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Professor e Seus Dois Maridos

Autor: Jota
Categoria: Homossexual
Data: 30/10/2016 17:17:46
Última revisão: 31/10/2016 19:53:50
Nota 9.89
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Professor e seus dois maridos

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Reunindo um bocado de elementos que me deixavam subindo pelas paredes escrevi esse conto (bagaceira, hehe), entre outros que morro de vergonha de mostrar, hoje eu criei coragem de postar este, que é 100% fictício, não sendo baseado na vida de pessoas conhecidas, tampouco tem como objetivo depreciar pessoas com suas particularidades.

É capítulo Único e o objetivo é se divertir com o tema sexualidade. Ambientado lá pelos anos 80/90, precisamente 95 cujas características são tão marcantes. Quem passou dos trinta vai lembrar de algumas coisas, rsrs.

Ainda continuarei a postar o conto/série/novela Ativo e Passivo. Agradeço sempre o carinho e retorno, um abraço apertado, J.

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Eduardo é aquele jovem funcionário público, professor que dá aula em três turnos, paga aluguel, sequer tem condições de financiar um carro ou casa. Anda de bicicleta mesmo, ou de ônibus quando chove. Quem olhar para esse rapaz comum não encontrará qualquer atributo sobressalente de beleza, mas um cara bonito com suas gordurinhas a mais, simpatia sem igual, educado e de bom coração, sendo esse seu pecado, o pecado que o condena ao “suplício” que vive no dia a dia.

A sociedade vê o jovem professor que está numa idade de 25 a 30 anos, indo e vindo apressado, de uma escola para outra, da escola para o banco, do banco para casa, de casa para o trabalho. A sociedade admira um jovem formado em Geografia que heroicamente leciona para alunos sem vontade de aprender. A sociedade desconhece o que se passa com ele na intimidade do seu lar, o rapaz que divide um apartamento num sobrado com dois amigos. Eduardo o professor, apelidado de Dado, não apenas é homossexual, mas bígamo, sim, minha gente ele tem dois maridos para cuidarem dele. Ou será que ele é quem cuida de ambos?

Dado desce do ônibus, passa na venda, compra pão e uma resistência nova para o chuveiro, afinal ele tem um marido servente de pedreiro desempregado em casa que pode fazer esse tipo de reparo tranquilamente.

- Chadinho... – Dado chama alto lá do portão. Esse é o marido servente, seu negão forte e sempre disposto a lhe satisfazer, na cama pelo menos, Jesus é seu nome, Machado é seu sobrenome.

- Oh, meu doce de leite do papai, vem ganhar um colo gostoso antes que o Dê venha empatar a gente.

Chadinho sempre apela para a cantada, a safadeza e malandragem, tão suas.

- Ah, Chadinho, porra, a louça... nem varreu o chão... – Dado se desvencilha chateado e joga em cima da mesa a sacola com a resistência do chuveiro e o pacote de pão pullman, arregaça as mangas e vai até a pia.

- Vida, não briga com o teu maridão, a crise tá foda, o país quebrado, tá o maior desemprego lá fora, hum, larga essa louça e vem dar um carinho no teu macho. – Chadinho, abraça Dado por trás esfregando sua anaconda na “poupança” grande e sempre gulosa do professorzinho. Chadinho levanta-lhe a camisa e belisca os dois mamilos, depois os circula ao mesmo tempo com seus dedos grosso e ásperos de trabalhador braçal.

Logo, sente seu maridinho fofinho rebolar a bunda gostosa em seu cacetão.

- Isso, abusa do seu chocolatão, rebola na pica, larga essa louça e dá esse peitinho de menina moça pro Chadinho mamar gostoso...

Dado morde o lábio inferior e rebola com vontade na vara. Seus mamilos são puxados como se fossem de borracha por um negão gostoso e recém banhado, cheirando a desodorante Axe.

Seu pescoço é lambido e mordido.

- Chadinho... ai... macho gostoso... meu cuzinho tá ardendo, tá folgadinho como você deixou ontem a noite... isso, mexe nas minhas tetinhas... aaahh....

- Boa noite Eduardo. – Demétrio também é marido de Dado, toma diariamente duas conduções para chegar ao trabalho, aguenta catinga de sovaco, empurra-empurra, esfrega-esfrega, furto de carteiras nos ônibus sempre lotados e o chefe grosso no trabalho, mas não vê tudo isso como motivo forte para pedir demissão de seu emprego, onde é auxiliar administrativo. Há um mês não olha na cara do Chadinho, porque ele não se mexe para arrumar emprego preferindo ficar no benefício do seguro desemprego.

