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SURPRESAS DO CORAÇÃO - PARTE XIX

Autor: Grey
Categoria: Homossexual
Data: 28/08/2016 00:23:23
Nota 10.00
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XIX

- Vou voltar a foder tua boca. – Mauricio avisou. – mas, antes quero brincar.

- Sou todo teu.

Na minha boca ele enfiou a sua rola inteirinha. Senti-la bem fundo na garganta. Talvez, por isso comecei a babar.

- Vou te mostrar quem manda. Quero vê-lo babando com o pau na boca. E mais e mais.

Safado, ele cuspiu na minha boca, o intento era lubrificar o caminho para deslizar novamente a rola, contudo, antes bateu a rola na minha cara, pra em seguida deslizar a rola garganta abaixo, engasguei e em resposta ele deu uma tapa na cara.

- Assim. Assim. Sofra com o meu pau enfiado na tua garganta moço.

Eu gostava da violência, gostava das tapas, sem dúvida nenhuma estava me acostumando ao modo nada ortodoxo de Mauricio. Na verdade isso era um ponto que eu valorizava no grandão, essa pegada hardcore. Adorava essa pegada forte.

- Já que tá agüentando pau bacana, então vou socar mais fundo. Agüenta o pau do teu macho, moço.

Ele socou mais fundo ainda e exclamou dono da situação:

- Já que queria mamar tem que ser do meu jeito. Não é?

- Então, mostra o que tu sabe fazer. – Provoquei-o.

Ele não perdeu tempo. Começou a foder a minha boca bem forte. Controlava a foda administrando minha cabeça pelos os cabelos. Enfiou o pau tão fundo que gemir abafado. Tirou a rola da minha boca, pois sabia que eu estava cansado. Olhei o pau dele fora da minha boca pulsando, então abocanhei aquele cacete com vontade. Sugava aquela rola com voracidade, com vontade enquanto ele voltou com intensidade a socar a pica na minha boca.

Chupava e encarava-o, chupava-o com alegria.

-Abra bem a boca moço. – Mauricio mandou.

Abri a boca com vontade para que a rola se agasalhasse em minha garganta. Mauricio com uma das mãos voltou a controlar as socadas segurando minha cabeça, deste modo, foder a boca com força, tão verdade que entrava com brutalidade.

- Desculpa moço, mas vou foder teu cú agora. Havia prometido que o primeiro tempo seria todo teu, e te foderia apenas no segundo, porém a verdade, é que desde o inicio do fim de semana que passou tô com fome, deste modo não aguentei a pressão. Além do mais tu tá muito saidinho o que me deixou mais louco ainda.

- Tô entregue ao teu comando grandão. Hoje eu quero te dá prazer.

- Beleza. – Mauricio ficou satisfeito com o que ouviu da minha boca tão fodida por ele. Ele continuou. - Pô moço, então, por favor, fica de boi sobre a cama pra mim. Quero que o trazeiro fique por meu lado, porque vou foder esse rabo.

- Demorou meu senhor. – Brinquei com o grandão.

Mauricio riu.

- Senhor, é? – Perguntou inquisitivo.

- Sim.

- Gosto de dominação. – Revelou o que eu já sabia. - Tira essa roupa moço, agora!

Obedeci no papel de submisso.

Fiquei de boi. O meu rabo ficou exposto para o bem querer do meu dominador, ou melhor, do meu homem, o grandão.

Ele repetiu aproximando do meu rabo.

- Senhor é? Sou teu senhor?- Desferiu duas tapas fortes na minha bunda.

De fato, eu estava gostando de apanhar.

Repetiu.

- Sou teu Senhor? – Ele meteu um dedo lentamente no meu rabo, e tentei com o meu cu, morder seu dedo.

- Relaxa esse cu, porra!

Meteu o dedo inteirinho.

- Relaxa o cú moço!

Permaneceu com o dedo dentro do meu cú. Certamente ele sentiu o quanto quentinho e apertado ali dentro, ou estava acostumando. De repente, tirou e socou de novo. Em uma das vezes que tirou o dedo deu para eu chupar a fim de provar meu gosto.

Chupei o dedo dele. Sentir o meu gosto salgado.

- Grandão, que gosto bom que tem esse seu rabo. Esse rabo já foi apenas teu!

- Eu sei. – O grandão respondeu lisonjeado.

- Esse rabo é teu. Só teu.

- E ai de ti se der pra outro. – Com a outra mão marcou minhas nadegas com uma tapa forte que gritou contra minha carne nua. – Sou teu senhor! Esse rabo é meu.

- Eu sou teu grandão. - falei sentindo o ardor da tapa na minha carne.

- É bom que seja consciente deste fato. Neste cú só eu entro. – Ele meteu mais um dedo enquanto falava comigo. Eu tremir.

Dei uma olhada para trás e contemplei seu corpo enorme com leves gotas de suor. O Cara é um gostoso, meu Deus! Como pode ser tão lindo assim? Sentir-me um privilegiado.

O passo seguinte foi o grandão ajeitar seu pau bem na portinha do meu rabo, e tentou meter.

Doeu.

- Tá doendo grandão.

Ele de pronto parou.

- Só vou tentar novamente quando você achar que devo. -Paciente esperou pela minha permissão

-Tenta novamente. – Falei.

Ele cuspiu e passou entorno da cabeça do pau, e logo após começou a forçar o cacete de encontro ao meu rabo em obediência a mim. Eu dei a permissão. A cabeçona tocou minhas pregas e no mesmo momento gemir numa cadência suplicante.

