talvez demorasse a sair. A rua tava um pouco deserta. Fiquei esperando uns 40 minutos que para mim pareciam uma eternidade, logo começou a chover. Quando vi o carro dele passando fui até a esquina e vi-a se encostada à porta olhando, talvez me esperando. Só foi ela bater a porta que eu fui correndo na direção dela, nem toquei campainha nenhuma, minha euforia era tão grande que fui logo entrando casa adentro. Quando entrei percebi que ela não tinha notado minha presença e fui sorrateiramente por trás do sofá onde ela estava sentada.

E lentamente fui agarrando ela por trás, ela virou o rosto e quando me viu deu um grande sorriso, eu a beijei demoradamente, em seguida ela se levantou e olhou para a mochila:

-Trouxe os livros pra disfarçar? (ela pergunta rindo)

-bom, tinha que trazer né. E desculpa por vir agora, mas é que eu não consegui esperar, eu tava tão ansioso... (eu falei todo agoniado, ela nem me deixou terminar e pôs o dedo em minha boca)

-Shhhh... Tudo bem, eu não to brava, ele já saiu, e eu não esperava mesmo que você fosse agüentar até lá. (ela falou calmamente me acalentando, em seguida eu a abracei. Ela estava ali diante de mim, não era um sonho, eu estava na casa dela, sozinhos, minha doce professora, ela só um pouquinho mais alta que eu, porém, em volume corporal era bem maior que eu, o momento era sublimeOlha Dani... Eu não posso deixar de falar, tenho que pedir pra você. (eu olhei pra ela meio preocupado com o que seriaEu peço que quando isso acabar, você deve me esquecer. (aquilo me espantou de início)

-mas... Como assim?! Esquecer você? Eu não posso fazer isso... Professora, como pode me pedir uma coisa assim?!

-É pro seu bem. Eu vou embora, Daniel. Depois disso eu vou sair da sua vida, é o melhor a se fazer, é o melhor pra nós dois. Eu não quero me sentir culpada depois, e muito menos quero que sofra mais por mim. Você é muito novo, tem muita coisa pra viver ainda na juventude, eu não quero ser uma lembrança triste pra você, eu quero que siga sua vida! (eu fiquei muito desapontado, meio inquieto, ela silenciou por alguns instantes)

-... você quer se livrar dessa situação, é isso? Quer tirar o peso das costas, aliviar a responsabilidade que tem por eu estar apaixonado... (falei virando o rosto)

-Não, não é nada disso! Eu estou tentando fazer o que é melhor pra você! Daniel, apesar de tudo Eu ainda sou uma mulher casada pra todos os efeitos, e com quase o triplo da sua idade! Cheia de problemas e transtornos, não sou nem um pouco adequada pra namorar você ou algo do tipo, e permitir que você se entregue ainda mais a esse sentimento por mim seria até cruel da minha parte. Eu quero o melhor pra você, só isso. E vou fazer o necessário pra que você fique bem, são e salvo, eu te amo... Você é meu bebê, e te deixar será meu último ato de cuidado contigo... Você tem que compreender, por favor.

-se é tão ruim que a gente fique junto e você já vai embora assim que isso acabar por que ainda se dá ao trabalho de me chamar aqui, de ter feito tudo aquilo comigo, de ter me atiçado desse jeito?! Isso não é justo! (eu já estava quase chorando de novo)

-Eu nunca dei qualquer esperança de que pudéssemos ficar juntos, Dani... Eu sinto muito. Mas eu fui sincera com aquelas carícias, eu estou sentindo desejo por você também... Mas pro nosso bem é melhor que eu saia da sua vida, e você saia da minha... Precisamos seguir nossos rumos, mas sim, eu te quero e quero ter esses momentos contigo antes de partir... Será minha forma de me despedir de você. (ela olhava pra mim com ternura, sentia seu semblante meigo, doce enquanto fazia carinho no meu rosto)

-... E se eu não conseguir esquecer...? E se eu não puder simplesmente te deixar pra trás... E se eu não puder seguir em frente?!!

-Vamos ter que fazer esse sacrifício, eu sinto muito meu amor, infelizmente, não tem outro jeito. É necessário. (eu a abracei repentinamente segurando o choro)

-eu fui criado com você cuidando de mim, professora... Eu não vou deixar tudo isso pra trás! É como me pedir pra deixar minha vida pra trás! Eu cresci nos seus braços, sentindo seus afagos, seus cuidados... Eu sou seu! Você me fez seu, professora Sophia! (minhas lágrimas não se continham mais, meu rosto já estava banhado. Agarrado ao seu corpo sentia a mão dela deslizar por entre meus cabelos)

-Eu não queria abandonar você, eu juro que eu não queria... Se dependesse apenas da minha vontade as coisas não seriam assim. Mas eu não tenho controle disso, o destino não é a favor disso, e daqui pra frente você vai ter que seguir só, eu não posso ser seu relento pra sempre. Você vai ter que se conformar, eu vou embora, não vamos mais nos ver, e pra que você não sofra tanto o mais correto é que você me esqueça... (eu larguei ela, enxuguei as lágrimas tentando me acalmar, ela virou de costas pra mim)

-...

Ela saiu pra cozinha, eu fiquei ali mesmo na sala, olhei pela janela a chuva que caia, pensei a respeito... Não havia saída, tentei ao menos relaxar pra tentar curtir esses últimos momentos ao lado dela, era o melhor que eu podia fazer. Alguns minutos se passaram, me recompus, professora Sophia já vinha voltando da cozinha, também mais calma e caminhando com passos leves. Eu de costas pra ela escorado na janela olhava a chuva, ela escorada na parede perto do corredor me olhava serenaProfessora.

-Sim?

-... Ontem, na escola quando me beijou... Você disse que queria tirar minha virgindade... Falou sério? (eu balbuciei meio tímido, ela riu de leve)

-Falei. (ela disse com voz alegreeu olhei pra ela, ainda tímido sorri... ela sorriu de volta... Como se me acalentasse com aquele olhar doce)

-Mas tenho que conversar com você primeiro.

-como assim?

-O sexo é uma ligação muito íntima entre duas pessoas, a primeira vez então é algo que vai ficar marcado pro resto da sua vida... Pense direitinho, você precisa ter noção do nível de envolvimento dessa ligação, precisa ter certeza de com quem você deseja ter essa ligação. (ela falava já estando a minha frente me acariciando)

-você foi quem sempre cuidou de mim desde criança, e eu estou perdidamente apaixonado por você, professora... É a única coisa que eu sei.

-Então me diz... Você quer fazer amor comigo?

-... (senti um arrepio no corpo todo quando a ouvi sussurrar aquelas palavras olhando nos meus olhos! Meu corpo ficou bambo, eu fiquei tremendo diante de tal indagação de minha professoraela apenas sorria com ternura ao contemplar minhas reações)

-... Eu quero... Eu quero muito, professora. (ela riu e foi delicadamente conduzindo minhas mãos a envolverem sua cintura, me levando de encontro ao seu corpo, abracei-a apaixonadamente, ela sem parar de me acariciar me levou a recostar a cabeça em seu ombro)

-Eu sei que quer... Meu bebê. (ela beija minha testa)

Continuamos abraçados assim por cerca de dois a três minutos, achava maravilhoso ficar agarradinho com ela daquele jeito, era uma sensação tão grande de conforto, de aconchego e carinho, além de sentir o calor do seu corpo e o volume de suas formas me abrasarem, poder sentir as curvas e contornos daquela formosa mulher nos meus braços que tomaram a liberdade de passear um pouquinho pelo corpo dela. Ao mesmo tempo que me sentia acolhido em seu íntimo, eu viajava com as mãos pelo seu misterioso e fascinante corpo... Era uma mulher que estava ali comigo, o ser que tanto me encantava e desestruturava ao mesmo tempo. Deslizava da cintura para as costas e quadris lentamente, sentindo dar um certo prazer a ela pela maneira que seu corpo reagia e sua expressão de satisfação que se moldava, ela gostava de ser acariciada também, tocá-la era uma sensação deliciosa.

-você não ficaria zangada se eu dissesse que to morrendo de medo né...

-Ei, eu to aqui contigo! Pode confiar em mim, relaxe meu bem, eu vou ser cuidadosa com você. E também, você não me disse que já sabe no teórico? Vai ser fácil! (ela disse rindo acariciando meus cabelos enquanto correspondia o abraço)

-é que agora vai ser real...

-Eu sei, vamos com calma, primeiro vamos nos divertir um pouco, aí você vai relaxar, e então eu começo a te ensinar o “prático”. (ela riu)

Eu me afastei um pouco dela e reparei em seu corpo. Ela estava com uma saia um pouco curta e de tecido bem leve e solto, vestindo também só uma blusinha bem fina. Minha professora Sophia era de longe, a mulher mais bela que meus inocentes olhos já haviam visto.

-você é tão linda...

-Ah, muito obrigada (ela riu irônica)

Em seguida ela me deu um beijo na testa, e saiu pra cozinha novamente. Quando ela retornou eu estava sentado no sofá, bem nervoso, ela veio na minha direção e sentou olhando pra mim.

-Quero conversar com você. Faz tanto tempo que a gente não conversa pra valer...

-como antes?

-Humrum... Segredos, era uma delícia falar disso com você, eu adorava que você fosse meu confidenteaquilo era quando eu era criança... Agora era meio diferente, eu virei o rosto um tanto constrangido)

-Você tem vergonha de mim? Ou ainda podemos falar assim?

-é claro que não tenho vergonha de você.

-Então me diz... Você se masturba? (ela disse apoiando a cabeça no braço, se escorando no sofá)

-... sim. (eu sorri meio tímido pra ela, ela sorriu de volta)

-Tudo bem... É normal.

-eu não acho muito certo, então eu evito.

-Que besteira, não tem porquê. É seu corpo, você pode se tocar a vontadeeu estava corando o rosto de vergonha de falar disso com ela, por mais que eu tentasse me sentir a vontade...)

-Você assiste pornografia? (ela riuMe conta. Eu quero conhecer seu eu adolescente... Eu sempre fui sua confidente, não é?

-é sim. É que agora isso é muito embaraçoso...

-Eu sei... (ela sorriu pra mim)

-eu assisto sempre, antes de dormir, quase todos os dias eu assisto e me masturbo muito... Não é todo dia exatamente, mas eu acabo fazendo. (percebi que ela sorria enquanto eu falava)

-Que tipo você mais gosta? (ela tava toda solta, rindo)

-ah... Você quer saber isso?!

-Quero. E você quer me contar que eu sei! Você sempre gostou de trocar segredinho comigo...!

-... hum. (eu ri, ela estava certa)

-Ta vendo! Me conta vai, para de se fazer de rogado.

-eu gosto de muita coisa... milf, lésbicas, hentai, asiáticas... E anal. Eu sempre vejo muita coisa sobre anal. (ela sorriu muito quando eu disse isso, vi o olhar dela brilhar)

-Gosta de anal? Nossa você gosta de muita coisa que eu também...

-você assiste pornografia, professora?!

-Claro. Por que não?

-achei que isso era coisa da puberdade... Adultos se masturbam também? (ela riu muito)

-Adultos no geral eu não sei, mas eu gosto muito de me tocar... Eu assisto muito pornô. Aliás, assisto pouco agora por não ter tempo, mas eu via bastante quando era mais menina, mais nova, eu me masturbava o tempo inteiro! Era muito louca, ficava na espreita pela casa, pra meus pais não me viremestava boquiaberto)

-Você fica excitado quando vê uma menina bonita? Tipo, imagina fazendo coisas com ela?

-ah... De vez em quando, mas eu nem gosto de pensar isso, além de me sentir um safado pervertido, eu nunca faria nada das coisas que eu imagino, são só bobagens...

-Como assim?

-são só devaneios, eu sempre fico tão sem graça quando alguma menina tenta conversar comigo, isso já é extremamente raro, já que elas pensam que os homens é que tem que buscar ir até elas... Mas quando finalmente alguma vem até mim eu penso que estou sendo julgado por ela a cada piscada, sei lá. Isso até me perturbou por um tempo, quando eu ficava imaginando como seria quando eu fosse transar... Eu tinha medo, ficava preocupado... Eu nem sei exatamente como é que funcionam as coisas com elas, sabe...

-Ahh... Você teme não saber lidar com corpo de uma garota... Mas e o que você assiste de pornô, não dá pra ter uma noção? (ela falava bem descontraída, divertida e rindo as vezes, eu porém, seguia tenso com a conversa)

-talvez... Mas é diferente, eu não sou como aqueles vídeos mostram, e meninas também não são... Garotas são complicadas.

-Complicadas...? Isso é verdade, mas você não tem que ter medo delas... Assim você nunca iria mesmo namorar ou transar com nenhuma. Ainda que elas viessem até você, sua timidez te atrapalha na socialização, a menos que fosse alguém que já tem intimidade com você e já seja sua muito chegada poderia conversar com você. Como eu to fazendo agora... Mas você não pode tremer sempre que uma menina chegar perto...

-eu não quero dar vexame... Sei lá, eu tenho medo delas, não sei como me comportar, não sei como tenho que fazer pra agradar elas, sabe... Onde eu tenho vão gostar se tocar, onde eu não posso mexer... Não sei como agir e não quero que elas me julguem ou zombem de mim... Acho que eu sairia correndo se ficasse diante de uma garota nua...

-Uma garota nua? Então se ela chega e pede pra ficar com você, e tira a roupa você corre?! (ela perguntou rindo)

-não é o que você ta pensando, eu sei o que fazer... (acabei entrando na dela e rindo também)

-E então?

- acho que o corpo feminino me intimida, sabe... Eu teria medo de chegar perto, de tocar... O corpo da mulher é muito misterioso pra mim... É como se fosse perigoso... Eu gosto tanto daquilo que aquilo me intimida.

