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SURPRESAS DO CORAÇÃO - PARTE XI

Autor: Grey
Categoria: Homossexual
Data: 17/05/2016 01:48:30
Última revisão: 26/05/2016 03:31:15
Nota 10.00
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Mauricio voltou à posição de anteriormente, ou seja, voltou a ficar sentado no meu peito.

- Quer continuar? – Indagou-me com o olhar cheio de excitação, entretanto ressabiado com a minha falta de costume as suas predileções no trato sexual. Hora nenhuma escondia o seu fervor em me foder direito ao mesmo tempo em que não escondia que não queria me machucar.

Já ficara demonstrado que não estava preparado para agüentar o nível brusco da penetração a qual ele era acostumado submeter as suas parceiras. Justamente por isso ele resolveu, depois de presumir que não daria conta, me mostrar como fode uma boca, segundo Mauricio argumentava, ele não pratica sexo oral, ele fodia a boca. Assim sendo, no mínimo ficaria feio para mim também nesta modalidade afirmar através de atitude que não estava preparado, portanto não querendo mostrar fraqueza, tufei o peito e esclareci:

- Óbvio que quero continuar. Quero deixar bem claro Mauricio, tu não tá fudendo uma mulherzinha, muito menos tá fudendo um veadinho. Tu tá fudendo é macho, eu sou macho. Eu aguento pô, pode mandar ver. – Olhando direto nos olhos deles, que por sua vez, rio satisfeito com o meu esclarecimento.

Emendou:

- Então pede pica, pede!

Desferiu uma tapa no meu rosto.

- Pede pica por teu macho, rapaz.

Outra tapa.

E para minha surpresa não me sentir ofendido. Não me zanguei tampouco perdi a razão, como em circunstancias diferente seria natural. As tapas que recebi aguçaram minha libido, inflamaram meu desejo.

Fiquei a flor da pele.

- Não vai pedir pica pro teu macho?

Agarrou o falo pela base e deu com ele contra o meu rosto.

- Toma safado. Eu sei que você gosta de pica.

Continuou batendo na minha cara com seu pau avantajado.

Batia enquanto falava:

- Apanha com o teu pau, porque ele é teu. Todo teu.

Teso como o concreto as pancadas contra meu nariz, bochecha, enfim em todo a região do rosto provocado pelo membro do meu homem, sim porque ele era o meu homem, assanhava meu corpo, contudo provocava certa dor, claro que não era grande, mas ainda assim, as batidas não passavam desapercebidas. Assanhava tanto meu corpo que em expectativas esperava a cabeça vermelha rígida vir contra minha face.

Como sensações nunca degustadas como eletricidade percorriam cada centímetro do meu ser entrei na dele e implorei pela pica.

- Eu quero pica. Eu quero pica.

Tendo implorado por sua pica, fiz ação de pegar o pau dele para levar a boca. Ele interveio negativamente, ou seja, impediu minha ação. Não o deixou que o pegasse.

- Não.

Em represaria a aminha ação desferiu mais uma tapa. Inconformado encheu a mão com o meu cabelo e os puxou passando a administra minha cabeça com se fosse um marionete. Deste modo, esfregou meu rosto no seu sexo. No primeiro momento lentamente para em seguida intensificar o movimento.

Dominado fiquei a mercê do poder de Mauricio. E em nenhum momento me arrependi.

Extremamente envolvente; inebriante tê-lo tão perto brincando com os meus sentidos, brincando as minhas sensações. Mole me entreguei ao poder estarrecedor de do meu homem.

Permitir sem lutas, sem receios e sem medo ser dominado.

- Pediu pica, né? Vai ter. Vai ter.

Arrastou-me pelos cabelos até o espelho da cama. Fiquei de frente para ele.

- Vai ter pica. Peça novamente.

- Eu quero pica. – Não tentei confrontá-lo, por isso não demorei a pedir, até porque estava sedento por pica. E por estar sedento novamente tentei pegar a pica e servir a mim mesmo, mas outra vez ele interrompeu.

