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Os Primos (Parte II)

Autor: Renning
Categoria: Homossexual
Data: 30/12/2016 00:36:05
Última revisão: 30/12/2016 13:15:44
Nota 8.90

Quanto tempo havia se passado desde que começamos? Não sei ao certo. As lembranças daqueles dias parecem turvas, talvez pelo tanto de prazer envolvido. Parando pra pensar agora, eu não consigo lembrar de nada que dividisse meu interesse com àquilo naquela época. Eu não havia planejado, nem sequer sabia do que se tratava, mas por uma confusão que eu arranjei e um desentendimento que eu criei, passei a dividir o segredo dos meus primos e mamar na pica deles sempre que possível.

E, para meu próprio orgulho, declaradamente meu ingresso ao grupo foi uma das melhores coisas que tinham acontecido. Desde à noite em que me aceitaram e eu chupei seus caralhos pela primeira vez e senti minhas pregas deslizando pelo mastro de Carlos, acho que aquilo se repetia quase todos os dias. Nem sempre com todos. Mas às vezes mais de uma vez.

Eu sei que um tempo já havia passado e estávamos próximos do meu aniversário. Sempre rolava a conversa de 'ir além' e naquela altura eu já sabia do que se tratava - queriam enfiar no meu cu. Uma ideia que eu também cultuava e desejava mas, proporcionalmente, também temia - por diversas razões. Há de se entender que na minha idade e incompreensão parcial do que fazíamos, isso era de se esperar. Mas hoje relembro com certa graça de que o pensamento de que talvez eu até mesmo engravidasse - mesmo sendo homem - havia me ocorrido. Ou que, no mínimo, meu cu ficasse largo e eventualmente meus pais percebessem porque eu não conseguiria sentar numa cadeira direito - ou coisa do gênero.

Sei que, conforme os dias até meu aniversário iam se aproximando, eles começaram a se empolgar mais com a ideia - embora eu, inicialmente, não soubesse. Gilberto apenas dizia que iam me dar um presente e aquilo me animava. Se eu tivesse sido um pouco mais inteligente, teria maldado mais a situação. Afinal de contas, da primeira vez que disseram que ia me dar alguma coisa, Alan inaugurou minha garganta despejando porra na minha boca, a qual fui instigado a engolir. Seguida, na mesma noite, da porra do Isaac e da do Junior. A desculpa clássica: gozo tinha proteína e vitamina e aquilo me tornaria homem mais depressa. Não cri totalmente mas, puta que me descobri sendo, passei a gostar até daquilo.

Dentre os demais feitos que alcancei, também havia o de consegui chupar, quase que ao mesmo tempo, dois deles. Já dominava tão perfeitamente a arte que conseguia fazê-los gozar quase juntos. Punhetando um enquanto revisava a boca. Nessas ocasiões eu gostava, sobretudo, de fazer isso quando eram Carlos e Junior. Eles se beijavam enquanto eu os chupava e Carlos enfiava o dedo no cu do Junior, que gemia. Era curioso porque, quando eu estava presente, só meu cu rodava. Até os boquetes entre eles haviam se tornado mais raros. Eu havia me tornado a putinha principal - talvez porque adotei completamente a posição de passivo, não cobrava que me fizessem qualquer coisa.

Havia chego o dia fatídico por fim e, após a pequena festa singela que foi feita, Alan me guiou até nosso local de sempre. Uma casa em pré-construção, abandonada, no quintal do nosso avô. Disse que lá os demais estavam me esperando. Me senti ansioso e ria sem aparente motivo. Chegando lá, eles me aguardavam quase que sentados em circulo. Da esquerda pra direita estavam Junior, Carlos, Gilberto, Isaac e Alan, que chegou comigo. Três velas iluminavam o local, o que era novo. Carlos se levantou e trazia nas mãos um caixinha mal envelopada, junto a uma sacola de papel. Me entregou e me parabenizou, me abraçando em seguida. Os demais se aproximaram e, ao redor de mim, promoveram o abraço coletivo. Me senti relativamente emocionado e envergonhado.

