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MÃE E FILHO: UM TABU PROIBIDO.

Um conto erótico de Viuvinha
Categoria: Heterossexual
Data: 01/12/2016 07:48:47
Última revisão: 29/07/2018 17:28:26
Nota 9.86

Quem acompanha meus relatos sabe que sou garota de programa. No primeiro conto está narrado como entrei nessa vida. Se quiserem me conhecer melhor, é só clicar em ¨Viuvinha¨ aí em cima para achá-los.

Hoje, mesmo com 38 anos, estou entre as mais solicitadas do site de acompanhantes. Graças às aplicações semestrais de botox, consigo de forma convincente nunca chegar aos trinta. Tenho a pele alva como leite, cabelos negros, longos e lisos. Seios e nádegas isentos de silicone. Muitos clientes dizem que simpatia e jeito de menina os cativa.

Faço muito sexo. Como profissional, tento ser boa na cama já que a concorrência é grande. Com o tempo, a arte de simular orgasmos foi aprimorada. Quase todos acreditam ter me levado ao clímax.

Nem sei bem porque escrevo aqui. Um pouco para justificar a mim mesma essa opção de vida. Outro tanto que satisfaz o ego. Também como forma de desabafo, já que aos olhos da sociedade, sou uma senhora ¨direita¨, distinta e batalhadora tentando criar os filhos.

Sexo abundante e por dinheiro também enjoa. Me assusta ver que ajo cada vez mais como rotina. Começa com a produção esmerada na aparência e vestuário. Desnudar de forma provocativa e sensual. As perguntas de praxe e quando indagada, respostas repetitivas.

O ato mecânico simulando prazer ao ser tocada e retribuir beijos. Vestir um pênis com preservativo fazendo oral. Posicionar para ser possuída conforme a preferência do parceiro. Soltar gemidos que excitam, recebendo estocadas. Como estivesse transando com o homem mais gostoso do mundo.

Vivendo nesse ambiente, vemos e ouvimos coisas bizarras, inimagináveis. É raro, mas tenho orgasmos com alguns parceiros. Às vezes fico assustada comigo mesmo, com a facilidade de fazer sexo representando um personagem, uma outra pessoa.

Nem sei se deveria narrar um fato que vivi. Começou com certas atitudes do Fabiano, meu filho mais velho. Arredio, quieto, vivendo mais no mundo cibernético que real. Sempre no celular ou em jogos no computador. Evitando meus beijos que sempre foram selinhos na boca desde a infância.

A princípio achei normal, fase que todo adolescente passa. Como usar o banheiro com as portas trancadas, o que nunca fizemos. O mais novo sempre toma banhos demorados, alvo das minhas reprimendas pelo gasto excessivo de água. Ultimamente, o Fabiano conseguia ser mais demorado ainda, causando estranheza.

O que chocou foi achar na lixeira um preservativo cheio de esperma. O que que era aquilo? Apesar de ser natural, na hora deu um branco na mente ao constatar que meu menino tinha virado adulto, um macho com capacidade reprodutiva. A gente sempre os consideram eternas crianças.

Fiquei sem ação, segurando o impulso de chamá-lo para perguntar o que era aquilo. Ou se devia ignorar e fingir que não tinha visto, a atitude mais correta. Acabei errando:

- Fabiano, venha cá!

- O que foi, mãe?

Quando ele entrou no banheiro, bastou olhar seu rosto corado para saber.

- O que foi, mãe?

- Isso, ó!

Disse segurando a camisinha usada.

- Isso... isso, bem...

- Onde conseguistes isso?

- Eu... eu peguei no postinho, no dia que a Su (minha filha caçula) foi vacinada. Eu, eu...bem...

- E onde e com quem tu usastes isso?

- Aqui mesmo, usei sozinho.

Me acalmou saber tinha usado na masturbação. Talvez pela curiosidade na sensação em usar um apetrecho de nítida conotação sexual. Coisas da idade. O sentimento era que eu precisava ter muito tato.

