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O “monge” stripper

Autor: Jota
Categoria: Homossexual
Data: 31/12/2016 21:59:00
Última revisão: 01/01/2017 01:25:43
Nota 10.00
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O “monge” stripper

*

Daniel é o mesmo personagem do conto Daniel e o Manual do Sexo. No conto anterior não tinha uma aparência definida no intuito de representar todos os homens, no entanto ao dar-lhe características há o risco de haverem pessoas que não se identifiquem ou até se decepcionem.

Aqui Daniel é gordinho e afeminado, particularmente eu acho um charme as duas coisas, gosto de pessoas que se curtem dessa forma. Para mim, beleza está no conjunto. J.

*

Sábado é o dia!

Se tem sol ainda melhor e amanheceu com o céu limpo, apesar de ser mês de julho e fazer aquele friozinho que obriga-nos usar um cachecol, uma luva e um gorro pela manhã. Para quem acorda cedo em uma cidade mais interiorana, pode ouvir sons de passarinhos, galinhas cacarejando, o cusco latindo e... pancadas na parede?

Bam, bam, bam... O som provinha do quarto do Samuel, irmão mais novo de Daniel, que tinha trazido a Bia para dormir no sítio dos pais. Apesar de morarem em uma casa de madeira, tudo ali era muito caprichado.Seu Augusto envernizara a casa, das paredes ao teto. Mesmo tendo passado alguns dias, o cheiro do verniz ainda impregnava o ambiente embora estivesse mais fraco.

Daniel abriu os olhos ouvindo as batidas contra a parede de seu quarto que era ao lado do quarto de Samuel, pensou em tampar a cabeça com o travesseiro, mas então sentiu o cheiro do café espalhado pela casa, jogou a coberta de lado e levantou num salto. Sem tirar o pijama de flanela apeluciada por dentro, ele apenas calçou um chinelo de pano nem percebendo que perdeu uma das meias entre as cobertas pesadas que usara de madrugada.

Café da mãe passado no coador de pano não há quem resista, ele não resistia, isso era seu despertador aos sábados e domingos, seus dias de folga da função de instrutor de informática na rede pública municipal da cidade pequena onde morava.

— Meu Deus, rapaz, lava esses olhos antes de vir tomar café. — Mãe é mãe, ainda mais quando se mora na casa dos pais aos trinta anos, o tratamento não muda.

— Cadê o pai? — Daniel passou por ela esfregando os olhos indo na direção do banheiro, aproveitando para dar uma mijada antes de lavar a cara, fazendo as coisas sempre nessa ordem. Depois se senta a mesa e corta uma fatia grossa de pão.

— Na cooperativa comprando ração. Disse precisa comprar creolina porque tem umas vacas com bich....

— Aiaiai, para mulher, agora vou tomar café.

Daniel sempre teve aquele jeito afetado de abanar as mãos quando se irritava com algo e desde criança fora muito corrigido por isso. Até que bateu o pé com toda sua personalidade e declarou-se, assumindo suas preferências. Fazendo até chantagem que se mataria se os pais o discriminassem. Por muitos anos, seu Augusto tivera vergonha, agora não ligava, afinal Daniel sempre foi um rapaz muito tranquilo e até então nunca levara nenhum macho para dormir em casa, optando por ter seus namoricos longe das vistas dos pais.

— Toma café e tira esse pijama logo, o Samuel trouxe a namorada dele e fica feio andar com essa coisa na frente da moça.

— Ahaha. Moça? Ai, até parece que fico de pijama o dia todo, mãe. Credo.

— Hoje à noite fica em casa, Daniel. Já saiu na semana passada, economiza teu dinheiro um pouco, onde que você vai sempre?

— Mãe! Eu tenho minha vida, meus amigos, porque quer saber que lugar eu frequento? Por favor, já vou fazer trinta e um.

— Tá bom. Não demora no café, lava a tua loucinha, depois põe esse pijama no chão perto do tanque que já lavo, vê se tem mais roupa pelos cantos... — Dona Nita nunca muda, vai saindo de dentro de casa para cuidar dos afazeres na horta e fala até não ser mais ouvida por Daniel que fica puto com ela às vezes. Mãe e filho mais velho, parecidos demais.

