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IRMÃO DE NORMALISTA 3

Certa vez fui convidado por um colega de faculdade para ir até a sua casa, ouvir alguns de seus CDs de rock. Topei na hora como um grande fã desse estilo que se preze. E lá chegando já sentados no sofá ficamos ouvindo as raridades que ele havia conseguido e também trocando ideia sobre todo aquele acervo. Não parecia haver ninguém em casa...seus pais e tal! Até que somos ou melhor: 'eu', sou surpreendido por uma coisinha linda que saiu de um dos cômodos daquela tão grande casa! Era a irmãzinha dele...! Uma loirinha linda que não deveria ter 15 anos. E que quase me fez deixar o CD que estava em minhas mãos cair tamanho o deslumbre que senti ao vê-la. Ela trajava um uniforme escolar que parecia ser do 'Colégio Pedro II', não sei ao certo, pois não deu para ver o emblema no bolsinho da blusinha. Mas só sei que era lindo assim como sua dona! Aqueles olhinhos claros, aquela boquinha, um par de seios já formados e que de tão 'fartinhos' nem condiziam com sua tão pouquíssima idade e ainda aquela sainha azul-marinho, toda pregueadinha cobrindo(muito pouco) aquele par de coxinhas brancas e bem torneadinhas! Ela chega meio irritada, querendo saber sobre alguma coisa. Ela quase nem me nota ali enquanto gesticulava para meu colega para que o mesmo abaixasse o pesadíssimo som que ele havia colocado no aparelho. E ele também meio estressado com ela, antes de dar-lhe ouvidos, a chama a atenção por ela ter sido indelicada pelo fato de não ter me notado naquele sofá. E assim a mesma se desfaz de seu siso, se desculpando e me jogando um sorrisinho e um leve aceno. E eu boquiaberto com aquela belezinha, quase sem conseguir falar, digo que estava tudo bem. E assim ela prossegue querendo saber se o seu irmão sabia onde estava qualquer coisa que eu nem me lembro o que era, mas era algo que tinha a ver com o que os pais dos dois havia deixado para ela. E meu colega um tanto rude, lhe dá uma má resposta que quase inicia uma discussão entre os dois. Eu já estava todo sem graça ali! Quando ela toda chateada sai dali deixando o também enfurecido meu colega que seguia lhe xingando enquanto ela lhe dava as costas. Ele volta para o sofá, se desculpa comigo e me fala um pouco de sua vida com sua irmã. Eu nem sabia que ele tinha uma irmã e tão linda como aquela! E dentre outras coisas, ele me diz que apesar das quase rotineiras discussões entre os dois, ele a ama bastante. A protege e o faz de uma forma que nem namorar, ele a deixa! E tal 'marcação cerrada' é tanta, que ele chega a me relatar que já mandou para o hospital um de seus pretendentes. E é claro, com isso já havia ido para o brejo qualquer esperança que eu pudesse ter de 'faturar' aquela gracinha! Nessa hora cheguei a engolir um cuspe de apreensão! Retomamos o que estávamos fazendo ouvindo toda aquela pauleira, mas toda hora eu me via interrompido por aquela gracinha que ficava passando de um lado para outro da casa com aquela sua sainha a flamular e o pior, ainda me dando a nítida impressão de que estava flertando comigo, me jogando alguns discretos olhares e sorrisinhos sem que seu 'irmãozão protetor' notasse. O irmão daquela donzela era uma fera, mas a mesma tava me dando a maior 'condição'! Meu pauzão preto sob a bermuda já estava quase me 'denunciando' ao dar algumas pulsadinhas que as 'bandeiradas' daquele saiote estavam provocando. Até que mais uma vez ela interrompe o irmão, mas dessa vez, a safadinha me aparece praticamente só com a parte de baixo de seu uniformezinho, já que em cima, ela só trajava um 'top' bem sensual! Meu amigo 'fulo' da vida com essa ousadia e do que ele julgou como 'falta de compostura' de sua irmãzinha, se levanta batendo palmas 'negativamente' e mais uma vez lhe chama a atenção. Dessa vez ela havia aparecido ali para pedir para ele abaixar o som para que ela pudesse ouvir sua novela(Malhação) que ela assistia em seu quarto. Os dois tornam a discutir, onde não deixo de notar