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Moleque Israel

Jovem, negro e morador de favela. Prazer, esse sou eu, Israel dos Santos. Também conhecido como Rael, sou desses morenos que as patricinhas falam mal, mas se amarram em dar uns pegas. Dezessete anos, 1,80 de altura, cabelo cortado na máquina e um corpo bruto até que legal. Sempre descendo do morrão pro asfalto pra invadir alguma festinha de rico com os parceiros, dar uns rolés de long pela orla ou queimar um beck na Pedra do Arpoador. Nessa época e nessa idade, a gente ficava é atrás de um rabo de saia pra transar gostoso e depois meter o pé. Mas, por ironia do destino, foi numa dessas viagens que o pai aqui rodou. Planejamos invadir o aniversário duma mina, desenrolamos até uns ternos daora e o plano deu certo. Só deu um caô: a mina era a Fernanda. Branquinha da cintura fina, peitão e rabuda, nem aparentava a idade que tinha. Ainda por cima, filhinha de papai, o meu tipo favorito. Pra finalizar com a minha mente: ruiva. Não tinha como não rolar entre a gente.

A vida foi mudando após esse dia. Eu e Fernanda ficamos várias outras vezes depois disso, mas era sempre rápido e nunca podíamos ir além, o máximo que rolava era ela dar uma mamada rápida e eu nem gozava. Já ficávamos há quase três meses quando finalmente ela me contou que seu pai era racista e, por isso, pra ela era uma situação complicada, porque estava gostando de mim e não sabia como proceder. Eu já era acostumado com esse tipo de conduta e também sentia algo por ela, então não desistiria facilmente. Depois de muito tempo conversando e insistindo, a convenci a ir falando de mim pra ele e um dia poderíamos marcar algo, na intenção de pelo menos nos apresentarmos e mantermos a boa vizinhança. Na minha mente, ela era a mulher da minha vida.

No quinto mês ficando, assumi o namoro pra rapeize e pra família, mas até então nada de sexo. Ainda assim, estar agarrado com a Fernanda, apertando sua carne e sarrando o pau nela era mais do que sexual. Até hoje não consigo explicar a sensação de ver o contraste da pele branca e delicada dela com a minha negra e rústica. Jovem e rica, ela devia usar vários cremes de beleza, enquanto minha pele tinha cheiro de suor e era mais grossa, com mais marcas. Por dentro, Fernanda sempre se mostrava sincera e estava preparada pra me ouvir falar dos meus problemas, mas ainda assim percebia seu medo do dia em que finalmente seria apresentado à sua família. Quanto mais a conhecia, mais me sentia preparado pra esse dia, até que ele chegou.

O irmão mais novo dela fez aniversário e teve um churrasco na mansão deles, mas não fui convidado e entendia completamente. No dia seguinte, porém, rolou um "after-party", que a gente chama de enterro dos ossos, e aí sim eu poderia chegar junto. Foi o que fiz. Coloquei meu melhor estilo moleque, de boné, uma blusa social florida aberta no peito, cordão, relógio, bermuda e o chinelo de velcro da DG. Desci de long, peguei o busão e encontrei Fernanda no ponto. Estava nervoso, mas aquilo era importante e não podia deixá-la nervosa também, então me concentrei e logo chegamos à mansão. De cara me impressionei com o tamanho da piscina e também pela mãe dela, que já veio me abraçando e era gostosa pra caralho. Coroa de 35 anos, mas com cara e corpo de uma mina de 20. A mesmíssima genética da Fernanda: seios e bunda grandes, cintura fina.

- Você que é o famoso Rael? Que prazer, querido!

Não foi bem o que imaginei, mas já me animei daí.

- A Fer fala muito de você, sabia?

- Sério? - sorri e Fernanda riu junto, tímida.

A coroa me segurou pelo braço e, junto com a filha, foram me levando pra dentro de uma enorme sala de jantar, com uma mesa ainda maior, parecia coisa de novela. Sentaram-me perto da cabeceira, Fernanda ao meu lado e a sogra à frente. Logo chegaram duas empregadas que não pude deixar de perceber que eram tão negras quanto eu e senti que engoli aquilo a seco. Fer só abaixou a cabeça a apertou minha mão sob a mesa, me lembrando porquê estava ali.

