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Como perdir a minha virgindade

Um conto erótico de Tiagrogrey
Categoria: Heterossexual
Data: 04/04/2016 04:39:58
Nota -

COMO PERDIR A VIRGINDADE

Enfim, Expulso. A promessa fora cumprida.

Imaginava erroneamente que papai jamais executaria essa promessa. Expulsar o filho de casa é meio doentio, nem os irracionais tal atitudes praticam. Expulso só com a roupa do corpo, corrigindo... Só com a calça, pois a camisa estava rasgada, suja de vômito. Eu estava um porco. Imundo, tão imundo que os bandidos não ousaram me interceptar, não ousaram me abordar porque despertei, neles, pena, pesar, dó.

Odeio o sentimento de pena, é humilhante, desmoralizador.

Milhões de vezes eu prefiro morrer à pena, ao sentimento de pesar. Preferia que os ladrões com crueldade viessem ao meu encontro no interesse de roubar, não tendo dinheiro ou qualquer outro objeto de valor culminariam - como não tinha mesmo - acabaria me eliminando, portanto, encararia essa atitude como golpe de misericórdia. Todavia, nem esta sorte eu tive.

Cansado de andar sem destino muito menos com objetivo, deitei-me em um desses bancos de parada de ônibus e dormir. Assim que acordei, veio à memória Helena, então tratei de procurar um orelhão e a liguei a cobra.

Graça a Deus que no segundo toque, Helena atendeu.

Narrei-lhe o que ocorreu. No fim da ligação quase em desespero, pedi:

-Até pelo amor de Deus venha aqui e me ajuda.

-Claro. Dar-me o endereço.

Dei o endereço.

Após reafirmar que viria desligou. De fato, assim foi.

Depois de meia hora Helena estava comigo no mesmo ponto de ônibus que dormir na Avenida Augusto Montenegro.

- Não tenho para onde ir Helena, não tenho. Por isso liguei a cobrar para seu celular, pedindo que você viesse.

- Calma! Calma! __ Sentou-se ao meu lado, acariciou meu rosto, após perguntou:

- Você não se lembra de nada, ontem à noite?... Bem, depois do nosso beijo te ofereci certa substância...

Ela Rodeia. Nitidamente não tinha nenhum interesse em ir direto ao assunto. Em falar logo o nome da tal substancia parece que queria me deixar confuso ante de contar, porém nem precisou terminar, porque deduzir imediatamente. Sem paciência de escutar rodeios corto a declaração dela atônito.

- Droga. Agora tudo fez sentido. Isso explica a confusão em casa. Agora montei o quebra-cabeça. Eu estava drogado. Drogado.

- Calma! Vamos sair daqui, conheço um lugar aconchegante para ficarmos sozinhos.

Helena me levantou do banco, sem perda de tempo o ônibus estação BR ia passando. Pedimos parada, entramos. Na roleta ela pagou minha passagem, corremos de ônibus por minutos. Na Br. Saltamos.

Caminhamos da descida em sentido a uma estreita rua que levava a um motel cafona, maltrapilho. Helena pede um quarto, a gerente requer o pagamento adiantado. Pagamos. A senhora de olhos negros, humor de onça, entrega-nos a chave com o número do quarto.

O quarto não era agradável, tinha um ar de mofo, esquisito, cama maltratada, mal cuidada. Jamais havia posto meus pés num motel, entrado num lugar desses. Não conseguia manter calma, tudo era estranho, muito estranho, interrogo-a:

- O que viemos fazer aqui?

- Você está muito cansado. Deita, já vou te acalmar meu bem. A última frase saiu com ambigüidade, não gostei como Helena falou. Porém obedeci, estava cansado demais.

Enquanto estava deitado, Helena preparava uma substância ignorada por mim. Ao terminar, pois sobre uma mesinha ao lado da cama, com uma doce voz, pediu-me para sentar na cama, sentei. Ternamente começou massagear meus pés, foi subindo devagar explorando, sabendo o que fazia, devagarzinho foi subindo acompanhado de uma delicada voz fresca:

- Não tenha medo, vou te acalmar, não tenha medo, entra no clima.

Beijou-me vorazmente, mesmo sentindo odor ruim de vômito.

A boca de Helena era ávida, experiente e abocanhou a minha impetuosamente numa pressa desenfreada. Tocou a principio de leve minha língua, o que despertou algo diferente em meu corpo. Virei o rosto abruptamente, por sua vez, ela trouxe meu rosto para junto de sua boca e intensamente sugou minha língua.

