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Intimidade com a cunhada - Parte 8

Acordei com dor de cabeça, acho que dormi por muito tempo, tateei na cama e não encontrei ninguém, estava sozinho, levantei e fui ao banheiro, tomei um banho demorado e despreocupado, voltei e me sequei e estranhei o silêncio, coloquei uma camiseta e uma bermuda leve de um conjunto do meu pijama e desci as escadas devagar. As luzes estavam apagadas, apenas a claridade da TV da sala iluminava o ambiente, me aproximei devagar e vi alguém abraçando os próprios joelhos, era uma mulher mas não consegui identificar se era Gabi ou Nadi. Toquei levemente seu obro, ele se virou assuntada “Ai que susto meu!”, era Gabriela, olhou pra mim e se espreguiçou “Dormiu bem?”, sem nem deixar ela terminar de falar perguntei “Cadê a Nádia?” ela fechou a cara “Eita mal humor, ela teve que ir trabalhar, foi chamada”, acenei que sim com a cabeça e contornei o sofá sentando ao lado dela em silêncio, minha cabeça estava latejando.

Gabi me olhou e disse “Tudo bem amor? O que foi?” olhei para ela e fechei um olho involuntariamente “Minha cabeça está explodindo”, Gabi se levantou e disse “Eu tenho um remédio bom, isso aconteceu por que você ficou muito tempo na cama, ta lá a umas doze horas seguidas”, “Doze horas?” perguntei assustado “Que horas são?”, “Quase oito da noite” Gabi falou enquanto se levantava, vi seu corpo nu, esguio e branquinho, a bunda perfeita rebolando enquanto andava, foi até a bolsa e pegou o remédio, voltou e eu fiquei olhando para o balançar dos seus seios, um sorriso me escapou “O que foi?” ela perguntou estranhando meu sorriso e olhando pro próprio corpo procurando por algo errado “Nada”, “To gorda né?”, estendeu a mão para me dar o remédio e junto um copo de água, “Que gorda que nada, ta é uma delícia, tava olhando seus peitos” ela riu, “Ah ta”, sentou-se ao meu lado e colocou a cabeça no meu ombro.

Olhei para a TV e perguntei “O que você está vendo?”, “Ah eu queria ver um filme de terror, mas tenho medo, “Terror é?” questionei meio sem dar atenção, “Sim, terror” ela agarrou meu braço “Assiste comigo?” olhei pra ele e disse “A Nádia demora pra chegar?” ela me soltou “Por que?” eu sorri envergonhado “Por que eu tenho medo, e quem assiste comigo é ela”, ela deu uma gargalhada, eu ri também, mas era a pura verdade e fiquei envergonhado, ficamos abraçados assistindo TV mas nenhum filme de terror só programação normal.

Minha cabeça já havia parado de doer e meu estômago roncou algo “Tá com fome?” ela me perguntou olhando pra TV. Estou sim, respondi sem tirar o foco da TV, de uma só vez ela se levantou “Vou fazer algo pra gente”, dei um tapa forte na bunda dela e o estalo foi alto “Ai, filho da puta” ela acelerou o passo, foi para a cozinha e eu a segui, ela colocou um avental para não respingar nada nela. Durante todo o processo de cozinhar eu a apalpei, nos beijamos e nos abraçamos, percebi que ela estava bem carente, me agarrava e respirava fundo, parecia preocupada.