- Eu sou a Beth, sua futura sogra. Muito prazer!

A gente riu. Ela era toda a mãe, até o jeito, e eu tava vidrado no corpão da coroa. As duas moças serviram o churrasco pela mesa e se retiraram.

- Amor, vem! - minha sogra gritou.

Ele apareceu na porta da cozinha só de bermuda, veio andando cabisbaixo e, quando percebeu minha presença à mesa, parou. Os olhos azuis vieram subindo desde meus pés até meu rosto e, quando bateram nos meus, quem hesitou primeiro foi ele, virando o olhar. Uma coisa que eu tenho que não sei explicar é que sempre reajo de alguma maneira inusitada quando me sinto em perigo, ou acuado. Não sabia bem porquê, mas levantei e fiquei de pé, esperando que ele viesse até mim. Na mesma altura, percebi que o cara era tão alto quanto eu, peitoral largo e barbudão, todo branco e loiro, nem parecia ter os quarentão que tinha. Ele veio, deu a volta na mesa e me cumprimentou sem segurar a mão que estendi nessa intenção.

- Boa tarde. - sério.

Sem graça, permaneci imóvel e ainda de pé, enquanto ele começava a se servir de comida.

- Amor, esse é o Israel. Ele é namorado da nossa filha.

O cara parou de botar a comida e o talher fez barulho de que tinha caído. Eu ainda não tava aceitando que havia sido ignorado. Do nada ele estendeu a mão e me encarou de baixo, sentado.

- Eu dei boa tarde a ele. - disse educadamente. - Mas acho que ele não ouviu.

Não ia aturar aquilo. Fernanda me olhou com a cara mais amável possível, os olhos já com água e me controlei muito pra não enfiar a mão no fundo da cara daquele filho da puta. Respirei fundo e apertei sua mão. Ele quase não forçou e aí me vinguei, educado.

- Eu também cumprimentei o senhor, mas acho que o senhor não viu. - abri um sorriso largo.

Apertei firme, mas ainda sorrindo, deixando que somente ele percebesse que eu tava bem puto. Fer ficou mais aliviada e sentamos pra comer.

- Namorado, é?

- Sim, amor!

O puto mal me olhava, mas agora já me sentia mais tranquilo.

- E você faz o que, moleque?

- Pai! - Fer o repreendeu.

- Vou entrar pro exército, senhor.

Eu nunca servi pra obedecer ninguém, mas o namoro havia me feito pensar muito sobre essas coisas que teria de fazer pra estar ao lado de quem amava. Não gostava de estudar e arranjar emprego era difícil, além de um porre e por mixaria, então já havia até conversado com ela e recebi seu apoio.

- Exército, é?

Ele repetia como se esperasse uma confirmação do que eu falava, talvez cogitando que pudesse ser mentira. Eu não tava nem aí, só comia o quanto podia, na intenção de comer a filha dele e, em algum pensamento malicioso, sentar piroca até na rabuda da coroa safada. Ainda mais depois de saber o quão escroto o puto do meu sogro era, imagina ele me encontrando na cama "kingsize" deles, dando leite pra mulher e filha? Tomando cerveja e pensando essas coisas, a rola deu uma pulsada na bermuda, mas não liguei. Aos poucos era aceito na família, já pensando no zaralho que ia tocar nessa merda. Nosso primeiro contato, de uma forma geral, saiu do jeito certo.

