Casa dos Contos Eróticos

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D - No sítio com o marrento do terceiro ano

Voltei pra casa naquele dia me sentindo insatisfeito e traído. Não imaginei que minha primeira vez com um cara que acho gostoso e pelo qual me sinto atraído fosse ser tão rápida e sem graça como foi. Se bobear, não se passaram cinco minutos desde que ele esteve dentro de mim até o momento em que gozou na camisinha. Falando nisso, onde ela estava? Não lembrava, mas ao menos sabia que dentro da mochila tinha três peças de roupa pra saciar minha vontade de sentir um pau entrando em mim, ainda que falsamente. Passei parte da noite me dedando, tentando reproduzir a sensação que havia sentido mais cedo, enquanto sentia o cheiro de sua rola na sunga. O clímax foi lamber a cueca do pai dele e sentir um leve gostinho salgado, que contrastava com o sabor doce da porra do Gabriel. Imaginava aquele cara mais velho em cima de mim, pedindo pra me comer e com um pau grande babando bastante, enquanto o filho dele só olhava com ciúmes, mas sem poder fazer nada. Até porque se quisesse, tinha me comido direito.

Levei alguns dias até superar o grande papel de otário que tinha feito. Durante esse tempo, eu e Gabriel sequer nos falávamos e isso foi até bom pra me ajudar a colocar a cabeça no lugar. Uma semana antes das férias de julho, ficamos sozinhos no vestiário e mais uma vez ele me instigou com aquelas gracinhas que fazia pra tentar esquecer alguma situação escrota provocada por ele. Eu tava num chuveiro e ele no do lado oposto, quando tirou a sunga e começou a tomar banho peladão. Me mantive sério, mas não o olhava. Não satisfeito, ele desligou a água e veio tomar banho do meu lado, já visivelmente excitado. Ficamos nos ignorando mais ou menos um minuto inteiro, até que ele começou a se masturbar e não tive mais como ignorar.

- O que você quer?

- Preciso dizer?

A rola tava maior do que tinha visto antes, ele devia estar sem transar há algum tempo por conta das provas. A boca encheu d'água e me senti fraquejando por alguns segundos, mas rapidamente fui tomado pela mesma sensação de ter sido usado por esse filho da puta e retomei minha seriedade.

- Você acha que eu sou palhaço? Tu aparece a hora que quer, me usa e mete o pé e depois ainda tem a cara de pau de me pedir uma mamada? Sério? Como se eu fosse uma dessas mina que fica no teu pé? - estava pleno em minha decisão.

- Tu me vê por aí perdendo tempo com essas novinha? - ele parecia invencível.

Eu sabia que ele só queria comer geral, por isso também sabia que não o via perder tempo com ninguém.

- Não..

- E vai ficar no meu pé igual as novinha?

Ele estava certo. Eu não queria ser uma das várias menininhas que ele criava no canil pra comer na hora que quisesse, mas estava agindo como uma. De qualquer forma, ainda que não pudesse cobrar sua atenção, tinha meu direito de não querer fazer mais nada, pois no fim das contas ainda havia sido deixado de lado por ele quando mais quis ser atendido.

- Não vou ficar no seu pé.

Tentei parecer mais inabalável que ele, me ensaboando sem dar muita atenção. Num deslize mais irônico do que clichê, meu sabonete caiu no chão e nós vimos o momento exato em que isso aconteceu. Logo depois nos olhamos e seu semblante era desafiador.

- Assim que eu gosto, novato. - batendo com a piroca na mão.

Por mais sugestivo que fosse, já tinha terminado meu banho. Desliguei o chuveiro, me enrolei na toalha e ignorei o sabão no chão.

- Mas também não vou dar pra você. - e ri.

Encerrei meu jogo com aquele puto. Ou era o que pensava.

Na sexta-feira antes das férias, Gabriel apareceu na sala. O sinal já tinha batido e a galera tava se despedindo e marcando quem encontraria com quem nas próximas duas semanas de recesso. Ele chegou, virou uma das cadeiras ao contrário e sentou de pernas abertas, com aquele jeito meio salafrário de ser. Ficou uns cinco minutos conversando com o primo e às vezes me olhava, do outro canto da sala. Levantei e sai, mas logo ele me alcançou no corredor e foi me puxando, procurando por alguma das salas que estivesse vazia. Entramos numa sala de audiovisual que tinha uma janelinha na porta, de onde ainda poderíamos ser vistos.

- Tá maluco, Gabriel? Agora tu quer o que, um boquete aqui?

- Tá doido pra mamar de novo, né?

Soltei meu pulso de sua mão e já ia me preparando pra sair.

- Tu é um sem noção mesmo, viu! - tava puto. - Vai estudar pro vestibular, garoto!

- Tava pensando, novinho..

- E você pensa? Que piada!

- .. por que tu não vem passar uns dias comigo no sítio?