Sentamos no balcão para comer, ela parecia distante e resolvi intervir “E ae, tá pensando no que?”, ela me olhou enquanto mastigava, seus olhos estavam vazios e sem foco, seu rosto sem expressão a boca mexia esmagando a comida e parecia não haver nenhum sentido naquilo, apenas movimentos mecânicos. Estalei os dedos na frente do rosto dela “Oh!” ela piscou os olhos e focou em mim “Hmmm, desculpa, o que foi?”, fiz uma careta “Tá pensando no que?” ela respirou fundo “No que você acha?” peguei os talheres “Seu casamento”, ela fez que sim com a cabeça “Meu casamento não existe mais” tomou um gole de suco “Como eu pude ser tão idiota, aquele filho da puta tava me traindo o tempo todo, que desgraçado traidor, eu nunca...” se conteve na palavra “nunca”, olhou para mim e vi suas bochechas ficarem vermelhas, cutuquei-a de propósito “Você nunca o que?” ela sorriu “Eu nunca tinha traído ele antes”, fiz cara de paisagem “E comigo? Nós transamos e você era casada”, ela disse “Com você não conta” fiz outra careta “Não conta por que?”, ela olhou em volta “Ah, por que... por que você é meu cunhado né, não sei”, ela arranhou o balcão com a unha e completou “Mas o que importa é que eu fiz só uma vez com você, e ele tava fazendo muitas vezes e muitas com ela e vai saber com quem mais ele tava se deitando”, entendi que ela queria se justificar e achar culpa do cara, apenas concordei, deixei ela se lamentar e completei “E ae, e agora, como você vai fazer?” ela pensou um pouco e disse “Vou me mudar pra cá”, acho que minha cara me denunciou, devo ter feito uma careta inesperada e ela completou “Nossa, to brincando, mas depois dessa cara nem se eu fosse mesmo”, se levantou e foi colocar o próprio prato na pia.

Me levantei, “Não Gabi, não é isso” abracei-a por trás “Minha reação não foi por não querer que você venha, foi pela velocidade das coisas” ela apenas murmurou, mordi seu pescoço “Ter você aqui todos os dias para mim seria bom, uma bundinha dessas não tem como recusar”, ela riu e se desvencilhou de mim “Safado”, correu para a sala e se sentou, coloquei o resto das coisas na pia e me senti ao seu lado, fiquei olhando para a TV quando ela falou “Vamos sair?” estranhei a proposta “Pra onde?” ela mexeu os ombros como quem não se importa “Sei lá, tava afim de ir num lugar diferente, não quero ficar quieta”, “Bem, podemos, vamos procurar algo”, ela pegou o celular e começou a pesquisar, levou cerca de vinte minutos até que me chamou “Achei!” me mostrou o celular, era uma balada LGBT, torci os beiços “Sei não ein, estranho isso ai”, “Ah vai, quero ir num lugar diferente, a gente vai de casalzinho e ninguém mexe com ninguém”, fiquei pensando e ela disse “Hoje é noite sensual, ta escrito aqui para virem a vontade por que hoje tem festa do toque”, “Toque? To que a onde?” ela riu e disse “Toque de pele seu bobo, ninguém vai por o dedo em você não”, apenas concordei com a cabeça, ela se levantou e correu, para o quarto, voltou vestindo um vestido amarelo da Nadia e disse “Vou pra casa, me pega em uma hora ta?”, me deu um beijo e saiu.

Fiquei pensando e assistindo um filme, quando chegou perto do horário vesti uma calça Jeans e uma camiseta preta, me perfumei bastante e usei um sapatênis, fiquei bem confortável e justo. Fui busca-la em casa e estava meio de má vontade mesmo, falei com a Nádia por telefone e falei onde íamos, ela concordou e me falou que se desse levaria o namorado la pra nos encontrar, tenho certeza que foi só para fazer ciúmes, mas não esbocei reação.

Avisei a Gabi que estava chegando e ela disse que estava saindo, esperei na frente de casa e ela saiu, usava uma blusinha branca e um shortinho jeans de suspensórios com uma botinha preta, quando se virou de costas para fechar o portão eu vi a polpa da sua bunda, ela entrou no carro e o cheiro doce invadiu o ambiente, era um perfume muito conhecido meu, Nádia sempre usava e eu adorava Gabi certamente sabia disso, deu-me um beijo e chupou minha língua com força, agarrou meu pescoço “Gostou?”, eu sorri “Você está linda e cheirosa” mordi seu pescoço, ela riu e disse preocupada “Vamos, não é bom ficar parado aqui”.