Fiz 18 anos e já tava dentro do quartel. Meu sogro continuava insuportável, mas isso ainda não me dava dor de cabeça. Não tinha transado ainda e não me ligava tanto nisso porque passei a ficar muito tempo de serviço pra poder ter dinheiro e não depender da Fernanda pras nossas saídas. Quando tava de folga, a buscava na escola e a levava na porta da mansão, onde ficávamos de pegação até uma das câmeras flagrarem e o viado do meu sogro mandar ela entrar pelo interfone. Às vezes, muito raramente, ela fingia que entrava e apagava as luzes. Eu saia e esperava dez minutos pra voltar, ela desligava as câmeras e, ali atrás do muro florido, me dava uma mamada gostosa e eu ia pra casa leve. Numa dessas aventuras, cai errado de cima do muro e torci o braço de um jeito escroto, deixando ela desesperada e acabou que geral acordou. Muito puto, meu sogro me levou pro hospital, mas proibiu nosso namoro. A gente ignorou e, por conta do acidente, fiquei duas semanas de licença no quartel. Durante esse período, ela matou dois dias seguidos de aula pra ir lá pra casa e finalmente transamos. Foi gostoso pra caralho, mesmo no calor e eu de braço engessado. Fernanda era virgem, mas sentou como uma experiente e me deixou conduzir como eu quis, mesmo de camisinha. A foda era tão gostosa que não conseguíamos parar e, nessa onda safada, cada vez mais eu me aproximava do cuzinho rosa dela, mas ela sempre não deixava. No fim das contas, a coordenadora do cursinho pago dela ligou pra casa e perguntou porque ela não aparecia. Mais puto que tudo e revoltado por ter sido enganado pela filha, o pai sabia bem onde ela estava e mandou que voltasse em 2h. Nós conversamos e o melhor era que ela fosse, mas que isso não nos impediria. Ela foi.

Os dias voaram e logo eu tirei o gesso e retornei à rotina do quartel. Fiquei um tempo direto de serviço, falando com a Fer pelo celular quando dava e louco de saudades. Num determinado dia, ela parou de responder do nada. Achei que pudesse ter sido assaltada ou algo do tipo e esperei, mas já preocupado. Passaram-se 24 horas e nada de sinal, o celular só dava desligado e as mensagens sequer eram recebidas. Assim que saí do serviço, fui direto pra mansão dela e me deparei com apenas um dos carros na garagem. Medi mais ou menos a área onde as câmeras não pegavam e dei um impulso só pra observar por cima do muro. Nenhum sinal de ninguém, mas identifiquei um biquíni dela secando no varal, como se tivesse sido colocado há pouco tempo. Fiquei mais ou menos um minuto constatando o silêncio, tanto na casa quanto na rua, até que pulei. Ainda de uniforme e com o braço recuperando, cai com certa dificuldade e fui me esgueirando entre as palmeiras. Passei da piscina e notei a porta da sala estava aberta, então tinha alguém na casa, mesmo que o silêncio deixasse claro que nem os empregados estivessem ali.

Caminhei lentamente até o quarto que imaginei ser da Fernanda e não a encontrei. Identifiquei o quarto do irmão, mas ninguém lá também. Na ponta do coturno, achei a suíte dos meus sogros e ainda assim era só eu no perímetro. Observando a cama deles, me imaginava a encontrando de quatro, prontinha com o lombo virado na minha cara. Voltei à realidade da minha missão. Não era possível que a família tivesse saído e deixado a porta aberta. No fim do corredor, escutei um ruído quase imperceptível e fui me aproximando. Mais perto, parecia barulho de caixa de som. Vinha duma porta de madeira bem marrom, dessas de escritório. Pela fresta, vi algumas estantes de livros e o chão forrado com carpete, enquanto o barulho ficava mais nítido: alguém tava gemendo. Meti o olhão pra dentro e vi meu sogro de costas, sentado na cadeira, de cara pro notebook. Abri a porta com o menor volume possível e me aproximei, cuidando ao máximo pra não ser percebido. Posicionado exatamente atrás dele, não acreditei quando vi o pornozão de travesti comendo solto na tela do computador e o coroa socando um punhetão. Nas outras abas, vários pornôs gay abertos. Doido pra expô-lo ali mesmo, pensei rápido e registrei o momento, porque era o mais importante a fazer. Eu sabia que um dia seria recompensado por esse meu comportamento meio aleatório e abusado, mas não achei que fosse ser dessa forma. Falando nele, a mente deu aquele choque e o corpo esquentou. Lá vinha.

