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Tiros, incestos e segredos! Parte 3- Pai e melhor amigo

*Já adianto que essa parte do conto contém uma rápida cena de sexo hétero, então, aos misóginos que não leiam, mas aos que curtem um bom conto erótico e não querem perder uma parte importante e excitante dessa trama, desfrute, escrevi para vocês...

Fiquei parado, estático, sentindo a mão forte de Marcos me cumprimentando e sem tirar da cabeça que pai e filho eram muito parecidos, um era a versão jovem do outro, e ambos tinham traços que me eram familiares e eu não conseguia entender por quê.

"-Bora pai, me falaram que o negócio por lá já tá fervendo!" "-Bora filhão!" Combinaram os dois. "-Entra aí Lucas" disse Marcos abrindo sua Audi suv Q5 incrível, ele iria dirigir o filho Danilo iria no banco do carona, eu ia atrás, de lá, vi na parte de trás da bermuda de Danilo uma pistola Taurus .40, e no cinto de Marcos uma Glock 45. Me perguntava se aquilo não era uma armadilha, se eles sabiam de quem eu era filho.

"-Quantos anos você tem Lucas?" "-18" disse eu gaguejante, "-Quase a minha idade, eu tenho 20" comentou Danilo. "-Aproveitem em molecada, depois chega os 30, os 40..." comentou Marcos, e o Danilo emendou "-Ou aos 45 anos como você né paizão". E o pai deu um soco no braço do filho e os dois riram. Comecei a pensar que talvez eles só quisessem ser simpáticos com um forasteiro, afinal, eu aos meus 18 anos e com cara de garotinho criado em condomínio não representava ameaça pra eles. "-Comprou certo dessa vez Dan?" Perguntou o pai. "-Já falei que sim paizão, olha só!" Disse o filho abrindo a sacola da farmácia, eram camisinhas e um tubo de lubrificante, pensei no que eles estavam planejando. "-Hoje Lucas, você vai conhecer nosso ponto turístico". Disse Danilo rindo enquanto o pai estacionava no nosso destino.

Um casarão muito antigo, com um letreiro vermelho e brilhante na frente "Boate Doce Mel". Desci com as pernas tremendo, sem saber o que esperar de toda aquela situação. Entramos no lugar, com luzes parcas, um forró bizarro tocando, um cheiro forte de cerveja e cigarro no ar com garotas de maquiagem forte circulando e conversando com os clientes, um legitimo bordelzinho no meio do nada. Quando chegamos, tudo pareceu parar, Dona Inês, a dona, gritou, "-Alô putedo, agora é festa, o Marcão chegou!" E todos riram e gritaram, levantaram copos comemorando. Não entendia como um barão do tráfico podia ser tão bem visto. Sentamos em uma mesa escolhida especialmente para nós, a garçonete trouxe várias bebidas, disfarcei e me servi só de um energético com gelo, Dan bebeu vodka, e o pai, um whiski, o melhor da casa.

Marcão circulava bebericando, conversava e ria com todo mundo. As vezes, chamava Danilo para cumprimentar o sujeito também, como aqueles pais que cobram educação do filho. Num desses momentos, a garçonete puxou papo comigo. "-Tá andando com gente grande em forasteiro?" Disse ela rindo, a garota devia ter a minha idade, uma morena bonita, uma das mais charmosas daquele inferninho. Percebendo que eu não sabia do que ela estava falando, ela logo tratou de esclarecer "-Esses dois que te trouxeram aqui são gente da alta, melhor você não saber direito com quem está se metendo. Mas aviso, o Marcão é o mandachuva por essas bandas, o Dan é o filho único dele, é o braço direito do pai nos negócios, o único em quem ele confia". Ou seja, o cara por que eu estava vidrado era cúmplice na tentativa de assassinato do meu pai, o destino parecia brincar cada vez mais comigo.

As luzes se apagaram, a garota sussurrou no meu ouvido "-Aproveita garoto, agora é a hora da Luna!" Me perguntei quem ou o que era Luna, e aí, de repente surgiu no palquinho improvisado uma linda mulata de maio de paetês. E a a garota me avisou "-Essa é a Luna, e é melhor não olhar muito, é exclusiva do Marcão, ninguém pode tocar nela alem dele". A mulata linda sorridente circulava com ele pela pista. Cabral passava a mão na bunda dela e ela apalpava o peitoral e a bunda dele, pelo jeito, Marcão era um safado.