Travei. Aquilo eu nunca imaginaria. Era o que? Logo ele que não queria que eu fosse uma das menininhas no seu pé, me chamando pra passar uns dias com ele. Impossível. Só comecei a rir.

- É sério, viado. Lá é grande e só vai eu, meu irmão e meus pais. Tô maluco pra comer esse cu direito. - e tentava apertar minha bunda.

- Quantas cachorrinhas já recusaram o convite pra tu ter que vir me chamar?

- Bom, se tu recusar vai ser a primeira.

Deu um sorriso safado e mordeu a boca, me deixando visivelmente sem graça com tamanha sinceridade. No fundo eu sempre reconheci que o Gabriel era um macho pra mim, aceitei todas as putarias que ele queria fazer e nos dávamos bem por isso, sem pressão. Eu gostava da forma como ele me submetia às suas loucuras sexuais explícitas e sabia que talvez nenhuma daquelas garotinhas fosse assim com ele, mas ainda assim conseguia lembrar da nossa horrível primeira vez e de como me senti deixado de lado por ele, então ainda era cauteloso.

- E aí se eu recusar tu vai atrás das outras, né?

- Tu quer escutar que não vou? Se quiser eu digo que não, mas tu tá ligado como eu sou, novinho.

- Seu piranho.

- Eu sei, eu sei.. mas o papo é reto, não quero te passar a perna. Se tu não for, vou caçar alguma cachorra, por isso vim falar contigo primeiro.

Era tudo verdade. Pela primeira vez o via sendo completamente sincero e isso só o deixava ainda mais cafajeste, porque finalmente falávamos sobre nosso laço e seu estranho funcionamento.

- E por que eu iria depois de tudo?

- Porque eu tô maluco pra comer esse cu.

Ele disse isso enquanto ficava de frente pra mim, meio que me abraçando, mas só na intenção de pegar na minha bunda por trás. Com as duas mãos, ele apertava cada banda e as levantava, trazendo meu corpo ainda mais pra cima do seu.

- Se tu for, a gente parte de carro hoje à noite e chega de madrugada. Meus pais só devem ir amanhã, dá pra gente foder tranqüilo. Vamo comigo?

Eu tava dividido no que fazer. Não tinha planejado nada e ainda teria que avisar aos meus avós, com quem moro. Demorei alguns minutos, ainda no seu colo, quando ele me virou pra parede e me deu um beijo safado e demorado. De onde estávamos, só seríamos vistos se alguém abrisse a porta e metesse o carão. Nunca achei que estaria beijando o Gabriel, em vez de mamá-lo numa salinha. Sua língua não pedia permissão, apenas invadia minha boca e se esfregava de todas as formas na minha, desesperada. Por fora, sentia o bigode e a barbicha roçando no meu rosto. Com uma mão, ele suspendeu minha perna e colocou ao seu redor, me dando total espaço pra sentir seu caralho endurecendo sob o jeans escuro. Num determinado momento, ficou tentando me dedar por dentro do uniforme e isso foi me tirando o controle. Precisava viajar com ele.

- Eu vou! - parei nosso beijo.

Nos afastei e comecei a me recompor. Sua rola pulsava claramente na calça, totalmente marcada.

- Assim que eu gosto, novinho. Me passa teu endereço pelo whats que umas dez horas eu broto pra te buscar.

Saímos da sala, eu logo depois dele pra não dar bobeira. Ainda não acreditava no que tinha acabado de acontecer. De uma hora pra outra havia sido realmente surpreendido pelo Gabriel e pela primeira vez o vira ter uma atitude de adulto, sendo sincero consigo e comigo, sem sabotagem.

Fui criado pelos coroas dos meus coroas. Desde cedo nossa relação foi pacata e muito sincera, sem muitos problemas, e isso me garantiu liberdade e confiança. Sendo assim, avisei que passaria alguns dias no sítio de um amigo e deixei o endereço, só por via de qualquer dúvida ou incidente. Preparei a mochila, saquei dinheiro no caixa e, lá pras onze, encontrei com o Gabriel na esquina da minha rua. Ele veio numa doblô azul escuro, dessas novo modelo, que é espaçosa, carro "adventure" que rico chama. A gente conhece por esportivo. Me cumprimentou com um beijo rápido na boca, disfarçado pelo vidro fumê do carro.

- Tá preparado, novinho? - me perguntou, com uma mão no volante e outra sobre a marcha.

- Bora!

Ele tava de camiseta, bermuda de surfista e chinelo, todo posudo na condição de motorista. O relojão de prata no pulso o deixava ainda melhor. Fomos conversando no começo do caminho, ele falando das expectativas pro vestibular e eu sobre como ele parecia mais consciente. Após meia hora nos conhecendo, entramos na linha expressa e ele meteu o pé, mas ainda dentro do limite de velocidade permitido. Pegamos uma parte que era reta, a noite livre, mal víamos outros carros. O tempo estava fresco e do meu lado só tinha acostamento e mato, vez ou outra passava alguma estradinha de terra que levava pra dentro dos campos e fazendas que havia ao longo da rodovia. Várias vezes o vi morder o cordão de ouro que tinha no pescoço e cada vez mais ia me deixando levar pela sua presença, que agora era plena diante de mim.