A rotina de um rapaz solteiro em cidade pequena é basicamente a mesma aos finais de semana: acorda, toma café, troca de roupa, ajeita a cama, fica lendo um pouco, desce e pega uma fruta, sobe e liga o computador, desce para almoçar, passa a tarde assistindo série de ficção, beliscando chocolate, pipoca, tomando uma lata de leite moça, vai a padaria compra sonho de creme, cuca de farofa e outras porcarias, volta para casa e liga para os amigos mais chegados para combinar algo que o tire da rotina.

Seus amigos são como ele, uns dão mais pinta que outros e alguns são mulheres que amam a companhia deles. Cidades pequenas de interior, mesmo que todo mundo se conheça, sempre terão seus segredinhos, seu submundo.

— Oi vadia... Como assim, não vai?

— Ai Dani desculpa, mas com esse frio não dá coragem de sair. Nem pra ver o “bombeiro” naquele lugar.

Que lugar? É, aquele lugar...

Daniel já tinha ligado para uns quatro amigos. Parecia que eles tinham combinado, porque ninguém queria sair ou estava com visita ou sem grana ou estava frio demais. É costume deixar o menos bacana da turma por último e foi justo quem ficou mais empolgado, mas estava sem carro. Nesse caso, Sandrinho sendo a última opção, teve o privilégio de ganhar uma carona na pick-up velha que o pai de Daniel lhe emprestava. Não era mal conservada, mas estava sempre suja de poeira vermelha e Daniel mais cedo estava tão certo que tinha carona garantida que nem lavou o possante do pai, uma F 1000 ano 96 “cabina” dupla, como o velho dizia.

Sem tanto tesão, Daniel se trancou no quarto e começou a provar as calças praguejando o tempo todo. As mais novas estavam apertando na cintura, mesmo que ele tivesse cuidado a semana inteira na comida, ficou vários dias tomando shake no almoço e compensado a fome na janta, só que ele teimava em não entender que estava fazendo tudo errado.

Só de cueca na frente do espelho ele se detestou mais uma vez. Desde criança sempre fora o gordinho de óculos, não exatamente obeso, mas sempre no sobrepeso, coxas grossas, bunda grande, barriga, “pneuzinhos”, rosto redondo e queixo duplo. Com o tempo aprendeu a não se importar muito, pois sempre houvera quem curtisse ele para uns amassos. Só que Daniel estava solteiro com quase trinta e um e ninguém nasceu para ficar sozinho, por isso às vezes queria ser diferente. Nem na altura tivera algum privilégio, nem o pau grandão, nem olhos claros.

Sentindo-se desanimado, caiu de cara na cama de madeira que cedeu quebrando com seu peso.

— Daniel! Que foi isso? — Dona Nita devia ser biônica, que mulher rápida! Já estava gritando do lado de fora do quarto do filho.

— Nada, mulher... Pede a chave do carro pro pai.

— Que?

— A chave do carro, mãe. A chave.

— Que chave?

Desistindo de chorar, Daniel se enfiou dentro de um moletom grosso e saiu a caça do pai.

*

— Nossa, você pisou em alguma coisa? — Daniel perguntou sério para o Sandrinho. — Que fedor é esse?

— Como que eu vou pisar em alguma coisa se nem tenho cachorro. Isso é cheiro de estrume, sua família tem vaca, então não fui eu quem pisou.

— Ah, cala a boca, eu não pisei em nada também, deve ter sido o pai. Nem lavei essa bosta de carro... — Daniel ficou vermelho, mas não tinha como ser notado à noite. — Ai criatura, será que aquele monge vai estar lá hoje?

— Sempre tem um monge.

— Eu sei. Mas contrataram um lindo, não o loiro, o moreno mais peludo, que tem o saco maior, sabe? Fica um pacotão na cueca.

— Nem reparei nesse.

— Acho bom mesmo. Aquele é meu. — Daniel joga o cabelo liso para o lado e se abana. — Nossa que calor. Abre esse vidro.

— Que calor, viado? Eu tô tremendo. Não tenho essa camada de gostosura ai.

