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Titia me ensinou a ser Puta - Parte 5

Categoria: Heterossexual
Data: 22/05/2016 11:28:43
Última revisão: 27/02/2018 21:50:27
Nota 10.00
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Continuação:

Bem pessoal, estou de volta para mais um parte da história dessa putinha namorada do meu primo. Boa leitura...

Quando acordei já passava das 10h de domingo e estava só. Levantei-me e ao me mover senti meu cú arder e percebi que tinha um novo plug atolado nele. Fui para meu quarto pois precisava de um banho. Como de costume bati uma siririca gostosa e gozei muito ficando molinha. Aquele plug dentro de mim parecia intensificar meu tesão e me deixava muito melada.

Terminei meu banho, me enxuguei e, depois dos últimos acontecimentos nem me preocupei em vestir nada. Saí do quarto para a cozinha em busca de algo para comer e ao chegar me deparo com tio Mah deitado no chão da cozinha e Juh, de cócoras e de costas pra ele, quicava em sua pica enterrando-a inteira dentro do cú...

— Cadela, vadia, rebola na minha rola sua puta arrombada... mete esse cú no meu pau... assim... isso...

— Ai que pau gostoso... seu filho da puta... arromba meu cú com essa tora grossa... ahhh... como é com dar o rabo... oohhhhh....

Titio me viu e me chamou com o dedo indicador. Fui para o lado dele e ele me mandou colocar um pé de cada lado de sua cabeça e me puxou fazendo minha buceta ficar ao alcance de sua boca que logo passou a suga-la com força arrancando-me gemidos altos e longos enquanto sua língua explorava cada milímetro de minha vulva que expelia líquido sem parar...

— Ai tio... que língua gostosa... delícia... chupa minha xaninha virgem... assim... ahhh... que tesão...

Gozei gritando alto sendo seguida por Juh que também gozava mais uma vez esguichando e fazendo uma poça no chão da cozinha.

— Muito bem cadelas, agora limpem-se. Quero ver vocês se chupando. E deixem esse chão limpo.

Juh deitou-se no chão e eu subi por cima colocando minha xana gozada em sua boca enquanto me deliciava com sua buceta melada. Nos chupamos por vários minutos tentando deixar as bucetas limpinhas e secas mas não resistimos e acabamos gozando de novo melando tudo outra vez.

Tio Mah ficou puto com isso e nos puniu com muitos tapas na bunda e na cara...

— Suas vadias ordinárias, eu mandei limpar e não sujar tudo... andem logo com isso que já tô cansado de bater punheta...

Voltamos a nos chupar agora nos controlando ao máximo e depois que estávamos limpinhas ficamos de 4 e passamos a lamber a poça que Juh havia gozado no chão. Depois de tudo limpo ele nos puxou pelos cabelos nos colocando de joelhos nos batendo na cara com sua rola e revezando em foder nossas bocas até que nos deu uma banho de porra nos deixando com os rostos brancos e escorrendo gala (era incrível a quantidade de porra que ele ejaculava todas as vezes. Todos os garotos que já havia chupado sempre davam 2 ou 3 jatos de porra mas ele sempre tinha no mínimo 6 jatos grossos e fortes). Terminamos nosso serviço de cadelinhas limpando e secando seu pau e depois uma lambeu o rosto e seios da outra até engolirmos toda a gala que ele havia despejado e então fomos tomar café.

Tio Mah sentou-se à ponta da mesa como de costume comigo de um lado e Juh do outro...

— Bom May, permiti que essa cadela sente-se à mesa hoje porque queremos ter uma conversa séria com você. Já apresentamos a você nossa vida secreta, que gostaria muito que continuasse assim, aliás, e acho que você já viu o bastante para decidir-se se realmente vai participar dela.

— Esperamos que você tenha tomado sua decisão, querida, e que esteja totalmente consciente das consequências do que escolher.

— Claro Juh, tio. Eu já tenho uma decisão sim.

— Então nos diga, meu amor.

— Bom (querendo fazer um suspense...rsrs), eu li muito a respeito desse modo de vida, conversei bastante com a Juh e, especialmente depois de levar essa sua rola deliciosa no meu rabinho, decidi que não quero...

