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A ex-esposa perdendo a virgindade do cuzinho

Um conto erótico de Lucas_29
Categoria: Heterossexual
Data: 07/07/2016 12:45:56
Nota 8.73

Olá! Este é meu primeiro conto, então vou me apresentar.

Me chamo Lucas (fictício), 29 anos, sou moreno claro, tenho 1,68 m, 69 kg, cabelos e olhos pretos. Moro em Curitiba, Pr.

Procurei resumir ao máximo para não ficar tão extenso, mas são os detalhes que fazem ficar ainda mais excitantes os contos.

Meu primeiro relacionamento amoroso veio tardio, já estava com 20 anos quando comecei a namorar. Após dois anos decidimos nos casar, ficamos juntos por 6 anos, porém por mais que procurássemos manter um casamento harmonioso, chegou numa fase que se tornou difícil, eram muitas brigas por diversos motivos. E assim foi até que decidimos nos separar, seria o melhor a se fazer. Ela voltou morar com os pais dela, e eu como minha mãe e irmã.

Mas com esse tempo juntos, minha mãe e irmã acabaram somando afeto demais por ela. Em consequência disso, vez ou outra ela aparecia lá em casa e o ar pesava, já que a presença dela me incomodava demais, e isso ficava claro.

Depois da separação eu mal saía de casa, trabalho e curso tomavam muito meu tempo e energia, então em um ano desde a separação, fiquei com duas mulheres apenas, ou seja, sexo estava escasso demais.

Numa noite de sábado alguns amigos insistiram tanto para que eu saísse que acabei indo, mesmo estando cansado. Valeu a pena, pois precisava me distrair, beber, rir, jogar conversa fora...

Voltei pra casa de madrugada, como não tinha ficado com nenhuma mulher, só me restava mais uma vez assistir algum filme no computador e me mastubar antes de dormir.

Entrei em casa e fui direto pro meu quarto, tirei a roupa ficando só de cueca. Fui até a cozinha buscar uma jarra d'água gelada, pois fazia calor demais. Ao chegar na cozinha notei que havia alguém lá, e para minha surpresa era minha ex, Letícia, provavelmente havia saído com minha irmã e decidiu dormir ali, como já havia feito outras vezes. Ela se virou no susto e ficou alguns instantes me olhando surpresa. Nada foi dito, embora eu tenha pensado em dar alguma deixa, mas meu orgulho falou mais alto. Ela então se dirigiu até geladeira pegando presunto e queijo, nisso notei que ela estava usando minha camiseta dos Beatles (que ela não devolveu na separação, rs) e só de calcinha por baixo. Pegou um pacote de pão colocando sobre a mesa, iria fazer um sanduíche. Eu peguei a jarra d'água e já ia saindo da cozinha quando ouvi o barulho de uma faca que ela derrubou no chão. Ela olhou com um risinho safado para mim e simplesmente se virou abaixando para pegar a faca, nisso levantando a camiseta um pouco e mostrando a calcinha vermelha, com uma rosinha do lado. Eu conhecia aquela calcinha, conhecia muito bem. Meu pau se manifestou. Ela se levantou e olhou para mim, mais especificamente para minha cueca, notando o volume crescendo. Já foi dizendo:

- "Nossa! Parece que alguém está animado com minha presença. Porque não deixamos ele mais alegre tirando essa cueca?"

Enquanto dizia ia se aproximando, e notei que ela não estava usando sutiã. Antes dela terminar de falar, meu pau já estava totalmente duro. Eu rapidamente respondi:

"- Isso vai dar merda, vamos parar com isso já. Só vai dar dor de cabeça depois."

Ela olhou direto em meus olhos e, com uma cara manhosa disse:

" - Ah... Eu juro que se você aceitar, não vai mudar nada entre nós dois. Prometo!"

Eu já estava totalmente tomado pelo desejo, parei de pensar com a cabeça de cima e respondi logo:

"-Ok Letícia! Mas com uma condição. Você vai fazer o que eu disser, entendeu? Eu controlarei a situação toda!"

Ela ficou em silêncio por alguns instantes, mas não mostrou desconforto com o que ouviu. Sorriu e disse:

"- Tá bom! Você quem manda, senhor Lucas. No seu quarto?"

Acenei que sim com a cabeça e ela tomou a frente, desfilando.

A camiseta não cobria totalmente a bunda dela e mostrava o quanto aquela calcinha estava socada no meio daquela bunda gostosa.