Após alguns segundos eles se afastaram e Gilberto mandou que eu abrisse a caixinha. Me aproximei de uma das velas e, curioso, olhei para cara deles que pareciam tão ansiosos quanto eu para ver o que havia dentro. Rasguei o papel e abri. Perfume? Shampoo? Não entendi direito e aproximei à luz e na embalagem duas letras resumiam o nome do produto: KY. Li com certa dificuldade; lubrificador. Pus em cima de um dos tijolos e deixei, voltando a vasculhar o que havia na caixinha ainda: camisinhas, várias, e umas bolinhas que pareciam de silicone e eu não sabia do que se tratava. Olhei para eles e ri, mas com um certo nervoso. Em seguida abri a sacola e puxei seu conteúdo: uma revista pornô. Olhei para eles, meio sem entender e logo Carlos questionou se eu havia gostado. Mesmo sem entender, disse que sim e ri.

" - Esse não é o presente principal." disse Alan e me chamou. Me aproximei e ele se recostou sobre um parede derrubada, me puxando fazendo com que eu me recostasse nele. Senti sua pica dura abaixo do short. Ele pegou a revista e a abriu na minha frente. Isaac se aproximou, olhando-a curioso. Vi Gilberto e Junior se aproximarem de Carlos, começando uma conversa paralela.

Alan folheva a revista na minha frente, Isaac já apertava o próprio volume sobre a calça. Nas páginas da revista, mulheres e homens nus - pênis invadindo tudo quanto é que fosse buraco. Até que Alan parou em uma página com uma foto closeup de folha dupla: um anal. A cara da mulher regorjizando de prazer enquanto o homem enfiava uma tora enorme em seu cu, de forma víril. Fitei aquilo com certo gosto, tanto pelo impressionante tamanho daquela pica, quanto pela cara que a mulher fazia. Quando dei por mim, tanto Isaac quanto Alan estavam me encarando com sorrisos safados. Isaac levou a mão até a imagem e a apontou para o mastro invandindo aquele cu; " - É isso que queremos fazer com você. "

Engoli seco. Os demais se aproximaram e Carlos tentou me acalmar quanto a ideia: " - Pensamos direitinho e trouxemos o gel para não doer. Você vai gostar." Eu não sabia como reagir ou o que dizer. De certo modo queria e, mais que isso, levava em consideração o fato de tentarem facilitar para mim. Gilberto teve sua vez de se manifestar e completou; " - Pensamos em tudo. Junior, pega lá o colchonete." e Junior foi até um canto escuro e trouxe um colchonete de acampamento, ensacado. Gilberto prosseguiu; " - Conseguimos até arrumar algumas coisas para melhorar." apontando dois cavaletes de metal, daqueles usados em obras, e algumas tábuas. " - Você vai gostar, vamos. " Alan insistiu e corri os olhos, observando no rosto de cada um o quanto eles esperavam um sim. Mesmo insegurou, concordei.

Isaac celebrou e logo eles começaram a organizar as coisas. Os dois cavaletes postos próximos à parede, tábuas em cima, o colchonete, as velas ao redor. Alan não havia me largado e eu percebi que seu pau já estava maior e mais rígido. Recitava algumas besteiras no meu ouvido tentando me acalmar, dizendo que eu ia adorar sentir a pica deles no cuzinho deles e que eles me adoravam ainda mais por isso. E sua mão descia pela minha virilha, sentia seu pulso esfregando meu pau, mas seus dedos tateavam meu cuzinho e me instigava. Eles riam excitados enquanto ajeitavam as coisas.

Tudo pronto, Isaac disse para antes termos as preliminares porque estavam todos 'em ponto de bala' já. Foi o primeiro a baixar a calça e seu pau saltou. Me ajoelhei em frente e abri a boca, ele segurou o próprio pau e abocanhei. Chupei por alguns segundos, salgada, quente. Junior o empurrou, quase festivo, e me presentou sua pica, enquanto segurava minha cabeça. Chupei, movendo a língua ao redor da glânde. O pau do Alan deslizou na minha orelha, me virei e o engoli. Meus lábios deslizando todo seu mastro, o ouvi me chamar de 'putinha'. Olhei para ele enquanto o punhetava, sorrindo. Gilberto se aproximou me puxando bruscamente, esfregou seu pau no meu rosto antes de me fazer engolir, socando meio bruscamente, engasguei. Carlos teve sua vez em seguida, o maior pau de todos, senti meu cu piscar só com sua aproximação. A imagem da revista me veio a mente. Não era monstruoso como o do foto, mas ainda assim enorme. Segurei com uma das mãos e deslizei a língua vagarosamente por toda sua extensão, indo até as bolas e voltando, abocanhando em seguida. Carlos acariciava minha cabeça. Foi o que mais demorou, parei quando os demais interromperam dizendo que era pra nos apressarmos para não ficar muito tarde.