- Ei, vai me ignorar até quando, branquelo azedo?

- Eduardo diga ao cidadão que está abraçando-o, que só vou ouvi-lo quando estiver com a carteira assinada outra vez.

- Demétrio, coitado do Chadinho, é a crise. – A chegada de Demétrio não desencoraja o casal a se desgrudar e interromper a safadeza.

- Vamo lá pra cama, to taradão nessa bunda gostosa.

- Tá. E a janta? –Demétrio reclama.

- A janta tu faz. – Responde o malandro do Chadinho. – Não vai querer que o Dado cozinhe depois de um dia de trampo.

- E você, seu folgado?

- To dando assistência... ah... engole a vara, isso tudinho.

Dado nunca resistiu ao baita pau escuro e o cheiro forte de macho do Chadinho. Na frente da pia mesmo, o rapaz se ajoelha em frente ao seu macho cor de ébano e desce-lhe a bermuda sem cueca por baixo. Sorri quando a pica lhe bate na cara e enfia o que cabe em sua boca, que não é muito mais que a cabeça.

Demétrio enche um copo de água e fica ali olhando com desinteresse, esperando para perguntar o que Dado quer de janta quando este desocupar a boca.

A boca carnuda e rosada contrasta com o monumento escuro que é chupado vorazmente. Quando Dado para de mamar para dar uma respirada, mexe com a linguinha em torno da cabecinha sensível, circula bem no centro do buraquinho da glande e samba no frênulo do negão que perde o eixo.

- Ahhh, porra... hummm, marido bom é isso, não rejeita a “mamadeira” do macho dele... – De novo Dado se bota a mamar, dessa vez o saco encarquilhado e revestido por pentelhos muito enroladinhos, iguais ao do púbis do Chado. Logo se põe na tarefa da ordenha com as duas mãos gordinhas e brancas que envolvem a tora negra, comprida, veiosa e grossa, uma punheta arretada de bem feita, com efeitos mágicos a cabeça some e surge no subir e descer da pele, dando de brinde gotas de mel, que a boquinha suave trata de sorver.

- Engole a pica toda, maridinho... sem por a mãozinha... isso tira... só na mamada.

Dado é marido obediente, já sabe o que fazer, põe suas mãos as costas para servir ao marido como ele gosta. Chadinho fode a boca pequena do Dado, que engasga e não larga, “chora” quando o mastro bate na goela e não desiste.

- Eduardo, quer comer massa ou requento a comida “francesa”? – Demétrio interrompe irritado.

- Hum... hunff... – Dado acha que se fez compreender dessa forma e Chadinho responde por ele.

- Sem desperdício, playboy da perifa, requenta... aahhh, gostoso. Mama isso direito, Dado, quer o leite gostoso, tá vindo, “come”, isso.... caralho.

Um jatão de esperma vai direto a garganta, depois Dado se afasta um pouquinho e sua boa fica cheinha do leite grosso do marido que ele engole rapidinho e se levanta.

- Oi Dê. – Dado cumprimenta o marido com um beijo gostoso compartilhando o gosto da porra de Chadinho. – Dê vem me dar um banho?

- E a janta? – Chadinho malandro pergunta.

- Toma conta, amor e nada de comida "francesa", quero macarrão com carne moída e não demora.

Esse é o Dado, trata bem seus maridinhos e os tem na palma da mão.

No banho, seu marido Demétrio se desnuda, fazendo Dado se sentir afogueado. Outro macho gostoso que é só dele. Alto, entroncadão, pele clara, menos peludo que Chadinho e bonito feito modelo de outdoor de cueca. Outra vara de respeito que Dado sabe tratar bem com suas peripécias na cama. Seu caralho é rosado, fica roxo de tesão, cabeçudo e difícil de circundar com os dedos da mão pequena de seu maridinho. Tem uma quantidade razoável de pelos no púbis, mas é o sacão que faz o gordinho suspirar, cada bola que mal lhe cabe na boca sendo chupada com força, com tanto ruído como um bezerro a buscar as tetas que irão alimenta-lo.

- Eduardo, porra... acabou de mamar... que apetite... calma...