-Não se preocupe, eu sei como é... Você não é o único menino com medo de mulher, garotas são complicadas sim, e não é anormal se sentir intimidado pelo corpo delas... É diferente e desconhecido pra você, é algo que você gosta muito, mas não entende direito daquilo, não sabe lidar e isso te assusta. Eu imagino como deve ser pra você... Mas isso tudo só me faz te achar ainda mais fofo. (ela continua rindo)

-é mais fácil me esconder em casa pra assistir besteira e me masturbar... Do que me atrever a tentar lidar com o corpo feminino. (lamentei cabisbaixo)

-Mas me conta uma coisa... Você se masturba pensando em mim? (ela perguntou se aproximando)

-não! (respondi no susto)

-... Sério? Achei que você devia passar horas no banheiro por minha causa. (ela falou desconfiada)

-você é especial demais pra eu desperdiçar com fantasias sujas...

-Fantasias sujas? Não é sujo, Dani... Se você quiser, se sentir desejo, você fica com tesão pela pessoa, e se masturba pensando nela, não é errado, nem sujo. (fiquei meio admirado)

-eu sempre tentei tanto evitar pensar em você desse jeito... não iria ficar desapontada se eu tivesse feito isso?!

-Claro que não! E pelo visto parece que restringiu muito esse pensamento né... (no fundo eu tava amando aquela conversa, tava tão gostoso poder falar tudo isso com alguém... Ela tinha o dom de me conquistar e eu acabei me abrindo totalmente com ela e já estava até gostando disso. Eu queria falar tudohum. Eu sempre quis me masturbar pensando em nós dois na sala de aula, em meio às carteiras, você na sua mesa, abria sua blusa e eu via seus seios... Era a imagem mais forte que eu tinha... (ela me riu maliciosa quando falei isso...)

-Você ainda quer? (ela falava toda animada, estávamos bem próximos um do outro agora)

-como assim?!

-Ainda tem vontade de se masturbar fantasiando comigo?

-... ah, acho que sim...

-Que tal agora? Saciar essa tara aqui, hoje? Seria uma ótima preliminar, pra gente ficar mais a vontade um com o outro até.

-... me masturbar contigo aqui, me vendo?!

-Não, não precisa ser comigo vendo! Vem, eu levo você pro banheiro... (era muito inusitado, mas eu estava simpatizando com a idéia)

Ela se levantou e me conduziu até o banheiro, eu entrei ela veio por trás e ficou junto comigo, me olhando... Eu fiquei meio tímido, mas ela olhou pro lado e abriu o cesto de roupas sujas, tirou uma calcinha laranja de dentro, dava pra ver a parte do meio parecia bem úmida, eu tava atônito...

-Olha, essa calcinha que eu usei ontem o dia todo, só tirei agora pouco antes de você chegar, ta fresca ainda... (ela me entregou rindo com a situaçãoeu peguei a calcinha, ao imaginar onde ela estava me deu muito tesão, meu pênis já estava meio babado pela conversa, mas agora ele ficou mesmo duro)

-Ta vendo, não renegue o desejo que você tem por mim, bobo... Sente o cheiro da minha calcinha! (tomei um susto quando ela disse isso, coloquei a calcinha no rosto ansioso pela sensação de cheirar a genitália dela, seria um pré-primeiro-contato com uma vagina!)

-...hhhmmm... (eu inspirei forte e lento, o cheiro era tão diferente, exótico, e muito tesudo, aquilo me excitou tanto!)

-nossa... o cheiro é tão...

-Bom! Pode falar, Dani! Você gosta dessas coisas, você é um garoto. Não vai conseguir se soltar se ficar com esse pudor todo perto de mimpercebi que ela estava certa, mas eu ainda não estava pronto pra me entregar a luxúria com alguém que só tinha trocado carinho comigo.)

-Eu sei que você gosta! Senta ai no vaso, e se diverte um pouco... Relaxa! Eu venho daqui a pouco, vou estar na sala.

Eu obedeci, esperei ela sair pra me despir, mas não fechei a porta, deixei o banheiro aberto como estava e me sentei no vaso com a calcinha nas mãos meio acanhado, aquela situação toda era surreal... Mas fui me soltando aos poucos, por mais que estivesse sozinho agora ainda tava um pouco envergonhado, e fui devagar levando a calcinha ao rosto, o cheiro era forte, diferente de qualquer coisa que já havia experimentado... Era estranho, mas atraente e me deixei levar pelo pensamento nela, e inspirei mais forte e mais forte até que a ereção ficou muito forte e o desejo falou mais alto... Eu ali no banheiro da casa de Sophia cheirando e lambendo sua calcinha suja, era muito gostoso, eu podia sentir ainda o calor da vulva dela! Comecei a me tocar, o tesão estava a mil, mal encostei no membro e quase tive um orgasmo só pelo cheiro dela! Fui me acalmando e com o tempo comecei uma a masturbação mesmo, apenas sentir o cheiro dela já era muito melhor que qualquer vídeo pornô que eu já havia visto! Depois de 10 a 12 minutos eu acabei gozando... Esperei mais cinco minutos olhando pra situação, me limpei e fiquei sentado no vaso em cima da tampa de novo. Ela apareceu perto da porta em seguida, bem devagar...

-Oi... Posso entrar? (eu estava nu, estava com vergonha, mas era minha amada professora Sophia ali, fechei os olhos e assenti com a cabeça pra ela entrar sem eu olhar.)

-Nossa... Que belo corpo você tem agora viu. Faz muito tempo, desde que vi pela última vez... está bem diferente. (ela foi se aproximandodepois disso o silêncio se manteve por cerca que dez segundos... Eu sentia a presença dela ali, podia até sentir sua respiração próxima as vezes, ela devia estar me olhando muito, e isso me fazia ficar tão envergonhado e de olhos bem fechados.)

-Abre os olhos... Sou eu que estou aqui. (ela disse doce, eu obedeci)

-... desculpa. (sussurrei quando a vi agachada na minha frente, me olhando, enquanto meu membro tava ali bem na cara dela, a poucos centímetros)

-Por quê? (ela sussurrou de volta)

-por estar tão tímido contigo... Eu devo estar sendo um pé no saco pra você. Você é uma mulher feita, e eu um pirralho virgem te fazendo perder tempoEu to adorando. (ela sorria olhando pra mim. Começou a passar a mão no meu corpo... deslizar os dedos do meu pescoço até o púbiseu fechei os olhos rindo, ela me acariciava e as vezes fazia cócegasVocê cresceu mesmo. Está se tornando um belo rapaz, sabia? (ela continuava a passar as mãos em meu corpo nu, eu de olhos fechados sentia arrepios sucessivos com seus toques, antes inocentes quando criança, agora incisivos, quase entre homem e mulher... poucos minutos assim e meu membro voltou a endurecer a poucos centímetros do rosto dela... Estava ficando excitado de novo, o esperma da primeira ejaculação ainda escorria um pouco por eleO silêncio voltou a imperar, mas a respiração quente dela continuava sobre minha barriga.)

-Você costuma se depilar ou fez isso por minha causa? (disse passando a mão em meu púbis, a ereção já quase consolidada de novo)

-na verdade eu sempre tiro mesmo... (abri os olhos de novo, ela continuava agachada na minha frente, parecia se divertir me tocando, a julgar por aquele sorriso...)

-Você ta um pouco melado de gozo ainda... Se importa que eu limpe?

Ela não me esperou responder, começou a lamber meu pênis, lentamente passando a língua foi tirando o esperma que escorria. Lambendo pelos lados, até lamber em cima, quando senti a ponta de sua língua deslizar na glande não pude segurar os gemidos, meu corpo já tremia e se arrepiava, ela ria se divertindo, e sua língua dançava com muita delicadeza ao limpar meu esperma. Já havia tirado tudo quando senti seus dedos levemente se enroscarem na base do pênis, de olhos bem fechados, apenas sentia seus toques avançando sobre meu corpo... Ela segurou totalmente o membro e começou a deslizar, seus dedos eram macios e deslizavam deliciosamente pelo membro já lubrificado pela saliva dela... Quase não conseguia controlar os movimentos do meu corpo que se remexia sem controle, quando ela dava uma apertada maior eu gemia em sua mão... Não consigo descrever o quão maravilhoso foi a sensação de estar nas mãos dela, literalmente. Meu segundo orgasmo já foi na boca dela, apesar de que caiu bastante fora também. Ela se limpou ali mesmo na pia ao meu lado enquanto eu recuperava o ar, após dois orgasmos em 40 minutos, ela deixou que me recompusesse e saiu do banheiro.

Lá fora ainda estava chovendo, vesti apenas a calça e camisa, sem roupa de baixo e descalço e sai do banheiro após cerca de 10 minutos, e voltei à sala, vi que ela não estava lá, olhei em direção à porta ao ouvi-la abrir e vi quando minha professora voltou bem molhada lá de fora, sua blusa debaixo ficou marcada quando tirou a camisa de cima, e estava sem sutiã e acabou dando para ver os seios dela, eu pirei quando vi.

-Ah, já está ai... (Ela se aproximou de mim e foi e dando beijinhos, só triscando, eu olhei para a camisa dela e ela provavelmente percebeu e começou rir um poucoque foi?

-quer que eu tire minha blusa? Pra você poder vê-los melhor? (disse em tom bem malicioso enquanto se sentava sobre os joelhos no sofá)

Eu hipnotizado apenas acenei levemente com a cabeça, ela rindo um pouco com as minhas reações, começou a levantar lentamente até seus seios pularem quando ela tira, eu pude finalmente apreciar aquela vista dela sem blusa. Olhei bem para ela, e vidrei o olho direto nos biquinhos, eu olhei fixamente pros seus mamilos, eram marrons clarinhos, fiquei com água na boca olhando pros seios dela, eram muito apetitosos, pareciam dois botõezinhos de chocolate que enfeitavam a magnitude daqueles seios enormes, ela sempre observando minhas reações:

-E então... Está intimidado com meus seios? Meu corpo te assusta? (ela sorria pra mim)

-um pouco... (eu ri tímido)

-Ah, não fique assim... Meu corpo já é bem íntimo seu. Já dormiu abraçado a ele muitas e muitas vezes... Esqueceu?

-... de jeito nenhum.

Então... Vem, Ele esta ansioso pelo seu desejo! Não quer me tocar? (ela perguntou maliciosa, eu só sorria timidamente)

Ela segurou minhas mãos e as levou em direção a seus seios, como antes havia feito, mas agora eu podia sentir a maciez dos peitos dela, pele na pele! Sensação indescritível... Ela controlava minhas mãos e me ajudava a apertar os seios dela.

-eu vou deixar você fazer o que vier a sua cabeça agora. (falando em tom carinhoso enquanto passava a mão em minha cabeça)

Colocando sua boca em meu ouvido, sussurrou:

-Vou te contar um segredo, meu marido nunca conseguiu me dar um orgasmo, eu só gozo me masturbando, e o pior é que aquele frouxo acha que é o tal na cama! Nunca gozei pra homem nenhum, Dani... Quero que meu menino me faça gozar pela primeira vez hoje... (disse com voz manhosa)

-... Mas eu não tenho ideia... (eu me senti com uma responsabilidade quando ela falou isso... Como eu iria dar um orgasmo a ela?!)

-Shhh. Só... Faça o que tem vontade fazer!

Eu sem me aguentar mais de ansiedade comecei a olhar pros seus biquinhos de chocolate, seus mamilos amarronzados. Minha boca encheu-se de saliva quando olhei os seus mamilos suculentos, queria ir direto pros peitos dela. Logo comecei a lamber seus mamilos amarronzados e ouvi seus primeiros suspiros profundos... Eu estava conseguindo excitá-la... Pensar na ideia de dar prazer a ela me enlouquecia, me deixava eufórico e ao mesmo tempo atrapalhado...

Tive uma idéia e fui até a cozinha, abri a geladeira e peguei no congelador a bandeja com cubos de gelo e levei para a sala, chegando lá coloquei no braço do sofá, tirei um cubo, continuei lambendo o bico até que eles endureceram e ficaram maiores então coloquei os dedos em sua boquinha para lubrificar com a saliva dela e rodeei as aureolas com a ponta dos dedos, puxei levemente o mamilo para cima e comecei a deslizar o cubo de gelo delicadamente em cada botãozinho, ela começou a gemer baixinho, estava suando muito parecia que estava derretendo, dava para ouvir seus batimentos, depois de derreter o cubo só passando no seu mamilo, abocanhei o bico marrom e durinho e suguei levemente, seu botãozinho ficava cada vez mais rijo, enquanto isso apertava o outro peito e acariciava com as pontas dos dedos, puxando os dois bicos ao mesmo tempo, um com a boca e o outro com os dedos. Ela já dava gemidos mais altos e começou a se contorcer um pouco, puxei um bico um pouco mais forte com os lábios e ela gemeu mais alto, depois de cada chupadinha, eu pincelava carinhosamente a aureola com a ponta da língua, soltei um peito e fui para o outro fazendo a mesma coisa, lambia, passava o gelinho no mamilo, e depois passeava pela aureola com a ponta da língua em seguida chupando de leve o biquinho parando um pouco pra lamber e logo em seguida voltar a chupar com mais força, ela acariciava meus cabelos enquanto gemia se contorcendo toda, eu puxava sugando o seu mamilo cada vez mais forte enquanto apertava seus seios e passava um cubo de gelo no outro, ela já gemia muito alto se contorcendo enquanto acariciava seu pescoço,sua barriga e sua cintura suavemente com as pontas dos dedos deslizando,explorando cada centímetro do seu corpo, ela ia ficando toda arrepiada com os pelos e também os mamilos cada vez mais ouriçados e rijos ao mesmo tempo em que eu chupava seus seios ia fazendo caricias pelo seu corpo deixando-a toda arrepiada. Quanto mais rijos os botõezinhos ficavam, mais forte eu chupava, mas sempre sendo calmo e gentil para não machucá-la, e sempre pincelando levemente a aureola. Eram os estímulos necessários pra que seus mamilos começassem a verter aquele doce líquido branco... Eu não acreditei, mas o gosto estranho e desconhecido logo me assustaram, ela ainda se contorcendo e gemendo não parecia ter notado que seus seios estavam vazando, lembrei que ela havia dito que eu poderia melar o sutiã dela se continuasse apertando seus seios, ontem na escola, mas não entendia como já que ela não estava grávida, pelo que eu sabia. Não me importei com nada disso, apenas chupei seus mamilos com ainda mais paixão, e aos poucos o leite começou a sair com mais facilidade. A minha voracidade em seus seios intensificou o prazer dela, aparentemente, ela estava se contorcendo mais e mais, cada vez gemendo mais alto... Em um momento apertei mais forte o bico com os dedos e o outro puxando e sugando com os lábios ela gemeu mais alto e seu corpo desfaleceu nos meus braços. Fez um leve estalo quando soltei a boca do seu botãozinho, quando olhei para o rosto dela,ainda de olhos fechados, estava com um leve sorriso, fiquei acariciando seu rosto, muito suado, ate ela acordar.

