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Ativo e Passivo – Onde Está Minha Paz?

Autor: Túlio
Categoria: Homossexual
Data: 15/10/2016 12:57:00
Última revisão: 15/10/2016 13:50:12
Nota 10.00
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Pobre de Túlio, o contador. Antes acostumado à vida tranquila e bem estabilizada, que levou por anos, se vê envolto a coisas estranhas que andam acontecendo. Momentos tensos que parecem atrair outros ainda mais complicados. E as pessoas a sua volta? Quem é verdadeiramente confiável? Até quando vale a pena pagar pra ver?

Boa leitura e aquele abraço de J.

***************************

Perdi a conta de quantas noites passei em claro, “trabalhando” nas madrugadas, organizando mentalmente minha agenda, lendo alguma instrução nova, tentando entender alguns procedimentos novos, podendo assim interagir com o líder competente de cada setor, ou muitas vezes fazendo cursos EAD em casa, deixando de brincar com os pequenos, ou conferindo extratos de banco com o razão das empresas no lugar de estar namorando gostoso minha ex esposa. Trabalhei feito maluco para trazer clientes e segurar cada um deles, afim de ter um patrimônio decente e não dever nada a ninguém.

Hoje minha falta de sono é devido a um incidente em minha residência, pela qual luto para manter as parcelas do financiamento em dia. Algo pegou fogo no meu quarto e queimou tudo rapidamente. Por sorte os bombeiros agiram com a mesma rapidez para apagar o fogo, bendito seja o vizinho que me contou que os acionou ao ver a fumaça preta que saía pela janela onde os vidros explodiram com o calor. Tenho que dar graças porque não estava no local e que o fogo não se alastrou. Tudo incomum para mim.

Fiquei boa parte da madrugada, envolvido com tudo aquilo, o bombeiro disse que meu quarto seria lacrado por no mínimo 24 horas e assim os peritos poderem avaliar e emitir o laudo para fins de acionamento de seguro e providências em caso de suspeita de crime. De qualquer forma minha paz foi roubada.

O dia clareou e sinto a brisa da manhã balançando a cortina do quarto de Braz. Ele dorme placidamente de bruços, o grande homem bronzeado, forte, másculo, bruto e delicado ao mesmo tempo e tornou-se em poucos dias o meu porto seguro. Em meu dedo há uma prova de que ele quer estar comigo e que eu considere nossa relação algo mais sério ainda, um compromisso. Mentiria se falasse que não me importo com mais nada, porque ainda penso e muito, mas as poucas pessoas a minha volta que sabem me transmitiram muita força com a simples naturalidade que lidaram com esse fato novo da minha vida.

Tento fechar os olhos, hoje quinze de novembro é feriado, completo trinta e dois anos, devia ser um dia alegre. Com meus olhos fechados eu vejo tudo destruído, paredes chamuscadas de preto, fumaça que ainda parece impregnada no meu nariz. Perdi coisas que meu trabalho me proporcionou, mas ganhei a chance de continuar vivo, só preciso descansar um pouco e depois erguer a cabeça.

Meus olhos abrem para encontrar dois olhos escuros me olhando com carinho e recebo seu sorriso e um abraço apertado que quase me esmaga.

- Feliz aniversário... – Ele me abraça, se estica e me aperta tudo ao mesmo tempo.

- Preciso mesmo.

- Pensa no que falei ou no que os bombeiros disseram, que aquilo pode ter sido um pequeno curto, ou deixou alguma coisa na tomada e em cima da cama. Espera para ouvir o resultado do laudo.

Eu sei que Braz só quer me deixar mais calmo, mas não é tão fácil. Prometi a mim mesmo que não ficaria acusando pessoas mentalmente, por tudo deste mundo, queria que fosse realmente, apenas um acidente. Não consegui dormir e quando me sento tenho aquela sensação de tontura e cansaço.

Braz levanta, toma seu banho, me traz um analgésico e sua empregada me traz até café na cama quando ele vai para o mercado, me prometendo que antes do almoço volta para ficar a tarde comigo.

Ligo para Ira que me tranquiliza dizendo que está tudo tranquilo com ela e as crianças e que está recebendo visita de amigos nossos. Depois ligo para o meu patrão que me sugere pegar uns dois dias para organizar tanto as ideias como as questões ligadas ao incêndio e desta forma emendar com o final de semana.

Quando desligo, respondo infindáveis mensagens de felicitações em meio a bocejos de um sono atrasado que vem com tudo para me nocautear. Dia quinze termina comigo apagado pelo cansaço. No dia seguinte não obtenho novidades e só dia dezessete que recebo uma ligação diferente, com código de área do Paraná onde tenho muitos familiares e amigos, mas quem me liga me causa um espanto muito grande.

