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Um delicioso imprevisto

Autor: Duda
Categoria: Heterossexual
Data: 05/12/2016 07:04:39
Nota 10.00

Batom vermelho, maquiagem, brincões nas orelhas, penteado sexy, vestidinho roxo, apertado e curto, sapatos de saltos altos, também pretos e brilhantes, e uma dúvida a me atormentar. Colocar uma calcinha fio-dental bem pequenininha, minúscula ou uma calcinha tipo caleçon escrito "Desculpe o transtorno, entrada pelos fundos" e com o desenho de uma fechadura bem na altura do cuzinho. Como ele era muito brincalhão, tentei isso uma vez, com uma outra calcinha onde estava escrito "Bata para entrar". Ele adorou estapear meu bumbum antes de me enrabar, então não tinha por que não curtir essa nova brincadeira.

Ele me esperava na sala. Assim que apareci ganhei um elogios "Você está linda". Me senti toda toda, ainda mais com aquele belo par de olhos me devorando de cima a baixo. Lucca me agarrou, com as duas mãos na bunda logo de primeira, e me beijou apaixonadamente. Quase que nosso jantar foi pro espaço, mas a fome bateu em nós dois e tivemos que ir ao restaurante. Primeiro o jantar, depois o outro jantar.

Tudo corria com naturalidade até a hora de fazermos nossos pedidos. Enquanto o garçom tirava nosso pedido, um casal entrou no restaurante e a atenção de Lucca foi desviada. Olhei para o mesmo casal e um ciúme tomou conta de mim. A mulher que entrava acompanhada era linda. Uma moça morena clara, com cabelos escuros e um olhar sensual. E um corpo, que corpo perfeito. Cintura mais fina que a minha, quadril mais largo que o meu, seios grandes e firmes, aparentemente sem silicone, que balançavam suavemente no vestido folgado junto com suas passadas decididas. Outros homens e mulheres olharam também. Desejando-a. Querendo trocar de lugar com o rapaz que a acompanhava. Além do ciúme veio a inveja. Quando chegamos ao restaurante eu fui uma atração a parte. Essa moça não era uma atração, era o show inteiro.

Com muita raiva olhei para Lucca para repreendê-lo e foi então que vi minha companhia levantar a mão e acenar para o casal que entrava. O homem o viu e cumprimentou de volta já andando na nossa direção.

"Quanto tempo, Thomas" e o visitante respondeu "Como anda a vida, Brother. Acho que não te vejo faz anos". Depois de apertarem as mãos, Lucca me apresentou, "Essa é minha namorada, Eduarda". Thomas apresentou a morena ao seu lado, "Essa é minha amiga, Isabella".

Desse ponto em diante, o jantar, que era para ser um jantarzinho romântico a dois, se transformou em uma reunião animada de amigos, pelos menos 3 amigos pois eu fiquei meio deslocada naquela mesa, e isso é muito chato. Fiquei deslocada durante a conversa deles, quase esquecida pelo meu, agora oficial, namorado. O tempo passou, a comida chegou, comemos, bebemos, rimos a beça e, antes da sobremesa, Isabella levantou-se, pediu licença para todos nós e deu uma piscadela para mim. Entendi que era para deixarmos os meninos sozinhos e retocarmos nossas maquiagens.

No toalete, Isabella tirou um batom e um lápis de sua bolsa e parou na frente do espelho. Fiz o mesmo. "Parabéns pelo namorado, Duda, ele é muito bonito". Meu rosto ficou vermelho e nem tinha passado o blush ainda. "Obrigada. O seu também é muito bonito". Ela riu para mim. "Ele não é meu namorado não. Conheci ele ontem...". Limpou o excesso de batom dos lábios carnudos e completou "...ele queria me mostrar a cidade e disse que a vista desse restaurante é a melhor que tem".

