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SURPRESAS DO CORAÇÃO - PARTE X

Autor: Grey
Categoria: Homossexual
Data: 08/05/2016 17:25:31
Nota 10.00
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CAPITULO X

Sobre o membro de Mauricio fui tomado por um manancial de desejos reprimidos; desejos que na presente situação queriam a liberdade. Queriam ser livres, queriam poder desbravar o sabor de serem expressos, vividos sem receio de serem classificados de berrações, ou visto como feio, inimigos dos bons costumes, ou taxados de errados. Sobre o membro de Mauricio perdi o censo, a vergonha, ou seja, os laços do constrangimento que a pouco me dominavam desapareceram, pois não suportaram o devaneio embriagante do prazer que passou a me governar, a me embalar. Eu era só desejo.

Embora, sentisse uma onda de liberdade antes jamais gozada, havia uma brisa de confusão que ousava mexer com minha atenção devotada ao vai e vem orquestrado pelo meu ânus no pau de Mauricio, devido ao fato que não sabia como proceder para arrancar um beijo dele. Não ansiava por qualquer beijo. Para me satisfazer teria que ser na boca, teria que ser profundo e regado à virilidade, contudo, não sabia qual seria a reação dele. Já pensou que, por beijá-lo ele desistisse de tudo? Não poderia arriscar.

Portanto, teria que me contentar apenas em ser penetrado. Ora, o cara sempre foi heterossexual, jamais teve qualquer relação com outro cara, logo não estava acostumado com caricias de outro do mesmo sexo. Sim, teria que pegar leve. Se fosse com muita sede ao pote poderia afugentá-lo. De fato, ontem após me beijar fugiu. É verdade que explicou tal atitude. Mas, mesmo assim, já pensou que por agir por ímpeto ocorra que ele sinta durante o beijo nojo consequentemente reveja a sua decisão? O melhor a fazer era esperar com paciência ele tomar partido.

- Caio, tu tá sangrando. – Mauricio avisa saindo de dentro de mim.

Não estava preocupado com sangramento. Até porque não era algo que gerasse preocupação, isto é, não era muito sangue. Afinal qualquer primeira vez sai um pouco de sangue. Natural.

Apesar disto, gostei da preocupação de Mauricio. Sentir-me protegido. O que não gostei mesmo foi ele ter saído de dentro de mim, por que a sensação de falta, de ausência me deixou meio triste, insatisfeito.

Enquanto Mauricio seguiu para o guarda-roupa dele eu rolei na cama e assumir a posição fetal. Nu em pelos.

A falta dele me queimava por dentro. Eu precisava dele dentro de mim. Não sei como conseguir sobreviver a tanto tempo sem um homem para aplacar minha sede. Sem uma rola para me revitalizar.

Vi quando ele voltou trazendo papel toalha. Nu em pelos. Meu Deus que homem, que homem. Másculo, viril, malhado completamente malhado. Barriga trincada. Braços com bíceps, tríceps expostos contribuindo para um corpo definido de beleza rara, enfim, exuberante.

Trouxe-me a beira da cama e me colocou a posição de galinha assada. Fiquei com o trazeiro exposto. Ele por sua vez, com demasiado cuidado limpou com o papel toalha o sangue provocado pelo seu membro avantajado.

Terminou de limpar, disse:

- Tá pronto para outra.

Notei que ele falou em tom de brincadeira, por isso rebati:

- Aguento a pressão. Eu tô pronto de fato.

Com efeito, eu estava a flor da pele. Eu estava doido pela rola dele dentro de mim.

- Cara, eu quero muito te foder do meu jeito, mas receio que ainda não tá pronto. De fato, iniciamos o intensivo agora pouco, logo resultado de imediato é impossível, por mais que seja intensivo. – Advertiu massageando a área do meu rego. – E como quero. –Declarou introduzindo um dedo.

- Eu quero você dentro de mim. Eu preciso. E quero você da maneira que você sabe foder. - Exigir languido. Todavia, usei toda a minha força para exprimir meu incontentamento. Eu queria ser fodido do jeito dele.