que mesmo que rapidamente, ela me olhava enquanto eu me mantinha um tanto constrangido, 'encolhido' naquele sofá. E logo em seguida, desta vez sendo empurrada pelo irmão, ela volta para o seu quarto xingando o mesmo e o deixando reclamando na sala. E mais uma vez ele se desculpa e torna a comentar sobre a irmã. Mas dessa vez, além de sua proteção e preocupação que ele tem com ela, ele frisa sobre um amigo seu que era dono de um CD da banda Slayer que a gente estava ouvindo no momento e que este lhe dizia que chegava até a 'traçar' a sua própria irmã. Uma moreninha lindíssima, que ele até chegou a conhecer. E ele também disse que achava isso o cúmulo e que não entendia como alguém poderia ser capaz de fazer uma coisa dessa. E é claro que eu também concordei com sua indignação. E nisso, procurando o máximo disfarçar o meu deslumbre ou 'interesse mesmo' por sua irmãzinha, eu crio coragem para no meio da conversa lhe perguntar como era o 'nominho' dela. E para a minha sorte, ele nem desconfia de meu interesse ou minhas 'segundas intenções' com a pergunta e responde que era 'Maria do Carmo'. Aquele nome não me sairia mais da cabeça! Deu a hora de eu ir embora. E assim voltei para casa com aquela linda irmãzinha de meu amigo no pensamento. Naquele dia eu não dormi direito! Passei a noite claro tocando as mais violentas e ruidosas punhetas fantasiando com aquela gracinha. Agora eu queria ser 'frequentador assíduo' daquela casa e mesmo que eu tive que 'me convidar', eu retornaria lá. Mas nem foi preciso, pois meu colega que adorava a minha companhia já que eu era(depois dele) um dos únicos roqueiros de nossa turma! E nos dias que se seguiram continuei a ir lá. Mas em muitos dias eu não tive sorte, pois aquela coisinha linda se encontrava em seu colégio! E minha obsessão era tanta que eu chegava a ter a cara de pau mesmo de até esticar o pescoço para ver se ela se encontrava em algum canto daquela casa. Ele quase notou, mas consegui disfarçar apesar do tesão que eu estava por sua irmãzinha. Eu quando tinha alguma chance, fazia algumas perguntinhas sobre ela e quando notava que ele já estava percebendo a minha audácia, eu logo desconversava. Quando voltava lá e finalmente conseguia encontrá-la, eu sem conseguir me conter, aproveitava qualquer chance para puxar algum assunto. Ela era lindinha mesmo em todos os sentidos! Bem simpática, ela me sorria a todo o tempo, chegando até a brincar comigo, me perguntando e dizendo 'não entender' como eu e o irmão dela conseguíamos gostar daquilo que ela chamou de 'barulheira', que estávamos ouvindo. E eu simpático e já me empolgando, lhe sorria como resposta. E quanto mais eu me aproximava e mais perto sentia aquele cheirinho dela, ouvia aquela vozinha com o jeitinho que ela me respondia, mais eu tinha a impressão de que estava rolando algum clima ali. Quando o seu irmão se aproximava, nós disfarçávamos e seguia cada um para um canto. Mas quando ela passava de novo pela sala, eu não resistia e já nem ligava para o que estava rolando no aparelho de som ou para o que meu colega dizia me dando sua 'resenha' sobre o CD que tocava. A minha atenção era para aquela princesinha loira que quando não estava com aquele 'borogodento' uniformezinho do 'Pedro II', estava com sainhas das mais curtinhas e dos mais variados tipos, além de shortinhos-saia, colant e daqueles com cinturinha tipo 'saquinho de papel'. Aquilo estava me enlouquecendo! Eu como todo o negão que se preze, não iria mais resistir aquela loiraça! Minhas noites de sono estavam deixando de existir e minha mãe também estava enlouquecendo de ter que lavar meus lençóis ou edredons praticamente estragados com as 'jorradas' que eu despejava sobre ele durante a noite. Ou eu assumia o risco de acabar com a amizade que tinha com aquele amigão que arrumei na faculdade ou me afastava daquela casa! Mas eu tinha mesmo que me conter! Afinal, a garota só tinha 14 anos eu com meus 22 anos e 25cm de rola... o problema não era só minha amizade