Fomos em direção ao tal lugar, chegamos e paramos o carro, ao atravessar a rua percebi que o lugar estava cheio de pessoas “Alternativas”, pessoas tatuadas, com cabelos azuis, verdes, amarelos, rosas e vermelhos um show de cor, meninas lindas usando armação de óculos grande, homens fortes e bonitos, a maioria esbanjando sensualidade e todos muito bem vestidos. Logo na entrada uma figura me intrigou, era um cara com bigode, extremamente forte usando apenas uma caça jeans com suspensórios e com seus músculos brilhando por algum óleo, pegamos a fila pra entrar.

Gabi me agarrou e me mordeu “Quero beber e esquecer esses dias conturbados”, dei-lhe um beijo e ela parecia feliz, se afastou para arrumar o cabelo e eu olhei para seus seios, não havia reparado mas na claridade da fila era possível ver os bicos dos seios pois a camiseta era muito fina “Não tinha visto, da pra ver a auréola” ela me deu um tapa na mão que eu apontava “Seja discreto oh” pensou um pouco e perguntou “Ta feio?” eu disse “Ta lindo” e sorri, ela se aproximou e apalpou meu saco e meu pau por cima da calça “Hmmm, ta sem nada aí é seu safado” eu apenas sorri, ela se pendurou no meu pescoço “Vamos nos divertir né?” eu fiz que sim com a cabeça, chegou a hora da entrada, fomos revistados e entramos.

Muita gente no local, o ambiente estava quente e senti que começaria a suar logo, a música era eletrônica e estava muito alta, olhei em volta e as mais diversas combinações como homens se beijando, mulheres se beijando, casal triplo, pessoas abraçadas, transexuais e todo o tipo de gente que os crentes adoram dizer que “é errado”, pensei para mim mesmo que isso seria bom para abrir um pouco minha mente, mas ficaria no alerta para que não abrisse demais.

Apesar de eu não gostar muito do tipo de música que tocava nós dançamos e bebemos, determinado momento uma menina de cabelo amarelo forte falou algo no ouvido de Gabi, ela apontou pra mim e a menina falou algo de novo e foi embora, Gabi se aproximou “A menina ta me chamando para o arrebento” estava falando mole, totalmente bêbada “Você vai?” perguntei gritando em seu ouvido e ela disse “Falei pra ela que tava com você e ela disse que podia te trazer, ta me esperando la trás, vamos?” pensei rápido e calculei que duas mulheres era uma coisa boa, concordei e fomos com Gabi me puxando pela mão.

Passamos pela multidão e chegamos em avistei a menina de cabelo amarelo no fundo, ela pegou na mão de Gabi e a puxou, passamos por um segurança e cruzamos uma porta, quando a porta se fechou o barulho diminuiu bastante, dentro do lugar era como um camarim, com sofás em cantos, mesas e algumas pessoas, era um tipo de Área VIP, a menina se virou e disse “Pronto, aqui não tem tanto barulho, eu sou a Andressa" se aproximou de Gabi e as duas deram um selinho “Eu sou Gabi, esse é meu marido, o Rafael”, imaginei que ela falaria que era minha esposa, não liguei para esse fato, fui cumprimentar a moça e também ganhei um selinho e oçhei direito para ela, tinha o cabelo curto batendo nos ombros, usava um vestido preto de bolinhas brancas e a saia era muito curta com um decote generoso, Andressa esticou o braço e chamou outra garota, essa me pareceu daqueles tipo “machão” tinha o cabelo raspado de um lado mas o outro era bem cumprido e ia até o meio das costas, a cor do cabelo era castanho escuro, usava um óculos grande e disse "E ae”, Andressa disse “Essa é a Angela”, ao cumprimentar Gabi, Angela agarrou-lhe pela cintura e lhe deu um beijo no pescoço “Oi gatinha”, Gabi riu e disse “Oi”, ao me cumprimentar estendeu a mão “Prazer”, cumprimentei-a e entendi o recado, ela só se relacionava com mulheres, Angela usava uma camiseta social masculina vermelha, com uma gravata preta e uma calça social larga, em seguida lançou um olhar matador para Andressa como se fosse uma reprovação.