Houve uma explosão dentro de me ao mesmo tempo em que minha cabeça possibilitou a lembrança do evento fatídico sucedido na casa dos meus pais.

-não tô pronto, pelo menos por enquanto não tô pronto. -Balbuciei lânguido á explosão que meu corpo vivia cujo resultado era uma ereção de um jeito do qual nunca tinha tido.

-Percebi o quanto você não ta pronto. - Ironizou ciente da minha ereção.

-Verdade... -protestei, mas me silenciou com um beijo impaciente.

Entre beijo, repetiu:

-Vou ti acalmar. Relaxa!

As palavras me fizeram suspirar simultaneamente uma onda de calor tomou conta do meu corpo. Ainda mais porque Helena por cima da calça a acaricia meu membro duro, e não parou por ai, abriu o botão da calça e baixou o zíper com a boca colada na minha.

Sussurrei:

- Se não quiser não é preciso fazer isso. - Dei a possibilidade de ela desistir. Mas, a bem da verdade, a alternativa era para mim, pois não sabia transar. Nunca havia transado, assim corria o risco de decepcioná-la e eu não queria decepcioná-la.

- Não se preocupe. Eu quero. -Respondeu sem parar o que estava fazendo.

Ela roçou os polegares no meu rosto, no meu pescoço. Em seguida, passou, agora, a beija meu rosto, testa, pescoço. Nesta ordem. Sentou-se sobre mim e encaixada puxou-me para si - no caso ergui-me do tronco para cima- cuja intenção era tirar minha blusa da Tommy, que havia ganhado de presente de Marcos. Livre da blusa me jogou de vez na cama. Consequentemente voltou a beija meu pescoço e foi devagarzinho descendo, descendo.

-Quero você. -Gemeu.

Chegou ao zíper já aberto, então enfiou a mão dentro da cueca e me agarrou por inteiro.

Estremeci. O calor aumentou.

De novo ela repetiu:

-Quero você, mas antes quero outra coisa. E tenho certeza que você vai gostar. -Tirou a mão da minha cueca e em seguida distanciou-se de mim.

Ordenou. -Levanta-se e fica em pé.

Disse isso e ajoelhou-se no piso maltratado e encardido. Abaixou minha calça pelo que ficou pelos pés rentes ao chão. Por conseguinte, baixou a cueca.

- O que você vai fazer, Helena? -Expirei fundo ao me segurar firme. Ter-me na sua mão da maneira tão firme e apertado como me segurava deixou minha respiração ofegante. O coração bateu mais rápido.

Bateu mais forte quando fui abocanhado. Senti uma vibração de excitação percorrer meu corpo. Agarrou a base com as duas mãos e ao mesmo tempo em que chupava fazia movimentos ritmados de vai e vem. À medida que fazia os movimentos fui ficando mais duro, o desejo foi ganhando forma, foi tomando domínio, governando-me.

Desajeitado, esqueci que não sabia transar, mas mesmo não sabendo uma coisa eu tinha certeza que sabia não queria mais parar de sentir o que sentia. A segundo coisa que sabia a boca de Helena era responsável por aquilo, logo quanto mais sugasse mais aquilo eu sentiria.

Implorei:

-Não pare. Não pare Helena.

Involuntariamente assumi o controle. Segurei a cabeça dela e comecei a mexer o quadril. Comecei a atacar a boca delas com estocadas rápidas. Minhas mãos se enterraram nos seus cabelos, a puxar freneticamente, asperamente.

Aumentou a vibração no meu corpo, mas agora era diferente. Antes percorreu por todo meu corpo, afetou todos meus membros. Agora se concentrou na área do meu sexo, fora isso, meu coração permanecia acelerando minuto após minuto, mas não igual.

Gemi:

-Vou gozar. Chupa que vou gozar.

Diante da minha declaração angustiada, rouca e nervosa Helena parou de chupar. Limpou os lábios. E revelou.

-Ainda não é pra você gozar. Ainda não é tempo.

Levantou-se.

-Por quê?

-Porque nem começamos. Te livra da cueca e vamos pro banheiro. - Mandou.

Meu corpo achou aquilo uma tortura tamanha.