com o irmão dela, o problema era que seria 'cana certa' para mim, o nosso envolvimento! Mas aquele jeitinho dela me olhar, toda aquela graça...! Tava mais do que na cara que ela era daquelas loirinhas que tem preferência por negrões! E eu sou negão e tenho tudo o que eu sei que novinhas do tipo dela esperam de nós...ah, se tenho! Mas seguindo minha consciência, dei uma certa 'desencanada' do lance, mas continuei a frequentar a casa de meu amigo. E num desses dias, um feriado ensolarado! Fui mais uma vez convidado a ir até lá, onde chegando, me deparo logo com Maria do Carmo e mais duas coleguinhas na maior farra dentro da piscina deles. Maria do Carmo mais dadivosa e engraçadinha do que de costume, enquanto eu espero o seu irmão aparecer, se aproxima nadando, da beira da piscina, me chamando para tomar banho com elas. Eu até brinco dizendo entre outras coisas que eu não estava com o meu calção de banho ali. E para me provocar mais ainda, não só a 'Do Carmo' como o seu irmão a chamava, mas também todas as suas coleguinhas ficam manhosas lamentando a minha recusa e ainda em coro ficam repetidamente aos risinhos, me chamando: -'Vem-vem-vem-vem'...! Eu sorrio meio sem graça, e também 'quicando' dentro das calças! Como eu queria entrar ali mesmo. Mas logo chega o meu colega que acaba com a farra das garotas lhes chamando a atenção e as enxotando jogando sobre elas a própria água da piscina que ao se curvar na beira, ele espalha com a mão. E ao fazer isso, em seguida ele me leva para o interior de sua casa. Lá eu finalmente conheço a mãe deles e que mãe! Outra loirona linda e que eu diria ser a 'fonte' de todo o borogodó da filhota! Isolda ou Dona 'Isolda' era o seu nome! Aquela delícia de cinquentona com aquele par de melões que ela tinha como peitos, trajava um lindo 'vestido-túnica' todo 'flozô' e que cobria muito pouco daquelas suas coxonas brancas e que também dali a pouco passariam a ingressar o 'rol de minhas bronhas noturnas'! Desta vez não ouviríamos som, só ficaríamos jogando conversa fora mesmo! E isso nós fizemos no sofazão daquela sala. Em alguns instantes quando levava alguns lanchinhos para nós naquele sofá, a mãezona gostosa de meu colega também participava da conversa e além de demonstrar querer saber um pouco de mim, chegou até a fazer média sobre o tipo de som que a gente ouvia, chegando a contar que já havia ido num show do 'Deep Purple' com o seu ex-marido quando estes estiveram aqui. Eu me encantei, ao mesmo tempo que mantinha as minhas pernas irrequietas, cruzando-as para disfarçar o pau duro que aquele vestidinho dela provocou. E com tudo isso, por mais maluco que pareça, também tive a impressão de que aquela coroa também estava me dando alguma 'condição'. Noto que meu colega, também não gostou muito daquilo que ele deve ter julgado como uma 'intromissão' de sua mamãe em nossa conversa. Mas ela logo se afasta por alguns instantes, porém de vez em sempre, ela se mantinha bem próxima da gente e assim como sua filhota também me jogava simpáticos e 'suspeitos' sorrisinhos. Ao que me parecia, as mulheres daquela família eram chegadas num 'chouriço'! E esse pensamento se confirmou quando percebi que a coroa, naquela de pegar alguma coisa num móvel mais baixo que ali se encontrava, se abaixou todinha, me permitindo ver a 'pontinha' de sua 'clássica' calcinha bege e toda rendada que ela usava sob aquele seu leve e solto 'manto de Deusa Nórdica' que trajava. Meu colega que pareceu perceber o descaramento da mãe, logo me cutucou e visivelmente irritado, me levou até seu quarto onde nos 'confinamos' pelo resto do dia. Mas ainda iria notar muitos moles que aquela coroa iria me dar! Em outras vezes que voltei, lembro de vê-la não só com esse tipo de vestidinho, mas também com shortinhos 'de nylon' tipo saquinho de papel com cinturinha alta ou mesmo daqueles em jeans que deixam escapar um pouquinho das bundonas delas pra gente! E pouco depois, tive que ir embora e ao passar pela casa, cruzo com Do Carmo