Voltei à porta e dei três batidas fortes. O puto tremeu na cadeira e escondeu a rola, fechou o pornô e virou pra ver quem era. Mais assustado ele ficou quando viu que era eu.

- Como.. Tu é maluco, seu moleque!?

De farda e com um riso sacana, só pensava no quanto por cima eu acabara de ficar. Fechei a porta bem tranquilão e fui caminhando pra perto dele, com as mãos pra trás. Parei numa espécie de divã e deitei, sem deixar de encará-lo e sorrir. Ele virou e pegou o telefone, começou a ligar pra alguém.

- Tem certeza, sogrinho?

Me ignorou e alguém o atendeu.

- Boa noite, eu gostaria de registrar uma ocorrência.

Levantei calmo e apertei minhas mãos em seus ombros, como se o massageasse. Desci até a altura da sua orelha e alisei seu rosto, mantendo o tom sério e petulante. Por mais que esse jogo fosse para impactá-lo, ver meus dedos escuros passando nos pêlos claros de sua barba e pele branca deram aquele leve contraste súbito com o que eu gostava de ver na Fernanda e talvez quisesse ver na mãe dela. O claro e o escuro.

- Por que tu não desliga esse telefone e a gente dá uma conversada?

Sorri.

- Isso mesmo, aqui no Alto..

Além de branquelo, o puto era viadinho. Eu gostava de viadinho, não tinha nada contra não, mas nunca tinha comido um. Era um curioso, doido pra ver onde aquilo chegava. Quando eu morria de tesão pela rabuda safada da coroa, quem diria que quem queria liberar o anelzinho era justamente o sogrão. Eu tava era feito mesmo. Dei uma cheirada na nuca daquela putinha e funguei, sentindo o odor daquela branquetude. O filho da puta se arrepiou e perdeu o controle da voz.

- Uma invasão a domicílio aqui na..

Respirou fundo e eu segurei o telefone com minha mão sobre a sua. Outra vez o contraste me afetando.

- Não, moça..

Batemos com o aparelho na base. Eu estava atrás dele, sobre ele. O corpo por trás e por cima. Parecíamos uma mistura de chocolate extra amargo com leite super desnatado, porque talvez fôssemos o pior dos nossos mundos, mas ainda assim. Éramos.

Ficamos algum tempo nessa posição de dominação e logo eu sai.

- Como você entrou aqui?

O empurrei no divã e me sentei na cadeira do escritório. Remexi as gavetas procurando um charuto, porque aquele safado tinha cara de executivo mafioso e todo mafioso tem um charuto.

- Você veio me roubar, né? Descobriu que a Fernanda viajou e veio assaltar a gente!

- A Fernanda o que? - não acreditei. - Ela não viajaria sem me avisar.

Ele fez cara de satisfeito.

- Eu tomei o celular dela e mandei ela pra casa da avó, pra passar um tempo longe de você.

Eu sorri. Podia perder a luta, mas não a guerra.

- Tá rindo do que, seu merdinha?

Voltei a vasculhar e achei um cubano na última gaveta, do lado do isqueiro. Gomei as palmas do papel dobrado, sentindo já o gosto de secura, e o acendi, enquanto o girava na mão pra poder queimar igual por todos os lados. Truque dos filmes.

- Deixa eu adivinhar.. - puxei a fumaça e soltei no ar entre nós. - Mandou a mulher e a filha pra se livrar de mim e ficou aqui sozinho por quê?

Cruzei as pernas por cima da mesa dele, deixando os coturnos entre nosso campo de visão. A vingança era doce. E cubana.

- Fiquei sozinho porque sabia que um trombadinha que nem você ia tentar uma gracinha na primeira oportunidade.

Eu ria debochando.

- Não sei por onde você entrou, mas alguma câmera te pegou.

Comecei a desfazer o nó de um dos coturnos, ao mesmo tempo que puxava mais fumaça do charuto e jogava no ar, sempre sorrindo safadamente e o olhando de forma amistosa. Tinha muitas coisas em mente pra manter o viado no meu controle. Já via como conseguiria fazer meu relacionamento com Fernanda ser o melhor possível só por conta daquele registro histórico em cima do meu sogro que tanto não me suportava. Tirei a meia e virei o solão do pé na direção dele. O puto não falou mais.