- Tudo bem, filho. Não precisas ficar envergonhado. Está lá pra ser distribuído mesmo. Poderias ter falado pra mim que eu te arrumava, tá? Então tu usastes, é? Pelo jeito foi bom.

Disse isso sorrindo. Percebi sinal de alívio em seu semblante.

Durante a semana, não conseguia tirar da cabeça o fato do meu filho, meu menino já estar se masturbando, com certeza desejando fazer sexo. Era uma sensação esquisita, mesmo para mim que iniciei tantos rapazes. Que tinha sido a primeira mulher na vida de vários.

Porque meu filho seria então diferente? Pensamentos que martelavam na mente confusa. Se era chegado a hora, eu deveria fazer algo. Como arrumar uma colega para iniciá-lo. Pensei em muitas até chegar na Nádia. Atraente, jovem, experiente, com fama de carinhosa.

Já tinha decidido falar com ela. Porém, a todo momento vinha na mente imagens fantasiosas dela fazendo sexo com meu filho, o meu bebê. E se algo desse errado? Eu não me perdoaria. Aquilo apavorava, me deixando ainda mais perdida, sem saber como proceder.

Tinha momentos que pensava ¨-Vai dar tudo certo. Eu é que estou exagerando nas preocupações¨. Logo depois, ¨-Não, pode virar um drama e o meu bebê pode ficar traumatizado¨. Assim passei aquela semana infernal.

Para aumentar a confusão, eu sabia que algumas colegas transaram com os filhos. A vontade de iniciar Fabiano era latente em mim. Um tabu condenado pela sociedade. Tantas vezes me peguei pensando ¨- Porque não? Só por ser a mãe dele? Quem mais, além de mim, faria isso com o mais profundo e verdadeiro amor?¨.

Nesse clima, num final de semana, meu irmão e minha cunhada, foram para a praia. Eles tem casa em Guaratuba e como não tem filhos, sempre levaram os meus na temporada. Ultimamente, Fabiano não tem ido com eles.

Só nós dois em casa, foi o motivo que faltava para me empurrar à uma decisão difícil. Na noite do sábado, vesti cinta liga e meia escura com listras sobressaindo sobre as transparências. Sandálias de salto alto pretos de verniz. Lingerie sensual, com sutiã e calcinha rendada, combinando com baby doll tudo preto, meu uniforme de trabalho. Bati na porta do quarto do Fabiano, convidando ele para assistir um filme no meu quarto.

Ele estranhou o modo que eu estava vestida. Porém, percebi em seu olhar que gostou do que estava vendo. Tenho TV a cabo e enquanto ele, só de short e camiseta se acomodava na cama, com o controle na mão, fiquei passeando pelos canais procurando os de filmes.

Quando passou por um de ação ou terror, Fabiano pediu:

- Esse aí, mãe. Deixa nesse aí.

Deitei ao seu lado e ficamos assistindo. Era um filme chato de vampiros e lobisomens. A heroína era uma vampira vestida com roupa preta e sensual. Olhei para meu filho que assistia compenetrado a trama. Perguntei:

- Que estás achando dela?

- Dela? Achando como?

- Se ela é bonita.

- É.

- Mais do que eu?

- Qual é, mãe. Você sabe. Pra mim, você é mais linda do mundo, tá?

Mais adiante, teve uma cena na qual a personagem transa com o que interpretava o lobisomem. Fabiano não tirava o olho da tela, a barraca do calção armando. Num ato de extrema ousadia, coloquei a mão sobre o volume, acariciando com a palma da mão.

- Mãe, o que é isso?!!!

- Nossa, esta durinho, filho. Tu estás excitado, estás? Relaxa, está bem?

Envergonhado, ele estava com tudo rijo, não só o pinto. Aumentei a intensidade das carícias, fazendo a ponta do dedão e indicador passear por toda extensão do falo, masturbando-o levemente. Senti que pouco a pouco, ele foi se soltando, deixando o prazer tomar conta do corpo.