Assim que chegamos no meu quarto já fechei a porta e fui em direção a ela, que estava de costas olhando meus livros na estante. A agarrei por trás esfregando meu pau na sua bunda enquanto com a outra mão acariciava o seio dela, apertando. Ela soltou um gemidinho e foi descendo uma mão pelas costas até chegar no meu pau, apertando-o carinhosamente. E então perguntou num tom de deboche:

"- O que o senhor deseja que eu faça primeiro?"

Apesar daquela situação, eu tinha uma mistura de raiva e desejo correndo em mim. Eu queria muito fodê-la, mas eu queria machucá-la, fazer um sexo bem selvagem também. Deixá-la sem forças, cansada... Não respondi nada, apenas a empurrei em direção a cama fazendo com que ela ficasse de quatro na minha frente. Ela ria, parecia estar gostando da brutalidade.

Ela abaixou a cabeça sobre o travesseiro e empinou aquela bunda rebolando.

"- Já vai foder minha bucetinha? Direto assim?"

Eu nada respondi, e ela já foi puxando a camiseta, deixando toda aquela bunda a mostra. Me ajoelhei e puxei a calcinha pro lado, deixando os lábios da sua buceta a mostra, ela já estava molhadinha. Enfiei o dedo e ela gemeu alto, então enfiei a língua e chupei seu grelinho. Ela gemia cada vez mais, e passou a usar uma das mãos pra afastar mais os lábios da buceta, de modo que eu tivesse acesso mais fácil, minha língua subia e descia... lambia em círculos... em formato de 8 parando no meio daquela bucetinha já explodindo de tesão. Então, já totalmente tomado pelo desejo, subi e lambi seu cuzinho. Seu gemido revelou surpresa, pois era algo que nunca tínhamos feito, e ela tentou resistir tirando a bunda da minha cara. Segurei a mão dela e a lembrei:

"- Sou eu quem mando! Ok?"

Ela ainda que espantada, voltou a posição de antes, e tornei a correr minha língua pelas pregas do seu cuzinho novamente, fiquei assim por minutos. Então me levantei e dei um forte tapa na sua bunda e ela gemeu. Coloquei meu pau pra fora e sem qualquer rodeio, enfiei buceta adentro. Senti seu interior se alargando como algo que rompe. Sua buceta estava apertadinha, e aquilo me deu certo orgulho, já que indicava que ela não vinha dando pra nenhum outro. Afinal, o relacionamento acaba mas aquele sentimento de posse demora um pouco mais, rs. Enfiei meu pau todo naquela bucetinha e ela gemia e me chamava de cachorro safado, segurei-a pela cintura e meti com certa força, e a cada estocada ela soltava um gemido agudo. Nesse vai e vem, retirava meu pau por completo e tornava a enfiar rapidamente. Ela já estava tão molhada que molhava minha própria púbis. Gemia enquanto pedia para socar forte, para rasgar sua buceta, deixar toda abertinha...

Tirei o pau e o esfreguei no cuzinho dela, ela me olhou por cima do ombro com um olhar de súplica, como se estivesse pedindo para que eu não enfiasse ali. Ignorei o olhar dela e esfreguei a cabeça do meu pau ao redor do seu grelinho, lambuzando ele e voltando para o seu anelzinho, ela pareceu se preparar então para a dor, e não se manifestou contra.

Mas aquele ainda não era o momento, então empurrei ela pro lado e ela caiu. Mandei que ela se erguesse e que se ajoelhasse em minha frente. Fiquei me masturbando enquanto ela cumpria minhas ordens. Ela me olhava com aquela cara de safada e manhosa ao mesmo tempo, como quem espera para ser dominada. Nunca havia a visto naquele estado, mas sabia que quanto mais excitada ela ficava, mais liberal e safada ela se tornava. Coloquei a mão sobre a cabeça dela e puxei em direção ao meu pau, ela abriu-a boca levemente e engoliu ele enquanto me olhava nos olhos. Engolia até a garganta e o mamava bem devagar. Seus lábios corriam por ele enquanto ela masturbava a parte que não enfiava na boca. Sentia sua língua brincar com ele, contornava a cabeça, dava chupadas fortes, enfiava até a garganta e ficava paradinha por alguns segundos. Começou me masturbar e desceu a boca até minhas bolas, lambendo e colocando na boca. Voltou a mamar meu pau enquanto me olhava com cara de putinha dominada, quando tirava ele da boca, se formava aquele fio de saliva, e me deixava mais louco de tesão. A segurei pela cabeça com as duas mãos, e senti meu pau pulsar, fodi aquela boca como se fosse uma buceta, ela aceitava, estava adorando ser dominada. Me segurou pela cintura e apertava suas unhas na minha bunda e costas, como que pedindo mais. Ela abria a boca e colocava a lingua pra fora de modo que eu esfregasse meu pau nela enquanto continuava me olhava nos olhos. Eu estava prestes a gozar e continuei fodendo sua boca, até que enfiei tudo que podia e então senti o primeiro jato de porra direto na garganta dela. Segurei por uns segundos e soltei no segundo jato, que caiu dentro da sua boca, sobre a língua e um pouco no queixo. Ela começou a tossir engasgada com minha porra. E eu fiquei ali, parado, apenas observando. Esperei por um acesso de fúria ou algo do tipo, mas após vê-la limpar o queixo com a camiseta, ela se ergueu e perguntou:

"- Quanto tempo até a próxima seu cachorro?"

Se minha vontade era de fazê-la sentir a brutalidade enquanto a fodia, não acredito ter sido bem sucedido. Aquilo pareceu um desafio, que fez com que meu pau se enrijecesse mais rápido que nunca num intervalo de uma foda e outra.

Em instantes meu pau estava pulsando novamente, e ela vendo isso se deitou na cama, apoiando a cabeça na parede e ergueu uma das pernas, ficou segurando com a mão direita e com a outra empurrou a calcinha e começou a se mastubar. Eu sentei numa cadeira e fiquei só apreciando aquilo, ela brincando consigo mesma. Ela tirava os dedinhos melados e levava até a boca, chupava estralando alto, e me olhava com cara de putinha. Estava me provocando demais, então me ergui e ela sorriu, se levantou e ficou sentada na beira da cama a espera de uma ordem minha. Mandei que tirasse a camiseta e a calcinha, e ela obedeceu, jogando-as no chão. A empurrei na cama e a ajeitei, deitei por cima dela, fiquei encarando seus olhos com uma cara de bravo, e isso a excitava mais, fui descendo mordiscando seu pescoço, cheguei em seus seios e continuei mordendo, ora em um, ora em outro, apertava os biquinhos com a boca e ela se contorcia. Desci por sua barriguinha beijando-a e mordendo... Ela puxava meus cabelos e gemia alto feito uma putinha. Cheguei até sua buceta e dei algumas lambidinhas, estava tão encharcada. Mas queria judiar dela, então continuei descendo beijando levemente suas coxas, descendo até chegar nos pezinhos. Ela dizia que não estava aguentando, que era pra voltar e chupar sua bucetinha. Eu ignorei o pedido e bem devagar continuava beijando seus pezinhos, minhas mãos corriam por suas pernas, eu podia sentir cada centímetro do seu corpo em chamas, ela estava explodindo de tesão. Voltei beijando suas pernas, coxas, e cheguei em sua bucetinha, mas pulei e fui direto pros seios, ela pirou, segurou firme em meus cabelos, me chamava de cachorro, safado, de seu macho, e que eu estava judiando demais dela. Ao ouvir isso senti que o que eu queria estava acontecendo. Então ela suplicou:

-"Me fode seu cachorro, me fode como nunca me fodeu, sou sua puta, sua escrava, quero esse pauzão me rasgando toda!"

Desci e enfiei três dedos na grutinha encharcada dela, e passei a chupar seu clitóris, dando lambidas firmes, parando a língua, apertando, e meus dedinhos entravam e saiam bem rápidos daquela bucetinha. Ela se contorcia demais, erguia o quadril, rebolava, apertava a buceta em meus dedinhos. Parei e voltei a subir, indo até seus seios e os lambendo e apertando, enquanto mordiscava levemente. Posicionei meu pau sobre a buceta apertando ele de lado nela. Ela urrava, pedia, implorava para socar sem dó. Cravou as unhas em minhas costas, enquanto eu mordia seu queixinho e seus lábios carnudos...

Eu já estava com meu pau explodindo de tesão também, a cabeça inchou de tanta excitação, e então empurrei ele naquela buceta em chamas, ela ergueu as pernas abrindo-as e gemeu alto, cravando ainda mais as unhas em minha pele. Comecei fodendo devagar, enquanto ouvia sua respiração pesada no meu ouvido, e ela começou a morder meu ombro, então fui aumentando o ritmo e usando o peso do meu corpo pra fodê-la cada vez com mais força. A cama se movimentava e batia na parede, com uma das mãos ela agarrava o travesseiro pra não sair de trás de sua cabeça. Ela gemia cada vez mais a cada estocada, de repente parei e fiquei apenas mexendo meu pau dentro da bucetinha dela, enquanto olhava diretamente em seus olhos, fiquei assim por alguns instantes...