Antes que eu pudesse contemplar muito aqueles dois, o pai olhou a hora no seu Rolex. "-Já tá na hora da gente subir para o segundo piso filhão". Disse ele chamando por Luna que seguia os dois. "-Você não vem Lucas?" Perguntou Danilo, antes que eu pudesse entender do que eles estavam falando, Marcos já retrucou "-Sobe com a gente garoto, e Sabrina, vem também, por minha conta, vamos mostrar que o povo de Aiuba é hospitaleiro!" Disse ele rindo e fazendo o filho e a garota ao meu lado, que se chamava Sabrina, rirem também, eu ficava mais e mais nervoso a cada minuto.

O segundo andar do Doce Mel era um grande salão comprido e estreito, com paredes finíssimas de PVC e cortinas de contas que faziam as vezes de sala. Eram os chamados "quartos", achei aquilo bizarro, privacidade zero no bordelzinho. Pessoas fodiam sem se importar se estavam expostas. Homens e mulheres entravam e saíam pelas cortinas, seminus, suados, os gemidos escapavam por cima das paredes improvisadas, quando olhei para trás, um homem enrolado numa toalha conversava com Marcos, falavam como se tivessem se encontrado na fila do banco. Enquanto esperávamos seu pai, Danilo puxou assunto “-Tá estranhando esse lugar, não esperava que um garoto da cidade entendesse um puteiro de interior como esse” eu não sabia o que dizer “-Em quais quartos a gente vai?” indagou Sabrina, com o pai ocupado, Danilo foi quem respondeu, “-Vamos nos quartos do fundo se estiverem livres, um quarto para você e para o Lucas e outro pra Luna, eu e meu pai”. Na hora que ele disse aquilo arregalei os olhos, estavam planejando uma suruba com a mulata, pai e filho.

“-Juntos?” questionei eu surpreso, e parecia ser o único. “-É” disse ele rindo. Percebendo que aquela era outra informação surpreendente, ele explicou. “-De vez em quando a gente faz isso. Lucas, isso é mais comum do que você imagina, é praticamente tradição dos puteiros os pais trazerem os filhos pra perderem o cabaço, comigo foi assim. Muitos caras fazem suruba com os amigos, por que eu não posso fazer isso com meu pai que é meu melhor amigo?”. A cada segundo pensamentos incestuosos começavam a me balançar, atração inesperada pelo meu pai e o tesão que pai e filho, os Cabral me despertavam.

“-Bora molecada!” disse Marcão pegando a gente pelo ombro e nos levando para o fim do corredor. Sabrina me pegou pela mão e me levou para aquele quarto estranho que ficava frente a frente com o quarto de pai e filho, as cortinas de conta finas permitiam uma visão panorâmica do que acontecia lá dentro, o que me excitou na hora. Luna deitou na cama e foi tirando a roupa, eu só conseguia me concentrar no outro lado do quarto.

Os Cabral, foram tirando os tênis, as meias. Danilo foi o primeiro a tirar a camiseta, vi de perto o que eu já tinha contemplado de longe e em sonhos, um dorso sarado e todo lisinho. Depois foi a vez do pai, Marcos tirou a camisa pólo que usava, fiquei impressionado com o que vi, ele era fortão, fazia o tipo parrudo, com uma leve barriguinha, mas tinha um peitoral super definido e forrado de pelos que ornavam com um correntão de ouro que ele usava. O filho tinha aquela tatuagem tribal e pai tinha um dragão negro nas costas que o deixava com o ar ainda mais charmoso. Foram desafivelando os cintos, abrindo as braguilhas, Danilo tirou a bermuda, usava uma cueca boxer preta, o pai tirou a calça ficando só de cueca vermelha estilo sunga, ambos bem maludos. Notei os traços semelhantes entre pai e filho dois lindos espécimes de machos.

Ela veio ao encontro dos dois de cueca em pé no quarto, primeiro ela beijou a boca de Marcos, um beijo explicito, de língua, depois repetiu o beijo com Danilo. As mãos dela percorriam o corpo dos dois, pelos peitorais e abdomens e apertava as malonas dos dois. Sabrina querendo fazer seu trabalho me deitou na cama e começou um striptease, de costas pra mim, fiquei aliviado, assim, ela não ficaria ofendida ao saber que minha atenção estava focada no quarto da frente, onde os paus dos Cabral já apontavam nas cuecas, via aqueles pacotões volumosos que indicavam que ambos eram super dotadões.