- E aí, sogrinho?

Silêncio. Ele só observava meu pé, completamente perdido no campo visual que existia entre nós. De onde estava, conseguia sentir sua vontade de meter a cara na sola como se fosse física, chegava a me arrepiar. Ainda por cima, via novamente o contraste da minha pele com a dele, ainda que ao longe, e me sentia mais devasso ainda por estar no controle absoluto da situação.

- Quarenta anos de idade, casado, mas não pode ver um pezão né?

Tirei o outro coturno e cruzei novamente as pernas sobre a mesa, fumando alegremente.

- Imagina tua esposa descobrindo que tu curte um macho, sogrinho!?

Ri alto e ele só continuou acompanhando meu pé. Levantei da cadeira e fui até sua estante de bebidas. Enchi meio copo de Martini, peguei duas pedras de gelo no frigobar e preparei o drink. Sentei ao seu lado no divã e comecei a beber.

- Vem, coroa. - ordenei.

Ele se segurou na poltrona e só fez mais cara de puto, como se hesitasse muito sobre qual atitude tomar.

- Vem sentir cheiro de homem, vem!

Em câmera lenta ele veio, mas ainda com a cara de nojo. Chegou o nariz perto do meu pescoço, beirando a farda, e cheirou fundo. Eu afundei a cara dele de uma vez no meu peito e o apertei fundo dentro do meu sovaco, mesmo que sobre a roupa. Ele reagiu tentando sair, mas não tinha como competir forças comigo.

- Relaxa, viadinho.. Não vou te fazer mal.

Soltei um pouco a força e ele percebeu que realmente não iria. Começou a lamber minha farda como se a qualquer momento eu fosse desaparecer.

- Isso, eu sabia..

Comecei a desabotoar a parte de cima e ele a abriu violentamente, arrancando dois botões.

- Calma, viado! Calma!

Antes de terminar já tava lambendo meu suor, desde minha axila até o peitoral. Até eu mesmo sentia o cheiro de macho que ainda tava pelo corpo, mas era exatamente isso que ele queria e, mesmo me considerando hétero, eu estava disposto a realizar. Deixei que lambesse e fungasse o cheiro de homem o quanto quis, até que voltei pra cadeira do escritório já peladão.

- Vem até aqui, cadela.

Ele começou a caminhar, mas interrompi.

- Não, não. Falei com uma cadela, sogrinho. Vem de quatro.

Só me obedeceu, ainda com a cara de ódio, mas de quem precisa. Veio igual cachorra e caiu de boca nos meus pés. Ver essa humilhação e sodomia me excitavam ainda mais. Só agora parava pra pensar que ia juntar vários úteis e um monte de agradáveis. Tava doido pra comer o cu da Fernanda, não tirava o olho da coroa safada que era minha sogra e, no fim das contas, tinha um sogro viado que não me suportava, mas que ia perder a rodela no meu caralho.

Abri sua boca com as mãos e enfiei os pés o máximo que pude na goela, sentindo a baba escorrer pela pele. Ele detestava, mas queria, precisava e seu tesão era mais forte que seu controle. Ele não tolerava um negro na mesa de jantar, mas tolerava um pézão preto jantando aquela boca branca. Pra mim tava ótimo.

- Vou te confessar uma coisa, sogrinho..

Comecei a dar tapas no rosto, ainda sentindo o pé lá dentro da cara dele.

- Confesso que achei que ia encher aquela coroa safada de pica. - gargalhei.

Antes que ele reagisse, tirei o pé e enfiei o caralho já duro de uma vez garganta a fundo. Os olhinhos chegaram a derrubar lágrimas, mas nem dei tempo de que pudesse reagir, só fiquei com a cabeça atolada lá dentro, sentindo a gargantinha dançando nela. Quando o puto começou a ficar sem ar, tirei tudo e o fiz me olhar no olho.

- Quer que eu pare? Eu paro, quer?