enrolada numa canga e a mesma desta vez me para aproveitando que meu colega já se encontrava mais afastado seguindo na frente e ali me jogando mais do que um 'verde', me deixa todo encabulado quando cheia de charme e toda 'melosa' alisando a minha face comenta(como se se lamentasse) a minha recusa em acompanhá-la com suas amigas naquela grande piscina. Eu rio meio sem graça e antes que eu pudesse responder qualquer coisa, sou interrompido por seu irmão que torna ao interior da casa para me chamar. Saio dali bem depressa, me despedindo de Do Carmo, de qualquer jeito e vou embora em seguida. Quando a noite cai, em minha cama, conforme o esperado, mais uma vez me acabei na punheta, mas desta vez acrescentando-lhe um ingrediente a mais. E ali em minhas fantasias mais pervertidas, me imaginei comendo não só a Do Carmo, mas também a mamãe gostosa deles, ambas de quatro! E nesta fantasia, ao comer aquele cuzão da mãe, em seguida, eu levava as 'breubas' que ficavam em meu pau para a sua filhota chupar, e tudo isso na frente daquele 'mala' do meu colega. Eu simplesmente 'viajava' fantasiando com aquelas galegas! Mas e o meu colega?! Eu não poderia estragar aquela amizade e também não conseguia esquecer aqueles olhos assustadores quando ele falava o quanto prezava e protegia a sua querida irmãzinha! Eu precisava dá um tempinho e ficar um pouco sem voltar àquela casa. E foi isso que fiz em nome de nossa amizade e também de minha 'integridade física'. Fiquei alguns dias evitando um pouco o meu colega e até inventando desculpas para poder recusar seus novos convites apesar de minhas fantasias noturnas se 'amplificarem' ainda mais com a gostosura daquelas duas 'valquírias' que ele tinha em casa. É quando num belo dia, sou surpreendido por uma ligação. E ao atender, estranho ao notar que do outro lado da linha era Maria do Carmo quem estava. E sua voz tão doce e ainda mais melosa que de costume, me pede para que eu fosse para a sua casa, a pedido de seu irmão. Eu estranhei muito aquilo! Meu colega com todo aquele ciúme e também sem demonstrar qualquer tipo de afinidade com sua irmãzinha, jamais me pediria aquilo...! O que poderia ter acontecido?! E assim que terminamos a ligação, corri para lá onde chegando, noto um grande silêncio. Parecia não ter ninguém em casa, quando no segundo toque que dou na campainha, sorridente, Do Carmo é quem aparece na janela e de lá me manda entrar. Eu abro o portão e sigo pelo quintal até adentrar a casa que se encontrava com a porta também encostada. Muito cismado, sigo andando e de repente noto que por de trás de mim, alguém rapidamente fecha e tranca a porta. Me assusto e quando olho para atrás, estranhando muito, noto que era Do Carmo quem fechara a porta. Ela estava uniformizada, deveria ter chegado há pouco tempo do colégio e assim, logo lhe pergunto pelo seu irmão e porquê ela estava fechando a porta e me ignorando em todas essas perguntas, a maluquinha simplesmente se atira em cima de mim, me bejando todo e caindo comigo em cima daquele sofazão. Eu super espantado e nervoso, tento contê-la, pedindo para que a mesma parasse com o que ela estava fazendo, mas a maluquinha quase me devorava com aquela sequência de beijos da qual eu inutilmente tentava me desvencilhar. -Ô menina q-que cê tá fazendo...?! -O seu irmão pode nos pegar e...! Ela me ignorava e já tirando minha camisa prosseguia agora beijando ou 'chupando' o meu peito. Ela parecia ter tramado aquilo e com certeza deve ter pego o meu telefone ao mexer nas coisas do irmão. E eu que não sou de ferro, mas fazia o máximo para resistir a tudo aquilo...! Aquelas mãozinhas já estavam sob minha bermuda enquanto eu revirava os meus olhos para de alguma forma tentar fugir daquela situação ou por já estar me entregando àquilo. -Hummm(smack)...cala essa boca, negão...eu sei que você(smack) tá querendo...(smack)...