A lascívia de Eduardo é coisa que assusta. Ele não cansa, quem cansa são seus dois maridos que nunca dão conta de apagar seu fogo.

- Vida... tesão demais. – Demétrio bate no rosto do marido com o pau ereto. – Escova o dente que quero beijo na boca.

Demétrio é estilo galã, curte romance, beijo, preliminares antes de encaçapar no maridinho. Dado busca na pia a escova com creme dental Kolynos. Enquanto escova seus dentes, a boca de Demétrio busca as tetinhas formadas pelo seu excesso de gostosura e chupa forte, morde o bico de cada uma, mama de novo, contorna com a língua, sacode e aperta com as mãos, chupando incansável, enquanto Dado geme com a boca aberta e cheia de espuma do creme dental.

Na barriga macia do Dado, roça o cacete duro e imenso do Dê, mas esse marido quer dar carinho, fazer amor de namoradinho e isso tem que ser na cama. Por isso ele se conforma em uma punheta mútua e beijos escandalosos de novela sob o chuveiro frio que ninguém foi capaz de consertar. Dê masturba o pênis de Dado que é meio grosso, mas de comprimento vai de mediano a curto, duro e quente como asfalto sob o sol do verão. É Dê quem goza primeiro, pois não supera o talento do pequeno Dado que sabe cuidar de um caralho tão bem quanto um profissional.

Dado não goza fácil, vira de costas ao marido se esfregando nele com força, agarrando o próprio pinto duro, gemendo excitado e manhoso, tendo os peitos acarinhados ao mesmo tempo pelas mãos macias do trabalhador de escritório. De pé sob a água fria, Dado se contorce e geme de olhos fechados, seus mamilos são torcidos e a boca do Demétrio chupa seu pescoço.

- Macho... macho tesudo... que tesão, tô quase gozando. Aperta minhas tetas, viado.

- Porra, a bóia tá na mesa, não ouviram eu gritar. – Chadinho abre a cortina do box de supetão e o susto fez Dado brochar e ficar puto com ele.

- Vai tomar no cú, vão os dois. Só vocês que gozam sempre e nunca se preocupam comigo. Os dois vão dormir na sala de castigo. – Ele chega ficar com o rosto vermelho de raiva enquanto seca seu corpo e se vira para completar. – De castigo uma semana, sem isso aqui.

Ele se vira, sai andando rebolando a bunda carnuda e redonda que faz os dois marmanjos ficarem hipnotizados enquanto ele caminha pelado em direção ao quarto, que fica depois da sala. Os dois pescoços esticam o quanto podem até ele sumir, atrás da porta fechada com força e dois rostos rivais se encaram feito leões a disputarem a liderança de um bando.

- Culpa sua, que nunca se preocupa de verdade com o Dado. – Demétrio grita acusadoramente a Chadinho.

- Culpa é sua, de preguiça de arrumar um chuveiro, fez ele tomar banho gelado. – Devolve Chadinho com sua cara de pau irritante.

- Filho da puta.

- Puta é a tua mãe, Menguelle.

- Menguelle?

A gritaria dos dois faz Dado correr até o banheiro para apaziguar antes que vire pancadaria.

- Não acredito que estão brigando. São duas semanas no colchonete e na sala.

- Duas? – Eles perguntam em coro.

- Tiro uma semana de castigo se vocês se abraçarem e fizerem as pazes.

Os dois leões alfa, não se rebaixam e Dado volta rebolante ao quarto batendo a porta com força outra vez e, grita lá de dentro.

- Se eu ouvir um pio, aumento para um mês o castigo.

Ninguém janta e o macarrão vai pra geladeira, onde servirá de comida “francesa” no almoço seguinte.

Enquanto dois machos grandes dividem na pequena sala um colchonete de solteiro e também o travesseiro, brigam pelo lençol de cobrir muito pequeno, irritados com a “sinfonia” e as picadas dos pernilongos e o calor fazendo o suor escorrer. Dado tem a cama de casal só pra ele depois de cinco anos, dorme peladão, com o único ventilador ligado e de malvado não cede aos maridos sequer uma espiral de Boa Noite que queima, fazendo a fumaça catinguenta espantar os mosquitos que ficam fora da área de ação do ventilador.

Seus dois maridos emburrados sentam para tomar o café nas manhãs daquela primeira semana com pelotas de coceira causadas por picadas de mosquito e na frente de Dado, se dão um abraço e um selinho.

