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O metal contra a nuvem

Autor: Netto
Categoria: Homossexual
Data: 04/02/2017 03:49:10
Última revisão: 05/02/2017 17:04:24
Nota 9.50
Assuntos: Casados, Gay, Homossexual
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Atuando na rotina de oficina como mecânico a mais de 15 anos enviei meu currículo para uma empresa multinacional do nordeste voltada para veículos pesados, manutenção veicular linha pesada, plano de manutenção preventiva e corretiva tanto na capital como no interior. Após a seleção e os exames admissionais estava entre os dez mecânicos contratados.

Eu, Netto, 45 anos, 1,80 m de altura, 85 kg, branco, olhos castanho, cabelos ficando grisalhos, peludo, bigode sempre aparado e saindo de três casamentos, três filhos e sem paciência para muita conversa. Ele, Bezerra, 33 anos, 1,70 m de altura, 90 kg, moreno, olhos pretos, careca, também peludo, cavanhaque, casado, pai de uma filha. Totalmente comprometido com o trabalho, responsável e bastante extrovertido.

Como morávamos num bairro vizinho e fazíamos esse percurso semanalmente, começou a falar de assuntos variados: futebol, família, mulher, sexo, etc. Percebia que ele me encarava e de vez em quando fixava seu olhar no meu. Como estava quase sempre ao volante desviava para prestar atenção no trânsito, respondendo monossilabicamente suas perguntas ou sorria das suas peripécias quando começava a detalhar seu desempenho e dizia que ficava de pau duro só de falar. Notando, que não me interessava pelo assunto. Ele me pergunta: tu não sente tesão cara?

Achei estranho a pergunta. Mas, depois desse dia Bezerra quando estava sentado começava a colocar a mão na minha coxa ou no meu ombro quando explicava alguma coisa. Finalizando com um: Tu tá entendendo? E sempre respondia com um sim, um não ou talvez. Percebi que esse contato estava me incomodando. Agora, sempre que possível, o evitava. Passei a trabalhar com os outros mecânicos. Os outros começaram a perguntar se tinha acontecido algo. Eu respondia que não e na verdade nada tinha acontecido.

Os dias se passaram... semanas... meses... estávamos de plantão na oficina quando fomos escalados para realizar um trabalho juntos e seria no interior. Teríamos que dormir no município e concluir o serviço no outro dia.

Putz!!! Já fechei a cara.

No outro dia pegamos as ferramentas e seguimos viagem. Ele respeitou o meu silêncio. Mas, chegou um determinado momento disse que estava sentido a falta da minha amizade. Logo, em seguida, perguntou o que tinha feito para estar agindo assim? E sem dar tempo para que formulasse a minha resposta ele já foi respondendo: você já deve ter notado que eu não que só a sua amizade!!! Eu não paro de pensar em você cara. Nunca me imaginei nessa situação. Mas, é mais forte do que eu. Dito isto, virou de lado olhando a paisagem e algumas lágrimas molharam o seu rosto.

Agora que estava sem saber o que fazer ou falar foi eu... Assim, comecei a dizer o que vinha no pensamento... tu tá doido cara? Nós somos casados, temos família, trabalho e tem mais eu não curto homem não!!! Ele num momento de desespero e ousadia colocou a mão sobre a minha rola. Então, eu disse: faz isso não cara! Vamos passar uma borracha em cima disso e continuar sendo amigos... Bezerra em um som quase inaudível falou: mas, eu quero. Não tire a minha mão... já começando a alisar meu pau sobre a bermuda.

Porra!!! Não tenho cabeça pra isso. Fui criado num ambiente de cabaré e sexo pra mim é só meter, gozar e pronto. Tem certeza e isso que te faz feliz? Argumentei. Ele balançou a cabeça afirmando que sim... Vendo que ele não ia desistir... disse: Tá bom... deixe eu encostar o carro. Arriei um pouco a bermuda e baixei a minha cueca. No que ele falou: não estou acreditando? Posso mesmo pegar? Respondi: pode ficar... Pense, num sorriso iluminado? Aquele cara tristonho e cabisbaixo. Tinha vencido e expressava um sorriso contido. Agora a batalha seria outra? Era fazer a rola adormecida acordar como sempre imaginou e desejou.

Bezerra não teve pressa para cheirar e sorver toda a fragrância que aquele homem maduro exalava. Com extremo cuidado beijou a cabeça do pau já entumecido, percebeu que um filete viscoso escorria pela rola e passou a língua provando o sabor seminal. Com uma destreza que até aquele momento desconhecia colocou a língua na virilha e começou a chupar o saco. O pau já ganhava proporções bem maiores quando de Netto interrompeu as investidas do companheiro de trabalho, dizendo que estavam atrasados e precisariam chegar na hora cominada. Ciente do compromisso e mesmo descontente, um sorriso nos lábios de Bezerra se fizera notar. Apesar de toda a resistência do amigo... conseguiu o que parecia impossível.

Tendo a certeza que aquela história na acabaria ali Bezerra e Netto seguiram em silêncio...

Comentários

06/02/2017 00:40:53
INTERESSANTE. NADA QUE UMA BOA CANTADA NÃO RESOLVA. OU UMA CHANTAGEM EMOCIONAL.
04/02/2017 11:45:12
Eu gostei muito, mas acho que você fez a abordagem muito forçada. Podia ter rolado uma parada mais sutil. Porém, o autor é você e não eu. Eu só disse isso pq eu gosto de história assim. Espero que continue.

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