Parei e pedi que se virasse, ela resistiu dizendo:

"- Nãooo! Por favooor, continua fodendo minha buceta, eu quero gozar mais sentido esse pauzão!!!"

Apertei firme a coxa direita dela e ordenei mais uma vez que se virasse. Ela então obedeceu, ficando de quatro na minha frente mais uma vez, esfregando a bunda e buceta no meu peito, já que eu estava ajoelhado atrás dela. Dei tapas em sua bunda deixando vermelha, e cai de boca em seu cuzinho mais uma vez. Ela logo disse:

"- Tá umedecendo meu cuzinho pra comer ele, né?"

Eu nem respondi, só continuava lambendo seu anelzinho, deixando minha saliva. Ela continuou:

"- Vai com carinho, tá seu cachorro?"

Enfiei dois dedos na buceta dela, pegando um pouco do melzinho pegajoso que escorria, e esfreguei no seu cuzinho forçando a entrada de um dedo, entrou com facilidade com ajuda dela que piscava ele. Me posicionei e peguei firme em sua cintura, ela só abaixou a cabeça e mordeu o travesseiro, empinando ainda mais aquela bunda gostosa. Segurei meu pau e o coloquei na entradinha do cuzinho, forçando devagar. No início, suas preguinhas desacostumadas ofereceram resistência, mas ela própria estava disposta a cooperar, eu sabia que ela tava gostando de ser dominada. Ela piscava o anelzinho o quanto podia, relaxando-o bem para receber meu pau. Fui empurrando bem devagar, e a cabeça entrou, então eu parei deixando ela se acostumar. Voltei a forçar, e ela mordia o travesseiro e gemia abafado, enquanto sentia meu pau invadindo seu cuzinho. Ela reclamou:

"- Tá doendo Lucas!"

Eu passei as mãos levemente em suas costas, enquanto continuava enfiando lentamente meu pau, subi meu corpo sem tirar de dentro e soltei meu peso sobre ela, afastei seus cabelos macios e comecei beijar sua nuca, minhas mãos alcançaram seus seios e comecei massagear eles. Ela parecia mais tranquila e já estava gemendo de prazer. Voltei a posição inicial e enterrei meu pau sentindo ele preencher cada centímetro daquele cuzinho gostoso. Ela levou uma mão até sua buceta e começou a se mastubar, gemendo muito...

Decidi que já era hora de bombar forte e comecei a movimentar meu pau, trazia até a ponta e enfiava novamente. Seu cuzinho era apertadinho e essa era parte da graça. Ela começou a relaxar mais e ergueu seus braços alcançando os meus, seguirei suas mãos e socava forte e rápido, e ela me olhando por cima dos ombros enquanto era fodida como uma verdadeira puta. Ofegante ela disse:

"- Nossa Lucas... meu macho... isso é gostoso! Fode o cuzinho da sua ex, fode!"

Soltei suas mãos e dei fortes tapas naquela bunda que balançava sem parar, e eu sentia meu pau sendo apertando pelas pregas do cuzinho dela. Enrolei seus cabelos em minha mão esquerda e puxei firme, ela começava a aumentar os gemidos, a respiração ficando mais rápida...

O suor corria por nossos corpos, estávamos entregues a um prazer nunca sentido antes. Ela pedia para socar mais forte e rápido, pedia para rasgá-la todinha, e aquilo aumentava ainda mais o meu tesão e vontade que eu tinha de foder aquele cuzinho. Uma sensação de posse ia aumentando dentro de mim, como se ela fosse minha putinha particular.

Resolvi que não gozaria no seu cuzinho, ela merecia a minha porra na buceta dela. Eu tinha me entregado à aquela situação e de alguma forma já me lembrava das partes boas do nosso relacionamento, o sexo sempre foi excelente, e naquele momento estávamos numa transa com novas experiências.