Aproximei-me do espelho para retocar meus cílios. Guardando o batom na bolsa, percebi ela olhando para meu bumbum, encarando mesmo. Com um novo sorriso, novamente olhando para meu rosto, disse "Estou apenas curtindo um pouco, não estou interessada em namorar não". Mais uma olhadinha em minha retaguarda, outra encarada em mim. "Você também não gosta de curtir a vida?". Deu um tapa e um apertão em meu bumbum que me fez dar um pulinho. Agora não fiquei vermelha, devo ter ficado roxa, não sabia onde me esconder daquele descaramento todo. "Sabia que seu bumbum é muito mais bonito ao vivo do que na TV?". Fiquei sem palavras mas me senti lisonjeada, mesmo sendo uma mulher a me elogiar. Quando mulheres me elogiam, dificilmente é um elogio verdadeiro. Eu sei por que eu faço isso também. Mas ela, essa Isabella, eu vi uma sinceridade em seu olhar que eu não conseguia acreditar. E ainda ficou me esperando, me admirando de cima a baixo, quase que me comendo com seus belos olhos amendoados. Caralho, fiquei excitada com isso.

Voltamos a mesa e o jantar terminou. Quando achei que finalmente teria o Luquinha todinho para mim, o babaca tem a brilhante ideia de convidar seu amigo e sua companheira para tomarem um vinhozinho em sua casa. Qual o problema dele? Está com uma mulher gostosa que dá até a bunda e fica de conversinha com um amigo? Se ele não me pegasse de jeito todas as vezes que trepamos, até desconfiaria dele. Fazer o que. Fomos até seu apartamento, na cobertura. Lucca levou Thomas direto para o jardim, para mostrar a cidade. Thomas, por sua vez, chamou Isabella. "Venha ver, Bella. Não disse que te daria a melhor vista da cidade?". A morena o abraçou "Mas você me disse que do restaurante teríamos a melhor vista". Ele a beijou e pediu desculpas "Não sabia que encontraria meu grande amigo Lucca. E muito menos que esse malandro estava morando nessa cobertura".

Já na sala, Lucca abriu uma garrafa de vinho e serviu a todos, deixando-a aberta em um balde de gelo para que ficássemos a vontade para completarmos nossas taças. A conversa seguia no mesmo ritmo do restaurante. Os 3 falavam pelos cotovelos e a loirinha aqui boiava e ria para tudo, como se tivesse entendo alguma coisa do que era falado. Até que eu bocejei. Os rapazes pareceram não notar mas Isabella sim. Outra vez sorriu para mim. Envergonhada fui ao banheiro, fingindo querer retocara a maquiagem novamente. Parada em frente ao espelho, fiquei olhando para o blush em minhas mãos, sem qualquer intenção de passa-lo e foi então que a porta foi aberta e Isabella entrou, já foi tirando a sombra da bolsa e, dividindo o mesmo espelho do lavabo, ficou encostada em mim, escurecendo os olhos já tão provocantes. Tive que parar de fingir e passar o pincel em meu rosto, bem de leve. "Espere aí", ela falou e foi pegando o pincel de minha mão. "Deixa que eu faço isso". Primeiro passou a mão em meu rosto, deslizando por toda a bochecha e maçã do rosto, depois começou a passar o pincel. Aquela morena mordia os lábios de uma maneira tão sexy que parecia que aquilo era muito prazeroso, orgásmico me atrevo a dizer, e até mesmo para mim. Senti minha bucetinha umedecendo e fechei os olhos. Assim que o fiz, senti o lábio úmido de minha nova amiga encostar nos meus. Um selinho, nada de mais, mas foi muito bom. "Prontinha, mais virginal impossível". Olhei no espelho e ri. ela tinha exagerado, deixando meu rosto com dois círculos rosas. Fiquei encarando o espelho ao passo que Isabella dirigia-se à porta. "Quase ia me esquecendo", ela voltou para buscar sua bolsa e aproveitou para me dar mais um selinho e me deixar estática. Fechando a porta, sai desse meu transe muito louco e pensei em limpar meu rosto e fazer uma nova maquiagem, mas pensei no beijo que recebi e no elogio e resolvi deixar assim. Guardei tudo em minha bolsa e voltei para sala para encontrar os dois amigos ainda sentados de bate-papo e a morena mexendo no rádio ao lado.