- Pai? – Meu pai está me ligando de casa, estranho. – Pai, porque o senhor não foi me visitar em casa, ficou quantos dias por aqui?

- Aonde Túlio? Nem saímos de casa, já está ficando louco? Depois eu que sou velho. – Ele fala alto com sotaque forte de alemão da colônia e dá uma risada alta. – Não dá para viajar nessa época porque as meninas tem aula. Olha piá, o pai ligou para te dar parabéns, só lembrei hoje.

- Poxa, que alegria, pai. Gosto tanto quando o senhor liga. Obrigado, esse é um presente dos mais valiosos, sabia, Pedrão?

- Quando o pai for te visitar, vai te levar um monte de coisa, mas só lá para o final de dezembro...

Nossa conversa prossegue de forma tão gostosa, fazendo-me lembrar do tanto de coisa que ele me faz carregar quando volto de sua casa no interior, carne de porco, banha, quilos de erva mate, feijão, milho de pipoca, salame e queijo colonial e abobora moranga tamanho “monstro”, sempre um exagero.

- Pai, eu preciso perguntar uma coisa. A Ira me disse que o senhor estava aqui na cidade e ligou para ela pedindo para ver as crianças... Mas agora o senhor disse que nem veio, que estranho, não acha.

- Aquela mulher é louca, sempre te disse para ficar com um pé atrás.

- Pai, por favor.

- Mas a gente tem que aturar, é mãe dos meus netos. – Ele nunca gostou de Ira e nunca tentou disfarçar. – Mas, espera lá. Uma mulher andou me ligando e perguntando umas coisas. Perguntou quando eu ia te visitar.

Meu pai é um homem simples e sem muita instrução, que vive no interior, embora seja meio grosseirão, basta alguém falar bonito que ele se encanta e dá conversa.

Antes de me despedir, aconselho-o a não dar assunto a pessoas estranhas que ligam, por segurança. Não comento nada sobre minhas suspeitas, nem menciono o incêndio, Valentin ou Braz, sendo que este último me dói não comentar.

Levanto e tomo uma ducha rápida, escovo os dentes com uma escova que Itália, a empregada de Braz me comprou. Eu e ela conversamos um pouco e sinto sono que me faz lutar para manter os olhos abertos. Tenho dormido muito mal, sempre um sono ruim cheio de pesadelos.

Caio na cama antes das dezenove horas e apago, sem sonhar com nada dessa vez, tal o efeito da baga que tomei. Sinto minhas costas coçando e acordo irritado.

- Porra, não estou com cabeça para isso, Braz, eu estava dormindo, que saco.

- Que é “moça”? TPM? - Ele grita comigo sem motivo, lógico. – Me ligaram porque um menino birrento fica namorando no celular e não atende.

- Quem “ligaram”?

Ele não reponde e me passa o celular com uma foto.

- Um carvão?

- O carvão de um notebook. Foi encontrado em seu quarto onde houve incêndio.

- Onde achou essa foto?

- Na página do facebook do jornal local.

Lá está a postagem, a fachada da minha casa e a foto que Braz me mostrou. “Notebook explode causando incêndio em residência”. Na descrição do ocorrido, informa que um notebook foi deixado carregando sobre a cama e foi esse ato de irresponsabilidade que causou o incêndio. Diz também o quanto repetitiva é a mídia com esses assuntos de prevenção. E claro, abaixo da reportagem nos comentários, tem pessoas que se mostram solidárias enquanto outras me xingam de burro. Um bando de críticos de merda que me dão vontade de responder e mandar todos tomarem no cú.

- Braz, eu não me lembro de ter deixado o note em cima da cama.

- É a idade. O perito cansou de ligar para você, ficou ocupado por quanto tempo?

- O pai me ligou, depois deliguei e retornei porque ele só reclamava que ligar para celular tem muito gasto.

- O meu sogro? Contou que ficou noivo?

Fico desconfortável e finjo não ter ouvido.

Vamos ao escritório do corpo de bombeiros no dia seguinte para novos esclarecimentos, pegar a via do laudo e quaisquer outras informações que preciso para enviar ao seguro. E vou com Braz até minha casa que foi liberada com exceção do quarto que está lacrado até a avaliação da seguradora para a reforma.

Tiro minhas coisas do carro e digo ao Braz que não tenho problemas em ficar sozinho por ali.

- Liberaram muito rápido o acesso a sua casa, muito estranho a forma como encontraram a causa do acidente, rápido demais, não acha? – Ele me diz olhando a volta.

- Você está sendo o neurótico agora. Estou tão aliviado.

- Bom, você vai comigo, te levo a uma loja para comprar umas peças de roupa.