-Obrigada... (disse me abraçandoeu ainda excitado e sem entender direito tudo que tinha acabado de acontecer)

-Não entendi o temor do meu corpo, se você sabe lidar tão bem com ele... (ela riu)

-eu ficava imaginando seus seios quando andava na sala de aula, eu imaginava eles balançando e como seriam os bicos...

-Seu tarado... Eu sou sua professora, e você olhando pros meus peitos! (ela começou a rir)

-... aliás, já que falou disso, meu Deus, seus peitos estão cheios de leite!!! Não me contou nada sobre isso, professora. Você ta grávida?! (ela parecia notar minha agitação com a possibilidade dela estar grávida)

-Por que, seria ruim se eu estivesse? (ela ficou meio séria)

-seria horrível... Não suporto nem o fato de você estar casada, pra ser sincero eu sempre tive ciúme de tudo que você tinha, eu sentia ciúme até daqueles ursinhos de pelúcia que enfeitavam sua cama naquela época, eu sempre escondia eles de você... Eu sempre fui revoltado com seu casamento, não suporto a idéia de que você dê atenção a outro, seja um urso, um brinquedo, ou um namorado... Se você tivesse um filho seria mais um pra me ofuscar ainda mais das suas prioridades.

-Nossa, que sentimento de posse é esse? Você viveu mesmo esse tempo todo perturbado assim pelo meu casamento... Não precisa ter tanto ciúme de mim, Dani... Não é nem correto, eu tenho minha vida... Não posso viver em função de você, por mais que eu te ame, você é só um garoto... Não posso me isolar das pessoas por você, e esse ciúme que você sente só deve ter te feito mal e te deixado triste.

- eu não aceito nada que te tire de mim, eu quero você só pra mim, só pra mim! Eu aguentei tudo, aguentei o afastamento, aguentei você casar... Mas isso não, isso seria demais, eu morreria se você engravidasse!

-Calma... Eu não to grávida, ta tudo bem. Imagino como você deve ter sofrido em silêncio esse tempo todo, eu até entendo que você queira tanto minha atenção exclusiva assim... Mas é errado, é estranho pra mim imaginar que você sinta tanto ciúme sendo só uma criança. Criança não pode sentir uma coisa dessas, é um sentimento nocivo... E nem é pra tanto, eu nunca deixei de passear com você ou te dar presentes por causa de nada nem ninguém, e olha que meus pais me pediam muito pra não te levar pra casa e não ficar tão grudada com você, e mesmo assim eu nunca te dei motivo pra se sentir em segundo plano! E eu sou uma mulher adulta com obrigações e deveres, e você só uma criança, e mesmo assim tinha minha total dedicação a você. Entendo que você seja ciumento comigo, mas a esse ponto chega a ser absurdo.

-... eu podia ser criança, mas já tinha muito bem definido o apego que eu tinha com você, professora. Você era a coisa mais importante da minha vida, e não tinha como deixar de te imaginar como minha namorada, mesmo que você fosse uma mulher e eu só uma criança, eu te considerava minha namorada... Nunca disse nada, é claro, mas na minha imaginação infantil era isso que você simbolizava pra mim. Eu te queria só pra mim... E ainda quero. Seu casamento foi a pior coisa que me aconteceu. (eu falei cabisbaixo com pesar)

-... Me perdoe... Meu casamento é uma porcaria, só serviu pra te magoar. (ela acariciou meu rosto, me consolando)

-tudo bem... Não quero desperdiçar nossos últimos momentos lembrando essas coisas. (segurei sua mão que tocava meu rosto)

-Tem razão.

-mas enfim... Como então, seus seios tem tanto leite?! (ela riu)

-É uma história embaraçosa... Na verdade, é um tipo de anomalia que eu criei, Quando eu era adolescente e gostava muito de me masturbar, eu tocava muita siririca! E eu sempre senti muito prazer nos meus seios, acho que deu pra notar né... Eu gostava muito de me tocar nos seios, eles já tinham um tamanho de médio pra grande apenas com 15, 16 anos, por ai... Meus mamilos são muito sensíveis, acho que você sabe bem disso agora... (ela riu do próprio trocadilho, eu tentei me segurarcontinuei ouvindo sua história)

-Então... Eu tinha muita tara nos peitos, brincava muito com eles beliscando e puxando os mamilos, era uma delícia pra mim... Mas eu fui crescendo e querendo mais, e mais, e comecei a roubar pregadores de roupa do varal da minha mãe, colocava os pregadores nos meus mamilos, doía bastante, mas eu gostava muito, usava por horas dentro da blusa, as vezes debaixo do sutian, os bicos ficava bem duros e muito inchados.. Eu me divertia muito com isso, um dia tive uma idéia louca, procurei nos armários lá de casa pelo aparelhinho que minha mãe usava pra tirar leite do peito da época que me amamentava... Era um tipo de sugador que encaixa no mamilo e ele tira o leite do peito pra colocar numa mamadeira, eu comecei a me masturbar com isso e fiquei viciada. Enfim, depois de tanto tempo me estimulando assim, a sucção constante no mamilo fez meu corpo entender que eu estava amamentando e começou aos poucos a produzir leite. Desde os 21 anos, mais ou menos, eu tenho leite nos seios, como uma lactante mesmo, já que eu nunca parei de masturbar meus seios eles nunca pararam de produzir, e cheios de leite eles até ficaram maiores... Hoje, com a correria da rotina eu não tenho mais tempo pra ficar brincando assim, mas quando me masturbo sempre pego leve pra não vazar, se eu estimular muito meu seio pode ficar escorrendo... Então Não, eu não to grávida e nem tenho qualquer plano de ter filhos, mas meus seios produzem leite continuamente.

Ela se levantou e saiu pro seu quarto sem dizer nada. Eu não sabia se devia segui-la ou se devia ficar quieto, mas como ela me prometeu cuidar de mim eu achei melhor só obedecê-la, e esperar que ela me chamasse ou algo assim. Alguns minutos depois ela volta vestida com outra blusa e os cabelos amarrados, caminha até o sofá de novo.

-Tenho algo pra você... Vem aqui... (ela senta no sofá e me chama com o dedo me olhando mais maliciosa do que anteseu me aproximo devagar ansioso pelo que seria agora.)

- Quero te mostrar uma coisa... (ela levanta a saia e mostra que estava sem calcinha, revelando sua vulva de lábios levemente vermelhos com pelinhos dourados que estava toda molhada e passa os dedos nela tirando uma porção de um líquido viscoso e incolor que escorria de dentro...)

Eu fico paralisado por um momento, boquiaberto, admirado e muito hipnotizado... Uma vagina na minha frente, ali diante dos meus olhos, ao vivo e em cores! Nem nos meus melhores sonhos tive estado tão próximo de uma assim...

-Ta vendo... Isso é muito assustador pra você? (ela sorria, se divertia com a situação)

-... é a sua... (eu gaguejava, estava perplexo!)

-Meu sexo... Você gosta. (ela riu)

-...é tão linda...

-É... Olha como ta melada... Sabe o que é isso? (ela passava os dedos no líquido, ele era grudento, e ficava uns fiozinhos do líquido entre a pele dela e a ponta do dedo... Ela enrolava no dedo como se fosse macarrão e levantava a mão até próximo do meu rosto... Eu sentia o cheiro forte daquilo quando ela fazia isso... O cheiro fazia meu corpo contrair e eu me arrepiava... Ela me observava e ria com o jeito acanhado com que eu reagiaé cheiroso... (eu balbuciei sem querer...)

-É? Então chega mais perto, Dani, sente meu cheiro... (minha professora abria os lábios vaginais com os dedos na minha frente, melando os dedos com seu tesão de mulher... me embriagava com aquele cheiro forte maravilhoso que exalava de sua vulva ensopada, ela continuava sorrindo, rindo, parecia uma deliciosa brincadeira pra elaeu só olhava encantado, ela abrir e mexer os dedos em sua vagina ensopada, ela gostava do que estava fazendo, se exibia pra mim, se masturbava pra eu ver, mexia os dedos e gemia, enfiava dois dedos lá dentro, fechava os olhos... O líquido escorria, espesso... ela se contorcia e gemia fazendo manha, ela sentia prazer se masturbando pra mim, gostava de enfiar os dedos lá dentro e gemer... Me dava um show. Ela tirou os dedos e me mostrou como estavam carregados daquele néctar cheiroso...)

-Olha como eu to melada... Quer provar? (ela sorria pra mim, eu ri acenando com a cabeça positivamente ainda tímido)

Ela me mostra os dedos e observa que eu fico hipnotizado com aquilo ela lentamente leva os dedos melados à minha boca, eu instintivamente abro a boca e acolho seus dedos delicados e melecados de mel. Ela puxa bem devagarzinho os dedos da minha boca, deixando que eu os chupe até limpá-loseu mexo a língua dentro da boca sentindo o sabor salgado daquela gosminha, de olhos fechados e provavelmente de rosto corado enquanto experimentava aquele gosto tão exótico vindo de um lugar peculiar... Eu ria da minha própria timidez)

-Gostou? (ela pergunta rindo)

-humrum... (eu estava com uma gosminha produzida pela vagina de Sophia na minha boca... Tinha como aquilo tudo ficar melhor?!)

-Quer mais? (ela pergunta em tom bem maliciosoeu timidamente sorrio pra ela acenando com a cabeça. Ela ri)

-Abre a boca... (ela enfiava dois dedos dentro da boceta ensopada, e trazia-os lá de dentro como se fosse buscar, como uma colher coletava o líquido de sua vagina e enfiava os dedos na minha boca... Fez isso umas quatro vezes, ela ria entre gemidos, percebia seu corpo se contorcer quando ela metia os dedos lá dentro, ela enfiava até o fundo e trazia pra mim como uma colher, colocava na minha boca... Me servia aquele néctar como uma rara iguaria... Eu chupava seus dedos carinhosamente... e estava com pau muito duro dentro da calça!! Muito excitado de ficar bebendo mel de sua boceta... ela gostava muito, continuava brincando, esfregava, se masturbava, enfiava os dedos lá dentro e os trazia pra me dar na boca...)

-Você gosta muito disso não é...?

-... (fiquei meio envergonhado por ela perguntar daquele jeito, me sentia um pervertido... e ao mesmo tempo ria de tudo)

-Não quer tomar direto da fonte? (o mel dela escorria pelo canto da minha boca de tanto que eu já havia tomado, e eu queria mais, queria sentir o gosto da boceta dela... Queria sentir o sabor do seu sexo!)

-... humrum. (eu olhava pra ela tímido)

-Vem... Não tenha medo. (ela dizia segurando meu queixo enquanto conduzia meu rosto à sua vulva escorrendo de tão melada)

Era a coisa mais erótica e excitante que eu já havia visto, fui me ajoelhando na frente dela, estávamos no sofá da sala, ela deitada com as costas apoiadas no braço do sofá e eu agora ficava de joelhos enquanto ela abria mais as pernas e segura carinhosamente meu queixo conduzindo meu rosto de encontro a sua vulva melada, minha boca começa a salivar, eu sinto sede, fome... Desejo! Eu queria tocá-la com meus lábios, queria colocar minha boca no seu sexo. Ela pede fechando os olhos e acariciando minha cabeça enquanto eu começo acanhadamente a dar os primeiros toques numa vagina, mas antes de ir logo lambendo quis começar dando leves beijos nas partes internas de suas coxas e sua virilha, acariciando suas coxas roliças, passava as mãos pela suas pernas e depois dava beijos e chupadas mais profundas naquelas pernas grossas, eu achava as pernas dela lindas, não dava a mínima pras poucas celulites que tinha, suas pernas eram bem branquinhas e ficava alisando com as palmas das mãos suas pernas grossas e muito macias, ela meio gemendo ri um pouco quando percebe que eu estava beijando com muita força suas coxas de propósito para deixar marcas.

-O que está fazendo? (ela pergunta rindo)

-suas coxas... São grossas, macias... Gosto muito de beijar suas pernas! Professora... (eu sussurro e volto a dar chupões nas pernas dela, ela gemia baixinho, acariciava meu cabelo enquanto eu fazia aquilo)

Em seguida dou beijos nos seus lábios vaginais como se beijasse sua boca e os fiozinhos de mel ficam pregando na minha boca, começo a sentir mais daquele sabor tão gostoso, seus gemidos voltam e seu corpo fica quente, eu sentia o calor de seu sexo abrasar meu rosto ainda envergonhado e começo então a procurar seu clitóris como havia aprendido nos sites que li, quando vejo aquele pontinho mais alto começo a abocanhá-lo levemente até ter seu grelo em minha boca e então eu sugo o seu melzinho dando e começo a dar leves mordiscadas no clitóris ...

-Cuidado... Ahhh... Seja mais gentil com essa parte...