— Ahn? Que? Não entendi...

Tio Mah me olhava intensamente tentando decifrar meus pensamento e Juh estava confusa e me olhava com espanto pois eu já havia lhe confessado que queria... rsrs...

— Calma Juh, é brincadeirinha... rsrs... Tio, eu não quero ser outra coisa a não ser sua cadelinha obediente e submissa.

Vi um sorriso largo e sacana surgir em sua boca e um olhar que me fuzilava e deixava molhada. Juh batia palmas e sorria dando pulinhos na cadeira...

— Muito bem, muito bem, ficamos muito felizes com sua decisão, querida sobrinha, entretanto, temos algumas regras que deverão ser seguidas para evitarmos problemas. Eu lhe direi as três principais e o restante você vai aprendendo com a Juh no decorrer dos dias: primeiro, esse é um segredo que não deve ser revelado à ninguém, sem exceções, fora dessa casa, entendeu?

— Okay, tio, segredo garantido, pode ficar tranquilo.

— Segundo, eu mando aqui e vocês duas obedecem a mim sem perguntas ou qualquer tipo de questionamento.

— Claro, tio. Serei totalmente obediente.

— Terceiro, nesta casa ninguém mais usa nenhum tipo de roupa se eu não mandar, à não ser que tenhamos visitas. As únicas coisas que vão usar sempre são a coleira e o plug anal e eu sou o único que tem o direito de retirá-los, entendeu?

— Sim, tio, entendi tudinho.

— E, à propósito, de hoje em diante você se dirigi a mim como Senhor.

— Sim, meu senhor.

— Cadela Juh, vá até o quarto e traga dois plugs de passeio.

— Sim, meu senhor.

Juh desceu da cadeira ficando de 4 no chão e saiu rebolando sua bunda gostosa até o quarto enquanto eu fiquei lá esperando sem saber do que se tratava o tal plug de passeio. Alguns minutos depois ela retorna com os dois e então percebi que eram mais ovalados e menos grossos, além disso a parte que ficava pra fora era bem estreita para que não incomodasse nas nádegas já que ficava perfeitamente encaixada no rego da bunda.

Ele nos mandou ficar de 4 uma ao lado da outra, chupou nossos cuzinhos nos fazendo gozar, lubrificou os plugs com nossos sucos vaginais e socou de uma vez em nossos rabos.

— Agora, sua cadelas vadias, está na hora de alimentá-las, mamem na minha pica.

Nos viramos pra ele disputando a enorme rola, cada uma de um lado lambendo desde a base até a cabeçona inchada... uma engolia a cabeça e a outra as bolas... e ele fodia nossas bocas até nos fazer engasgar e arrancar lágrimas de nossos olhos... depois batia com a pica em nossos rostos nos xingando e falando palavrões até que, vários minutos depois começou a esguichar vários jatos de porra grossa e branca por todo lado, nos deixando ensopadas e nos fazendo deixar seu pau limpinho.

— Agora limpem-se e recolham tudo, não quero ver uma gota de porra desperdiçada fora de seus estômagos, vadias. Depois quero que tomem banho e arrumem-se feito as vadias que são porque vamos sair pra almoçar fora.

Ele foi tomar seu banho enquanto nós duas nos lambíamos afim de recolher e engolir todo aquele sêmen espalhado por toda parte, inclusive no chão. Eu estava em êxtase, adorando ser submissa, mas sabia que aquilo tudo era só o início. Terminamos e fomos tomar banho também. Depois nos arrumamos colocando vestidos curtíssimos, bem colados ao corpo e sandálias de salto, por abaixo usávamos apenas minúsculas calcinhas que mal cobriam os lábios de nossas bucetas.

Juh me ajudou a fazer uma maquiagem bem marcada que dava um lindo destaque aos meus olhos claros, finalizando com um batom extremamente vermelho e muito perfume. Estávamos lindas, cheirosas e gostosas o que nos rendeu elogios de nosso senhor.

Entramos no carro e nosso senhor nos levou a um restaurante no centro da cidade. Por onde passávamos éramos o centro das atenções, despertando olhares gulosos dos homens e até de algumas mulheres. Titio estava adorando exibir suas duas putas, pois sua excitação era visível em suas calças.