- Amo e odeio a diarista... – Eu interrompo Braz. - Não tinham roupas na lavação, nem sujas, nem limpas.

- Não conheço, mas amo sua diarista. Por mim pode andar pelado dentro do meu apartamento.

- Eu acabei de perder todas as minhas roupas, cama, TV que nem acabei de pagar, computador, quase perdi a vida e você pensando em sexo.

- Baixa a voz comigo. Quem falou em sexo, seu estressado. Quando tento te acalmar, você se irrita. Anda, pega o que precisa e vamos.

- Eu vou ficar.

- Não me estressa, Túlio.

Não gosto de ver Braz com esse olhar, então não contrario. Mas me dirijo ao meu carro para segui-lo a sua residência.

- Vou no meu carro, porque se você me estressar, não fico preso e saio quando quiser. – Digo com raiva, esse cara acha que manda e mim.

- Deixa o carro, Túlio, não me testa mais. – De novo ele determina as coisas. – Já disse que vou cuidar de você, confia um pouco em mim.

No caminho, que não demora tanto assim, abordamos o assunto daquela ligação ao meu pai e dou uma ligada para Ira.

- Túlio, eu não vou perder tempo, vou tomar providencias e garantir alguma segurança e você deve fazer a mesma coisa. Não fica achando que foi um acidente a explosão do seu computador, fique mais alerta.

- Eu sei, nesse sábado vou a sua casa para pensarmos juntos. Mas e a ligação que você recebeu, era mesmo a voz do meu pai?

- Ele me ligou poucas vezes, mas lembro-me que ele tem muito sotaque e não me tratou lá tão bem assim. Não fiquei nervosa, pensando que não podia ser ele, mas por ser ele. Entende? Ele não gosta de mim.

- Não diz isso, ele é só um homem grosseirão e simplório.

- Nem vou te dizer o que acho que ele é de verdade. Fica em paz, querido. Até sábado então.

- Até, amor.

Sequer desligo e já ouço o senhor Brutus a me perturbar:

- Imagina se eu chamasse o bombonzinho de amor. Porque tenho que aceitar o jeito que você trata a Iraci? Porra, na minha frente chamar a outra de amor.

- Foi sem querer...

- Teu cú, que foi sem querer. Não quero nem saber, faz um ano que você separou dela. Eu, você nem chama assim.

- Quem está sendo criança?

- Não enche meu saco.

- Desculpa, então, amor.

- Enfia no rabo o “amor”.

Grosso demais. Não vou me humilhar o tempo inteiro, eu já pedi desculpa e ele que deve entender que eu estou com problemas e de certa forma a culpa é dele. Se eu fosse um simples divorciado não estaria nessa tensão toda.

Quando chego em casa ele fala de forma mais estupida ainda:

- Vai para o banho e me espera na cama.

- Ah, certo. Virei uma puta de luxo, agora.

- Não era isso que você fazia comigo para aliviar o seu estresse? Descontando na foda seus problemas de trabalho, família e sei lá, mais outras merdas... hoje você vai ter aquilo que precisa para ficar calmo pelo menos uma semana.

- Não tenho cabeça para sexo.

- Ou toma seu banho e espera-me na cama ou leva na bunda aqui mesmo.

- Onde está o romantismo, não somos namorados?

- Hoje não tem romantismo, tem um cara irritado que vai meter no rabo de um estressadinho mal comido.

Chego perto dele e tento abraçar e ele me rejeita.

- Estou indo. – Viro chateado indo na direção no quarto dele.

- Olhos verdes... – Ouço seu riso. – Desculpa, estou meio cansado.

- Continua a me tratar mal e te dou um soco.

Mentira, beijo ele e digo com sinceridade.

- Te amo, bicho peludo e suado.

- Seu nariz empinado, viadinho.

Depois me beija para não me ouvir retrucar.

Braz boceja e me segue para tomarmos banho juntos. É sempre o maior tesão ver o meu cara, pelado com a água a escorrer por seu corpo grande e peludo. O cabelo dele é preto, com fios grossos que tende a armarem se não os manterem em corte curto, gosto da forma como ele conserva seus pelos tão naturalmente sem aparar em qualquer parte, o rosto é charmoso e não tem a beleza clássica de traços comuns e isso torna-o ainda mais atraente. Enquanto ele enxagua a cabeça mantem seus olhos fechados deixando a água espumosa a escorrer pelo rosto, a mesma água faz escorrer a espuma do sabonete do peito, da barriga e da região pubiana. Que se foda, adoro olhar isso, o fio de água que cai do seu pau durante o banho parece uma torneira, esse pensamento me faz rir.

Braz já lavou o rosto e está me olhando, até olha para seu pau seguindo meu olhar.