- Ah, muito bem, a paz volta a reinar entre meus maridinhos, isso é ótimo. – Dado bate palmas rindo. – Demétrio levanta a mão e promete:

Ele obedece.

- Eu prometo não pegar no pé do Chado enquanto ele não arrumar um emprego.

Chadinho aplaude agora.

- Isso, meu chocolate branco, põe ordem aqui em casa.

- E o Chadinho... – Dado faz ele levantar a mão com um sinal. – Repete: não volto para casa hoje sem emprego.

- Hã? – Ele bufa desanimado e diz esticando o beiço emburrado. – Prometo que não volto para casa sem ter arrumado um trampo.

- E, por um mês não vai ganhar esse cuzinho nem essa boquinha, por ter sido impertinente com seu maridinho Dado.

- Jura? Um mês na bronha?

- Fala ou aumenta para dois. – Dado fala e é obvio que ele obedece temeroso.

- Um mês sem cuzinho e sem mamada, por eu ser impertinente.

Chega partir o coração, olhar o negão gostoso, pra lá de tristinho, baixar os olhos para a mesa e pegar no pão com margarina.

- Agora quero um beijinho dos meus maridos.

Cada um dá um beijinho naquela boquinha rosada bem do seu jeito. Chadinho é o mais velho beija primeiro, dono de uma boca carnuda, característica afro-delícia, deixa o Dado tontinho de paixão. Depois o Dê, o gato romântico beija de língua, beijos que são capazes de arrancar a roupa íntima do maridinho sapeca.

Dado não resiste e beija de novo o Chadinho e de novo o Demétrio, mais selinho em um e selinho em outro e depois para finalizar o momento íntimo e começar a lida fora de casa, seus maridos se dão um selinho entre si, mas se olham irritados como se fossem se socar.

Um mês depois, Chadinho consegue fechar sua primeira quinzena sem reclamar do serviço, salário ou falar que não vê a hora de pegar o “seguro-desespero”, Dado fica orgulhoso dele e resolve tira-lo do castigo. Afinal por um mês o negão tesudo teve que chupar o dedo ao ficar olhando todas as noites seu Dado com o outro marido dele, numa “trepação” desavergonhada enquanto deitadinho quieto do lado deles só podia olhar e tocar uma quando o tesão chegava no limite.

Sexta-feira Dado não trabalha a noite e volta para casa contente depois do último conselho de classe do ano. Um mês e meio sem provas para corrigir, médias todas fechadas, alunos passados, alunos reprovados e assim sempre será para quem escolheu ser docente.

Demétrio todo contente, chega com o peru descongelado, depois de pegar dois ônibus no dia 21 de dezembro.

A firma parou em férias coletivas e deu para cada funcionário uma ave de Natal, uma cidra e uma caixa de bombom. E ele veio no caminho pensando em tomar aquele “champanhe” com Dadinho a sós que chegou a ficar ereto.

Dado sai do colo de Chadinho para se pendurar no pescoço do Dê e ganhar dele a caixa de chocolate, depois, é claro de um beijo saboroso com gosto de bala de hortelã, para tirar o bafo de uma tarde sem escovar os dentes.

- Oba champanha! – Chadinho tem os olhos brilhantes ao olhar para as mãos do rival, o marido do seu marido.

- Põe gelar. – Dado manda Chadinho tomar conta e promete antes de Demétrio abrir a boca.

- Hoje tem festinha de reconciliação, Chadinho saiu do castigo e o Dê por um mês inteiro foi educado com meu maridinho, sem tripudiar.

Naquela noite rola uma janta mais caprichada, nem por isso mais leve. Uma chuleta bem passada para cada um, com arroz, maionese, salada de tomate, de sobremesa sorvete, daquele feito em casa, batido com leite na batedeira, que precisa congelar por um dia e ainda assim não fica parecendo sorvete, parece espuma congelada.

Na mesma noite que promete, vai rolar um romance mais quente, como há meses não acontece, com três participantes provavelmente esquecendo-se de suas diferenças.