Me ergui e fui até a cama/mesa improvisada. Não sabia o que fazer e eles me direcionaram. Abaixei a calça e Isaac apertou minha bunda com força, arreganhando-a. Junior me ajudou a subir e eu me acomodei. Me sentia estranho, meio envergonhado. Olhava para onde devia haver um teto mas, como a casa nunca foi terminada, o que havia acima de mim era o céu, com algumas nuvens e estrelas.

"- Quem vai ser o primeiro?" e eles começaram a se organizar. Pus os braços atrás da nuca e tentei parecer relaxado enquanto aguardava. Não havia consenso até que Gilberto mandou que eu decidisse. Voltei a ficar mais nervoso e gaguejei. Após alguns segundos, troquei olhares com Carlos que me encarava confiante e decidi que seria ele. " - Logo o maior, ousado!" Isaac falou, rindo. O tamanho realmente me preocupava mais mas pensei que, depois dele, o resto seria mais fácil. Fora que a imagem da mulher na revista outra vez me veio a mente e só Carlos parecia compensar no papel do cara que a comia. Eles se aproximaram e se colocaram ao redor de mim, Junior entregou o KY pro Carlos. Alan e Gilberto seguraram minhas pernas no alto, já eu segurei meu próprio pau. Eles riam e faziam comentários, pareciam cães famintos frente a refeição.

Observei atentamente enquanto Carlos despejava o lubrificante nos dedos e ia em direção ao meu cu. Estava gelado e a sensação foi engraçado, ri. Ele massageou minhas pregas carinhosamente, usando do gel com abundância. Minha bunda toda molhada com aquilo. Forçava o dedo mas não enfiava. Passava mais KY e tentava novamente. Até que senti um dedo entrando, doía menos do que eu havia imaginado e aquilo foi bom. Fodeu meu cuzinho com o dedo por alguns segundos, até que tirou e passou mais lubrificante, forçando dois dedos logo em seguida. Um pouco mais incomodo, mas suportável. Isaac puxou do bolso as bolinhas e entregou ao Carlos. Senti ele forçando minhas pregas e posicionou uma na entrada do meu cu, empurrando. Estourou. Não senti nada além daquilo, naquele momento. Tentou novamente e houve uma celebração quando uma, duas, três bolinhas entraram. As sentia dentro de mim.

Ele abriu uma camisinha e vestiu, logo em seguida ele pôs um pouco de lubrificante nas mãos e passou no pau. Meus batimentos cardíacos iam aumentando. Todos rindo. Eu levantando a cabeça na esperança de ver, mais por temor que por prazer, o que iria acontecer ali. O vi compenetrado observando o que fazia, com a atenção de um cirurgião, com o pênis em mão se aproximando do meu cu. Eu suava. Junior limpou o suor da minha testa e disse pra eu ficar calmo. Gilberto segurou em minhas mãos. A tensão no ar fazia parecer que eram eles que estavam ali, quer fosse no meu lugar ou no lugar do Carlos. Senti a cabecinha encostar no meu cu, um frio me correu a espinha. Carlos me encarou e voltou a olhar para baixo em seguida, senti ele forçando. Por instinto, deixei de respirar e fechei os olhos com tanta força que esferas coloridas se formaram no breu.

Sem muito esforço, facilitado pelo gel, a cabeça deslizou e foi engolida pelas minhas pregas. Abri os olhos e inspirei o ar, notei que eu não fui o único a prendê-lo. Os moleques regojizaram. Sem que eu percebesse, todos já haviam posto o pau pra fora e se punhetavam levemente, observando aquilo com gosto. Carlos pausou e logo forçou mais. Senti a pica deslizando lentamente, empurrando as bolinhas dentro de mim. Instintivamente, fiz força contra e quando relaxei, meu cu pareceu sugar mais o pau dele. Sentia a pressão das minhas pregas ao redor de seu pau grosso, a dor parecia se espalhar por toda minha pélvis. Fiquei ofegante e senti minha pressão baixando, a vista escurecendo. Junior percebeu e mexeu minha cabeça, mandando que eu ficasse de olho aberto, que logo a dor passaria. Senti os pêlos da púbis do Carlos encostando embaixo do meu saco. Olhei e vi que ele tinha atolado sua vara até o talo. Me acalmei acreditando que o pior já havia passado. Umedeci meus lábios, minha boca estava seca. Carlos não se mexeu por alguns segundos, Isaac e Alan seguravam minhas pernas, as abrindo, Junior continuava limpando meu suor e Gilberto apertava minha mão talvez com mais força do que eu apertava a dele.