— Vai tomar no cú. — Ambos deram boas gargalhadas até chegar no “paraíso”.

O clube ficava perto do centro, mas o acesso era discreto. Inicialmente era um clube para mulheres, aquelas mais afoitas, mas logo os rapazes afins começaram a dominar o local disputando espaço com elas. Daniel não se soltava para dançar e menos ainda paquerava alguém por se sentir insatisfeito consigo ultimamente. Por isso só ia lá para ver os “deuses” dançarem e se desnudarem. Naquele dia teve tanta sorte que ficou pertíssimo do palco onde ainda nem tinha começado a diversão. Tinham poucas pessoas que chegavam lentamente.

— Viu... — O som alto obrigava Daniel a gritar. — Porque é bom vir mais cedo?

Já servidos de algum coquetel, ambos ficaram colados ao palco, tão perto que talvez a rola de algum dançarino batesse nas caras deles. Seria “péssimo”, dizendo isso com o maior sarcasmo possível.

Logo o negócio enche de todos os tipos de pessoas loucas para verem os seus deuses homenageados nas siricas e punhetas.

Eis que entra o bombeiro, hoje o primeiro. Rola um pouco de acotovelamento, pois o bombeiro é um senhor negão daqueles que servem café, almoço e janta. Tesudo mesmo. Usa uma mangueira que no lugar da água expele confetes de papel. Merecedor daquela gritaria histérica de meninos e meninas a cada peça tirada. Tem boatos que uma tiazona desmaiou certa vez quando ele libertou a jiboia, mas boato nem sempre é fato.

O desgraçado brilha com efeito de óleo, dança todo sedutor, passando as mãos pelo peito musculoso, estufado e liso, com aréolas escuras e bicos pontudos. Já tem um grande volume na frente, provavelmente efeito de alguma substância. A calça retirada em um movimento único revela o que o cidadão tesudo tem em matéria de coxas, um Apolo ou Hércules, impossível contar quantos contornos de músculos esculpidos naquele monumento. Hoje está de cueca branca, não é jock, tampa a bunda imensa que algumas mãos alcançam para estapear.

Para decepção de alguns, ele parece ter notado que só há loiras no lugar, pois sua atenção e olhares são para elas.

O bombeiro provoca sabendo que na retaguarda está seu melhor talento. Sua polpuda bunda, que ele mesmo estapeia, descendo a cueca até a metade mostrando seu rego fundo. Ele gosta de brincar, mas deixa bem claro que pertence a elas e não eles, chegando bem perto de uma bonita ali da frente e deixa-a descer sua cueca branca que lhe fica de souvenir, e já que ganhou, aproveita para dar uma cheirada com vontade naquela peça que cobria o mastro negro. Coisa grande, dura e grossa, verdadeiro canhão de guerra. Imponente ferramenta que seu dono manuseia na mão grossa dando como brinde extra em seu pequeno show, uma gozada no palco.

— Nossa, que calor... — Daniel sua por ser mais gordinho e pelo tumulto não pelo bombeiro em si, que sequer olhou ali para o canto onde ele e Sandrinho estavam.

Para não perderem o lugar, ambos se revezam para buscar a bebida.

Sandrinho nem piscou quando o bombeiro ficou pelado e quando pensa em piscar entra o executivo. Esse é moreno claro, menor e menos musculoso. Mas cheio de charme. Pede ajuda de forma manhosa para desabotoarem sua camisa social branca, engatinhando até bem pertinho das expectadoras, mas só permite que lhe abram um único botão, fazendo um não com o dedo indicador. Depois vai pertinho de Daniel que parece bem mais interessado, até consegue ganhar uma piscadinha e um beijinho soprado do dançarino como prêmio de consolação por não tê-lo tocado.

Esse é peludo do umbigo para baixo, charme natural, pentelhos pretos contrastando com a pele branca, saco pouco volumoso e vara grossa, inesperadamente ele se vira de costas e afasta as nádegas e quem está mais perto consegue vê-lo “piscar” várias vezes.

Tem cowboy, tem policial, tem zorro, cardápio baseado nas fantasias que mais fazem sucesso.

