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Eu e meu pai caminhoneiro

Eu e meu pai caminhoneiro

Meu pai é caminhoneiro. Quando eu era guri, minha maior alegria era viajar com ele, quando não tinha aulas. Nas férias então, ficava semanas na boléia. Quando eu tinha 11 anos, fiz minha primeira viajem de caminhão com meu pai. Tudo era novidade. Me sentia pequeno naquela cabine gigante. Meu pai, grandão, peludo e barbudo, parecia maior ainda. Naquele tempo não havia ar condicionado no caminhão. Por isso viajávamos com as janelas abertas, suportando o calor do Mato Grosso. Meu pai, sem camisa e só com um short de futebol. Naquele tempo os short de futebol, que naquele tempo eram bem menores do que os atuais. É logico que eu já sabia algumas coisas sobre putaria, informações trocadas com colegas na escola, mas nunca com adultos. Via meu pai apenas como meu herói. Nas férias de janeiro, após recomendações de minha mãe, partimos do Mato Grosso rumo ao sul, seriam umas duas semanas entre ida e volta. Era o máximo ver meu pai dirigindo o possante, com óculos escuros, barbudo, o suor escorrendo no peito peludo, buzinando para os demais motoristas. Algumas horas depois de iniciar a viagem, paramos para mijar e nos refrescar, à beira do asfalto mesmo. Meu pai encostou a carreta, desceu e, eu, fui atrás. Ele estava do lado da porta do carona. A cena me impressionou muito: meu pai arriou o short, e, segurando a jeba, lavava com um forte jato, a roda do caminhão. Me pediu um cigarro que estava no painel do caminhão. Entreguei a ele e, não pude não olhar. Ele acendeu o cigarro e continuava despejando litros de mijo. O cheiro do mijo, misturado ao cigarro dele, exalava masculinidade. Não sei direito o porquê, mas aquilo me deu tesão. Meu pai pediu se eu não iria mijar. Disse que sim e posicionei ao lado dele, para continuar olhando pro pauzão dele. Eu estava de pinto duro. Meu pai deu uma olhada discreta e riu. O que é isso moleque? Ainda vai ser pintudo como o pai. Bom, a viagem continuou. Eu vivia de pau duro na cabine. A noite, enquanto meu pai preparava a janta no fogão improvisado sob a carroceria, eu brincava na boleia ouvindo música. Sem querer, encontrei meu maior tesouro até então: umas revistas de sacanagem debaixo do banco.

Rapidamente folhei, fiquei impressionado com aquilo, tinha ouvido os colegas falar, mas nunca tinha visto até então. Me deu um tesão danado. Meu pai chegou e escondi tudo rapidamente. No dia seguinte, ficava imaginando coisas o dia todo na viagem, tipo o tamanho do pau do meu pai, ele comendo minha mãe, etc. Bom, jantamos e fomos dormir. Estava muito calor e dormimos só de cueca. A luz da rua iluminava a cabine e, eu, via claramente a mala do meu pai na zorba. Na madrugada, parecia que a cueca dele ia explodir, estava enorme, eu nunca tinha visto meu pai de pau duro. Aquilo me deu um tesão danado, mas não fiz nada, por falta de coragem. Ao amanhecer, meu pai levantou me acordando. Pulou da boléia. Logo imaginei que iria mijar, pegou seu cigarro, acendeu e pulou da cabine, no pátio do do posto de combustível. Lógico que fui com ele. Acendeu um cigarro e, com um jeito muito másculo, de cueca mesmo, entre caminhões, tirou seu pau para fora, que agora estava quase duro devido ao tesão do mijo. novamente fiquei muito excitado: o cigarro no canto da boca, com uma mão arriava a cueca e com a outra segurava o cacete, mirando para a poça de mijo e espuma que se formava no chão. Não resisti e fiquei do lado dele, contemplando. Ele, com um sorriso sacana no canto da boca, balançou a jeba e ainda secou a última gota na própria cueca, de forma provocativa. A viagem durante o dia transcorreu normal. A noite, fomos tomar banho no wc coletivo de um posto. Nesses chuveiros tem que pagar para usar. Meu pai pagou apenas uma ficha, para economizar, disse que eu iria tomar banho junto com ele. Pegamos nossa toalha e sabonete e fomos para o chuveiro. O lugar era sujo e mal iluminado. Entramos no box, meu pai tirou a roupa e eu fiz o mesmo. Sem cerimônia, ele mirou no ralo e deu um belo mijão, na minha frente, respingando mijo quente na minha perna. Não aguentei e meu pintinho já estava explodindo. Ele riu dizendo: tá de pinto duro é moleque? Já toca punhetinha? Eu: claro que já pai, mas ainda não tenho porra como os primos mais velhos. Ele disse: Deixa eu ver? E levou a mão no meu pintinho. Quase desmaiei de vergonha por ser meu pai, mas confiava nele, por isso deixei. Ele acariciou meu pintinho, que mal tinha uma penugem, mas que estava duríssimo na mão dele. Senti o enorme dedo dele debaixo do meu saco e cheguei a suspirar com o arrepio que senti. Aí ele disse que em pouco tempo eu estaria tocando punheta com porra e tudo, só precisava da semente do pai. O pau dele estava meia bomba. Pegou a própria jeba e arregaçou a cabeça. Nela apareceu o queijo, exalando um forte e atraente cheiro. Passou o dedo removendo o requeijão de redor da cabeça do pau dele e passou no meu pintinho. Quase desmaiei de tesão. Ele riu e, em seguida continuamos nosso banho normalmente. De fato meu pai era meu herói, pintudo e sacana.