Carlos se movimento, o pau escorrendu pra fora, lentamente, e voltou. As bolinhas se movendo dentro o meu cu, seguindo seu caralho. Ele continuou, a dor estranhamente sendo adormecida e o movimento fluído graças ao lubrificante. Seu caralho escorria sem dificuldade maior do que a apresentada pelas minhas pregas não mais virgens, mas ainda apertadinhas. O cu da mulher com a piroca acomodada dentro me veio a mente num flash. Segurei meu próprio pau e me punhetei. Ouvi risadas. Carlos aumentou o ritmo. O prazer começava a surgir, mais no meu psicológico do que no físico. Mas aos poucos meu corpo esquentava e o suor, que antes era por nervoso, dava lugar ao suor oriundo do calor que me tomava. As mãos de Carlos apertaram minhas pernas. Sua pélvis se chocava contra meu corpo. Aquela pica me invadindo em um vai e vem cada vez mais rápido. Aumentava a velocidade da minha punheta igualmente. Os moleques, atônitos, observando em silêncio. Gemi. Junior mordeu os lábios me encarando. Gilberto levou minha mão até seu pau. Não consegui masturbá-lo, mas apertei seu caralho com força. Ele movia meu braço.

Isaac apalpou minha bunda, me arreganhando e aproximava a cabeça para ver de perto o que acontecia ali. Tremi quando senti algo estourar dentro de mim. Carlos riu. " - Estourei uma. " A sensação foi maravilhosa. " - Agora que ele não vai sentir dor mesmo, pode foder com raiva." Ouvi Alan dizendo, mas não entendi. Mais tarde descobri que as bolinhas continham gel que para adormecer o ânus e amenizar a dor. Pelo visto funcionava, meu cu já degustava o caralho de Carlos sem frescura. Sua botadas já eram vorazes e se chocavam contra minha bunda e estalavam. Os meninos me seguravam com mais força. A impressão que eu tinha era de que aquele mastro me atravessaria. Comecei a arfar e fui chamado de puta. "- O viadinho está adorando." falou Junior, sorri. Logo ele pôs a mão embaixo da minha blusa e mexeu no bico do meu peito. Era novidade, acabei gostando.

Alan estendeu o braço e segurou meu rosto, apertando minha boca antes de enfiar dois dedos. Os lambi e chupei como se fosse uma chupeta. Gilberto ainda direcionava meu braço em uma punheta no seu próprio pau. Carlos se aproximava de seu àpice e senti quando suas mãos me apertaram com mais força. Na última surra de pica que meu cu tomou, senti a outra bolinha estourando, até que estocou com mais força e manteve o pau lá dentro. Seus braços tremeram e ele soltou um gemido alto. Senti seu pau bombando dentro do meu cu e enlargueci um sorriso. Meu pau secretando um prazer, meu cu dormente e ainda insaciado. Um passo pra trás e senti Carlos puxando seu pau pra fora, trazendo contigo parte do líquido do gel que havia nas bolinhas. A camisinha dele lotada de porra, os moleques rindo. Só então notei o cansaço do meu corpo, que parecia se liquefazer sobre aquele colchonete. Um jato de porra voou e umas gotas recaíram sobre minha barriga, Gilberto havia gozado. Isaac anunciou que também, enfatizando animadamente; " - Essa porra foi muito boa até pra mim que só assisti."

Eu não conseguia me mexer. Meu corpo era todo torpor. Estava mole e, quando Isaac soltou uma das minhas pernas, ela tomou e quase cai junto com o abatedouro improvisado, sendo segurado por Alan e Junior. Carlos após gozar havia se recostado na parede e lá permaneceu. Quis me sentar mas, graças ao tempo que minhas pernas ficaram erguidas, não tinha forças e sentia meus pés formigando. Permanecei deitado. Junior se aproximou e me puxou um pouco pro canto, erguendo o pau até o alcance da minha boca. Segurei e brinquei com a língua, engolindo em seguida. Chupava com calma, ainda entorpecido pelo prazer anterior. Fiquei ali alguns minutos, os outros conversavam sobre algo mas eu não prestava atenção. Só pensava naquele prazer. Voltei a me punhetar com a mão que sobrava livre. Junior acariciava meu rosto enquanto bombava na minha boca. Eu queria provar sua porra. Me sentia sujo e gostava daquilo. Senti quando alguém se aproximou de mim novamente e mexeu nas minhas pernas. Era Alan que me puxou um pouco pra ele e me virou de costas. Meus pés encostaram no chão mas, ainda sem força, meu corpo continuou debruçado sobre o colchonete. Voltei a chupa Junior sentindo Alan sarrar seu pau no meio da minha bunda.