Ele não respondeu. Continuou brincando com meu cú: tirando e metendo.

Tirando e metendo. Tirando e metendo.

A ação me provocou em demasia e instantaneamente meu anel piscou querendo mais, desejando mais. Numas das vezes que ele meteu entorno do dedo dele meu anel contraiu, fechou-se na perspectiva de prendê-lo para que não tirasse de dentro de mim, assim objetivava a sua permanência... Lá me preenchendo. Lá arregaçando meu rabo, bailando com as artérias, demarcando território, deixando claro que ali de agora em diante era propriedade sua. De agora em diante havia virado um habitat seu, privativo seu.

Observei que a ação não passaria do dedo, então protestei.

- Eu quero. Eu dou conta.

- Não. Ainda não. – Mauricio respondeu sem parar de me penetrar com o dedo.

Graças a Deus ele pensou melhor, e após um lapso temporal de minutos, traduziu sua conclusão nas seguintes palavras:

- Então, você quer né? – Perguntou repleto de malicia.

- Sim. – Respondi quase cantando em barítono, pois ele intensificou a velocidade do dedo.

Tirou por completo o dedo do meu anel. Em seguida pegou o seu pau e passou à cabeça a entrada do meu ânus.

Fui a outro mundo e voltei.

- Me foda, pô.

Engraçado, eu havia me transformado em puro fogo. Eu estava pegando fogo.

Fui repetir novamente “me foda, pô”, de repente fui surpreendido por uma estocada sem pena de Mauricio que arrancou da minha boca um aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! Bem alto. Certamente os moradores da casa, onde estávamos hospedados, não escutaram meu grito, porque o quarto era forrado e abafou o grito. Diga-se de passagem, o ai foi resultado por uma dor infernal. Doeu muito a tal ponto que o prazer cedeu a dor. Não houve prazer, somente dor, visceral.

Ele abruptamente saiu de dentro de mim tal qual entrou, de repente. Pela força utilizada, sei lá... Escutei a zuada provocada, seca. Meu anel parece que ficou oco.

Mesmo após sair a dor continuou firme, impávida.

- Eu avisei. -Ressaltou Mauricio com cara de quem avisa amigo é.

E aí entendi que ele fez de propósito, o único interesse dele era mostra por “a” mais “b” que eu não estava preparado para agüentá-lo no modo que ele sabia transar, digamos assim. Mas, á medida que fosse praticando o intensivo iria aprimorando.

Eu rir. Mesmo com tanta dor rir.

Por conseguinte, ele esclareceu:

- De fato, você não tá preparado, mas devo esclarecer que você não dá conta, ainda... - Enfatizou muito o ainda na fala dele. -... De ser penetrado no ânus, contudo há outros meios e devo considerar que tá na hora de ti adestrar na minha predileção por sexo.

Dito isso, arrancou a camisinha do seu membro e pulou sobre mim sentando no meu peito. Ao passo que o seu pau caiu sobre o meu rosto.

Aquele homem pesado sobre meu peito. Belo, um deus malhado mais parecido uma rocha de tanto músculo foi algo sensual, libidinoso que quase me fez gozar.

- Vou te fazer as apresentações. Te peço desculpas pelo ato de fazê-lo só agora, foi falha minha, contudo quero remediar o atraso.

Fiquei boiando com a conversa dele de apresentação, porem não fui precipitado, o deixei continuar.

E ele continuou.

Segurou o seu pau, muito próximo do meu rosto, pois na vertical, acariciou e balbuciou falando com o próprio membro.

- Cara esse aí – Apontou-o para mim. – É o Caio, Engenheiro responsável pela construção da estrada de Mariana. E tu tá responsável de dá-lo muito prazer. Tu tá responsável. Viu cara?

Depois, virou para mim.

- Caio esse aqui é o meu pau, 24 cm, grosso, e de hoje em diante ele é todo teu, para teu deleite a qualquer momento, a qualquer hora.

Rir. Considerei engraçado.

- Prazer. – Falei rindo.

- Prazer? – Mauricio questionou com malicia. – O prazer ainda nem começou. Agarra ele. – Mandou.