Como era um restaurante tradicional, tentávamos disfarçar o tesão e a vontade de trepar ali mesmo em cima da mesa, mas era nítido que os três estavam extremamente excitados. A comida chegou e os ânimos esfriaram um pouco enquanto comíamos e conversávamos trivialidades sem tocar no assunto sexo. Estávamos já na sobremesa, até que uma pergunta simples mudou tudo.

— E então, Juh, como estão os preparativos para festa de 15 anos de nossa garotinha?

— Festa? Que Festa? Do que vocês estão falando?

Juh me olhou com um sorriso encantador nos lábios...

— Você acha mesmo que eu e seu tio deixaríamos essa data tão importante passar em branco querida?

E virando-se para titio, continou...

— A festa já está organizada, querido, o buffet escolhido, o salão reservado, todos os amigos dela foram convidados, e amanhã mesmo iremos escolher os vestidos.

Eu estava atônita sem acreditar no que estava ouvindo...

— Muito bem, meu amor, sabia que podia contar com você. Aliás, organizar festas é contigo mesmo, né? Rsrs...

— Com certeza, querido, rsrs... agora só falta nossa aniversariante escolher o seu presente. E então, querida, já decidiu o que quer ganhar?

— Pra falar a verdade, já escolhi sim.

— Então nos diga, sobrinha.

Olhei bem nos olhos do meu tio e disse baixinho para que nenhuma outra pessoa no restaurante ouvisse:

— Quero esse seu pau enorme e grosso atolado bem fundo na minha buceta virgem e me arrombando inteira...

Vi os olhos dele brilharem e seu pau voltar a fazer um volume imenso na calça enquanto tia Juh tinha um sorriso malicioso e me olhava cheia de tesão...

— Hummm... mas que ótima escolha, querida, será um prazer arrombar essa bucetinha.

Depois disso, era impossível disfarçar o tesão que tomou conta de nós. Titio pediu a conta e saímos o mais rápido possível de volta pra casa.

Já no carro à caminho de casa, titio me surpreendeu quando mandou que tia Juh passasse para o banco de trás e que ficássemos nuas e fizéssemos um 69. Mais uma vez cai de boca naquela buceta deliciosa que escorria seu mel em minha língua sedenta que percorria toda a extensão daquela xana dedicando-se em especial ao grelo enorme, vermelho e inchado que eu enfiava na boca e sugava com força arrancando-lhe gemidos altos.

Minha ainda pequena vulva também era explorada muito avidamente pela língua gulosa e experiente de titia e não resisti por muito mais tempo enchendo-lhe a boca com meu caldinho, me convulsionando sobre seu corpo e logo recebi, também, seu esguicho em minha garganta.

Titio parou o carro na garagem e mandou que subíssemos a escada de 4, como as cadelas que somos, indo logo atrás enchendo nossas bundas de tapas, enquanto nos xingava. Quando entramos em casa ele também já estava nu e seu cacete enorme duro como pedra, pulsando e brilhando, apontando para o teto. Não resistimos e caímos de boca disputando cada milímetro de sua pica...

Logo ele estava sentado no sofá e tia Juh cavalgava com a rola espetada no cú enquanto eu me encarregava de chupar seu grelo inchado até ela me dar um banho de gozo. Agora era minha vez de voltar a receber aquele caralho no rabo... imitei-a passando uma perna de cada lado do corpo de titio e abaixei meu corpo até sentir a cabeçorra forçar a entrada do meu anelzinho e senti-lo abrindo minhas últimas pregas... esperando meu rabinho se acostumar mais uma vez àquele tronco de carne... mas tio Mah não estava afim de esperar...

— Tá demorando muito, vadia... não gosto de frescura...

E puxou-me com força para baixo fazendo a rola desaparecer em meu reto e arrancando-me lágrimas e um grito de dor...

— Anda cadela, rebola na minha vara sua puta... cadela minha dá o cú sem frescura...

— Ai tio... esse teu pauzão tá me rasgando... ai delícia... como é bom dar o cú... hummm...