- Que houve? Porque está rindo? – Ele pergunta tão sério e desconfiado que rio ainda mais.

- Nada. É só que olhando fico excitado...

Ele olha meu pau e ri também.

- Seu tarado. Como pode ficar assim só de ver um homem pelado e inocente a se banhar. Hoje o papai aqui está muito bravo com meu menino de olhos verdes...

Braz chega pertinho e segura meu saco, massageia bem carinhoso enquanto me beija de levinho fazendo um barulho estalado com seus beijos e não me deixando beijar de língua.

- Vai deixa eu te castigar bem gostoso, eu posso?

- Braz... Pode. Sem me bater, pode.

É tesão demais.

- Hoje estou sem vigor para dar os tapas que você merece. – Braz morde gostoso meu pescoço e aperta minha bunda com força. Quando me solta, aproveito para virar-me de costas e ele encaixa no meu rego sua pica nada pequena enquanto se masturba apertando minhas nádegas bem juntinhas, que delícia sentir ele esfregando com força seu cacetão no meio da minha bunda. A água morna que escorrer sobre nossos corpos é quase fria, tira todo calor, preguiça e sono.

Depois de secos, beijo ele com tesão louco, mordendo sua boca sem dó, apertando o peito duro, acariciando e arranhando, arrancando gemidos de protesto que ficam limitados a sons guturais devido ao fato de nossas bocas estarem sugando uma a outra, como se isso possibilitasse a nós drenar e absorver um ao outro.

Consigo a difícil tarefa de quebrar o beijo para empurrar meu macho tesudo contra a cama. Mordo o lábio enquanto o devoro com meu olhar. Pelos, pelos, como é excitante tantos pelos, coxas másculas ligeiramente afastadas, ovos grandes, prepúcio moreno completamente retraído expondo assim a pele avermelhada que antecipa a gloriosa ponta da “flexa”, sua glande que lembra um apetitoso cogumelo.

- Vem meu menino birrento... cai de boca.

Braz senta encostando-se a cabeceira e eu subo de quatro engatinhando rápido para chupar despudoradamente seu cacete indecente. Sei que ele ama meu jeito de lhe proporcionar esse prazer, não tenho vergonha ou mesmo me nego a fazer do jeito que ele se agrada. Ele não demora a arquear o tronco e gemer.

- Ahhh... Delícia, porque sua mamada é tão gostosa?

- Porque você é meu. – Me entrego aquele prazer que de nenhuma forma é unilateral. Não sei se é possível traduzir as sensações que sinto ao dar prazer oral ao meu macho, mas sempre fecho os olhos porque assim me concentro melhor em seu pênis. Sentir nos lábios as veias salientes, o formato da cabeça e sentir ao mesmo tempo seu cheiro de homem. – Porra, que tanto pelo...

Braz ri comigo quando engasgo com uns fios que param na garganta.

- Vem amor, deita aqui que vou te provocar um pouquinho. Deita de ladinho e de frente que hoje vou satisfazer os seus dengos, pode fazer bastante, hoje o Braz deixa.

- Morde meus mamilos... Brinca bastante. – Estou cansado mas não conseguirei dormir de pau duro.

- Assim? – Braz suga-me um bico, notando o quanto de tesão me proporciona, me levando ao loucura. – Mais?

- U-hum, é gostoso. Mama bem gostoso meu peito, mais...

A ponta de sua língua circula com força um bico de cada vez, chupando sem pressa, mordendo de leve aquele cume duro, que enruga toda a pele mais escura da aréola.

- Quer minha boca aqui? – Ele circula o orifício de minha glande melada.

- Faz...

Peço, empurrando meu quadril em sua direção e enlouqueço ao ver aquela boca charmosa engolir gulosamente meu cacete. O seu jeito de chupar é muito diferente do meu, ele é experiente e faminto, sem muito carinho como eu lhe faço. Fico quase maluco quando ele me leva a garganta e circula sem delicadeza a ponta do meu pau o que me leva a escancarar as pernas e gemer alto.

- Tesão, que boca gostosa, chupa forte.

Ele obedece e basicamente me permite foder sua boca, sendo ele a controlar a velocidade e profundidade da minha estocada. Meu contorcer é violento, mas não será hoje que ele vai me deixar gozar em sua boca outra vez.

Ele para com a mamada e lambe o excesso de saliva, beija meu comprimento e depois levanta minhas pernas.

- Segura desse jeito. – Ele me pede para segurar minhas coxas levantadas deixando meu cú exposto. Fico ali, sentindo “picadinhas” da minha timidez que já deveria estar totalmente extinta enquanto ele vai ao banheiro e busca um produto estranho que nunca tinha visto.

