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A senhora que me iniciou

Categoria: Heterossexual
Data: 29/09/2016 14:43:30
Nota 10.00
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A senhora que me iniciou

Na esquina de minha rua tinha um armazém, daqueles que vendem desde pinga, arroz e feijão a até brinquedos e chinelos... Os donos do armazém (um casal) eram amigos de meu pai e minha mãe e por vezes até fiquei com eles quando pequeno, quando tinham necessidade de sair para algum compromisso. Fui criado convivendo com eles e o armazém era bem conhecido no bairro, por ser até uma espécie de supermercado local.

Desde meus 5 anos até os 10 me lembro de ter ficado naquela casa, enorme por sinal, localizada nos fundos do armazém, tendo uma porta de passagem da casa para o armazém.

Quando estava com treze anos mais ou menos, se estivesse sozinho eu ia às vezes até o armazém para dar uma olhada em brinquedos novos, tipo bolinha de godê, peão, bolas para ver se tinha algo interessante, se bem que não tinha dinheiro, e ficava apreciando demais os seios da Dona Julia (esse não era o nome dela). Essa senhora tinha os maiores seios que já tinha visto na vida até aquele momento e eu ficava muito louco porque podia reparar o tamanho dos bicões e também porque sempre estava aparecendo uma parte do sutiã dela, sempre com muita renda.

Ela era bem branca e tinha os cabelos enrolados e quase grisalho/quase loiros, de origem italiana e tinha uns 64 anos mais ou menos, se bem que se comparada a muitas mulheres desta idade que vejo hoje, ela parecia mais nova um pouco. Seu marido era também italiano e nem falava o português corretamente, já estava bastante surdo e tinha quase oitenta anos. O coitado estava bem caído, mas ela era muito ativa, agitada e disposta.

Este senhor ficava num canto do armazém, servindo as bebidas no que era a porção do bar do armazém e ela atendia a todas as outras "seções" do local.

Era muito comum eu encontrar no local as netas delas, que eram muito gostosas por sinal, tinham 15 e 16 anos (eram pouco mais velhas que eu) e muitos iam até lá para conversar e ficar com as meninas quando elas estavam lá, inclusive eu.

Voltando ao meu relato, eu ia lá pra ver as meninas também, mas gostava mesmo era de apreciar o corpo da Dona Julia e ela já estavam notando isso, pelo que lembro.

Um dia eu estava na minha visita pós-escola ao armazém, e ela estava com um vestido sem mangas, com decote legal, e o sutiã aparecia demais. Fiquei tarado de imaginar minha mão pegando aqueles seios e fiquei de pau duro mesmo e disfarçava, pois, estava usando um short pequeno. Eu não me continha, parece que estava buscando um angulo melhor para ver os seios dela, uma posição boa. Para minha surpresa, ela veio até mim. Eu tinha que me ajeitar, afinal estava pegando no pau meio disfarçado e ela estava vindo bem próximo. Se ela se aproximasse pelo lado errado ia dar merda, ia ver minha barraca. Não deu outra, ela veio até encostar-se a mim e colocou a mão na minha cabeça, perguntando se eu estava lá esperando as netas dela e deu risada.

Na hora ela percebeu meu volume e perguntou:

- O que é isso?

- Nada, falei...

- Você colocou alguma coisa aí dentro do short?? Você pegou alguma coisa no armazém???

- Não. Não é nada.

- Pegou sim. Meu deus, se seu pai sabe disso ele te mata. Sua mãe vai ter um troço.

- Mas Dona Julia, eu não peguei nada. Eu tava me alisando e fiquei assim. – Como assim??? Tava fazendo o que??

- Me alisando, tava mexendo nele. Não coloquei nada na calca, não roubei nada.

- Filho, o que tá acontecendo??? (me chamava de filho, como as mulheres mais velhas fazem). Não tem nada aí ???

- Não. Tava duro. Só isso.

- Mas porquê?

- Eu estava aqui olhando a senhora e fiquei imaginando...

- O que?? Tava imaginando o que?

(enquanto isso, como de costume, o senhor nem sabia o que estava acontecendo, apenas atendia alguns pinguços no bar)

- Sei lá Dona Julia, tava vendo seu sutiã e fiquei assim. Foi sem querer...

- Filho, eu tenho a idade da sua vó. Eu poderia ser mãe de seus pais.

- Eu sei, Dona Julia, Desculpe. Mas minha vó não é assim...

- Como assim?

- Ela não é bonita como a senhora...