Chuveiro consertado, banho morninho, um gordinho no meio abraça seu negão forte enquanto seu brancão lhe bolinha por trás, a boquinha ganha beijo gostoso da boca de lábios volumosos e escuros, o pescoço ganha chupadinha de arrepiar todos os pelos do corpo, as mãos do Chadinho apertam sua bunda carnuda, as mãos do Demétrio massageiam os pneuzinhos na cintura. Na barriga roça um cacete negro que tranquilamente deve ter uns vinte e três centímetros, nas costas roça uma pica enorme e perfeita como aquelas que se vê em filme pornô. São dois pares de mãos que brigam por aquele corpo gostosinho, mesmo com suas adiposidades localizadas em alguns lugares, que ambos afirmam com prazer se tratar de excesso de gostosura.

Dado não precisa se lavar, tem dois machos que fazem isso para ele, já que ele mesmo faz isso pelos dois, lavando um depois o outro. Por pura inveja do narrador, seus maridos, tiram a espuma de seu peito e abocanham cada qual um mamilo chupando forte, mas sendo possível ao Dado de olhos fechados, saber quem é o dono de cada chupada.

Chadinho é sempre guloso, bruto, morde dolorido, mama feito bezerro, se atrapalha todo, deixa escapar da boca, faz barulho, quando solta o bico, fica parecido com um bico de seio feminino de tão inchado. Já o Dê, lambe em círculos lentos, como se quisesse contar quantas voltas faz em torno da protuberância durinha, desfrutando prazerosamente da aréola enrugada na ponta da língua e sua a mamada consiste dar mais prazer do que receber.

As mãos brigam pelo pinto médio de Dado, enfim alguém se contenta em acarinhar as bolas pequenas, passar as unhas levemente na pele rugosa do saco, que fica assim quando o nível do tesão beira o clímax.

- Quero namorar romântico na cama.

Por dentro Demétrio fica bobo, de novo é do seu jeito. Ponto para ele.

Dois grandões secam o corpo fofinho depois observam Dado engatinhar pela cama de costas para eles, com a bunda rechonchuda, nádegas bem apertadas que escondem o “asterisco” róseo e depilado. Secam-se furiosamente rápidos para se juntar ao marido, cada um no lado que lhes corresponde na cama.

Dois pares de coxas musculosas, dois paus compridos, grossos e duros, dois peitorais fortes, dois machos bonitos e apaixonados, isso tudo é do Dado.

Entre seus maridos deitado de costas, ele espalha suas coxas roliças jogando cada uma delas sobre as coxas de seus machos que beijam simultaneamente seu pescoço, parando ao mesmo tempo para sorrirem um para o outro quando observam o corpo de Dado completamente arrepiado, seus olhares miram os dois bicos tão rígidos que parecem capazes de cortar vidro. Cada boca acolhe o seu sem confusões, Dado é de ambos afinal. Cada mão afaga uma coxa, cada mão espera sua vez de brincar com o pau e as duas mãos acordam em “brincar” cada qual com uma bola. Mas não discutem quem vai meter o dedo no rego apertado por primeiro. Isso é sempre o direito do mais velho, o Chadinho.

Dado se levanta e seus homens sentam rapidinho um do ladinho do outro, ébano e marfim, dois cacetes ansiosos trepidam, ganham carinho dos dedinhos carinhosos, no sobe e desce dos prepúcios os olhos castanhos de Dado chegam a brilhar. O cheiro de macho de ambos lhe sobe as narinas provocando como se fosse aroma da comida preferido que nos faz salivar, tanto que Dado lambe seus lábios totalmente indeciso por onde começar.

Sempre usando a prerrogativa da idade ele encosta os lábios delicadamente na glande de chocolate, mama e aspira o cheiro de Chadinho com sabonete Lux. Gostoso demais, pensa ele de boca cheia. O tempo é cronometrado, pois Demétrio, seu branquelo também está carente. Geme alto quando a boca quente lhe agasalha e suga amorosa. Chadinho observa a boquinha de Dado no seu membro outra vez, depois no membro do Dê, é muita paixão desses rapazes.

Chadinho e Demétrio praticamente se colam um no outro para proporcionar ao maridinho chupa-los ao mesmo tempo. Impossível. Seus caralhos não são nada modestos é por demais custoso quando é um só, imagina dois. Mas Dado tenta, se esforça, mama um, mama outro, masturba os dois. Saboreia o mel de Chadinho brotado na ponta da vara, extraí mais mel de Demétrio, chupando forte o fazendo sentir-se a beira de uma gozada.

Seus dois amores levantam agora, debruçam o doce Dado sobre a cama e lhe erguem o quadril, ele mesmo separa bem as pernas para facilitar o trabalho e provocar os dois.