-desculpa! Eu te machuquei?

-Não... Tudo bem... Só tenha mais cuidado, ai é muito sensível. (ela acariciava o meu rosto enquanto falava me olhando com os olhos da professora que eu via sempre... O olhar dela me fez deseja-la ainda mais naquele momento)

Voltei a tocá-la com os beijos pela sua vulva vermelha... Suas mãos nos meus cabelos o tempo todo, aos poucos o calor intensificava, suas pernas começavam a se fechar com minha cabeça no meio delas, como se ela me abraçasse com as pernas e quisesse me engolir com seu sexo... Ficava impressionado como ela reagia a essas carícias e sentia mais vontade de continuar a cada leve sugada no grelo, como se seus gemidos fossem minha recompensa. Só depois de bons beijos eu me lembro de colocar a língua pra fora, o sabor se intensifica e eu começo a lamber de cima até em baixo entre seus lábios da vagina, depois de alguns minutos lambendo sinto sua mão pressionando meu rosto contra sua boceta e indo mais perto eu acabo abocanhando os lábios vaginais da minha professora. E depois de abocanhados os lábios de sua vulva eu passo a sugar, eu tinha vontade de sugar mais e mais, sentir seu gosto e ouvir seus doces gemidos, instintivamente eu começo a chupar sua boceta

-Ahhh... Hmmm... Assim. Me chupa... (ela passa os dedos entre meus cabelos enquanto eu chupava)

Quanto mais ela gemia mais eu sentia vontade de continuar e de chupar mais forte. Ela gemia mais alto quando eu mordiscava o seu clitóris, tinha o cuidado de passar os dentes bem de leve e não pressioná-la demais, poderia machucar e eu fiquei com medo, mas como notava que aquele lugar lhe dava mais prazer quando eu mordia resolvi me concentrar em chupar aquela parte em especial. Os líquidos iam aumentando e o sabor se intensificando, mais eu chupava e mais ela gemia, eu realmente não conseguia acreditar que estava fazendo sexo oral em Sophia, isso me parecia tão pervertido, caramba aquela mulher trocou minhas fraldas! Isso era uma coisa horrível, era algo muito errado, mas pensar assim me excitava ainda mais. Eu estava realmente me divertindo como ela havia mandado, comecei a pensar também nos meus colegas que se masturbavam pensando nela, uns dois amigos meus já tinham confessado em rodinhas de amigos que na hora de “bater” pensavam nela, então eu pensei: “morram de inveja seus otários! Eu estou chupando a vagina dela!” (rsrsrs) Provavelmente já estava há mais de vinte minutos assim, senti sua mão mais rude segurando meus cabelos, e ela não gemia mais, ela gritava, e seus gritos estavam ficando mais altos à medida que eu tentava alternar entre enfiar a língua na vagina, mordiscar o clitóris e chupar os lábios vaginais e o grelo no final, percebi que ela estava tendo um orgasmo de novo, então eu foquei meus lábios em seu grelo e tentei uma vez dar chupões daqueles bem fortes que deixam marcas roxas na pele. Quando eu dei o segundo, senti leves esguichos de liquido, ai eu desci um pouco e chupei a vulva como um todo pra tentar beber os esguichos que logo em seguida percebi que era seu gozo.

-Ahhh! Eu to gozando de novo... Me chupa, Daniel! Chupa minha boceta! (Eu não conseguia acreditar que aquela mulher tão educada e recatada estava dizendo uma coisa daquelas, mas quando ela disse, eu ainda tentei agarrar seu quadril enquanto ficava remexendo o grelo dela com a ponta da minha língua e depois abocanhava o grelo e sugava delicadamente... fazendo-a gozar.)

-Eu não acredito... (ela disse ofegante)

-eu não sabia que você era assim... (disse me deitando ao lado dela)

-Assim como?

-dizia essas coisas... Sei lá, você parecia uma mulher tão... “correta”. (ela começou a rir)

-Você me achou safada? Daniel, ser educada e gentil não quer dizer que eu não goste de sexo. Mas eu sou racional e sei colocar limites nas coisas e discernir momentos apropriados. (ela disse rindo um pouco)

-humm tá bom. (eu falei sem preocupação porque não tava entendendo nada que ela disse e queria logo deixar pra lá)

-E você, que é tão tímido e retraído fez isso tudo comigo... Onde você aprendeu isso se é virgem?!

-me disse pra fazer o que minha cabeça mandasse, então eu só fiz o que senti vontade.

-Me pareceu muito experiente... (ela falou com cara de desconfiança, mas era verdade, eu senti vontade de lamber suas coxas e lambi, senti vontade de mordiscar seu clitóris e mordisquei, senti vontade de chupar toda sua genitália por completo e foi isso que fiz, eu realmente era virgem apenas senti vontade de fazer e fiz)

-Agora deixa que eu faço o serviço... (ela disse colocando a mão sobre meu pênis por cima da calça)

-... Não precisa disso.

-Como assim?! Eu quero retribuir o que você fez... Ta me dizendo que não quer...?

-você já me retribuiu e muito, gozando na minha boca... Eu não poderia querer melhor recompensa. E prefiro fazer coisas contigo, não é muito legal que faça coisas em mim... (eu disse meio bobo)

-Nossa, que estranho, nunca ouvi falar de homem recusar uma coisa dessas!

-bom, pois eu não quero. (eu disse olhando pros seios dela que estavam marcando a blusa por ela estar sem sutiã)

-E o que você quer então? (ela perguntou rindo)

-seu peito!

Eu a agarrei e levantei sua blusa, abocanhei o seu mamilo que já estava me dando água na boca de novo, comece a chupar com muita força eu chupava tanto que o ar secava e eu tinha que soltar e fazia até um estalo depois, aí eu voltava a chupar com mais força ainda, eu chupava, chupava, chupava até cansar, e depois chupava mais ainda, dessa vez admito que não me preocupei em ser carinhoso com ela, eu só queria era mamar mesmo, queria sentir o leite jorrar na minha boca! Queria me deliciar com seu peito, aproveitar o líquido que tinha, me alimentar dos seios dela. Tudo que eu queria era saciar aquela vontade louca de mamar no peitão cheio de leite da minha professora!

-Ai! Ai! Daniel! Cuidado, está me machucando! Mais devagar, não tenha tanta sede, isso não é uma mamadeira! Puxa você chupa como um bebê faminto... (ela me repreendia, mas ao mesmo tempo me acariciava e me deitava no colo dela, me acolhendo enquanto eu mamavaolhei pra ela abraçando sua cintura com carinho como pedido de desculpas)

-Isso... Devagar. Ahhh... Assim é melhor. Agora sim, assim você pode mamar à vontade... Mama desse jeito e vai me fazer gozar. (ela dizia acariciando meus cabelos como se eu fosse mesmo um bebê que ela estava amamentando)

Eu só fechei os olhos e agarrei seu corpo, mamei por mais de uma hora e meia, só ouvindo seus doces gemidos leves, ela sentia muito prazer em me amamentar, eu sugava o seu mamilo de chocolate com muita paixão e voracidade, sem machucar, mas sugava com força e sempre apertando o peito dela pra jorrar mais leite. Ia passando a língua no bico por dentro da minha boca pra estimular mais, fazer seu bico endurecer e ficar cada vez mais rijo pra chupar com mais gosto e sugar mais forte, fazendo jorrar leite quente na minha garganta e ouvir seus gemidos ainda mais doces; estava me deleitando muito mamando neles enquanto ela me fazia carinho. Mamar nos seios enormes com os quais eu sonhei; deitado no colo da mulher que eu tanto desejava, não havia nada igual. Foram alguns minutos a mais com isso e eu a vi gozar novamente, após isso eu finalmente cansei e larguei o peito dela que já estava com o mamilo inchado e pingando leite de tanto que eu chupei.

-Puxa garoto você gosta mesmo desses peitos né, achei que não ia mais soltar meu mamilo, ele ta dolorido sabia! (ela fala se levantando do sofá, ainda de saia, mas a blusa ela já havia tirado.)

-desculpa...

-Não se preocupe, eu gosto. (ela sorri)

-eu não quero te causar dor, professora, se eu estiver machucando seu seio...

-Ta tudo bem, já disse! Fique tranqüilo, to adorando te dar de mamar, você me dá prazer como ninguém!

-... (fiquei surpreso e feliz, eu esperava estar fazendo direito...)

-Olha, eu vou lá dentro pegar uma roupa e tentar cobrir esses peitos antes que você resolva chupá-los de novo e secar todo o meu leite.

Ela voltou rápido e já foi se aproximando de mim aos poucos e foi aproximando os lábios dos meus, foi me beijando lentamente, me acariciando, eu sugava os lábios dela e gostava quando ela enchia minha boca com sua saliva, adorava o gosto da saliva dela, enquanto ela me beijava eu fui sutilmente agarrando a cintura dela, ela era uma mulher adulta, madura e com um corpo... Ela tinha um corpo demais! Mas ainda a via como minha professora e quando eu encostava a mão no corpo daquela mulher ficava um pouco intimidado a tocar nela, não tinha muita segurança no que estava fazendo, como se precisasse da permissão dela... Na verdade, admito que gostava mais quando ela me dizia o que fazer, hoje eu sei que adoro uma mulher mandando em mim, especialmente na hora do sexo, naquele momento ela ainda não tinha me mandado fazer nada, mas tava com muita vontade de abraçar o corpo daquela mulher tão gostosa. Ela sorriu quando sentiu minha mão, ainda meio inocente nas suas costas:

-Me agarra... (ela sussurra rindo e empurrando meu braço com o cotovelo pra laçar suas costas)

-ta bom... (eu rindo também, obedeço, e envolvo meus braços na sua cintura e a puxo pra perto do meu corpo)

Puxo-a pra cima de mim, com os beijos e a pressão do peso de seu corpo sobre o meu, meu membro começa a dar sinal de vida novamente, e com uma de minhas mãos vai descendo de sua cintura pra suas coxas, começo a alisar as pernas dela e puxá-las mais pra cima, não tinha certeza se podia fazer mesmo aquilo, mas a vontade tava demais:

-Ta gostando né... (ela sussurra entre beijos e risadas)

-eu não to agüentando... você é muito gostosa! (eu falei com um pouco de vergonha)

-Você me acha gostosa?! (ela pergunta espantada e rindo também)

-sim, sim, sim! Você é gostosa demais! (nessa hora eu falei bem alto)

- Então vai em frente, me agarra, me beija! (ela disse com uma voz bem safada)

Eu comecei a apertar a bunda dela também, e beijava sempre buscando sua saliva, ela sabia que eu gostava de beijos molhados e a saliva escorria de nossas bocas, descia pelo canto dos lábios, eu a puxava cada vez mais forte, agarrava seu corpo com ela por cima de mim, e nossa saliva escorria pelo queixo durante os beijos, e o pau já estava duro contra a barriga dela, e eu sentia cair sobre mim um liquido que começava a melar minhas pernas.

-Dani... Eu já to tão molhada...

-eu... Quero...

Eu não tinha coragem pra dizer coisas sujas pra ela, sempre a tratei com tanto respeito e formalidade, aquilo parecia a coisa mais errada do mundo pra mim, e ao mesmo tempo a mais excitante por isso, mas ela não, estava super safada sem cerimônia alguma, ela parou de beijar minha boca e começou a beijar meu pescoço e mordiscar minha orelha e aproximou o rosto do meu ouvido e sussurrou:

-Me come... (eu fiquei todo arrepiado e louco de tesão quando ouvi ela dizer aquilo sussurrado bem sexy no meu ouvido, e logo em seguida mordiscou de novo)

Eu apertei mais forte a bunda dela e a abracei mais forte:

-Me come, Dani... Me come... Você quer... Me foder, não quer? An? (ela sussurrava gemendo essas palavras incríveis pra mim enquanto me agarrava e me beijava, sentada em cima do meu corpo...)

-professora... Eu... Queria que a gente fizesse do outro jeito...

-Outro jeito? (ela para de se mover e me encara curiosa)

-... por favor.

Ela saiu de cima de mim e ficamos deitados no sofá, um de frente pro outro, ela ficou acariciando meu rosto e me olhando, ela me olhava de um jeito tão carinhoso, eu sempre soube que ela não queria transar comigo, mesmo que ela quisesse agora, que tivesse ficado excitada com a idéia, o carinho dela, o cuidado que tinha por mim ainda era mais evidente, mais notável, era claro nos seus olhos.

-Como assim? Que outro jeito...?

-é que você falou quando eu cheguei... Aquela conversa que a gente tava tendo... (eu desviando o olhar com vergonha de dizer o que realmente pensava)

-Ta querendo dizer... Anal? (ela riu com minha timidezeu não tinha coragem pra dizer muita coisa, fiquei olhando pra ela, ela conseguia me entender quando nos olhávamos, e meu rosto ardia de tão corado de vergonha...)

Ela sorria pra mim de um jeito que eu não sei nem explicar, ela realmente era a única pessoa nesse mundo que poderia tirar minha virgindade, ela cuidava de mim, minha primeira vez PRECISAVA ser com ela!

-Vou te mostrar uma coisa... (ela fala animada e levanta do sofá)

Eu me ajeitei no sofá e fiquei com o volume do membro ereto na calça, já sem pudor, eu estava gostando um pouco de ficar daquele jeito, completamente aberto, de corpo e alma, só pra ela. Sophia caminhou pra um pouco distante do sofá onde eu estava e ainda de blusa e saia, começou a tirar a calcinha, sem levantar a saia, ela foi só abaixando de leve e olhando pra mim com uma cara de puta do caralho! Quando terminou de descer a calcinha suja até os pés ela desenrolou e jogou pra mim, eu peguei e logo levei ao nariz e cheirei com força, aquele cheiro enlouquecedor de xoxota me fez pirar e senti que começou a escorrer aquela babinha da glande do meu pênis de novo, eu comecei a lamber aquela parte suja da calcinha.