- Me acha bonita?

- Claro Dona Julia.

- Nossa, tô até perdida com o que você falou.

- Desculpa Dona Julia

- Desculpa nada, você vem sempre aqui pra olhar as meninas ou me olhar?

- Pra olhar a senhora.

- Você queria mesmo me ver sem vestido? Eu tô muito velha.

- Lógico. E dai? Eu acho a senhora bonita.

(No meio daquela discussão eu não tirava os olhos daquele par de seios, tão perto)

- E você continua me olhando. Acha bonita uma mulher que podia ser sua vó?

- Se eu tivesse uma vó assim...

- Ha é? O que você faria??

- Meu Deus, eu faria o que ela quisesse, se ela deixasse eu ver.

- Filho, eu vou entrar na casa agora e, se você quiser conversar mais sobre isso, espera um pouco e vai até lá.

- Como vou entrar?

- Fala que vai me ajudar.

E foi para dentro...

Eu estava tremendo, não sabia o que fazer, se ia embora ou não, com o pau duro, enorme, e quase fugindo da raia, peguei uns objetos, olhei e ficava pensando em ir embora. Não deu tempo:

- Filho, vem até aqui me ajudar - falou da porta meio aberta.

- Tá bom.

Fui, passei a porta e ela trancou por dentro. Quando me senti isolado com ela, tive vontade de beijar sua boca, mas não sabia o que fazer..... Eu nunca tinha ficado com mulher nenhuma e o que ia fazer com uma mulher casada, senhora e que estava me dando bronca ?

- O que você quer ver, filho?

- Eu sempre quis ver seus peitos, Dona Julia. Desculpa.

- Para de falar desculpa. Agora já foi. Nós estamos aqui sozinhos pra fazer o que você quer. O que você quer?

- Quero ver seus peitos.

- Só isso?

- Não. Eu quero ver tudo...

- Você só quer ver? E foi abrindo a parte de cima do vestido. Pegou minhas mãos e pediu para ajudá-la a abrir o vestido.

- Mais o seu José está ai fora, eu disse.

- Vem mais pra cá para não fazer muito barulho perto da porta e ele pode escutar.

Ela tirou o chinelo e foi me puxando pra dentro da casa segurando minhas mãos que estavam abrindo o vestido. Eu procurava abrir o vestido encostando o máximo que podia minha mão nos seios dela.

- Mas e se ele entrar?

- Ele não vai entrar. Fechei a porta. Ele nem me olha mais.

- Como assim??

- Ele está muito velho, faz mais de 10 anos que não fazemos nada.

- Fazer o que? (como era idiota, meu Deus)

- Ficar na cama, ficar pelado junto, fazer sexo.

- Ahhhh, eu imaginei, ele está bem velhinho. (agora sim caiu a ficha)

- Mais eu preciso muito... Sempre penso nisso mas não é fácil. Faz muito tempo que ninguém me quer (eu acho que ela estava se fazendo de coitada, mas tudo bem).

- Eu quero.

- Eu sei que você quer mais tenho medo. Se alguém desconfia meu filho te mata. Você nunca poderá falar para ninguém, ouviu? Você disse que se eu deixasse você me ver ia fazer o que eu quisesse, né? Eu quero que você fique com esse nosso segredo. Eu deixo você me ver e você guarda nosso segredo, tá?

- Eu faço o que a senhora pedir...

- Então abre meu vestido inteiro.

O vestido estava aberto até a cintura e ela pediu para eu ir atrás dela ajudar a tirar os braços. Não acreditei que estava tocando aquela mulherona, com aqueles brações gostosos. Os seios eram tão pesados que as tiras do sutiã até marcavam as costas dela. Fiquei meio assim porque ela tinha as axilas bem peludas e isso já tinha reparado antes nas minhas seções de pau duro no armazém. Tirei os braços dela do vestido e ela me pediu para ir na frente dela.

- Gostou de ver?

- Nossa, é lindo. A senhora é linda.

- Para com isso. Até parece que sou linda....

- Eu acho e muito. Para mim linda era aquilo, eu queria pegar aquela mulher e estava doido para beijar na boca, coisa que só tinha feito com as meninas da minha idade. Nunca tinha pego em seios, coisa séria.

- Você só quer ver?

- Não eu quero pegar.

E fui tocando os seios, em especial os mamilos (muito grandes por sinal). Passei a mão nos peitos, nos braços e na barriga. Apertei e ela falou que gostava.

