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O convento das profanações Penúltimo Capítulo

Categoria: Heterossexual
Data: 07/02/2016 16:43:32
Última revisão: 07/02/2016 16:44:11
Nota 10.00
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Este texto é uma obra de ficção literária erótica-pornô com o intuito de entretenimento e diversão, situações, personagens, idéias e comportamentos aqui expostos são parte do contexto da ficção e não exprimem a opinião do autor ou fomentam atitudes, os direitos autorais e intelectuais desta obra estão assegurados pela lei N° 9.610

A cena era de embrulhar o estômago, as vísceras do soldado Clarence estavam espalhadas na parede de seu quarto, o corpo agora era apenas uma pasta moída e esmagada sobre a cama, Lorde Melrick não sabia o que dizer aos seus homens, não podera evitar que um de seus melhores soldados, seu filho primogênito morresse daquela forma brutal, como lutar com algo daquele tamanho, fez o que um grande líder faz nestes momentos, pôs sua imensa dor e seu luto de lado e pensou na segurança dos seus homens, naquele mesmo dia, antes do sol se pôr ele e seus fiéis soldados deixaram as paredes do St. James para trás.

***

Já haviam se passado quatro dias desde a partida dos homens de Lorde Melrick, com eles partiram inúmeras irmãs de volta às suas casas amedrontadas com todo o horror que presenciaram naqueles últimos dias, o convento parecia mudo, as mortes brutais o fizeram mergulhar em pêsames, poucas eram as conversas, os momentos de alegria raríssimos, a tensão no ar era palpável.

****

Era a véspera do quinto ciclo de morte, a última noite antes do mal sobrevir novamente sobre as paredes daquele amaldiçoado convento, ninguém viu quando Narceja atravessou o pátio em direção ao caminho de tulipas que levava a mais alta ravina das terras do St. James, estava descalça para não fazer barulho, por baixo da capa e do capuz usava um vestido cinza de algodão, ele era de Blessie, precisava fazer algo para acabar para deter o mal que ela libertara, a lua cheia no céu era fantasmagórica, no alto da ravina apenas uma árvore jazia, um belo carvalho que há anos fora cortado ao meio por um raio, voltou a crescer mas porém ficara retorcido, de aparência assustadora, lá embaixo ela podia ouvir o som das ondas quebrando contra os rochedos.

-Eu estou aqui criatura, apareça! Invocou retirando a capa que usava.

Nada aconteceu, apenas o vento soprava a brisa marítima em seu rosto naquele começo de madrugada.

-Apareça criatura da trevas! Ela retirou uma garrafa de água do alforge que carregava e fez um círculo no chão à sua volta.

-Profanathus invocuum tuo maleus! Gritou.

Ela sentiu o cheiro pútredo de enxofre e soube que a criatura estava ali mesmo que não a pudesse ver.

-Eu sei que está aqui, se mostre!

""Você sabe como me invocar"" sua voz era maléfica, a fazia se arrepiar.

Ela acenou que sim com a cabeça, assustada.

-Apareça maldito!

""O livro está aqui?""

Há duas noites ela ouvira uma conversa entre a Madre-superior e irmã Gilda, falavam de um livro, guardado a sete chaves em uma câmara secreta no subsolo proibido do convento, livro este que podia libertar o convento e mais uma vez prender Profanathus em sua prisão mística mas que elas tinham medo de usar, medo de seu poder que também era sombrio, o livro agora estava em seu poder.

Ela não o respondeu mas a criatura sabia a resposta.

""Dê-me o livro e eu lhe darei o que quiser em troca, se negue e muitos mais morrerão""

-Eu sei como lhe enfrentar monstro! Ela falou em tom ameaçador.

Uma risada sinistra ecoou pela ravina, Narceja procurava a criatura à sua volta mas nada via.

""Você acha que pode me desafiar pequena menina?""

Ela estava completamente arrepiada.

""Amanhã eu vou arrancar a pele de seu corpo assim que as doze badaladas tocarem""

-Nã nã não vai - disse vacilante. - você não pode!

Ela sabia como o poder da criatura funcionava.

""Meu poder vai além da sua compreensão menina""

-Maleficus est finitus!

""O que está fazendo?""

-Esrsasari manitu, canat manitu eulom finitus est!

""Maldita seja""

A criatura sabia que Narceja havia conjurado novamente a urna mística que o aprisionava.

""Mesmo que a urna exista novamente eu jamais serei seu prisioneiro de novo"'

A criatura surgiu à sua frente na forma de um bode alado com asas negras e cauda de escorpião, Narceja recuou amedrontada.

""Amanhã, eu vou lhe matar menina, e enterrar com você o conhecimento que pode me destruir, a não ser que você me entregue o livro""

-Nunca!

Narceja se virou e correu de volta ao convento.

""Não há onde se esconder daquele que carrega o abismo das almas""

Enquanto corria Narceja chorava, sabia que quando o quinto círculo se fechasse ela ou a criatura teria encontrado seu fim.