Ele não respondeu, só ficou mudo, ainda congestionado. Dei um tapa de leve no rosto, com a esplêndida visão de homem branco ajoelhado entre minhas pernas escuras. Bati com a cabeça da piroca em todo o seu rosto, sujando tudo com a própria baba dele.

- Quer que eu pare?

Ele ainda não respondia, até que coloquei a cabeça na porta da língua dele e deixei ali, só fazendo carinho.

- Pede rola, pede..

Ele começou a fazer força pra chupar a piroca toda, mas coloquei a mão em sua testa e o impedi de alcançá-la.

- Não, só se pedir rola. - insisti.

- ME DÁ ESSA ROLA!

Eu ri. Só relaxei na cadeira e o filho da puta engoliu meu caralho. Chupou tudo como se não houvesse amanhã, descendo até as bolas e revezando cada uma na boca quentinha. Às vezes eu batia muito na cara dele com a mão e com a própria piroca, ele botava o lingüão de fora e pedia mais piru. Também levantava o pau e botava o sacão todo na boca dele. Tampava seu nariz e ficava lá até ele perder a respiração, usando e abusando do buraco que era aquela boquinha na cabeça. Lembrava de como fui tratado quando o conheci e perdia a linha. O auge era quando viajava no contraste das nossas peles e aí sim o prendia na garganta. Quando não agüentei mais, mudei um pouco o jogo.

- Vem aqui.

Peguei minhas meias e enfiei na boca dele. O levei de volta pro quarto de casal e deitei na cama. Ele ficou de pé, meio que incrédulo do meu abuso, mas era o que ia acontecer.

- Deita aqui com o cuzinho pra cima, deita..

E bati na cama. Nesse momento, senti algo úmido bem onde encostei. Tateei e identifiquei uma calcinha que com certeza era da minha sogra, fazendo questão de estendê-la com as mãos pra ele ver.

- Olha só o que eu achei, sogrinho!

Ri e passei o pano no nariz, sentindo o cheirinho de bucetinha mijada. A piroca latejou mais ainda e ele começou a vir lentamente. O coloquei de frente pra mim porque queria ver a cara que ia fazer com cada centímetro de piroca minha que ia alargar aquele cu rosinha. Passei a dedá-lo de leve, usando meu cuspe como lubrificante, sentindo cada prendida que o puto dava conforme tentava ganhar mais espaço com o dedo. A elasticidade do seu músculo parecia intacta, como se não desse o rabo há muito tempo, muito tempo mesmo.

- Tava guardando pra mim, sogrão? Poxa, brigado!

Enquanto o dedava, o piranho lambia meu corpo, pescoço e ombros. Gostava mesmo de um macho e talvez nunca tivesse tido a oportunidade de usufruir assim de um. Coloquei dois e três dedos e em pouco tempo senti que o cuzinho tava mais que pronto pra me receber.

- Tem camisinha aí?

Ele me ignorou, só levantou um pouco o corpo e botou meu caralho na porta do cu, sentando devagarzinho em seguida. Eu não tava acreditando no quão safada era aquela putaria. O viado do meu sogro me odiava, mas amava meu corpo e queria que eu fodesse o cuzinho dele sem capa, tava querendo meu leite o puto, pode? Então tá, já tava na intenção de sair leve dali. Só fui metendo junto com sua descida e em pouco tempo já estava hospedado dentro dele. Uma luxúria máxima por sentir a quentura do pele na pele com o pai da minha mina, mas foda-se. Só podia ser de família pra explicar essa minha tara até no rabo do meu sogro. Comecei a estocar sem pena, pra ele sentir mesmo o que queria. Fazia questão de rebolar bastante e enrijecer a piroca cada vez mais pra arrancar cada preguinha daquele cu. Se era pra marcar, que fosse bem marcado. Coloquei a calcinha da mulher dele na cara e prendi suas pernas ao meu redor, improvisando um frango assado que durou pouco.