- Sabe uma coisa que eu nunca fiz, novinho?

- O que?

Disse e mordeu a boca, eu já sabia onde ia chegar.

- Nunca me mamaram pilotando. - o riso safado.

Entendi o recado e não me fiz de fraco. Pra minha surpresa, o puto já tava de pau duro, provavelmente só me esperando. Coloquei a rola branca pra fora e constatei que ainda tava peludinha, do jeito que eu gosto. Ele devia estar há pouco mais de 90 quando senti a cabeça chegar na garganta e seu pé descalço encheu no acelerador. Adorei ter a sensação do controle, como se eu dirigisse, e fui me adaptando a passar a área áspera da língua na parte de cima da rola, foi aí que ele começou a perder mesmo a linha.

- Que boquinha é essa? Safada!

Às vezes ficava só com uma mão no volante e a outra agarrava meu rosto, abaixando-se sobre mim na intenção de me fazer descer ainda mais com a boca enterrada no caralho. Podia sentir seu quadril remexendo sobre o banco, fodendo cada vez mais minha garganta em plena via de alta velocidade, mas tava adorando. Numa certa altura, senti a bocha encher com a baba doce própria do Gabriel. Ele devia estar perto de gozar e eu não queria parar, quando de repente senti o carro cambalear pro lado e sair da rodovia. Dei por mim e ele tinha entrado pra parte vazia de um dos canteiros, atrás de umas árvores altas que ficavam de frente pra via. Paramos um pouco escondido e ele apagou o carro, deixando só o ar condicionado ligado.

- Não vou agüentar chegar, quero comer esse cuzinho aqui mesmo.

E virou pra mim com a vara torta pra cima, uma gota de baba descendo da ponta da cabeça.

- Dá esse cu pra mim? - pediu com a carinha de pidão.

Pulei em seu colo e comecei a beijá-lo loucamente. Não precisava responder, ia demonstrar com atitude. Me ajeitei ao máximo que pude pra deixar o pau já na entrada do cu, ele tirou uma camisinha da carteira, encapou e começou a me penetrar. Durante a pegação, mordia meu pescoço e me puxava pra baixo pelos ombros, com o braços por trás de mim, me sentando mais em sua rola.

- Agora sim, novinho! - arfava em meu ouvido. - Cuzinho gostoso da porra!

Não sei se rebolava mais em seu colo ou beijava mais sua boca. Sentia uma espécie de fogo que estava no fundo do meu rabo e só a rola dele indo lá dentro conseguia suprir, mas por pouco tempo. Nossos corpos estavam colados e o banco dele tava reclinado pra trás, estávamos deitados, com as línguas cruzando. Senti várias vezes seu pau enrijecendo dentro de mim, prestes à liberar muito leite no preservativo, mas por alguma razão nada acontecia. Ele então abriu a porta, colocou parte do nosso corpo pra fora e tornou a trazer o banco pra cima.

- Vamos foder na rua, tá louco? - já tava rindo.

- Não é na rua, só com as pernas de fora..

Fiquei na dúvida, mas seu pau ainda tava em mim e ele ainda tava mexendo, então deixei. Agora mais livres, conseguia sentir os impulsos de suas estocadas maiores, cada vez mais longas, indo mais fundo, arrancando de mim vários gemidos de prazer.

- Tá gostando, Marcinho?

Pela primeira vez me chamava pelo meu nome. Ou quase, apelido.

- Ai, eu tô.. - e me requebrava mais sobre sua virilha.

Ele conduzia meu ritmo com uma mão, enquanto usava a outra pra massagear meus mamilos. Lambia a ponta dos dedos e os esfregava ainda mais. Não se agüentando, inclinou-se pra frente, em minha direção, e se perdeu chupando meus peitos e dando mordiscadas. Outra vez senti o caralho dele engrossar, parecia que ia no céu, até que ele me abraçou e gozou, me fazendo gozar logo em seguida sem nem precisar me tocar. Era a primeira vez que algo desse tipo acontecia.

- Caralho, tu acredita que eu só gozei porque tu gozou?

- E eu só gozei por causa desse cuzinho.

Nos beijamos durante um tempo e logos nos ajeitamos pra voltar a cair na estrada. O relógio marcava dez pra uma da manhã, então não podíamos mais perder tempo. Guardei a camisinha na mochila e, por simples piada, comentei que daquela ali lembrei de jogar fora, me referindo à que ficou na casa dele quando dei na primeira vez.

- Achei que tu tivesse jogado fora quando foi no banheiro, viado.

- Claro que não. - ri, achando que ele brincava.

- Não ri não, é sério. Não sei de nada não, Márcio.