- Olha só, comprei esse negócio foda, tem anestésico. Vou comer essa bunda gostosa sem ouvir você miando no meu ouvido que dói.

- Ah cala a boca. – Porra que babaca.

- Tem pregas ainda? Isso não te pertence mais... – Ele fala esse monte de merda enquanto espalha o lubrificante gelado que logo parece arder e amortecer meu anel.

- Vai devagar. – Falo quando sinto ele enfiar o indicador. Ainda com as pernas levantadas esticadas retas para cima, coloco-as para o lado para tentar ver o que ele esta fazendo. Só vejo sua cara de tarado encarando meu buraco meio dormente.

- Começou a frescura, só meti dois dedos.

- Dois? Devagar, eu disse.

- Fica quieto. – Ele está muito mandão e acha que vou ficar ali obedecendo. Mas está uma delícia aquele vai e vem dos dedos dele que vou ficar só um pouco quieto. Fica mais difícil de raciocinar a cada minuto.

Entre entradas e saídas, seus dedos me alargam mais para facilitar a entrada de mais um e logo percebo que ele meteu uns quatro e xingo.

- Não faz assim, vou ficar todo largo depois.

Braz dá uma risada, tira os quatro dedos de uma vez, empurra ainda mais alto minhas pernas e força o caralho cabeçudo no meu buraco.

- Fica falando tanta merda que vai me tirar o tesão.

- Cuida. – O que adianta falar quando um cara faz só o que bem entende com o rabo dos outros. – Entrou a cabeça?

Como resposta levo uma estocada que me arranca um grito do qual até me envergonho depois. Isso se deve ao medo de que quando estou com um tesão desgraçado aquele caralhão me rasgue e eu ir parar em um pronto socorro para ser atendido. Que desculpa eu deveria inventar.

- Porra... mete de novo. – Aquele gel me tirou um pouco da sensibilidade na hora da penetração, mas as estocadas ainda incomodam um pouquinho, está absolutamente delicioso, passo até mesmo a contrair o esfíncter para judiar dele.

- Não morde meu pau, safado... Já não é apertado que chega?

Cada metida contém tanto vigor que faz seu saco bater ruidosamente contra minha bunda. Ele acelera, coloca minhas coxas apoiadas em seu peito e minhas canela em seus ombros possibilitando assim uma metida bem no fundo. Depois saindo totalmente e entrando com força.

- Delícia, meu Braz... Me come bem gostoso, não para não...

- Brinca com teus peitos, aperta... – Ele me faz obedecer seu comando firme. – Põe o dedo na boca e deixa molhadinho, isso, agora passa na ponta dos bicos arrepiados. Obedece...

Aquele jeito mandão nem sempre me irrita, hoje estou louco para ganhar seus comandos. Provoco meus mamilos só para deixar ele com mais tesão ainda.

- Passa esse mel da tua vara no peito e deixa chupar.

Dou ao meu urso, meu “mel” e ele afasta minhas coxas para deitar em cima do meu corpo e poder lamber meu peito, morder sem delicadeza e beijar minha boca. Ele volta a dar suas vigorosas e impiedosas estocadas, meus gemidos não são os mesmos que sempre segurei em nome da discrição, os gemidos dele não são baixo, são roucos e guturais que lembra um rosnado, voz e respiração de um felino imenso. Afago com força seu peitoral, puxando seus mamilos escuros que enrijecem tornando-se mais bicudos que os meus.

Acabamos de sair do banho e já estamos suados, metade de novembro é muito quente. Vejo o suor brotando em sua testa, ou a escorrer pelo peito, fazendo trilhos molhados que desprendem-se dele e me molham, misturando nosso suores, nossos cheiros e sabores.

Meu clímax, manda seus primeiros “avisos”, arrepios de tesão, o mesmo arrepio que ocorre no corpo dele. Meu pau a babar, latejar duro, escurecer ficando mais avermelhado, as veias de sangue que fazem o pau inchar estão dilatadas deixando-o mais grosso. São muitas coisas que me percorrem, fico desesperado para gozar, instinto bruto puramente de macho. Masturbo-me bem lento para prolongar mais um pouco minha doce agonia e assim me deleito com aquele olhar semicerrado, seu meio sorriso e a expressão de cansado e prazer dele.

- Goza, amor... – Aumento a velocidade da punheta ao comando de sua voz, mas quando me sinto a beira do orgasmo largo o pau e me concentro nas metidas daquela tora que me ocupa e despeja sua porra quente. Braz continua a meter querendo me fazer gozar, mas eu sorrio, malvado.

- Na boca hoje... – Digo sem dó nenhuma, ele entende, sai de dentro de mim e todo obediente me enfia inteiro até a garganta, me masturba e enfia com força dois dedos em meu cú que me fazer gritar fino. – Devagar, Braz tá sensível...