Na noite seguinte, foi difícil dormir, pois ficava imaginando mil coisas, meu pintinho duro o tempo todo. Meu pai pegou no sono rápido, devia estar cansadão. Em certa altura da madrugada, quase amanhecendo, ele se virou de barriga para cima, deixando o volume da cueca em evidência. Como eu esperava, estava excitado. Esperei mais um pouco, até ele voltar a roncar e, tomei coragem para levar a mão. Eu tremia, pois era a primeira vez que eu segurava um pau adulto. Passei os dedos de leve, para não acordá-lo. Como não houve reação, segurei firme, era enorme, grosso que mal fechava minha mão, quente. Me aproximei e senti o cheiro de mijo, que me deixava com muito tesão. Resolvi ousar ainda mais, arriando a cueca dele e, punhetando aquele pauzão de leve. A cabeça da pica estava oculta pela glande, estava duro e pulsava na minha mão. De repente, o susto: ele parou de roncar e abriu os olhos: que é isso moleque? Quase morri, mudo, não consegui responder. Ele sentou, puxou a cueca, me olhando com cara de brabo. Eu não reagi. Ele perguntou: moleque, tú quer aprender como toca punheta direito com o pai? O tom de voz dele era firme, mas não bravo. Eu balancei a cabeça. Ele, então, abriu a janela do caminhão, acendeu seu cigarro, e se espalhando na poltrona da boléia mandou que eu fizesse o mesmo. Sentei ao lado dele, procurando imitar seus gestos. Ele, manipulava seu pauzão com a direita e, com a esquerda segurava seu cigarro. Eu punhetava meu pintinho lentamente, como ele fazia. O pauzão dele, em pouco tempo estava maior do que eu tinha visto. Ele arregaçou a cabeça, liberando-a da glande e, escorreu baba. Ele limpou a baba com o dedo, cheirou e levou no meu pintinho, lubrificando-o. Senti forte arrepio, a mãozona do meu pai lubrificando meu pintinho com a baba do pau dele, foi muito tesão. Ele acelerava a punheta e me olhava, eu acelerava também, mas só sentia um pouco de cócegas e uma dorzinha. Ele alternava a punheta e as baforadas deliciosas no seu cigarro. Com o cigarro entre os lábios, agarrava o próprio saco com uma mão, acelerando a punheta com a outra. Parou a punheta, aparando novamente a baba que saía do pau dele. Eu já me posicionei para receber mais lubrificante no meu pintinho. Ele, desta vez, enfiou o dedo lubrificado debaixo do meu saco, atingindo o olho do meu cú. Fiquei sem reação. Ele esfregou o líquido lá. Eu pisquei meu cuzinho com tesão. Ele, sem aviso nem resistência, foi metendo no meu cú seu dedo lubrificado, e com a outra mão acelerava a punheta. Pisquei meu cuzinho no dedo dele e, ele não aguentou, urrando forte e despejando porra. Fiquei impressionado, pois nunca havia visto ninguém gozar. A cena foi maravilhosa, pela expressão de macho em guerra na cara do meu pai. Nunca tinha visto porra. Ele, aparou na mão. Eu, curiosamentente cheirei, lambi, levei a mão dele no meu pau. Ele, mesmo após ter gozado, continuou a brincadeira, lambuzando agora em grande quantidade, meu pau e cuzinho, enfiando e tirando o dedo do meu rabinho, sem dizer nada, apenas curtindo. Senti um leve enformigamento no meu pintinho, como um pré-gozo, que me levou à loucura. Esta foi a primeira vez, de muitas outras sacanagens que rolaram.

Comentários

03/12/2016 23:39:35
Delicia!
03/11/2016 08:41:27
Vc é o melhor escritor de incesto cara. Continua.
02/11/2016 17:22:13
Tesão demais, eu também perdi o cabaço mamando meu tio no caminhão.
14/10/2016 00:45:14
10
10/08/2016 14:00:09
tessao da porra muito bom
27/07/2016 20:12:19
Show! Adoro contos com shorts de futebol, cigarro e mijo. É massa demais!
20/07/2016 16:05:22
CONTINUE. MUITO BOM.
18/07/2016 13:24:58
Perdi o cabaço do meu cú com um carreteiro pernambucano.
18/07/2016 13:09:25
Amei, continua.
18/07/2016 08:33:10
Legal
17/07/2016 20:21:06
Maravilhoso ... continua!
17/07/2016 18:10:48
conta mais. continua

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