Verdadeiro rodízio de caralhos, brancos, pretos, grossos e outros mais finos, torto para a direita, retíssimo, com prepúcio amarronzado ou mais claro e até pica circuncidada, com cabeça mais fina ou cogumelo cabeçudo, depilação artística, liso ou selvagem, saco então variava de tamanho, uns mais firmes outros mais caídos. E as bundas? Mais gordas, mais redondas, mais retas.

Daniel estava ansioso e um pouco irritado por demorarem tanto para passarem com o melhor “petisco” daquele rodízio. Óbvio que o seu favorito causava comoção geral. Era o monge, o mais sério dos dançarinos que geralmente ficava por último, com o suspense pela demora fazendo carteiras esvaziarem no bar que não tinha nada de barato.

Eis que surge uma novidade no horário em que o monge geralmente entrava, para Daniel o coração aperta, para os alvoroçados em frente ao palco aquilo era um deleite. O tipão devia passar tranquilamente de dois metros de altura, pelo físico poderia se exibir em algum concurso de fisiculturista. Cara de mau, barba mal feita, macacão jeans com marcas de graxa preta, trazia consigo uma chave de roda batendo contra a palma grossa da outra mão. Seus olhos focaram no baixote e gordinho do Daniel que sentiu sua “pressão” subir e o “olho cego” piscar furioso só de pensar que o machão ia se pelar todo em minutos.

Seus olhos ficaram arregalados quando o corpo imenso começou a se movimentar ao som de um Techno-metal acompanhado pelos gritos. O mecânico joga em um canto a chave de roda, arranca o macacão de uma vez só mostrando a surpresinha por baixo, outra calça que faz corações pararem e bocas ficarem sem saliva.

Daniel e quase todos que admiravam aquele exemplar de deus grego, viraram os conteúdos de suas garrafas e copos.

Fazendo a linha: macho bruto, chamava mulheres afoitas no palco para apertarem seu peito e bíceps duros e imensos, mas os rapazes assanhados ele provocava mais, pedia para apertarem seu cacetão que marcava a calça jeans. Sandrinho foi chamado por aquele dedo que “diz”: vem, claro que não ia perder a chance de segurar na anaconda do mecânico, teve mais sorte ainda, inusitadamente ganhou o privilégio de abrir o zíper do cara e meter a mão dentro da cueca e segurar a pica do stripper, tudo muito rápido sendo ele o último a participar muito faceiro da brincadeira. Sandrinho saiu do palco com as duas mãos no rosto escondendo a boca aberta demonstrando a mais pura descrença, parecia que sua alma ia desencarnar. Daniel teve que abaná-lo quando chegou perto.

— Não diz nada, maldito. — Claro que Daniel brincava, mas foi natural sentir um pouco, na verdade muita inveja.

Sandrinho não precisava falar de tamanho e da dureza que sentiu, porque poucos minutos o mecânico ficou 100% pelado. Era tanta informação que as tias mais coroas se abanavam como se estivessem numa de suas crises de menopausa e outros se abanavam como de julho fosse um mês quente de verão.

Que documento!

Daniel só vira aquilo em filme pornô hard, nunca tocara numa coisa tão monumental. Era, O caralho! Uma tora de veias dilatadas que o deixavam quase indecente, prepúcio escuro, cabeçorra mais clara. O mecânico provocava sabendo que o saco imenso que balançava deixava sua plateia hipnotizada, como se balançasse um objeto encantado.

— É muita informação, cheguei a tontear, vamos... — Daniel sentia aquele gosto amargo na boca, pois estava crente que o mecânico era o último a dançar, pois as luzes mudaram e por sorte Sandrinho o segura pelo suéter ou perderiam o lugar.

Um canto gregoriano que antecede sempre a entrada do monge começa tão baixo e quase abafado pela gritaria histérica. Daniel sente a pressão subir de verdade.

— Ai meu Deus, minha nossa senhora, ai... Vai me dar um troço, viado. — Daniel quase passa mal quando por trás da fumaça densa, uma luz amarela brilha, aumenta e revela o homem que a conduz para dentro do palco que é seu agora.