Ele não me ouve e me fode com os dedos, me chupa e com outra mão me ordenha com força, não aguento tudo aquilo e gozo, gozo gostoso naquele lugar quente que é sua boca. Ele nunca rejeitou meu leite que é devorado até última gota que é tirada ao espremer a cabeça sensível. Enquanto vem a calma percebo que meu corpo estava completamente arqueado e minhas pernas escancaradas. Prazer perfeito.

O que me resta em seguida é me higienizar como dá e me jogar exausto na cama para dormir daquele jeito de sempre, numa concha perfeita.

****

No dia seguinte, claro que não consigo ficar parado e vou para o escritório cedo, converso com seu Camilo que me manda de volta para casa. Acabo resolvendo tantas coisas pertinentes ao incêndio que houve em meu quarto, que o tempo voa. Tendo férias vencidas e plena confiança de que o trabalho está sendo bem executado no escritório, me dou o luxo de não vender apenas uma semana de férias e gozar esse período, para deixar minha situação em dia.

Braz de bom grado me cedeu sua própria residência para me acolher, sendo que Ira, Mauro e até dona Rosa, me ofereceram sua solidariedade e um lugar para ficar. Encontrei apoio em muitas pessoas as quais nem esperava. E minha vida prosseguiu tranquila naquela semana.

Eu não tinha comentado com meu pai sobre o incêndio para não preocupa-lo, mas no domingo a tarde quando estou dentro do meu quarto recém pintado, recebo uma ligação de sua casa.

- Oi pai.

- É a Walburga. – Nunca chamei a esposa do meu pai de madrasta, pois não tivemos convivência e nem temos muita simpatia um pelo outro, ela é polida comigo, nada mais que isso. – Teu pai foi internado, vem ver ele.

Não sei por quanto tempo eu fico quieto do outro lado sem reação ou até mesmo esperando a Walburga, desmentir, quando volto ao contexto ainda achando que é apenas mais um pesadelo, eu ouço a voz sem emoção.

- Contaram umas coisas pra ele ontem a noite e hoje acordou dizendo que estava ruim.

Estou em choque, mas não consigo chorar, fica tudo preso na garganta e dói demais.

- O que aconteceu? – Tem que ser outro pesadelo e alguém me acorda com seus roncos, mas ela diz com a emoção muito contida.

- A gente tomava café e ele colocou a mão no peito e deu um grito, depois caiu, as meninas correram chamar os vizinhos e depois chegou a ambulância.

- Obrigado, sim eu vou me organizar e comprar passagem de avião que é mais rápido. Fica em paz por aí e cuida das meninas.

- Sim, então tchau. – Walburga descende de alemães como meu pai, não acho que são pessoas frias, mas são muito contidas e acabam deixando muitas pessoas pensando que estes não têm sentimentos, eles se dão bem e acredito que ela deve estar sofrendo. – Então, boa viagem, a gente te espera.

Depois que terminamos a conversa e espero ela desligar. Não me vêm as lágrimas, tudo que sinto é uma dor forte do lado esquerdo do peito que quase me falta o ar. Minha história com Braz está causando tantos aspectos negativos que fico temeroso.

Alguém ligou a Ira para perguntar sobre meus filhos, ligou ao meu pai fazendo perguntas, meu notebook explode, meu pai recebe uma notícia que o faz ter um infarto. Podem ser coincidências da vida ou pode ser um ato conspiratório, não há como saber. O que posso fazer é ficar ligado a minha volta e deixar acontecer seja o que for. Ira quer conversar comigo e a partir disso vamos em frente com providências pelo menos por nossos filhos.

No fim da tarde, Braz vem me ver em casa no momento em que dou instruções ao colocador do piso laminado eu noto que ele para ao ver a forma carinhosa que Braz me abraça. E me apoia em minha decisão de ir ao meu pai.

- Não dá para simplesmente empurrar goela abaixo do meu pai a nossa relação. Se para eu mesmo, tive dificuldades para me aceitar, pense num cidadão de quase sessenta anos que só pela idade torna mais difícil ainda de mudar de opinião, que dirá aceitar. Deixa-me ir com calma.

- Não é hora de você se preocupar com nossa relação, apenas vá e faça uma visita e não coloque tanta coisa na cabeça.

Uma de minhas tias me liga para avisar que meu pai está fora de perigo e não existe necessidade de sair desabalado para visita-lo, que posso agir com mais calma e esperar ele se recuperar um pouco. Ela deixa escapar:

- Uma moça ligou para o seu pai e disse que você sofreu um atentado, é verdade isso. Ninguém sabia de nada, Túlio. Pensamos que era mentira, mas veio até foto que ela disse ter tirado do quarto.