Assim que o som começou a tocar, os dois olharam para Isabella. "Vamos animar um pouco isso aqui". A música era Twist and Shout, dos Beatles, e, dançando, ela foi até Thomas e estendeu a mão para dançarem e ele fez que não com cabeça. Então ela voltou-se para mim e me puxou, sem nem perguntar se eu queria ou não dançar. Como já estava meio altinha por causa do vinho, entrei na onda e ficamos rebolando ao melhor estilo rockabilly. Em seguida veio Madonna cantando Material Girl. Aí Isabella endoidou de vez. Dançava, rebolava, chegava perto dos dois e passava a mão em seus rostos, voltava pulando para perto de mim sem se preocupar com o vestido leve que subia e mostrava toda sua bunda. Me pegava e fazia dançar com ela, me sacudindo de um lado para o outro na maior animação. A música parou e todos ficamos a gargalhar. Uma nova música começou, bem diferente das canções até agora. Uma canção que eu reconheci de primeira. Lionel Richie, Say you, say me. Preciso dizer algo mais?

Parei de dançar e até dei um passo na direção de meu namorado, mas Isabella segurou minha mão e me puxou para perto de si, me abraçando como se fosse um polvo com vários braços a me dominar. Já que não tinha escapatória, me deixei levar. Acho que ela me entendeu mal pois logo suas mãos encontraram meu bumbum e apertaram com força e percebi meu vestidinho subindo e minha bunda já começando a aparecer. Fiquei assustada com tamanha audácia e tentei procurar ajuda em Lucca e foi então que eu fiquei besta. O cafajeste e seu amigo estavam olhando para nós duas a dançar, adorando o showzinho particular. Nem tive tempo de ficar brava e senti a respiração quente em meu cangote me causando arrepios estranhos e deliciosos. "Vamos lá, Dudinha, vamos dar para esses dois um espetáculo inesquecível". Não sei o que me deu mas quando ela deu uma chupada em minha orelha, ui, concordei na hora. Sua boca desceu ao meu pescoço e depois até encontrar meus lábios. Enquanto estava excitada com os beijos daquela mulher fiquei ouvindo os rapazes gritando várias sacanagens. Fiquei mais molhadinha do que já estava e comecei a agarrá-la. Nosso corpos se roçavam como eu jamais havia feito com uma mulher, e vou falar para vocês, meus leitores sem-vergonha, estava bom pra caralho. Caralho não, pois era uma mulher, estava bom pra xoxota, melhor dizer. Ela sabia me acariciar como nenhum homem jamais havia feito. Seus dedos logo encontraram minha bucetinha e aí eu não aguentei, comecei a gemer descaradamente, esquecendo inteiramente que tínhamos uma plateia. Desligada do mundo exterior, voltei a mim quando senti um abraço vindo por trás, e um volume encaixando-se no meio do meu bumbum, cujo vestido já tinha subido totalmente.

