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SURPRESAS DO CORAÇÃO - PARTE XX

Um conto erótico de Grey
Categoria: Homossexual
Data: 31/08/2016 01:17:31
Nota 10.00

XX

- Não acredito que o senhor esteja me propondo isso? – Pasmo com o que o prefeito acabara de pedir.

- Pra que tanto espanto Engenheiro? – Indaga o prefeito não compreendendo minha reação, ou fingindo que não entendia. A segunda hipótese era mais provável.

- E ainda tem a cara de pau em perguntar acerca do meu espanto? – A indiferença do prefeito frente ao meu espanto era a prova cabal que ele apresentava um acentuado quadro latente de falta de moral com a coisa pública.

- Sim, não vejo motivo pra subir os ânimos. – Remexe-se na cadeira sem parar de me encarar.

- Discordo.

- Se quiser água providencio junto a minha secretaria. – Educadamente levando a mão ao telefone.

- Não.

- Quero apenas que você esfrie a cabeça e consequentemente pense melhor.

- Não há o que pensar.

- Engenheiro seja razoável... Estamos no interior do Maranhão, logo não há nenhum risco que possas temer, então não tenha receio em aceitar.

O prefeito falava com tanta naturalidade, com tanta normalidade que colocavas as coisas como estivesse versando acerca de algo probo. Fiquei enojado.

- Não importa que no Maranhão às leis não prevaleça, na verdade não tenho nenhum problema quanto a isso.

- Então, Engenheiro qual o receio?

Sinto o celular no bolso vibrar.

- Não há receio.

- Então?

- Então?, Prefeito o importante pra mim é á noite colocar a cabeça no travesseiro e dormir bem, coisa que não farei caso aceite tal proposta.

O prefeito se enfurece, contudo não presto muito atenção ao que ele disse justamente porque o celular voltou a vibrar no meu bolso. Discretamente conferi o SMS, havia duas mensagens, ambas do grandão.

A primeira mensagem: “Cheguei moço.”

A segunda mensagem: “Tô de pau duro. Doido pra foder!”

Arrepio-me todo.

Tendo acabado de ler o SMS volto atenção ao prefeito. Ele argumentava:

- Tu és um cara estudado, esclarecido não pode a altura do campeonato se preocupar com consciência? Sejamos práticos, nesta jogada, juntos iremos ganhar uma bolada.

Acompanho o prefeito enquanto em monologo passeia na sala. O prefeito usava camisa social azul clara listrada, enrolada a manga a altura do cotovelo e calça preta.

- Não, não quero fazer parte disto.

- Por quê?

- Porque não costumo ir por esse caminho.

- Não são razões contundentes.

- Mas, são minhas razões. Não precisam ser contundentes.

Retorna a sua cadeira estofada.

- No próximo ano têm eleições, portanto preciso deste dinheiro para custear possíveis gastos. Eleição neste país custa caro, Engenheiro. E com tua parceria nesta jogada lucraríamos bastante.

- Não vou ajudar a desviar recursos do Governo do Estado para caixa dois. Tô fora!

Ele muda afeição do rosto para comigo e lança um olhar de ameaça.

- O que?

O celular no bolso torna a vibrar anunciando que chegou mais um SMS.

Não perco tempo, leio: “se demorar mais, vou te comer ai na prefeitura. Tô com o pau durão moço. Rápido.”

Discretamente acho graça de felicidade, pois o SMS de Mauricio é uma brisa em meio ao furacão que enfrento.

Digito bem rápido: “Tô acabando aqui.”

- O que o senhor entendeu. Por favor, não me veja como desafeto, pois não tenho pretensão nenhuma em protagonizar qualquer tipo de atrapalho aos teus intentos. Sinceramente não tenho esse plano. Sou Engenheiro e aqui em Mariana quero apenas fazer meu trabalho e quando concluir irei embora.

Agora, enquanto não concluo não quero participar destes tipos de jogadas. Não tenho interesse neste tipo de jogada. Por favor, não me veja em função da minha decisão como desafeto.

A minha decisão é não. Eu não aceito a proposta. Não vou desvia nenhum centavo.