- Quem ligou?

- É verdade?

- Não foi atentado, foi acidente. Foi meu computador que explodiu. Se não falei é porque não quis deixar ele preocupado

- Toma cuidado, filho, tem muita gente ruim nesse mundo. Não fica pensando que é só em novela que tem gente vingativa.

Quando desligamos fico encucado, “gente vingativa”, essas palavras deixaram escapar pistas demais. Minha família deve saber de algo que nem mesmo eu sei.

E por que, que de repente me aconselham a não ir ver o pai? Vou esperar, esfriar a cabeça e pensar no que dizer caso ele me inquira sobre meus assuntos com Braz, sendo que nessa altura seja certo que esse era o motivo pelo qual ele quase se foi.

E que moça é essa? Como pode ter tirado fotos se o quarto ficou fechado por vinte e quatro horas e só pude entrar quando os bombeiros liberaram.

Coisas demais.

Após resolver detalhes, decido dar uma passada no escritório para me atualizar com os assuntos novos e passo na minha sala para resolver algumas coisa e responder e-mails.

Não vejo nada fora de lugar, aliás, sobre minha mesa há um bonito vasinho com cactos, minha planta favorita. Nunca comentei com muitas pessoas sobre meus cactos de variados tipos que tenho enfileirados na lavação. Um cartão charmoso dispensa comentários sobre o remetente. Cartãozinho preto com a logo dourada da loja de chocolates. Carlinho?

Ajeito os óculos novos que fiz na última semana. Fico cada vez mais cabreiro.

Mas nada me assusta mais do que o que está em minha primeira gaveta.

Meu notebook!

************

Então tudo certo? Agradeço sempre com o maior carinho as pessoas que estão lendo, comentando e assim me dá um baita incentivo. Ganhei tantos elogios, coisa que jamais poderia imaginar. Fico com medo desse enveredar que o conto está levando para o suspense, de repente não agradar muito, até queria saber se está ficando bom em vossa opinião. Valeu mesmo a todos.

Muito carinho...

FlaAngel, é mesmo né, ele deixa a gente perceber que é meio vingativo, será que é só ele? quem será a “mente criminosa”,kkkkk

Digsgay, então, tem muita coisa esquisita acontecendo, imagina uma pessoa dizendo que está nos espionando, vai ser a primeira da lista quando acontece algo, abraços!!!

Marimarina, que querida, valeuuu, ele ficou mais decidido depois que coloquei o Túlio no colo e conversei seriamente, conversa de pai e filho, tipo larga mão de frescura rapaz, kkkkk

Luny, que carinho o seu, as vezes eles são fofos, mas fofos tipo urso pardo e tigre com fome juntos, kkk❤

bagsy, de tanto dengo, nem falo mais, mio que nem aqueles gatinhos da selva africana, kkk, eu postei duas partes porque estava muito compridão, mas não estou com essa bola toda, to insuportável, me achando o Hitchock do suspense, hehehehe. Tô brincando, meu negócio é fazer imposto, não contos, por isso a surpresa com todo esse retorno. Agora Raul é gostoso e ponto, apaixonado e amoroso, o Arthur é o passivo dos sonhos, (tipos os passivos do Tiago/) então eu me amarro mesmo, enche de tesão, castiga e dá inveja. Kkk =D

Jades, Olha que se rolasse um crossover com o Eric aqui nesse conto, não seria mais o Valentin o suspeito, kkkk (imagino meu Valentin com a cara e o corpão do ator pornô theo ford, no pornhub tem esse man), depois disso vou me purificar, juro, kkkk

@fran, que apoio bacana, eu fico realmente feliz e faço questão de interagir nos comentários, como disse, sou das contabilidades então trabalhamos tensos e na leitura a gente busca essa fuga da realidade, as vezes até rola uma identificação, mas tem aquelas que apenas envolvem e a gente viaja e espera o desenvolver e puft, ficamos “órfãos”, kkk, um abraço bem carinhoso!

Negagata78, nesse tipo de situação dá medo pelas pessoas queridas a nossa volta pagarem por nossos “erros”, vamos esperar que ninguém venha a recuar, assim não se fortalece quem quer o mal deles, um beijo :D

Arthurzinho, que ó né, tem situações dessa que deixam a gente na dúvida mesmo, eu acho que eles não podem descartar nenhuma possibilidade, ainda mais agora... valeu por seu carinho =D

VALTERSÓ, vamos sentir se a paixão é paixão ou se ele nos convence que é amor, com mais uns testes na vida desse menino de 32 anos. Abraço carinhoso!