Isabella me libertou de seu beijo e vi Lucca atrás de mim e Thomas atrás dela. Ela virou-se e eu fiz o mesmo, e começamos a beijar nossos próprios homens. Porém, logo meu cabelo foi empurrado para o lado um chupão no meu pescoço me fez virar. Isabella outra vez me atacava, faminta, voraz. Beijou minha boca outra vez depois afastou meu rosto. Fiquei entorpecida olhando seus belhos olhos escuros e profundo. Pelo meu lado, Thomas foi puxado na direção dela e a vagabunda o beijou com a mesma paixão que havia me beijado. Se eu já tinha ficado paralisada antes, agora fiquei mais ainda, e agora com uma indecisão estranha. Não sabia se ficava com ciúmes do meu namorado por beijar outra mulher na minha frente ou se ficava com ciúmes de Isabella que havia me flechado como um cupido. Antes mesmo de eu conseguir ter uma resposta a morena me puxou pelo braço e começamos um beijo a três. Outra novidade para mim, e ainda mais deliciosa que a anterior. Meu corpo era controlado pelos desejos dos dois que me agarravam e me usavam. Chegou o terceiro que faltava, me agarrando por trás. Thomas encaixou seu volume entre as bandas de minha bunda e ficou roçando em mim, passando as mãos em meu corpo e logo apertando meus peitos para depois me virar, agarrar e beijar como um esfomeado que parecia que iria me engolir. Com uma pegada bem mais rústica, eu fiquei completamente submissa ao seu jeito de me dominar, com força, volúpia e uma decisão avassaladora e imponente. Outra vez, Isabella se intrometeu e outro beijo a três aconteceu.

Em um instante que sai das bocas vorazes, vi meu Luquinha se esfregando todo atrás da outra, beijando seu pescoço e abaixando a alça do vestido e beijando o ombro agora nu, depois apertando o seio, também livre. Ao ver minha expressão de ciúme e tesão, ela sorriu um sorriso de puta e puxou meu rosto para junto de seu peito. Abocanhei aquele mamilo de uma vez, empurrando a mão tarada de meu namorado de cima dela. Havia uma mão que apertava minha bunda, uma em meus seios, uma em minha bucetinha, uma em minha barriga, havia mãos em todos meu corpo, deslizando e me excitando cada vez mais. Ainda com a boca cheia do seio macio de Isabella, fui sendo empurrada para baixo e me vi de joelhos. Levantei o rosto e vi a rola de Lucca na boca gulosa de Isabella, que já chupava avidamente, como se chupasse a última piroca da vida. Delicadamente, empurrei seu rosto para o lado e abocanhei aquela rola que eu já conhecia tão bem, e comecei a chupar, querendo ser melhor que a morena. Ela, por sua vez, não queria ficar para trás e começou dar beijos no restante do pau, beijando minha boca em vários momentos, e forçando meu rosto para trás. E assim, juntinhas, beijávamos a cabeçorra de Lucca, chupávamos, lambíamos a cabeça e nossos lábios mutuamente, tudo uma única massa de carne e prazer.

Eu disputava o prazer que dava ao meu namorado com Isabella. Queria mostrar que eu era melhor que era em chupar aquela delícia grande e grossa. Nem me preocupei em olhar para cima, olhava apenas nos olhos profundos e belos da vagabunda que me desafiava. Ela, porém, parecia nem se importar. Continuava a chupar com a mesma vontade do começo, e aproveitando-se de meus lábios como se fossem tão saborosos quanto aquela rola.