- Está bom, filho? Deixe eu fazer uma coisa melhor.

Abaixei seu calção, expondo sua ferramenta. Eu já tinha visto desde quando ele era neném, contudo, em estado de ereção era a primeira vez. Deu satisfação constatar que era de bom tamanho e iria agradar suas futuras parceiras. Aproximei a cabeça e dei um beijo na ponta.

Fabiano chegou a remexer o quadril, tamanho o choque. Enquanto manuseava com carinho, abocanhei de leve, fazendo-o sentir o calor úmido da minha boca. Fechei os lábios envolvendo grande parte, iniciando as sugadas. Olhei para o seu rosto e vi, seus olhos cerrados, saboreando o supremo prazer do primeiro boquete de uma mulher. Não de uma mulher, mas sim, da sua mãe.

Começou a respirar pesado e depois, conforme eu aumentava a intensidade, a boca trabalhando concatenado com a mão direita, os gemidos surgiram, as duas mãos crispadas nas minhas têmporas, num frenesi e o pedido:

- Para, mãe, para que eu vou...eu vou...

Com a voz alterada pela boca cheia, falei:

- Goza, filho, goza na boquinha da mamãe. Pode gozar!

Gemeu alto quando gozou forte, o primeiro jato batendo no fundo da minha garganta. Continuei o vai e vem, contraindo e afrouxando os lábios, sugando tudo, enquanto seu membro pulsava soltando esperma aos borbotões, numa quantidade que até para mim foi novidade.

Tirei a boca cheia e engoli tudo. Com as costas da mão, limpei o canto dos lábios por onde tinha escorrido um pouco, tanto foi a gozada. Da ponta do negócio ainda teimava em sair mais leitinho. Abocanhei de novo, agora mais suave, sugando cada gotícula, fazendo-o estremecer por inteiro ao contato da minha língua na glande altamente sensibilizada.

- Gostastes, filho?

- Nossa, mãe, foi incrível!

- Então, se quiseres, podemos brincar mais. Queres mais, bebê?

Seu olhar incrédulo e maravilhado dizia tudo. A cabecinha acenando num veemente ¨sim¨.

- Tu já comestes uma mulher?

Novamente, olhos arregalados, a cabecinha acenou, agora no sentido horizontal, sinalizando um ¨não¨.

- Então queres meter. Que achas de meter comigo? Tu queres?

- Deixa mesmo? Mesmo? Eu nem acredito, mãe!

- Então, tu queres ou não?

- No sério? Acho que estou sonhando!

- Não, tu não estás sonhando. Vamos nos lavar para continuarmos, está bem?

Tiramos o resto das roupas e fomos para a ducha. Me lembrei de quantas vezes lavei aquele corpo. O corpo do meu neném que agora já era adulto e eu nem tinha notado. Prestes a se tornar um homem por completo. E seria comigo!

Fabiano bem mais alto que eu. Reparei em seus ombros largos, moldados por anos de natação. Por sua vez, ele acariciava meu corpo esbelto, explorando com as mãos minha pele lisa como porcelana. Dava maior atenção nos seios pontiagudos e as nádegas arrebitadas. Que sempre enlouquece meus clientes.

Senti vontade de beijá-lo. Nessa hora não era um cliente. Muito menos meu filho. Coloquei na cabeça que era um jovem gostoso com quem iria fazer sexo por amor. Muito amor. Me entregaria por inteiro como há muito tempo não fazia. Nessa fantasia colei meus lábios ao dele. Um beijo profundo, molhado, carnal. De amantes, uma mulher madura com um homem virgem.

Com os corpos colados, sua masculinidade novamente em ereção total pressionou meu ventre. Ele abaixou o quadril esfregando a espada dura nos lábios vaginais. Dando estocadas buscando a penetração. Ainda era cedo. Tinha coisas que precisava ensiná-lo antes. A prepará-lo para ser um macho bom de cama.