-Ei! O show ta aqui ó, larga a calcinha e olha pra mim! (eu obedeci)

Ela virou de costas e lentamente foi levantando a saia e se curvando pra eu ver melhor a bunda dela, que eu ainda não tinha prestado muita atenção, quando ela levantou a saia completamente e eu vi sua bunda meio aberta, percebi que havia uma coisa diferente, tinha uma coisa vermelha brilhando no meio, onde deveria ter seu orifício anal tinha um tipo de jóia que eu não entendi a principio:

-o que é isso?!

-Vem ver... (ela falava com um sorriso bem safado no rosto enquanto ia pro outro sofá desfilando com aquilo na bunda)

-Essa é minha jóia, você gostou? (ela falava de quatro no sofá eu atrás apenas observava num misto de excitação e curiosidade)

-é lindo! (eu dizia observando de perto enquanto alisava suas nádegas branquinhas e lisinhas, ela tinha muito poucas celulites e eram apenas nas coxas, suas coxas lindas com as manchas roxas de chupadas e sua bunda era pequena, mas lisinha e bem branquinha, sempre amei plugs anais quando via e achava lindo, ver aquilo na bunda dela era demais)

-desde quando está com isso dentro?!

-Coloquei quando você estava no banheiro com minha calcinha... (ela falava brincalhona, me trouxe de volta a Sophia de 9 anos atrás...) Eu acho gostoso usar isso, Saio na rua às vezes com isso dentro da calcinha.

-sério, você gosta disso?

-Aham, eu amo. Eu acho muito gostoso... Sinto um tesão enorme na minha bunda... (ela disse alisando a nádega com a palma da mão, em seguida dava uma palmada, eu ainda em choque só observava, quem diria que aquela mulher tão recatada era tão solta e fogosa!) –Mas o meu marido, não curte isso, ele acha sujo ou sei lá o que aquele idiota pensa... Nunca fiz sexo anal com ele...

-sério...?!

-Pois é... Aqui está sua chance de se vingar dele por ter me tomado de você... Vai ser meu primeiro!

-você deixa?! (eu falei sem acreditar, era impossível, aquilo era demais)

-É claro! Eu quero muito! To super excitada... Vem Comer meu cuzinho, vem... Hmmm, come o cuzinho da sua professora, come. (ela gemia com o dedo na boca, definitivamente estava excitada, pra agir daquele jeito... Era outra mulher ali!)

Eu comecei a apertar mais as nádegas, apertar a bunda dela, eu alisava as coxas e beijava toda sua bunda, admirava as paredes anais dela:

-Você não vai tirar o plug não?

-gosto de te ver com ele encaixado...

- (ela riu muito quando eu disse isso) –Gosta de ver um brinquedo enfiado em mim? Você é bem taradinho né... (ela me dá um tapa de leve rindoeu fiquei meio assustado, ainda estava impressionado que aquela era minha professora meiga e doce)

-Ei... Calma, eu to brincando seu bobo.

-desculpe...

-Desculpe?! Pelo quê?! Eu já disse que estava brincando!

(eu não consegui mais olhar pro rosto dela, ela pegou meu queixo e levantou pra mim olhar pra ela, em seguida beijou minha boca bem forte)

Ela sentou no sofá de novo, ainda com o plug encaixado no ânus, mas nua, só com a blusa que já estava com manchas na região onde ficam os mamilos, como eu havia chupado muito, agora o leite estava escorrendo, os mamilos dela ficavam pingando e melaram a blusa.

-Vem cá que eu quero de novo... (ela disse me deitando no colo dela. levantando a blusa, seus mamilos pingavam leite sem parar, ela foi pegando o seio que eu ainda não tinha tocado, com a outra mão foi direcionando o mamilo durinho e melado na minha boca)

Obedientemente comecei a sucção com o biquinho dela na minha boca e fazia pressão no bico com os lábios como-se beijasse de depois chupasse, e fiquei chupando e chupando, o leite que já pingava sozinho, agora esguichava na minha garganta com a sucção. Quando eu chupava aquele bico duro jorrava um monte de leite quentinho direto na minha garganta, era maravilhoso! Ela só gemia baixinho me acariciando no colo dela enquanto eu mamava com calma, mamar realmente me acalmava e em peitos cheios de leite como os dela, aquilo era maravilhoso. Eu fiquei mamando até ela gozar de novo, mamei por mais de uma hora.

-professora... Eu... Não agüento mais esperar... Quero comer você... (eu disse quase sussurrando)

-Vem! (ela falou bem sexy ainda agarrada comigo, ela vira no sofá fazendo com que eu ficasse por cima dela)

Ela colocou a mão por baixo do corpo ainda com nós dois deitados no sofá comigo por cima agora, ela puxou com um pouquinho de esforço o plug pra fora da bunda e eu pude ver como era:

Ela tirou o plug e ficou chupando ele na minha frente lambendo um liquidozinho que tinha melado nele e me deu um leve beijo em seguida. Me agarrou mais forte e me puxou de forma que a cabeça do meu membro ficou apontando no seu ânus.

-Me come... (ela disse sussurrando me encarando com um olhar de pidona)

Eu só obedeci e empurrei pra dentro do buraquinho dela. Foi uma sensação indescritível quando meu pênis foi invadindo bem devagar o ânus da minha professora Sophia, ela gemeu de uma forma tão excitante, de olhos fechados e esticando o corpo pro pau entrar com mais facilidade. Lá dentro tinha bastante lubrificante, pois senti muito liquido deslizar entre a mucosa anal dela e a pele do meu membro. E por mais que seu canal retal já estivesse um pouco alargado pelas horas que ela passou usando o plug, eu ainda estava fazendo um baita esforço pra entrar devagar pelo menos, ela era muuuuito apertada!

- Humph... Devagarinho... É a primeira vez que entra algo de verdade ai.

-ta doendo? (perguntei preocupado)

-Não, meu bem, continue... Me foda.... Eu estou adorando... (ela falava entre gemidos longos, me abraçava bem forte)

-você é tão linda... (ela riu)

-Sou é? Então mete! Me come... Fode meu cuzinho, fode... Come o buraquinho da sua professora linda... Era o que você queria desde criança né? Ahhh, isso meu bebê...

(quando ela me chamava assim eu ia às estrelas! Eu abraçado com ela, deitados no sofá da sua sala de estar, um braço no seu pescoço e o outro agarrando sua cintura, me aproximei do seu rosto ofegante dei-lhe um singelo beijo na boca e depois busquei aconchego deitando minha cabeça no seu ombro e dando leves beijos no seu pescoço enquanto ouvia seus doces gemidos. Eu movia meu quadril com dificuldade, estava bastante nervoso, suava frio, ela me acariciava e tentava me acalmar:

-Devagar... Não tenha pressa, não vou fugir. Estamos só nos dois aqui... Só eu e você. Sou todinha sua, pode me comer com calma ta... (ela dizia rindo um pouco e olhando bem fundo nos meus olhos pra me confortar...)

Eu continuava agitado, era um misto de euforia e excitação, eu não me cabia de tanta emoção enquanto penetrava minha professora, ela sentia meu corpo agitado e tentava me acalmar, mas eu não conseguia ficar quieto, seu ânus era apertado e eu me remexia muito.

-Ahh... Vá devagar, não precisa dessa afobação... Hmmm. Calma Dani, assim me machuca.

-Sophia... Eu te amo tanto... Eu não acredito que estamos fazendo isso...

-É, nós estamos... Mas você precisa ser mais delicado, Dani, mais lento, tente se acalmar um pouco, está tentando entrar tão fundo por quê? É sua primeira vez, vá devagar! Devagar...

Eu fazia força até alcançar o intestino dela, queria penetrar o mais profundo dentro do seu ânus, mas seu corpo ficava um pouco arqueado pra que eu pudesse alcançá-lo e isso dificultava, somado a minha agitação acabava machucando ela e a mim. De repente ela deu um gemido mais forte, parecia que sentiu dor nessa hora, eu assustado parei de me mexer, tentei sair de dentro, mas ela me segurou com as pernas, ergueu as pernas apertando meu tórax com as coxas e entrelaçado os tornozelos sobre minhas costas, com um braço ela envolvia meu pescoço e a outra mão acariciava meus cabelos, enquanto cruzava as pernas sobre mim, me prendendo mais ainda a ela no momento que meu membro estava enterrado o mais fundo possível dentro de sua bunda. Suas pernas cruzadas em cima de mim faziam mais peso me empurrando pra dentro dela, tornando a penetração ainda mais profunda, mas dessa vez meu pênis parecia se encaixar melhor em seu ânus, eu não tinha força pra levantar o corpo pra meter de novo, as pernas dela nas minhas costas além de pesadas, estavam cruzadas, impossibilitando muito um movimento longo meu; então fiquei parado dentro dela apenas mexendo pra frente e pra trás com todo o pênis dentro do ânus dela, ela apenas gemia bem gostoso agora, e eu a abraçava procurando no seu corpo como um bebê que procura aconchego no corpo da mãe, quase não me mexia dentro dela, apenas envolvia meu braço na sua cintura e beijava seu pescoço, cheirava seu cangote e beijava seu queixo, adorava aquele cheiro de mulher, cheiro de fêmea, ao mesmo tempo, meu membro todo acolhido e encaixadinho dentro de sua maravilhosa bunda, lisinha e suculenta, enquanto me aconchegava no seu corpo e sentia seu cheiro, podia ainda ouvir aqueles gemidos gostosos e sentir suas nádegas apertarem a base do pênis, estava uma delícia, finalmente eu estava me tranqüilizando, reparei que ela parou de reclamar comigo, mas ainda fiquei preocupado, achei que não era suficiente, como se ela estivesse sendo boa demais comigo. Ainda tentei mover um pouco mais o quadril, mas suas pernas cruzadas não deixavam, e na verdade estava adorando as pernas dela cruzadas sobre mim, me sentia acolhido por ela, me sentia... Dela. Não queria que ela tirasse as pernas de cima de mim de jeito nenhum! Mas essa postura que ela adotou, de ficar com as pernas cruzadas sobre mim acabava gerando ainda mais força de contração na musculatura anal dela, a pressão lá dentro já era imensa, mas nessa posição ficava muito maior, ela comprimia meu membro com o ânus, e no balanço ficava como uma massagem anal no meu pau, com essas contrações anais dela, eu agarrado ao seu corpo comecei a passar a mão pelas suas coxas que me apertavam, me comprimiam, eu gostava, e deslizava a palma da mão pelas coxas branquinhas dela, eram lisinhas e macias de acariciar, me excitava tanto por alisar as pernas dela e com tudo que estava acontecendo, em menos de cinco minutos senti que estava próximo a gozar e comecei a abraçá-la mais forte ainda.

-Professora... Eu estou... (apenas fechei os olhos e me acolhi no seu ombro aproveitando o meu primeiro orgasmo dentro de uma mulher)

-Então vai até o fundo, me preencha toda agora, goza dentro de mim, me enche com o seu líquido, meu bebê... (ela me abraçou acariciando meus cabelos)

Eu gozei bem no fundo dela, foi incrível e ao mesmo tempo eu me senti mal, fiquei preocupado, achava que tinha gozado rápido demais, fiquei muito constrangido:

-professora... Me perdoe, por favor, eu não queria assim, eu... Me desculpa... (eu falei meio gaguejando muito preocupado)

-O que foi, Dani?! O que houve?? (ela me acariciava tentando me acalmar, ainda estava dentro dela, agarrados e deitados no sofá da sua sala, e com as pernas dela cruzadas sobre mim, nossos corpos deslizando pelo suor que nos cobria)

-eu... Eu gozei muito rápido... Em você, eu...

-Shhhh, shhhh! Calma! Está tudo bem... (ela colocava o dedo em minha boca)

-mas você ainda não...

-Não. Está tudo bem... Eu sei. Não tem problema você ter gozado rápido... Eu já esperava que você não fosse demorar muito, os meninos não costumam durar muito na primeira vez, principalmente quando estão bastante excitados... (ela riu um pouco) –Aliás, eu queria isso, tentei fazer você gozar rápido de propósito, o jeito que você olha pro meu corpo, você me olha com tanto desejo... Eu queria que você gozasse pra mim.

- fez de propósito...?

-Foi. (ela riu)

-mas você não teve prazer ainda...

-Quero sentir minha bunda cheia do seu esperma, quero que goze mais dentro e quando estiver cheio, eu enfio o plug. Vou andar pra cima e pra baixo cheia do seu líquido.

(ela falava aquelas coisas todas e eu abismado olhando pro rosto pervertido da minha professora linda)

Após aquele maravilhoso momento de prazer com ela, eu senti meu corpo ficar fraco e pesado, e só me deixei cair sobre ela, já tinha conseguido o que eu tanto queria e achava que nunca sairia da minha imaginação, aos poucos, depois que eu gozei comecei novamente a lamber os mamilos dela que a banhavam de leite nesse momento, os mamilos pelos quais eu morro de desejo, comecei a chupar, beijar, e sugar de leve seus biquinhos excitados, em poucos minutos já estava mamando pela quarta vez os seios dela, quando eu faço isso parece que eu saio do mundo e fico no meu paraíso interno, o tempo para pra mim e nem o vejo passar. Pouco mais de 10 minutos comecei a sentir o corpo dela bem quente, suado e se contorcendo mais, ela gemia tão gostoso e me segurava firmemente, procurei a mão dela, segurei e ela correspondeu apertando minha mão firmemente enquanto seu corpo tremia e ofegava, nossos dedos se entrelaçaram, percebi que ela estava gozando, foi magnífico. Fiquei beijando carinhosamente seu pescoço suado e beijando e mordiscando sua orelha, alisando suas costas suadas, ouvia o alto gemido no momento de seu clímax. Ela de olhos fechados gozava pra mim, era a cena mais bela que meus olhos já haviam testemunhado, seu ânus contraia tão forte que meu membro doía ao ser espremido lá dentro e aos poucos já estava duro de novo, a bunda da minha professora era o paraíso.