Ao mesmo tempo que disputávamos a atenção do caralho de meu namorado, ele parece ter mudado de ideia. Afastou-se de nós, caminhando de costas, até sentar no sofá. Fiz menção de levantar, porém uma mão segurou minha cabeça. Tinha até me esquecido que havia mais alguém conosco. Esse alguém passou por trás de mim, afagando entre meus cabelos loiros, até parar de frente para nós, as mulheres de joelho, submissas e indecentes, e foi nesse momento que vi algo que jamais tinha visto em toda minha vida de vagabunda. Ali, na minha frente, meio dependurado entre as pernas de Thomas, havia algo que nem sei como descrever. Não era uma rola, não era uma piroca, nem um pau. Não era grande, era imenso. Comprido e grosso, da cabeça a base. Gigantesco, incomensurável, monstruoso. Como vocês podem perceber, estou usando tantos adjetivos quanto consigo encontrar, e ainda sim acho pouco para me referir àquilo. O cara era o verdadeiro tripé. Puta que pariu, pra que tudo aquilo. E ainda por cima, não sei se para me fazer pior ou por gosto mesmo, Isabella abocanhou aquela jeba descomunal de um jeito que me deu água na boca. O que cabia em sua boca ela chupava, o restante, e era muito o que ficava fora, ela usava as duas mãozinhas para punhetar deixando a saliva escorrer pelo seu queixo. Olhei para Lucca e ele estava lá, largado no sofá, batendo uma punheta para a cena de filme pornô que acontecia. Com um sinal de sua cabeça olhei para aquele colosso em forma de pau outra vez e voltei a olhar para meu namorado. Um novo sinal, agora com sua boca, e eu entendi que ele queria que eu chupasse aquela pirocona. Devo ter feito uma cara de espanto mas ele nem se abalou. Acenou com a cabeça como quem diz, "vai, chupa logo", e mordeu o próprio lábio. Ele realmente queria me ver chupando o pau de outro homem, e ainda por cima um pau daquele tamanho. Putz, que tipo de corno permite que a própria namorada chupe um pau que é maior que o dele. Outra vez olhei para Isabella, se esbaldando naquela trolha e resolvi me jogar de vez. Já tinha feito com três de uma vez, espero que vocês se lembrem, e já tinha beijado essa mulher, essa Isabella, e tinha a aprovação do meu namorado para chupar uma rola alheia. Liguei o foda-se e cai de boca também.

Comecei lambendo as bolas, que Thomas deixava bem lisinhas, e fui subindo com minha linguinha, com a morena tirando as mãos quando eu passava, até encontrar a boca da vadia, quente e escorrendo sua saliva. Ficamos as duas dividindo a rola, chupando a cabeçorra ao mesmo tempo, lambendo nossos lábios e línguas e aproveitando ao máximo aquele monumento do prazer. "Caralho", ouvi Thomas falando e o vi olhando para Lucca, "Essa sua mina chupa igual uma profissional. Nunca recebi um boquete de duas mulheres tão lindas e tão boas assim com a boca". Fiquei tão lisonjeada com o elogio que comecei a beijar a boca de Isabella, afastando-a da rola, e fiquei punhetando ele enquanto me acabava na boca daquela mulher excepcional. Parei com o beijo e voltei a me dedicar exclusivamente ao membro despropositalmente imenso. Fiquei entretida ali, indo e voltando com minha cabeça, engolindo o máximo que conseguia daquilo tudo que me era oferecido e percebi que a outra não estava mais ao meu lado. Passei a mão sobre meus olhos e o abri. O rímel escureceu as costas de minha mão e eu imaginava o estado que meus olhos deveriam estar. Vi, afastando-se de mim, Isabella a caminhar e rebolar na direção de meu namorado, tirando o vestido e a calcinha e ajoelhando entre suas pernas e já recomeçar a chupar, como a puta que era. Eu não sabia se continuava a me esbaldar naquela piroca com o sabor da boca de Isabella, ou ia até meu namorado e a tirava de lá.

A piranha dominava aquela foda como uma profissional. Ela caminhava de uma lado para o outro, sempre sabendo o que fazer, sempre mostrando para mim quem é que mandava. Comecei até mesmo a achar que ela havia planejado tudo aquilo, no momento em que nos encontramos no restaurante.

Ainda indecisa, fui puxada para cima por Thomas que me deu um beijo como o anterior, me deixando desarmada, e abaixou a parte de cima de meu vestido e passou a chupar meus peitinhos, tirando gemidos meus e risos do outro casal. Como se eu fosse um graveto, ele me carregou até uma mesinha encostada na parede, abriu minhas pernas e levantou o vestido. Fechei os olhinhos apenas a espera de sua língua em minha xoxota, mas o que veio foram risadas, muitas risadas. Olhei para Thomas, que olhava para Lucca, que também parecia não entender como eu, e Isabella, que continuava a chupar, alheia às risadas que preenchiam a sala.