Levei na brincadeira e pulei de assunto, comentando sobre o símbolo japonês que ele havia tatuado há poucos dias numa das panturrilhas. Chegamos no sítio antes das 2h e abrimos umas cervejas pra tomar. Sozinhos, inventamos qualquer coisa pra comer e, começando a desfazer as malas, transamos novamente, dessa vez sobre as roupas que deveríamos colocar no armário. A casa era grande, com bastante área verde, uma churrasqueira enorme de pedras e uma piscina bem chamativa. Estávamos cercados por muros extensos, nos dando segurança suficiente pra transar debaixo de uma árvore e até na piscina. Fomos dormir antes da manhã chegar, cansados depois de tanta putaria. Apesar de satisfeito, me acostumei rápido com o estilo meio superficial de foda do Gabriel. Mesmo que ele me alcançasse no fundo e até já tivesse me feito gozar sem tocar punheta, mesmo com nossos beijos intensos e sua mão me apertando e me desafiando a fazer qualquer coisa em qualquer lugar, sexo pra ele parecia uma competição, um esporte. Quando estávamos praticando, parecia que tinha um casal perto da gente transando também e de alguma forma nós tínhamos que ser melhor que eles, como se houvesse um troféu de melhor fodedor após a gozada. E falando nisso, depois que gozávamos parte da conexão se desfazia e a gente tentava conversar pra quebrar uma espécie de gelo.

Dormimos em quartos separados pra não dar bandeira. Ele acordou antes de mim e veio me avisar da chegada de seus pais, que eu desci pra cumprimentar e agradecer pela estadia. Comemos qualquer coisa pra forrar o estômago até o churrasco ficar pronto e logo combinamos de ir pra piscina, por conta do calor que fazia. Cada um foi pro seu quarto se trocar e ele, com aquele jeito safado, me mandou encontrá-lo num dos banheiros isolados da piscina, onde ninguém ia, dentro de cinco minutos. Já sabendo que ele no mínimo ia querer me comer lá dentro, me animei com a idéia e fiz tudo meio que rápido. Pro meu atraso, porém, recebi uma ligação dos meus avós perguntando se tinha chegado bem, se já havia almoçado e se precisava de mais dinheiro. Falamos rapidamente e tratei de correr pro tal banheirinho, que era escuro. Quando cheguei, Gabriel estava de pé com uma postura diferente, mas aparentemente esperando por mim na penumbra. O cabelo meio rebelde, um sorriso mais que malicioso no rosto. Por instantes, tive a sensação de que ele estava segurando uma risada e não entendi porque ainda não estava de sunga, mas aquilo não seria problema.

- Aqui? Tem certeza que ninguém vem? - perguntei.

Mas nem dei tempo de resposta, já arriei sua bermuda, botei a rola pra fora e comecei a mamar. Ela parecia um pouco mais escura, mas mais deliciosa. Conforme endurecia dentro da minha boca, ele ia nos conduzindo pra dentro de um dos boxes do que mais parecia ser um vestiário abandonado. Encostou a porta e sentou no vaso, eu ainda mamando. Quanto mais engolia aquela piroca, mais sentia o gosto de sua baba, que agora estava meio azedinha, então caprichava na mamada pra poder deixá-lo feliz. Às vezes ficava batendo com a rola na língua e na cara, arrancando gemidos dele, enquanto o puto forçava mais minha cabeça contra o caralho veiudo. De cara pra sua virilha, notei que agora tinha raspado os pêlos. Senti um certo frio correr na espinha quando ele deu vários tapas na minha cara e me chamou de piranha. Tava até mais soltinho e me levantei pra cavalgar naquele pau, que tava mais que lubrificado. Ele entendeu o recado e se preparou, abrindo as pernas. Nesse momento me surpreendi, porque ele não colocou camisinha e eu também não falei nada, achando que era hora de ficar mais sério. Fui deslizando fácil no caralho e me adaptei rápido com as pregas. Sem preservativo, era capaz de sentir as veias bombeando sangue e mantendo a vara dura, rígida. Quando finalmente estávamos preparados, começamos o movimento e ele foi se soltando mais.

- Caralho, que isso? - perguntava, enchendo meu lombo de tapa.

A gente metia e começava a suar, ficando tão intenso a ponto de logo ofegar. Ele ia fodendo cada vez mais fundo, explorando cada cantinho do meu rabo e enrijecendo a piroca de propósito pra alargar ainda mais minhas pregas. Parecia um verdadeiro sodomita, viciado em cu, e isso me deixava alucinado. Eu cavalgava com a cintura, sentindo seu pau mexer por tudo dentro de mim. Ele gemia no meu ouvido e pela primeira vez sentia que Gabriel não estava sendo raso na foda, finalmente havia libertado seu fogo. Me soltei de vez e cheguei pra frente, pra beijar aquela boca safada, mas no meio da caminho ele me parou com a mão.

- Calma ai, viado! Uma mamada ok, beijar já é demais.