***

A noite do quinto círculo havia chegado, com ela uma tempestade que lavava o pátio do St. James, de pingos grossos e água gelada, irmã Mariah olhava os pingos desenhando formas a esmo em sua janela quando, havia uma grande tristeza em seu olhar, quando as doze badaladas ressoaram anunciando o início de mais uma madrugada de horror a Madre-superior respirou fundo, as lágrimas escorreram do seu rosto quando ela sentiu uma presença em suas costas.

""Nestas noites chuvosas você sente ainda mais a falta de mim não é?""

A voz da criatura saía da boca de Feula, lá estava novamente a pequenina negra deitada sobre sua cama a lhe tentar com suas curvas infantes.

-Mais uma vez tu me tentas criatura, e mais uma vez não terá êxito!

A pequenina negra se virou de barriga pra cima, a xana lisa fez irmã Mariah morder os lábios, os seios quase não existiam, eram apenas bicos espetados de pecado, de algo que ela queria muito mas não podia ter, não deveria.

-Ai mamãe, eu queria tanto um carinho seu! A voz agora era suave e sexy como ela se lembrava, a criatura tinha muitos truques ela sabia, todos mortais.

-Saia daqui criatura infernal!

-Não faz assim mamãe, eu to machucada! A menina negra se pôs de joelhos na cama, agora suas costas e corpo carregavam as marcas da surra que a matou.

-Cuide de mim mamãe!

As marcas a excitavam, seus olhos faiscavam de desejo, seu tesão era inegável.

-Mamãe porque meu botãozinho piscava quando eles me batiam? Empinou a bunda de bruços.

A Madre-superior sentia o abdômen formigar de desejo.

-Pai nosso que estás nos céus, santificado seja vosso nome.... Ela fechou os olhos e começou a rezar.

-Mamãe olha essa marca aqui! Alisava a parte de dentro de sua coxa esquerda.

-Perdoai à quem nos ofende assim como perdoamos a quem nos tem....

-Mamãe eu te amo! Queria seus dedos aqui! Enfiava e tirava dois dedos dentro de sua pequena boceta.

A Madre-superior superior abriu os olhos e interrompeu a prece, não podia continuar a invocar a Deus enquanto entre suas pernas escorria o mel do pecado, se aproximou devagar contraindo os lábios e ficou a observar a pequenina negra se masturbar.

-Mamãe, me dá carinho! Eu sinto falta do seu carinho!

Ela estendeu a mão direita e alisou o ventre da pequena menina nua marcado pelos açoites.

""Cedo ou tarde todos pecam madre, tu terás seu último ato"" A voz em seu ouvido era luxuriosa.

Ela desceu a mão de encontro ao sexo infante enquanto as lágrimas escorriam tímidas por seu rosto, sabia que havia assinado sua sentença de morte, enfiou os dedos nas entranhas quentes de Feula que se remexeu tesuda na cama, como era bom sentir o calor da boceta pequenina na ponta dos seus dedos um relâmpago a cegou por um instante e quando sua visão voltou ela já não estava mais em seu quarto, havia sido transportada para o pátio do convento, estava novamente de frente ao corpo infante e nu daquela menina que ela trouxera para ser criada sobre as asas do cristianismo mas que morrera nas mãos da inquisição graças à sua covardia, só que desta vez o açoite não estava nas mãos dos inquisidores e sim dela, sabia que não havia mais volta, que quando aquela ilusão terminasse não haveria mais fôlego de vida em seu peito, não havia mais porque deter sua real natureza, como naquele dia as freiras olhavam das janelas, algumas estavam ao redor do tronco onde a negra "endemoninhada" fora presa e encontraria o expurgo que sua alma precisava, todas assistiam caladas, ela olhou em volta e reconheceu o brilho do desejo nos olhos de muitas delas, o primeiro açoite que desferiu na carne nova e intacta a fez sentir os bicos dos seios latejarem de tesão, mais um açoite e a pequena negra apenas gritava por sobre a mordaça posta em sua boca, outro o açoite e o sangue escorreu por suas costas em direção à sua bunda firme, jovial e empinada.

Mais um açoite, agora na altura do rosto e pescoço, outro nas coxas, a Madre-superior então sentiu, entre suas pernas brotava um tesão animal, não em convulsões mas em pulsações de prazer, ela alisou entre suas pernas e pôde sentir a dureza e a rigidez de seu desejo, ela agora era um ser andrógeno, seu corpo era o mesmo mas havia entre suas pernas uma ferramenta dura e grossa de penetração, ela sorriu maléficamente e disparou mais açoites contra o corpo indefeso da negrinha, batia com prazer sobre a carne da bunda firme que tremia a cada golpe, a pequena negra chorava de dor mas ela continuava a açoitar cada vez mais forte, cada vez com mais gana.

-Puhrt favo mammai, duoi muntu! A ninfeta negra tentou clamar abafada pela mordaça que lhe apertava os lábios.

A Madre-superior se aproximou e retirou a mordaça, queria ouvir a voz magoada pela dor.

-Po po por fa favor mamãe pare, dói demais!

Ela alisava a bunda marcada pelos açoites enquanto a negrinha implorava.