A vontade gozar estava à porta, mas um pouco e teria explodido. Enfim, livre-me da calça e da cueca a segui ao banheiro, que, diga-se de passagem, era minúsculo, sem nenhum trato. Evidentemente que não estava nem ai para esses detalhes, para momento era até formidável porque me deixa coladinho junto ao corpo de Helena, e não escondo naquele momento o corpo dela era tudo.

-Tô aqui. -Entrei no banheiro.

-Ótimo.

Pegou shampoo derramou na minha cabeça. Delicadamente somente com as mãos espalhou no meu corpo em movimentos suaves, sem pressa. Em alguns momentos beijou meu lábio com a fúria já conhecida. Para me esfregar usou a palha nos braços, barriga, pernas. Quando passou pelas pernas tocou meu falo e como se aferisse o tamanho salpesou com precisão.

Visto que estava completamente ensaboado, Helena ligou o chuveiro deixando a água cai sobre me a partir da minha cabeça. Destarte, a água levou a sabão que estava no meu corpo. Sob a água do chuveiro caindo sobre mim Helena deu a idéia.

-Tenho maior tesão por línguas e lábio inferior - Disse em tom de confidencia.-Deixa, eu chupa tua língua e lábios inferior?- Pediu faminta.

-Claro. -Na mesma hora, por obvio, concordei.

- É só deixa por minha conta. Siga o que eu mandar. Ok?-Perguntou para confirma, afim de não resta duvida.

-Ok. -Respondo positivamente.

-Fecha os olhos e bota a língua pra fora. – Mandou. - Tu vai gostar.

Obedici numa pressa angustiante.

Coloquei a língua para fora da boca. Senti que a dela tocou na minha, tocou na pontinha gerando até então nenhuma sensação. Fui subindo próximo ao meu lábio superior. Voltou a fazer o movimento do inicio, duas, três vezes e quando já estava me acostumando fui tragado, melhor minha língua foi tragada em sucção que abalou minha estrutura ao ponto que me espantei. Helena percebeu minha reação e asseverou as sugadas varias vezes.

Não deu outra gozei.

O primeiro jato de sêmem foi tão grosso que parecia que estava botando meu coração pela boca. Meu corpo de novo estremeceu. Meu pulmão ficou em chamas, minhas pernas cambalearam, minha vista balançou, enfim, meu corpo todo reagiu. O jato de sêmem jorrou todo em Helena que não se importou. Apenas disse, após o estremecimento:

- Ainda não acabamos. Digamos que estamos nas preliminares.

Empurrou-me de leve para o lado e assumiu minha posição no chuveiro. Lavou-se do esperma. E me mandou esperá-la na cama apenas de toalha.

Na qualidade de aluno aplicado obedeci prontamente.

Dez minutos depois.

Sem perder tempo, Helena se aproximou de me arrancou a toalha de cor amarela pertencente ao motel escancarando minha nudez. Pensei que seria tomado por vergonha, surpreendentemente não fiquei.

- Adoro ver um macho nu. Adoro. - A voz saiu deliberadamente sensual. Continuou. -Você, meu bem, tá me devendo a chupada no lábio inferior.

- Sou todo teu. -Disparei sem ter de pensar em nada, aliás, a essas alturas já havia esquecido tudo de outrora.

Sem recomendação fechei os olhos.

Com os olhos fechados comecei a sentir meu lábio inferior ser acariciado primeiro pela língua de Helena, posteriormente pelos lábios sem pressa como se fosse uma coisa melindrosa, que necessitasse de atenção, por isso, não podia ser feito de qualquer jeito. Daí a justificativa da falta de pressa, pois não poderia ser realizado com afobação. De sorte que culminou com um beijo ardente, arrebatador que me deixou atônito.

Em seguida, jogou-me na cama.

Bem havia recuperado a calma, ela se jogou em cima de mim. Rolamos entrelaçados na cama. O cheiro gostoso de sua pele pós-banho era uma delicia, incitando meu anseio por ela até não suportar. Por isso, soltei um gemido bem alto o que só agravou ao toque de sua língua tocando a minha. Minhas mãos percorriam vorazmente seu corpo, explorando, apalpando, apertando pelas partes que a faria gemer.

Entrelacei minhas pernas na dela e procurei rolar para que ficasse por cima dela, por sua vez, ela cedeu com um belo riso formado no rosto meigo que me deixava totalmente desequilibrado. Olhos nos olhos. O que senti naquele momento, vendo seu rosto lindo tão de perto e o desejo por mim foi quase angustiante de tanta intensidade. Realmente Helena era a mulher da minha vida e eu a amaria, pensei.