-Me dá essa rola aqui! Ela dizia de um forma bem tarada quando já me masturbava me fitando com um sorrisinho indecente e cheio de tesão. Eu ainda revirando a cabeça e os meus olhos, tentava relutar insistindo que alguém poderia chegar e ela dizia que tão cedo eles não voltariam e que estávamos a sós ali. Nesta hora ela já coloca aquela sua boquinha linda no meu já 'inevitavelmente' latejante pauzão, e nesta hora, com minha mão(trêmula) estendida sobre sua cabecinha, ameaçando qualquer movimento para tirá-la dali, perco as forças, sendo totalmente vencido pelo prazer que aquela boquinha já estava me proporcionando, e assim não tive outra escolha a não ser afagá-la por aqueles seus dourados cabelos que ela mantinha preso num coque feito de forma improvisada com uma caneta, mas que logo ela soltou. -Aaaah...então mama, loirinha...ugh...isso...aaaah! Eu dizia completamente extasiado! Ela chupava com maestria! Aquele 'anjinho' como o mala de seu irmão a julgava! Ela já toda 'vermelhinha' por já estar quase se engasgando com minha tora, gemia de uma forma bem safadinha e produzia com aquela boquinha tão gostosa, propositais altos 'estalos' com os 'chupões' que dava em meu cacetão. E ver aquela loirinha uniformizada, mamando, lambendo, 'mordiscando' e engolindo como podia o meu chouriço já estava me enlouquecendo tudo aquilo! E já não querendo saber de mais nada, eu lhe aplicava 'surrinhas de pau' naquela carinha angelical nos curtos intervalos ou 'tréguas' que suas mamadinhas me davam. -Gosta de negão, né loirinha...?! -Tá gostando desse chourição, né...?! Eu falava de uma forma bem cafajeste enquanto surrava sua carinha risonha com minha trolha. É quando também resolvo lhe fazer um guloso oral, libando não só aquela xoxotinha loira, mas também aquele cuzinho 'apertadíssimo' que ela empinara para mim ao colocá-lo de quatro. E digo que ele era apertado, devido obviamente por sua pouca idade e pela dificuldade que tive ao tentar afastar junto com a calcinha, aquelas 'bandas' com as mãos. A safadinha ia loucura enquanto eu girava a minha língua ali dentro sob os berros e as coisas indecentes e até 'racistas' que ela proferia para me incentivar com aquela sacanagem! E já a mantendo sentada em meu colo já sem o blusão de seu uniforme, devoro com todo o meu tesão aqueles seus peitões tão 'precoces'! Até que eu lembro que por pura sorte eu tinha uma camisinha esquecida na carteira. E ao me preparar para colocar a mesma, sou interrompido pela safadinha que toma o preservativo de minha mão, dizendo que a mesma é quem o colocaria em minha jeba. Nessa hora eu brinco sugerindo que com sua pouca idade ela não saberia fazê-lo, mas ela me surpreende colocando direitinho até onde a camisinha pôde cobrir de meu pauzão. E como se isso não bastasse, ela é quem quis ter o 'comando' se sentando sobre mim e cavalgando como a mais experiente das putas apesar de não ter mais do que 15 aninhos(incompletos). E eu delirava e quando conseguia pensar, enquanto apalpava e estapeava com força aquela bundinha branca até deixá-la também vermelhinha e com minhas mãos ali marcadas, ficava imaginando o quê aquele mala do irmãozão dela acharia ou faria se fizesse a mínima ideia da putinha que ele tem em casa! O que aquilo teve de prazeroso, teve de assustador! Aquela menininha era uma devassa! Ela mudou de posição, se sentando de costas para mim e assim ela rebolava ou 'gangorrava' e tudo isso com a sanha idêntica a de um animal selvagem e no cio. Também a tracei de quatro e com muita violência, beijei e cuspi em sua boca e a fodi também no tapete daquela sala. Nesta ocasião ainda não lhe fodi o cuzinho porque pelo tempo em que já estávamos ali, tivemos que abreviar um pouco a coisa, já que a mãe ou o irmão dela já poderiam estar voltando. Na hora de gozar, peço para que ela deixasse eu realizar uma tara que eu tinha que era gozar naquela sainha pregueadinha de seu lindo uniformezinho. Ela ri e deixa. E ao pegar pelas barrinhas de sua sainha e estender a mesma para que eu gozasse, eu retiro aquela já puída camisinha, toco uma rápida e 'escandalosa' punheta até que finalmente