Não acreditei no que tava ouvindo. Só podia ser alguma piada. Ri sem graça e tentei beijá-lo novamente, mas continuei sendo impedido enquanto o puto ria da minha cara, totalmente tranqüilo.

- Tá maluco, Gabriel?

- Então foi você, né? - perguntou ainda sorrindo, mas sem parar de me comer.

- Tá com problema? Eu o que? - comecei a perder a paciência.

- Você que deixou a camisinha no quarto.

Continuei perdido. Senti a porta abrir atrás de mim e virei, assustado, pois acabara de ser descoberto. O que senti ao ver quem era talvez tenha sido inédito, uma mistura de surpresa com pavor: Gabriel. Usava somente uma sunga azul. Senti os olhos arregalarem pra fora do crânio, a boca seca, não sabia o que tava acontecendo.

- GA.. BRIEL!??

- E aí, Marcinho? Tava vindo te apresentar o Jonas, mas pelo visto já se conheceram, né? - e riu, como se nada tivesse acontecido.

Senti-me a pessoa mais anormal do mundo. Olhei pra frente e, ainda incrédulo, sai de cima daquele pessoa que era idêntica ao Gabriel. O cu ainda sentia a falta daquele caralho, piscando loucamente. Só podia ser brincadeira que eu tava metendo com outro cara. E sem camisinha. Passava a mão na boca e na língua insistentemente, afim de me limpar daquele pré-leite com que tanto me lambuzei. Agora tava explicado porque não tinha gosto doce igual ao do Gabriel.

- Jonas? - foi tudo que consegui perguntar.

- Eu! - Jonas levantou o dedo, sorrindo tranquilamente.

Não podia ser verdade.

- Gabriel? - perguntei, meio que esperando uma reação dele.

- Eu! - foi a vez dele de levantar o dedo e sorrir.

Antes que pudesse pensar em qualquer coisa pra fazer, Jonas falou.

- Senta aqui, viado, vem.

E foi me puxando. Olhei assustado pra cara do Gabriel e fiquei revoltado com seu semblante de quem não levava a sério, como se fosse tudo uma brincadeira, enquanto a cabeça da rola do cara que há pouco estava dentro de mim já batia na minha bunda, querendo entrar.

- Que merda é essa, Gabriel?

- Jonas é meu irmão, Marcinho. Gêmeo.

- Tá, e daí? - acho que ele não tinha entendido meu ponto.

- E daí o que, viado? Senta logo nessa rola. - Jonas interrompia e continuava tentando me fazer cavalgá-lo.

Uma mão na minha nuca e a outra batendo com a piroca meia bomba no meu lombo.

- Tu tá aqui só pra isso. Abre o cuzinho, abre.

- Você é babaca? Por que não me avisou que não era o Gabriel?

- E perder uma mamada e um cuzinho assim de graça? - o puto ria.

Gabriel continuava mudo, até que me emputeci e levantei, pronto pra ir embora.

- Que isso, Marcinho!? Calma, cara!

- Calma o que, Gabriel? Tu tem problema? Me solta!

Ele tentava me impedir. Quando cheguei à porta, entrou na minha frente e começou.

- Eu ainda não tinha te apresentado ao meu irmão, Marcinho..

Parei mudo, encarando-o.

- Esse é o Jonas, ele também curte uma putaria. Não achei que vocês fossem se conhecer assim, mas pensei que de repente você topasse fazer alguma coisa entre nós.

Agora tinha entendido. Quando achei que Gabriel finalmente havia caído em si, me aprontava essa. Eu tava ali, no sítio dos pais dele, crente que teríamos dias tranqüilos só nossos, quando na verdade ele queria era me usar junto com o irmão. Que doente. Precisava fazer alguma coisa, mas não sabia bem o que. Sai do banheiro puto, ignorando tudo que ele disse e preparado pra voltar pra casa nem que fosse de ônibus. Comecei a fazer as malas no quarto e logo Gabriel entrou.

- Marcinho, não faz isso, cara. Por favor.

- Não fala comigo, sério. - pedi.

- A gente não precisa fazer nada, cara. Só me desculpa, só isso.

- Já te pedi pra não falar comigo.

Estava muito nervoso.

- Como tu vai embora assim? Vou falar o que pros meus pais?

Me mantinha mudo, concentrado em refazer as malas o quanto antes e cair logo fora dali.

- Eu vou voltar contigo, então.

- Você fica.

Ele saiu do quarto, aparentemente desistente de me convencer a ficar. Sozinho, sentei na cama e parei pra repensar, mas sabia que precisava me livrar logo de tudo aquilo e esquecer, não tinha mais paciência. Dois minutos depois dele sair, a porta abriu de novo e eu estava de costas, já preparado pra escutá-lo argumentar outra vez.

- Já pedi pra você não falar comigo.

Seus passos vieram em minha direção, mas me mantive esnobe.