O pus de quatro, mas também não durou muito, porque o puto sempre dava um jeito de se enroscar no meu corpo e ficávamos presos de alguma forma. Sua necessidade de me sentir dentro parecia imensa, até que não sobrava espaço. Até puxar meu cordão o puto puxava. Sendo assim, o pus deitado com o rabo pra cima, com alguns travesseiros por baixo, e comecei a foder de cima pra baixo, meio que sobre ele. Agora meu peso ajudava com a gravidade e conseguia meter sem que o puto nos prendesse. Ainda assim os pés e mãos se contorciam sobre os meus, em total entrega ao meu sexo e ao meu jeito de transar. Ali, dentro do cu quente e apertado dele, nossos problemas não existiam. Era entendimento total de ambas as partes, com direito a dedos entrelaçando e suor misturando.

- Tu gosta de piroca no cu, num gosta?

Pintei a bunda branca de vermelho de tanto que a pranchei. Com a boca cheia de meias, ele só gemia e se empinava, me deixando entrar ainda mais fundo, ao mesmo tempo que apertava mais e mais o cuzinho ao meu redor, ao redor do meu caralho. Era maravilhoso. Mantivemos um ritmo intenso e acelerei quando senti que estava perto de gozar, estocando cada vez mais no fundo, lembrando das caras de cu que ele fazia quando na minha presença em família.

- Vai querer tomar leite dentro do cu, né safado? - grunhi em seu ouvido.

O segurava pelos braços e sentia meu total controle sobre ele, o pai da minha mina. O pau enterrado no olho do seu cu. Ele só fez que sim com a cabeça. Acelerei sem errar e gozei farto lá dentro, fazendo questão de continuar metendo pra empapar bastante, deixar meu leite o mais fundo possível. Larguei o corpo sobre o dele, mas ainda fiquei estocando lentamente só com o quadril. Ele tirou as meias da boca e, pela primeira vez, interagiu diretamente comigo depois de tudo começar.

- Você precisa ir embora.

Tapei a boca dele com a mão e o puto resistiu. Trocamos algumas braçadas até nos enrolar outra vez, mas ainda estava com a piroca atolada naquele cu.

- Qual foi, coroa?

- Vai embora daqui logo!

- Por que?

- Elas podem chegar a qualquer momento e você vai estar aqui. Volta pro teu morro!

- Eu quero mesmo ver a Fer, vou esperá-la.

Tomei um banho rápido na suíte dele, sob as reclamações de que elas chegariam e me pegariam ali no banheiro e ele não saberia o que dizer. Assim que terminei, o puto confessou.

- Elas voltam depois de amanhã.

- Então tu vai mandar a Fernanda me ligar assim que ela chegar, escutou?

Disse isso olhando na cara dele de forma séria, mas ainda tranqüilo.

- Por que eu faria isso? Mandei ela pra lá pra ficar longe de você, Israel!

Foi a primeira vez que meu sogro me chamou pelo meu nome. Não ia dizer mais nada, apenas peguei meu celular e mostrei a ele a foto que tirei dele assistindo porno. Ele ficou mudo e visivelmente preocupado. Vesti a roupa que tinha na mochila e me adiantei pra sair normalmente. Passei a mão em seu rosto de leve e sorri.

- Fica tranqüilo.. - dei dois tapinhas - Ninguém vai ficar sabendo, Seu Alfred.

Era assim que ele gostava que seus empregados o chamassem e era assim que eu chamaria meu súdito. Digo, sogro.

Comentários

22/11/2017 16:28:06
Um maravilhoso Macho Fodedor!!! Amei o conto!!!
04/09/2017 10:55:56
DEMAIS, CARA. MUITO SAFADO
10/02/2017 06:08:41
Rei Arthur - http://sharoland-nn.ru/texto/
09/02/2017 22:26:35
Quero ser tua puta
07/02/2017 23:38:13
Excelente!
07/02/2017 18:45:00
fooooooooda
07/02/2017 17:16:21
Vc sempre dando show nesses contos
07/02/2017 14:40:21
Que foda. Continua
07/02/2017 13:39:22
Nossa que tesão muito bom
07/02/2017 12:57:20
Que delicia de conto
07/02/2017 12:57:17
Que delicia de conto

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