Estava explodindo de tesão só de tocar a Dona Julia. Ela foi me puxando mais para trás e sentou numas caixas de tubaína e pediu pra eu deitar no colo dela. Estava sentindo o cheiro gostoso de loção no corpo dela. Sentei na caixa de frente a ela e recebi um beijo no rosto.

- Eu nunca ia imaginar que um menino como você quisesse uma mulher como eu. O que te atraiu em mim?

- Eu te disse, olhava muito seus peitos e sutiã. Gosto do seu jeito de professora também.

- Como assim professora??

- Sei lá, o jeito como a senhora fala com os meninos, dando ordem.

- É meu jeito, disse ela.

- Eu gosto desse jeito.

- Mas eu já estou muito velha pra você menino..... e muito gorda também.

- Eu não ligo pra isso. Falei que gostei da senhora assim. Gosto muito.

E dei um beijo na boca dela. Ela me apertou e falou que adorou minha língua, que eu tinha uma língua muito sapeca. Me abaixou nos seios e aí fui à loucura, eu mamava como criança naqueles seios enormes. Apertava e ela gostava. Caia fora da mão.

- Eu disse: Dona Julia, saí daqui um monte e vezes e fui pra casa bater punheta pra senhoraNossa.

- Ficava pensando nisso que estamos fazendo. Teve dia que fiz umas três ou quatro vezes.

- E você gozou todas as vezes???

- Como assim?

- Você gozou todas as vezes ou só ficou batendo punheta?

- Ai que eu associei o gozar com as esporradas.... não conhecia o termo gozar.

- Meu Deus, que coisa linda. Isso é assim porque você é muito jovem e tem muita energia.

Esse papo sempre rolando comigo chupando muito os seios dela e quase cagando nas calças de medo do velhinho ou de qualquer outra pessoa aparecer. Para mim sexo era aquilo, algo que se faz com muito medo, afinal todas as vezes que pensava em sexo estava escondido batendo punheta.

- Agora você não precisa fazer mais isso sozinho. Eu faço pra você.

- Eu vou adorar.

- Eu faço, quer que eu faça agora?

- Quero.

Ela abaixou meu short num puxão e meu pau já estava apontado pra cara dela. Antes que eu pudesse perceber ela começou a chupá-lo e falou que eu podia fazer na boca dela se eu quisesse.

- Lógico que eu quero.

Não deu tempo. Ela mal acabou de falar e eu gozei na sua mão. Mas eu queria mais, muito mais.

- Você sujou meu vestido.

- Desculpa.

- Desculpa nada. Me ajuda a tirar.

Prontamente a ajudei a tirar o vestido e aquela delícia ficou só de calcinha (se é que pode se chamar assim uma peça daquele tamanho) e sutiã meio aberto. Tinha tanto pelo na xoxota que até saia pra fora da calcinha. Ela dava risada e falou que era muito estranho ver alguém espantado vendo uma mulher pelada.

- Está assustado?

- Eu nunca vi uma mulher pelada assim na minha vida....

- Tá gostando? Pode ver sempre que quiser...

- Eu vou voltar todo dia se a senhora quiser.

- Eu quero sim. Mas você tem que me aliviar também.

- Como assim?

- Eu também quero gozar

Demorei para entender mas ela me explicou como gozava...rsrsrs

- Eu vou ver se está tudo bem no bar

- Mas a senhora está pelada.

- Só vou dar uma espiada

Falou com o velhinho em italiano, trancou a porta e voltou dando risada. Acho que já estávamos ali por mais de 1 hora.

- Vem cá. Me levou para a cozinha e sentou na beirada da cadeira e tirou a calcinha. Quase que eu desmaio de tanto tesão. Pelada inteirinha. Abriu as pernas e falou:

- Sabia que nunca se come uma mulher sem antes chupar ela inteira?

- Eu acho certo, falei...

- Me chupa a periquita.

Enchi a boca de pelo, tinha um gosto muito bom, lembro até hoje. Disse para eu deixar a língua bem dura, abrir bem a boca e enfiar a língua no fundo dela. Meu primeiro contato com uma buceta e já estava com a língua dentro dela. Que gosto bom. Parava para tirar os pelos da boca e continuava. Ela pedia para fazer isso e aquilo e resolvi enfiar o dedo nela.

- Vai devagar que faz muito tempo que não tenho isso

- Pode deixar.

Enfiei o dedo e estava bem apertada, ensopada de saliva e fluido. Ela gemia baixinho e ficava falando.... Cuidado... Vai... Cuidado... vai...