- Nem me encosta também que eu não caio mais nesse truque. - deixei avisado.

Ouvi seus passos ficarem mais próximos e em menos de dez segundos senti sua presença atrás de mim. Com raiva, virei na intenção de dar-lhe um tapa no meio da cara, mas fui segurado pela mão no meio do processo e fui caindo em mim, percebendo o que havia acabado de ocorrer.

- Calma, rapaz.. - uma voz firme.

Era o Carlos, pai do Gabriel. E do Jonas também, se minhas contas estiverem corretas, né?

- Caraca! Desculpa, seu Carlos! - comecei a me desculpar.

Antes de explicar qualquer coisa, ele só me acalmou, fazendo um "shh" com a boca, olhando nos meus olhos de forma até terna.

- Não deixa meus moleques te zoarem.

Não sabia se ele dizia, pedia ou sorria, mas era uma mistura de tudo isso. O silêncio em suas palavras parecia dançar com a forma silábica com a qual ele as proferia, fazendo uma espécie de ritmo em seu tom firme e seguro.

- Não cai na pilha deles, garoto.

E soltou minha mão. Me sentia hipnotizado por aquele homem. Qualquer um diria que Gabriel e Jonas com certeza eram seus filhos, porque todos tinha uma fisionomia e tipo físico parecidos. Altos, de ombro largo e o corpo levemente peludo, com pernas ligeiramente arqueadas. Carlos, diferente dos filhos, tinha o corpo mais desenvolvido e deliciosamente marcado pelos 40 e poucos anos de vida. Seu olhar fiel passava segurança a qualquer um, mesmo que tivesse contando uma mentira. Minha mente ia longe, imaginando aquele coroa na juventude, passando a piroca em todo mundo. Imaginava-o no auge dos hormônios à flor da pele, talvez mais parecido ainda com seus filhos, despejando leite na língua de gente fazendo fila. O cu começava a pegar fogo.

- É.. - respondi. - Eu tento, seu Carlos.

Sorri tentando parecer tão seguro quanto ele, mas acho que falhei. Ele apenas sorriu de volta e foi embora. Eu estava convencido de não ir mais.

Fiquei boa parte do dia na minha, evitando os gêmeos ao máximo que podia. Ainda não entendia como tudo tinha acontecido e nem acreditava que era justamente comigo, mas estava decidido a ficar e conversar com o pai deles. Não na intenção de contar nada, mas pelo menos entender de alguma forma como tudo aconteceu sem eu me ligar num furo desses. O Gabriel ficava perto de mim, mas mudo, enquanto tomava sol na beira da piscina, com uma sunga azul recheada que vira e mexe arrastava em mim despercebidamente, tentando me comprar. Jonas comia churrasco e bebia cerveja, contra a vontade da mãe. Mesmo depois dos eventos zoados que tinha passado desde o começo de tudo, algo nele talvez até me despertasse certo tesão. Não sei se era por conta da sunga vermelha e do olhar constante de lobo mal em cima da minha bunda, ou talvez porque eu também estivesse bebendo bastante pra não acabar pirando com tanta informação. De um lado pro outro, inquieto como se quisesse acabar de comer meu cu, ele andava com aquele corpo parecido com o do Gabriel, até mais rústico. A mãe deles parecia calma e tranqüila, dessas devotas que fazem de tudo pela família, e mais escutava do que falava. Aos 40, nem parecia que tinha dois filhos daquela idade, com o corpo em dia. Seios grandes e bundão, a coroa tinha a cintura fininha. De onde eu estava, via Carlos de frente pra mim, recostado numa esteira, com a mulher falando coisas ao ouvido. No efeito do álcool, manjava quando podia sua sunga verde e lembrava do cheiro e gostinho salgado que senti quando lambi a cueca que roubei quando fui na casa dele. Admirava seus pés, que também estavam virados pra mim, e o via me olhar vez ou outra. Comecei a imaginar que talvez estivessem falando putarias e fiquei ainda mais excitado, cada vez mais tentado.

O sol sobre nossas cabeças aquecia meus desejos, fervia meu corpo e parecia fritar meus sensos, junto com o álcool. De um lado, Gabriel e sua sunga azul recheada. O cara que tinha tirado minha virgindade e que eu achava gostoso e safado, mas que fodia por esporte e que, à cada bola dentro era três fora. Do outro lado, Jonas e sua sunga vermelha cor de fogo. O cara que se passou pelo irmão só pra enfiar o pau na minha boca e no meu cu, sem camisinha. Uma versão levemente mais bronzeada do Gabriel, porém visivelmente mais maliciosa e.. safadamente errada. À frente, Carlos. O pai daqueles dois Adões, com sua sunga verde pesada e o ar de tranqüilidade que eu tanto achava que faltava em seus filhos. Se pudesse, misturava os três em um e faria o homem perfeito.