Tia Juh chupava minha xana enquanto eu pulava na pica e tio Mah aplicava vários tapas em minha bunda, coxas e cara, além de vários beliscões em meus seios... de vez em quando ele me fazia parar, me pegava pelos tornozelos e me erguia pra que Juh chupasse meu cu arrombado e também sua rola para depois espetar-me de novo e me fazer quicar e gozar sem parar...

Ficamos vários minutos assim até ele dizer que iriar gozar inundando minhas tripas com sua porra grossa e quente... novamente ele me ergueu expondo meu cú aberto e piscando que escorria porra para tia Juh que tirou várias fotos e depois caiu de boca no meu rabo sugando todo o esperma, deixando ele limpinho.

Depois de foder nossos rabinhos, nosso dono nos arrastou até o quarto do sexo e nos jogou na cama. Pegou duas coleiras e prendeu aos nossos pescoços. Então percebi que agora haviam duas daquelas mesas em forma de X. Ele arrastou Juh para uma delas e a prendeu, depois me puxou para a outra mesa onde também fui presa pelos pulsos e tornozelos. Foi até o balcão voltando com uma pequena mesinha com vários objetos. Colocou mordaças em nossas bocas e depois pegou dois plugs, lubrificou-os e socou primeiro no cu da Juh que teve seu grito abafado pela bola de borracha em sua boca... depois veio até mim e socou o outro no meu rabinho recém fodido; meu cu ainda estava bem aberto pela sua rola, mas como pude perceber ao ser penetrada, estes plugs eram bem maiores e mais grossos que os anteriores me arrancando lágrimas e um grito abafado... então ele pegou o cordão de bolinhas tailandesas e enfiou uma a uma na buceta dela... seus gemidos eram constantes; já que eu ainda era virgem, fui poupada dessa parte da tortura.

Então foi a vez dos pesos que foram presos aos lábios da buceta dela e depois na minha... seu toque em minha xaninha fez-me tremer e gemer muito quando ele prendeu meu lábios vaginais soltando os pesos... senti uma dor aguda e ao mesmo tempo excitante percorrer todo meu corpo...

Agora era a vez das bombas nos clitóris... prendeu primeiro no grelo da Juh, inflando e bombeando até seu clitóris ficar enorme e mt vermelho; veio até mim e pela segunda vez senti meu grelinho ser sugado pra dentro daquela bomba... doeu... mas o tesão era maior... gemi e quase gozei...

Ele foi novamente até o balcão voltando com outro aparelho que posicionou no meio de nós duas, ligou-o na tomada e pendurou os pregadores nos mamilos da Juh e depois nos meus... aquilo sim doeu pra caralho... mas não conseguia gritar... quando a dor começou a ceder ele girou os botões e ligou... senti um choque intenso percorrer meu corpo fazendo meus seios saltarem e então parou.

Ele se afastou e sentou na cama admirando suas duas putas submissas totalmente entregues a sua mercê... eu e Juh trocamos olhares... não podíamos falar, mas seus olhos demonstravam orgulho de mim...

— Como é sua primeira vez, serei bonzinho e vou ajustar os choques a cada 10 minutos, tá bom, cadelinha?

Mexeu nos botões e mais um choque percorreu me corpo... eu sentia um misto de dor e tesão, meu corpo todo estava arrepiado, minha buceta pingava e meu cuzinho piscava naquele plug...

Assim ele nos deixou, trancou a porta e saiu.

Continua...

Comentários

02/01/2018 10:12:54
Gostosa essa história, cada capitulo mais interessante! Gosto muito de conversar e trocar ideias sobre sexo e taras... meu e-mail é [email protected]
03/06/2016 15:00:05
Hummm muito bom esses contos, pois adoro uma putinha safada... [email protected]
28/05/2016 20:04:11
meninas voceis sao d+++++++ gozando a bessa aqui
25/05/2016 06:55:19
Eu tô adorando tudo. Queria juh esguichando na minha boca. E ainda espero fotos de vcs no e-mail [email protected]
24/05/2016 15:19:36
Essas putinhas a cada conto melhoram.... que delicia. Mais uma vez super excitante. Continua delicia
24/05/2016 10:56:25
Poxa vida... Acho q merecemos mais do que só dois comentários, né? Assim me desanimo a postar a próxima parte...

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