Atheno, juntar a bicha sapeca do chocolate ao são Valentin seria como unir o “útero” ao agradável, kkkk, eu ri muito com a tua ideia. Os dois são passivos e nojentinhos, se conhecem e se odeiam e as penas voam quando se encontram. Quanto ao amarrar o tesudo do Braz, nem me fale, eu morro por homens assim... melhor eu me conter, vou fazer um cap. extra, um urso, um bondage de leve, aahhh... chega Jota.... Abraços :D

magus, tá meio suspeito demais da conta isso... espero que descubram o que está acontecendo bem logo e volte a nós um pouco de paz, né. Muito Carinho a você =D

****************

Um abraço forte e um domingo excelente a todos, J.

Comentários

16/10/2016 15:44:02
Eu sou suspeito pra falar, adoro um bom suspense... Tá legal sim...
16/10/2016 11:15:26
Huuum, cada vez mais instigante. São várias perguntas que não querem calar: quem é esta moça? De quem é o notebook queimado? O mais óbvio suspeito é o Valentin e, como dizia Agatha Christie, o mais óbvio sempre é a verdade. Espero, ansioso, o próximo capítulo. Um abraço carinhoso, Plutão. P.S.: Como disse Machad, o culpado é o J.
16/10/2016 09:42:09
Entendo o Tulio em relação ao pai dele e tal. Então Hitchcock da contabilidade (hahahahahaha), minhas suspeitas são a secretaria e o Carlinho. Mesmo que o Valentin seja um babaca escroto, não acho que ele seja mais do que um cão que ladra... mas mudando de assunto, porra J. Que transa tesuda do caralho essa deles nesse capitulo hein? Tulio cheio dos dengos que nem tu hahahahaaha Braz tava um tesão mandando e dominando a transa desse jeito. Eita homem gostoso viu. E Tulio tá chegando lá, você fala do Arthur e dos passivos do Thiago/ e esquece que o seu apesar de toda a problemática da aceitação é tesudo pra cacete também. Por isso esse retorno, os personagens são bons e a história bem escrita e tesuda. Abraços peludos e apertados
16/10/2016 07:01:36
Mais um capítulo sensacional. Eu não sou muito de suspenses mas esse me prendeu. Que massa!!!!!
15/10/2016 23:34:23
Estou begeeee kkkk. Uouuu siniistroooo muito bom mesmooo <3
15/10/2016 22:09:30
Cara, que história! *-* Cada vez mais viciado no conto. Ja pensou em sair dos números e se entregar totalmente às palavras? rsrs és um baita escritor. Um abraço!
15/10/2016 18:46:41
Várias bichas vilãs. mas não confio nesse filho do Camilo e nessa secretária do túlio. chente se fosse o tulio desobedeceria o braz so pra ser castigado e claro faria ele usar uniforme de jogador kkk
15/10/2016 18:42:32
olha eu sou suspeito em falar mas seu conto só melhora a cada postagem sua e dae sem tem um pouco de suspense? Com isso a coisa toda só melhorou agora espero mesmo que o Túlio descubra quem está por trás de tudo mas pode ser qualquer um menos o Brás kkkkkk um grande abraço^^
15/10/2016 17:22:02
kkkk, se tem alguém perturbando o sossego do Túlio é um tal de J. K, o falecido ex presidente hahaa. Gostei do suspense, aliás, eu adoro! hahah, vc sabe disso. abraços!!
15/10/2016 17:08:40
Hehe, ei tambem tenho um palpite, se não foi o mordomo foi a secretária, kkkkk, o autor é inocente, juro pelos cabelos do Túlio.
15/10/2016 15:18:08
MAS TULIO É MESMO UM RETARDADO SE NÃO TIVESSE DEMORADO TANTO TEMPO EM SE ASSUMIR, PRESO A CONVENÇÕES A SOCIEDADE A FAMILIA. AOS 32 ANOS AINDA DEVE SATISFAÇÕES AO PAI. MEU DEUS, CRESCE TULIO SE NÃO O ROLO COMPRESSOR PASSA POR CIMA DE VC.
15/10/2016 15:16:57
O INIMIGO MORA AO LADO. AS VEZES QUEM MENOS ESPERAMOS É O NOSSO MAIOR CARRASCO. TODOS SÃO SUSPEITOS ATÉ PROVEM EM COTRÁRIO. TODOS TÊM DIREITO A PROVAR SUA INOCÊNCIA. AINDA NÃO TENHO UM SUSPEITO CLARO.
15/10/2016 14:46:52
🌷🌷🌷
15/10/2016 14:27:43
Sdds da história. Já irei formar minha teoria d conspiração, e o culpado de colocar o menino túlio em perigo é um tal de J, já podem prender ele kkkkk.ansioso pela continuação. Abração mano.

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