-Não vou vou a a a aguentar ma ma mãe! Falava aos gaguejos.

Ela segurou no pescoço da ninfeta e começou a apertá-lo, aquilo lhe dava imenso prazer, as lágrimas molhavam sua mão enquanto a ninfeta sufocava.

-Você sempre foi uma vagabunda, mereceu tudo o que teve, a dor, a morte! Seus dedos a esganavam cada vez mais.

A pequena negra desmaiou, ficou pendurada apenas pelos grilhões que a prendiam pelos pulsos, ela a açoitou  com força para lhe despertar.

-Aaaahhhhh mamãiiiiiiiii! Gritava de dor.

Com dificuldade a pequena ninfeta se pôs de pé novamente, tremia de dor.

A Madre-superior tirou o hábito e libertou seu corpo transformado pelo poder das trevas, sorriu ao ver o bastão de carne grosso e comprido que pendia de entre suas pernas, a cabeça avermelhada já chorava seu pré gozo, ela se aproximou e abraçou o corpo ferido da pequena ninfeta por trás acariciando os pequenos seios, beliscava os mamilos com suavidade arrancando alguns gemidos de dor, o caralho roçava as coxas sentindo o calor virginal da pequena boceta.

-Mamãe, porque está fazendo isso?

A madre nada disse, colocou a cabeça inchada de seu membro na entrada da gruta quente da xoxota e forçou, sentiu a carne molhada se abrir para lhe receber, os lábios vaginais comprimiam o cacete e a pequena negra gemia enquanto era deflorada ali, em meio a um pátio repleto de freiras que assistiam caladas ela ser estuprada pelo corpo travestido da Madre-superior, o membro tocou a última fronteira de sua virgindade e ela se contorceu junto ao tronco que lhe aprisionava, irmã Mariah forçou a cintura contra o corpo infante e sentiu o lacre da pequenina boceta se romper molhando a cabeça pulsante do seu caralho, continuou a penetração até que sentiu todo o seu grosso membro envolto na maciez das entranhas da pequena Feula.

-Tome sua puta, tome! Golpeava a boceta sem dó.

As freiras assistiam atentas ao vai e vem da vara na xoxota negra, irmã Mariah completamente possuída pelo seus pecados estocava sem parar a xana lisa e quente, mordia os ombros e se deliciava com o sabor do suor daquela negrinha, a vara martelava o útero de Feula a fazendo gemer.

-Mamãe ahhnnn mamãe mamãe ahh ahhnnn mã mã mamãe ahhhh!

Irmã Mariah sentia os culhões inchando, o seu gozo se aproximava, acelerou o modo como a fodia apertando sua cintura, o pau latejou duas vezes e despejou a porra grossa no fundo melado da minúscula bocetinha, cada golfada de porra quente a fazia se arrepiar dentro de sua pupila, aquela que ela mesma havia trazido para o convento a fim de lhe dar um futuro, um lar, sentiu o excesso de sua porra escorrer por suas bolas enquanto beijava uma das orelhas de Feula com carinho, retirou o pau ainda duro da pequena e apertada xana preta, a porra pendia de seu caralho e pingava nas pedras do pátio daquele amaldiçoado convento, dois inquisidores abriram os grilhões e pegando a pequena negra com violência e brutalidade a fizeram se ajoelhar na frente da Madre-superior.

-Chupe negra, chupe a pica de sua mamãe! Um deles ordenou enquanto o outro passava a mão em seus pequenos seios.

A grande pica branca sumia e reaparecia com volúpia na boquinha da menina Feula, um dos inquisidores a tinha dominada pelos cabelos enquanto ela babava no pedaço de carne e nervos duro em sua boca, irmã Mariah gemia enquanto era chupada, o outro inquisidor se masturbava e a madre sentiu uma imensa vontade de sentir o poder daquela pica morena, enquanto sentia a ninfeta lhe chupar a cabeça do pau ela alisava a pica morena que latejava em suas mãos, o acariciava arregaçando a cabeça e levando seu carinho até a pele sensível do saco, ela o guiou para suas costas, ele sabia o que fazer e logo a segurou pela cintura com força.

-Ainda não! Ela o acariciou no rosto.

A Madre-superior fez um sinal com a cabeça e os dois inquisidores arrastaram Feula pelos cabelos para dentro do convento, irmã Mariah sabia que a luxúria seria seu fim, para isso não haveria remédio então resolveu abraçar por completo o seu pecado, fez sinal para que uma das irmãs que assistiam caladas a tudo a seguisse, a cena era muito sexy, na frente dois homens fortes e músculos arrastavam uma ninfeta negra completamente nua e com a pele marcada por açoites, atrás seguia o ser travesti que irmã Mariah havia se tornado completamente nua e ostentando uma potente ereção, levava pela mão irmã kelly, a única cega das irmãs do convento St. James, aquela noite seria de amor, profanações, luxúria e heroísmo.

CONTINUA

Comentários

12/03/2016 12:38:40
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19/02/2016 12:31:00
excelente sua narrativa, pena que demora muito para postar os capitulos. pois quando posta ja esta fora do clima mas sao otimos contos

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