Com os paus já duros, os dois foram descendo as cuecas e aquelas varas pularam em riste, porra, que caralhões lindos, o do pai devia ter uns 22cm e o do filho uns 19cm. Um par de rolas idênticas com cabeças rosadas e grandonas. "-Porra coroa, já te falei pra você aparar esses pelos". "-A mulherada nunca reclamou" comentavam pai e filho rindo, Marcos tinha a virilha com pelos pretos, o que caía bem para seu estilo rustico, o filho preferia se depilar. “-Quer mamar em qual primeiro?” pediu Marcos, e a mulata excitada se ajoelhou no meio dos dois. Que linda era a cena de pai e filho peladões e de pau duro lado a lado.

Ela já caiu de boca na picona de Marcos, chupando e babando naquela varona. Era experiente, lambia, e engolia fundo aquele mastro arrancando gemidos do pai. “-Isso, agora mama meu garoto!” Tudo que Marcos mandava ela obedecia com prazer, chupou com gosto a vara de Danilo, se deliciando com o cacete do filho. Ela salivava revezando naquele par de mastros quentes até perder o fôlego, os dois gemiam feito ursos. A língua de Luna percorria a virilha deles, descia pelas bolas, lambia uma por uma. As vezes juntava aquelas duas toras na boca, fazendo as duas jiboias se embrenharem na sua boca, roçando uma na outra. Marcos guiou a mulata para cama. “-Vamos mostrar pra essa mulher a pegada dos Cabral filhão” “-É isso aí, vamos ver se ela aguenta pai e filho”.

Marcos deitou-se escorado na cabeceira da cama com as pernas abertas, exibindo sua espada em riste e convidando Luna para continuar mamando ele. “-Pode começar filhão, mostra para ela o que eu te ensinei”. Diante da ordem do pai, Danilo foi até a cômoda onde eles haviam deixado as roupas peladinho e desfilando aquela ereção cavalar no meio das pernas, catou as camisinhas e o lubrificante que haviam comprado na farmácia, abriu o pacote e vestiu seu pau, lubrificou a camisinha e levou uma delas para o pai que ajeitou o preservativo na sua varona com a mesma destreza, Danilo despejou o lubrificante para que o pai lubrificasse seu mastro.

Nesse momento Sabrina começava a tirar minha roupa mas eu não conseguia tirar os olhos de Danilo, que subia na mulata de quatro, segurando o quadril dela com a mão esquerda e direcionando sua vara com a mão direita foi penetrando seu cu. Fazendo a gemer num misto de tesão e dor afinal, o garoto tinha um pau avantajado. “-Calma gata, aguenta essa que a minha é ainda maior.” Comentou Marcos rindo.

Com o cacete já dentro dela, Dan começou um vai e vem devagar que foi pouco a pouco tomando rapidez e força Luna se apoiava nas coxas peludas e fortes do pai para aguentar as metidas do filho. Como Dan fodia bem, era lindo ver um garoto tão novo e gostoso comer alguém como ele, ver o corpo dele se contraindo e relaxando, ele se posicionava com destreza, tinha uma pegada bruta e fodia com firmeza fazendo Luna gemer como louca com a picona do pai enterrada na boca.

Logo eu vi de quem ele havia puxado isso. “-Tá aprendendo em garoto, mas deixa eu te mostrar como se faz.” Disse Marcos se levantando, ele deum tapa certeiro na bunda empinada do filho. Os três riram, o garoto saiu de trás da morena dando lugar para o pai. Marcos, aquele gorilão peludo se posicionou atrás dela com a destreza de um profissional.

Direcionou seu pauzão para o cu recém alargado pelo filho, demorou mas sua jiboia entrou até o fim em Luna que apertava as coxas de Danilo com força por ser penetrada por aquele cacetão. Segurando a mulata firme enquanto ela mamava seu filho Marcos começou uma bombada forte que fazia Luna se contorcer de prazer. Eu já nu, via do meu quarto aquela cena daqueles dois machos, pai e filho, dividindo a mesma mulher, em um momento de cumplicidade, amizade e tesão.

Sabrina continuava a dançar sensualmente na minha frente, achando que eu estava adorando seu número. As metidas de Marcão eram selvagens, dava pra ver de quem Danilo tinha herdado avocação para comedor. Pai e filho revezavam, um era chupado enquanto o outro comia. Ficaram assim por muito tempo, até que Marcos pediu que Luna sentasse no seu caralho, ela excitadíssima obedeceu, engolindo aquela tora. Com as mãos no peitoral forte e peludo de Marcos, começou a cavalgada, sentindo todo o dote daquele macho.