gozo e 'gozo grosso', despejando sobre aquele fino tergal, talvez uns 'quinze jatos' do meu 'leitinho'. A danadinha ainda aos risinhos, chega a passar o dedinho numa daquelas pocinhas de porra que de tão densas, chegavam a ter 'pequenas bolhas', levá-lo até sua boquinha e lambê-lo. Eu piro com isso e ainda lhe dou mais um beijo bem guloso. Mas ainda não acabou ali e para dar mesmo um 'gran finale' àquela putaria toda, aquela safadinha fica de joelhos naquele chão em seguida e me pede algo que achei além de inacreditável, o cúmulo! A putinha me pediu para que eu mijasse em sua boquinha. Eu pasmo, achei graça e relutei, pois faria sujeira naquele chão tão limpinho. Mas ela taradíssima suplicou para que eu o fizesse e que não me preocupasse, pois ela iria limpar logo. Eu topei a loucura e mandei tudo o que tinha na bexiga, preenchendo e transbordando naquela boquinha safada que ria enquanto o mijo vazava pelos cantos de sua boca. E em seguida mais do que extasiado saio dali pelos fundos e ao chegar em casa ainda toquei mais punhetas pensando naquilo. Entre os meus pentelhos, na virilha ainda haviam alguns vestígios daqueles pentelhinhos loiros dela entrelaçados. Minha obsessão por aquela galeguinha havia aumentado e mais e mais eu queria foder aquela gracinha! E assim foi feito! Continuamos a trepar às escondidas aproveitando a ausência de seu irmão e sua mãe. Muitas das vezes na pressa ao fugir, eu me via na condição de ter que pular pela janela ou sair quase que 'do jeito que eu estava', chegando assim a perder algumas de minhas camisas preferidas de bandas como Megadeth que aquele mala deveria achar e que por também ter muitas camisas de banda, deveria ter se confundido e misturado elas às dele. E como que eu iria reclamá-las de volta, né?! Mas o que importava era que consegui comer aquela gracinha da irmãzinha dele toda! Aquele cuzinho como eu havia dito era apertadíssimo mesmo e me deu um pouco de trabalho, mas com alguns 'condimentos' que eles possuíam na cozinha como azeite ou qualquer coisa que servisse para lubrificar, contribuiu para que a coisa rolasse numa boa! Ainda estive com o seu irmão durante esse período e também temi muito que o mesmo descobrisse já que podia notar a desconfiança que ele já demonstrava com a troca de olhar que eu e Do Carmo fazíamos mesmo em sua presença. Mas o pobre inocente mal sabia que 'o negão aqui' já havia traçado a maninha dele em todos os cômodos daquela casa e até mesmo em seu quarto onde apesar de ela me dizer que era 'pagodeira', fazíamos ao som do mais agressivo 'Death Metal' dos CDs e vinís raros de seu irmão que por lá encontrávamos! A comi muito! Aquela danadinha ficou simplesmente apaixonada por mim...quero dizer: por minha rola! Ela dizia que eu era o único amigo negão que seu irmão tinha e que ela sempre quis dar para um negão. E que modéstia aparte, dar para um que fosse pirocudo como eu, era simplesmente uma 'dádiva' para ela. Em nossas fodas, além dos tapas, cuspidas e tantas sacanagens que falávamos um para o outro, brincávamos dizendo como ela se chamaria ou se chamaria o nosso filho se nós oficializássemos nossa união. Meu sobrenome é 'Silva' e o dela era 'Van de Manen' e assim ficávamos sugerindo coisas como: 'Maria do Carmo da Silva Van de Manen' e no caso do filho pensávamos em coisa do tipo: 'fulaninho' da Silva Van de Manen ou 'Beltraninho' da Silva Van de Manen'...E assim seguia entre uma entochada ou enrabada e outra! Até que numa daquelas madrugadas em que nós também aproveitávamos o pesado sono, tanto da mãe dela quanto do mala de seu irmão, ao passar peladão pela casa para ir até a cozinha beber água ou pegar alguma coisa para lubrificar ou passar no pau para aquela galeguinha chupar mais gostoso; dou de cara com nada mais nada menos do que a mãe deles só numa linda e deliciosa camisolinha branca(transparente) tomando um copo da caixa de um leite que ela pegou na geladeira. E quando a mesma se depara com a minha 'jeba sudanesa' latejando em sua