Não era hora porém. Nos enxugamos e o conduzi de volta ao quarto. Minha ¨pussy¨ estava úmida, o que surpreendeu. Acostumada a tanto sexo, raras vezes tenho lubrificação natural. O desejo tinha tomado conta de mim. Assustou um pouco e também deu satisfação perceber que ia transar por puro prazer.

Deitei de costas na cama, abri as pernas e me preparei. Algo que faço sempre, porém, quem agora estava se acomodando para entrar em mim não era um macho qualquer. Era Fabiano, meu filho!

Nem fiz o que sempre faço, que é pegar no bráulio e pincelar na entrada da xoxota, direcionando a penetração. Deixei que ele o fizesse por iniciativa própria. Mesmo inexperiente, cutucando algumas vezes, achou a a fenda e enfiou. Posso ter recebido mil rolas diferentes entrando em mim, todavia, desta vez, a sensação era ímpar. A pica dura abrindo espaço nas minhas carnes era especial.

Ajudei o avanço rebolando o quadril, sentindo como jamais senti, a pele na pele, tocando cada parte do interior do túnel do amor, provocando piscadelas involuntárias nos músculos vaginais. Não demorou muito para estar dentro de mim por inteiro.

- Que gostoso, filho! Mete esse pau, mete!

Fabiano começou o empurra e puxa. Estava delicioso, talvez por ser assim, de forma crua, sem artifícios. Com clientes, só transo com preservativos. Ainda assim, tomo pílulas anticoncepcionais para evitar possível gravidez no caso da camisinha romper.

- Está bom, amor? Está gostoso, filho? Vai, mete tudo! Come a mamãe, come!

Pela loucura da situação, mal percebi um orgasmo vindo. Eu que raramente tenho eles, estava prestes a ter um. Veio e chegou de forma intensa, arrebatadora. Como há muito não sentia! Meu corpo todo mexia, devo ter dito coisas desconexas, a ponto de preocupar Fabiano:

- Tudo bem, mãe? Quer que eu pare?

- Não, amor, está tudo bem. Continua, vai continua! Mete gostoso!

Enquanto recebia as bombadas, fui aos poucos voltando ao normal. Um sentimento de culpa tomou conta de mim, caindo na real de estar fazendo algo imoral e pervertido. De ter gozado no cacete do meu filho! Além de ter comportado como uma mulher dando por prazer.

A profissional do sexo tinha retornado. Passei a remexer as ancas, aumentando o contato dos nossos sexos, provocando mais fricção e prazer. Meu filho arfava de tesão, acelerando as socadas. Estava para gozar.

- Vai, filho. Mete tudo, amor! Goza gostoso, goza tudo na mamãe! Enche minha boceta de porra, amor!

- Ahhh, mãe, que gostoso, mãe! Vou gozar, ahhh, vou...vou gozar, ahhh! Ahhhhh!

Foi tão forte que Fabiano deu uma parada, após a estocada final. Empurrou tudo dentro de mim, numa reação natural de depositar sua gala o mais fundo nas minhas entranhas. Nessa hora, coloquei em prática aquilo que faz de mim especial numa transa: com os músculos vaginais fiquei massageando seu membro, espremendo o cilindro, apertando com as paredes internas da gulosa.

- Ahhh, mãe, te amo, mãe! Ahhh, incrível, mãe! Te amo, ahhh!

Ao afagar suas costas, senti o suor escorrendo. Ficamos assim por um bom tempo, trocando carícias e palavras de amor. Ele satisfeito, eu mais ainda. Tinha em meus braços um homem de verdade, meu filho, meu amor. Meu amante, não importa o que outros pensem!

Indo ao banheiro, senti que da minha xana minava a gala morna e viscosa. Enquanto lavava no chuveiro, tentava tirar o que dava, cabeça a mil, pensando na loucura de estar com o sêmen da minha cria depositado em mim!