O monge nunca foi de fazer gracejo, apenas encara. Ele é bonito sim, lindo e misterioso. Talvez apenas seja parte do seu papel nas noites em que se revela. Um grosso hábito marrom muito escuro lhe cobre dos pés a cabeça, aparecendo sandálias usadas por padres franciscanos enquanto caminha portando o candelabro com uma vela. Elee mantem-se cabisbaixo, até que aquela música sacra e sinistra cesse e a vela apague.

O jogo de luzes revelam o belo monge agora entregue a dança caracterizada por movimentos sensuais que acompanham o lento movimento de livrar-se das vestes, a começar pelo capuz, crucifixo, cordão na cintura. O monge ainda é o melhor dos dançarinos, o mais quente, geralmente o som escolhido contém temas obscenos e sua provocação é diferente dos colegas que brincam com o público, o monge brinca só consigo. Naquela noite fora o único a não usar uma roupa por baixo da fantasia, que quando arrancada revela o senhor supremo das “homenagens” de Daniel. Este quase se toca ali mesmo de tanto tesão pelo macho que sequer percebe sua existência.

De costas para o pole, o monge se acaricia por inteiro demonstrando o prazer que sente consigo, fazendo quem o vê, crer o quão delicioso é. Todos gostariam de passear as mãos no peito peludo, músculos sem exagero, sua região pubiana onde ele dá apenas uma aparada, pendendo ali o símbolo da masculinidade dura ao limite, que chicoteia o ar, quando ele fecha os olhos pensando em algo. Um espetáculo é ver um caralho que parece ter vida própria. Então finalmente ele se ajoelha na frente da plateia e permite que dedos afoitos acariciem suas coxas grossas e toquem em seu peito.

— Não creio, eu fiquei lá na semana passada e na outra, e ele sempre vinha pra cá, esse filho da puta.

Daniel pode amar, mas odiando é melhor ainda. Não esperava que o monge se levantaria e fosse caminhando na sua direção com o pau apontando para sua cara. Seu olhar chegou a ficar vesgo mirando no buraquinho da cabeça, agora há centímetros da sua cara. Da rola gostosa chegava a pender um fio de baba que Daniel meteu a mão assim que o monge se ajoelhou para ele. Só que Daniel não soltou sua pica, indo contra qualquer regra da casa, beijou a pontinha do caralho e ficou com aquele gostinho meio salgado nos lábios, os quais ele lambeu deliciado.

O monge pego despreparado esqueceu que não podia fazer o que acabou fazendo, projetou seu quadril para a frente e deu de mamar ao cara que tanto o desejava. O monge fodia boca faminta de Daniel, que chupava gostoso, mostrando que sua língua era melhor dançarina, a fazia sambar em volta da cabeça, usando uma das mãos para segurá-lo pelas bolas inchadas, que foram esvaziadas em sua garganta.

Daniel tocando-se por cima da calça acabou gozando na cueca e o monge percebeu, finalizou a sua maluquice beijando de língua a boca quente do rapaz que chupou pica do dançarino mais desejado das noitadas.

*

Sandrinho e Daniel saíram calados da casa noturna, ambos com aquele risinho travesso e cumplice.

— Consegue dirigir? — Sandrinho pergunta.

— Não dá, tô chapado.

— Eu também.

Ambos riem como se fosse piada.

— O que você acha da gente dormir dentro do carro? Já é domingo e seu pai nem usa o carro cedo.

— Só usa essa bosta quando eu chego tarde, deve ser implicância. — Rebate Daniel abrindo a porta do seu lado e entrando. — Vamo embora, praga. Que é, virou estátua de sal?

Sandrinho não reponde, e sim, uma voz que ele nunca ouviu.

— Tem uma carona aí gente? — Daniel se segura para não fazer aquela cara de bocó, mas é meio impossível.

O monge!

— Ah sim, entra vem na frente, claro. Sandrinho xispa.

Sandrinho segura um risinho debochado.

— Ahmmm... Monge, desculpa, nossa agora eu fiquei sem graça. Sou o Daniel e atrás é o Sandrinho.

O rapaz dá o primeiro sorriso que Daniel vê.

— É Joel, o monge foi demitido agora há pouco. — O monge se apresenta. — Não podia ter feito aquilo com você, é regra. Pode tocar ou dar um selinho, coisa leve, mas não... Aquilo.