-AAAAAAAAHHHHHHHH!!! (ela me abraçou com muita força, e seu ânus contraiu meu pênis tão forte que eu não agüentei e gozei de novo. Enchendo ela de porra, duas gozadas já guardadas dentro do cuzinho dela, alisei suas coxas, suas pernas cruzadas me apertavam muito, meu pau doeu nesse momento de tão forte que ela comprimiu o esfíncter)

Nós gozamos juntos, nos beijamos, suados, abraçados, nos amamos!

Ficamos mais uns três a quatro minutos abraçados sem dizer nada, eu deitado no seu ombro, ela reforçou ainda mais os tornozelos entrelaçados que mantinham suas pernas cruzadas nas minhas costas, como se não quisesse de jeito nenhum que nossos corpos se descolassem, o tempo todo penetrado no ânus dela (em nenhum momento ela deixou eu sair de dentro de sua bunda, e até quando amoleceu ela prendeu o esfíncter tão forte que logo ele endureceu lá dentro de novo) suados, nos acariciando bem de leve, só sentindo a respiração ofegante um do outro, enquanto meu rosto ficava acolhido no seu ombro ela acariciava também meus cabelos e sussurrava palavras carinhosas no meu ouvido, me dando beijos, deixei minha cabeça cair sobre o peito dela, meio zonzo eu simplesmente me deitei no peito dela e acabei caindo no sono, eu apaguei e não me lembro de mais nada depois de ter dormido. Quando eu acordei já era bem tarde da noite.

Abri os olhos meio zonzo, lembrando do que tinha acontecido e logo me veio a mente que tudo aquilo foi só mais um sonho, mas eu percebi que estava nu, apenas coberto por um lençol que havia sobre mim, deitado no mesmo sofá do meu “sonho”, olhei em volta tentando me alertar e vi que tudo era do mesmo jeito, eu ainda estava na casa de Sophia, logo me veio uma doce sensação de alegria, fui preenchido por uma repentina felicidade que não sei de onde veio ao tomar consciência de que não tinha sido um sonho, mas foi tudo de verdade, eu tinha transado, e não era só isso, tinha sido com a minha tão desejada professora Sophia... Eu ouço um barulho de porta abrindo, do corredor vem saindo a minha sonhada, minha rainha, minha amada, minha professora. Estava com um vestido até o joelho, bege, cabelos presos num coque, uma franja cobrindo o lado da testa... Lembro bem daquela imagem:

-Oi, meu bem, acordou finalmente. (ela falou sorridente vindo na minha direção)

-eu caí no sono... Acho que foi porque ontem não dormi pensando em você... (eu disse esfregando os olhos)

-Ah seu bobo... Não era pra fazer isso, você tinha que dormir.

-eu tava muito ansioso, não deu pra pregar o olho.

-Tá bom. (ela estava meio abaixada pra falar comigo, eu sentado no sofá olhava pra ela, com o lençol cobrindo da cintura pra baixo.)

-E aí... O que você achou da sua primeira vez? (ela falou com um sorrisinho cínico. Eu não gosto dessas perguntas, parecem tão clichês, como se ela esperasse uma resposta tipo uma pontuação ou coisa parecida, isso me incomodava um pouco, e a minha resposta era óbvia! Então eu tentei variar como eu pude)

-se eu pudesse, me casaria contigo. (falei, deslizando meus dedos pelo rosto dela, isso era uma coisa grande pra mim, eu não costumava tocar nela... Assim pelo menos. Porque geralmente eu só correspondia aos toques dela.)

-Ai Dani, você não sabe mesmo o que diz viu... Eu sou uma velha, não sei o que você viu em mim, mesmo...

-não! Você não tem nada de velha, você é perfeita, completamente perfeita!

Ela pegou minha mão que acariciava seu rosto e ficou segurando:

-Dani, os nossos primeiros amores são coisas totalmente fugazes e passageiras, você vai ter suas namoradas, sua vida, e eu vou passar pra você. Quando menos esperar nem vai mais se lembrar de mim.

-eu vou sim, sempre vai ser minha professora do jardim de infância por quem eu me apaixonei e cuidou de mim, fez amor comigo... Eu vou me lembrar disso sempre, afinal quantas pessoas têm uma história assim?! (acho que uma história assim é tão rara que eu precisei compartilhá-la aqui no site pra que mais pessoas soubessem que uma coisa tão Incrível assim aconteceu com alguém.)

- Você é um menino muito bom... Sabe, quando olho você agora, assim... Eu lembro da minha adolescência e de como foi uma droga... Do quanto estou mal-casada e penso como eu teria tido sorte se você tivesse nascido um pouquinho menos tarde, e se a gente tivesse se conhecido em situações diferentes...

Eu me levantei e a abracei:

-já que falou disso, eu queria pedir uma coisa... Vamos fingir que somos casados, só por hoje? Tipo fazer de conta que moramos juntos, eu e você aqui, e somos marido e mulher... (eu falei todo empolgado)

-Você quer fingir que somos casados?! (ela perguntou com um tom meio de risada)

-sim! Sim! Sim! Você vai ser minha esposa, e eu...

-E você pode mesmo ficar aqui hoje?

-eu posso, eu invento uma história depois, só quero ficar com contigo... Eu posso ficar? (falei fazendo aquela carinha de cachorrinho abandonado)

-... Hum, eu não sei. (ela falou também fazendo manha)

Eu tasquei o beijo na boca dela, de língua e tudo, pela primeira vez tomei a liberdade de agarrá-la por minha própria vontade, segurei seu queixo, e ela na hora me empurrou, eu caí no sofá de novo:

-Ei! Quem deu permissão de você fazer isso comigo?! (eu fiquei meio assustado, mas sabia que ela tava brincando, como já havia me soltado com ela, não ficava mais tão acanhado, só beijei pra quebrar a piadinha dela)

-Não é assim que se trata uma dama. Desse jeito você vai mesmo assustar a garota... Vai ter que ser mais gentil pra agradar sua esposa. (amei que ela havia entrado na brincadeira; depois ela saiu toda pomposa desfilando com aquele sutil rebolado que eu adoro ver na escola rsrs)

-Suas roupas estão em cima da cama, meu quarto fica do lado esquerdo do corredor, é a única porta, vá se vestir.

Eu levantei levando o lençol enrolado comigo e fui até a porta que ela havia dito. Peguei minhas roupas e me vesti fiquei olhando o quarto dela e depois saí pra olhar o restante da casa, era fim de ano, o tempo fica diferente, eu estava com uma blusa, uma calça jeans e descalço, podia sentir a cerâmica fria nos meus pés, decidi voltar ao quarto e me deitei na cama dela e fiquei lá todo esticado, naquele conforto comecei a pensar no que estava acontecendo conosco. Minha professora que desde criança estava comigo, me viu crescer, cuidou de mim, que depois também virou minha amiga, estava agora, transando comigo... Eu não acreditei, era bom demais pra ser real, aquilo tudo era mesmo verdade, ou só mais um sonho que a qualquer momento o despertador me acordaria pra ir pra aula e passar mais um dia apenas observando a figura do meu desejo. Eu fiquei mais uns minutos refletindo sobre isso, até que decidi parar de pensar nessas coisas e simplesmente ir curtir os meus maravilhosos últimos momentos com a minha professora que hoje era minha esposa. Saí do quarto procurando ela, já estava sentindo falta do seu corpo maduro, aquele cheiro... Ah o cheiro dela era demais, o cheiro do cangote de Sophia me fazia delirar, mas ela sempre foi uma espécie de segunda mãe pra mim, ela cuidou tanto de mim, como eu pude me apaixonar por ela?! Eu sou um pervertido! Eu deveria ser internado por esses devaneios, ela só aceitou porque queria me agradar, mais uma prova do amor de maternal e protetor que ela tinha por mim, como se pode sentir tesão por alguém que trata a gente assim?! Isso definitivamente era loucura, eu sou um doente, só pode. Esses zilhões de pensamentos voaram na minha mente durante o caminho que fiz do quarto dela até a sala de estar. Cheguei na sala, a TV ligada, direcionei-me para a cozinha e lá encontrei minha professora de costas, acho que fazendo o jantar, eu cheguei e me sentei na mesa da cozinha que ficava logo atrás dela, ela cortava alguma coisa na tábua, concentrada não deve nem ter notado minha chegada, continuava lá, fazendo o que estava fazendo, e eu continuava lá também, vidrado... Encantado com suas curvas seu corpo maduro e suave, seus movimentos... Totalmente comuns, não havia nada de especial numa mulher cozinhando, mas então, porque aquela imagem me deixava tão encantado... Tão hipnotizado... Será que é isso que se sente quando olha pra pessoa por quem você está apaixonado? É esse o sentimento da paixão? Mas por quê?! Seu penteado, suas mãos firmes manuseavam aquela faca, seu movimento era forte e contínuo, permanecia mexendo, eu olhava, olhava, e olhava, acho que estava babando naquele momento, o tempo deve ter parado, e eu não parava de olhar... E depois de tanto olhá-la, de tanto prestar atenção no seu corpo comecei a sentir... Vontade de tocá-la, vontade de agarrá-la. Comecei a direcionar meu olhar para seu bumbum. Ah... Aquela bunda arrebitada balançando no movimento dela de pegar outro pedaço pra cortar, obviamente estava coberta, ela estava com um vestido, lindo até, mas eu conseguia olhar pra bunda dela e mesmo de vestido o bumbum da minha professora me dava tesão, e de repente do meu transe, ela subitamente movimenta-se...

-Ah... Você ta aí é? (ela vira um pouco o rosto e olha pra mim por cima do ombro enquanto continua pegando uma coisa e outra, não tenho nem idéia do que era aquilo, nem olhei, só olhava pra minha professora, ou melhor, minha esposa)

-Há quanto tempo você ta aí?

-...(fiquei mudo...)

-Dani? To falando com você, tá me ouvindo? (ela olhou com um leve sorriso)

-ah, desculpa, eu tava... Distraído. (disse apoiando o queixo sobre os cotovelos na mesa com um singelo sorriso nos lábios)

Eu estava simplesmente sorrindo de alegria mesmo, senti muita alegria de viver aquele momento principalmente porque era bem melhor que qualquer sonho erótico que eu já tive com ela. Continuei observando ela, focado mais em olhar sua bunda, eu tava com muito tesão pela bunda dela... Queria comer o bumbum dela de novo! A bunda dela era bem empinadinha, não era grande, mas era arrebitada e isso já era demais pra mim! Ficava ainda aquele volume no vestido, era tão bonito, redondo e largo, fazia uma silhueta maravilhosa... Aliás, tudo nela era perfeito aos meus olhos, eu a olhava como um ser sobre-humano, ela era de uma raça superior, aspecto angelical, rostinho delicado como uma boneca de porcelana, mas muito, muito mesmo, muito peituda! (rsrsrs) Muito safada e cheia de truques pervertidos, além de ser divinamente linda, uma beleza que Ficava mesmo difícil de acreditar que aquilo tudo era só uma mulher! Não... Ou as mulheres são mesmo um tipo de ser-humano “2.0”, ou ela era um ser extraterrestre, eram esses os meus pensamentos naquele momento... Sim, é isso que a paixão causa. Você passa a endeusar a pessoa, a minha paixão fazia com que ela parecesse tão magnífica pra mim, sem dúvidas, eu estava apaixonado! Não era uma paixonite que se têm na juventude, não eram esses amores platônicos que as crianças e os adolescentes sentem por pessoas de destaque, até como professores, por exemplo... Era um amor diferente, era muito profundo e verdadeiro! Eu queria tê-la pra sempre comigo, eu queria me casar com ela, eu poderia dar qualquer coisa pra estar com ela, eu fugiria com ela, eu realmente a amava com todas as forças e de todas as formas, de todo o meu coração, eu queria ser dela!Ela era a mulher mais bela, mais perfeita, que tinha tudo que eu esperava numa mulher, tudo mesmo! Desde o corpo dela, até a personalidade e o jeito que ela me tratava... Não tinha ninguém que se encaixasse mais comigo do que ela, eu fui feito pra ela. Era como uma sincronia, se o mundo acha isso errado, foda-se o mundo! Eu não posso ser infeliz e frustrado porque algum imbecil disse que ela não poderia ficar comigo. O único empecilho que eu realmente considerava era o fato dela ser casada, mas isso a gente podia dar um jeito, ela mesma já havia dito que estavam dando um tempo e ele estava traindo ela, talvez pudéssemos nos livrar dele também. Enquanto eu viajava nesses pensamentos loucos... Ela ia um pouco pra direita pegar alguma coisa, voltava pra esquerda e continuava o serviço, e eu vidrado, em especial, em seu bumbum, Eu sentia tara pela bunda dela aumentar... Eu tinha vontade de passar a mão, apertar, morder... Enfiar naquela bunda linda... Aí lembrei que ela havia dito que iria guardar todo o meu esperma dentro do ânus e depois enfiar o plug anal pra tampar e não vazar esperma de dentro, eu tive uma ereção na hora! Quando lembrei disso, eu pensei: “não, ela estava mentindo, estava só querendo me excitar, ela não poderia ter coragem de fazer isso... Como alguém agüentaria guardar sêmen dentro do reto e ainda com um dildo socado dentro?! Isso é impossível! Não pode ser...” Mas logo em seguida lembrei que ela era fera com o cuzinho, dominava a musculatura do ânus como eu nem sabia que era possível, coisa de experiente mesmo, principalmente porque o ânus dela não tinha nenhum arranhão, rachadura ou sinais de ser arrombado, pelo contrario, era bem fechadinho e quando ela queria apertar... Sai de baixo! Não sei se dói mais ou se excita mais, mas que é bizarro é! Era coisa de quem já treinou sozinha com brinquedinhos por anos! Sendo assim, ela seria completamente capaz de conter tudo isso dentro da bunda só com a pressão do esfíncter anal, e do jeito que ela era criativa no quesito safadeza, aquilo era fichinha pra ela, pensei logo: “Ela ta é se divertindo com isso dentro da bunda, aposto que não passa de um joguinho pra se excitar mantendo coisas dentro do canal retal. Fiquei um tempo olhando o volume de seu lindo bumbum sob o vestido imaginando o meu gozo guardadinho lá dentro e um plug anal enfiado tapando o buraco do bumbum dela. Aquilo me deixou excitado na hora e não consegui mais resistir, levantei silenciosamente e, descalço fui caminhando a passos leves e silenciosos até ela que estava concentrada no que estava fazendo e não fez nenhuma menção de perceber minha movimentação. Quando cheguei bem perto dela eu parei, estava a pouco mais de dois palmos de distancia do corpo dela, e fiquei observando o movimento ritmado do seu corpo, seu cheiro me embriagava e meu pau doía de tão duro, alguns segundos se passaram desse jeito e ela concentrada sem perceber que eu estava atrás dela daquele jeito, eu bambeava de tão excitado que estava, olhei e pensei comigo eu só posso estar apaixonado por essa mulher... Ela notou minha presença e virou o rosto meio assustada:

-Daniel! O que você tá fazendo aí?!