Dormimos juntos, como há muito tempo não fazia. Nos últimos anos, sempre tenho dormido com a filha caçula. De manhã cedo, fui acordada com um beijo na boca. Fabiano já estava de falo duro. Se tinha demorado para pegar no sono, um tanto arrependida, tudo dissipou. Sua primeira vez foi maravilhosa e inesquecível. Acabamos fazendo de novo.

O relato está ficando longo demais e eu deveria terminar por aqui. Como detesto narrativas com continuação, vou abusar um pouco da paciência dos leitores e narrar os fatos seguintes.

Depois desse dia, meu relacionamento com Fabiano melhorou. Ele sempre foi um filho maravilhoso, se cobrando muito por ser o mais velho numa família sem pai. Se não externava o quão amoroso era, tudo mudou. Carinhoso a ponto de causar estranheza nos irmãos e inveja a quem nos conhece.

Sempre que há uma chance, quer fornicar. Fazemos sexo loucamente como recém casados apaixonados. Tenho orgasmos seguidos. Mesmo nos dias que atendo muitos clientes, ainda assim, deixo ele saciar no meu corpo. Ensinei tudo que sei, o que modéstia a parte, não é pouco. Como acariciar uma mulher levando-a à loucura, mamar os seios, beijar o corpo, sexo oral e...

É o que pensaram. Se é para iniciá-lo, resolvi fazer por completo. De como fazer sexo anal dando prazer à parceira. Fabiano nunca pediu, porém, por experiência própria deu para perceber que ele tinha grande curiosidade e vontade de experimentar.

Me preparei fazendo higiene total, usando a mangueira do chuveirinho. Nessa vez, após as longas preliminares, usei e abusei do artificio de sedução anal, esfregando a poupança em suas partes íntimas, rebolando de forma provocativa, oferecendo para ser sodomizada.

Mesmo desejando me enrabar, Fabiano preparou para penetrar na frente. Nessa hora fui explícita:

- Filho, queres fazer atrás?

- Atrás?

- É, atrás. Sei que tu queres meter no cuzinho.

Sei bem como essas palavras mágicas deixa os homens fora de si. Seu pinto até mexeu, tamanho desejo. Peguei o gel lubrificante, passando em toda extensão da espada, deixando bastante na cabeça. Lubrifiquei também a entrada do cu, fiquei de quatro na cama e chamei:

- Vem, come o cuzinho da mamãe, vem.

Desde quando era casada, eu já fazia anal com meu marido. Na minha profissão, também faço regularmente por um cachê maior. Confesso que não me dá muito prazer, porém, a satisfação do parceiro é uma recompensa.

Quase não acreditando, Fabiano se posicionou. Peguei no seu caralho e encaminhei a ponta no orifício. Afoito, ele empurrou com força, causando dor ao dilatar anelzinho:

- Ái, devagar, filho! Assim dói! Tem que fazer com carinho, viu?

Já estava dentro, aquele invasor que sempre provoca sensações diferentes. Como brigando pelo espaço apertado, empalado no cuzinho, forçando as paredes o tempo todo. O jeito é respirar fundo e acostumar. Ele ficou parado sem ação, perguntando:

- Desculpe. Quer que eu tire? Desculpe, tá? Está doendo muito? Quer que eu tire?

- Tudo bem, amor. Pode ir empurrando aos poucos.

Por ser mais estreito e não ter tanta elasticidade como a vagina, o avanço é sempre mais forçado. Fui remexendo o quadril para facilitar a penetração, a cabeça do pau pressionando ora de um lado, ora de outro as paredes internas do meu fiofó.

Com a mão para atrás fui medir o quanto tinha entrado. Deu para sentir que estava atochado fundo. Quase tudo dentro de mim. Parecia que seu caibro estava mais grosso que o normal, preenchendo por inteira. Como agora ele estava cuidadoso demais, tive de comandar:

- Pode meter, amor. Vai, come gostoso o cuzinho da mamãe.