Um anel para dois maridos fiéis, não precisa outra prova de fidelidade como aquele buraquinho muito fechadinho sempre protegido pelas polpudas nádegas brancas. Agora completamente exposto, piscante e depiladinho. Quem vai tocar primeiro.

- Vai fundo, faça as honras, dom. – Chadinho abrindo mão de sua vez de direito, isso é raro, deve estar mal intencionado, só pode.

Demétrio nunca gostou tanto de receber uma ordem do rival, marido de seu marido e sem se fazer de rogado, passa a língua de uma vez só pelo rego de Dado, com cheiro e sabor de sabonete. Claro que isso não desencoraja, na verdade só dá mais tesão.

Agora é Chadinho, negão tesudo da língua grossa e furiosa, acerta o centro do olhinho daquele furacão e arranca um grito de tesão de Dado, que chega a se por de quatro, para miar:

- Chadinho, tesão, mete mais essa língua... sssss... porra Dê, me dá de mamar, aqui.

Agora sim as coisas parecem ter virado uma “democracia” nessa casa. Cada um faz o que gosta e sem virar anarquia.

Demétrio mete a pica branca na boquinha e “amamenta” o sempre guloso Dado, segurando-o pelos cabelos, fodendo-lhe a boca com carinho, nunca deixando de ser o marido romântico.

Já seu pedaço de paraíso, seu chocolate de um metro e noventa o fode com a língua como só ele consegue, é talento demais. Lubrificante? Que nada, isso é caro demais, mas tem um resto óleo de amêndoas que sempre se usa para essas finalidades e fica de prontidão na penteadeira do quarto.

Chadinho besunta o caralho todo alegre e com inveja do Dê por estar gemendo alto com a vara na boca de seu marido.

- Ei troca aí, também quero dar de mamar pra ele, sai puto.

Esse jeito de malandro do Chadinho deixa Dado dengoso.

- Dá na minha boquinha, amor, dá uma leitada...

- Sem leitada na boca. – Reclama Chadinho. – Tô um mês sem botar nesse redondo.

Chadinho passa o frasco de óleo para o Demétrio que dá aquela lambuzada no pau, deixando-o brilhoso e escorregadio. O cuzinho preparado por Chadinho já está dilatado e recebe centímetro por centímetro a baita rola branca até o talo. Seu lamento é abafado pelo fato da boca de Dado estar preenchida.

- Puta que pariu, Chado. Precisa ver isso, como engole tudo, bem rápido.

- Então mete gostoso nesse maridinho... vai...Demétrio, faz a alegria desse safadinho. – Chadinho pede a Demétrio e eles deixam a rivalidade de lado, porque seu maridinho em comum merece uma noite especial, merece muitas noites especiais, pelo fato de cuidar tão bem deles. – Chupa... Dado, chupa a piroca preta... fome heim?

Dê continua a bombar forte, entra tudo e sai tudo, com carinho, apaixonado, depois estoca feito foda de coelho, rápido, entra e sai, entra e sai. Num grito de chamar a atenção da vizinhança, Demétrio sai de dentro de Dado e esporra em suas costas, afinal, Chado fez por merecer, quinze dias empregado, abrindo mão do benefício, não é pra qualquer um.

Num movimento rápido, tudo inverte, Chadinho senta de pernas abertas e Dado encaixa-se em sua pica, descendo lento em seu colo de costas para o peitoral forte do marido.

- Até o talo, isso, senta com vontade... quica, porra....

Dado, de forma alguma precisa desse tipo de ordem. Ele sabe melhor que ninguém cuidar de um marido na cama, tanto que tem dois. Seu cuzinho já acostumou com a grossura do membro, sua sentada é tão vigorosa que faz sons de tapas, o sobe e desce ganham ritmo, força e velocidade.

Seu pinto parece uma seta de tão durinho, mas balança tanto que fica sem direção e Demétrio fica zonzo ao olhar. Seu negão não cansa, mete com vontade e Demétrio lhe presenteia com uma carícia oral, engolindo 100% do peru de Dado.

- Amor... vida... que tesão. Vou ... gozar.... ahhh.

Dado esguicha seu sêmen na boca de seu branquelo, que ávido engole e mama-lhe até senti-lo amolecer. Depois Dado desmonta de Chadinho e se põe de quatro para ganhar a leitada na boca como pediu de antemão.