Segurou minhas duas mãos sobre minha cabeça. Evidentemente assim procedeu para que ao voltasse a tocá-lo.

- Chegou o momento de se esbaldar com a pica do teu macho.

Esfregou o pau na minha cara.

Depois exigiu:

- Abra a boca. Abra a boca e bota a língua para fora.

Obedeci.

Ele introduziu na minha boca. Fez com violência.

- Bom menino. – Falou feliz por eu ter o obedecido.

Tive dificuldades em engoli a rola dele por inteiro. Tive ânsia de vomito.

Ele retrucou:

- Engula essa rola. Engula.

Dizia deliberadamente buscando me motivar para concretizar o desejo dele que era vê-lo por inteiro engolido por mim. Resoluto não desistir, pelo contrario continue tentando.

Tirou o pau da minha boca. Bateu com ele no meu rosto após esfregá-lo por toda extensão da minha face.

- Tu gostas. Então toma pica.

Ele enfiou a sua rola inteirinha na boca. Não sei como aguentei, o fato é que comecei a babar e muito. Para aliviar a pressão me desvencilhei do pau dele a fim de respirar. Ele cuspiu na minha boca, antes bateu a rola na minha cara explicitamente para demonstrar quem mandava na situação, mostrava pra mim que era sua puta. Ele segurou o meu cabelo novamente alvoroçando ainda mais o penteado desmanchado. Forçou a rola garganta abaixo, engasguei e me deu uma tapa na cara. Eu gostava aquilo, definitivamente me adaptei ao ponto de adorar, embora fosse tudo recente, adorava aquilo.

Ele socou mais fundo ainda e exclamou dono da situação:

- Já que queria ser meu tem que ser do meu jeito.

Começou a foder a minha boca, bem forte e bem agressivo. Comecei a suar, escorria suor. Nitidamente controlava a foda gerenciando minha cabeça pelos os cabelos o fim era possibilitar boquete do jeito que ele gostava. Enfiou o seu cacete tão fundo que soltei lagrimas e gemir abafado. Tirou a rola da minha boca, pois sabia que eu estava cansado. Olhei o pau dele fora da minha boca pulsando, babado, duro, as veias inchadas.

Nesta ocasião, Mauricio passou a exibir o tamanho do seu pau, exibia com orgulho, de fato, era uma baita pica, ninguém que tivesse a sorte de ver aquela pica negaria a grandeza daquele senhor pau. Diante da cena, mesmo cansado, com a boca dormente resolvi mostrar atitude, então abri bem a boca e abocanhei aquele cacete com vontade, fiquei em delírio. Sugava aquela rola com voracidade, com toda vontade do mundo, enquanto ele voltou com intensidade a socar fundo a pica na minha boca.

Comprometido em demonstrar atitude chupava e encarava-o, chupava com tesão, sentia prazer naquilo, sugava a pica, cuspia na rola, chupava as bolas e ardia em fogo ao ver a brutalidade de Mauricio.

Fazia mais de uma hora que eu chupava aquele homem e ele nada de gozar, por mais que tentasse mostrar atitude, devo confessar que estava cansado, ao passo que a minha boca já estava sentido desconforto, mas ainda assim não recuei, não mostraria fraqueza, portanto abri a boca com vontade para que a rola se agasalhasse por completo em minha garganta.

Mauricio com uma das mãos segurou minha cabeça e passou foder minha boca com força bruta. Fodia-me e a boca com extrema força, entrava com brutalidade,invadia a garganta, engasgava, lagrimas saiam de seus olhos, assim puxou os meus cabelos fazendo com que minha cabeça pendesse para trás.

- Abra bem a boca por teu macho – ordenou com sua voz firme e grossa.

Obedeci e abri bem a boca em expectativas.

Mauricio cuspiu, uma cuspida forte e espessa, caiu na minha boca

- Ele não vai gozar? – Falei comigo mesmo. Em seguida, uns quatro tapas violentos bem no meio da fuça.