Andressa disse “Então, chamei vocês aqui pra sala VIP pra gente conversar um pouco, por que achei vocês um casal muito fofo, a gente podia ficar, sei lá”, Angela disse “Achei você muito gata” agarrou novamente Gabi pela cintura e tascou-lhe um beijo, foi correspondida e começaram a se agarrar, olhei para Andressa e me aproximei “Vocês namoram?” ela disse “Sim, moramos juntas”, puxei-a pela cintura com força e apertei-a contra mim, ela sorriu “Que forte” dei-lhe um beijo e senti sua língua quente e macia, nos agarramos e a encostei numa parede e apalpei seus seios, não eram grandes, ela delirou, meti a mão por baixo do vestido até sua barriga e ela não fez objeção, pelo contrario, me agarrou com mais força ainda.

Olhei para o lado e Angela estava chupando com força os seios de Gabriela, sem que eu dissesse nada Andressa arrancou o próprio vestido e ficou de calcinha, era bem magrinha com seios pequenos e as costelas aparecendo, barriguinha chapada e sem músculos, uma mulher deliciosa, agarrei-a com uma fúria leonina, agarrei sua bunda e a ergui no alto, ela riu alto falando “Isso, me pega de jeito que to precisando”, agarrei-a e mas não conseguia deixar de prestar atenção em Gabi com a tal da Angela, Angela já havia tirado toda a roupa de Gabi que estava deitada num sofá com Angela a chupando com vontade, Gabi apenas agarrava o próprio peito e gemia de olhos fechados, vi quando Angela foi tirando a roupa de costas para mim e ficou pelada. Angela deu um tranco naminha cabeça com um puxão de cabelo e abriu minha calça puxando-a para baixo, meu pau subiu duro e ela riu “Nossa, que picão ein!”, agarrou e começou uma punheta, se abaixou e começou a chupar.

Chupou por um minutos mais ou menos e se levantou “Bonitão, eu gosto de pau, mas hoje eu queria a sua esposa” eu disse “Vai pra ela então”, “Vai ficar chateado?” eu sorri “Não, vai fundo” ela me deu um beijo na boca e apertou minha bochecha “Que fofo” se virou de costas e esfregou a bunda no meu pau “Mas sua rola é uma delícia ein, se eu tiver fôlego eu volto pra te dar um trapo” e fui em direção à Gabi, colocou a boceta para que Gabi chupasse em uma posição de 69, Gabi sem abrir os olhos começou a chupar imediatamente, me aproximei para ver e Andressa caiu de boca na boceta de Gabi com vontade e Angela não teve mais espaço, então as duas trocaram um beijo de língua e Angela se levantou visivelmente jogada de escanteio, me aproximei e o clima ficou constrangedor, duas mulheres deliciosas se agarrando e eu e uma mulher lésbica pelados se olhando.

Angela olhou pro meu pau e sorriu apontando “Bela arma você tem aí ein”, olhei para seu corpo e vi que era magra, não como Andressa mas tinha os seios gigantes e lindos, levemente caídos e redondos, uma bucetinha raspada uma delicia “Obrigado, você é bem gostosa”, ela ficou corada e disse “Valeu, você também”, alguns segundos de silêncio e Angela se aproximou e pegou no meu pau, passou a mão e mordeu os lábios, olhou para mim e vi confusão no seu olhar, “Tudo bem?” perguntei, ela soltou imediatamente e disse “Tudo bem sim”, se afastou e foi até a porta, verificou se estava fechada mesmo, e estava.