- Enfia seu pinto aqui, moleque...

Na hora me levantei e ela pegou meu pau e apontou na buceta peluda. Foi difícil para entrar. Foi acabar de enfiar e já gozei.

- Não tira. Deixa aí....

Nem precisava pedir, continuei bombando e ela começou a gritar um pouco alto. Eu estava cagando de medo. Berrava e deu uma gozada imensa. Não parava de tremer.

Achei que ia ter um troço.

- Levantou os braços para trás e falou:

- Chupa de novo

Eu tinha gozado dentro dela e ela me pedia para chupar??? Tive que fazer. Fiquei lambendo em volta e estava ensopada.

- Enfia a língua

Tive que enfiar. Fiquei ali um pouco e a minha visão era de uma senhora esticada para trás, com os braços para o alto, uma barriga bem grande na minha frente, um monte de pelo na cara e axilas peludas. Para mim era a visão do paraíso. Eu estava me acabando com aquela senhora.

Levantei e enfiei nela de novo. Algumas bombadas e gozei de novo.

- Dá na minha boca.

Ela ficou me chupando enquanto eu brincava com aqueles seios de arrasar. Por mim nunca mais saía dali.

- Eu tenho que ir para o bar

- Não, vamos ficar mais...

- Não dá. Volta amanhã.

- Quer que eu volte mais tarde?

- A gente faz mais depois. Deixa eu descansar. Não sou menina.

Fui embora pela saída da cozinha e nunca mais me esqueço da minha primeira vez.

Essa senhora me ensinou muito mais e vou contar coisas bem diferentes que fizemos durante uns dois anos, período que durou esse meu "namoro".

Escreverei outras tantas experiências que tivemos juntos em breve.

Espero que tenham gostado de ler do mesmo modo que gostei de escrever. Demorei muito para criar coragem e relatar minhas experiências de menino.

Minha adoração por mulheres maduras e corpulentas me acompanha até hoje e gostaria muito de encontrar senhoras que se encaixem neste perfil.

Paulo ([email protected])

Comentários

18/11/2016 18:54:36
Nossaaaaaaaaa que tesao, Me deixou de pau babado e muito Duro! Adoraria de fazer amizade com Mulheres e Casais (adoro GG, Maduras, Casadas) Mas indiferente da idade, estado civil e raça para se possível gozar gostoso na real e ter uma relação fixa, Sou Mulato, 41 anos, solteiro, 1.87cm, 94kg, praticante de jiu jitsu, dote Razoável, (muito cheiroso e safado) whatsapp (onze) nove, quatro, nove, três quatro, cinco, dois, Hum, quatro. Ou Skype: [email protected] Aguardo pessoas de SP- Capital para amizade e diversão real! Dispenso pessoas de fora de SP- Capital, curiosos e Indecisos!
11/10/2016 10:33:42
Delicia, Paulo. Tenho de parabenizá-lo por este relato minucioso e excitante. Deu inveja dessa dona Julia. Fui a primeira mulher na vida do filho duma amiga e narrei aqui. Se der, dê uma olhada no relato. Para achar, clique no meu nome. Bjs.
30/09/2016 13:02:55
é uma delicia esse seu conto amigoque coisoce la dentro comendo a esposa dele isso daum tesão fortissimoadorei ler imaginando voce com a coroa mesmo como narrou mas não podia deixar de fazer a gostosa sabendo que o velho estava no bar e você la dentro comendo a esposa dele que não estav nem ai para o marido ...adoro imaginar a minha esposa lo lugar da personagem do conto em qualquer situação de conto e não foi diferente aqui adorei imaginar voce com a minha esposa nesse conto e eu la fora igual o velho..se me der a honra de se comunicar comigo meu email é esse para imaginarmos a minha esposa sendo comida por voce,, adoraria eu ti mostro fotos dela [email protected]
30/09/2016 06:49:54
Nada como iniciar com quem sabe
29/09/2016 20:15:03
Bom conto. Parabéns
29/09/2016 15:34:15
Muito bom!!! As coroas das nossas vidas...
29/09/2016 15:21:32
Caraca que show cara !!!!! Sensacional, eu tive uma experiência com um homem maduro, tbn quando nova iria pro hotel só pra ele me chupar e eu a ele . Ele não teve coragem de tirar minha virgindade, pela diferença de idade que era notória ele. 46 e eu quase 15 anos, foi uma paixão de infância, como a sua

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