Tivemos um primeiro dia assim, quente e intenso, regado a muita cerveja, tesão e olhadas de rabo de olho. Por um lado tava puto, mas por outro morria de curiosidade. No fim, percebi que o Carlos foi quem mais bebeu. Já era noite quando entramos, incluindo sua esposa, mas ele permaneceu na piscina bebendo, dando a desculpa de que tava muito calor dentro de casa. Gabriel tentou conversar a sós comigo no quarto onde eu ia dormir, já devia ser umas 2h da madrugada, mas pro nosso susto o Jonas apareceu na porta, ainda de sunga, e impediu a conversa.

- Posso entrar? - sorria com o mesmo ar de maldade.

- Pra entrar no quarto você pede, né?

Ele ria, enquanto vinha devagar, alisando as paredes como se prestasse atenção na textura.

- Bom, eu vou dormir.

Gabriel se despediu de nós e saiu. "Amanhã vou comer esse cuzinho que não tô agüentando mais", me mandou no whatsapp logo após sair. Pensei que Jonas iria acompanhá-lo, mas o puto deitou na minha cama, de pernas cruzadas, com a cabeça apoiada na mão, e ficou me encarando, me esperando voltar. Eu tava na porta, respondendo o irmão dele.

"E pq eu daria pra vc?".

"Pq tu sabe que eu te faço gozar sem bater punheta.."

"Aí já é suficiente, tá certo!", ironizei.

"E que nosso beijo combina.."

Apaguei o celular e voltei pra dentro do quarto. Só após fechar a porta me dei conta que agora estava sozinho com o Jonas, que tanto me dava arrepios com aquele olhar escuro, maldoso e fervente. Me deixava em ebulição. Olhei pra ele e o puto deu dois tapinhas no travesseiro, como que me chamando.

- Você realmente tem problemas, né?

Ele sorriu.

- Bom, se você for minha mãe, sim.

Não entendi a resposta, mas não queria dar corda. Sentia, porém, que deixava alguma informação passar batida.

- Boa noite, Jonas.

Voltei a abrir a porta, convidando-o a sair.

- Você não quer que eu vá.

- Ah, não? E por que não, conta pra mim? - indaguei curioso.

- Porque você tá doido pra acabar de me dar o cuzinho.

Eu ri alto. Triste. Não sei o que dizer.. pra vocês, porque ele tava certo em partes. Eu o temia e sabia que dele não vinha boa coisa, ainda mais depois da prova que havia sido aquele dia, mas não podia mentir pra mim mesmo e fingir que não gostei do que fizemos enquanto o fazíamos. Eu não sabia que não era o Gabriel, mas poderia dizer só pelo jeito saciável de foder. Diferente do irmão, a transa pro Jonas pareceu como um ritual de exploração, com ele querendo comer cada vez mais fundo. Não era uma simples exploração no qual ele fodia, mas também um ritual, porque ele por si só era sexual, mesmo sem querer. O tipo de cara que até os homens deviam olhar na rua. Qualquer conversa com ele e você ficava com a impressão de já ter sido comido com os olhos várias vezes. Ele falava comigo com uma cara de quem tava pensando em tudo que poderia fazer com meu cu enquanto conversávamos.

- A demora na resposta é o sim?

Não respondi, só cruzei os braços.

- Senta aqui, senta.

- Boa noite, Jonas. - insisti.

Ele levantou sem pressa e veio na minha direção. Fechou a porta e ficou com o braço apoiado, mantendo-a fechada e revelando um sovaco raspado gostoso. Me olhou e segurou meu queixo por um tempo, até começar a rir.

- Que foi, palhaço? - me mantinha sério, ainda de braço cruzado e emburrado.

- Sabe o que é engraçado?

- Hum?

- É que você é bom no que faz.

Não entendi.

- Podia liberar agora, mas vai fazer doce. - continuou. - Vai me fazer esperar, vai tentar me deixar na vontade.

- Por que eu daria pra você?

- A próxima vez que eu voltar, vai ser porque você mesmo chamou. O tesão só vai aumentando até lá.

A rola dura repuxando o tecido da sunga. Ele a apertou, mordendo os beiços.

- Boa noite. - abriu a porta e saiu. - Marcinho.

O mesmo sorriso sarcástico.

Não consegui dormir direito com tanta coisa na mente. Depois que o álcool passou, bateu um certo arrependimento de não ter ido embora. Levantei várias vezes pra tomar água e desisti de deitar. Por causa do calor, coloquei novamente a sunga e, no escuro do quintal, entrei na piscina. Boiei em silêncio por minutos, só observando o céu noturno e sentindo a água refrescando cada parte do corpo, até que senti uma agitação e tornei a ficar de pé. Observei ao redor, mas não vi ninguém e logo voltei a boiar. Ao meu lado, uma figura emergiu e me assustou, fazendo com que perdesse o equilíbrio e afundasse. Submerso, abri os olhos e dei de cara com um vulto verde. Fechei e abri novamente a visão, percebendo que se tratava de uma sunga com uma mala gostosa, pesada, farta. Foi se aproximando e logo subi pra pegar ar.