"Véio", Isabella parou de chupar e resolveu prestar atenção ao que seu rolinho falava, em meio a tantos risos. "Ouve isso". Foi então que percebi o motivo dos risos. "Desculpe o transtorno, entrada pelos fundos". A gargalhada foi geral e eu, sem saber onde enfiar a cara por tamanho infortúnio, tentava disfarçar e rir com o pequeno grupo. Lucca começou a falar "Meu amigo", e eu tive uma ponta de esperança de ser salva daquela situação vexatória, "Essa menina está sempre fazendo essas surpresinhas para mim". O casal levantou-se e veio até nós, com meu namorado segurando a morena pela cintura. O caminho era curto, mas a velocidade com que eles vieram e a minha tensão por toda aquela situação deu a impressão de terem se passado horas.

Isabella chegou me beijando na boca e tamanha era a intensidade de seu beijo, que mal percebi quando os dois conversando. Somente ouvi quando meu querido Luquinha disse "Eu enrabo a Dudinha todo dia. Você vai ver só, depois que entra nesse cu, você não quer saber de outra coisa". Olhei assustada para meu namorado. Como ele conseguia me oferecer daquela maneira. Percebendo minha inquietação, ele me deu um beijo, entrando entre Isabella e eu e apertando a bunda dela que eu vi muito bem, e sussurrou ao meu ouvido que não tinha problema, que como eu já estava acostumada, seria fácil. Vocês acreditam nessa ousadia? Pois é. E ainda terminou falando "Vamos lá, Dudinha, estamos todos aqui só pela brincadeira, ninguém vai te fazer mal algum". Ganhei outro beijo dele e, com a intromissão de Bella entre nossas bocas, acabei me deixando convencer.

A morena teve a ideia de irmos para o quarto, para ficarmos mais a vontade. Com casais trocados, caminhamos até o quarto de Lucca. Ele e sua nova amiga iam em nossa frente e o safado não deixava de apertar toda aquela fartura de bunda. Thomas não ficava atrás e apertava minha bunda também porém ele era ainda mais ousado. Eu era a única que ainda não estava completamente nua, salva apenas pela calcinha com a piada infâme, e era esse exatamente o que deixou mais atrevido. Sua mão escorregou para dentro de minha calcinha, seu dedo começou a rodear em meu anelzinho e somente meu ouvido pode ouvir seu murmúrio sacana. "Faz tempo que eu não entro pela porta de trás". E para complicar ainda mais, eu estava gostando da dedada e acabei soltando um gemidozinho, bem de leve, e a maldita da Isabella ouviu e virou para trás, apenas para dar um sorriso bem sacana e uma mordida na orelha de meu namorado, me deixando fula da vida. Mas não foi só ela que ouviu meu gemido não, o seu parceiro também ouviu, "Então você gosta mesmo de dar o bumbum? Como eu vou gostar de enterrar minha chave nessa sua fechadura e acabar com ela". O jeito que ele falou me deu um medo, e um tesão, que nem sei explicar. Relaxei meu cuzinho e o dedo intrometido entrou de uma vez, só não foi a seco pois minha bucetinha estava tão molhada que tinha escorrido para meu rabo, aí ficou fácil para ele.

Chegamos no quarto e Lucca foi se jogando na cama. Isabella me esperou, segurou minha mão e me levou até a cama onde ajoelhou na beirada da cama e me incentivou a fazer o mesmo e voltamos a compartilhar a rola do meu namorado. Outra vez ela chupava sem se preocupar com nada, apenas se deliciava. Eu, meio apreensiva com o que estava por vir, chupava esperando pelo pior. Olhei para meu namorado mas ele não parecia estar nem aí para nós. Percebi que ele olhava para a porta, onde deveria estar seu amigo super bem dotado, e o vi movendo a cabeça, como quem indica para onde ele deveria ir. Não consegui ver para onde ele ia pois a maldita da Isabella resolveu empurrar minha cabeça para baixo, enterrando a rola do Lucca na minha garganta. E ainda ficou forçando para entrar mais. Agarrada nos meus cabelos, ela subia e descia minha cabeça, fazendo meu namorado gemer com minha garganta profunda forçada. "Vamos lá, loirinha, mostra pro seu macho que você adora a rola dele". Depois passou a bolinar minha xotinha, sem parar de controlar minha cabeça. Acho que até revirei meus olhinhos de tanto tesão. Ela soltou minha buceta, mas não minha cabeça e então senti duas mãos abrindo meu rabo. Sem qualquer chance de escapar, senti meu cuzinho ser preparado para o abate, bem besuntado com um gelzinho que Lucca sempre guardava em seu quarto. Consegui me safar da mão da morena desgraçada e tentei um olhar de cadela pidona, quase implorando para meu namorado impedir aquele jumento de me arregaçar, mas ele não estava nem aí, ficava rindo e olhando para minha bunda, prontinha para ser estraçalhada.