-ah... Nada, eu to só olhando... (eu falei todo assustado)

Ela voltou pro que estava fazendo antes e voltou o movimento anterior, ficou lá mexendo numa panela, e eu permaneci parado atrás dela do mesmo jeito, me tremendo de tanta excitação, não agüentei e tentei me aproximar um pouco mais dela e percebi que o volume da minha calça acabou encostando no bumbum dela, vi que ela sentiu e olhou pra trás um pouco assustada, assim que percebi que ela já tinha visto mesmo não podia fazer mais nada, ela tinha virado pra ver o que era, já que ela já tinha me flagrado mesmo eu deslizei minhas mãos pela cintura dela, suavemente e devagar fui envolvendo o corpo dela. Fui chegando cada vez mais perto até que meu pau se encaixou entre as nádegas dela e abracei seu corpo, fiquei bem colado nela e me aconcheguei no seu ombro a abraçando por trás:

-Daniel! O que você ta fazendo?! (em seguida ela começou a rir e abaixou a cabeça)

-desculpa, professora... Sophia, você me deixou muito excitado... (eu disse me agarrando ainda mais ao corpo dela com o volume do meu membro encaixado entre as nádegas dela)

-Eu to percebendo... Você tá me encoxando que é uma beleza aí né... (ela falou rindo)

-não foi culpa minha... (eu falei brincando também...)

-Quer dizer que fui eu que fiz isso?

-foi! Quem mandou você ser gostosa desse jeito... (comecei a me esfregar nela devagar, meu pau deslizava encaixado dentro da bunda dela entre minha calça e o vestido dela, eu senti uma coisa estranha no fundo, achei que fosse o plug)

-Você tá me atrapalhando assim sabia? Eu to ocupada agora, Dani... (ela falava acariciando meus cabelos, eu estava com a cabeça debruçada no seu ombro, ela era uns dois a três centímetros mais alta que eu)

-... está com o plug ainda?

-Claro. Eu disse que ia fazer isso, não disse? Você acha que eu iria mentir pra você?

-eu... Achei isso tão... Estranho.

- Mas eu fiz, tá tudinho aqui dentro ainda, eu disse que ia guardar seu esperma aqui e eu to com ele aqui ainda, quentinho. Só que eu queria que você me deixasse terminar o que eu estou fazendo, se não se importa. (ela ria com tudo isso)

-e o que eu vou fazer?

-Você não consegue esperar uns minutinhos não?!

-não, não dá, não ta sentindo como eu estou?

-Ah, pode apostar que eu estou sentindo! (ela disse rindo enquanto eu a encoxava com vontade, não dava pra resistir com ela daquele jeito)

-eu queria agora... Deixa eu fazer agora? Você fica parada e eu faço o que precisa, a gente faz aqui mesmo, nem vai precisar se mexer. (disse fazendo manha passando as mãos pela cintura e a barriga dela...)

-Dani...

-por favor...

-Você me maltrata desse jeito viu! Me dá um pouco de espaço, eu sei que com todos esses seus hormônios aí você quer sexo o tempo todo, mas eu não posso atender toda essa sua tara, eu não sou uma coelha tá.

Depois disso ela não falou mais nada e continuou o que estava fazendo me ignorando, e eu agarrando na sua cintura continuei me esfregando em sua bunda, encoxando ela com muita força, esfregando devagar e bem forte, dando beijos no seu ombro e pescoço, depois mordiscava sua orelha como ela fazia comigo... Ela ria e virava um pouco a cabeça pra eu não alcançar mais a orelha, ai eu ria também e voltava a ficar beijando seu pescoço e acariciando sua cintura e me esfregar na bunda dela que eu estava louco pra comer! Mais alguns minutos se passaram e eu acabei me contentando em encoxá-la só por estar abraçado a sua cintura e sentindo seu cheiro (e todas as vezes que eu disse cheiro, estou não estou falando de perfumes, mas sim do cheiro próprio do corpo Dela que era delicioso e hipnotizante.)

-Dani... Eu te deixo ficar aqui se você for mais devagar, tá me apertando muito! (eu realmente estava a agarrando muito forte, e logo em seguida dei uma trégua)

-você ainda vai demorar muito? (falei enquanto dava beijos no seu ombro e fazia carinho nela)

-Não... Eu to quase acabando. Meu amor, assim que eu terminar a gente vai pra cama, tenha um pouquinho de paciência!

Eu me afastei dela e sentei na cadeira de novo, e fiquei só olhando ela, voltei ao estado anterior, e esperei um tempo que pra mim parecia interminável. Até que ela se vira pra mim sacudindo as mãos e sorri, eu me levanto como um relâmpago e corro pra cima dela agarrando seus peitões enormes e dou um beijo profundo nos doces lábios dela, quando desgrudamos os lábios até estala e ela olha pra mim sorridente:

-Pronto! Agora eu sou toda sua! (eu todo bobo como sempre fico sorrindo sem motivo, ou talvez com todos os motivos do mundo e começo a beijá-la alucinadamente)

Agarro sua cintura com uma das mãos com a outra eu deslizava os dedos pelo seu rostinho delicado e lisinho (34 anos, mas pele de 18) Ela segurava meu queixo com uma das mãos e com a outra abraçava minhas costas, a saliva escorria pelos cantos de nossas bocas, eu adorava a boca molhada dela, nossas línguas numa sincronia, se enrolavam como se dançassem e eu a puxava cada vez mais pra junto do meu corpo enquanto o volume na minha calça ficava roçando entre as pernas dela, quando por algum motivo nossos lábios se desgrudavam ela só ria, estávamos nos divertindo com aquilo tudo, e enquanto nos amassávamos passava na minha cabeça um filme de todas as nossas brincadeiras e nossas travessuras e eu só sentia mais vontade ainda de beijar aqueles lábios delicados e suculentos, sua boca sugava minha língua e enfiava a dela, eu agarrado a sua cintura e ela acariciando meus cabelos.

-Então... (ela falava entre um beijo e outro) Não vai querer ir pro quarto dessa vez não?

-eu prefiro aqui... você não gosta?

-Não, tá tudo bem. É só que você gosta em locais proibidos né...

-proibidos?! Não tem mais ninguém aqui, é perfeitamente permitido...

-Não tem porque hoje estamos sozinhos, mas cozinha não é lugar pra transar, sabia? (ela ria)

-eu quero fazer contigo aqui, na cozinha!

(Eu passei a beijar e lamber o pescoço dela até o queixo, ela já gemia baixinho)

-Ah... Nossa... Meu menino quer me comer na cozinha, é? (ela falava e ria em seguida)

-você é muito safada! (eu ria também com as caras e bocas que ela fazia)

(eu disse morrendo de rir e ela logo em seguida me deu um leve tapa na cara com um sorriso safado)

-E você é um tarado, querendo comer a própria professora!

Ela disse mordendo o lábio e me segurando pelo queixo. Eu vi que ela tava me segurando daquele jeito porque tava mostrando que tava no controle, entrando na brincadeira, pedi a permissão dela:

-professora, me deixa comer sua bunda? (eu falava ainda com ela apertando meu eu rosto, segurava pelo queixo e os dedos acabavam espremendo minhas bochechas também)

-Me implora, vai, se você quer implora pra me comer!

-Sophia... (ela apertou meu queixo mais forte)

-Me chame de professora! Mantenha a reverência, não esqueça quem é que está diante de você.

-professora... Eu imploro a ti, que me permita... Eu imploro a você, por favor!

-Diga com todas as letras... O que quer fazer comigo?

-... (ela apertava meu queixo e me olhava de cima, eu ainda hesitava pelos resquícios de respeito que haviam.)

-Diga!

-... quero comer seu cuzinho apertado, Professora Sophia!

-Agora eu deixo você me comer... Deixo você fazer tudo que sentir vontade comigo...

-fica de costas. (eu pedi todo mansinho pra ela, ela me largou e virou de costas, em pé se apoiando na pia, com a minha mão ela levantou o vestido e acariciou as polpas da bunda que estava desnuda sob o vestido, em seguida abrindo as nádegas revelando a pedra vermelha que fechava a entrada de seu ânus, eu toquei nela:

-Cuidado! Tire devagar, e quando enfiar cuidado pra não deixar vazar o esperma que tem lá dentro! (ela disse virando o rosto pra trás)

-sim, professora. (eu só assenti)

Peguei pela base do plug e comecei a puxar bem devagarzinho, tive que colocar bastante força porque o ânus dela apertado do jeito que era parecia um buraco negro que sugava pra dentro tudo que se aproximasse, eu sentia que ele vinha deslizando no esperma o que facilitava um pouco a saída dele.

Abaixo a xoxota dela pingava de tão encharcada, eu passei meu dedo indicador entre os lábios vaginais que ficou imediatamente ensopado, eu cheirei, e instintivamente levei a boca. Sabor único, me fazia pirar de tesão em degustar o mel que emanava de seu sexo, minha professora e minha amante! Acima seu esfíncter anal aberto e alargado, a parte mais larga do plug quase toda pra fora, já era possível ver o meu esperma que havia lá dentro deslizar um pouco de forma grudenta pelo plug. Assim que terminei de tirar percebi que seu ânus rapidamente se fechou como se ainda fosse intocado e ele era lindo, marrom clarinho, quase da mesma cor que os mamilos, eu vi também que tinha uns resquícios de esperma no plug e logo levei a boca dela que naturalmente abrigou o plug dentro da boca sugando o esperma que tinha nele. Vendo o lindo buraquinho da bunda dela livre, eu já fiquei empolgado e como estava sem cueca, só abri o zíper da calça colocando o membro pra fora pela abertura do zíper, e posicionei a glande do pênis no orifício anal dela, em seguida agarrei logo a cintura dela e deitei meu rosto no seu ombro ficando com boca próxima ao seu ouvido. (herança do passado, não podia ficar longe, tinha que ficar o tempo todo agarradinho, abraçado, colado no seu corpo, aconchegado ao corpo dela, do mesmo jeito que ela me abraçava quando eu era criança) Ela vira o rosto pra mim e começa a sussurrar:

-fode meu cuzinho... Enfia... Mete na sua professora que você queria tanto comer vai, enfia em mim... Mas enfia devagar, vai me alargando devagarzinho, me invadindo até o fundo... Centímetro por centímetro bem lentamente.

-professora... Sophia.

-Me come... Do jeito que você sempre teve vontade de fazer antes... Quando era menor e tinha pensamentos pervertidos comigo... Me come do jeito que você sempre quis comer sua professora. (ela dizia sussurrando e gemendo pra mim)

Eu a abracei mais forte e coloquei minhas mãos sobre os seios dela por cima do vestido, senti que ela estava de sutiã, mas mesmo assim comecei a apertar com muito gosto, seu ânus já todo lambuzado pela minha porra não foi suficiente, a penetração no ânus dela sempre era muito apertada e difícil, eu tinha que fazer força pra conseguir entrar, embora lá dentro deslizasse ela sentia mais prazer forçando os músculos e pressionando meu membro que havia dentro, foi muito difícil, mas aos poucos comecei um vai-e-vem bem devagar, era muito apertado, e ela já gemia bem alto, e eu enchia o corpo dela de beijos, beijava seu pescoço e seu queixo, sua orelha, como eu tinha vontade de fazer quando ela me acariciava quando eu era criança, agarrei como eu queria quando ela me levava pra dormir na cama dela, uma mão ficava apertando o seio dela, a outra eu abraçava sua cintura, movendo o quadril lentamente, seu quadril um pouco encurvado, fazendo sua bunda ficar ainda mais arrebitada enquanto eu entrava e saia bem lentamente da bunda dela, seu corpo tremia e arfava, minha mão percorria sua barriga até a coxa dela, e eu me realizando não parava de beijá-la em todos os lugares, eu queria ficar daquele jeito pra sempre, a cena que tinha se repetido tantas vezes nos meus sonhos agora era real, meu membro atolado até o fundo dentro da bunda dela, saia só uns três a quatro centímetros pra entrar de novo dentro dela, às vezes sacudia seu corpo, suas mãos apoiadas na pia, enquanto ela gemia, sua voz meio rouca e tão sexy gemendo pra mim, estávamos transando em pé na cozinha da casa dela!

-Ahhhh... Daniel... Assim, isso... Me fode, assim, desse jeito... Ahhhh... Humm... Ah!

-professora... Você tão apertada... Não sei o quanto vou aguentar!!! Você é gostosa demais... Sophia...