- Perdeu o sono, garoto?

Era o Carlos, com um cheiro de bebida evidente no hálito.

- É, seu Carlos. Muito quente, né?

- Lá dentro é um inferno, só fico se for peladão! - e riu gostosamente.

Ficamos pouco tempo conversando baixinho no silêncio da noite. Tomei ainda algumas latinhas pra lhe acompanhar e ficamos ainda mais soltinhos, mas nada demais.

- Esses moleques só aprontam, Márcio! Cuidado com eles. - me alertava.

- Eu sei, seu Carlos, eu sei..

- Me chama só de Carlos, Márcio. Meu nome é Carlos.

Fiquei sério e virei de frente pra ele, na intenção de que pudesse me perceber mais. Queria tentar dar a impressão de que o queria, mas não sei se fui claro.

- Claro, tio Carlos. - ironizei, ousando pela primeira vez.

Sorri. Ele sorriu junto.

Comentários

27/01/2017 07:39:20
Pra quem acompanha, aqui está o último capítulo sobre O marrento do terceiro ano. Feito duas vezes o tamanho normal pra poder compensar a ausência de ontem, assumo que foi o conto que mais me empenhei até então, mas ainda não o revisei, então perdão pelos possíveis erros bobos. Aproveito pra dizer que, com este último capítulo, encerro a série de contos que escrevi até aqui sobre as histórias A, B, C, D e E. Se leram todos com atenção, com certeza perceberam várias coincidências divertidas que podemos comentar sobre ([email protected]). Se gostarem, até libero alguns extras e rascunhos que escrevi para conectar estas histórias, que nem fiz com o conto E. Com vocês, D- No sítio com o marrento do terceiro ano, o irmão e o pai: http://sharoland-nn.ru/texto/
25/01/2017 09:08:05
Prefiro que seja so os gemeos na putaria
22/01/2017 11:26:52
Achei que ia concluir... Muito bem escrito!
22/01/2017 10:59:02
Muito bom
21/01/2017 08:12:28
Continuaaaaaa ❤❤❤❤❤❤ PERFECT❤
20/01/2017 04:13:12
ONDE SE LÊ 'FICO'.
20/01/2017 04:12:58
DIGO, 'FICAM' ONDE SE LÊ 'FICA'
20/01/2017 04:11:43
LAMENTÁVEL. REALMENTE VC DEVERIA TER IDO EMBORA. MAS O SEU LADO PUTA IMPEDIU. FOI USADO POR UM, USADO POR DOIS. E VAI SER USADO PELO TERCEIRO. LAMENTÁVEL DE NOVO. CHEGUEI A PENSAR QUE GABRIEL COMEÇASSE A SENTIR ALGO POR VC DE FATO. MAS FOI UM GRANDE BABACA, UM IDIOTA TE OFERECENDO AO IRMÃO. ESSE IRMÃO OUTRO BABACA CONVENCIDO. E MUITO MAIS IDIOTA VC EM SE DEIXAR USAR ASSIM TÃO FACILMENTE. RSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS A PROPÓSITO NÃO CURTO CARAS QUE RASPAM OU DEPILAM NEM MESMO QUE APARAM. FICO COM FISIONOMIAS GENITAIS INFANTILIZADAS. SEM ESSE DE DIZER QUE É HIGIÊNICO. MUITO PELO CONTRÁRIO. PROCURE SE VALORIZAR E DEIXAR DE SER USADO. ISSO DEPÕE CONTRA VC MESMO.
19/01/2017 21:34:49
Porra... Tesão esse conto maluco! Valeu! Continua logo..... Abraços
19/01/2017 20:55:26
Nossa senhora, que role a putaria hein! AMANDO! Dá uma olhada nos meus contos ;)
19/01/2017 17:27:10
Adorei o conto nossa mãe, já quero próximo capítulo
19/01/2017 14:38:00
Meus Deus cara que inveja de vc três pikas a teu dispor e eu aqui tentar achar alguém gostoso e pirocudo pra tirar minha Virgindade.Tesão do início ao fim!
19/01/2017 14:37:09
Meus Deus cara que inveja de vc três pikas a teu dispor e eu aqui tentar achar alguém gostoso e pirocudo pra tirar minha Virgindade. Tesão do início ao fim!
19/01/2017 14:00:42
Vai ser a comidinha da familia......
19/01/2017 12:10:45
Será que vai ter DP??!! <3
19/01/2017 12:00:56
Hum. A puta da família! Rsrsrsrsrs
19/01/2017 10:49:15
ah eu no lugar desse Márcio...
19/01/2017 10:06:23
três homens,O Gabriel não tinha irmão mais velho?
19/01/2017 08:29:16
Tomara q o Carlos seja peludo. o marcio tá se fazenda de difícil pq? a gente sabe q ele vai dá pra todos. até pros três de uma vez

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