direção, ela se espanta e sem conseguir tirar os olhos da mesma, deixa a caixa de leite cair no chão. E já bastante 'galudo' e sem saída para aquela situação, além de estar mais do que excitado também com aquela delícia da qual eu estava diante com aquela camisolinha e 'bigodinho de leite', sem querer saber de mais nada, pego no meu pauzão, agito na direção dela e cinicamente e da forma mais cafajeste lhe sugiro: -Não quer desse leitinho também não, madame...?! E para a minha surpresa aquela MILF nórdica que não tirava os olhos arregalados de meu pau, responde: -E ainda pergunta! Nisso ela avança para cima de mim me agarrando e beijando até me levar para a mesa que havia ali, onde chegamos a derrubar as coisas que se encontravam sobre a mesma. E ali, me mantendo encostado, ela se agacha e chupa de uma forma bem gulosa o meu pau para em seguida também fodermos de uma forma bem ardente sobre aquela mesa. Agora seriam as duas que eu iria traçar, tanto a mãe quanto a filha! A princípio, eu as comia sem que uma soubesse da outra. Onde eu fazia a seguinte manobra de transitar pelo quarto de cada uma pelas madrugadas nas quais as fodia, mas houve um momento em que a coisa 'liberou geral' e assim houve uma espécie de consenso entre as duas que me permitiram realizar outra grande fantasia que era comê-las juntas. Coisa que fiz exatamente como sonhei, com aquelas duas loironas, mãe e filha, de quatro, disputando 'quase brigando' pela minha trolha preta e urrando de prazer sobre aquela cama de casal daquela coroa devassa. E por falar em 'devassidão', a coisa já estava tão louca que até sem camisinha nós já transávamos. Gozei bastante no 'bucho' e no rego das duas, não quis nem saber! Mas, numa destas minhas investidas nessas duas 'vacas holandesas', ao passar mais uma vez peladão pela casa para beber água ou pegar alguma coisa na cozinha, sou surpreendido pelo meu colega que sem que eu percebesse, acende a luz, me dando assim um baita susto e um tremendo flagra. 'Gelei' e tremendo e gaguejando enquanto me afastava dele, protegendo o meu bilau com as mãos na frente dele, eu tentava como podia, explicar e assim tentar me safar daquela situação. Mas tudo isso foi inútil. O cara parecia estar, possesso e se 'transformando', aquele olhar assustador que ele lançou quando me falava de como protegia sua irmã, pareciam ter mudado de cor e 'sair brasas' dele. Parecia que ele estava se transformando em algo como o 'Íncrível Hulk' do filme ou o clássico 'Dr. Jekyll e Mr Hyde', sei lá! Era uma coisa bem insana, meu amigo que já 'não era mais o meu amigo' aquela hora, estava completamente fora de si! Mas antes que ele pudesse me fazer qualquer coisa, as duas(sua mãe e irmã) apareceram 'peladonas' correndo para me salvar. Coisa que elas fizeram contendo-o, segurando o mesmo e fazendo algo que achei mais do que 'surreal'. Enquanto uma(a irmã) tentava beijá-lo(na boca) a outra(sua mãe), o punhetava até conseguir finalmente se abaixar e assim se posicionando, se encaixar na caceta dele. Eu fiquei em choque ao ver aquilo que elas diziam que era para acalmá-lo, já que ali também me foi revelado que ele sofria de uma espécie de 'doença dos nervos' e que segundo elas, era contida daquela forma 'pervertida' e insana que elas estavam fazendo e que realmente estava funcionando, pois o mesmo começou a traçar as duas que imploravam para eu fugir enquanto era tempo! Vesti o que podia e assim acabei fugindo correndo só de cueca 'samba-canção' pela rua e madrugada afora até chegar em minha casa que ficava num bairro próximo ao deles. Nos dias que se seguiram, além de não querer saber de voltar àquela casa, até mesmo em 'trocar de faculdade', eu pensei, optando por alguma outra 'unidade' pertencente a mesma, mas como vi que seria muita dor de cabeça, só troquei de turno mesmo! E desde então nunca mais vi esse meu colega e aquelas deliciosas taradas e loucas de pedra que eram sua irmã e sua mãe.

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