Apertei os olhos o máximo que pude quando a glande começou a irromper cu a dentro. Nem conseguia falar quando senti uma lambida em minha orelha que me ajudou a relaxar. Isabella era experiente e, além de se aproveitar de minha orelhinha, ainda mexia com meus peitinhos eriçados e acabei aceitando mais um pouco daquela bitola toda. Cerrei os dentes. "Espera". Reconheci a voz sedosa da moça e abri os olhos. Thomas estava parado atrás de mim, Lucca sentado na minha frente e Isabella se revirando toda para entrar embaixo de mim, deslizando entre minhas pernas até sua cabeça alcançar minha bucetinha e a sua ficar na altura de meu rosto. Com um abraço, me fez abaixar o tronco, empinando mais ainda a bunda. O cheiro de sexo de sua bucetinha me inebriava. Sua língua na minha bucetinha me deixou louca e comecei a gemer. O pauzudo atrás de mim notou a distensão de minha argola e foi empurrando sua jeba. Comecei a gemer e gritar e chorar e a escandalizar até que todo aquele cacete desmedido se acomodou dentro de mim. Caralho. Comecei a xingar todo mundo de tudo quanto é nome. Eles riam de mim mas pelo menos o filho da puta ficou parado, esperando meu cuzinho aceitar tudo aquilo. Isabella, ainda embaixo de mim, quis acelerar o processo e tornou a me lamber. Viada do caralho. Essa menina sabe mesmo o que faz. Comecei a gemer e não sei como, Thomas começou seu vai e vem, deslizando sua trozoba em meu rabo sem pregas, e eu comecei a gostar. Apertei meus olhos e o deixei fazer seu serviço. Querendo que ele terminasse rápido, mas querendo que ela, a putinha profissional continuasse a me chupar. A junção dos dois me dava um prazer que eu jamais tinha tido. Era tanto tesão que eu me babava toda. Sentia minha saliva escorrendo pelo queixo. Senti, então, outra coisa. Uma rola entrando sem pedir em minha boquinha. Lucca aproveitava-se de minha obediência e começou a foder minha boca, da mesma forma que Thomas fazia em minha traseira. Os três se aproveitavam de mim e gozei com os três, nem sei quantas vezes até ser solta pelos meus captores e cair desfalecida na cama, respirando profundamente, na tentativa de me recuperar.