Abri de novo a boca, como já tinha feito por varias vezes dentro dessa mais de uma hora, e levei mais uma bela cuspida na boca, dessa vez acertando na minha cara . E foi ai que o inesperado ocorreu. Mauricio abaixou os lábios enquanto lambuzava o meu rosto de cuspe, o seu cuspe, e em caricias envolveu minha orelha. Resultado, a excitação cresceu como nunca imaginei que fosse possível. E não parou por ai, ele chupou meus lábios, lambeu meu rosto nenhum um pouco preocupado com o cuspe espalhado pelo meu rosto.

Por conseguinte, voltou a socar a rola na minha na minha boca, e eu com mais vontade chupei toda a extensão do cacete, mamando, cuspindo, engasgando. E depois repetia tudo novamente. Percebi que a pica de Mauricio pareceu ficar maior, a glande inchou na minha boca, então saquei que finalmente ele gozaria, por isso tratei de tentar me distanciar para que não me sujasse de esperma, contudo só tentei, haja vista que não obtive sucesso.

Mauricio me segurou contra o espelho da cama e impediu que eu mantivesse distancia e sem tirar o pau da minha boca gozou.

- O trato que o deste na minha rola foi coisa de primeira, agora não pode desperdiçar leitinho. Engula. – Ordenou sem perder o ar de dominador.

Engolir.

Querendo tirar a prova que eu havia engolido o esperma dele, diga-se de passagem, uma abundancia de porra; pediu para eu por a língua para fora. Novamente Obedici.

Após a vistoria, disse ele satisfeito:

- Bom menino.

Em recompensa retornou até minha orelha e a beijou avidamente fazendo um caminho de beijos ardentes até minha boca que foi invadida bruscamente.

Na seqüência duas tapas no rosto, mas agora as tapas não foram fortes.

- Bom menino.

Deu meia volta e foi para o banheiro se larvar.

Eu estava feliz. Havia encontrado o meu homem, o impossível havia ocorrido. Sorri em lembrar que ele me beijou não se importando com cuspe, não se importando com o gosto de esperma, não importando com o fato que a pessoa que ele beijava era um homem, o que significava que eu tinha entre as pernas o mesmo que ele tinha, embora menor. Na verdade foi essa a questão que fez eu em nenhum momento ousar me masturbar enquanto era fodido por Mauricio.

Pensava eu ainda sobre isso quando ele retornou do banheiro.

Com ar de preocupação disse:

- Caio, tu não gozaste. Por quê?

Abaixei os olhos desconcertados, mas feliz pelo questionamento. Sem palavras não respondi nada.

- Se por acaso foi por vergonha devo revelar que é sem sentido. Pô velho se topei essa historia é porque tô disposto aceitar o pacote todo, assim como você aceitou.

Continuei sem responder nada.

Ele continuou.

- Ou então, vou considerar a possibilidade que não mandei bem, e por isso não chegou ao orgasmo. E se foi isso eu sou o culpado. – Maurício ganhou um ar serio.

Ao ouvi-lo rompi o silencio.

- Não. Nunca. Jamais. – exagerei no advérbio de negação. - Foi ótimo, você foi ótimo. – Sentando a beira da cama olhando direto para Mauricio parado próximo a entrada do banheiro envolto em uma toalha.

- Então? – Ele interrogou querendo uma resposta plausível.

- Eu sou o problema. – E contei porque não me masturbei.

- Humm, - Pensou um pouco e depois arrematou. – Então, vamos resolver isso agora mesmo. Venha para o banheiro comigo. – E Emendou. – vai me chupar novamente enquanto se masturba.

Tendo explicado veio me buscar e me levou junto de si ao banheiro.

Comentários

18/09/2016 14:38:53
Vixe menino, quanta brutalidade, mas o Caio gostou né!? 👏😂👏😈
20/05/2016 17:58:56
tesão
17/05/2016 07:21:03
muito bom

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