Já não podia mais me masturbar então levei a mão até minha própria bunda e puxei uma das bandas, como um convite. As mãos de Alan me apertaram e sem muito rodeio ele posicionou seu pau na entrada do meu cu e forçou. Socou sem dó de uma só vez e eu gemi com o pau do Junior na boca. Sua botadas, mais fortes que as do Carlos, me sodomizavam e me sacudiam, quase desfazendo a necessidade que sugar a pica que estava a minha boca já que, como consequência dos movimentos, ela já batia no fundo da minha gargante e voltava. As vezes ficava sem ar e quase engasgava mas, a julgar pela mão que Junior posicionava atrás da minha nuca, ele queria que eu engolisse mais.

Já não sentia dor e, pra ser honesto, quase nem sentia penetração no meu cu, de tão dormente que minhas pregas estavam. Sentia somente quando ela socava no fundo, uma sensação com a qual eu ainda não havia me acostumado. Ao menos com o tempo fui retomando o controle das pernas e já me apoiava na ponta dos pés. Minha mente vertiginaza de prazer e eu já me via como a própria mulher da revista, imaginava que o prazer que havia visto na cara dela lá, agora tomava o meu rosto. Alan gritou e senti seu pau ir mais fundo se erguendo dentro do meu cu enquanto ele mesmo se prostava na ponta dos pés. Gozou e só quando o fez, percebi que estava sem camisinha. A porra escorrendo quente dentro de mim em quantidades imensas. Puxou o pau pra fora bruscamente e escutei ela caindo no chão, vazando do meu cu e escorrendo pelas minhas pernas. Instintivamente, quis me virar pra trás me Junior prendeu minha cabeça e fodeu minha boca, incentivado pelo orgasmo do Alan. Senti sua glânde se chocando contra o fundo da minha garganta e me agarrei na cintura dele, tentando freá-lo. Meus olhos lacrimejaram, o mastro deslizando pela minha língua. Ele apertou e segurou com força meu cabelo e enquanto retirava o pau da minha boca, seu esperma jorrou em diversas esporradas. Duas das quais dentro, as demais no meu rosto.

Ambos se afastaram e eu permanecei ali, com porra na cara e vazando pela bunda. Desfalecido, não conseguia sequer me mover. A vontade que eu tinha era de dormir ali mesmo. Aquele cheiro, no entanto, estava maravilhoso. Demorou pra eu perceber que, talvez, esteve maravilhosamente perceptível demais, o que seria um problema pra eu voltar para casa. Mas ainda não conseguia me preocupar. De quebra, eu havia gozado junto com Junior e Alan, mas mal percebi graças a intensidade de tudo. A imagem que eu tinha de mim mesmo, deitado naquele lugar, com meus primos ao meu redor igualmente extasiados, me agradava e suplantava a preocupação.

Demorou para que eu tivesse forças para me pôr de pé. Carlos se aproximou e perguntou se eu estava bem. Disse que sim e limpei o rosto. Isaac trouxe um rolo de papel higiênico em seguida. De fato haviam pensado em tudo. Minha bunda ainda estava suja de lubrificante e porra. Eles me ajudaram a limpar. Eu ria cansado. Pensava que deveria me sentir preocupado ainda. Mas só sentia orgulho.

Já era tarde e eu pensei, de início, que conseguiria dar o cu pros cinco. Mas não foi possível. De toda forma, sei que seria cobrado e aquele havia sido só um novo passo no nosso segredo. Eu mal podia esperar pelo dia seguinte. Antes de me ir embora, Carlos deu um tapinha nas minhas costas e, sorrindo, disse; " - Parabéns, Yuri."

Comentários

04/02/2017 21:25:34
Perfeito
28/01/2017 00:21:40
Uma grupal só é saborosa quando existe delicadeza entre todos
01/01/2017 17:19:31
Tenso, mas deu tesao
31/12/2016 08:19:22
Curtir uma porcaria dessas é ser tao doente quanto quem pratica.
30/12/2016 11:16:23
Muito bom
30/12/2016 08:45:27
Amei.
30/12/2016 04:04:18
TODOS MUITO SACANAS, SAFADOS. ESTÃO USANDO E ABUSANDO DO MENOR. PIOR AINDA POIS O CHAMAM DE PUTINHA E VIADINHO. NÃO GOSTO DISSO.

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