Largada na cama, pude ver a morena subir na rola de meu namorado e começar a cavalgar. O amigo ficou de pé ao seu lado, tirou a camisinha com a qual tinha fudido minha bunda e enfiou a rola na boca de Isabella. Ela pulava em um e chupava o outro com muita facilidade. Sua habilidade me impressionou. Aos poucos me recompus e comecei a levantar. Thomas me viu recuperando as forças e fez sinal com o dedo para eu ir até ele. Sem pensar, engatinhei pela cama até ele e abocanhei seu pau, como Isabella fazia. Ficamos naquilo por mais um pouco até que ele sentou-se ao lado do amigo, colocou uma nova camisinha e bateu em suas pernas. Entendi que ele queria que eu fizesse como sua companheira fazia com meu namorado. Desnorteada, subi sobre ele e apontei a pirocona para minha bundinha toda aberta, mas ele se arrumou diferente e me fez descer com a piroca a arregaçar minha xoxotinha. Comecei a me mover, bem devagarzinho. As mãos dele apertavam minha bunda, forçando para cima, querendo acelerar meus movimentos mas eu estava exausta ainda. Parece que o cara não entende, porra. Depois de tantas gozadas nem sei como é que ainda estou metendo. Acho que estava entorpecida. Isabella, a miserável, começou a me beijar, lamber minha boca, me trazendo de volta a vida, de volta a foda, e logo estava cavalgando na mesma velocidade que ela. Ela parou de me beijar e saiu da cama, junto com Lucca. Nem me liguei. Que eles fodam em outro lugar, já que ele queria que seu amiguinho me tivesse toda para ele segui rebolando até sentir uma mão em minha bunda. Olhei para trás e meu querido Luquinha estava se arrumando para meter em mim. Mas como, eu já estava dando para seu amigo. E agora?

Agora nada, virei um sanduíche para aqueles tarados. Ele entrou no meu rabo e já foi bombando com tudo. Isabella apenas sentou-se ao lado de Thomas e ficou se masturbando para aquela cena surreal. Para mim era surreal, para ela devia ser a coisa mais normal do mundo. Gozei como louca outra vez e ou dois não estavam nem aí. Seguiam cravando suas rolas em mim sem parar, sob o olhar atento e zombeteiro da morena. Parecia que ela nem estava interessada na foda e sim em me ver ser fodida, em ver os dois abusarem de mim. Eu não a conhecia mas tinha total impressão de que o que ela fazia era para se vingar de mim.

De repente, Lucca saiu de trás de mim, apareceu ao meu lado, tirou a camisinha e começou a punhetar. Thomas me empurrou e saiu de baixo de mim. Isabella ajoelhou-se ao meu lado e abriu a boca. Imitei-a instintivamente e recebi parte da porra que meu namorado jorrava em nossos rostos para ela depois começar a me beijar e lamber todo o gozo. Parecia que ela lambia a melhor iguaria do mundo. Ela passava a impressão de ser tão bom que lambi as gotas que escorriam em sua bochecha, engolindo com prazer. Ela então se levantou e foi puxando Lucca pela mão, saindo da cama.

Antes que eu pudesse acompanhá-los, fui empurrada para frente e caí de barriga para baixo, sobre um travesseiro desafortunadamente largado no meio da cama. Fiquei com a bunda toda para cima e, sem demora, Thomas voltou a enterrar a anaconda em meu rabo. Fiz um escândalo quando ele fez isso mas de nada adiantou. Nem Lucca, nem Isabella estavam mais no quarto. Só me restava torcer para Thomas gozar de uma vez e me deixar descansar. Não sei como ele ainda tinha tanto fôlego. Acho que ele ficou me comendo ainda por uns vinte minutos, ininterruptos, entrando e saindo de minha bundinha arrombada mais parecendo uma máquina. Quando finalmente parou, sacou a camisinha e esporrou sobre seu troféu, no caso meu bumbum. Tombei para o lado e adormeci.

Bom, até agora eu só me dei bem. Doeu essa enrabada descomunal, mas como foi bom. Parece até que eu estava mentindo quando recomecei a escrever, não é mesmo. Então, do meu próximo conto em diante vocês vão entender como eu me fudi de verdade. Em todos os sentido imagináveis.

Comentários

30/05/2017 09:57:14
Muito bem escrito, parabéns.
02/01/2017 15:46:31
Muito,Foda Nota 10 [email protected]
06/12/2016 18:07:02
Sou fã dos seus contos...Quase me convence que são verdadeiros. Vamos fazer contato [email protected]
06/12/2016 07:48:27
Com certeza nota 10, te convido a ler os meus, bjs
05/12/2016 11:37:46
Se pudéssemos daríamos 20. Espetacular!

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