Eu estava nas nuvens, simplesmente não acreditava, ela virou pra mim muito ofegante, e abraçou o meu rosto e me beijou de leve, estava de olhos fechados e sorridente, passando a mão entre meus cabelos, eu simplesmente não queria parar de beijá-la daquele jeito, apertava bastante seu peito enorme, com a outra mão na sua coxa eu puxei sua perna pra cima e apoiei na pia a deixando ainda mais encurvada e aberta pra mim, que arrebitava seu bumbum mais ainda, sua perna era pesada e eu tive até um trabalhinho, ela já gemia tão alto, sua voz me soava como uma trilha sonora praquele momento tão maravilhoso, com a mesma mão que havia levantado sua perna eu ficava alisando sua coxa com poucas estrias, pele clara e pelinhos loiros, aquela linda coxa grossa e decorada com manchas de chupões que eu mesmo havia dado e que agora estava apoiada na pia, soltei seu peito da outra mão e envolvi todo seu tórax com o braço, da cintura passado em volta da barriga dela, ela com uma mão segurava na pia e com a outra acariciava meu rosto. Depois de certo tempo assim, me acostumei mais com a pressão dentro do ânus dela e fazendo mais força comecei a aumentar a freqüência das estocadas, o entra e sai ficou ritmado e um pouco mais rápido, era muito difícil meter nela porque era apertado demais quando ela fazia aquela pressão, às vezes até parecia que fazia de propósito pra machucar... Mas de qualquer forma eu adorava comer aquele cuzinho apertado da minha Sophia. A pressão enorme, estocadas mais fortes e um pouco rápidas, eu beijando e lambendo seu pescoço, nuca e queixo e ela gemendo alto e gritando com o corpo tremendo de tão ofegante enquanto meu pau entrava e saia do meio de suas nádegas, agarrava seu corpo com tanta paixão e vontade de comer ela que me esqueci até de acariciá-la, só enterrava meu pênis dentro da bunda dela que tinha meu próprio esperma de lubrificante, acariciava suas coxas arroxeadas e eu começava a sentir meu corpo estremecer e muitos arrepios...

-Hmm... Meu bebê... Ahhhh... Por favor, não pare! Mais forte!

-professora... Eu vou gozar...

-Isso! Continue; me Foda mais rápido! Me fode!!!! Ahhhh... Goza dentro do meu rabo! Assim... Ahhhh! Ahhhh...

Ela baixou a perna e ficou completamente em pé, usou as duas mãos me acariciar por trás, uma abraçava meu rosto debruçado em seu ombro, meu rosto banhado pelo suor meu e dela estava emaranhado em seus cabelos que grudavam em mim pelo suor, minha cabeça deitada em seu cangote além de seus cabelos recebia as caricias de seus dedos e sua mão delicada. E sua outra mão segurava a minha mão que estava laçando sua cintura, minha outra mão agarrou forte seu peito e beliscou com sede seu mamilo duro sob o vestido, enquanto nossas mãos juntas em volta de sua cintura sentíamos o calor e o tesão um do outro... E apertamos as mãos entrelaçando os dedos, nos tocávamos realmente como um casal apaixonado, nesse momento eu senti pelo calor do corpo dela e seus gemidos enlouquecedores que estava gozando junto comigo, ela gritava muito alto, como se forçasse pra que alguém a escutasse, ela segurava minha mão tão forte, entre suas pernas dava pra sentir o liquido escorrer... Ofegávamos juntos, ao mesmo tempo, uma respiração combinada em perfeita sincronia... Como se estivéssemos alcançando o êxtase, o orgasmo total juntos! Mãos entrelaçadas, corpos suados e melados, colados, respiração forte e ofegante em sincronia, gemidos meus e gritos dela... Nosso amor estava explodindo num gozo descomunal!

-ah... (o primeiro jato de porra saiu no fundo do cu dela)

-Isso... Me fode... Ahhhh! Do jeito que você sempre desejou comer sua professora! Goza dentro de mim! Eu sou toda sua... Meu gozo é todo pra você!!! Me come! Me fode! Goza pra mim... Meu bebê!!!!! Ahhhhhhhh!!!!!

Eu esporrei litros e litros dentro do cuzinho dela, fiquei sem fala e sem ar, e ela gritava, gemia, grunhia e com nossos dedos entrelaçados segurava forte minha mão no momento mágico do clímax, gozamos juntos, de pé, na cozinha, e nem tiramos a roupa pra fazer a sacanagem toda, só levantei um pouco o vestido dela, fora isso estávamos todos vestidos. Ainda em pé, tentamos recuperar o fôlego depois do orgasmo “máster”, ainda bem abraçados um ao corpo do outro.

-Vem comigo pra sala... Sem sair de dentro de mim. Tenta acompanhar meus passos. Devagar.

Eu tomei coragem e ainda sem sair de dentro dela, comecei a acompanha-la, atravessando a sala de jantar até a sala, fomos caminhando “engatados” desse jeito até o sofá, comigo encaixado atrás dela beijando seu pescoço todo suado durante o percurso inteiro caminhamos devagar e quando chegamos, ainda um pouco ofegantes, principalmente ela, sentia que se eu não a segurasse ela ia cair e me levar junto, ela era bem pesada... Deitamos no sofá sem sair da posição e encaixadinhos um no outro, como apontador e lápis, chave e fechadura, meu pênis em sua bunda... Deitamos comigo por trás dela, e ela rindo um pouco:

-Não quero que saia de dentro de mim... (ela disse sorrindo e acariciando meu rosto suadoeu só ficava abismado como aquela mulher que eu acabei de transar era linda...)

-Sabe... Se um dia eu chegasse a sonhar que aquele menininho que eu cuidei e mimei com tanto carinho ia crescer e me foder desse jeito... Eu com certeza diria que esse teria sido o sonho mais louco que eu poderia ter tido... (ela dizia ainda um pouco ofegante)

-e eu se imaginasse que aquela mulher tão elegante e comportada era tão fogosa e safada eu ia achar que sou o mais pervertido do mundo... (ela riu)

-É... Fomos feitos um pro outro... Acho que você daria um bom marido pra mim...

-sério? acha mesmo isso? (eu sorri bobo na hora que ouvi isso)

-Humrum! Pena que eu sou muito mais velha que você e vou embora logo logo... Então não vai rolar. (ela adora cortar meu barato...)

Eu fiquei chateado e ela riu da minha cara:

-Não fique assim... Você sabia desde o inicio que isso tudo seria... Só mais uma brincadeira nossa, como todas as outras, isso tudo é minha despedida. Eu não posso ficar com você por uma infinidade de motivos os quais você já está cansado de saber todos. Meu bebê... (ela disse acarinhando meu rosto e fazendo biquinho)

-eu te amo tanto... E eu acho, que você também, e não quer assumir... (falei fazendo a mesma manha dela, ela rindo também me responde)

-E se fosse? Se eu estivesse apaixonada por você, e daí?! Não faria diferença nenhuma. Eu ainda continuaria inacessível pra você, e você deveria esquecer isso e parar de se torturar, isso sim!

-eu posso pelo menos dormir contigo de novo? Uma última vez entãoClaro! (ela respondeu com aquele sorriso que mostrava pra mim quando eu era criança)

Eu tirei o pênis já mole do ânus dela com todo cuidado pra não deixar vazar o esperma de dentro que quase não consegui, o canal retal dela já estava realmente cheio de esperma, tinha muita porra dentro daquele cuzinho e ela cuidadosamente colocou o plug anal com a jóia vermelha pra fechar o buraquinho e não deixar vazar nada de dentro. Fomos pro quarto, eu tomei banho e depois ela, fomos um de cada vez pra não correr o risco de transarmos de novo por lá (rsrsrs), pois já estávamos muito cansados. Cheguei a sua cama, me deitei nela sentindo aquele clima de fantasia, de sonho. Ela havia trocado os lençóis hoje, pra tentar renovar a aura do ambiente... Do ambiente que ela dormia com o babaca. Eu estava de joelhos na cama, ainda contemplando a situação quando ela saiu do banheiro vestida num roupão lilás, cabelos molhados, seu cheiro doce estava acentuado com o sabonete. Se aproximando da cama ela me abraça por trás e beija minha cabeça...

-Tudo bem? Ta agitado...

-tava te esperando... Lembra da última vez que a gente dormiu junto?

-Acho que já faz uns cinco a seis anos né...

Eu a puxei pra cima de mim, agarrei pela cintura dela e a deitei na cama de uma vez, ficamos rindo com isso... nos olhando por um tempo, fui encostando meus lábios nos dela, nos beijamos, deitados na sua cama, como dois amantes.

-Da última vez que eu te trouxe pra dormir comigo não era assim...

-acha melhor agora?

-... Bem melhor. (ela fica me acariciando enquanto nos olhávamos)

Comecei a sutilmente tocar no seu roupão tentando abri-lo, quando viu ela colocou a mão sobre a minha...

-Dani... Eu to cansada. Realmente preciso dormir.

-... quando dormíamos junto, eu sempre sonhei com isso.

-Isso o quê?

-seu peito... Por favor, Sophia, você não vai se cansar, deixa que eu faço tudo... E você dorme mais relaxada. (eu disse fazendo manha, ela riu)

-Deixo você mamar, ta bom? Mas só isso.

-tudo bem, só quero isso. (falei todo alegre)

Ela se apoiou melhor na cama, me colocou no colo, abriu o roupão e colocou o peito pra fora, ficou massageando e apertando o próprio seio até que o leite começou a pingar do biquinho amarronzado, já me ajeitei melhor no colo dela pra lamber. Com alguns segundos lambendo, sentindo de leve o sabor, seu mamilo começou ficar túrgido, soltando mais leite, pingando mais. Os movimentos delicados que eu fazia com a língua deixava seu mamilo cada vez mais duro, e logo comecei a sentir seu corpo esquentar, ela soltou doces gemidos, me acarinhou e aninhou em seu colo... Com seus mamilos já bem excitados e duros, com o leite pingando e minha professora já gemendo, abocanhei o bico suculento. Abracei seu corpo, chupando seu seio bem gostoso, ouvindo ela gemer, sentindo suas carícias, e o calor de estar aninhado em seu colo...

-Ahhhh... Eu sou tão sensível nos mamilos, Dani... E você é louco por eles. Você me excita tanto quando mama, me dá tanto prazer sugando meus seios! Amo te amamentar meu bebê... Que tesão que eu sinto sentindo meus peitos sendo chupados assim... Ahhh... Ai... Que delícia. Isso, chupa... Chupa meu peito... Mama à vontade, meu bebê.

Eu apertava mais ainda seu peito, mamava com carinho, queria excitá-la o máximo que eu pudesse, seus gemidos me estimulavam muito! Eu chupava e apertava o seio, fazendo o leite esguichar na minha garganta, fazia um barulho cada vez que eu engolia o leite, bebia com gosto, chupava o bico duro com muita vontade, meu pau já estava duro e babando, estava delicioso mamar nela, Eu a olhava inocente, sentindo o tesão do momento, olhava dali sua expressão de prazer, adorava ver o prazer que eu causava nela, enquanto ela continuava a me acariciar.

-Isso... Mama gostoso, meu bebê. Toma todo o meu leite, esse leite é todo seu, feito pra você, meus mamilos foram feitos pra sua boca... Ai que delícia... Ahhhh... Isso... Ah, assim... Chupa meu peito, mama, mama com força... Suga o bico do meu peito e toma todo meu leite,

-...

-Que gostoso sentir seus lábios sugando meu mamilo... ahhhh

E assim, em sua cama, ainda mamando muito, adormeci abraçado por ela do mesmo jeito que fazia quando eu era criança, porém dessa vez eu dormi mamando no peitão dela, como um bebê que adormece enquanto sugava aquele mamilo marrom grandão e inchado que esguichava leite cremoso na minha boca, enquanto ela acariciava meus cabelos e fazia cafuné na hora que eu mamava até cair no sono. Não sei se cheguei a dar mais um orgasmo a ela ali, e nem toquei meu membro também, que estava bem excitado. Mas aquele dia mágico terminou da maneira mais mágica possível... A realização da maior tara, um desejo guardado por anos e anos finalmente realizado.

Continua...

Comentários

18/08/2017 17:56:12
Passado um ano desde que li pela primeira vez, lembro que depois disso tive o privilégio de ver minha mulher dando de mamar para um adolescente aluno dela, bem novinho. Coisa muito linda, ver o garoto peladinho na nossa cama mamando nas tetinhas dela com o caralho mais duro que eu já vive na minha vida. Não resisti e mamei também. No caralhinho.
27/07/2017 09:59:11
QUE CONTO,,,, QUE HISTÓRIA,,,, GOZEI DUAS VEZES,,, LENDO,,,, NOTA 1.000,,, MAS SÓ POSSO DAR "10"... PARABÉNS,,,,
27/02/2016 06:55:38
desculpa havia me esquecido de atribuir a nota. Pela gostosa da tua professora e pela tua coragem mereces a nota máxima 10
27/02/2016 06:50:49
Meu pau está todo duro quero comer a tua professora
21/02/2016 17:11:46
Muitíssimo bom. A foda do menino dentro da bunda da professora foi uma das melhores narrativas que já. Guardar a porra de várias fodas dentro do cu é de provocar auto ejaculação.
20/02/2016 20:19:09
Muito obrigado, em primeiro lugar por terem tido paciencia de ler todo, fiquei muito preocupado com o tamanho das histórias q escrevo pq nao costumo ver histórias grandes por aki, fiquei com medo q minha proposta de algo granda nao fosse aceita e ninguem lesse. Em segundo obrigado pelos elogios, fico ate me perguntando se nao atrapalhou pra vcs pq notei q o texto ficou cheio de erros, nao sei pq a formataçao do site cortou trechos da pontuaçao e atrapalhou muito varios dialogos ao longo do texto, talvez quando tiver tempo eu pare pra consertar.
20/02/2016 01:21:24
Um dos melhores que já li aqui, gozei várias vezes lendo
19/02/2016 07:03:51
Parabéns, muito bom mesmo, continue

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