Tirei meu pau do cuzinho dela, ela ficou surpresa, me afastei e sentei na cadeira da mesinha do computador. Ela ficou ainda de quatro me olhando sem entender, a chamei acenando com o dedo e segurei meu pau. Ela se levantou sorrindo maldosamente, caminhou em minha direção, abriu as pernas e sentou no meu colo bem devagar, enquanto eu posicionava meu pau pra entrar em sua bucetinha. Se sentou com um gemido prolongado e começou rebolar levemente, jogando o cabelo pro lado e inclinando a cabeça. Puxei ela pela nuca e a beijei apertando seu cabelo, enquanto ela devolvia o beijo molhado, sem parar de rebolar na meu pau. Pulava como uma putinha, fazendo com que meu pau quase saísse e em seguida fosse engolido de novo pela sua bucetinha faminta, que de tão molhada lambuzada meu colo. Ela então puxou minha cabeça e apertou contra seus seios, eu abocanhei e mamava me fartando como eles, enquanto segurava firme em sua cintura. Estávamos ambos ofegantes, suor escorrendo, grudando nossos corpos, e ela pediu:

"- Goza na minha buceta, por favor meu cachorro, goza dentro da sua putinha!"

Escorreguei uma mão por suas costas e toquei seu cuzinho, subi novamente a mão e encontrei a outra, me levantei da cadeira segurando-a nos braços sem tirar meu pau de sua buceta, e a coloquei sobre a mesinha do computador. Ela me arranhava e me lambia, implorando repetidas vezes que eu a fodesse mais e mais e gozasse dentro dela. Ela já tinha gozado tantas vezes que se perdeu nas contas, estava entregue ao prazer. Eu continuei socando forte, sentindo as bolas baterem no cuzinho dela, e ela ficava louca com isso e disse que iria gozar mais uma vez. Eu também já estava explodindo, mas queria prolongar o quanto fosse possível. Me esforcei um pouco mais e botei com mais força, sentia a cabeça tocando no fundinho dela. Meu pau começou a pulsar, e eu disse que iria gozar, ela ficou mais louca, pedia por meu leitinho, queria sentir os jatos quentes de porra naquela bucetinha em chamas. Apertei sua cintura e ela trançou suas pernas em minhas costas, e senti o gozo se aproximando, comecei a gemer, a urrar, isso enlouqueceu ela, e então gozei, jatos com muita pressão explodindo dentro dela... A impressão que tive é que eu nunca havia gozado tanto daquele jeito, esporrei diversas vezes sem tirar meu pau de dentro. Enquanto eu jorrava meu gozo dentro dela, ela gritava de prazer, gemendo e gozando também, senti nossos fluidos vazarem, pois sua bucetinha estava cheia com o resultado de nosso tesão. Tirei meu pau devagar e caiu gozo no chão, o que fez ela rir. E foi dizendo:

"- Me ajuda aqui seu safado, tô de pernas bambas."

A ajudei descer e a acompanhei até a cama onde ela se jogou. Fiquei olhando ela ali por alguns segundos e então fui pro banheiro tomar um banho, deixando a porta do meu quarto encostada. Quando saí do banheiro ela estava na porta, entrou para tomar banho também, não falamos nada um pro outro, só nos olhamos rapidamente. Fui para meu quarto, entrei e notei que ela havia deixado a calcinha em cima da minha cama. Guardei e me deitei adormecendo logo.

No dia seguinte parecia que nada tinha acontecido. Ninguém pareceu desconfiar de nada e nos falamos pouco, só o básico mesmo.

Ela veio outras vezes em casa mas não para dormir novamente, apenas para visitar minha mãe ou sair com minha irmã. Mas sei que é só uma questão de tempo para que nossas vontades se esbarrem e serem saciadas novamente. E sexo com a ex é uma boa opção na falta de outras, pois foge um pouco rotina, rs.

Obrigado e até um próximo conto!

Comentários

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28/07/2018 16:42:12
Encontrei por acaso este conto perdido nas profundezas do ano de 2016. Parece-me que o autor abandonou a carreira, não escreveu mais. Assim, deixo de enviar meu comentário ao conto em si. Ah, achei que o Lucas_29 podia ter se saído bem caso continuasse e corrigisse alguns excessos e escrevesse textos mais enxutos.
07/08/2016 15:41:43
Show de estreia, Lucas. A esposa precisou se separar para liberar atrás. Pelo jeito está querendo tirar agora o atraso do período de casada. Rs. Bjs, Val.
06/08/2016 09:47:31
adorei seu conto, adoro muito anal com as ninfetinha e com casadas safadas... gostei do que li é sua nota e 10
12/07/2016 09:24:27
Boa estreia, bem narrado e excitante. A esposinha talvez quisesse mostrar que está evoluindo como mulher, daí o anal. Também sou de Curitiba. Beijocas.
07/07/2016 13:29:58
Adorei seu conto me deixou com tesao
07/07/2016 13:25:57
Retribuindo a visita. Dizem que mesmo em caminhos conhecidos, sempre descobrimos coisas novas. Como este excitante reencontro com a ex. Bom conto.




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