- O que? – Indaguei.

- Agarra meu pau.

Olhando o pau dele mais de perto era privilegiada a visão, podia observá-lo com mais precisão, observar os detalhes, como as veias proeminentes, cheias de sangue, a grossura que era uma raridade a parte, a glande bem desenhada, bem vermelhinha, não era pontiaguda, mas era larga e igual à dimensão do corpo, formando assim um membro lindo, bem feito, que empunhava respeito.

Agarrei o pau dele. Agarrei-o com firmeza. Estava quente, duro como uma pedra. Fechei a mão entorno do membro dele, mas quase não abarcava dada a dimensão. Nestas circunstancias pairou uma vontade enorme de provar o sabor daquele pau, por isso o trouxe a boca e o toquei com a língua. Humm que gosto bom. Gosto de macho.

Mas ele me repreendeu:

- Ainda não é tempo. Primeiro...

Com agilidade deitou sobre mim. Mas me deixa ser mais especifico, de fato ele deitou sobre mim, contudo foi um deitar diferente, pois o ato tinha como objetivo repousar em cheio a sua genitália no meu rosto na pretensão de foder minha boca, e assim o fez com os punhos apoiado na cama a fim de poder com habilidade fazer movimentos de vai-e-vem.

Antes de penetrar minha boca roçou não só o pau no meu rosto, mas também o saco e a região da coxa rente a virilha. Inalei seu cheiro, cheiro de másculo, cheiro de macho. Inalei com gosto, cheio de tesão.

Subjugado com o rosto sob a virilha de Mauricio tive uma ereção violenta, meu corpo tremeu. Mauricio dono da situação esfregou a virilha na minha cara, me sufocou.

- Eu sei que você tá gostando, Caio.

E eu estava gostando de ter o rosto esfregado, de ser sufocado. Como era reconfortante ter o pau dele a minha disposição, rente a meu nariz. Rente aos meus lábios. Rente aos meus olhos. A minha disposição.

- Bota na boca, bota. – Ordenou, não pediu.

Fiz como ele ordenou.

A cabeça do pau dele entrou na minha boca. Sopesei o gosto, o melhor sabor que já tive na minha língua. Forte, me lembrou o sabor de morango e como após anos não tinha acesso a um gosto tão bom me lambuzei no pote de mel. Agir sem autorização dele. Mordisquei a aureola vermelha, e a envolvi na língua louco para sugar mais daquele sabor inebriante.

- Pelo visto tá gostando, não é? – Comentou Mauricio se mostrando contente.

E entusiasmado pressionou o pau na minha boca, forçando assim a penetração.

Sentir-me desconfortável. Contudo, ele não se importou, continuou as invertidas.

- abra a boca e bota a língua pra fora.

Segui a orientação e ele deslizou o pau na minha boca ao ponto que atingiu a garganta, todavia faltou muito para desaparecer com o pau dele na minha boca.

Repetiu a ação.

- Agora vou pegar um pouco mais pesado. – Avisou sem tirar o pau da minha boca.

E foi aí que começou a foder minha boca.

Empurrava sem pena. Sem receio de ferir o membro nos meus dentes.

A pressão, a violência invadiu minha boca, invadiu minha garganta, e embora a pressão fosse demasiada a experiência não era ruim, pelo contario era cheio de adrenalina, fez meu coração bater mais rápido, mais acelerado.

Como havia 5 minutos que ele sem descanso fodia minha boca, desbravava minha garganta não dei mais conta, engasguei com o pau dele. Deste modo, bati na coxa dele que de pronto entendeu e saiu da minha boca.

- Desculpa cara não ter combinado essa estratégia de tocar na minha coxa quando tivesse sufocando ou algo semelhante. - Mauricio se desculpou enquanto torcia com o rosto vermelho e melado de baba.

Comentários

18/09/2016 14:32:35
Muito dominador, esse Maurício hein!? O Caio tá se esbaldando nele!!! 👏👏😈😍
09/05/2016 05:19:45
Maravilhoso!
08/05/2016 23:42:13
Muito bom seu conto

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