— Eu adorei. Quero dizer, foi meio punk né. Imagina o que está pensando de mim agora.

— Também curti. Aliás, faria de novo. Ah, pode me deixar aqui... Moro logo ali...

— Bacana, faria de novo, quer dizer que não se arrependeu? — Daniel sente-se vaidoso e sorri todo bobo.

— Não. Quer dizer que faria de novo, outro dia. — Nisso ele sai do carro sorri e pisca para o rapaz, que leva uns dez minutos para sair do lugar.

Quando chega em casa, Daniel nota que seu celular desapareceu do porta moeda do carro e xinga alto.

— Demonho! Pode ser gostoso, mas roubou meu aparelho novinho, cretino. Que ódio.

— Tá reinando porque Dani?

— Nada Samuel. Dormiu em casa?

— Nem dormi. Recebi aquelas notícias que fodem a vida do cara pelo resto da vida. Bia tá de barriga.

— Bem feito, quase derrubam a parede do meu quarto de madrugada, com aquela pouca da vergonha.

— Pouca vergonha é o que tu faz por aí. Dando o cú, chupando pinto...

— Pelo menos eu não encho a barriga de mulher nenhuma. E o cú é meu e chupar um pintão é uma delícia... Boa noite.

Samuel dá uma gargalhada enquanto o irmão sobe a escada de madeira, tendo levado o telefone convencional na mão.

Joga-se no colchão (a cama ainda está quebrada) e liga para o seu número que atende no segundo toque.

— Monge, meu celular.

— Está comigo.

— Isso é lógico, garoto. Posso buscar agora?

— Não. No almoço. Almoça comigo?

Daniel sorri sozinho e pensa: vai ter sorte assim na casa do caralho.

— Aceito. Mas só pra conversar. Já ganhou um boquete...

— A mamada foi uma delícia, agora quero te conhecer melhor...

*

*

Meu final fight sempre é meio sugestivo, meio romântico, pode ser que não agrade.

Também nunca consegui descrever bem as cenas de sexo. E o romance? Eu acho que precisa. Sexo por sexo não me agrada, prefiro brincar sozinho se não houver algum sentimento.

Feliz 2017, deixo um abraço forte e até ano que vem. J.

Comentários

04/01/2017 22:27:17
Nossa, que conto!!!!! Demais mesmo. E eu já achava que o monge era um batedor de carteiras e na verdade era o começo me um lance ahahaha... abraçusss
04/01/2017 22:11:41
Saiba que o cenário de onde eu moro é muito parecido com esse de Daniel, rsrsr
03/01/2017 12:42:48
Ei S, riu mesmo? hehe. Eu gosto de uma pitada de comicidade sempre. Tenho 3.7, então curto ou curtia aquela "antigueira" ou "bagaceira" da pornochanchada que é ruim pra cacete, mas se vermos hoje tem o sexo que era meio cercado de tabu misturado ao humor. Na minha visão que é muito simples, os contos devem der começo, meio e final em apenas um capítulo, mesmo que no final você fique com aquele "?" em neon em cima da cabeça, kkk, mas que dê o recado. Até para séries que lemos por aqui, busco aquelas onde um capítulo vai respondendo o anterior e assim por diante. Difícil eu corar, mas corei com seu comentário. Queria explorar mais o Daniel, mas achei melhor engaveta-lo. Não faria muito sucesso (na CDC) um gordinho, afeminado e que dá piti, faz barraco... Deixo um abraço bem carinhoso!!!
02/01/2017 23:22:57
Ahhhhh. Pode rir em meio a excitação? Intencionalmente ou não, você me fez rir e foi bem gostosinho. Finais sugestivos me deixam ainda mais deliciado. Gosto deles. E gosto ainda mais dos seus personagens. Que delícia!
02/01/2017 18:32:07
Oi Querido adriannosmith, fico feliz que tenhas gostado. Gostei também desse personagem alegre e genioso, quem sabe eu pense em um romance com o Dani e o ex-dançarino. Um abraço e muito carinho!!
02/01/2017 00:42:56
Gostei Continua bee ❤😉

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