De repente, Danilo se aproximou sentando sua bunda branquinha nas coxas peludas dopai, moleque travesso, penetrou o cu da mulata enquanto o pai aproveitava o outro buraco. Pai e filho se embrenhavam dentro dela, revezavam as posições, com metidas fortes que faziam os três gemerem em uníssono. Um detalhe excitante é que em uma dupla penetração como essa, um homem sente o membro do outro enquanto fodem. O vai e vem de pai e filho ficava mais e mais intenso e faziam Luna se contorcer de tesão, até que os dois se olharam e tiveram o mesmo pensamento.

Ficaram de pé na cama, tiraram as camisinhas e lado a lado, bateram uma punheta forte, até que os urros denunciaram um gozo que veio forte em um grito de pai e filho, tão alto que ecoou por toda a Doce Mel.

Jatos de porra saíram por aquelas piconas e atingiram o rosto de Luna, uma imensidão de leite quente de não parava de sair. A porra branquinha de pai e filho descia pelo rosto dela, enquanto Luna arfava de tesão por ter participado daquele momento. Ambos pelados, suados, com os pauzões ainda em riste, pai e filho se olharam rindo, dando um aperto de mão como se tivessem decidido a final do futebol. Um momento que me pareceu terno e ao mesmo tempo me incendiava desejo.

“-Você não quer não é?” questionou Sabrina me arrancando do meu deleite. Eu estava nu, ela também, mas nada tinha acontecido. “-Você é virgem né Lucas?” Eu, super envergonhado. Ela logo completou “-Fica tranquilo, logo que você entrou, eu saquei que você não era como os caras desse lugar, merece coisa melhor para sua primeira vez, é um garoto lindo”. Eu sorri agradecendo, quando ainda estava pondo minha cueca, Danilo entrou, só de bermuda, ainda subindo a braguilha. “-Já acabaram? O meu pai já está pronto, vamos Lucas.”

Nos vestimos e eles me levaram de volta para o centro da cidadezinha, onde eu havia deixado a moto do meu pai. “-Espero que tenha gostado das boas vinda, a gente se vê aqui e Aiuba” disse Marcos apertando minha mão com força, eu esperava que esse desejo dele não se cumprisse. Me despedi de Dan que me estendeu um convite “-Meu pai vai viajar amanhã, to pensando em fazer algo lá em casa, tá afim?”. Cada pedaço do meu cérebro me dizia para dizer não, que eu estava chegando muito perto do perigo, prestes a mexer em coisas que eu não devia, mesmo assim, quando eu abri a boca, ao invés de dar uma desculpa, eu disse “-Claro!”...

*Leitores, por favor, comentem o que estão achando do conto, escrevi para vocês e gosto de saber o que estão achando. E aguardo que acompanhem minhas postagens, obrigado!

Comentários

19/04/2017 13:17:24
Nossa que tesão pai e filho delicia
11/04/2017 16:13:48
👀
25/02/2017 17:44:50
Que puta excitante capítulo! Bom demais! A gente fica imaginando merda a todo instante. Kkkk
29/10/2016 17:08:42
Este menino tem que levar uns tapas do pai delegado.
26/10/2016 00:24:35
Estou curtindo muito. Parabéns
15/10/2016 16:53:47
Caracaaa que foda kkkk 👏👏👏👏👏
17/09/2016 16:02:32
mto legal
08/09/2016 10:35:12
Não demore por favor
08/09/2016 10:34:11
Muito bom e tenho certeza que nos serão reservadas boas surpresas, tipo o Marcos ser irmão do pai, ou então da mãe falecida, já que sempre tem comentários de que lembra alguém
07/09/2016 03:36:15
Teu conto parece bastante promissor.
06/09/2016 19:59:17
REALMENTE NÃO ME ATRAIU MUITO ESSE CAPÍTULO. MAS NEM ASSIM DEIXEI DE LER. ESPERO OUTRAS AÇÕES NO PRÓXIMO.
06/09/2016 19:42:23
Vc escreve bem. Estou gostando da história.
06/09/2016 16:00:41
kra que conto mais foda hehee to adorando eu queria que fosse mais longo e que vc pudesse postar mas cedo mas ok so demora a postar ok?

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