Chadinho até queria gozar no cuzinho do maridinho, mas se curva ao desejo dele e obedece... Masturba-se e respira forte, louco de tesão quando os lábios macios de Dado lhe acariciam e a linguinha passa no furinho de forma delicada, implorando seu “leite condensado” direto da fonte para a boquinha.

- Ah... toma leite... não queria isso? Que tesão... isso que é cuidar bem de uma pica.

Depois disso, uma duchinha, dentes escovadinhos e cama, dessa vez para descansar. Os três elementos dormem agarrados como ocorre há cinco anos. Dado deita no peito de Chadinho e Demétrio abraça Dado por trás. Mas é por cima das cobertas, sem que Dado venha a notar, pois dorme como um anjo, que as mão de seus dois maridos buscam uma pela outra só dormem depois de entrelaçar seus dedos.

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Is this love.... that I'm feeling, is this the love.....(não sei cantar esse clássico) é um som do Whitesnake, que serve de trilha para esse conto, curto muito coisas meio nostálgicas, será que tem haver com o fato de eu ser uma pessoa que logo fará 3.7?

Brincando... Se alguém ler até aqui, não se irrite... Um abraço e beijo do gordo....J.

Uma semana cheia de alegria bem produtiva a todos!!!!!!

Comentários

06/11/2016 22:22:53
Muito bom.
01/11/2016 07:33:30
MDS! Magnífico!
31/10/2016 01:41:57
Peguei quase nada das referências a época hahahahahaha acho que é porque sou novinho. Faço 22 em dezembro ainda... Mas, Jota Que conto maravilhoso. Amei. Totalmente diferente do Braz e do Tulio e ainda assim a sua cara. Queria ser que nem o dado e conseguir administrar dois maridos. To mal me administrando quanto mais... pq seu grande ficou puto com o título? Se fosse eu no lugar dele ia adorar hahahahahah abraço, amigo. E pode postar os outros que você tem ai guardados. Obrigado de nada.
31/10/2016 01:08:16
ENGRAÇADO, COMO CHADINHO E DÉ NÃO BRIGAM, NÃO SENTEM CIUMES. DADO TEM ELES SOBRE CONTROLE. IMPRESSIONANTE ISSO. RARO DE SE VER. MAS... PODE OCORRER. PELO MENOS EU ACHO...
31/10/2016 01:02:07
Mais uma grata surpresa hein .... gostei demais da dona flor e seus dois maridos versão gay kkk sempre quis lê uma história assim. Abraços mano
30/10/2016 22:57:43
Caro Jota, não entendi a vergonha quanto à publicação do conto. O texto é excelente. Se é fictício só posso te dizer que a arte imita a vida, assim como a vida imita a arte. Divertido, realista, picante, genial. Grande conto. Abraço.
30/10/2016 22:50:58
Jota, é um conto que li há um tempo, o protagonista tinha várias opções de caras lindos e perfeitos apaixonados por ele, e ele namorava um amigo, mas era apaixonado pelo ex. Lá a história tem outro fim, mas EU resovi tudo deixando ele com os dois kkkkk. Mas claro que foi só a inspiração, a minha historinha ficou única e com a minha cara, cheia de mistérios, inclusive. Mas não está escrita haha, um dia escrevo, quando terminar todas essas que estou fazendo !!1 Abração!!
30/10/2016 21:05:01
Pq o grande ficou bravo? Nao seria pior o contador e seus dois maridos?
30/10/2016 21:03:34
Kkkkkkkkkkkkkkk, sério isso? Kolynos? Ih... Prof. de matemática + contador (lascou) eu sei que é feio dizer isso, mas ja disseram pra mim, se tivessem um filho seria um gênio (meu digníssimo é genhero).... Acho que só faltou tocar mamonas no Faustão ou no gugu hihi
30/10/2016 19:42:17
30/10/2016 19:08:30
Oh Jades, tadinho? Morri de inveja desse sapeca, kkk, meu "grande" é professor de matemática, ficou putaço com o título, kkkk, conta aí qual conto te inspirou, por favor....
30/10/2016 18:27:57
Também tenho um conto de um sujeitinho com dois namorados, inspirado numa história famosa daqui do site hahaha
30/10/2016 18:27:07
Jota, como você é cruel com o Dado, tadinho! kkkkkkkkk e que profissão coitado! eu conheço bem rs

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