Como em agradecimento dei-lhe um beijo profundo. Á sua maneira suguei a língua, antes de beijar o pescoço. Ressalto que meio desajeitado, embora já não tivesse com vergonha, pelo contrario, com Helena o tesão me dominava.

- Agora, eu ti darei prazer. -Disse confiante.

Passei com a boca pelo seu corpo. Minha mão alternava entre o seio e a genitália. Foi neste instante que me dei conta que os mamilos de Helena estavam rígido, febris.

Embora sob mim, mas mandona ordenou:

-Chupa meu seio.

Prontamente mordi-os compensando a dor com uma sucção rápida, depois reduzi a velocidade, deixando a sucção mais intima.

Curioso quanto ao meu desempenho, perguntei:

-Tô fazendo certinho?

Fui severamente repreendido.

-Não fale, faça. Usa a boca para me dar prazer e depois você fala. Agora não é momento pra papo.

Agarrei com as duas mãos o seio direito e chupei o bico a fazendo arfar. Ah, como gostei de ver como ela se derretia toda ao meu toque. Sensacional. Notei que Helena a separou mais as pernas facilitando que ficasse entre suas pernas de maneira mais exata.

-Quero você, agora. Não agüento mais esperar.

-Ok. -Sabia o que significa as palavras de Helena, mas ai veio à mente as palavras de Marcos em tom de recomendações: usa camisinha. Recuei um pouco.

- Não tenho camisinha, Helena.

-Também não tenho. Mas, não há problema tô tomando pílula. Relaxa.

-Ok. -Voltei à posição.

-Vou ti ajudar. - Asseverou Helena afável.

Desta forma, incitando-me com palavras sacanas levou a mão ao meu membro ordenhou um pouco assegurando que ficasse mais duro seguidamente trouxe a cabeça fazendo caminho até a entrada da vagina. Gostei do fato dela me conduzir, e me preparado para a jornada que acabaria com o meu cabaço. Certamente Marcos ficaria orgulho de mim.

- Agora, me penetra. -Suplicou morrendo de excitação.

Aproveitei a deixa e a penetrei numa estocada rápida e violenta. Enfiei tudo de uma vez. A estocada foi tão viril que ela se contorceu, gemeu. Mas, veementemente gritava:

-Não parar. Não parar.

Assim sendo, iniciei movimento de vai e vêm ligeiros, ferozes, precisos.

Enterrei a cabeça no seu pescoço, cheirando, inalando seu aroma. Sempre metendo mais forte, mais forte. Não demorou muito estávamos pingando de suor e ainda assim, colados um ao outro.

Num movimento rápido ela passou para sobre mim. Tomou o controle sentado em cima do meu falo, enterrado todinho nela. Passou a fazer a movimentos hábeis, adequados, e de vez enquanto, reclamava do tamanho. Reclamava mais não saia de cima.

Entre uma reclamação e outra anunciou:

-Vou gozar. Vou gozar.

Observei nitidamente que seu corpo tremia e pulsava. Diante deste episodio imaginei que Helena estava gozando, havia chegado ao clímax.

Foi ela acabar meu corpo entrou em erupção, mas agora havia uma diferença com a primeira vez. O prelúdio era mais intenso, mais bruto, mais potente. Nesta hora, foi minha vez de incessantemente exigir:

-Não parar. Não parar. -Até explodir sob Helena.

Saciada, Helena rolou de sobre mim direto para o banheiro. Embora, tenha evidentemente a satisfeito era fato que mesmo sobre o comando dela fiz amor com toda inexperiência da minha parte, errei alguns compassos, mas foi bom. Na volta, Helena me ofereceu a substância por ela preparada. Afirmou que os problemas vertentes no meu cérebro iriam desaparecer, bastava provar. Aceitei de pronto, sem retroceder. Perguntei o nome da droga, no entanto ela recusou dizer. Eu tinha ampla contundência que não se tratava de maconha.

- Obrigado, Helena. Muito obrigado. Tenha certeza você significa muito pra mim. - Já meio grogue apagueiNOTAS DO AUTOR: Esse texto é um fragmento do Romance “LÁGRIMAS”, obra publicada no Wattpad, cujo autor é minha pessoa. Ainda devo lembrar que plagio é crime.

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