Fabiano começou a socar de forma lenta. Como não reclamei, passou a acelerar as bimbadas. Devia estar bem prazeroso pelo que dizia:

- Nossa, que delícia! Que delícia, nossa!

Dominado pelas sensações, logo deixou o desejo tomar conta, bombando com vontade, de forma bestial, esfolando meu buraquinho, alargando na marra as carnes apertadas. Se fosse um cliente, eu já teria protestado. Porém, como prova máxima de amor, deixei que ele fizesse do jeito que desejasse. Me arrombando, causando ardor no rasgo inteiro.

O martírio não durou muito. Logo ele gozou, carcando tudo, gemendo e inundando com muito esperma. Quando saiu de mim, levou junto parte da gala represada que escorreu pelas coxas. Depois desse sexo animalesco, ficou dor e ardência que durou horas para passar.

Continuamos fazendo amor em segredo. Meu filho diz que sou a mulher mais gostosa do mundo, o que me deixa embevecida. De vez em quando fazemos anal, prática na qual evoluiu muito, a ponto de estar a nível de mestre no assunto.

Tenho que tomar cuidado com o que digo. Volta e meia, durante a relação, escapa alguma palavra chula. Coisa que uma dama não fala. Linguajar que aprendi nos anos de profissão. Usada para excitar os parceiros.

Quem ler isso vai me achar desatinada. Não ligo pra isso. Desde que a vida me obrigou a ser uma prostituta, muitos tabus e preconceitos foram superados. Se o mais novo também quiser, quando chegar a hora, vou fazer o mesmo. Antes eu do que uma qualquer para iniciá-lo. Ninguém no mundo faria com mais amor do que eu.

Pronto, me sinto mais aliviada. Agradeço aos leitores. Desabafei!