- É sua palavra final? – Pergunta me fuzilando com os olhos.

- É minha palavra final.

Levanto- me para ir embora.

O Celular vibra. Leio o SMS:

“Estou próximo. E de pau duro. Tu és o culpado.”

Em tom ameaçador o prefeito aconselha:

- Engenheiro, não queira dificultar as coisas pra mim, não na minha cidade. Não queira disputar queda de braço comigo, você pode perder um braço.

Esse é o meu conselho.

- É uma pena que penses assim.

Bato a porta atrás de mim.

No corredor sou pego por trás e conduzido a uma sala. Tudo ocorre muito rápido. Como não poderia deixar de ser meu coração acelera, o pavor toma conta de mim.

Quando vou abrir a boca para gritar socorro não consigo, uma vez que com brutalidade meus lábios são sugados, amassados contra outro lábio que ao tocá-lo na hora constatei que eram do grandão. Conheço o gosto dos lábios do grandão em qualquer lugar.

- Demorou muito moço.

Pega minha mão e a leva ao seu pau.

- Olha como tô.

Esqueço a ameaça do prefeito. O medo se transforma em tesão.

- Tá durão.

- E como. – Sussurra Mauricio próximo a minha boca. Tão perto que sinto o aroma do seu hálito.

Ele bate no terruptor e acende a luz da sala.

- Alguém pode chegar.

- Só duas horas. Não te preocupa com isso. –E sugere. - já que tá com a mão no meu pau, por favor, amassa-o.

- Você é quem manda.

Nossos lábios se juntam num beijo intenso e caliente.

- Tô muito tarado hoje.

- Vamos pra outro lugar Mauricio.

- Não aguento chegar a outro lugar.

- Aqui não. Teu pai tá bem aqui perto.

- Preciso gozar moço. Aqui sim.

- Aqui não.

- Aqui sim.

Enfio a mão na cueca dele e o toco. O pau dele tá quentinho. E de tão tarado o pau dele tá babando. Assim, concluo que preciso dar um trato no meu homem.

Com certa manha, e o mais importante tocando-o peço.

- Vamos a outro lugar e darei um trato neste pau babão.

Ele concordou.

No carro com fumê na frente e nas portas Mauricio anuncia.

- o Lugar será aqui.

- Na frente da prefeitura?

- Porque não?

Avalio a loucura. Penso: que se dane. Vou embarcar na dele.

- Aqui na frente da prefeitura tens certeza?

- Tenho. Moço não vai demorar, tô muito tarado, vou gozar rápido. E outra: não vamos foder, é somente um boquete que tu vai me pagar.

- E porque na frente da prefeitura? Não que eu não concorde apenas tô curioso.

- Pela adrenalina. É massa adrenalina.

- Humm, então não se arrependa quando eu te fizertu gemer alto. – Provoco-o.

- Faça. Faça moço.

Passo a mão em toda extensão do pau de Mauricio; tá inchado a região. Avalio a dimensão, o inchaço, que pacotão. Abro a braguilha dele e os meus olhos centram-se a entrada da prefeitura, onde duas moças entram.

Puxo a jeba dele pra fora. Quanto mais eu vejo mais sei que é perturbador o tamanho. “meu Deus como meu cú agüenta?”. Balanço a cabeça me desfazendo do pensamento.

- Dá um trato nesta rola moço. – Pede Mauricio extremamente excitado.

- Tô aqui pra isso.

Curvo-me e fico de cara com o pau do meu homem. Ele tá babado. Por isso, passo o dedo limpando-o e trago o líquido pastoso que pregou no meu dedo ao lábio e o provo. O gosto é salgado. Fiz premeditado cujo fim era deliberadamente provocar o grandão.

- Tá muito pra frente moço.

Correspondo com um riso faceiro. Ele emenda.

- Chupa meu pau. Chupa. Dá um trato no meu pau.

Passo a língua ao redor da extensão da glande. Saboreio o gosto. Repito o movimento em círculos utilizando a língua com uma pequena diferença em relação à primeira, boto mais emoção, mais fervor.