Voltou, se aproximou de mim e ficou me olhando, uma voz fora do nosso contexto disse “Gê, trepa com ele”, ela Andressa falando, Angela se virou e disse “Ta loca?”, Andressa continuou “A Gente já conversou, eu to mandando, quero ver”, Angela ficou incomodada, se mexia nervosa e agitava os braços, pegou no meu pau de novo, fiquei apenas observando, respirou fundo e se colou seu corpo ao meu, era bem quente, me deu um tesão pela temperatura anormal, senti seus seios macios, ela aproximou seu rosto de mim e disse “Não me zoa ein” meu pau pulsou “Como assim?” ela disse “Não fala pra ninguém isso ein”, eu concordei, afinal não conhecia ninguém daquele ambiente.

Angela então agarrou minha cabeça com uma das mãos e me deu um beijo de língua, era diferente de Andressa, era forte e agressivo, mordeu meus lábios, chupou minha língua e me arranhou, agarrei ela com força, abracei-a e ela se desvencilhou, puxei-a com força e a abracei por trás mordendo seu pescoço com força “Ai caralho” ela reclamou, agarrei seus seios e senti ela baixar a guarda, suas sobrancelhas se abaixaram com cara de tesão, agarrei sua bunda e pedi um beijo, ela correspondeu, ficamos nos agarrando pelados, peguei sua mão e coloquei em cima do meu pau, ela pegou sem jeito e punhetou, desfez o beijo “Cara isso é muito estranho” falou rindo, eu perguntei “Você nunca...?” ela disse “Já, faz tempo” agarrei-a pela cintura e ela laçou me com as pernas, passei meu pau na porta da sua buceta, estava molhada, passeia mão e enfiei um dedo, ela fechou os olhos “Ai caralho!”, chupei o dedo e disse “Gostosa você ein”, ela riu e vi que tinha adorado, me empurrou e disse “Espera um pouco”, saiu de perto de mim e foi correndo para uma mala no canto, andou de um jeito diferente, feminina, não do jeito masculino que estava tentando impor, voltou rebolando com um sorriso na cara, usa esse capote.

Peguei a camisinha e coloquei pois parecia que ela não tinha habilidade, sentei-a na quina da mesa e coloquei o pau na porta da sua bucetinha, ela fez cara de dor, eu dei um beijo nos seus lábios “Relaxa Gê”, ela respirou e fez que sim com a cabeça, coloquei devagar e sua cara foi um misto de tesão e dor, quando entrei tudo ela me agarrou “Mano, isso é bom pra caralho, puta que pariu, por isso que essas filhas da puta são taradas em rola, caralho” achei engraçado seu palavreado e comecei a bombar, ela parecia uma menininha, gemendo e rebolando, fiquei assim por uns minutos, peguei-a no colo e coloquei do lado de Andressa e Gabi que se chupavam com força, Angela ficou de quatro e eu encaixei atrás dela, enfiei o pau e Andressa riu “Nossa, olha quem ta levando pau na buceta”, Angela ficou irritada “Cala a boca filha da puta”, acelerei o passo e Angela gemeu muito, se despreocupou com Andressa, percebi que Gabi amoleceu, devia ter gozado, Andressa estava concentrada em chupar os seios de Angela eu meti a com força, senti os dedos de Andressa no grelho de Angela, senti o corpo de Angela tremer, ela deu um gritinho fino e gozou, gozou muito, senti seu liquido escorrer do meu pau e pingar no sofá, agarrei-a com força e aumentei a força, quando percebi que ia gozar tirei o pau, Angela se sentou estafada e eu continuei a punheta, Andressa me ajudou e puxou Angela “Vem aqui, vem”, puxou Angela para que ela me ajudasse a chupar meu pau, Angela relutou por um segundo mas abocanhou e recebeu porra dentro da boca imediatamente, deixou-a escorrer e Andressa chupou o resto deixando tudo limpinho.

Andressa se virou-se para Angela e agarrou-a pela cintura “Viu amor, nem doeu”.

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Comentários

27/02/2016 00:33:53
Esperando continuação.
26/02/2016 17:38:32
Ir faz com que a imaginação vá longe.
26/02/2016 13:24:21
Estou maravilhado. Li a série toda de uma só vez. Uma delícia, parabéns. Abreaco do Val. - [email protected]
26/02/2016 00:02:12
Cara um tesão seus contos

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