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Comentários

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14/08/2018 21:52:59
FE NO ME NAL!
A C
10/08/2018 12:33:24
Ótima narrativa!!, dez como sempre!
07/08/2018 14:05:10
Adoro contos de incesto mas praticar não sei sei se seria capaz...ja tenho uma filha casada e sou avo com 37. Leio mas praticar não tive oportunidade...nota dez novamente
06/08/2018 22:48:49
Excitante ese conto! Me senti o próprio filho, com a mãe dos sonhos!
04/08/2018 02:08:03
vale dez de novo amiga muito bom show
03/08/2018 14:23:23
Mais uma da Viuvinha que adorei. No seu comentário em relato meu, citou preconceito. Não me preocupo com preconceito. Acho que temos muito mais a nos preocupar. E, curiosamente, não curto muito relatos de incesto, onde se implica pai e filha. Pode parecer estranho pra alguns. Tenho uma filha linda e de corpo voluptuoso. Mas, aos 19 anos, eu ainda a vejo como um bebê (claro que já tem sua vida sexual com namorado). Mas, pra mim não causa interesse. Até as amigas dela de mesma idade, não me chamam a atenção. Mais uma vez, curiosamente, tenho um tesao enorme em saber das fodas entre mães e filhos (coisa meio doida, né?). Ao ler relatos de mães gostosas que dão até o rabo pro filho, sinto um tesao enorme. E vc não seria diferente. Admiro a sua forma de pensar. E ser prostituta não te faz pior mulher por isso. Já tive algumas experiências com prostitutas no passado. Qnd adolescente, ia nas "casas de massagens" e era engraçado como o tesão fluía pelo jeito que era tratado por algumas. Essas diziam carinhosamente, "- Mete na mamãe, enfia gostoso na mamaezinha ." Hj entendo como me aticava isso. Aos 22 anos, tive um caso com uma dançarina de boate. Puta gostosa demais. E foi muito gostoso. Aliás, bom me lembrar disso. Vou lembrar direito e contar isso, postando aqui. Vou postar em homenagem a vc, viuvinha. Nota mil pra vc.
30/07/2018 18:49:07
Prezada: escreves muito bem todo tipo de conto erótico/pornô e bem que podias ter deixado teu filho de fora dessas aventuras. Podia ter sido com qualquer garoto iniciante, não menor de idade, mas, com o próprio filho... não caiu bem. Desculpe a sinceridade.
30/07/2018 08:54:49
Gostei. Me mande suas fotos. e-mail:
26/07/2018 20:17:42
com certeza é um dos melhores contos que ja li parabéns nota 1000
25/07/2018 23:18:47
Muito 10
24/07/2018 15:37:02
ADOREI... BELO RELATO... INCESTO E MUITO BOM PRÁTICAR EU ADORO....JA TIVE O PRAZER COM A MINHA MÃE... ONDE HA O CONSENTIMENTO, DEIXA QUE O PRAZER SE ENCAMINHA DE DEIXAR TUDO PERFEITO
20/07/2018 14:37:44
excitante
20/07/2018 09:50:21
Por favor, envie suas fotos!
15/07/2018 08:33:44
10/07/2018 19:48:15
Obrigado por mais uma vez ter me dado o prazer da sua visita no meu conto. Sim me lembro que você pediu a continuação do conto e felizmente depois de muito tempo consegui concluir a contento, obrigado por ler e pelo comentário. Depois desse encontro foi natural que eu tivesse muita vontade de revê-la, para repetir todo o acontecido. Por muito tempo e muitas vezes tentei, cheguei a desistir, tentei novamente era como um cão no cio atrás da fêmea desejada, por fim deixei que o tempo conduzisse essa aproximação. Na realidade, mal sabia eu que a Carol estava passando por muitas transformações na sua vida afetiva e profissional e por isso nosso encontro não evoluiu. Além disso o cuidado com os filhos em transição, de crianças para adolescentes, dificultava a escapada por mais de um dia. Desde o princípio tivemos uma boa sintonia e amizade. Recentemente nos reaproximamos, porém, a distância de mais 600 km ainda não nos permitiu esse encontro. Continuo o mesmo cachorro no cio, esse instinto é mais forte do que eu. Carol parece estar uma mulher ainda mais interessante, ousada, me diz que o tempo fez bem a ela, quero muito experimentar tudo isso. Como não podia deixar de ser, li os seus dois últimos contos, que delícia! Você conseguiu arrebatar três eternos clientes de uma vez só. Pode ter certeza que lhe renderão muitas transas e histórias interessantes. Quanto a iniciação do seu bebê o que dizer dessa preciosidade de conto. Quem de nós homens não gostaria de ser iniciado e continuar por muito tempo tendo aulas com a mais amada das mulheres. A iniciação pra lá de completa, para um fã de anal como eu, é simplesmente um espetáculo, quem dera todas a mulheres pudessem sentir esse prazer de forma tão intensa. Fica o convite para visita ao meu blog http://drmenage.blogspot.com/ e nos presentei com novos e deliciosos contos em breve. Se cuida! Bjs.
10/07/2018 11:32:45
nossa q delícia, nunca tive uma professora assim.
03/07/2018 23:43:39
Adorei belo conto muito tesão
26/06/2018 23:21:38
Gostei muito e queria suas fts e gostaria muito que vc Viuvinha falasse comigo.desde já obg
21/06/2018 15:45:40
QUASE TIVE UM FANIQUITO, DE TANTO TESÃO, VIUVINHA. NÓ, BOM PRA DEDÉU ESTE CONTO. QUE SORTE TEU FILHO, GANHOU ATÉ O CUZINHO. EU TAMBÉM FURUNFEI COM A MINHA MÃE E CONTEI AQUI EM DOIS CONTOS. NOTA MIL!
19/06/2018 16:23:00
Parabéns pelo conto muito bom adorei muito excitante e cheio de detalhes. Gostaria de receber as fotos meu email é




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