Ele baba na minha boca.

- O que aconteceu pra tá tão sensível? – Pergunto desejoso em entendê-lo, haja vista que não era normal. O normal era o grandão demorar gozar, mas ao que tudo o indicava gozaria sem precisar demandar grandes trabalhos.

- Quer saber?

- Sim.

- Eu conto, mas não para de chupar.

- Ok. – Chupo o pau dele.

- Vindo pra cá me peguei pensando em como vou te comer quando tiveres no ponto de bala. Imaginei cada detalhe.

O pau dele pulsa na minha boca. De fato, a reação dele na minha boca enquanto me contava o porquê de tá tão sensível era a prova definitiva o efeito que provoco nele. Ter ciência disso me dava segurança e ao mesmo tempo alegria inenarrável.

Ele continuou a explicação.

- Imaginei cada movimento, cada posição. Vir pensando de Nova Correia a Mariana. Cheguei aqui morrendo de fome por tua boca, de fome por teu cú. Morrendo de fome por ti.

Ouvindo essa confissão motivei-me a chupá-lo. Não me importei se estávamos à frente da prefeitura; não me incomodei se pessoas passavam por ele; apenas deixei me levar por aquelas palavras que foram gasolinas para que eu o chupasse com mais tesão, com mais sede, com mais fome.

- Vou gozar moço. Vou gozar.

Não parei de chupá-lo. Não me preocupei com o fato que gozaria na minha boca. Mamei com mais asseveração, com mais comprometimento e mesmo depois que jorrou porra na minha boca, não parei de chupar, não diminuir a intensidade.

- Humm, moço tá ficando um expect em mamar pau.

Corrijo-o.

- Em mamar teu pau. O teu pau é meu pau.

Limpo a meus lábios melado de esperma. Ele levanta meu queixo e lasca um beijo profundo na minha boca.

- Não somente meu pau é teu. Eu sou teu.

- Podemos pegar estrada?

- Só se for agora.

Durante a viagem eu o participo.

- Mauricio, segunda que vem terei que passar uma semana em São Luis.

- Uma semana? – Ele pesa a informação e depois indaga. – Posso ir com você?

- Adoraria, mas não vejo possibilidade. Tem que ficar. Há muito serviço pra ser feito. Não podemos os dois nos ausentar. – E amarro. – Vou ficar fora apenas uma semana. Passa rápido.

- Quanto ao fato da impossibilidade dos dois nos ausentar, você tens razão.

- Bom que concorda comigo.

- Porque é a realidade. Embora ainda queira muito viajar com você.

- Teremos outras oportunidades.

- Falaste que vais viajar na segunda não é?

- sim.

- E que vais passar uma semana, não é?

- Sim, grandão. Porque a pergunta?

- Poderia antecipar a viagem?

- Como assim?

- Viajaria no sábado e não na segunda. Assim retornaria no sábado do outro fim de semana.

Divide a atenção entre a estrada e eu.

- Pode ser. Mas, há algum motivo especial?

- Sim. No sábado é o aniversario de casamento dos meus pais. Vai haver um festão lá em casa. E quero que esteja na comemoração.

Será que depois da conversa com o prefeito ele ainda queria minha presença no seu aniversario de casamento? Achava pouco provável, contudo não faria essa desfeita para Mauricio. Na verdade, era um assunto que não tocaria com o grandão, pelo menos por enquanto.

- Tudo bem. Será como tu desejar.

Descanso minha cabeça no ombro de Mauricio que beija meu nariz.

- Obrigado. É importante tua presença.

- Ok.

Ele muda de assunto. Saliente brinca.

- Cara ficar uma semana sem sexo será uma dificuldade. Com certeza vou recorrer a punheta.

Nós dois rimos.

Comentários

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  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
06/10/2016 13:46:41
Muito muito bom
31/08/2016 12:35:02
Começou tenso e acabou fofinho e engraçado!!!😁 continua tá maravilhoso teu conto!!!👏👏👏👀😉😘😍✊
31/08/2016 09:53:04
Muito bom




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