- Acho melhor usar lubrificante, pois só cuspe não vai dar certo. - E assim procedeu.

Algo úmido foi posto por ele no meu ânus, o que fez dilatá-lo. Ele foi metendo sem brutalidade, o canal, agora foi distendendo-se entre uma dor suportável. A pica de Mauricio entrando lentamente, destruindo as pregas do meu rabo. De fato, não tinha como as pregas ficarem intactas frente à dimensão do membro do grandão. Eu sentia tudo, tudo acentuadamente, embora agüentasse. Ele continuou metendo. Continuou, entrando o pau dele, rasgando meu cu.

Murmurei entre gemidos de dor.

- Teu pau é muito grande grandão.

- Quer parar?

- Não. Jamais. Já transamos outras vezes, mas hoje parece que tá maior. – Rio. – Mas, não é motivo para não tê-lo dentro de mim.

Mordi os lábios, lancei meus olhos para trás e encontrei os olhos dele que me olhava sensualmente, querendo-me, desejando-me. Um ímpeto de felicidade brotou em mim mais uma vez. O grandão gostava de mim. Obrigado meu Deus!

O pau dele dentro de mim, como era bom a sensação dele dentro de mim.

- Vou fazer movimento de vai e vem, pode ser?

Travei os dentes.

- A sensação é muito boa em tê-lo dentro de mim, mas preciso acostumar antes do movimento de vai e vem.

Com efeito, a fim de acostumar com ele dentro de mim, suspendi a respiração, porque o volume que se alojara nas minhas entranhas era enorme, eu necessitava de certo tempo para me adaptar.

Ele aguardou até que eu conseguisse me acostumar, e, portanto, voltasse à respiração normal.

- Tô pronto Mauricio.

Cacei em seu olhar a confiança que precisava para deixá-lo prosseguir. E achei. Por isso permitir, por sua vez, Mauricio retribuiu com um beijo carregado de paixão.

- Se não der conta avisa e eu paro.

Começou os movimentos.

O pau do Mauricio entrava e saia fazendo caminho pela estrada apertada. Ele fodia na mesma cadência forte do sangue que irrigava seu membro.

HUMMM era a única coisa que saia da minha boca.

O vai-e-vem fez meu cu arder, como se brasas me queimassem por dentro. Ao mesmo tempo em que uma onda de eletricidade me envolveu.

- Fode moço. Fode meu cu, fode.

- Tô fodendo porra.

Depois de um longo período de vai e vem, no qual tudo o que não fossemos nós dois, havia desaparecido, havia perdido o sentido. Não bastasse isso, o bom desempenho do grandão, fez que aliviasse meu desespero e me encheram de um ímpeto primitivo e singular, tão intenso, tão veemente que chorei sem premeditação, uma lágrima fortuita, resultado da alegria que transbordava meu coração.

Mauricio anunciou:

- Vou gozar. Vou gozar.

Não houve tempo para sair de dentro de mim, os jatos de semêm, ele despejou em mim.

Parecia um animal esturrando.

Depois, saciado se mostrou preocupado em me ver também saciado.

- Quero ti ver gozando moço. Goza pra mim.

O grandão mais uma vez me surpreendeu. Ele não era egoísta.

Comecei a manipular meu pau. E não tardou, gozei de tanto prazer, aliviando toda a tensão, toda a sensação primitiva que derivava do meu cú.

Joguei-me na cama. Ao meu lado o grandão também se jogou e trouxe minha cabeça para junto do seu peito. Sorri docemente para ele, em sinal de admiração e devoção, em seguida descansei sobre o peito dele.

A sutileza da cena nos envolveu significativamente cujas palavras não são capazes de traduzir, então eu apenas me preocupei em desfrutar o momento.

Dormimos.

Pela madrugada acordamos.

- Te satisfiz?- perguntei curioso.

- Sempre. – ele respondeu saindo da cama rumo ao banheiro.

- Tô quebrado moço. Incomodaria-te se eu voltasse a dormir?

- De maneira nenhuma.

- Então, eu vou voltar a dormir.

- E eu vou banhar.

- Mauricio, eu pela manhã irei à Mariana. Tenho marcado uma reunião com o prefeito.

- Fazer o que?

- A pauta da reunião, eu ficarei sabendo lá.

- Logo pela manhã não poderei te acompanhar, mas prometo que vou buscá-lo.

- Não precisa se incomodar. Posso ir e vir sozinho.

- Não é incomodo moço. Eu faço questão.

Dito isso entrou no banheiro. Eu dormir novamente.

Dei por mim Mauricio deitou-se atrás de mim e aninhou seu corpo no meu. Ficamos de conxinha. Ainda dei uma conferida a fim de olhar se, de fato, ele estava ali atrás de mim. Se, de fato, eu não estaria sonhando. Graças a Deus era realidade.

Envolvido em seus braços, dormir de conchinha.

Radiante, totalmente radiante.

Comentários

06/10/2016 11:50:46
Um dos contos mais quentes que li
29/08/2016 12:17:59
nossaaa q capitulo mais quente ameii ... continua logo
28/08/2016 18:03:30
*importantes
28/08/2016 18:03:03
Os comentários de vcs são muitos mportantes, por isso, muito obrigado.
28/08/2016 16:46:53
Cada vez melhor, por favor continue..
28/08/2016 00:49:40
Que fofos!!!!😍💓👏👏😈 continua por favor, não demora!!!!
28/08/2016 00:47:24
🌷🌷🌷

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